Belo Horizonte terá museu interativo de sexo

Cida Vieira, mentora do projeto: 
"inspiração no museu de Amsterdã"
Espaço funcionará em um casarão na Rua Guaicurus, no maior complexo de prostituição do país.

Inspirado no Museu do Sexo de Amsterdã, Belo Horizonte também terá o seu Red Light District (Distrito da Luz Vermelha), cujo slogan é “sexo é a coisa mais natural do mundo”. O projeto, ainda embrionário, vai criar o Museu Interativo do Sexo de BH em um casarão na Rua Guaicurus, no maior complexo de prostituição do país, onde funcionam 21 hotéis trabalhando em dois turnos com atendimento 24 horas.

Na zona de baixo meretrício da Guaicurus, com prédios em art decor da década de 1920, já trabalharam figuras históricas como a prostituta Hilda Furacão e o travesti Cintura Fina, personagens imortalizados pelo escritor mineiro Roberto Drummond. Outra precursora foi a paulistana Gabriela Leite, criadora da grife de roupas Daspu, de São Paulo, que teve passagem por BH.

“O museu vai ajudar a quebrar o estigma do trabalho das prostitutas na sociedade mineira, que é falsa moralista. Convive com a Guaicurus desde sempre e nunca nos assumiu. Agora, as profissionais do sexo vão sair do armário”, afirma a mentora do projeto Cida Vieira, presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), que chegou a implantar o curso de inglês e espanhol para prostitutas de BH na Copa do Mundo de 2014. Ela lembra que, desde 2010, a profissão já está prevista na Classificação Brasileira das Ocupações.

A primeira reunião oficial do projeto do Museu Virtual do Sexo, será na sede da Aprosmig, na Rua Guaicurus. Com os primeiros rascunhos nas mãos, Cida e os outros participantes vão inscrever o projeto na Belotur e na Secretaria Estadual de Cultura. O imóvel já existe. “Fiz uma exposição no Hotel Diamante, no ano passado. Muitos dos convidados nunca tinham entrado antes em um prostíbulo. É importante fazer o museu ali mesmo, na Rua Guaicurus, para que os moradores da cidade descubram a beleza arquitetônica do Centro e das relações sociais”, afirma o antropólogo e artista visual Francilins.

VERSÃO VIRTUAL 

Enquanto não se consolida o patrocínio ao museu do sexo de BH, a associação das prostitutas e seus parceiros estão reunindo material para lançar a versão virtual, com a projeção de vídeos, fotos e objetos que possam recriar a rotina das mulheres da Rua Guaicurus. “No primeiro momento, temos a plataforma visual. Quando tivermos apoiadores, podemos viabilizar o museu físico. O importante é dar visibilidade a estas pessoas que estão ali trabalhando e que a cidade tenta esconder. Trata-se de uma patrimônio imaterial de enorme importância, que poderá funcionar como atração turística, assim como em Amsterdã”, diz o artista Francilins.

Afrodisíaco para ratos poderá ajudar a tratar viciados em sexo

A descoberta da tendência de um hormônio em aumentar o apetite sexual dos ratos poderá ajudar pessoas viciadas em sexo, informaram pesquisadores suecos.

A grelina, hormônio do aparelho digestivo, estimula o apetite, assim como a vontade de consumir álcool e outras drogas, ao ocasionar sinais de recompensa ao cérebro.

A farmacologista Elisabet Jerlhag Holm e o endocrinologista Emil Egecioglu conseguiram mostrar que, quando os ratos recebem um suplemento de grelina, seu apetite sexual aumenta e seus esforços por encontrar um parceiro também, segundo indica a Universidade de Gotemburgo em um comunicado.

Depois de realizar a operação inversa, ou seja, reduzir a grelina, comprovaram que o apetite sexual diminuía.

Por ora, nada comprova que estas conclusões sejam aplicadas a humanos.

"Descobrir isso exigirá pesquisas consideráveis neste âmbito. Mas os inibidores de grelina poderão talvez ser uma chave dos futuros tratamentos contra o vício do sexo e dos abusos sexuais", explicou Jerlhag Holm.

O estudo intitulado "O papel da sinalização da grelina no comportamento sexual dos ratos machos" foi publicado pela revista Addiction Biology.

Oito benefícios do sexo para a saúde


O sexo, além de prazeroso, traz inúmeros benefícios para a saúde. O orgasmo, por exemplo, uma das sensações mais íntimas para homens e mulheres, é muito mais do que sinal do sucesso de uma relação sexual. A cada dia, os cientistas descobrem novos efeitos desta reação orgânica que, além de melhorar as emoções, faz muito pela sua qualidade de vida.

Porém, apesar de proporcionar prazer e qualidade de vida, uma pesquisa feita pela Universidade de São Paulo (USP) revelou que 70% dos brasileiros fazem menos sexo do que declaram em conversas e pesquisas públicas. 

Benefícios que uma vida sexual ativa trazem ao corpo e à saúde.

Em entrevista ao site, o ginecologista Neucenir Gallani, da clínica SYMCO, afirma: "O orgasmo contribui para que homens e mulheres vivam com mais qualidade, trata-se de um momento de prazer que reverbera por vários dias".

Veja alguns dos benefícios:

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B?

Melhora o aspecto da pele

Fazer sexo, principalmente no período da manhã, é um poderoso aliado da beleza para manter a juventude. Essa foi a conclusão de um estudo, realizado por cientistas da Universidade Queens (Reino Unido). De acordo com os pesquisadores, atingir o orgasmo aumenta os níveis de estrogênio, testosterona e de outros hormônios ligados ao brilho e a textura da pele e dos cabelos.

Além disso, quando há o orgasmo, ocorre uma vasodilatação superficial dos vasos, até aumentando a temperatura em algumas pessoas. Com isso, a pele ganha uma aparência mais viçosa, e o brilho natural dela fica em destaque.

Alivia as cólicas da TPM

O ginecologista Neucenir Gallani faz questão de reforçar que isso não é uma regra, mas acontece com algumas mulheres. Os movimentos realizados durante o sexo estimulam os órgãos internos, que ficam mais relaxados e, com isso, há diminuição das dores que incomodam seu bem-estar nos dias antes da menstruação. "Mas há mulheres que, na fase pré-menstrual, não têm disposição para o sexo e forçar a barra pode ser pior", diz o ginecologista. 

Melhora o sono

O relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas no dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior. 

Diminui o estresse

O médico faz questão de ressaltar que o orgasmo não deve ser encarado como um remédio calmante, mas como parte de uma relação afetiva que traz prazer. Quando isso acontece, os níveis de estresse tendem a diminuir não só pela estabilidade emocional, mas também porque os chamados hormônios do estresse, como o cortisol, apresentam atividade reduzida. Quem trouxe essa novidade foi um estudo escocês recém-publicado na revista Biological Psychology. 

Diminui os riscos de infarto

Um estudo da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, realizado com mais de 3 mil homens de 45 a 59 anos, concluiu, após 20 anos, que o sexo frequente pode reduzir o risco de infartos fatais e de derrames. De acordo com as conclusões da pesquisa, a morte súbita causada por problemas de coração é mais comum entre homens que afirmam ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual. 

