6 atitudes que fazem os homens perder o interesse na cama


Sexo é um assunto que, além de estar nas rodas de conversa, também faz partes pesquisas científicas. Confira aqui alguns dos casos que analistas descobriram. A lista completa, você encontra no site do Buzzfeed.

Caso 1. Seus movimentos dos olhos pode indicar se você sente amor ou luxúria

Caso 2. Um beijo quente pode passar cerca de 80 milhões de bactérias

Caso 3. Lésbicas relatam ter mais orgasmos do que mulheres heterossexuais.

Caso 4. Ursos fazem sexo oral.

Caso 5. A Rússia enviou lagartixas para o espaço para transar

Caso 6. O ponto G está em vários lugares.

Homens e mulheres têm maneiras diferentes de pensar, e quando se fala em sexo o que é agradável para um pode não ser muito apreciado pelo outro. Para você acertar em cheio e garantir mais prazer, conheça seis atitudes que eles definitivamente não gostam na hora “H”.

DESCULPAS PARA NÃO TRANSAR

Está pensando em usar aquela história da dor de cabeça? É melhor deixá-la de lado e dizer a verdade. “Eles não gostam de desculpas para não ter sexo e ouvir isso da parceira, ou que ela está cansada é frustrante. É MELHOR OUVIR QUE NÃO ESTÃO NO CLIMA e, quem sabe, partir pra uma sedução ou aquela massagem estimulante de desejo”, revela a sexólogaVÂNIA BRESSANI, da Sensorella.

APONTAR O TEMPO

Se o sexo acabar rápido demais, tente não dizer isso ao parceiro de maneira indelicada ou em tom de cobrança, já que essa já é uma grande frustração para eles: “ELES FICAM MAL QUANDO EJACULAM ANTES DA HORA. O controle ejaculatório nem sempre é eficaz, principalmente se o tesão é grande ou a estimulação erótica vigorosa. Algumas posições, movimentos fortes ou contração vaginal intensa aceleram isso”.

LUZES APAGADAS

Foto: Aksakalko/iStock

Quer desligar a luz para esconder aquela parte do corpo que te incomoda? Acredite, ele não vai ligar para uma estria, celulite ou aquela dobrinha que você odeia ver no espelho, e certamente vai curtir muito mais poder te enxergar claramente: “ELES NÃO APRECIAM TRANSAS ÀS ESCURAS. Como são visuais, precisam ver e apreciar suas parceiras nas posições sexuais. Quer correr o risco de seu parceiro ‘brochar’? Não o deixe apreciar a cena”. 

PRELIMINARES DEMORADAS

O sexo feminino e o masculino têm maneiras diferentes de responder às preliminares, e por mais que gostem de te fazer aquela massagem caprichada, recebê-la de volta por muito tempo não costuma agradá-los. “ELES TÊM O TEMPO DE EXCITAÇÃO MAIS RÁPIDO QUE AS MULHERES E SÃO VISUAIS, enquanto elas precisam mais da estimulação tátil e auditiva. Massagens ou preliminares demoradas podem causar perda do foco erótico e perda da ereção”, alerta. Portanto, é melhor investir em toques mais curtinhos no gato.

TROCAS CONSTANTES DE POSIÇÃO

Trocar de posição durante o sexo é muito comum, mas quando elas são muito frequentes é comum que eles se desconcentrem: “Eles não gostam de muitas trocas. Enquanto as mulheres procuram a melhor posição para serem estimuladas eles se desconcentram na troca e saem do clima”.

“MULHER-GENERAL”

Assumir o papel de dominadora pode ser bem bacana, mas é preciso ter certeza de que o amado gosta e não exagerar nos comandos. “Eles podem ficar inseguros com mulheres que partem para cima. Muitas vezes A INICIATIVA FEMININA CAUSA INSEGURANÇA EM HOMENS ACOSTUMADOS A COMANDAR A TRANSA”, revela.

Segredos revelados! Seis fatos sobre a ereção que eles não contam


Quando o assunto é sexo todos têm aquele segredinho para uma performance incrível, e com os homens não é diferente: eles têm truques que vão desde a redução da excitação até o prolongamento da relação. Para você ficar por dentro de tudo, o DAQUIDALI desvendou tudo que eles não te contam sobre a ereção.

A PARADINHA

Você já reparou que ele para alguns segundos durante a penetração? Esse é um hábito muito comum para evitar chegar ao orgasmo antes de te satisfazer. “Praticamente todos os homens usam esse tipo de recurso para conseguir segurar mais tempo a ejaculação. ESSA PARADINHA SERVE PARA DIMINUIR A EXCITAÇÃO QUE LEVA AO ORGASMO, e na maioria dos casos eles aprendem esse recurso ainda na adolescência, com a masturbação”, explica a fisioterapeuta sexual DÉBORA PÁDUA.

EREÇÃO MATINAL

A ereção matinal acontece com praticamente todos os homens. Foto: Mark Bowden/iStock

A grande maioria dos homens tem ereções ao acordar, e é por isso que muitos estão dispostos para a relação sexual logo pela manhã: “Existe um pico hormonal da testosterona que faz com que as ereções ocorram não só pela manhã, mas também em outros momentos durante a noite. O corpo é muito perfeito e ESSE MECANISMO FAZ COM QUE PÊNIS SEJA IRRIGADO EM VÁRIOS MOMENTOS DURANTE O SONO. Muitos acreditam que a bexiga cheia contribui, mas alguns estudos tentam mostrar que essa não é a causa real”.

PENSAMENTO DISTANTE

Para fazer o sexo durar mais os homens costumam ter pensamentos aleatórios durante a penetração, o que desvia a atenção e evita o clímax: “Isso é muito comum entre eles e pode funcionar mesmo, pois TENTA-SE TIRAR O FOCO DA EXCITAÇÃO PARA QUE ELA DIMINUA E A EREÇÃO PERMANEÇA POR MAIS TEMPO”.

Apesar de ser um truque bastante popular entre eles, nem sempre dá certo. “Como os pensamentos são incompatíveis com a situação erótica corre-se o risco de comprometer a transa. Portanto, é preferível não desfocar do erotismo e usar mesmo a paradinha ou troca de posição sexual”, alerta a sexóloga VÂNIA BRESSANI.

