Ciência à favor da vida: Bebê com dois pais do mesmo sexo pode se tornar realidade em breve


A ciência sempre foi um importante aliado na luta humana pela expansão da consciência e na transformação das formas de viver. Essa semana um anúncio deixou em alerta os grupos mais conservadores da sociedade, que podem estar perdendo mais um argumento na sua cruzada contra o movimento LGBT. 

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram que é possível fazer um bebê usando as células de dois pais do mesmo sexo. Os pesquisadores demonstraram, pela primeira vez, que óvulos e espermatozoides humanos podem ser preparados a partir de células-tronco da pele de dois adultos.

O estudo que levou a essa descoberta, divulgado na publicação científica Cell, foi feito por uma parceria da universidade britânica e do Weizmann Institute, em Israel. Nele, os cientistas conseguiram transformar células já diferenciadas (no caso, células de pele) em células-tronco, ou seja, células que ainda não passaram pelo processo de diferenciação e têm a possibilidade de se transformarem em células de qualquer tecido – de órgãos ou de gametas, por exemplo. 

Dez fontes de doadores diferentes têm sido usadas até agora e novas linhas de células germinativas foram criadas a partir de todos elas.



A equipe, financiada pelo Wellcome Trust, renomada fundação inglesa de pesquisas voltada a saúde, comparou as células-tronco projetadas com células de feto humano para se certificar de que eles tinham características idênticas. 

Essa descoberta pode vir a ajudar pessoas que são inférteis, gerar novos tecidos para tratamento médico, ou possibilitar que casais homo afetivos gerem filhos biológicos.

Jacob Hanna, o especialista chefe do ramo israelense dessa pesquisa, afirmou que essa técnica pode ser usada para gerar um bebê nos próximos dois anos. “Estou confiante de que esse processo vai dar certo e será muito importante para qualquer pessoa que tenha perdido sua fertilidade por causa de alguma doença. Essa descoberta também já despertou o interesse de grupos gays, por causa da possibilidade de se produzir óvulos e espermatozoides a partir de pais do mesmo sexo.”

A notícia é muito bem vinda, não apenas para a comunidade LGBT, mas para todos os indivíduos que acreditam no amor livre e na não regulamentação estatal em liberdades individuais primárias, como a escolha da formatação familiar.

Madonna diz que '50 Tons' é para "quem nunca fez sexo"

Cantora achou que o livro é muito irrealista e pouco sexy.

Longa de Cinquenta Tons de Cinza pode não ser exatamente o que os fãs esperavam, com menos toques eróticos do que no livro. 

Mas para Madonna, que já quebrou diversos tabus com seus clipes e músicas relacionados ao sexo, o livro em si não é lá essas coisas. Em entrevista ao site da Billboard ela disse que o romance era pouco sexy.

Perguntada se havia lido o livro, respondeu que sim.

"É pouco sexy, talvez feito para quem nunca fez sexo antes.Fiquei esperando algo excitante e louco acontecer naquele quarto vermelho, e pensei 'hummm muitas palmadas'"

Ela achou tudo tão irreal porque "nenhum homem faz tanto sexo oral quanto o cara do livro", se referindo ao personagem Christian Grey.

Questionada se sua visão sobre sexo mudou ao longo dos anos, ela foi categórica. 

"De maneira alguma. Sexo é maravilhoso e uma parte necessária da vida."

Palavra de quem entende!

De ouro, minúsculo ou 'ostentação': tapa-sexo é 'muso' no carnaval



Acessório é usado para 'driblar' proibição de nudez nos desfiles. Produtor do Rio criou tapa-sexo de vergalhão e à prova de quedas.

A única exigência é o tamanho: que seja pequeno. O resto vai da ousadia e do desprendimento de quem veste. Tem a versão ostentação e banhada a ouro, tem a que exige uma depilação radical e tem a de vergalhão, material comumente usado na construção civil (o criador assegura:confortável e funcional). O tapa-sexo é a estrela por trás (e por baixo) das musas do carnaval 2015. Quanto menor a extensão, maior a repercussão. O campeão, até aqui, é um prodígio da discrição: ostenta contidos e providenciais 2,5 cm de largura. 

"Eu costumava usar o tapa-sexo de 5 centímetros, mas neste ano eu vim com um só de 3", disse ao G1 Andreia Martins, musa da Unidos de Padre Miguel. Ela desfilou neste sábado (14) pela Série A do carnaval do Rio. "Ano que vem a gente tenta um de 2 [centímetros]", prometeu. Veja, abaixo, outros polêmicos tapa-sexos do carnaval 2015.

Existem essencialmente duas técnicas para se usar um tapa-sexo: ou se cola ou se encaixa. Andreia, por exemplo, colou. Mas e para tirar? "Com todo cuidado: [uso] óleo mineral, vai tirando bem devagarinho", afirmou ao G1 (assista à entrevista no vídeo acima). Em 2008, a modelo Viviane de Castro, da São Clemente, recorreu a Super Bonder. Não há detalhes sobre como ela se livrou do adereço.

























