Piloto da Fórmula 1, Lewis Hamilton revela gostar de fazer sexo dentro de "carrão"


O britânico foi flagrado recentemente com a modelo americana Gigi Hadid e, outra oportunidade, ao lado da irmã caçula de Kim Kardashian.

Em entrevista à revista masculina Playboy, o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton confessou que "Nada é tão bom quanto sexo. E a melhor coisa provavelmente é um ótimo sexo dentro de um carrão", disse o piloto da Mercedes.

O piloto, que já conquistou dois títulos mundiais pela principal categoria do automobilismo mundial, tem sido visto com muitas mulheres desde que terminou o relacionamento com a cantora Nicole Scherzinger.

Recentemente, o britânico de 30 anos foi flagrado com a modelo americana Gigi Hadid e, outra oportunidade, ao lado da também modelo Kendall Jenner, irmã caçula da socialite Kim Kardashian. 

Atual líder da temporada com 151 pontos, Hamilton volta às pistas no domingo (21), às 9h, no grande prêmio da Áustria.

Em protesto contra impostos: Bordel de luxo oferece sexo de graça

"Entrada livre, taças e sexo de graça", é a mensagem que consta na porta do local, que ficou lotado.

Um bordel de luxo da cidade austríaca de Salzburgo anunciou que oferecerá aos clientes sexo de graça até setembro como protesto pelos muitos impostos que tem que pagar.

"Entrada livre, taças e sexo de graça", é a mensagem que consta na porta e no site do local e que gerou filas desde o fim de semana passado, segundo o jornal Österreich.

O dono do local, Hermann Müller, assegurou a esse meio que pagará de seu bolso os cerca de 10 mil euros que cada prostituta deixará de ganhar por mês.

Müller, que tem outros locais em várias cidades da Áustria e Alemanha, assegurou que seu "protesto" durará pelo menos até setembro.

A prostituição na Áustria é uma atividade legal e regulada, e, segundo dados oficiais de 2013, cerca de seis mil pessoas exerciam a profissão de forma lícita em todo o país.

"Nos passados dez anos paguei cinco milhões de euros em impostos só pelo local de Salzburgo", declarou Müller ao jornal "Krone", ao mesmo tempo que criticou o fato das autoridades não perseguirem mais a prostituição ilegal.

http://www.pascha.de/

Campanha do Google mostra transformação de pessoa que mudou de sexo

Campanha mostra mudança de sexo de jovem
Aproveitando que o tema está ficando cada vez mais em evidência ao redor do mundo, o Google
lançou uma campanha de apoio a mudança de gênero.

De acordo com o B9, para promover uma ferramenta da empresa que permite a divulgação do trabalho de pequenas entidades, o "Google My Business" o filme retrata a história de uma menina que resolveu se tornar um homem. 

O tema central do vídeo é mostrar como ocorreu a transformação física do rapaz e como ele conseguiu aceitação das pessoas. 

O personagem encontra o apoio necessário em uma academia na cidade de Kansas. A dona do empreendimento, Hailee Bland Walsh, diz que seu negócio deveria ser mais do que algo para pessoas se exercitarem, "mas um lugar para elas pertencerem". 

Assista ao vídeo:

Muito sexo traz felicidade? Pesquisadores de Pittsburgh respondem essa questão

Quanto o sexo pode influenciar na felicidade de uma pessoa? A partir desta pergunta, tão presente na sociedade atual, cientistas da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos EUA, realizaram um pesquisa com 128 pessoas saudáveis, entre 35 e 65 anos – todas com namorados. E a conclusão a que chegaram é, no mínimo, impressionante!

O estudo apontou que quanto mais relações tiver um casal, menor será sua felicidade. Ou seja: depois de incitar os voluntários a duplicar sua frequência sexual e realizar um acompanhamento de seu estado de ânimo com pesquisas diárias, concluiu-se que o aumento dos encontros amorosos leva a uma diminuição do desejo e do prazer sexual.

O artigo, publicado pela revista Live Science, aprofunda-se nesse ponto e explica que a felicidade e a sexualidade podem estar excessivamente ligadas a um erro de análise: a nova hipótese dos pesquisadores sugere que a felicidade tem sido associada ao sexo pelo fato de as pessoas terem mais relações sexuais quando estão alegres – isto é o que chamamos de causalidade inversa.

"Há muitas ligações entre sexo e comida"

Ljubomir Stanisic, chef do "100 maneiras"
Tal como na cama, também à mesa o tato faz parte da experiência de uma refeição. Ljubomir Stanisic, chef do "100 maneiras", não hesita em dizer que dá um estalo a quem comer um croquete com talheres.

Qual é a variável mais determinante para que uma refeição se torne inesquecível?

São milhares os fatores que entram em jogo. O principal, antes de todos os outros, é a companhia. A pessoa que está contigo à mesa é determinante para que uma refeição fique na memória. Mas claro que também podes estar sozinho e estar muito bem acompanhado com comida e com bebida. Uma refeição verdadeiramente inesquecível mexe com os nossos cinco sentidos.

Cozinhar mexe sempre com as emoções?

Mexe, claro que sim. Eu, por exemplo, uso bastante a cozinha como terapia. Hoje estava todo lixado com dores de coluna e às sete da manhã vim sozinho para o restaurante para cozinhar. Para estar a curtir o momento. Cozinhar mexe comigo. Pus a minha música, liguei o fogão todo e vim curtir.

Mas o trabalho diário numa cozinha...

Não é emocionante e levas muita porrada.

E é possível ter prazer?