Queima calorias

Segundo a Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, a atividade sexual pode ser um ótimo exercício para o corpo. Isso porque meia hora de sexo queimam, em média, 85 calorias. Portanto, se você está sem paciência para ir à academia, que tal optar pelo plano B? 

Aumenta a imunidade

Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA , responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

Especialista explica comparação entre sexo e chocolate

Doce oferece bem-estar, mas não substitui prazer sexual. 

Não é a toa que desde os tempos antigos o chocolate vem sendo usado como afrodisíaco, e até hoje faz parte dos jogos de sedução entre os casais. O doce, que costuma ser associado ao prazer sexual, possui compostos - como a dopamina, a serotonina e a feniletilamina - que oferecem sensação de bem-estar e afastam a ansiedade.

Segundo a terapeuta transpessoal e especialista em sexualidade humana, Antonieta Mazon, por esse motivo é tão comum as pessoas associarem o chocolate ao sexo. "As características de sabor e de prazer do doce justificam a associação com os jogos amorosos. Assim como o sexo, o chocolate é saboroso, agradável e seu gosto convida ao deleite", compara a especialista.

No entanto, apesar das comparações, Antonieta afirma que a sensação oferecida pelo chocolate não substitui o prazer atingido no ato sexual. A terapeuta explica que a resposta sexual humana, que resulta no orgasmo, consiste numa atividade neurobiológica que envolve, em uma de suas fases, um conjunto de compostos químicos, dos quais fazem parte a serotonina, a feniletilamina e a dopamina. Por isso, muitas vezes este alimento apetitoso acaba se tornando a compensação para relações que se acabam ou, até mesmo, para amores não correspondidos.

"As fontes que explicam as sensações de bem-estar, tanto no chocolate como no sexo, são as mesmas. No entanto, apesar da ingestão de chocolate poder aumentar a concentração de feniletilamina no sangue, dificilmente atingirá o patamar de prazer e bem-estar proporcionado no orgasmo", esclarece Antonieta.

CHOCOLATE NÃO AUMENTA LIBIDO

A terapeuta ainda explica que o chocolate está mais relacionado à fonte de bem-estar e prazer do que com a libido, que pode ser entendida como a energia do desejo. "No entanto, sabemos que uma das grandes fontes do desejo sexual é a fantasia. Por isso, relacionamos este doce à libido, pois uma vez atingido o desejo, teremos como consequência o prazer", compara Antonieta.

A especialista acredita que a sensação oferecida pelo chocolate pode substituir a falta de sexo, mas somente numa fase inicial. Isso acontece porque a feniletilamina controla, entre outras funções, a passagem da fase do desejo sexual para a fase seguinte, da emoção e do afeto propriamente dito. Essa substância tem um efeito muito positivo sobre o corpo e, de tão poderosa, pode se tornar um vício.



"O problema é que o organismo humano desenvolve naturalmente a tolerância aos efeitos da feniletilamina e, com o passar do tempo, torna-se necessário maior quantidade do composto para provocar o mesmo efeito. Sendo assim, se continuarmos a ingerir demasiadamente o chocolate, correremos o risco de desenvolver outros problemas pelo excesso de açúcares e calorias", alerta a especialista.

VOCÊ PREFERE CHOCOLATE A SEXO?

A empresa Unilever realizou recentemente um estudo em 13 países, incluindo o Brasil, para descobrir o que é irresistível para mulheres. A pesquisa mostrou que as brasileiras são as maiores fãs maiores fãs do doce: 83,6% das participantes colocam o chocolate no topo da lista. O sexto só apareceu em quinto lugar, com 73,3% dos votos.

Antonieta Mazon considera que o sexo para a mulher está muito relacionado ao afeto, que envolve cuidado e atenção. Portanto, para o público feminino o ato sexual é processual, e não um ciclo com começo, meio e fim. "Eu acho que essas e outras divergências da sexualidade feminina e masculina, muitas vezes não dialogadas, impedem que a mulher desfrute mais do prazer sexual. Ela prefere por vezes abster-se do prazer, a ter que expor suas preferências sexuais ao parceiro. Creio que é aí que entra o chocolate como uma fonte de prazer. Apesar de oferecer prazer com muito menos intensidade, envolve um investimento pessoal também muito menor", sugere a terapeuta.

CHOCOLATE USADO NO SEXO

Alguns casais, para apimentar a relação, apostam em novidades na cama. Muitos fazem uso do chocolate durante o sexo oral, por exemplo. A boa notícia é que a prática não envolve nenhum malefício, desde que sejam tomados os cuidados necessários.

"As pessoas devem adotar as devidas precauções higiênicas, como em toda prática de sexo oral. Além dessas, é preciso observar a temperatura adequada do chocolate, a fim de evitar que aquilo que deveria ser uma fantasia saborosa e prazerosa não se torne um banho de água fria no ambiente, ou até mesmo um acidente mais sério, com queimaduras pelo corpo", ensina Antonieta.

Sexualidade e educação: espaços de silêncio e tabus

Quais espaços os gestos de leitura e interpretação sobre o corpo e a sexualidade ocupam no cenário da educação? A instituição escolar aborda de forma eficaz o tema “corpo” desde seus efeitos de subjetividade, afetividade, erotismo e relações sociais, como por exemplo, o sexo e a questão da condição sexual entre elas a homossexualidade? Quais regimes de saberes circulam no ambiente escolar para dar conta de tal abordagem? 

Ocorreram avanços nas últimas décadas na implementação de políticas educacionais referentes ao estudo da sexualidade e do corpo, ou como é denominada a Educação Sexual. 

Todavia, uma análise mais apurada sobre os regimes de saberes e as relações de poder utilizadas em tal ensino demonstra espaços de silenciamento, ou de resistência que ainda persistem a existir em vários segmentos escolares. Um bom exemplo foi a polêmica que envolveu um conto com conotações obscenas do escritor brasileiro Ignácio de Loyola Brandão em 2010. Publicado no livro ‘Cem melhores contos brasileiros do século’ e entregue pelo governo do Estado de São Paulo como leitura obrigatória para o Ensino Médio. 

O conto citado pelos pais e alguns professores como inapropriado é o “Obscenidades Para Uma Dona de Casa”, que narra a história de uma mulher que recebe cartas de um desconhecido. As cartas descrevem detalhadamente momentos de atos sexuais. Frente a isso foi solicitado o recolhimento do livro das unidades escolares.

Michel Foucault, na obra A Ordem do Discurso (1996), afirma que toda sociedade desenvolve um conjunto de saberes e faz circular por meio das Instituições os discursos sobre tais saberes que são socialmente legitimados por ordens de valores específicos e por segmentos sociais determinados. Outros discursos considerados nocivos, são interditados por um conjunto de disciplinas e procedimentos de exclusão. Persiste na ordem dos discursos que legitimam a sexualidade na escola a noção do saber médico, que centra nas figuras de autoridade clínica o debate e o acesso ao corpo e suas expressões. Os atores e agentes de tais abordagens têm nome e área de atuação própria: são médicos, biólogos, psiquiatras, ou professores formados em biologia. Com autoridade clínica para falar e analisar o corpo em suas mínimas produções, por um olhar clínico, anatômico e fisiológico. 