Já o tapa-sexo do vergalhão, usado neste sábado (14) no Rio por Elo Santos, musa da Renascer de Jacarepaguá, é "encaixável". "Ele dá uma pressão que a pessoa pode sambar e não cai", assegurou o criador da peça, o produtor Kiko Alves (veja no vídeo abaixo).

O tapa-sexo é um bem necessário, está nas regras do jogo. Diz o regulamento da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro (Liesa), artigo 26, inciso V: “[é obrigatório] impedir a apresentação de pessoas que estejam com a genitália à mostra, decorada e/ou pintada”. Se algum desinibido desfilar pelado, a escola é punida: perde 0,5 ponto. É assim desde 1990. O veto da Liesa foi motivado por Enoli Lara, primeira mulher a cruzar a Sapucaí totalmente nua.

Em 1992, ocorreu uma punição. O ator Torez Bandeira desfilou pela Beija-Flor apenas com um esparadrapo, mas ele perdeu o artifício em algum momento – e a escola perdeu pontos.

No regulamento da Liga Independendente das Escolas de Samba de São Paulo não há uma determinação específica quanto ao tema, mas a nudez é, sim, proibida, informa ao G1 a assessoria de imprensa da Liga. 





























A Miss Bumbum Bahia, Yara Muniz, escolheu desfilar com um tapa-sexo minúsculo na madrugada deste domingo (15) em São Paulo. Madrinha da harmonia da escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, ela afirmou ao G1: “Em todos os ensaios, eu vim comportada. Quis ousar". Segundo ela, a peça banhada a ouro e todos os demais detalhes da fantasia custaram R$ 20 mil. A fantasia tinha peças folheadas a ouro e ainda cristais Swarovski.

Musa da Renascer de Jacarepaguá, quinta escola a desfilar na Marquês de Sapucaí neste sábado (14), pela Série A do caranval do Rio, Elo Santos usou um tapa-sexo imenso (ao menos se comparado ao da concorrência): intermináveis 8 centímetros de largura. O diferencial era o vergalhão aplicado na construção do acessório, criado pelo produtor Kiko Alves. Ele recorreu ao material (o mesmo usado para erguer prédios e viadutos, exemplifica) para fazer um tapa-sexo à prova de queda. A ideia é evitar incidentes e punições. "Isso aqui segura tudo", afirmou Elo Santos ao G1.

Destaque de chão da Mancha Verde, a musa Juju Salimeni desfilou nesta sexta-feira (13) em São Paulo com uma fantasia dourada e "econômica". Ela destacou que saiu barato: R$ 10 mil. "Dá pra fazer algo bonito sem gastar, ficou como eu queria", comemorou a ex-panicat. Juju contou que o traje foi o mais "econômico" desde que começou a sair pela escola e deixou de lado as tradicionais pinturas corporais.

Andreia Martins, musa da Unidos de Padre Miguel, desfilou neste sábado (14) pela Série A do carnaval do Rio com um tapa-sexo de 3 centímetros e o corpo todo desenhado. Apesar de pequena, a fantasia, segundo ela, custou cerca de R$ 35 mil. "Demorei três horas e meia para me pintar", disse a passista, que é conhecida como a musa do corpo pintado. “Eu costumava usar o tapa-sexo de 5 centímetros, mas neste ano eu vim com um só de 3 centímetros. Tive que me depilar totalmente para isso”, detalhou. Para retirar a pintura do corpo, com óleo mineral, ela leva cerca de três horas. Em 2016, a fantasia deve diminuir: "Ano que vem a gente tenta uns 2 [centímetros]", prometeu.

"Strauss-Kahn gosta do sexo, mas não das mulheres", diz Le Figaro

Capa do jornal francês Libération.
Os franceses acompanham há dois dias o julgamento de Dominique Strauss-Kahn por proxenetismo com um misto de curiosidade e indignação. Os depoimentos das mulheres que participaram de orgias e festas com o ex-diretor do FMI, assim como seus comentários de defesa, são esmiuçados pela imprensa. A audiência dessa quarta-feira (11) revelou a "sexualidade rude" de Strauss-Kahn, expressão que está em todos os jornais de hoje.

Com a manchete "Processo de uma prostituição ordinária", o jornal de esquerda Libération afirma em primeira página que os depoimentos de prostitutas e clientes envolvidos no caso mostram que, por trás de um cotidiano aparentemente banal, a prostituição oculta práticas sexuais "sórdidas, dolorosas para as mulheres e que a sociedade se recusa a enxergar". O choro das mulheres no tribunal de Lille é a prova dessa insensibilidade, diz o Libération.

O diário descreve o testemunho de Jade. "Alta e magra", Jade acusa Strauss-Kahn de saber que ela era uma prostituta, que ganhava dinheiro para fazer sexo com ele. Jade descreveu aos juízes uma noitada em 2009, ocorrida em uma boate belga, em que foi chamada para atender Strauss-Kahn. Chegando ao local, ela afirmou ter visto uma tal quantidade de "corpos entrelaçados" que teve a impressão de estar num "açougue" e se recusou a participar da orgia.