PREPARO

Assim como você se prepara para um encontro que pode terminar em sexo, eles também têm seus truques para arrasar, mas não é nada ligado à beleza: é comum que eles assistam a um filme pornô horas antes. “Os homens se masturbam ATÉ QUE OCORRA A EJACULAÇÃO PARA QUE NO MOMENTO DA RELAÇÃO A EXCITAÇÃO JÁ ESTEJA MENOR e a ereção permaneça por mais tempo”, conta Débora.

TEMPO MÉDIO DA EREÇÃO

Ereções costumam ser rápidas, mas homens aprendem a controlar. Foto: View Stock

Não existe um tempo cronometrado para a duração de uma ereção, mas os homens precisam de técnicas para fazê-la durar mais por um motivo fisiológico, como explica a fisioterapeuta: “A FISIOLOGIA DOS HOMENS É QUE ELES TENHAM EREÇÕES RÁPIDAS E EJACULEM RÁPIDO, mas com o tempo eles percebem que poderiam sentir mais prazer caso ela fosse mais demorada”.

SEMPRE PRONTOS?

Dizem que os homens nunca negam sexo e que pensam mais nele do que as mulheres e, apesar dele não te contar, isso quase pode ser considerado uma verdade: “Eles se permitem pensar em sexo muito mais vezes durante o dia que as mulheres, isso FAZ COM QUE ELES ESTEJAM PREPARADOS PARA O SEXO MAIS RAPIDAMENTE QUE ELAS, até porque a excitação deles é mais rápida, mas para que isso ocorra existem outros fatores como disponibilidade, cansaço, estresse e nervosismo, que podem prejudicar a vontade de transar”. De acordo com um ESTUDO, eles pensam em sexo cerca de 19 vezes ao dia.

O sexo como arma para mudar o Mundo

Marquês de Sade
Marquês de Sade morreu há 200 anos. A obra continua a chocar uns e a inspirar muitos.

O homem que advogava a liberdade individual levada ao extremo; o filósofo anarquista que acusava a Igreja e as leis de manterem o ser humano sob um jugo inaceitável; o escritor excêntrico que descreveu pormenorizadamente as práticas sexuais mais ousadas e violentas morreu há duzentos anos. 

A memória do Marquês de Sade, também conhecido por ‘Divino Marquês’ (epíteto com que foi batizado pelos surrealistas franceses na primeira metade do século XX), está a ser celebrada por todo o lado. Em França, inaugurou-se no Musée d’Orsay, em Paris, uma exposição retrospetiva que coloca em confronto os escritos de Sade e as obras de pintura e escultura que entram em diálogo com as suas temáticas. 

No Brasil, a companhia de teatro Satyros está a levar à cena três textos do autor: ‘A Filosofia na Alcova’; ‘Os 120 Dias de Sodoma’ e ‘Justine’. É, recorde-se, a mesma companhia que no início dos anos 90 se instalou em Lisboa e surpreendeu o público com interpretações de Sade que colocavam os atores nus em cena a dizer – e a fazer – obscenidades. 

Em Portugal, o último livro do poeta Nuno Júdice é, no dizer do próprio, "uma homenagem a Sade" e à obra ‘A Filosofia na Alcova’. Sem sexo. "Antecipei-me às comemorações com uma evocação de uma figura que foi, para a minha geração, um exemplo de contestação", explica o docente da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que já foi à capital francesa ver a exposição comissariada por Annie Le Brun. "Lembro-me bem quando o Fernando Ribeiro de Mello editou ‘A Filosofia na Alcova’ em Portugal, em 1966, e o livro foi imediatamente apreendido pela censura", conta. "Nessa altura, como agora, o inconformismo, a rejeição dos valores e a afirmação da liberdade absoluta foram as grandes lições a retirar da obra. Continuam a ser o grande testamento de Sade para os nossos dias." 

ARISTOCRATA REBELDE 

Donatien Alphonse François de Sade nasceu a 2 de junho de 1740 num meio aristocrático, mas apesar de ter estudado num colégio de jesuítas, ou talvez por causa disso, cedo se tornou um rebelde indomável, sujeitando a família a situações embaraçosas. Conhecido por perseguir criados de ambos os sexos, protagonizou o primeiro escândalo aos 28 anos, quando uma mulher fugiu do seu castelo de Arcueil por uma janela e gritou aos quatro ventos que ele a tinha tentado envenenar (com afrodisíaco) e a tinha sujeitado a todo o tipo de sevícias sexuais. 

Tendo passado cerca de 30 anos na prisão, intermitentemente, foi aí que Sade escreveu a maior parte de uma obra polémica, onde se misturam filosofia e pornografia, ideias políticas revolucionárias com cenas de grande violência e crueldade. O sociólogo Jorge Sá diz que, acima de tudo, o Marquês de Sade "foi um homem da Revolução Francesa" e que o seu trabalho "procurou demonstrar as dificuldades de concretização da tríade revolucionária: Liberdade, Igualdade e Fraternidade". "No fundo, o que nos diz Sade é que a revolução só triunfará quando o último carrasco morrer às mãos da última vítima", afirma. Também o professor universitário Daniel Cardoso – que tem artigos publicados sobre Bondage e Disciplina, Dominação e Submissão, Sadismo e Masoquismo – diz que o mais importante no autor francês é a forma como concilia o que parece inconciliável. A saber: política, religião e sexualidade. "Os escritos de Sade foram publicados como tratados de filosofia e essa é a questão principal. É fundamental perceber que as práticas corporais excessivas, muitas das quais só possíveis de executar por acrobatas do Cirque du Soleil, estão indelevelmente associadas à filosofia política que advogava." 