Claro que sim. Se não tens prazer não estás a fazer nada na cozinha. Esse tipo de pessoas não trabalha comigo. Se não tens prazer torna-se uma coisa rotineira. Deixas de provar os pratos antes de irem para a mesa... Mas isso é assim em quase tudo. No jornalismo, por exemplo, também. Se não tiveres pica naquilo que fazes é a mesma coisa que ires para a cama com a tua mulher e não teres tesão. Nesse caso estás no casamento a fazer o quê? Aí o melhor é divorciares-te.

A cozinha está muito próxima do sexo?

Para mim, está. Há muitas ligações entre o sexo e a comida. Não só porque muitas vezes me enrolo com a minha mulher na cozinha, mas porque acho que de facto uma coisa tem muito que ver com a outra. São coisas emocionais. Os prazeres são muito semelhantes. Eu tenho orgasmos alimentares na boca quando estou a comer uma coisa do outro mundo. Mesmo que não seja uma coisa física, há uma grande ligação mental, emocional e tântrica. Há muitas semelhanças. Há prazeres de toque que tens com um corpo que também tens com a comida. Comer com as mãos e sentir a comida pode ser uma das coisas mais bonitas.

Nicki Minaj sobre sexo a revista : 'Exijo chegar ao orgasmo'

A cantora contou a 'Cosmopolitan' que sabe o que quer na hora da intimidade e encorajou outras mulheres a serem mais verbais sobre isso. 

Nicki Minaj contou a edição de junho da revista "Cosmopolitan" americana que exige chegar ao clímax cada vez que faz sexo. A rapper, que está namorando Meel Mill, afirmou: "Eu exijo chegar ao clímax. Acho que as mulheres deveriam exigir isso".Nicki disse que inclusive tem ajudado uma amiga que não ainda não conseguiu chegar ao clímax. "Tenho uma amiga que nunca teve um orgasmo na vida dela. Na vida dela! Isso me parte o coração. É loucura para mim. Sempre faço reuniões para ajudá-la com outras amigas em que nós a mostramos como fazer", contou.

E continuou: "Nós nos contorcemos e dizemos 'Você tem que subir em cima dele assim e fazer desse jeito'. Ela diz que é do tipo que gosta de dar prazer. Eu sou assim, mas isso é 50% para cada lado".

Recentemente o namorado de Nicki negou que os dois estivessem noivos apesar de tê-la presenteado com um anel de diamantes de 15 quilates em formato de coração branco e amarelo no mês passado. Em abril, Drake parabenizou a cantora no palco durante um show, o que alimentou ainda mais os rumores sobre o noivado.

Apesar de o casal afirmar que está apenas namorando, a cantora disse que espera um compromisso mais sério nos próximos anos. "Daqui dez anos eu terei dois filhos a não ser que meu marido queira três. Vou fazer muito mais exercícios para cuidar da boa forma, vou parar de ser iô-iô com dietas e vou ser uma dona de casa com uma carreira que me permita correr para casa. Quero poder cozinhar para os meus filhos, fazer cookies e vê-los crescer. Eu só quero ser mãe. Levá-los a escola, ir as reuniões de pais, ajudá-los com o dever de casa e colocar os experimentos escolares na geladeira", falou.

"Viagra" feminino está sendo desenvolvido nos Estados Unidos

O desejo sexual das mulheres é considerado um tabu e um mistério para muitas pessoas, inclusive para algumas delas! Enquanto os problemas sexuais masculinos se resumem a problemas de ereção, os tipos de disfunção sexual feminina são mais complexos, pois em geral mexem com o desejo sexual, que normalmente se reduz com a idade. Por mais que o desejo seja algo ligado à mente, cientistas acreditam que existem mecanismos cerebrais envolvidos, inclusive os mecanismos de recompensa. 

Uma prova disso é a eficiência do antidepressivo Flibanserina nesse tipo de tratamento, o chamado "viagra feminino". Usado inicialmente apenas para a depressão, algumas pacientes dos testes clínicos começaram a sentir um efeito colateral bem agradável: o aumento do interesse por sexo. Foi demonstrado um modesto aumento no desejo sexual dessas mulheres, apesar de isso ser algo difícil de medir. Testes específicos para essa finalidade do medicamento foram consuzidos em 2011 e mostraram que as mulheres usando o medicamento relataram uma média de 2,5 relações sexuais satisfatórias por semana no período de 28 dias, enquanto as outras mulheres com disfunção sexual feminina tinham uma média de 1,5 relações sexuais semanais neste mesmo intervalo de tempo. 

Agora, oFood and Drug Administration (FDA), órgão regulatório de alimentos e remédios nos Estados Unidos, fará uma comissão consultiva para avaliar se esse medicamento deve ou não ser aprovado para o tratamento de falta de libido em mulheres. A comissão ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho. 

Não é a primeira vez que esse medicamento é avaliado pela FDA. Em 2010 ele já foi reprovado. No Brasil o medicamento também não foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas uma aceitação na FDA costuma servir como referência para órgãos regulatórios no mundo todo. 

O questionamento envolve, principalmente, os efeitos colaterais decorrentes desse tipo de medicamento, como náusea, tonturas e sonolência, e o fato de que muitas vezes esses problemas podem ser solucionados com terapia ou remédios hormonais, por exemplo. 