Relação anal violenta e imposta

Jade declarou que na mesma noite, dois amigos de Strauss-Kahn pagaram € 500 para que ela o acompanhasse até o hotel. No local, Strauss-Kahn teria submetido a mulher a uma relação anal com brutalidade, a tal ponto que, nas palavras de Jade, ela foi "empalada". "Nenhum outro cliente teve um comportamento assim comigo", disse Jade aos prantos.

A testemunha tem certeza que Strauss-Kahn sabia que ela era uma prostituta. "Se ele acreditasse mesmo que eu era adepta da libertinagem, teria perguntado se eu aceitava esse tipo de relação", acrescentou. Jade destacou que nos clubes onde se pratica a libertinagem as relações são consentidas e não chegam a esse grau de imposição e violência.

Sexualidade rude

O conservador Le Figaro observa que Strauss-Kahn fica irritado com as questões dos juízes, consideradas invasivas de sua intimidade. Na verdade, escreve o diário, "esse julgamento tem mostrado ao mundo o segredo que Strauss-Kahn tentou esconder a vida inteira: ele gosta de sexo, mas não das mulheres", avalia Le Figaro.

O jornal também detalha o depoimento de Jade e a defesa de Strauss-Kahn diante das acusações de brutalidade na cama. Na audiência de ontem, ele afirmou ter descoberto durante o processo que tem "uma sexualidade mais rude do que a média". O ex-diretor do FMI, que foi processado nos Estados Unidos pelo estupro de uma camareira de hotel, em 2012, ainda teve o mau gosto de salientar que pratica essa mesma sexualidade desenfreada com todas as mulheres que encontra.

BRASIL CARNAVAL - Juju Salimeni chama atenção com minúsculo tapa sexo durante desfile da Mancha Verde


Juju Salimeni chamou atenção ao desfilar pela Mancha Verde somente de tapa-sexo. E também pela barriga tanquinho. 

A ex-Panicat explicou ainda que já está recuperada do incidente com seu dedinho do pé. "[O dedinho] Está bom já. Vou conseguir vestir a sandália tranquilamente. 

É uma sandália de 10 cm de salto. Eu fiquei a semana toda de chinelo e relaxando para não ter dor na hora. Mas Carnaval vale tudo, vai doendo mesmo", completou.






Casal aprova 'cápsula do sexo' em camarote no carnaval de Salvador


Cápsula "do sexo", "da rapidinha privê", "da paquera". Muitos são os nomes dados ao espaço que está gerando muita repercussão nas redes sociais. A cápsula criada em um camarote no circuito Dodô (Barra-Ondina), em Salvador, pretende "proporcionar momentos incríveis em 15 minutos".

Para a mineira Rayara Barcelos, de 24 anos, e o baiano Tiago Pires, de 29, a experiência foi como sugere a proposta: inesquecível. Esse foi o primeiro casal a experimentar a cápsula nesta sexta-feira (13). Ao saírem, diversos aplausos, risadas e fotos.

"Essa foi a primeira vez que nós usamos a cápsula. Dá para fazer sexo, sim. Nesse primeiro momento não fizemos (risos), mas quem sabe mais tarde", despistou a loira, que ficou noiva na quinta-feira (12) do administrador de empresas.

Já para Pires, melhor "praticar" em uma cápsula, a 15 metros de alturas, com sofá, ar- condicionado, frigobar, do que "usar as pedras do Farol da Barra como motel", enfatizou.

Para Conceição Dias, 50 anos e feminista, como fez questão de destacar, "a ideia é demais". "Foi um grande lance. Gerou muita polêmica. As pessoas dizendo que isso dissemina a prostituição. Nada disso. Fazer amor é nota mil", disse a radialista, que está ansiosa para usar o espaço com o marido, Jorge Sales.

Especialista esclarece os mitos sobre sexo e menstruação

As mulheres sentem mais vontade de transar quando estão menstruadas? 
Quando chega a menopausa e a menstruação acaba a vontade de transar também some?

Essas são algumas questões que muitas mulheres abordam nas clínicas de ginecologia. Para desvendar esse "mito", a médica ginecologista e obstetra Mariana Maldonado escreveu um artigo sobre o assunto.

A menstruação é cercada de muitos mitos. E se ela influencia ou não na vontade de fazer sexo é um deles. Veja se o tesão fica mesmo prejudicado naqueles dias.


A mulher quando está menstruada tem mais vontade de transar ou a relação sexual durante a menstruação não é recomendada? Transar menstruada faz mal a saúde? Pode transmitir doenças? Estas e outras perguntas são freqüentes no dia-a-dia do ginecologista, pois esta relação (se é que existe mesmo) entre tesão e menstruação sempre despertou muita dúvida e curiosidade - e não é de hoje. O mito da menstruação como sendo a "limpeza" do útero, a crença de que a mulher menstruada fica “suja” e que, por isso, não deve transar ainda é muito presente. Na verdade, o sangue da menstruação não é nenhuma sujeira nem tampouco significa um processo de limpeza. É um acontecimento natural na vida da mulher e indica somente que naquele mês ela não engravidou.