No entanto, quando esses gestos de leitura transcendem o saber científico-médico-biológico e ocupa a abordagem psicológica, filosófica ou sociológica, com seus sujeitos emissores próprios e com um regime conceitual específico, surge no ambiente social e na própria realidade escolar movimentos de resistência e interdição a esse discurso. Os indivíduos associam o saber médico científico como sendo a fronteira que separa a autorização para se falar do corpo e da sexualidade na escola, daquele saber fundamentado nas Ciências Humanas. Ultrapassar essa barreira desautoriza e exclui qualquer sujeito emissor de trazer à discussão escolar, por meio de uma proposta pedagógica, um estudo profícuo a respeito de tais questões. 

O conto de Ignácio e Loyola Brandão margea uma zona de conhecimento fora ou aquém da ordem do discurso clínico-biológico, pertence a um cabedal de saber da Literatura, com um campo enunciativo próprio e com efeitos de sentido de ordem subjetiva.

O que se perde com as proibições e espaços de silêncio e vazio no ambiente escolar, no que se refere ao corpo e à sexualidade é a sintomática ignorância por parte dos estudantes e dos professores em abordar o assunto desde sua perspectiva humana existencial. Os espaços de silêncio que se encontram na família e chegam a escola criam hiatos e cenários ilusórios, no qual, se ignora ou faz de conta que nada acontece no que tange ao corpo e suas manifestações. É assumida uma postura de que é preciso ignorar determinadas questões ou polêmicas. Frente a elas um sorriso nos lábios, um leve gesto com a cabeça e se muda de assunto, quase sempre com rostos ruborizados e com uma sensação de mal estar. Como diz Foucault na História da Sexualidade: “Ainda falamos de sexo fazendo pose”.


Fausi Santos é filósofo, mestre em Linguística e Análise do Discurso e pesquisador sobre Corpo e a Sexualidade pela Unesp de Araraquara.

Trocar mimos depois do sexo faz bem


Um estudo desenvolvido por um grupo de cientistas da Universidade de Toronto provou que os casais que trocam mimos depois do sexo estão mais satisfeitos com a sua vida sexual.

Um estudo recente, publicado na revista Archives of Sexual Behavior, revelou que os casais que trocam mimos depois do sexo sentem-se mais satisfeitos com a sua vida sexual e com a sua relação, refere o site Mic. A investigação, desenvolvida por um grupo de cientistas da Universidade de Toronto, mostrou também que, para a maioria, a troca de afetos é mais importante do que os preliminares ou até do que o próprio sexo.

Para o estudo, o grupo de investigadores inquiriu 335 pessoas (138 homens e 197), que estavam numa relação amorosa, de modo a detetar padrões e correlações de comportamento. O inquérito incluiu questões relativas à satisfação sexual dos casais, felicidade, hábitos sexuais e a frequência com que trocam mimos depois do sexo. Foram depois questionados 101 casais, de modo a perceber os seus os hábitos diários. Durante três semanas, estes responderam diariamente a questões relacionadas com as suas vidas sexuais e satisfação face à relação.

Os dois inquéritos permitiram concluir que os casais que passavam mais tempo a trocar afetos depois do sexo sentiam-se mais satisfeitos sexualmente e em relação ao relacionamento. Mas porque é que os mimos são tão importantes? Para Amy Muise, co-autora do estudo, tratam-se de uma “recompensa positiva depois do sexo”. “Fazem com que nos sintamos bem e aproximam-nos um do outro”, disse à revista Women’s Health Magazine. “Penso que os casais deviam ter consciência de que o período depois do sexo pode ser particularmente importante para criar uma ligação e que pode reforçar os sentimentos de satisfação sexual e relacional”, afirmou.

Os investigadores descobriram também que os benefícios dos afetos depois do sexo podem ser ainda mais importantes para casais com filhos e para as mulheres, para as quais a relação depende mais disso do que para os homens. Mas, para estes, também existem benefícios, já que contribuem para uma relação mais saudável e para uma parceira mais satisfeita. Para além disso, o toque pode ter grandes benefícios físicos e mentais. Estudos recentes mostraram que os abraços podem reduzir o stress, a ansiedade, a depressão e reforçar o sistema imunitário. Uma outra investigação, concluiu que os casais que dormem juntos tendem a ser mais felizes do que aqueles que não dormem.

5 coisas que as mulheres sabem sobre sexo… mas não dizem


Hoje em dia já se fala abertamente sobre sexo. Existem cada vez mais cenas sexuais nas séries de tv, poses insinuantes nas capas de CD e artigos à venda com uma conotação sexual.

No entanto, existem muitas coisas sobre as quais as mulheres pensam, mas não expõem aos seus parceiros. Umas vezes porque não se querem impor durante a relação sexual, outras porque simplesmente não se sentem confortáveis em expor o seu ponto de vista.

Aqui fica uma lista das cinco coisas que as mulheres sabem sobre sexo… mas não dizem:

1. Dá para ver que está a fazer algo que viu num filme pornográfico:Muito do que é feito nestes filmes é realizado para ficar bem nas câmaras e não para dar prazer ao parceiro. Por exemplo, muitas vezes nos filmes pornográficos, as únicas partes do corpo que se tocam são os genitais. Na vida real, o que as pessoas querem é o toque do corpo todo. Claro que a maioria dos homens não irá admitir que se baseou num filme pornográfico para ter relações de uma forma tão fria e encenada. Um conselho: Se está a pensar ‘usar’ algo que aprendeu num destes filmes, mas que não acrescenta prazer nenhum ao acto sexual, mais vale não o fazer.

2. Resistência é sobrestimada: Claro que nenhuma mulher gosta quando um homem tem um orgasmo assim que lhe toca, vira-se para o lado e adormece. É horrível e egoísta. Mas também não vale a pena tentar imitar o Sting. As mulheres querem ter relações que lhe dêem prazer, não que as faça bocejar e que mostre como o parceiro está em forma. Não faça uma ‘maratona’ de uma hora e meia, quando pode haver prazer em apenas meia hora.

3. Sabem o que as leva ao orgasmo: Depende de mulher para mulher, por isso o que o homem deve fazer é aprender com a sua parceira o que a leva ao orgasmo. Não vale a pena inventar e fazer uma grande encenação. Existem pontos que a deixam excitada, outros que pura e simplesmente lhe são indiferentes. Não queira conduzir o que à partida já está mais que delineado.