INSPIRAÇÃO PERPÉTUA
 
Romances, peças de teatro, performances, filmes, canções – as palavras de Sade têm inspirado centenas de criadores em todo o Mundo. Mishima, Buñuel, Pasolini, Peter Weiss e Adolfo Luxúria Canibal (que escreveu o tema ‘Divino Marquês’ em 1991 e o incluiu no álbum ‘O.D., Rainha do Rock & Crawl’) são apenas alguns dos que se deixaram seduzir por uma obra que continua a ser transgressora. A sexóloga Vânia Beliz diz que, mesmo passados duzentos anos, há barreiras que a sociedade não conseguiu transpor. "Continuamos presos ao convencional e o que explica o fascínio pela obra do Marquês de Sade é o mesmo que justifica, por exemplo, o sucesso de ‘As 50 Sombras de Grey’, de E.L. James", sublinha. "Tudo o que foge à rotina desperta sempre a curiosidade das pessoas", afirma. Mas além das obras artísticas produzidas sob a égide do Marquês, também houve horrores praticados em nome dele. O serial killer britânico Ian Brady (que, aos 76 anos, está, segundo relatos próximos, "muito doente" na cadeia), dizia-se influenciado pelo escritor enquanto torturava e matava as vítimas. O advogado apressou-se a desmenti-lo: Brady tinha um conhecimento pouco profundo da obra de Sade, possuindo apenas um livro de citações do autor. Em Portugal, o caso mais conhecido é o de António Roxo, um funcionário camarário de Braga que, há dez anos, foi preso e acusado de violar um jovem deficiente mental. Roxo era presidente de um clube gay denominado ‘Marquês de Sade’. Novamente, o filósofo está inocente nesta história. Pedro Eiras, professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e autor do livro ‘Tentações – Ensaios sobre Sade e Raul Brandão’, propôs-se a analisar a escrita do autor para concluir que o mal não é uma doença literariamente transmissível. "Da mesma forma que um tratado de moral não nos tornará bons, os retratos do mal também não nos transformarão em monstros", diz ele, lembrando que o assassino de John Lennon andava a ler o "pacífico" Salinger quando cometeu o assassinato. 

MORTE E ETERNIDADE 

Após desempenhar cargos políticos na França pós-revolucionária, Sade caiu em desgraça e passou os últimos anos num asilo para loucos. Aos 70 anos iniciou uma ligação com uma jovem de 14, filha de um funcionário da instituição. Morreu em 1814 e o filho fez destruir grande parte dos seus escritos. Ainda assim, restou o bastante para ser redescoberto no século XX e reabilitado por intelectuais como Simone de Beauvoir, Michel Foucault ou Camille Paglia. Hoje, mesmo sem conhecer a obra de Sade, todos sabem o que significa sadismo, termo que inspirou e que, a acreditar nos relatos que nos chegam, praticou.

Médicos recomendam orgasmos para manter saúde cardiovascular


A Fundação Espanhola do Coração (FEC) sublinhou hoje a importância do orgasmo na prática sexual como protector de doenças cardiovasculares, em comemoração do Dia Internacional do Orgasmo Feminino, que se assinala sexta-feira.

Vários estudos indicam que a actividade sexual está relacionada com a prevenção de doenças, a redução do stress e o controlo de peso, uma vez que durante o ato os níveis de hemoglobina sobem, o que protege o organismo de infecções e favorece uma maior resistência a doenças.

"Além de todos estes benefícios para a saúde em geral, também foi comprovado que a prática sexual de forma periódica ajuda a reduzir as probabilidades de ser vítima de um enfarte", explicou o médico Ignacio Fernández-Lozano, vice-secretário da Sociedade Espanhola de Cardiologia e membro da FEC, citado pela agência EFE.

No seu comunicado, a FEC cita um estudo publicado no The American Journal of Cardiology, que comprovou que os homens que mantinham relações duas vezes por semana tinham até menos 50% de probabilidades de sofrer um enfarte comparado com aqueles que o fazem apenas uma vez por mês.

O estudo indica que durante o orgasmo libertam-se diversas hormonas como a adrenalina, as endorfinas e, no caso das mulheres, a oxitocina que actuam no organismo como vasodilatadoras permitindo uma melhor circulação do sangue e evitando a formação de coágulos.

"O melhoramento da circulação juntamente com a sensação de felicidade provocada pela secreção destas hormonas ajuda a manter uma melhor saúde cardiovascular", assinala Fernández-Lozano.

Pelo contrário, destacou, a falta de orgasmos foi relacionada com um maior risco cardiovascular num estudo realizado em Inglaterra a 100 mulheres que sofreram de enfartes. O estudo descobriu que 65% destas mulheres eram incapazes de sentir prazer em comparação com 25% das mulheres de um grupo de controlo que não tinha problemas cardiovasculares.

As doenças cardiovasculares podem ser prevenidas seguindo hábitos de vida saudáveis, como uma dieta equilibrada, rica em frutas e verduras e baixa em gorduras saturadas, evitando o consumo excessivo de álcool, não fumando e praticando actividade física de forma regular.

"Para as pessoas que tenham tido algum episódio cardiovascular é importante recordar que podem manter uma vida sexual normal, a não ser que o seu médico lhes tenha recomendado o contrário, que vão a consultas periódicas e mantenham a medicação adequada", recomendou o médico.

Fernández-Lozano concluiu que é essencial para todos os pacientes que tenham dúvidas sobre a actividade sexual falar com os seus cardiologistas.

"Afinal o que é normal no Sexo!"

Estabelecer padrões de normalidade quando se fala de sexo é sempre complicado até porque o que é normal para uns não é para outros. Para não se sentir uma ave rara, baseámo-nos em estatísticas e em estudos realizados por especialistas. Veja o resultado.

Perder a virgindade antes dos 18 anos

O mesmo estudo concluiu que, por cá, a idade média de perder a virgindade ronda os 16 anos e nove meses, quatro meses mais cedo que a média internacional e exactamente a mesma idade dos norte-americanos e búlgaros. Preocupante é o facto dos jovens portugueses afirmarem só terem tido alguma educação sexual a partir dos 14 anos e de um terço dos participantes no estudo confessar já ter praticado sexo desprotegido.

Usar brinquedos sexuais

Não pretendem substituir o sexo com o parceiro nem a ligação emocional entre os amantes. Bem pelo contrário. Servem para tornar o sexo divertido, diferente, ousado e para "intensificar o prazer", como diz Lou Paget no livro 'Prazer Total'.

A indústria cresceu 1000% nos EUA desde o início da década de 90, porque há uma pressão cada vez maior para a manutenção das relações duradouras, e esta faz-se com o recurso à imaginação. Claro que pode ser estranho inclui-los repentinamente na relação. Um primeiro contacto pode fazer-se com uma visita às sex shops e consulta dos catálogos disponíveis em alguns sites da Internet. Convém saber, primeiro, para que servem e como se usam.

Vibradores, dildos, anéis para o pénis (para intensificar a erecção), lubrificantes para facilitar a penetração, acessórios que estimulam o clítoris durante a penetração vaginal, são só algumas sugestões. Tenha o cuidado de os manter limpos, não os emprestar e de usar lubrificantes à base de água para os que são feitos de látex.