Transar durante a menstruação é uma questão de gosto, uma opção da mulher ou do casal e não traz nenhum problema para a saúde, exceto nos casos em que a mulher for portadora do vírus da AIDS (o HIV), pois o parceiro ao entrar em contato com o sangue contaminado pode aumentar as suas chances de contrair a doença. Existem casais que evitam as relações sexuais durante a menstruação por questões de higiene, outros são indiferentes e alguns até gostam, dizem que facilita a penetração.

Com relação ao desejo sexual, a mulher pode sentir tesão em qualquer época do mês – durante a menstruação, na ovulação ou na fase pré-menstrual – basta ser estimulada e estar receptiva para isto acontecer. Existem alguns estudiosos que defendem a teoria de que a mulher fica com mais vontade de transar durante a menstruação e esta, definitivamente, não é uma relação de causa-efeito. Estas pessoas insistem em comparar a mulher aos outros animais que têm relações sexuais quando estão no cio. Mas, no caso da espécie humana, a natureza nos brindou com um atributo único em relação às demais: a capacidade de pensar e ter prazer. De fato, algumas mulheres dizem que durante a menstruação têm mais vontade de transar, mais isto não é a regra e nem deve ser motivo de preocupação para aquelas que não têm!

E quando chega a menopausa e a menstruação acaba? Será que a vontade de transar também some? Entre os 45 e os 55 anos a menopausa chega para a maioria das mulheres, que continuam vivas e em perfeitas condições de continuar tendo uma vida sexual plena e bastante satisfatória. Exemplo disso é o relato de mulheres que dizem que o seu tesão aumentou e que descobriram o orgasmo só depois da menopausa, quando ficaram livres do medo de engravidar.

É muito importante que o parceiro também entenda que a menstruação faz parte de um processo natural da vida da mulher e que não é uma doença. Já foi o tempo em que a mulher menstruada não saía de casa, não lavava a cabeça e não transava. Hoje, a mulher menstrua, usa absorvente interno e ninguém sabe, às vezes nem o próprio parceiro. Por isso, uma boa conversa é fundamental para que o casal possa decidir junto como quer viver a sua vida sexual, independentemente da menstruação.

Dra. Mariana Maldonado é médica ginecologista e obstetra, especializada em Sexologia e Homeopatia.

Como a confiança ajuda nos relacionamentos?

Ouço sempre alguém dizer que “a confiança é algo que se conquista”, dessa forma sendo uma conquista – fica fácil entender o porquê muitas vezes ela é perdida. Quando se trata disso pode sempre haver dois lugares – o que vence conquistando e o que perde, se decepcionando.

Devemos tomar muito cuidado para que através de ações impensadas ou palavras mal ditas, a confiança não seja destruída. Mas e quando isso acontece… Como confiar mais, mesmo quando nos decepcionamos?

Amor

Como o amor é sublime, nos envolve de várias maneiras, é por isso que esse sentimento deve ter um companheiro nobre que dignifica qualquer ser humano que é o perdão, sem ele o amor empobrece, a mágoa e o ressentimento aumentam.

Acredito que o amor seja a essência de toda pessoa, da vida! E junto com o perdão é possível ter manifestações de atitudes puras como a humildade, a sabedoria e também uma força incrível que se manifesta através da paciência, onde o tempo e bons pensamentos possam transformar vidas e restaurar almas abatidas.

União

A união gera mais confiança, a capacidade de se colocar no lugar das pessoas agrega emoções benéficas que nos enriquecem diariamente, uma amizade fortalecida pela união dá exemplos de compaixão e empatia que qualificam ainda o crescimento da confiança e é extremamente capaz de cicatrizar feridas profundas que muitas vezes nem sabemos ser quer que existiam.

Lar

Necessitamos de ajuda no primeiro momento em que nascemos, onde somos rodeados de pessoas que nos dão um lar, é através dele que nos conhecemos e nos solidificamos como pessoas capacitadas, porém muitas vezes as pessoas mais próximas de nós acabam nos decepcionando fazendo com que percamos sentimos nobres. Contudo é nessa hora que a capacidade de demonstrar firmeza, segurança naquilo que realmente sabemos que somos, irá fazer com que a confiança seja novamente adquirida.

Devemos viver sem ressentimentos, ser aptos a entender que o que foi dito ou feito não se pode voltar atrás, mas cabe a cada um de nós a grande responsabilidade de viver feliz e fazer as pessoas que estão ao nosso redor felizes, por isso o mais importante é saber que não teremos como principal companheira de nossa consciência a dura e angustiante responsabilidade de que “eu poderia ter sido”, independente dos motivos que possam ter levados a essa perda da confiança, é muito gratificante saber que temos a oportunidade de mudar nosso destino e nos dar segundas e terceiras chances e claro ao outro também. 