4. Nem tudo gira à volta do orgasmo: Às vezes, o prazer que se tem num orgasmo não compensa o trabalho que se teve até chegar lá. Há muitas mulheres que evitam fazer sexo porque não querem passar por vários minutos de angústia, sabendo que não vão ‘chegar lá’. Algumas não se recusam a ter relações sexuais, mas fingem o orgasmo porque já não aguentam o desespero de saberem que não vão atingi-lo. O que é importante saber é que o que se passa antes do orgasmo é igualmente bom (às vezes até melhor) do que a suposta ‘explosão de prazer’. Mesmo tendo dificuldades em ‘chegar lá’, as mulheres gostam de se masturbar, do toque, do cheiro, de experimentar posições novas. Mesmo que a sua parceira não consiga ter um orgasmo, nem tudo está perdido.

5. Não abuse de um corpo excitado de uma mulher: Se uma mulher já está excitada, não vale a pena estar a insistir. Acaba por magoá-la e a retira o prazer que ela estava a sentir. Abusar dos preliminares pode ser um ‘turn off’, por isso faça apenas o essencial.

Descubra que uma rapidinha pode ser alucinante


Às vezes o tesão bate e não há tempo para ficar horas embaixo dos lençóis. Isso não é um problema.
Os homens têm fama de estarem pensando em sexo a qualquer segundo do dia. Mas - e isso não é novidade para você - as mulheres também são mais do que capazes de ter devaneios eróticos. É muito importante que, para se conhecer melhor e descobrir o que agrada mais, você tenha um repertório sexual. 
Porém, em algum momento é preciso pôr as ideias em prática, antes que o tesão se transforme em frustração. Uma pesquisa do site de relacionamentos inglês Single Elite revelou que 65% das mulheres e 69% dos homens afirmam que fazer sexo várias vezes por semana é o ideal para a felicidade no relacionamento. Pena que nem sempre esse sonho se transforme em realidade. 

Mesmo que muitos desejem mais tempo embaixo dos lençóis, a maioria dos casais em seus 20 e 30 anos de idade está quase dormindo, tamanha a monotonia sexual - que segue na média de uma vez por semana e poucas vezes ao mês, de acordo com estudo do Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, nos EUA. 

Mas por que, quando dois querem, dois não fazem? Culpe a rotina estressante que se tornou comum nos dias de hoje. Pesquisas descobriram que os casais priorizam trabalho e sono antes de dar valor ao sexo - não deixando espaço para um jantar a dois, muito menos meia hora para um rala e rola. 

Esse comportamento resulta em noites seguidas sem transar e pode desenvolver sérias consequências para a satisfação e a intimidade no relacionamento - uma vez que, quanto mais os desejos sexuais deixam de se concretizar, mais insatisfeito o casal se sentirá com o namoro. 

Rapidinhas também injetam paixão no relacionamento: você e o gato serão cúmplices de sexo arriscado em nome do amor. Ousar e sugerir transas rápidas sem que o parceiro esteja esperando reacende o fogo e o desejo do casal, ainda mais após uma temporada de seca. Se é isso que quer, prepare o relógio. 

Acelere o pensamento 


A excitação começa na mente; logo, estimular a sexualidade na cabeça irá ajudá-la a sentir vontade. Envie um texto ousado - e privado - para ele dando um gostinho do que está por vir da próxima vez que vocês se encontrarem. Como a mulher tem mais dificuldade para alcançar a excitação, brincadeiras ajudam a estimular o desejo. 

Segundo a educadora sexual Ivana Almeida, de São Paulo."Ir para casa fantasiando no carro, telefonar e conversar sobre o que você gostaria de fazer, surpreendê-lo saindo do horário convencional que vocês costumam transar, fazer um jogo de sedução, comprar lingerie nova e usar em um almoço casual¿ Cada detalhe ajuda a prepará-la para o a hora H", aconselha Ivana. 

Escolha o cenário 


Entre os locais mais procurados para uma transa maluca estão a praia, a banheira de hidromassagem, um campo aberto, o banheiro de um restaurante ou uma balada. Lugares exóticos e relativamente seguros como esses podem fazer com que vocês se excitem rapidinho, uma vez que ambientes fora do convencional despertam os sentidos. 

Além disso, eles adicionam um certo senso de urgência e elevam os batimentos cardíacos. "O corpo se prepara para o sexo com gatilhos mentais. São aqueles pensamentos que aparecem quando você entra em um elevador sem câmera: `E se ele estivesse aqui agora? Ao deixar a imaginação rolar, você faz o corpo seguir o fluxo e vai se preparando para a penetração", explica Ivana. 

Escorregue 

A lubrificação é a forma que o corpo tem para avisar que está pronto para a noitada. "Como ela depende de estimulações que nem sempre acontecem nas rapidinhas, você pode pedir sexo oral vapt-vupt ou contar com um lubrificante à base de água para auxiliar na penetração," diz Ivana. 

Apenas um pouco do produto deixará você pronta para a ação instantaneamente, reduzindo o atrito caso o nervosismo e a falta de tempo não permitam que você fique molhadinha. Mulheres que usam lubrificantes durante o ato relatam níveis significativamente mais elevados de satisfação e prazer em comparação com aquelas que não o fazem, de acordo com estudo realizado pelo Centro de Promoção da Saúde Sexual da Universidade de Indiana

Pegue a rota direta 




Não perca tempo em posições complicadas. Por exemplo, se você sentir vontade de transar quando acordar, simplesmente fique de conchinha com o parceiro (de modo que esteja de costas para ele) e provoque-o encostando seu bumbum no pênis dele. Depois, guie-o para dentro de você. Confie na gente, ele não vai reclamar. 

Tesão máximo 

Caso você tenha problemas em alcançar o orgasmo na penetração, experimente a descarga de adrenalina e ocitocina (hormônio do bem-estar) que chega com o sexo repentino, feito em um momento perigoso - quando alguém pode chegar enquanto vocês estiverem na pia da cozinha, no carro ou quem sabe no banheiro de uma festa - e permitem que você chegue aos céus mais rápido do que sempre sonhou. Está pronta para um excitante jogo de satisfação em pouco tempo? Ligue o cronômetro.

Manual de escravidão do Estado Islâmico permite sexo com meninas pré-adolescentes e detalha punição de "escravas"

Os combatentes do Estado Islâmico (EI) teriam recebido um manual sobre como comprar e vender mulheres e meninas capturadas pelo grupo militante e que supostamente os autoriza a fazer sexo com meninas pré-adolescentes.

Milhares de prisioneiras não muçulmanas ainda estariam nas mãos dos jihadistas do EI, notadamente da seita minoritária yazidi.

O manual, escrito em árabe, teria sido distribuído diante de uma mesquita na cidade iraquiana capturada de Mosul, mas também circulou no Twitter em contas favoráveis ao EI, atribuídas ao departamento de Pesquisa e Fatwa do grupo jihadista.

A autenticidade do documento só foi confirmada pelo Instituto de Pesquisas de Mídia do Oriente Médio (Memri na sigla em inglês), sediado em Washington, organização muito criticada por produzir relatos sobre o mundo árabe sob uma luz extremamente negativa. O Memri traduziu o documento para o inglês.


A capa do suposto "manual" de escravidão do Estado Islâmico

O panfleto em si parece dar instruções sobre como mulheres e meninas podem ser vendidas, usadas como concubinas ou dadas de presente.