Masturbar-se, mesmo com vida sexual activa

"A maior parte das mulheres só consegue chegar ao clímax, com regularidade, por meio da estimulação do clítoris (quer manual quer oralmente)", escreve Lou. Também por isso, muitas só chegam ao clímax quando estão sozinhas. "Há uma percentagem, 70%, que confessa masturbar-se", refere ainda a autora.

Não há nisso nada de anormal ou pecaminoso nisso. Até porque, se não conhecermos a mecânica do nosso prazer, como ensinamos ao companheiro o que nos faz sentir melhor? A masturbação não tem de ser um acto solitário, pode fazer-se a dois.


Não ter um longo currículo de parceiros

O estudo da Durex situa os portugueses a meio da tabela no que respeita ao número de parceiros sexuais ao longo da vida: a média é de 7. Já os australianos e os turcos gabam-se do dobro. Apesar de todos os amantes nos ensinarem qualquer coisa (nem que seja pela negativa...), a quantidade não faz o currículo de um bom amante.

"Como é diferente o amor em Portugal!..."

O estudo da Durex revelou alguns dos hábitos sexuais dos portugueses... e dos seus pecadilhos.

- 24% admite já ter sido infiel (mais 2% que a média internacional)

- Quase 50% diz que não precisa de acessórios sexuais mas 10% admitem usar vibradores

- O sexo anal é a experiência sexual preferida (44%), logo seguida do one night stand (sexo de apenas uma noite).

- Só 20% recorrem à pornografia - a média internacional é de 41%.

Por que mulheres heterossexuais preferem pornô lésbico


Como já sabemos que essa história de que mulheres não assistem vídeo pornô é balela, o Buzzfeed e o Pornhub se uniram para descobrir exatamente quais cenas de sexo as mulheres mais procuram. Você vai se surpreender com os resultados. E não, assistir pornô lésbico não significa necessariamente que você gosta de mulher. 

Mulheres assistem mais pornô lésbico que homens

Apesar do estereótipo de que os homens amam pornô de mulher com mulher — afinal está em 6º lugar entre os tipos de vídeos mais procurados por eles, segundo a Women’s Health — as mulheres buscam muito mais por esse tipo de material. Na verdade, a probabilidade de uma mulher procurar por conteúdo lésbico na internet é simplesmente 132% maior do que os homens. Embora os dados não diferenciem homossexuais, heterossexuais ou bissexuais, os números são tão altos que fica claro que as mulheres também estão buscando por esse material. 

Portanto, se há pornô lésbico no histórico do seu browser saiba que isso não significa que você se sente atraída por mulheres e quer experimentar algo do tipo. Bom, pelo menos não necessariamente. “A questão é muito mais complicada que isso”, admite a PhD e terapeuta sexual, Megan Fleming. “Pornô é uma forma segura de colocar em prática o que te excita, mas nem sempre significa que você quer fazer aquilo na vida real”, comenta a especialista. 

Sexo Casual: Fazer ou Não Fazer?

Sexo casual faz bem à saúde desde que seja feito para a obtenção de prazer.

A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Nova York e de Cornell, publicado no “Social Psychology and Personality Science”. A pesquisa foi feita com 371 estudantes em que 42% admitiu ter tido alguma relação sexual fora do relacionamento.

O estudo apontou que os estudantes que dormiam com diferentes parceiros reportaram um grande nível de bem-estar depois do sexo. O estudo foi coordenado por Zhana Vrangalova, da Universidade de Cornell, que também já fez uma pesquisa, recentemente, mostrando que sexo casual causa depressão.

Para o pesquisador não há controvérsia, só uma complementação. Se for feito pelas razões certas, como a busca pelo prazer, trará benefícios, caso contrário, se for feito numa situação de vingança ou insegurança, pode causar depressão.

Para a neuropsicóloga e sexóloga Sônia Eustáquia Fonseca o Sexo Casual ganhou espaço a partir da década de 50/60, com o advento da pílula anticoncepcional. Com o passar dos anos a relação sexual desatrelou-se da concepção e ganhou definitivamente o status de obtenção do prazer.

O sexo casual sai das casas de prostituição e deixa de ser “profano” e se expande entre homens e mulheres como uma relação natural, com finalidades orientadas para o prazer. No entanto, segundo a sexóloga, embora esse tipo de relação seja cada dia mais comum, a ausência de compromisso entre duas pessoas ainda é um pouco perturbadora para alguns. Seja porque ela é realizada declaradamente para buscar só o prazer, seja porque aparentemente ameaça a organização familiar.

“A ausência de um compromisso que certamente levaria, mesmo que em longo prazo, a um casamento, deixa sem um “nome aceitável” esse novo jeito de homens e mulheres, jovens ou não, de se relacionar”, afirma.

Mas, ao contrário do que muitos pensam, para Sônia Eustáquia o Sexo Casual não é sinal de imaturidade afetiva. “O sexo casual é a consequência natural do status de “ficar”. A partir do momento em que o “ficar” ganhou espaço sociocultural, e onde não há delimitação das ações afetivas sexuais e as carícias ganharam ampla liberdade, a relação sexual pôde fazer parte ou não dessa modalidade de expressão dos afetos e sensualidade”, diz.

Para a sexóloga a falta de compromisso é em si mesmo boa e prazerosa. “Mais ou menos comparada àqueles dias de férias, onde não somos cobrados dos horários e não precisamos usar o relógio, dentre outras coisas gostosas. O sexo casual nos remete a liberdade, alegria e prazer. Visto por esse ângulo ele é bom e lícito, podendo ser recomendado sem contraindicações. Deixo apenas uma pequena recomendação: assim como as férias acabam, ele também tem um prazo de validade e deve chegar ao fim quando o casal se apaixona e deseja formar uma família”, afirma Sônia Eustáquia.

Amor ou tesão? Como descobrir pelo olhar


Será que existe um “biomarcador” que pode diferenciar um caso de uma noite de uma potencial alma gêmea? Psicólogos da Universidade de Chicago, nos EUA, dizem que, se isso for verdade, a diferença entre amor e tesão pode estar nos olhos – especificamente, o local onde o seu parceiro ou parceira olha para você pode indicar se é o amor ou o desejo que está em jogo.

O trabalho constatou algo que, quando se para pra pensar, parece bastante óbvio: se os padrões do olhar se concentram no rosto de um estranho, o espectador vê essa pessoa como um potencial parceiro no amor romântico, mas se o espectador olha mais para o corpo da outra pessoa, ele ou ela está sentindo desejo sexual. Só que esse julgamento automático pode ocorrer em menos de meio segundo, produzindo diferentes padrões de olhares.