Basta querer!

Amsterdã pretende dar a prostitutas propriedade compartilhada de bordéis


Prefeitura procura investidor para comprar cinco prédios. Fundação ajudará prostituas a pôr suas empresas em execução.

Amsterdã está procurando um investidor para comprar cinco prédios onde profissionais do sexo possam trabalhar coletivamente em seu próprio negócio de prostituição, disse um porta-voz do prefeito.

Atualmente, as prostitutas trabalham individualmente, alugando as janelas onde se exibem para clientes potenciais dos donos dos bordéis. Mas este sistema deixa as mulheres vulneráveis a cafetões.

As autoridades municipais esperam que as prostitutas estarão mais seguras se puderem trabalhar juntas num prédio alugado e administrado por uma empresa delas.

A fundação HVO-Querido, que ensina habilidades comerciais e de negócios para as trabalhadoras do sexo, vai ajudá-las a pôr suas empresas em execução.

"Estamos procurando uma terceira parte, um empreendedor social, para comprar estes edifícios e deixá-los para as prostitutas", disse o porta-voz Jasper Karman.

"As trabalhadoras do sexo nos disseram que querem isso", disse ele. "E iria fornecer uma receita decente para um terceiro."

Os cinco prédios, no coração da zona de prostituição, ofereceriam 19 espaços de trabalho para cerca de 50 prostitutas. O bairro da luz vermelha atrai muitos turistas, mas muitos na cidade são contra a imagem do trabalho sexual.

Nos últimos anos, a cidade tem comprado bordéis e transformado os locais em lojas.

Mas críticos dizem que a redução no número de janelas para alugar tem elevado os preços, forçando as prostitutas a trabalhar nas ruas ou em apartamentos privados, onde são mais vulneráveis.

''Quer conquistar um homem? Pague a conta e faça sexo no primeiro encontro'', diz psicólogo


Depois de uma colunista do New York GANHAR destaque ao revelar que encontrou o amor ao usar um método de 36 perguntas, uma NOVA FÓRMULA POLÊMICA de conquista está causando burburinho ao redor do mundo. Para o psicólogo norte-americano Blake Lavak, a mulher que quer “fisgar” um homem deve pagar a conta do jantar, fazer sexo no primeiro encontro e ligar para ele quando der vontade.

Parece bastante ousado, não? Para ele, autor do livro “Own That Guy in 60 Days” (algo como “Tenha aquele Cara em 60 dias”, em tradução livre para o português), essa foi a tática usada por Wallis Simpson – o Rei Edward VIII, da Inglaterra, abdicou do trono para poder ficar com essa americana – e ANGELINA JOLIE, QUE COMEÇOU O ROMANCE COM BRAD PITT quando ele ainda estava casado com Jennifer Aniston.

Lavak conta, segundo o “Daily Mail”, que seu livro é o resultado de SETE ANOS DE PESQUISAS realizadas com mulheres solteiras. “É notável como é fácil de conseguir um grande cara apenas usando a técnica correta. E, no entanto, muitas mulheres capazes ainda têm problemas neste departamento. Portanto, a questão é: o que elas estão fazendo de errado e o que deveriam estar fazendo?”

Em resumo, sua técnica tem quarto passos:

SEJA PROATIVA: 
Saia, não espere que um homem a convide ou fale com você. Fale com ele ou o convide antes.

PAGUE O JANTAR: 
Mostre que você está no controle.

NÃO ESPERE QUE ELE LIGUE: 
Entre em contato com ele depois de um encontro para agradecer. Não passe dias esperando que pela ligação dele.

FAÇA SEXO NO PRIMEIRO ENCONTRO: 
Dê ao parceiro o que ele quer e ele estará fisgado.

Polêmico, não? E você, acha que essas dicas podem dar certo ou acredita que o melhor para conquistar alguém é agir naturalmente?

Belo Horizonte terá museu interativo de sexo

Cida Vieira, mentora do projeto: 
"inspiração no museu de Amsterdã"
Espaço funcionará em um casarão na Rua Guaicurus, no maior complexo de prostituição do país.

Inspirado no Museu do Sexo de Amsterdã, Belo Horizonte também terá o seu Red Light District (Distrito da Luz Vermelha), cujo slogan é “sexo é a coisa mais natural do mundo”. O projeto, ainda embrionário, vai criar o Museu Interativo do Sexo de BH em um casarão na Rua Guaicurus, no maior complexo de prostituição do país, onde funcionam 21 hotéis trabalhando em dois turnos com atendimento 24 horas.

Na zona de baixo meretrício da Guaicurus, com prédios em art decor da década de 1920, já trabalharam figuras históricas como a prostituta Hilda Furacão e o travesti Cintura Fina, personagens imortalizados pelo escritor mineiro Roberto Drummond. Outra precursora foi a paulistana Gabriela Leite, criadora da grife de roupas Daspu, de São Paulo, que teve passagem por BH.