"É permissível ter relações sexuais com mulheres prisioneiras. Alá o poderoso disse: '[Bem-sucedidos são os fiéis] que mantêm sua castidade, exceto com suas esposas ou (as cativas e escravas) que sua mão direita possui, pois então eles são livres de culpa [Corão 23:5-6]'...", diz a tradução do documento.

"É permissível ter relação sexual com uma escrava que não atingiu a puberdade?", pergunta-se.

"É permissível ter relação sexual com a escrava que ainda não atingiu a puberdade se ela estiver apta para o intercurso; no entanto, se ela não estiver apta para o intercurso, então é suficiente desfrutá-la sem intercurso", diz a tradução da resposta.

"É permissível ter relação sexual com uma cativa imediatamente depois de tomar posse [dela]?", diz outra pergunta.

"Se ela for virgem, ele [seu dono] pode ter relação sexual com ela imediatamente depois de tomar posse dela. No entanto, se ela não for, seu útero deve ser purificado [primeiro]", esclarece a resposta, em que "purificação" significa aguardar até ela ter um período menstrual.

O conselho também parece sugerir que é "permissível comprar, vender ou dar de presente cativas e escravas, pois elas são meras propriedades que podem ser distribuídas".

Ele também proíbe a venda de uma mulher grávida do filho de seu "proprietário" e separá-la de seus filhos, mas permite a separação de mulheres de seus filhos se estes forem mais crescidos.

O documento supostamente diz que qualquer mulher não muçulmana pode ser tomada como cativa, mas proíbe tomar qualquer mulher muçulmana, mesmo que tenha se tornado "apóstata" ou não crente.

Um grupo de homens que "possuem" a mesma mulher não podem todos fazer sexo com ela, parece dizer o documento, mas somente um homem que "a possui" totalmente. Também parece aconselhar o método de retirada do órgão no sexo com mulheres e meninas capturadas.

Finalmente, o documento sugere que é permissível espancar mulheres e meninas capturadas, desde que elas não sejam atingidas no rosto ou torturadas apenas pelo prazer do proprietário. Ele explica as punições impostas às cativas que fogem, dizendo que é "o mais grave dos pecados" e que elas devem ser "repreendidas... para dissuadir outras como ela de escapar".

Haras Rafiq, um especialista do grupo de pensadores britânico Fundação Quilliam, que estuda o contraterrorismo, disse ao "Mail" que considera o relato verdadeiro:


"É um documento nojento e doentio, que leva o mundo de volta à idade das trevas. Não há lugar para escravidão no mundo moderno. Houve relatos generalizados de combatentes do EI que estupraram mulheres capturadas, que agora se tornaram parte da propaganda anti-EI. Esse documento pode ser uma maneira de regular o comportamento desses combatentes."



A Human Rights Watch disse que não pôde verificar a autenticidade do documento, mas declarou à VICE News que ele é coerente com entrevistas que havia feito com mulheres capturadas que escaparam dos combatentes do EI.

Os detalhes "não são surpreendentes" e são "mais evidências de que o Estado Islâmico é uma organização criminosa depravada, que busca revestir seus atos atrozes de sentimento religioso", disse a pesquisadora Letta Tayler, da HRW.

A rede CNN relatou que o documento foi distribuído primeiramente no Iraque em novembro, mas a tradução só foi publicada pelo Memri nesta semana. Ela citou um homem que disse que os moradores estavam discutindo melhor o documento quando ele foi distribuído diante da mesquita. "A maioria ficou chocada, mas não pôde fazer muita coisa a respeito", relatou a CNN.

6 atitudes que fazem os homens perder o interesse na cama


Sexo é um assunto que, além de estar nas rodas de conversa, também faz partes pesquisas científicas. Confira aqui alguns dos casos que analistas descobriram. A lista completa, você encontra no site do Buzzfeed.

Caso 1. Seus movimentos dos olhos pode indicar se você sente amor ou luxúria

Caso 2. Um beijo quente pode passar cerca de 80 milhões de bactérias

Caso 3. Lésbicas relatam ter mais orgasmos do que mulheres heterossexuais.

Caso 4. Ursos fazem sexo oral.

Caso 5. A Rússia enviou lagartixas para o espaço para transar

Caso 6. O ponto G está em vários lugares.

Homens e mulheres têm maneiras diferentes de pensar, e quando se fala em sexo o que é agradável para um pode não ser muito apreciado pelo outro. Para você acertar em cheio e garantir mais prazer, conheça seis atitudes que eles definitivamente não gostam na hora “H”.

DESCULPAS PARA NÃO TRANSAR

Está pensando em usar aquela história da dor de cabeça? É melhor deixá-la de lado e dizer a verdade. “Eles não gostam de desculpas para não ter sexo e ouvir isso da parceira, ou que ela está cansada é frustrante. É MELHOR OUVIR QUE NÃO ESTÃO NO CLIMA e, quem sabe, partir pra uma sedução ou aquela massagem estimulante de desejo”, revela a sexólogaVÂNIA BRESSANI, da Sensorella.

APONTAR O TEMPO

Se o sexo acabar rápido demais, tente não dizer isso ao parceiro de maneira indelicada ou em tom de cobrança, já que essa já é uma grande frustração para eles: “ELES FICAM MAL QUANDO EJACULAM ANTES DA HORA. O controle ejaculatório nem sempre é eficaz, principalmente se o tesão é grande ou a estimulação erótica vigorosa. Algumas posições, movimentos fortes ou contração vaginal intensa aceleram isso”.

LUZES APAGADAS

Foto: Aksakalko/iStock

Quer desligar a luz para esconder aquela parte do corpo que te incomoda? Acredite, ele não vai ligar para uma estria, celulite ou aquela dobrinha que você odeia ver no espelho, e certamente vai curtir muito mais poder te enxergar claramente: “ELES NÃO APRECIAM TRANSAS ÀS ESCURAS. Como são visuais, precisam ver e apreciar suas parceiras nas posições sexuais. Quer correr o risco de seu parceiro ‘brochar’? Não o deixe apreciar a cena”. 

PRELIMINARES DEMORADAS

O sexo feminino e o masculino têm maneiras diferentes de responder às preliminares, e por mais que gostem de te fazer aquela massagem caprichada, recebê-la de volta por muito tempo não costuma agradá-los. “ELES TÊM O TEMPO DE EXCITAÇÃO MAIS RÁPIDO QUE AS MULHERES E SÃO VISUAIS, enquanto elas precisam mais da estimulação tátil e auditiva. Massagens ou preliminares demoradas podem causar perda do foco erótico e perda da ereção”, alerta. Portanto, é melhor investir em toques mais curtinhos no gato.

TROCAS CONSTANTES DE POSIÇÃO

Trocar de posição durante o sexo é muito comum, mas quando elas são muito frequentes é comum que eles se desconcentrem: “Eles não gostam de muitas trocas. Enquanto as mulheres procuram a melhor posição para serem estimuladas eles se desconcentram na troca e saem do clima”.