Causas da falta de desejo feminino 

São diversas as causas de falta de desejo da mulher. Conversamos com os profissionais e listamos as principais, confira: 

O desejo sexual das mulheres é considerado um tabu e um mistério para muitas pessoas, inclusive para algumas delas! Enquanto os problemas sexuais masculinos se resumem a problemas de ereção, os tipos de disfunção sexual feminina são mais complexos, pois em geral mexem com o desejo sexual, que normalmente se reduz com a idade. Por mais que o desejo seja algo ligado à mente, cientistas acreditam que existem mecanismos cerebrais envolvidos, inclusive os mecanismos de recompensa. 

Uma prova disso é a eficiência do antidepressivo Flibanserina nesse tipo de tratamento, o chamado "viagra feminino". Usado inicialmente apenas para a depressão, algumas pacientes dos testes clínicos começaram a sentir um efeito colateral bem agradável: o aumento do interesse por sexo. Foi demonstrado um modesto aumento no desejo sexual dessas mulheres, apesar de isso ser algo difícil de medir. Testes específicos para essa finalidade do medicamento foram consuzidos em 2011 e mostraram que as mulheres usando o medicamento relataram uma média de 2,5 relações sexuais satisfatórias por semana no período de 28 dias, enquanto as outras mulheres com disfunção sexual feminina tinham uma média de 1,5 relações sexuais semanais neste mesmo intervalo de tempo. 

Agora, oFood and Drug Administration (FDA), órgão regulatório de alimentos e remédios nos Estados Unidos, fará uma comissão consultiva para avaliar se esse medicamento deve ou não ser aprovado para o tratamento de falta de libido em mulheres. A comissão ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho. 

Não é a primeira vez que esse medicamento é avaliado pela FDA. Em 2010 ele já foi reprovado. No Brasil o medicamento também não foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas uma aceitação na FDA costuma servir como referência para órgãos regulatórios no mundo todo. 

O questionamento envolve, principalmente, os efeitos colaterais decorrentes desse tipo de medicamento, como náusea, tonturas e sonolência, e o fato de que muitas vezes esses problemas podem ser solucionados com terapia ou remédios hormonais, por exemplo.

De respeito a gentilezas: 10 passos para revigorar seu casamento


 Por que depois de alguns anos muitos casamentos podem "perder a graça"? 

No livro O Anel que Tu Me Deste - O Casamento no Divã (Editora Artemeios), lançado em 2011, a terapeuta familiar Lídia Aratangy tenta responder à questão. 

O livro aponta as queixas mais comuns entre os casais. Enquanto os maridos reclamam da ausência de interesse sexual e desleixo com a aparência, a lista das reclamações femininas vai da falta de atenção nas conversas à pouca colaboração nas tarefas domésticas. 


A boa notícia é que é possível resgatar o lado bom do relacionamento. Para a sexóloga Regina Navarro Lins, autora de A Cama na Varanda, O Sexo no Casamento e O Livro de Ouro do Sexo, todos da Editora Best Seller, algo essencial é os parceiros respeitarem suas individualidades e terem amigos e programas separados. Confira a seguir algumas dicas preciosas para incrementar sua relação: 

1. Exponha desejos e vontades ao outro sem esperar que ela ou ele adivinhe seus pensamentos; 

2. Negocie interesses divergentes e estabeleça com clareza os próprios limites; 

3. Faça programas com amigos (de ambos, juntos ou separados) e também mantenha interesses e amizades independentes uns dos outros; 

4. Encontrem um hobby para praticar juntos, como dança de salão, atividades físicas ou um trabalho voluntário; 

5. Casais que vivem em harmonia têm em comum a admiração mútua, que permanece apesar de anos de convivência conjugal; 

6. Além de serem ousados, os cônjuges devem permitir que a renovação do relacionamento aconteça. É com abertura que surgem transformações capazes de imprimir dinamismo à relação; 

7. Transforme pensamento em ação: se você quer fazer sexo em vez de assistir à televisão, diga com jeito o que está sentindo, sem cobranças; 

8. Os homens precisam se dar conta da importância da divisão de tarefas. Estudos mostram que essa atitude está intimamente ligada à satisfação feminina no casamento; 

9. Cuidar da aparência é um bom começo para elevar a autoestima e ser valorizado pelo outro; 

10. As primeiras tentativas de mudança não são fáceis. Por isso, sempre vale insistir.

Saúde íntima: nove dúvidas que não devem ser ignoradas na consulta médica

Você está na consulta ginecológica ou urológica e se lembra daquela dúvida que pintou no banheiro outro dia, mas desiste de perguntar por ser constrangedora - ou então por medo do médico achar óbvio demais. Entretanto, muitas vezes o questionamento que parece bobo pode ser o mais importante, indicando uma possível doença ou um comportamento inadequado. Pensando nisso, conversamos com profissionais e respondendo algumas dessas perguntas: 

É normal ter um dos seios ou testículos maior que o outro? 
Diferenças discretas de volume entre os testículos e seios são consideradas normais. No caso dos seios, pode acontecer principalmente em mulheres porque, na puberdade, uma das mamas pode ter mais receptores de hormônio, levando a um crescimento maior. "Nos testículos isso ocorre geralmente por conta da variação no pequeno volume de líquido que se apresenta ao redor dos testículos", explica o urologista Mauro Pinheiro, do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia - regional Rio de Janeiro. Essas diferenças são preocupantes quando surgem subitamente, são muito grandes e/ou associadas à dor na região. "Nestes casos, deve-se suspeitar de processos inflamatórios, infecciosos ou até mesmo de câncer, e um médico urologista ou mastologista deve ser consultado." 