“Apesar do pouco que se sabe sobre a ciência do amor à primeira vista ou como as pessoas se apaixonam, esses padrões de resposta fornecem as primeiras pistas sobre a forma como os processos de atenção automáticos, como o olhar, podem diferenciar os sentimentos de amor a partir de sentimentos de desejo direcionados a estranhos”, observa a autora Stephanie Cacioppo, diretora do Laboratório de Neuroimagem Elétrica de Alta-Performance da Universidade de Chicago.

Pesquisas anteriores da cientista descobriram que diferentes redes de regiões do cérebro são ativadas pelo amor e pelo desejo sexual. Neste estudo, a equipe realizou dois experimentos para testar padrões visuais em um esforço para avaliar dois estados emocionais e cognitivos diferentes, que muitas vezes são difíceis de distinguir um do outro: o amor romântico e o desejo sexual. 

Estudantes do sexo masculino e feminino da Universidade de Genebra, na Suíça, foram instruídos a ver uma série de fotografias em preto-e-branco de pessoas que nunca haviam encontrado na vida. Na primeira parte do estudo, os participantes viram fotos de casais heterossexuais jovens, adultos, que estavam olhando ou interagindo uns com os outros. Na segunda parte, os participantes observaram fotos de pessoas atraentes do sexo oposto que estavam olhando diretamente para a câmera/espectador. Nenhuma das fotos continha nudez ou imagens eróticas.

Em ambos os experimentos, os participantes foram colocados diante de um computador e foi pedido que olhassem para diferentes blocos de fotografias e decidissem o mais rápido e precisamente possível se eles consideravam que as fotografias – ou as pessoas nas fotografias – estavam provocando sentimentos de desejo sexual ou de amor romântico. O estudo não encontrou nenhuma diferença significativa no tempo que os jovens levaram para identificar escolhas de amor romântico contra as do desejo sexual, o que – os pesquisadores acreditam – mostra o quão rapidamente o cérebro pode processar ambas as emoções.

Mas as análises dos dados de rastreamento ocular dos dois estudos revelaram diferenças marcantes nos padrões de movimento dos olhos, dependendo se os indivíduos relataram sentir desejo sexual ou amor romântico. As pessoas tendem a se fixar visualmente no rosto, especialmente quando disseram que uma imagem provocou um sentimento de amor romântico. No entanto, com as imagens que evocam o desejo sexual, os olhos dos sujeitos movem-se a partir da face para se fixarem no resto do corpo. O efeito foi encontrado tanto em participantes do sexo masculino quanto do sexo feminino.

“Ao identificar padrões de olhar que são estímulos relacionados especificamente ao amor, o estudo pode contribuir para o desenvolvimento de um biomarcador que diferencia os sentimentos de amor romântico dos de desejo sexual”, supõe o coautor do estudo John Cacioppo, diretor do Centro de Neurociência Cognitiva e Social dos EUA. “Um paradigma de rastreamento ocular pode eventualmente oferecer um novo caminho de diagnóstico na prática diária dos médicos ou para exames clínicos de rotina em psiquiatria e/ou terapia de casal”, prevê.

Sexo e dinheiro: veja tópicos proibidos para as mulheres


Site lista quais assuntos as mulheres preferem não comentar.

Mesmo que as mulheres dividam com todo mundo no Facebook o que estão comendo, como estão indo na academia e como está o desenvolvimento dos filhos, há alguns assuntos que elas nunca divulgam, nem mesmo para as melhores amigas, segundo pesquisa da marca de produtos de limpeza Surcare. Confira abaixo a lista feita pelo site inglês Female First.

1) Sexo
As mulheres falam sem problemas sobre sexo em termos gerais, mas não costumam divulgar os detalhes íntimos demais, como quantos orgasmos tiveram em uma noite ou qual sua maior fantasia sexual. Elas tendem a deixar os detalhes para as quatro paredes.

2) Peso
A mulher pode até estar mais "rechonchuda", mas jamais vai contar quanto pesa e menos ainda quanto engordou ou emagreceu. Fazer comparações com o peso das amigas é outro tópico inaceitável.

3) Problemas de sáude
Se está com infecção de urina, DST, cólicas ou problemas sérios de depilação, elas definitivamente não vão comentar sobre isso.

4) Dinheiro
Se as mulheres ganham demais, as pessoas desconfiam. Se ganham de menos, devem estar fazendo alguma coisa errada. Então, melhor nunca perguntar e nem tocar no assunto.

Cinco coisas que você não sabia sobre os seios delas

Não é preciso provas científicas para dizer o quanto o sexo masculino admira os seios das mulheres, mas mesmo assim há muitas pesquisas que sustentam essa afirmação. Por exemplo, um estudo da Universidade de Nebraska-Lincoln descobriu que os homens passam mais tempo admirando os seios de uma mulher do que qualquer outra parte do seu corpo. Sendo assim, nada mais apropriado do que explorar essa zona erógena do corpo feminino e tratá-la da forma devida. Se ligue nas cinco coisas sobre os seios da mulher que vão te inteirar sobre esse mundo que você pouco domina.

1) O tamanho deles pode variar
Às vezes é possível saber que ela está menstruada com apenas um olhar. De acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, os níveis de progesterona e prolactina aumentam cerca de uma ou duas semanas antes de a gata menstruar. Isso faz com que seu corpo retenha mais água e seu tecido mamário e glândulas mamárias inchem. Algumas mulheres podem apresentar um aumento de até um copo grande. Mas cuidado: se ela estiver prestes a menstruar, o estímulo pode ser mais doloroso a excitação sexual proporcionada pela região menor, conta Leah Millheiser, professora na Escola de Medicina de Stanford.