“MULHER-GENERAL”

Assumir o papel de dominadora pode ser bem bacana, mas é preciso ter certeza de que o amado gosta e não exagerar nos comandos. “Eles podem ficar inseguros com mulheres que partem para cima. Muitas vezes A INICIATIVA FEMININA CAUSA INSEGURANÇA EM HOMENS ACOSTUMADOS A COMANDAR A TRANSA”, revela.

Segredos revelados! Seis fatos sobre a ereção que eles não contam


Quando o assunto é sexo todos têm aquele segredinho para uma performance incrível, e com os homens não é diferente: eles têm truques que vão desde a redução da excitação até o prolongamento da relação. Para você ficar por dentro de tudo, o DAQUIDALI desvendou tudo que eles não te contam sobre a ereção.

A PARADINHA

Você já reparou que ele para alguns segundos durante a penetração? Esse é um hábito muito comum para evitar chegar ao orgasmo antes de te satisfazer. “Praticamente todos os homens usam esse tipo de recurso para conseguir segurar mais tempo a ejaculação. ESSA PARADINHA SERVE PARA DIMINUIR A EXCITAÇÃO QUE LEVA AO ORGASMO, e na maioria dos casos eles aprendem esse recurso ainda na adolescência, com a masturbação”, explica a fisioterapeuta sexual DÉBORA PÁDUA.

EREÇÃO MATINAL

A ereção matinal acontece com praticamente todos os homens. Foto: Mark Bowden/iStock

A grande maioria dos homens tem ereções ao acordar, e é por isso que muitos estão dispostos para a relação sexual logo pela manhã: “Existe um pico hormonal da testosterona que faz com que as ereções ocorram não só pela manhã, mas também em outros momentos durante a noite. O corpo é muito perfeito e ESSE MECANISMO FAZ COM QUE PÊNIS SEJA IRRIGADO EM VÁRIOS MOMENTOS DURANTE O SONO. Muitos acreditam que a bexiga cheia contribui, mas alguns estudos tentam mostrar que essa não é a causa real”.

PENSAMENTO DISTANTE

Para fazer o sexo durar mais os homens costumam ter pensamentos aleatórios durante a penetração, o que desvia a atenção e evita o clímax: “Isso é muito comum entre eles e pode funcionar mesmo, pois TENTA-SE TIRAR O FOCO DA EXCITAÇÃO PARA QUE ELA DIMINUA E A EREÇÃO PERMANEÇA POR MAIS TEMPO”.

Apesar de ser um truque bastante popular entre eles, nem sempre dá certo. “Como os pensamentos são incompatíveis com a situação erótica corre-se o risco de comprometer a transa. Portanto, é preferível não desfocar do erotismo e usar mesmo a paradinha ou troca de posição sexual”, alerta a sexóloga VÂNIA BRESSANI.

PREPARO

Assim como você se prepara para um encontro que pode terminar em sexo, eles também têm seus truques para arrasar, mas não é nada ligado à beleza: é comum que eles assistam a um filme pornô horas antes. “Os homens se masturbam ATÉ QUE OCORRA A EJACULAÇÃO PARA QUE NO MOMENTO DA RELAÇÃO A EXCITAÇÃO JÁ ESTEJA MENOR e a ereção permaneça por mais tempo”, conta Débora.

TEMPO MÉDIO DA EREÇÃO

Ereções costumam ser rápidas, mas homens aprendem a controlar. Foto: View Stock

Não existe um tempo cronometrado para a duração de uma ereção, mas os homens precisam de técnicas para fazê-la durar mais por um motivo fisiológico, como explica a fisioterapeuta: “A FISIOLOGIA DOS HOMENS É QUE ELES TENHAM EREÇÕES RÁPIDAS E EJACULEM RÁPIDO, mas com o tempo eles percebem que poderiam sentir mais prazer caso ela fosse mais demorada”.

SEMPRE PRONTOS?

Dizem que os homens nunca negam sexo e que pensam mais nele do que as mulheres e, apesar dele não te contar, isso quase pode ser considerado uma verdade: “Eles se permitem pensar em sexo muito mais vezes durante o dia que as mulheres, isso FAZ COM QUE ELES ESTEJAM PREPARADOS PARA O SEXO MAIS RAPIDAMENTE QUE ELAS, até porque a excitação deles é mais rápida, mas para que isso ocorra existem outros fatores como disponibilidade, cansaço, estresse e nervosismo, que podem prejudicar a vontade de transar”. De acordo com um ESTUDO, eles pensam em sexo cerca de 19 vezes ao dia.

O sexo como arma para mudar o Mundo

Marquês de Sade
Marquês de Sade morreu há 200 anos. A obra continua a chocar uns e a inspirar muitos.

O homem que advogava a liberdade individual levada ao extremo; o filósofo anarquista que acusava a Igreja e as leis de manterem o ser humano sob um jugo inaceitável; o escritor excêntrico que descreveu pormenorizadamente as práticas sexuais mais ousadas e violentas morreu há duzentos anos. 

A memória do Marquês de Sade, também conhecido por ‘Divino Marquês’ (epíteto com que foi batizado pelos surrealistas franceses na primeira metade do século XX), está a ser celebrada por todo o lado. Em França, inaugurou-se no Musée d’Orsay, em Paris, uma exposição retrospetiva que coloca em confronto os escritos de Sade e as obras de pintura e escultura que entram em diálogo com as suas temáticas. 

No Brasil, a companhia de teatro Satyros está a levar à cena três textos do autor: ‘A Filosofia na Alcova’; ‘Os 120 Dias de Sodoma’ e ‘Justine’. É, recorde-se, a mesma companhia que no início dos anos 90 se instalou em Lisboa e surpreendeu o público com interpretações de Sade que colocavam os atores nus em cena a dizer – e a fazer – obscenidades. 

Em Portugal, o último livro do poeta Nuno Júdice é, no dizer do próprio, "uma homenagem a Sade" e à obra ‘A Filosofia na Alcova’. Sem sexo. "Antecipei-me às comemorações com uma evocação de uma figura que foi, para a minha geração, um exemplo de contestação", explica o docente da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que já foi à capital francesa ver a exposição comissariada por Annie Le Brun. "Lembro-me bem quando o Fernando Ribeiro de Mello editou ‘A Filosofia na Alcova’ em Portugal, em 1966, e o livro foi imediatamente apreendido pela censura", conta. "Nessa altura, como agora, o inconformismo, a rejeição dos valores e a afirmação da liberdade absoluta foram as grandes lições a retirar da obra. Continuam a ser o grande testamento de Sade para os nossos dias." 

ARISTOCRATA REBELDE 

Donatien Alphonse François de Sade nasceu a 2 de junho de 1740 num meio aristocrático, mas apesar de ter estudado num colégio de jesuítas, ou talvez por causa disso, cedo se tornou um rebelde indomável, sujeitando a família a situações embaraçosas. Conhecido por perseguir criados de ambos os sexos, protagonizou o primeiro escândalo aos 28 anos, quando uma mulher fugiu do seu castelo de Arcueil por uma janela e gritou aos quatro ventos que ele a tinha tentado envenenar (com afrodisíaco) e a tinha sujeitado a todo o tipo de sevícias sexuais. 