Após masturbação excessiva, é normal o pênis ou a vagina ficar inchado? 
"O atrito em excesso nos tecidos do pênis e vagina pode resultar em um edema, que é um discreto acúmulo de líquido nesses tecidos", explica o urologista Mauro. O resultado disso é um aspecto de "inchaço", que pode ocorrer devido a esse líquido acumulado. "O edema tende a reduzir e desaparecer algumas horas após o repouso", diz. Caso o problema persista, o indicado é procurar um médico. 

As bombas penianas, muito utilizadas na Europa e Estados Unidos, são mecanismos que, acoplados ao pênis, produzem um vácuo que faz com que o sangue venoso reflita para dentro do pênis, em um processo semelhante ao da ereção. "A diferença é que, na ereção verdadeira, o sangue que preenche o pênis é arterial e não venoso", explica o urologista Mauro. Se utilizadas durante um período prolongado ou caso ocorra um vácuo muito forte, pode sim ocorrer um edema dos tecidos periféricos, visualizados como um "inchaço". 

É necessário tomar banho imediatamente após a relação sexual? 
Sim, é necessário, mas você não precisa sair correndo para o banheiro logo após o sexo. Higienizar o órgão sexual depois do ato ajuda a evitar principalmente infeções causadas por fungos, como a candidíase. Lavar o órgão após a relação sexual também ajuda a remover resíduos de sêmen e excesso de lubrificante do preservativo. Caso você não tenha usado preservativo, a higiene também serve para retirar o muco da lubrificação natural da vagina junto com resíduo de secreção espermática após a ejaculação - ambos ricos em substâncias que servem como meio de cultura para bactérias e fungos. "A flora bacteriana nos tecidos do pênis e vagina está aumentada após a relação sexual, principalmente quando próximo do período menstrual", afirma o urologista Mauro. Caso essa flora esteja modificada por conta de patologia prévia na mucosa do pênis ou vagina, há o risco de transmissão de DSTs. "A higiene pode ser feita até em poucas horas após a relação - não precisa ser imediatamente, porém não se deve deixar nunca para o dia seguinte." 

Por que algumas pessoas têm vontade de urinar após a relação sexual? 
Segundo o urologista Mauro, existe um reflexo após o orgasmo sexual, que desencadeia a contração de vários músculos da pelve, inclusive da bexiga e dos esfíncteres envolvidos na micção, podendo desencadear em alguns indivíduos um desejo de urinar logo após. "Urinar depois do sexo também é importante para limpar o canal urinário, diminuindo o risco de possíveis infecções por bactérias", ressalta a ginecologista Rita Géssia Patriani Rodrigues, do hospital São Luiz Itaim, em São Paulo. 

Para que servem os pelos pubianos? 
Evolutivamente, os pelos pubianos existem para a proteção da região genital. Aparar os pelos é eventualmente recomendado para facilitar a higiene e evitar a umidade no local, que pode propiciar crescimento de fungos. "Isso porque na base do pelo há glândulas que produzem suor e gorduras para lubrificar e resfriar a pele, e essas podem causar um cheiro desagradável ou servir de alimento para germes, predispondo ao aparecimento de doenças de pele", completa o urologista Ravendra Muniz, do Núcleo de Urologia do Hospital Samaritano de São Paulo. 


Se você tem uma higiene íntima adequada diariamente e seu órgão genital está saudável, a depilação não se faz necessária. Dessa forma, é importante manter a região sempre limpa e os pelos aparados quando necessário, para não dar margem ao acúmulo de fungos e bactérias nocivas. "A depilação total da região genital deve ser evitada devido ao risco de ferir uma pele que é muito fina e está próxima de uma flora bacteriana naturalmente maior que a de outros locais, apresentado, portanto, algum risco de infecção", afirma o urologista Mauro. O melhor seria apenas aparar os pelos, evitando depilar. Caso deseje, a depilação deve ser realizada com extremo cuidado e higiene. 

Quais os problemas em machucar o pênis ou a vagina durante a depilação? 
Se você prefere se depilar e sofreu algum corte durante o processo, o ideal é higienizar bem a área no momento e manter a higiene com atenção redobrada nos próximos dias, acompanhando a ferida de perto. Caso aconteça algum inchaço, inflamação ou infecção na área afetada, procure um médico. Evite roupas que friccionem o local durante a cicatrização e dê um tempo nas relações sexuais. 

Em caso de lesão ou fissura durante a relação é necessário procurar um médico? 
Sim. "Se ocorrer qualquer fissura ou lesão no órgão sexual, sempre é necessário procurar um médico", alerta o urologista Mauro. Já o urologista Ravendra completa dizendo que as recomendações para esse caso são parecidas com as dadas para o depilação, inclusive com repouso ou abstinência sexual até que a ferida cicatrize completamente. 

Coito interrompido ou usar camisinha apenas no momento da ejaculação protege de DSTs? 
Os especialistas são categóricos: não. "O coito interrompido não protege a pessoa de absolutamente nada, nem mesmo do contágio do HIV e das hepatites", diz Mauro Pinheiro. Inclusive, o coito interrompido pode não deixar a pessoa completamente protegida da gravidez, no caso de relações heterossexuais. Dessa forma, a recomendação de colocar a camisinha antes do ato persiste. O risco de transmissão de DSTs com uso da camisinha apenas na hora da ejaculação é total, uma vez que a lubrificação vaginal e o líquido liberado pelo pênis antes da ejaculação também contém vírus e bactérias transmissoras de DST. Além disso, verrugas e feridas causadas por HPV, candidíase ou sífilis podem estar presentes na pele do pênis ou vagina, e o contato seria suficiente para transmissão. "Há também o risco de uma fissura ou ferida, levando ao contato de sangue com sangue", lembra o urologista Ravendra. Por isso, a camisinha deve ser colocada antes do início da relação e permanecer lá até o final.