“O museu vai ajudar a quebrar o estigma do trabalho das prostitutas na sociedade mineira, que é falsa moralista. Convive com a Guaicurus desde sempre e nunca nos assumiu. Agora, as profissionais do sexo vão sair do armário”, afirma a mentora do projeto Cida Vieira, presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), que chegou a implantar o curso de inglês e espanhol para prostitutas de BH na Copa do Mundo de 2014. Ela lembra que, desde 2010, a profissão já está prevista na Classificação Brasileira das Ocupações.

A primeira reunião oficial do projeto do Museu Virtual do Sexo, será na sede da Aprosmig, na Rua Guaicurus. Com os primeiros rascunhos nas mãos, Cida e os outros participantes vão inscrever o projeto na Belotur e na Secretaria Estadual de Cultura. O imóvel já existe. “Fiz uma exposição no Hotel Diamante, no ano passado. Muitos dos convidados nunca tinham entrado antes em um prostíbulo. É importante fazer o museu ali mesmo, na Rua Guaicurus, para que os moradores da cidade descubram a beleza arquitetônica do Centro e das relações sociais”, afirma o antropólogo e artista visual Francilins.

VERSÃO VIRTUAL 

Enquanto não se consolida o patrocínio ao museu do sexo de BH, a associação das prostitutas e seus parceiros estão reunindo material para lançar a versão virtual, com a projeção de vídeos, fotos e objetos que possam recriar a rotina das mulheres da Rua Guaicurus. “No primeiro momento, temos a plataforma visual. Quando tivermos apoiadores, podemos viabilizar o museu físico. O importante é dar visibilidade a estas pessoas que estão ali trabalhando e que a cidade tenta esconder. Trata-se de uma patrimônio imaterial de enorme importância, que poderá funcionar como atração turística, assim como em Amsterdã”, diz o artista Francilins.

Afrodisíaco para ratos poderá ajudar a tratar viciados em sexo

A descoberta da tendência de um hormônio em aumentar o apetite sexual dos ratos poderá ajudar pessoas viciadas em sexo, informaram pesquisadores suecos.

A grelina, hormônio do aparelho digestivo, estimula o apetite, assim como a vontade de consumir álcool e outras drogas, ao ocasionar sinais de recompensa ao cérebro.

A farmacologista Elisabet Jerlhag Holm e o endocrinologista Emil Egecioglu conseguiram mostrar que, quando os ratos recebem um suplemento de grelina, seu apetite sexual aumenta e seus esforços por encontrar um parceiro também, segundo indica a Universidade de Gotemburgo em um comunicado.

Depois de realizar a operação inversa, ou seja, reduzir a grelina, comprovaram que o apetite sexual diminuía.

Por ora, nada comprova que estas conclusões sejam aplicadas a humanos.

"Descobrir isso exigirá pesquisas consideráveis neste âmbito. Mas os inibidores de grelina poderão talvez ser uma chave dos futuros tratamentos contra o vício do sexo e dos abusos sexuais", explicou Jerlhag Holm.

O estudo intitulado "O papel da sinalização da grelina no comportamento sexual dos ratos machos" foi publicado pela revista Addiction Biology.

Oito benefícios do sexo para a saúde


O sexo, além de prazeroso, traz inúmeros benefícios para a saúde. O orgasmo, por exemplo, uma das sensações mais íntimas para homens e mulheres, é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua qualidade de vida.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70% dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. 

Benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo e à saúde.

Em entrevista ao site, o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO, afirma: "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias".

Veja alguns dos benefícios:

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?

Melhora o aspecto da pele

Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos.

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

Alivia as cólicas da TPM

O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista. 

Melhora o sono

O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior. 

Diminui o estresse

O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology. 

Diminui os riscos de infarto

Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual. 

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 

Aumenta a imunidade

Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

Especialista explica comparação entre sexo e chocolate

Doce oferece bem-estar, mas não substitui prazer sexual. 

Não é a toa que desde os tempos antigos o chocolate vem sendo usado como afrodisíaco, e até hoje faz parte dos jogos de sedução entre os casais. O doce, que costuma ser associado ao prazer sexual, possui compostos - como a dopamina, a serotonina e a feniletilamina - que oferecem sensação de bem-estar e afastam a ansiedade.

Segundo a terapeuta transpessoal e especialista em sexualidade humana, Antonieta Mazon, por esse motivo é tão comum as pessoas associarem o chocolate ao sexo. "As características de sabor e de prazer do doce justificam a associação com os jogos amorosos. Assim como o sexo, o chocolate é saboroso, agradável e seu gosto convida ao deleite", compara a especialista.

No entanto, apesar das comparações, Antonieta afirma que a sensação oferecida pelo chocolate não substitui o prazer atingido no ato sexual. A terapeuta explica que a resposta sexual humana, que resulta no orgasmo, consiste numa atividade neurobiológica que envolve, em uma de suas fases, um conjunto de compostos químicos, dos quais fazem parte a serotonina, a feniletilamina e a dopamina. Por isso, muitas vezes este alimento apetitoso acaba se tornando a compensação para relações que se acabam ou, até mesmo, para amores não correspondidos.