2) Orgasmos no peito existem
Parece bom demais para ser verdade, certo? Pesquisadores da Universidade de Rutgers descobriram que a estimulação do mamilo ativa o lóbulo paracentral medial — ou a parte do cérebro de uma mulher que também se acende com a ação genital. Mas como fazer ela chegar lá apenas com os seios? Experimente esta nova técnica excitante da Dra. Ava Cadell, sexóloga e autora do livro“NeuroLoveology, The Power to Mindful Love & Sex”:

Lamba e beije cada centímetro de seus seios acariciando-os com os dedos ao mesmo tempo, e deixando seus mamilos por último. "Feche a mão sobre um seio de cada vez de modo que a ponta do mamilo dela repouse entre seu dedo polegar e indicador. Aperte os dedos juntos e levante o mamilo um pouco para lambê-lo com a ponta da língua", indica Ava. Para aumentar a sua excitação, a especialista sugere manter um cubo de gelo na boca. "Envolver os olhos dela numa venda irá aumentar a sensação ainda mais", aconselha Emily Morse, sexóloga e apresentadora do podcast “Sex With Emily”. Ah, e o mais importante de tudo: seja paciente. Enquanto Ava afirma que as mulheres devem levar por volta de vinte minutos para gozar, cada pessoa é diferente e o tempo de resposta pode variar.

3) Não vá direto na cereja do bolo
Embora você queira ir direto ao que interessa, lembre-se de que estimular o peito todo é importante. Na verdade, o mamilo é o menos sensível ao toque, revela Debbie Herbenick, Ph.D. e pesquisadora de saúde sexual no Instituto Kinsey da Universidade de Indiana.

Pesquisadores austríacos descobriram que a parte de cima dos seios da mulher é mais sensível que as auréolas — a parte mais escura em volta dos mamilos — e que os mamilos são na realidade os menos sensíveis. Por isso, não se concentre em apenas uma área, aconselha Debbie. Quanto maior território que você cobrir, melhor.

4) Um deles é (quase) sempre maior
Não se desespere se eles parecerem diferentes: Cerca de um quarto de todas as mulheres tem um peito maior que o outro, explica Keri Peterson, especialista em medicina interna de Nova York. "Os seios das mulheres são seres independentes, que respondem de forma diferente ao estrogênio durante a puberdade", incrementa Keri. Em cerca de 65% das mulheres com assimetria mamária, a esquerda domina. Há estudos que sugerem que o lado esquerdo de seu corpo tem uma hipersensibilidade imunológica maior, um fator que afeta os hormônios, como o estrogênio, que controlam a forma e o tamanho da mama. Essa desigualdade só é motivo de preocupação se uma mama tornar-se excessivamente maior que a outra, alerta Peterson. Quando esse for o caso, ela provavelmente vai notar a mudança assim como você — sentindo nódulos ou aumento da sensibilidade, que podem ser sinais de infecção, cistos, ou até mesmo câncer de mama.

5) Brinque de médico para ajudá-la
Se sentir algo estranho aconselhe-a a fazer um exame de mama profissional apenas para confirmar que tudo está normal, previne Leah. A maioria desses nódulos ou cistos nos seios são massas não-cancerosas causadas por alterações hormonais. As mulheres devem fazer um check-up todo ano, principalmente se tiverem histórico de câncer de mama na família.

Site lista regras sobre sexo na concentração das seleções


Na selação brasileira, o sexo só não é liberado na noite antes dos jogos; já para jogadores do México, Rússia, Chile e Bósnia a diversão é proibida.

Durante a Copa do Mundo os jogadores enfrentam uma pressão imensa dentro de campo, mas a performance deles fora dos gramados também é observada de perto e comandada pela comissão técnica. O motivo é a controversa concentração e as regras que cada país aplica aos jogadores em relação ao sexo durante a competição. Os jogadores da Rússia, por exemplo, são ordenados a ficarem em total abstinência, enquanto os jogadores brasileiros têm permissão para transar o quanto quiserem menos na noite antes de jogos e desde que não abusem das "acrobacias" para evitar possíveis lesões. A lista pulicada pelo Daily Mail é uma repordução de um levantamento feito pelo site Quartz.

Assim como entre os russos, nas seleções do México, do Chile e da Bósnia, a regra é clara: o sexo é banido para evitar distrações. O técnico da Bósnia, Safet Susic, inclusive já comentou sobre a restrição com seus atletas. "Não haverá sexo no Brasil. Eles podem encontrar outra solução, podem até se masturbar se quiserem. Não quero saber o que os outros técnicos fazem, mas ir à Copa não é uma viagem de férias, eles vão disputar o campeonato mais importante do mundo", afirmou em abril durante entrevista.

Bem longe desta realidade, estão Estados Unidos e Inglaterra, seleções que não têm nenhum tipo de regra em relação ao que acontece no quarto dos jogadores. Entre os americanos é permitido visitas regulares, caso do jogador Clint Dempsey, que trouxe o esposa Bethany, mãe de seus três filhos, para o Brasil. 

Esta política também beneficiou o craque inglês Wayne Rooney que teve a chance se consolar nos braços da mulher Coleen - que está hospedada no Rio de Janeiro com os filhos - quando a seleção inglesa foi derrotada pela Itália. Na verdade, as mulheres e namoradas dos jogadores ingleses Frank Lampard, Adam Lallana, Steven Gerrard e Joe Hart estão todas no Brasil para apoiar os maridos durante o mundial.

Os jogadores das seleções da Alemanha, Austrália, Itália, Holanda, Uruguai e Suíça também têm autorização para uma noite animada em seus quartos se quiserem. 

Já para os atletas da Nigéria, há uma pequena complicação: só as esposas são permitidas nos quartos. Namoradas e affairs estão proibidas de entrar na concentração.

Uma postura parecida é aplicada na delegação da França. Eles são autorizados a se divertirem depois do jogo, mas têm a frequência e o tempo controlados. Um médico que trabalhava com a equipe contou que mesmo o sexo sendo "relaxante" para os jogadores, não deve ser uma atividade para a noite inteira.

Outros países como Japão, Argélia, Bélgica, Grécia e Portugal não têm regras claras sobre a intimidade dos jogadores na concentração. Já a Coreia do Sul preferiu não divulgar quais são as diretrizes e nem disseram se elas existam.Entre os espanhóis, sexo só não é permitido na noite antes dos jogos, assim como na seleção brasileira. Mas, mesmo com a liberação, a cantora Shakira disse que virá ao Brasil, mas ficará longe do marido Gerard Piqué para não distraí-lo. "Sobre as "atividades extracurriculares", precisamos respeitar a concentração para não tornar uma distração", disse em entrevista à Fox News Latino. E, completou: "há quatro anos, na Copa da África do Sul, ele me disse que venceria a competição para podermos nos ver na final e ele ganhou", disse. Desta vez, parece que a abstinência não foi positiva, já que a Espanha amargurou duas derrotas na primeira fase, para Chile e Holanda, e já está eliminada da Copa.