Tendo passado cerca de 30 anos na prisão, intermitentemente, foi aí que Sade escreveu a maior parte de uma obra polémica, onde se misturam filosofia e pornografia, ideias políticas revolucionárias com cenas de grande violência e crueldade. O sociólogo Jorge Sá diz que, acima de tudo, o Marquês de Sade "foi um homem da Revolução Francesa" e que o seu trabalho "procurou demonstrar as dificuldades de concretização da tríade revolucionária: Liberdade, Igualdade e Fraternidade". "No fundo, o que nos diz Sade é que a revolução só triunfará quando o último carrasco morrer às mãos da última vítima", afirma. Também o professor universitário Daniel Cardoso – que tem artigos publicados sobre Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo – diz que o mais importante no autor francês é a forma como concilia o que parece inconciliável. A saber: política, religião e sexualidade. "Os escritos de Sade foram publicados como tratados de filosofia e essa é a questão principal. É fundamental perceber que as práticas corporais excessivas, muitas das quais só possíveis de executar por acrobatas do Cirque du Soleil, estão indelevelmente associadas à filosofia política que advogava." 

INSPIRAÇÃO PERPÉTUA
 
Romances, peças de teatro, performances, filmes, canções – as palavras de Sade têm inspirado centenas de criadores em todo o Mundo. Mishima, Buñuel, Pasolini, Peter Weiss e Adolfo Luxúria Canibal (que escreveu o tema ‘Divino Marquês’ em 1991 e o incluiu no álbum ‘O.D., Rainha do Rock & Crawl’) são apenas alguns dos que se deixaram seduzir por uma obra que continua a ser transgressora. A sexóloga Vânia Beliz diz que, mesmo passados duzentos anos, há barreiras que a sociedade não conseguiu transpor. "Continuamos presos ao convencional e o que explica o fascínio pela obra do Marquês de Sade é o mesmo que justifica, por exemplo, o sucesso de ‘As 50 Sombras de Grey’, de E.L. James", sublinha. "Tudo o que foge à rotina desperta sempre a curiosidade das pessoas", afirma. Mas além das obras artísticas produzidas sob a égide do Marquês, também houve horrores praticados em nome dele. O serial killer britânico Ian Brady (que, aos 76 anos, está, segundo relatos próximos, "muito doente" na cadeia), dizia-se influenciado pelo escritor enquanto torturava e matava as vítimas. O advogado apressou-se a desmenti-lo: Brady tinha um conhecimento pouco profundo da obra de Sade, possuindo apenas um livro de citações do autor. Em Portugal, o caso mais conhecido é o de António Roxo, um funcionário camarário de Braga que, há dez anos, foi preso e acusado de violar um jovem deficiente mental. Roxo era presidente de um clube gay denominado ‘Marquês de Sade’. Novamente, o filósofo está inocente nesta história. Pedro Eiras, professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e autor do livro ‘Tentações – Ensaios sobre Sade e Raul Brandão’, propôs-se a analisar a escrita do autor para concluir que o mal não é uma doença literariamente transmissível. "Da mesma forma que um tratado de moral não nos tornará bons, os retratos do mal também não nos transformarão em monstros", diz ele, lembrando que o assassino de John Lennon andava a ler o "pacífico" Salinger quando cometeu o assassinato. 

MORTE E ETERNIDADE 

Após desempenhar cargos políticos na França pós-revolucionária, Sade caiu em desgraça e passou os últimos anos num asilo para loucos. Aos 70 anos iniciou uma ligação com uma jovem de 14, filha de um funcionário da instituição. Morreu em 1814 e o filho fez destruir grande parte dos seus escritos. Ainda assim, restou o bastante para ser redescoberto no século XX e reabilitado por intelectuais como Simone de Beauvoir, Michel Foucault ou Camille Paglia. Hoje, mesmo sem conhecer a obra de Sade, todos sabem o que significa sadismo, termo que inspirou e que, a acreditar nos relatos que nos chegam, praticou.

Médicos recomendam orgasmos para manter saúde cardiovascular


A Fundação Espanhola do Coração (FEC) sublinhou hoje a importância do orgasmo na prática sexual como protector de doenças cardiovasculares, em comemoração do Dia Internacional do Orgasmo Feminino, que se assinala sexta-feira.

Vários estudos indicam que a actividade sexual está relacionada com a prevenção de doenças, a redução do stress e o controlo de peso, uma vez que durante o ato os níveis de hemoglobina sobem, o que protege o organismo de infecções e favorece uma maior resistência a doenças.

"Além de todos estes benefícios para a saúde em geral, também foi comprovado que a prática sexual de forma periódica ajuda a reduzir as probabilidades de ser vítima de um enfarte", explicou o médico Ignacio Fernández-Lozano, vice-secretário da Sociedade Espanhola de Cardiologia e membro da FEC, citado pela agência EFE.

No seu comunicado, a FEC cita um estudo publicado no The American Journal of Cardiology, que comprovou que os homens que mantinham relações duas vezes por semana tinham até menos 50% de probabilidades de sofrer um enfarte comparado com aqueles que o fazem apenas uma vez por mês.

O estudo indica que durante o orgasmo libertam-se diversas hormonas como a adrenalina, as endorfinas e, no caso das mulheres, a oxitocina que actuam no organismo como vasodilatadoras permitindo uma melhor circulação do sangue e evitando a formação de coágulos.

"O melhoramento da circulação juntamente com a sensação de felicidade provocada pela secreção destas hormonas ajuda a manter uma melhor saúde cardiovascular", assinala Fernández-Lozano.

Pelo contrário, destacou, a falta de orgasmos foi relacionada com um maior risco cardiovascular num estudo realizado em Inglaterra a 100 mulheres que sofreram de enfartes. O estudo descobriu que 65% destas mulheres eram incapazes de sentir prazer em comparação com 25% das mulheres de um grupo de controlo que não tinha problemas cardiovasculares.

As doenças cardiovasculares podem ser prevenidas seguindo hábitos de vida saudáveis, como uma dieta equilibrada, rica em frutas e verduras e baixa em gorduras saturadas, evitando o consumo excessivo de álcool, não fumando e praticando actividade física de forma regular.

"Para as pessoas que tenham tido algum episódio cardiovascular é importante recordar que podem manter uma vida sexual normal, a não ser que o seu médico lhes tenha recomendado o contrário, que vão a consultas periódicas e mantenham a medicação adequada", recomendou o médico.

Fernández-Lozano concluiu que é essencial para todos os pacientes que tenham dúvidas sobre a actividade sexual falar com os seus cardiologistas.

"Afinal o que é normal no Sexo!"

Estabelecer padrões de normalidade quando se fala de sexo é sempre complicado até porque o que é normal para uns não é para outros. Para não se sentir uma ave rara, baseámo-nos em estatísticas e em estudos realizados por especialistas. Veja o resultado.