Uma pessoa em tratamento para DST coloca o parceiro em risco se transar sem camisinha? 
O paciente em tratamento para doença sexualmente transmissível curáveis, como o HPV, gonorreia e clamídia, deve manter abstinência sexual até a completa cicatrização ou remissão da DST. No caso de DSTs crônicas, como a Aids, o recomendado é sempre fazer sexo com preservativos. "É preferível ainda que essa pessoa seja avaliada por um médico - idealmente aquele que iniciou o tratamento - para que dele dê essa permissão", lembra o urologista Ravendra.

Camisinha de hidrogel promete ser mais confortável que sexo sem proteção

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wollongong, na Austrália, criou um novo preservativo que promete ser mais confortável até do que sexo sem proteção.

A invenção faz parte do programa Grand Challenges in Global Health, da empresa comandada por Bill Gates e sua esposa, Melinda.

Com o objetivo de solucionar grandes problemas mundiais de saúde, a exemplo da falta de prevenção com relação a doenças sexualmente transmissíveis. Segundo o jornal O Globo, os cientistas estudam a possibilidade de utilizar o hidrogel no lugar do tradicionalmente usado látex. 

Uma das importantes características do hidrogel para o experimento é a capacidade de se comportar e parecer com a pele humana. "Tínhamos o palpite de que esses novos materiais teriam as mesmas propriedades da borracha, só que com uma sensação mais agradável, mas não tínhamos certeza se eles tinham as propriedades certas para um preservativo", afirmou o cientista Robert Gorkin, que lidera a pesquisa. 

Entre as propriedades da camisinha de hidrogel estariam, segundo Gorkin, a autolubrificação, uma pequena dose de viagra, ser biodegradável, além de conduzir eletricidade e responder a estímulos. A Fundação Bill e Melinda Gates ofereceu uma verba inicial de US$ 100 mil para o projeto. Atualmente, após nove meses de pesquisa, a equipe passará para testes biométricos que comprovem o comportamento do material. "Poderemos observar a atividade do cérebro para ver se o produto realmente passa uma sensação melhor do que a do látex.

Se você fizer com que a camisinha seja tão prazerosa que a pessoa mal possa esperar para colocá-la, então mais gente vai usá-la, e nós poderemos parar a transmissão de doenças", disse Gorkin.

Cientistas descobrem gene da traição e sexo casual

Alguns de nós, humanos, têm um gene chamado DRD4. Esse gene faz com que a pessoa seja mais livre. 

É comum em pessoas que buscam emoções fortes, gostam de situações nunca vividas, têm uma posição política liberal e, de acordo com um novo estudo, não se dão muito bem com a monogamia.

O estudo, realizado por por cientistas de três universidades dos EUA, liga o tal gene à infidelidade e ao sexo sem compromisso. Para chegar a esse resultado foram analisadas informações do DNA e os históricos da vida sexual de 181 pessoas. 

A conclusão é que quem tem o DRD4 é duas vezes mais propenso a encarar sexo sem compromisso como algo normal – acho que tenho esse gene porque não consigo entender como sexo casual poderia ser um problema. Além disso, metade do grupo que tem esse gene no corpo assumiu já ter traído.

Traição: perdoar ou seguir a vida sozinha?

A explicação científica é de quem tem esse gene busca mais a recompensa rápida, como a liberação de dopamina. Essa substância é liberada em maior quantidade quando você liga o ato a um risco. Como comer chocolate quando se está de dieta.

Você está pronta para um relacionamento aberto?

Mas nada disso é desculpa para trair e achar que está tudo bem. O gene pode influenciar o interesse por outras pessoas mesmo quando você está em um relacionamento, mas é você quem decide se vai ser uma pessoa decente e honrar o compromisso ou se vai jogar tudo na lama por um pouquinho de emoção.

Quantas pessoas você ama ao mesmo tempo?

Trair não é certo – acontece nas melhores famílias, mas não é certo – e não precisa acontecer. Se você não consegue ficar com apenas uma pessoa, busque um relacionamento aberto ou não monogâmico. Mas não esqueça que todos os tipos de relacionamento pedem responsabilidade afetiva, afinal, você é, sim, responsável pelo que cativa. Escolhas…

“O Estado não pode tutelar o corpo das mulheres”

Marcha contra a violência de gênero e pela liberdade sexual percorre Quito.
“Se for encontrada morta amanhã, vão dizer que mereci, porque sou puta”, dizia um dos cartazes da Marcha das Putas no sábado em Quito, capital do Equador. A peculiar manifestação denuncia aviolência de gênero e pede a liberdade sexual e estética das mulheres e dos outros gêneros. Centenas de mulheres e gente queer (todos os que são contra a normatização hétero) se assumiram como “putas” na marcha, como sinônimo de autonomia.

Com o corpo pintado e roupa berrante (alguns sem roupa), caminharam pela parte Norte do centro da capital, a região mais turística. A polícia, diferentemente de anos anteriores, obrigou que todos os pelados se vestissem. Um homem que usava só um avental de cozinha teve que pôr roupa de baixo para continuar. Ele se vestia dessa maneira como parte de sua atuação: limpava o machismo com um pano e com alvejante.