O assunto é polêmico entre as seleções já que muito se especula sobre os efeitos positivos e negativos do sexo durante uma competição longa. No entanto, estudos mostraram que transar antes de jogos não tem efeitos negativos na força e disposição dos atletas em campo.

Em 2012, o médico Juan Carlos Medina, integrante da comissão técnica do México, disse que os "jogadores se beneficiam com um pouco de diversão antes de um grande jogo". "Até o Pelé confessou que nunca suspendeu o sexo com sua mulher antes dos jogos. Ou seja, essa história de que o sexo ajuda a relaxar só pode ser verdade", afirmou.

Brasil, futebol e sexo

No Brasil, o Mundial prepara-se para dar um abanão em todo o comércio, incluindo, claro, o comércio do sexo.

Os brasileiros são conhecidos por gostar das “escapadinhas” e os motéis são o lugar indicado. 

Alguns, como este, no Rio de Janeiro, estão a tentar transformar-se num hotel tradicional, para acolher os visitantes, mas sem descuidar a função inicial.

“O futebol e o sexo são as duas grandes paixões dos brasileiros. Agora, temos um conflito entre essas duas paixões. 

Não sejamos hipócritas, hoje o sexo faz-se em qualquer lado, não podemos dizer que este ou aquele local só serve para isso”, diz o gerente, António Cerqueira.

No Brasil, o dia dos namorados celebra-se a 12 de junho, justamente o dia de abertura do Mundial. Para os donos dos motéis, há toda uma mudança de calendário a gerir, para poder agradar quer aos casais de namorados quer aos visitantes do Mundial. 

A ideia foi antecipar a celebração para o dia 11 e oferecer descontos neste dia.

Seis maiores desafios do namoro moderno


Namorar não é mais o que costumava ser. Isso é fato. Digamos que costumava ser mais fácil... mais simples — previsível, talvez, porém confiável. A geração Y não conduz seus relacionamentos com tanta facilidade e destreza. Há razões de sobra para explicar porque isso acontece, e muitas vezes não podemos culpá-la.

À medida que progredimos como sociedade e lutamos por coisas maiores, o namoro vai se tornando mais difícil. A vida era menos complicada antes — havia menos coisas a fazer, menos competições e comparações. As opções eram poucas, bem como as possibilidades e escolhas. Hoje existem infindáveis opções apresentadas a nós todos os dias. E o pior é que acabamos escolhendo o máximo delas que conseguimos porque sempre queremos mais — isso é da natureza humana. Estamos sempre competindo e tentando ficar à frente.

Quer entender por que está cada vez mais difícil se relacionar? Veja, a seguir, sete problemas que as gerações anteriores não tinham com relacionamento ( e que nós temos hoje).

1) O sexo nem sempre estava em jogo — pelo menos não no primeiro encontro
Essa coisa de “uma noite e nada mais” nunca foi tão comum como é hoje. Claro que não dá para dizer que isso jamais aconteceu no passado, mas nem de perto acontecia com tanta frequência como na nossa geração. Muitos de nós até chegam a dormir alguns meses com a mesma pessoa antes de partir pra outra, e chamamos isso de namoro, mas a verdade é que namoramos com essa frequência apenas pelo sexo. Na maior parte do tempo pulamos toda a parte gostosa do namoro e vamos direto ao nosso objetivo: levar a garota pra cama. Se nada mais, ao menos somos uma geração super eficiente então, né?!

2) A maioria das pessoas namorava porque queria estar num relacionamento
Hoje não dá para saber se quem namora realmente quer namorar. Muitos relacionamentos começam com sexo antes de se tornarem algo substancial, e pode ser meio complicado saber onde está o limite entre um e outro. Você está namorando? Ou você está apenas transando com alguém? Claro, você não está apenas fazendo sexo, você está saindo com alguém. Mas tem certeza que isso não é “amizade com benefícios”? Você claramente não é apenas mais um cara na lista dela, mas vocês estão juntos? Vocês estão juntos ou vocês estão oficialmente juntos? Aparentemente há agora uma diferença — a exclusividade não é mais um acordo tácito.

3) O status de relacionamento do Facebook
Pode me matar agora: mas por que diabos isso importa? Eu sei que isso importa, porém não sei por quê. Bem, eu sei o porquê, mas é tão incrivelmente besta que é estranho pensar que essa coisa tenha invadido até a minha vida.

4) Não saber se a outra pessoa é completamente confiável
Navegando por águas desconhecidas? Não saber exatamente se você está em um relacionamento pode te enrolar por meses e gerar mais incerteza para ambas as partes. Se você não está num relacionamento, então está livre para namorar e provavelmente deveria estar namorando, certo? Mas e se a outra pessoa descobre e arruina suas chances com o novo pretendente?

Pior ainda: e se ele ou ela já está namorando outra pessoa e você está sendo o fiel bobalhão? Namorar é um esporte para a nossa geração. As gerações mais velhas namoravam com o objetivo de encontrar alguém para se entregar e passar a vida toda juntos— e por causa do sexo, é claro; mas eles reprimiam isso e focavam no romance.

5) Não saber se a pessoa tem DST
Isso é um problema, pois quanto mais parceiros você tem, maior são as chances de pegar uma doença venérea. Claro que hoje usamos preservativos com mais frequência que antes e encontramos a cura para algumas doenças sexualmente transmissíveis, porém as pessoas ainda correm o risco de pegá-las. A questão é que hoje é muito difícil saber se alguém tem alguma doença. Antigamente, os indivíduos que tinham um estilo de vida sexual mais aberto já indicavam sinais de perigo. Mas como fica isso se hoje temos uma vida sexual bem mais aberta que antigamente?

6) Regras arbitrárias que as pessoas estão destinadas a seguir
Com cada novo dispositivo e serviço de mensagens vem uma nova regra de quanto tempo devemos esperar para adicionar a pessoa, ou fazer contato por meio desses dispositivos. Além disso, existem regras de o quanto você deve escrever para aquela pessoa, ou mesmo, o quanto devem ver um ao outro.

Ninguém sabe ao certo quais são as regras, porque elas são tão arbitrárias que isso realmente não importa. O fato é que regras existem em algum lugar e vamos seguir a nossa própria interpretação delas. A forma de comunicação hoje torna o namoro mais difícil. Nos comunicamos principalmente por dispositivos em vez de pessoalmente. Tanta coisa se ​perde em uma mensagem de texto — mesmo com emoticons. Tudo bem, eles ajudam um pouco.