"As fontes que explicam as sensações de bem-estar, tanto no chocolate como no sexo, são as mesmas. No entanto, apesar da ingestão de chocolate poder aumentar a concentração de feniletilamina no sangue, dificilmente atingirá o patamar de prazer e bem-estar proporcionado no orgasmo", esclarece Antonieta.

CHOCOLATE NÃO AUMENTA LIBIDO

A terapeuta ainda explica que o chocolate está mais relacionado à fonte de bem-estar e prazer do que com a libido, que pode ser entendida como a energia do desejo. "No entanto, sabemos que uma das grandes fontes do desejo sexual é a fantasia. Por isso, relacionamos este doce à libido, pois uma vez atingido o desejo, teremos como consequência o prazer", compara Antonieta.

A especialista acredita que a sensação oferecida pelo chocolate pode substituir a falta de sexo, mas somente numa fase inicial. Isso acontece porque a feniletilamina controla, entre outras funções, a passagem da fase do desejo sexual para a fase seguinte, da emoção e do afeto propriamente dito. Essa substância tem um efeito muito positivo sobre o corpo e, de tão poderosa, pode se tornar um vício.



"O problema é que o organismo humano desenvolve naturalmente a tolerância aos efeitos da feniletilamina e, com o passar do tempo, torna-se necessário maior quantidade do composto para provocar o mesmo efeito. Sendo assim, se continuarmos a ingerir demasiadamente o chocolate, correremos o risco de desenvolver outros problemas pelo excesso de açúcares e calorias", alerta a especialista.

VOCÊ PREFERE CHOCOLATE A SEXO?

A empresa Unilever realizou recentemente um estudo em 13 países, incluindo o Brasil, para descobrir o que é irresistível para mulheres. A pesquisa mostrou que as brasileiras são as maiores fãs maiores fãs do doce: 83,6% das participantes colocam o chocolate no topo da lista. O sexto só apareceu em quinto lugar, com 73,3% dos votos.

Antonieta Mazon considera que o sexo para a mulher está muito relacionado ao afeto, que envolve cuidado e atenção. Portanto, para o público feminino o ato sexual é processual, e não um ciclo com começo, meio e fim. "Eu acho que essas e outras divergências da sexualidade feminina e masculina, muitas vezes não dialogadas, impedem que a mulher desfrute mais do prazer sexual. Ela prefere por vezes abster-se do prazer, a ter que expor suas preferências sexuais ao parceiro. Creio que é aí que entra o chocolate como uma fonte de prazer. Apesar de oferecer prazer com muito menos intensidade, envolve um investimento pessoal também muito menor", sugere a terapeuta.

CHOCOLATE USADO NO SEXO

Alguns casais, para apimentar a relação, apostam em novidades na cama. Muitos fazem uso do chocolate durante o sexo oral, por exemplo. A boa notícia é que a prática não envolve nenhum malefício, desde que sejam tomados os cuidados necessários.

"As pessoas devem adotar as devidas precauções higiênicas, como em toda prática de sexo oral. Além dessas, é preciso observar a temperatura adequada do chocolate, a fim de evitar que aquilo que deveria ser uma fantasia saborosa e prazerosa não se torne um banho de água fria no ambiente, ou até mesmo um acidente mais sério, com queimaduras pelo corpo", ensina Antonieta.

Sexualidade e educação: espaços de silêncio e tabus

Quais espaços os gestos de leitura e interpretação sobre o corpo e a sexualidade ocupam no cenário da educação? A instituição escolar aborda de forma eficaz o tema “corpo” desde seus efeitos de subjetividade, afetividade, erotismo e relações sociais, como por exemplo, o sexo e a questão da condição sexual entre elas a homossexualidade? Quais regimes de saberes circulam no ambiente escolar para dar conta de tal abordagem? 

Ocorreram avanços nas últimas décadas na implementação de políticas educacionais referentes ao estudo da sexualidade e do corpo, ou como é denominada a Educação Sexual. 

Todavia, uma análise mais apurada sobre os regimes de saberes e as relações de poder utilizadas em tal ensino demonstra espaços de silenciamento, ou de resistência que ainda persistem a existir em vários segmentos escolares. Um bom exemplo foi a polêmica que envolveu um conto com conotações obscenas do escritor brasileiro Ignácio de Loyola Brandão em 2010. Publicado no livro ‘Cem melhores contos brasileiros do século’ e entregue pelo governo do Estado de São Paulo como leitura obrigatória para o Ensino Médio. 

O conto citado pelos pais e alguns professores como inapropriado é o “Obscenidades Para Uma Dona de Casa”, que narra a história de uma mulher que recebe cartas de um desconhecido. As cartas descrevem detalhadamente momentos de atos sexuais. Frente a isso foi solicitado o recolhimento do livro das unidades escolares.