A rejeição ao Plano Família Equador, nome da estratégia de planejamento familiar programada para este ano e que propõe a volta aos valores, à família, e o retardamento das relações sexuais, foi evidenciada em muitos dos cartazes portados pelas pessoas: “Plano Família não, plano puta sim”, ou “nem Deus nem Estado”. Virginia Gómez de la Torre, do coletivo de Defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, disse que a “pedagogia do não” vai gerar mais problemas nos adolescentes e que “o Estado não pode tutelar o corpo”.

Muita da indignação vista na tarde de sábado se deve às declarações dadas durante a semana pelo secretário jurídico da presidência, Alexis Mera, a um jornal. “O Estado deve ensinar às mulheres que retardem sua vida sexual e que retardem a concepção para que possam completar uma carreira”, disse, acrescentando que há um problema de valores na sociedade e que “as mulheres não se valorizam adequadamente e se deixam violentar”.

As declarações do funcionário público também levaram centenas de mulheres a sair na marcha de 19 de março, quando sindicatos e movimentos sociais convocaram uma mobilização nacional pela perda de liberdades.Margarita Carranco, feminista reconhecida que agora se dedica à inclusão e à igualdade na Prefeitura de Quito, afirmou que “é preciso agradecer a (Alexis) Mera por suas declarações, porque nos permitem refletir sobre nossos direitos”. Disse também que Quito vai resistir à política nacional de sexualidade com o programa municipal “Saber Pega Full”, que dá informação sobre sexualidade e acesso a métodos anticoncepcionais para que adolescentes e jovens tomem decisões certas.

O manifesto final do protesto deste sábado rejeitou frontalmente o assassinato de mulheres, que segundo números da Promotoria faz em média 200 vítimas por ano no país. Para frear o problema o estado incluiu no Código Penal penas de 22 a 26 anos de prisão, mas ainda há poucas condenações. A sociedade civil destacou alguns casos nas redes sociais, como “Justiça para Vanessa”, que tenta a punição do homem que em 2013 golpeou essa jovem com um taco de beisebol até matá-la.

A Marcha das Vadias é uma marca mundial. Nasceu como resposta indignada ao policial canadense Michael Sanguinetti, que fez um comentário machista num bate-papo sobre segurança em 2011: “As mulheres precisam evitar se vestir como putas, para não serem vítimas da violência sexual”. No Equador a marcha é realizada desde 2012, e a cada edição ganha mais demandas e coletivos, que aproveitam março, o mês da mulher, para levar às ruas suas reivindicações. Neste ano também aderiram trabalhadoras do sexo e transexuais.

Razão, emoção e sexo


“Por que a direita mais reacionária está tão segura em se mostrar de cara lavada com sua carga de incivilidade? De onde vem tanta arrogância para desejar a morte do outro, sua destruição real e simbólica? Qual é a origem do modelo social pretendido, que desenha uma sociedade excludente e inspirada por padrões eugênicos fascistas?”

Se há algo que as recentes manifestações de rua trouxeram de vez para a política brasileira foi a recuperação do lado emocional, do sentimento e da moral. Quem pensava que a razão era senhora do terreno, viu sucumbir argumentos e ideologias sob a capa por vezes hedionda do preconceito, da discriminação e do ódio. Até então, o mais corrente era considerar essas atitudes como pré-políticas e imaturas, convocando para o debate de ideais.

Por vezes, as atitudes são ideias.

Não é um acaso que tanta raiva esteja sendo mobilizada. E também não se pode ficar preso a padrões convencionais de política, muitos deles herdados do marxismo clássico e da busca de se apresentar como ciência. A política pode até ser uma ciência, como define a academia. Mas é atravessada de paixão. O que preocupa mais neste momento não é o potencial de afeto presente, mas sua direção, sua marca de horror, sua violência e regressividade.

Por que a direita mais reacionária está tão segura em se mostrar de cara lavada com sua carga de incivilidade? De onde vem tanta arrogância para desejar a morte do outro, sua destruição real e simbólica? Qual é a origem do modelo social pretendido, que desenha uma sociedade excludente e inspirada por padrões eugênicos fascistas?

Há algumas explicações possíveis, que vão da sociologia à psicanálise.

Em primeiro lugar, a comunicação anárquica das redes sociais criou um padrão de elocução que reforça o voluntarismo e a ausência de censura. Com o superego de molho, as pessoas julgam que a liberdade de se manifestar é absoluta e permite comportamentos que vão da falta de educação à ofensa à lei. Sem maior trato com a divergência, escorados pela visão de mundo unitária defendida pelos meios de comunicação hegemônicos, se sentem dispostos a baixar o nível até a altura de sua indigência intelectual. O que deveria ser um novo espaço de diálogo se torna território do opróbio.

O segundo aspecto a ser destacado é a falta de uma pedagogia para a ação pública. Os “diferenciados” brasileiros não sabem se comportar politicamente porque nunca o fizeram de forma organizada. A extrema direita, nesse aspecto, tem muito a ganhar com a experiência das ruas, mas como começa agora sua educação política ao ar livre, deixa de lado o repertório criado e amadurecido pelos movimentos sociais ao longo da história, assumindo o ato exclusivo de expor seu desprazer em dividir o mundo. Uma forma de diálogo sem a voz do outro, um embate narcísico com o espelho.

A terceira razão, possivelmente a mais marcante, é a formação reativa, mecanismo que Freud definia como uma defesa do ego a tudo que o ameaça. Nesses momentos, quem se sente em perigo passa ao ataque, usando aquilo que tem em mãos: a ira, o desprezo, a difamação. Parte da sociedade brasileira não aceita que a vida das pessoas tenha melhorado, que as universidades recebam alunos de famílias mais pobres, que os negros e nordestinos frequentem os mesmos espaços que ele, que as mulheres enfrentem a violência de gênero, que os homossexuais possam ser felizes, que o avião é apenas um ônibus que voa.