Perder a virgindade antes dos 18 anos

O mesmo estudo concluiu que, por cá, a idade média de perder a virgindade ronda os 16 anos e nove meses, quatro meses mais cedo que a média internacional e exactamente a mesma idade dos norte-americanos e búlgaros. Preocupante é o facto dos jovens portugueses afirmarem só terem tido alguma educação sexual a partir dos 14 anos e de um terço dos participantes no estudo confessar já ter praticado sexo desprotegido.

Usar brinquedos sexuais

Não pretendem substituir o sexo com o parceiro nem a ligação emocional entre os amantes. Bem pelo contrário. Servem para tornar o sexo divertido, diferente, ousado e para "intensificar o prazer", como diz Lou Paget no livro 'Prazer Total'.

A indústria cresceu 1000% nos EUA desde o início da década de 90, porque há uma pressão cada vez maior para a manutenção das relações duradouras, e esta faz-se com o recurso à imaginação. Claro que pode ser estranho inclui-los repentinamente na relação. Um primeiro contacto pode fazer-se com uma visita às sex shops e consulta dos catálogos disponíveis em alguns sites da Internet. Convém saber, primeiro, para que servem e como se usam.

Vibradores, dildos, anéis para o pénis (para intensificar a erecção), lubrificantes para facilitar a penetração, acessórios que estimulam o clítoris durante a penetração vaginal, são só algumas sugestões. Tenha o cuidado de os manter limpos, não os emprestar e de usar lubrificantes à base de água para os que são feitos de látex.

Masturbar-se, mesmo com vida sexual activa

"A maior parte das mulheres só consegue chegar ao clímax, com regularidade, por meio da estimulação do clítoris (quer manual quer oralmente)", escreve Lou. Também por isso, muitas só chegam ao clímax quando estão sozinhas. "Há uma percentagem, 70%, que confessa masturbar-se", refere ainda a autora.

Não há nisso nada de anormal ou pecaminoso nisso. Até porque, se não conhecermos a mecânica do nosso prazer, como ensinamos ao companheiro o que nos faz sentir melhor? A masturbação não tem de ser um acto solitário, pode fazer-se a dois.


Não ter um longo currículo de parceiros

O estudo da Durex situa os portugueses a meio da tabela no que respeita ao número de parceiros sexuais ao longo da vida: a média é de 7. Já os australianos e os turcos gabam-se do dobro. Apesar de todos os amantes nos ensinarem qualquer coisa (nem que seja pela negativa...), a quantidade não faz o currículo de um bom amante.

"Como é diferente o amor em Portugal!..."

O estudo da Durex revelou alguns dos hábitos sexuais dos portugueses... e dos seus pecadilhos.

- 24% admite já ter sido infiel (mais 2% que a média internacional)

- Quase 50% diz que não precisa de acessórios sexuais mas 10% admitem usar vibradores

- O sexo anal é a experiência sexual preferida (44%), logo seguida do one night stand (sexo de apenas uma noite).

- Só 20% recorrem à pornografia - a média internacional é de 41%.

Por que mulheres heterossexuais preferem pornô lésbico


Como já sabemos que essa história de que mulheres não assistem vídeo pornô é balela, o Buzzfeed e o Pornhub se uniram para descobrir exatamente quais cenas de sexo as mulheres mais procuram. Você vai se surpreender com os resultados. E não, assistir pornô lésbico não significa necessariamente que você gosta de mulher. 

Mulheres assistem mais pornô lésbico que homens

Apesar do estereótipo de que os homens amam pornô de mulher com mulher — afinal está em 6º lugar entre os tipos de vídeos mais procurados por eles, segundo a Women’s Health — as mulheres buscam muito mais por esse tipo de material. Na verdade, a probabilidade de uma mulher procurar por conteúdo lésbico na internet é simplesmente 132% maior do que os homens. Embora os dados não diferenciem homossexuais, heterossexuais ou bissexuais, os números são tão altos que fica claro que as mulheres também estão buscando por esse material. 

Portanto, se há pornô lésbico no histórico do seu browser saiba que isso não significa que você se sente atraída por mulheres e quer experimentar algo do tipo. Bom, pelo menos não necessariamente. “A questão é muito mais complicada que isso”, admite a PhD e terapeuta sexual, Megan Fleming. “Pornô é uma forma segura de colocar em prática o que te excita, mas nem sempre significa que você quer fazer aquilo na vida real”, comenta a especialista. 

Sexo Casual: Fazer ou Não Fazer?

Sexo casual faz bem à saúde desde que seja feito para a obtenção de prazer.

A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Nova York e de Cornell, publicado no “Social Psychology and Personality Science”. A pesquisa foi feita com 371 estudantes em que 42% admitiu ter tido alguma relação sexual fora do relacionamento.

O estudo apontou que os estudantes que dormiam com diferentes parceiros reportaram um grande nível de bem-estar depois do sexo. O estudo foi coordenado por Zhana Vrangalova, da Universidade de Cornell, que também já fez uma pesquisa, recentemente, mostrando que sexo casual causa depressão.

Para o pesquisador não há controvérsia, só uma complementação. Se for feito pelas razões certas, como a busca pelo prazer, trará benefícios, caso contrário, se for feito numa situação de vingança ou insegurança, pode causar depressão.

Para a neuropsicóloga e sexóloga Sônia Eustáquia Fonseca o Sexo Casual ganhou espaço a partir da década de 50/60, com o advento da pílula anticoncepcional. Com o passar dos anos a relação sexual desatrelou-se da concepção e ganhou definitivamente o status de obtenção do prazer.

O sexo casual sai das casas de prostituição e deixa de ser “profano” e se expande entre homens e mulheres como uma relação natural, com finalidades orientadas para o prazer. No entanto, segundo a sexóloga, embora esse tipo de relação seja cada dia mais comum, a ausência de compromisso entre duas pessoas ainda é um pouco perturbadora para alguns. Seja porque ela é realizada declaradamente para buscar só o prazer, seja porque aparentemente ameaça a organização familiar.

“A ausência de um compromisso que certamente levaria, mesmo que em longo prazo, a um casamento, deixa sem um “nome aceitável” esse novo jeito de homens e mulheres, jovens ou não, de se relacionar”, afirma.

Mas, ao contrário do que muitos pensam, para Sônia Eustáquia o Sexo Casual não é sinal de imaturidade afetiva. “O sexo casual é a consequência natural do status de “ficar”. A partir do momento em que o “ficar” ganhou espaço sociocultural, e onde não há delimitação das ações afetivas sexuais e as carícias ganharam ampla liberdade, a relação sexual pôde fazer parte ou não dessa modalidade de expressão dos afetos e sensualidade”, diz.

Para a sexóloga a falta de compromisso é em si mesmo boa e prazerosa. “Mais ou menos comparada àqueles dias de férias, onde não somos cobrados dos horários e não precisamos usar o relógio, dentre outras coisas gostosas. O sexo casual nos remete a liberdade, alegria e prazer. Visto por esse ângulo ele é bom e lícito, podendo ser recomendado sem contraindicações. Deixo apenas uma pequena recomendação: assim como as férias acabam, ele também tem um prazo de validade e deve chegar ao fim quando o casal se apaixona e deseja formar uma família”, afirma Sônia Eustáquia.