Michel Foucault, na obra A Ordem do Discurso (1996), afirma que toda sociedade desenvolve um conjunto de saberes e faz circular por meio das Instituições os discursos sobre tais saberes que são socialmente legitimados por ordens de valores específicos e por segmentos sociais determinados. Outros discursos considerados nocivos, são interditados por um conjunto de disciplinas e procedimentos de exclusão. Persiste na ordem dos discursos que legitimam a sexualidade na escola a noção do saber médico, que centra nas figuras de autoridade clínica o debate e o acesso ao corpo e suas expressões. Os atores e agentes de tais abordagens têm nome e área de atuação própria: são médicos, biólogos, psiquiatras, ou professores formados em biologia. Com autoridade clínica para falar e analisar o corpo em suas mínimas produções, por um olhar clínico, anatômico e fisiológico. 

No entanto, quando esses gestos de leitura transcendem o saber científico-médico-biológico e ocupa a abordagem psicológica, filosófica ou sociológica, com seus sujeitos emissores próprios e com um regime conceitual específico, surge no ambiente social e na própria realidade escolar movimentos de resistência e interdição a esse discurso. Os indivíduos associam o saber médico científico como sendo a fronteira que separa a autorização para se falar do corpo e da sexualidade na escola, daquele saber fundamentado nas Ciências Humanas. Ultrapassar essa barreira desautoriza e exclui qualquer sujeito emissor de trazer à discussão escolar, por meio de uma proposta pedagógica, um estudo profícuo a respeito de tais questões. 

O conto de Ignácio e Loyola Brandão margea uma zona de conhecimento fora ou aquém da ordem do discurso clínico-biológico, pertence a um cabedal de saber da Literatura, com um campo enunciativo próprio e com efeitos de sentido de ordem subjetiva.

O que se perde com as proibições e espaços de silêncio e vazio no ambiente escolar, no que se refere ao corpo e à sexualidade é a sintomática ignorância por parte dos estudantes e dos professores em abordar o assunto desde sua perspectiva humana existencial. Os espaços de silêncio que se encontram na família e chegam a escola criam hiatos e cenários ilusórios, no qual, se ignora ou faz de conta que nada acontece no que tange ao corpo e suas manifestações. É assumida uma postura de que é preciso ignorar determinadas questões ou polêmicas. Frente a elas um sorriso nos lábios, um leve gesto com a cabeça e se muda de assunto, quase sempre com rostos ruborizados e com uma sensação de mal estar. Como diz Foucault na História da Sexualidade: “Ainda falamos de sexo fazendo pose”.


Fausi Santos é filósofo, mestre em Linguística e Análise do Discurso e pesquisador sobre Corpo e a Sexualidade pela Unesp de Araraquara.

Trocar mimos depois do sexo faz bem


Um estudo desenvolvido por um grupo de cientistas da Universidade de Toronto provou que os casais que trocam mimos depois do sexo estão mais satisfeitos com a sua vida sexual.

Um estudo recente, publicado na revista Archives of Sexual Behavior, revelou que os casais que trocam mimos depois do sexo sentem-se mais satisfeitos com a sua vida sexual e com a sua relação, refere o site Mic. A investigação, desenvolvida por um grupo de cientistas da Universidade de Toronto, mostrou também que, para a maioria, a troca de afetos é mais importante do que os preliminares ou até do que o próprio sexo.

Para o estudo, o grupo de investigadores inquiriu 335 pessoas (138 homens e 197), que estavam numa relação amorosa, de modo a detetar padrões e correlações de comportamento. O inquérito incluiu questões relativas à satisfação sexual dos casais, felicidade, hábitos sexuais e a frequência com que trocam mimos depois do sexo. Foram depois questionados 101 casais, de modo a perceber os seus os hábitos diários. Durante três semanas, estes responderam diariamente a questões relacionadas com as suas vidas sexuais e satisfação face à relação.

Os dois inquéritos permitiram concluir que os casais que passavam mais tempo a trocar afetos depois do sexo sentiam-se mais satisfeitos sexualmente e em relação ao relacionamento. Mas porque é que os mimos são tão importantes? Para Amy Muise, co-autora do estudo, tratam-se de uma “recompensa positiva depois do sexo”. “Fazem com que nos sintamos bem e aproximam-nos um do outro”, disse à revista Women’s Health Magazine. “Penso que os casais deviam ter consciência de que o período depois do sexo pode ser particularmente importante para criar uma ligação e que pode reforçar os sentimentos de satisfação sexual e relacional”, afirmou.

Os investigadores descobriram também que os benefícios dos afetos depois do sexo podem ser ainda mais importantes para casais com filhos e para as mulheres, para as quais a relação depende mais disso do que para os homens. Mas, para estes, também existem benefícios, já que contribuem para uma relação mais saudável e para uma parceira mais satisfeita. Para além disso, o toque pode ter grandes benefícios físicos e mentais. Estudos recentes mostraram que os abraços podem reduzir o stress, a ansiedade, a depressão e reforçar o sistema imunitário. Uma outra investigação, concluiu que os casais que dormem juntos tendem a ser mais felizes do que aqueles que não dormem.