Essas questões trazem para a política aspectos que precisam ser postos em primeiro plano. Tudo que é ódio não se desmancha no ar. A pauta das manifestações trouxe para a linha de frente temas relacionados aos direitos humanos, às minorias e ao indivíduo. A política e a economia podem e devem dar o tom da razão. Mas a emoção está cobrando sua parte. Sem ela, não vamos a lugar nenhum. Não há paciência histórica que suplante a tristeza de viver num mundo atravessado pelo desprezo entre as pessoas.

Por fim, é sempre bom lembrar de um discípulo meio esquecido de Freud, o austríaco Wilhelm Reich, que notou, lá se vão quase 100 anos, que a libertação sexual gera pessoas mais livres e independentes, reduzindo a carga pesada do conservadorismo. Ele enfrentou problemas com os comunistas, que interpretaram suas ideias como um desvio de rota equivocado frente às exigências do período. Reich dizia – e estava certo – que adianta pouco ser revolucionário no partido e machista em casa.

O que diria ele, hoje, dos manifestantes que odeiam tanto os gays e as mulheres no poder, que sofrem por se sentirem iguais aos outros? Pessoas que afirmam sua macheza sempre com bravatas e covardia escudadas no anonimato das redes e em mensagens que ferem a dignidade humana e as leis do país. Homens e mulheres que adoram falar de família como se fosse um modelo universal, e não uma construção histórica, dinâmica, conflituosa e criativa. Que não aceitam discutir o aborto e zombam do feminicídio e dos estupros. O moralismo não é um desvio na vida dessas pessoas, é quase um jeito de ser.

Quem sabe a grande lição política que chega das ruas traga com ela uma verdade da vida privada: sexo não é tudo. Mas é 100%.

Os limites entre a violência doméstica e o sadomasoquismo

A prática do casal, destacam especialistas, tem de partir inicialmente do consentimento e da busca pelo prazer mútuo. Mulheres têm de estar atentas para não se sujeitarem a casos de violência, alerta defensora pública.

Muitas vezes tratado como tabu, o sadomasoquismo é uma das tramas do livro Cinquenta Tons de Cinza, lançado este ano como filme, e alerta para o risco da violência doméstica contra a mulher. 

O que pode, para alguns casais, ficar apenas na casa da fantasia, pode, para outros, se mostrar um risco. Quando o consentimento ultrapassa os limites da vontade, a prática, que deveria se ater ao prazer mútuo, passa à tipificação do crime. 

E a situação pode ser comum, alerta a defensora pública Elizabeth Chagas, membro do Núcleo de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da Defensoria Pública do Estado do Ceará (Nudem).

Nos moldes de uma relação machista e de servidão, a mulher pode, inconscientemente, se obrigar a uma atitude que a violenta, explica a defensora. “A mulher se coloca nesse papel de submissa, e isso pode se reproduzir em muita violência”. Professor do Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Ceará (UFC), José Olinda Braga cita que há casos em que o marido, na realização do desejo, ultrapassa os pontos extremos colocados pela parceira. “E isso foi o momento da separação. São os sujeitos envolvidos que definem o limite”. Outra, ele aponta, colocava a situação a que se submetia a contragosto como “o jeito dele de me amar”.

Numa situação de violência doméstica, segundo José Olinda, podem ser identificado traços de uma relação sadomasoquista. “O sadomasoquismo acontece em outros ambientes que não só o sexo. Não se pode não imaginar que, quando o indivíduo apanha, não há o gozo, e o outro, quando bate, também não há”. De acordo com o grau, a prática, ressalta o professor, pode ser caracterizada dentro da normalidade. “Quando atenta contra a dignidade do outro é que é considerado anormal”. A fixação em uma prática extrema - e o condicionamento do prazer a somente isso - é que pode ser considerado uma psicopatologia, explica.

A prática

Por mais que o sadomasoquismo possa parecer “pouco convencional”, ressalta o professor, a prática pode ser considerada comum dependendo da gradação - ele existe desde uma prática no âmbito da fantasia até um extremo em que há sofrimento grave. “Isso é praticado por pessoas normais dentro do cotidiano, nas nossas casas, até por nós mesmos, e não são pessoas doentes”.

O consentimento é a chave para a realização do sadomasoquismo, ressalta Olinda, mas não só ele. “Foge do limite também quando atenta contra a vida, a liberdade e a integridade da pessoa”. Mesmo que as pessoas envolvidas estejam de acordo com a realização, ele pode ultrapassar um “limite moral aceitável”. Os limites recaem, também, no modo como cada indivíduo compreende e significa a relação.

Saiba mais 

Bondage

Imobilização do parceiro com estilos de amarrações. Há técnicas de restrição de sentidos (venda nos olhos).

Disciplina

Consiste em obrigar ou treinar o parceiro a adotar condutas em decorrência de uma teimosia proposital.

Dominação e submissão

Dominante e submisso estabelecem o fetiche pelo prazer de servir o outro.

Sadomasoquismo

Prazer decorrente do sofrimento do outro, e o masoquismo é o contrário: o gosto de sentir a dor - no âmbito físico ou psíquico.

Alimentos que devem ser evitados antes do sexo


O Daily Mail pediu à nutricionista Elouise Bauskis que fizesse uma lista de alimentos que devem ser evitados para quem planeja uma noite de sexo. Comer queijo, por exemplo, pode prejudicar o ato sexual, pois laticínios em geral matam a libido e podem deixar o intestino congestionado.

Veja alguns desses alimentos:

Cachorro-quente: é um inimigo da libido e, entre um dos efeitos da comida processada, está o congestionamento das artérias vaginais e penianas.

Batata-frita: tem alto índice glicêmico, o que faz com que a energia do alimento seja rapidamente dissipada no corpo. Devido a isso, no início ela fornece sensação de conforto, mas logo depois pode deixar a pessoa se sentindo em baixa.

Carne: ao mesmo tempo em que fornece energia, em pessoas que não fazem a digestão tão bem, ela pode pesar e dar sensação de letargia.

Brócolis: alimento que pode provocar flatulências. No entanto, ele é um aliado para controlar o excesso de estrogênio no corpo, o que ajuda a saúde hormonal no geral.


Masturbação feminina ajuda a diminuir TPM e cólicas


"Masturbar me ajuda a relaxar e me dá uma sensação enorme de bem-estar". A radialista Rafaela*, 27, vai direto ao ponto. Desde a adolescência, ela mantém o hábito de estimular o próprio prazer. "Por causa do tabu, eu comecei tarde, com 15 anos". Segundo ela, a masturbação a ajuda a diminuir o estresse do dia a dia e a extravasar o apetite sexual. Mesmo quando tem um parceiro fixo, Rafaela não abre mão do hábito. "É um prazer diferente, mais imediatista", explica. 

A radialista está certa quanto aos benefícios da masturbação. Especialistas afirmam que os ganhos para as mulheres vão além de uma sessão privada e individual de relaxamento. O orgasmo, com ou sem parceiro, tem efeitos benéficos para a saúde da mulher, inclusive em áreas que não estão ligadas diretamente à sexualidade.

Por exemplo, ajuda contra a insônia. Durante o orgasmo, o corpo produz endorfinas, que são hormônios capazes de dar sensação de bem-estar. "A produção dessas substâncias causa o relaxamento muscular e neurológico e, por isso, a pessoa tende a dormir melhor", explica Maria Elisa Noriler, coordenadora do ambulatório de Ginecologia do Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha, em São Paulo.

A endorfina também ajuda a diminuir os efeitos da TPM e das cólicas menstruais. "É uma questão de bem-estar. As dores melhoram, a TPM melhora. O que acontece é a mesma coisa que quando um atleta corre ou alguém come chocolate. Ambas as atividades ajudam na produção de endorfinas", aponta o ginecologista especialista em Saúde Sexual e Reprodutiva, Caio Parente Barbosa. Quando a mulher chega ao clímax do ato sexual há a diminuição de uma substância chamada prostaglandina. A prostaglandina faz parte da cadeia do processo inflamatório, por isso a diminuição da substância no organismo ajuda a aliviar as cólicas.

Há ainda benefícios na prevenção de infecções no útero e no fortalecimento do sistema imunológico. "Durante o orgasmo, ocorre a limpeza das secreções que ficam no colo do útero", afirma Maurício Luiz Peixoto Sobral. Segundo Maria Elisa Noriler, a produção de substâncias dopaminérgicas e noradrenérgicas, que vão atuar na medula óssea, fortalece o sistema imunológico.

Masturbar-se pode ajudar também no ato sexual com parceiro. "Todos devem conhecer melhor o próprio corpo, independentemente do gênero. Quando for transar com algum parceiro ou parceira, a mulher conhecerá melhor o próprio corpo", afirma Rafaela. A masturbação ajuda a vagina a manter e até melhorar o seu nível de lubrificação ao longo da vida da mulher. "Por causa do exercício, as glândulas ficam mais ativas, o que deixa a vagina mais úmida, mais lubrificada e, por isso, mais apta à penetração", explica a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Prosex (Programa de Estudos em Sexualidade) da USP (Universidade de São Paulo).

O hábito tem benefícios para todas as idades. Os movimentos musculares resultantes do orgasmo também fortalecem o períneo, conjunto de músculos localizados na região genital. "Depois dos 40 anos, a mulher começa a sofrer de uma flacidez no períneo e uma das atividades que ajuda a diminuir esse efeito é ter relações sexuais com frequência", diz. A musculatura do períneo controla e deixa a uretra mais suspensa e o orgasmo ajuda a mantê-la no lugar. Além disso, a musculatura fortalecida controla melhor o funcionamento da bexiga, o que evita a incontinência urinária.

Rafaela concorda. "Eu me sinto muito melhor após [a masturbação]. Faz bem para a pele, para o humor e para o estresse. Gozar só tem benefícios", diz. A médica Maria Elisa Noriler afirma, no entanto, que apesar de todos os benefícios da autoestimulação sexual, ela não deve ser vista como uma atividade superior ao sexo. "É uma forma de substituição", diz, "embora muita gente prefira se masturbar a ter relações sexuais com alguém". Ela afirma ainda que quem escolhe não se masturbar ou praticar sexo não sofre mais riscos à saúde que os outros. "Quem se abstém de sexo vai ser mais predisposto a doença? Não. É uma deliberação pessoal. A pessoa não vai sentir falta daquilo que ela optou por abrir mão. Acaba compensando essa necessidade com outras coisas. Em contrapartida, quem sente desejo sexual e reprime pode, sim, estar fazendo mal para a saúde", conclui.

*Rafaela é o nome fictício escolhido pela radialista, que não quis se identificar.