7) Antes havia uma etiqueta a seguir
Você tinha que comprar flores ou chocolate. Vocês iriam jantar juntos e ver um filme, talvez depois sairiam para dar uma volta à pé. No final da noite, o homem daria um beijo na bochecha de sua pretendente e voltaria pra casa. E, pronto, missão cumprida. Hoje praticamente não há um senso comum em relação a sair com alguém para um encontro. Eu até acho que as mulheres ainda gostam de receber flores, mas não me lembro de ter visto ninguém nos últimos tempos levar flores para alguma mulher num encontro. Não me lembro de ter visto isso acontecer durante toda a minha vida na verdade. Além do mais, geralmente não rola mais o jantar e cineminha, tudo porque muitas mulheres já fizeram isso antes...quando elas começaram a namorar. Aos 11 anos de idade.

Ditadura do pénis. Todos os cérebros começam femininos


Médico recapitulou a formação da masculinidade na barriga da mãe para sublinhar que sexo não é igual a género.

Se as desventuras do pénis são mais conhecidas, na conferência, inserida no ciclo "Amor(es), Desamor(es)... E Talvez Sexo!" e que uniu academia e artes para falar de identidade e sexualidade, a primeira aventura do dito serviu contudo para esclarecer um outro aspecto que o médico considera mal entendido: sexo não é género. Ou para "ser Sr. Pénis" não basta tê-lo.

Tudo começa na pré-história. Os primeiros seres masculinos só apareceram meio milhão de anos depois dos femininos e persistem espécies de répteis e peixes que só têm fêmeas, sublinhou o médico. "É o erro bíblico", ironizou. "Primeiro Eva e depois Adão, por uma questão de diversidade e sobrevivência das espécies."

Persiste então em todos os seres vivos um padrão feminino de base. Nos humanos, cerca de 64 horas depois do encontro entre ovócito e espermatozóide, há uma identidade genética a partir do contributo de pai e mãe. Mas o Sr. Pénis está longe de ter tudo garantido. Mesmo ganhando do pai um cromossoma masculino, o cromossoma x tem dois mil genes e é mais influente do que o "pobre e miserável" y, com apenas 20, embora seja crucial para o que se vai passar a seguir. É preciso começarem a formar-se os testículos e a haver testosterona para se formar a uretra e toda a fenda urogenital que poderia transformar-se numa vagina fechar, cicatriz que todos os homens têm a lembrar as primeiras semanas de sexo indiferenciado. Mas nem aqui é declarada vitória, porque a base do cérebro persiste feminina mesmo com os genitais formados, o que acontece pelas quatro semanas.

Só entre as 22 e 24 semanas se dá a masculinização do cérebro. "Se não houvesse perturbação, todos seriam femininos", explica o médico, já que o cérebro fetal só tem receptores de estrogénios. Mais uma vez, a testosterona é fundamental: num processo de conversão, vai resultar num excesso de estrogénio, que vai explicar as diferenças na formação dos centros de decisão e irrigação no cérebro, que mais tarde contribuem para apetências distintas. Já se sabe: eles são melhores a ler mapas, elas em tudo o resto.

É também aqui que está enraizada a problemática da identidade, que nas últimas décadas tem gerado debates e mudanças no código civil.

Mulheres assumem cada vez mais a prática de sexo casual


Maioria não sente vergonha alguma de revelar aos amigos suas preferências sexuais.

O site de relacionamentos C-date realizou uma pesquisa com seus usuários brasileiros para saber se eles assumem publicamente a prática de sexo casual. Feito entre os dias 25 de abril a 14 de maio, o levantamento obteve respostas espontâneas de 1.411 homens e 517 mulheres. E a pergunta foi apenas uma: você sente vergonha de falar sobre sexo casual com seus amigos? 

Do ponto de vista feminino, o resultado confirmou uma tendência constatada em outras pesquisas feitas pelo site: a maioria das mulheres está mais corajosa e desinibida. Entre as entrevistadas, 53% disseram que não sentem vergonha alguma de revelar a uma amiga ou amigo que apoia e faz sexo casual. Por outro lado, 47% delas revelaram que não se sentem seguras para tratar do assunto porque ainda consideram o tema um tabu. 

Mas, enquanto as mulheres estão gradativamente deixando a timidez de lado, os homens continuam gostando de contar vantagens quando o assunto é sexo. Dos 1.411 que responderam a pergunta do C-date, 1.057 disseram não ter vergonha de falar sobre o tema, ou seja, 74,01% deles. Somente 354 ou 25,09% disseram que "sim", sentem vergonha de assumir publicamente a prática de sexo casual. 

Para auxiliar na timidez e espantar a vergonha, a tecnologia tem ajudado essas pessoas a vencerem o tabu. Sites como o C-date, aplicativos e salas de bate-papo são peças fundamentais para marcar um encontro e saber um pouco mais sobre o parceiro ou parceira. 

Segundo os gestores do site de relacionamento, o sexo casual pode soar como "algo sujo" para muitas pessoas, mas hoje as perspectivas em relação ao amor e ao sexo são outras, e isso se traduz numa mudança de posicionamentos. Por diversos motivos, muitas mulheres romperam com o conceito tradicional de relacionamento e passaram a buscar nas relações casuais uma forma de se sentirem livres e autônomas, sem a necessidade de vínculos afetivos. 

Por meio de suas pesquisas, o C-date descobriu ainda que as mulheres estão social e financeiramente mais independentes, e que não têm tempo para envolvimentos sérios. As relações duradouras aliás, já não fazem parte dos planos imediatos de muitas delas. Outra constatação: elas não têm receio em assumir que o sexo é também uma necessidade física para muitas mulheres. Afinal, em tempos de globalização e luta pela liberdade sexual, achar que sexo casual é um direito exclusivo dos homens, é um pensamento no mínimo ultrapassado.

Sete factores que melhoram o sexo

Hábitos diários e dicas preciosas ajudam a incrementar a experiência sexual.

Você pode criar alguns hábitos para não cair na rotina ou dar uma impulsionada na vida a dois. Quando isso é necessário, “é importante o casal se comunicar e chegar a um consenso. A responsabilidade é dos dois”, recomenda a sexóloga Carla Cecarello, fundadora da Associação Brasileira de Sexualidade (ABS).

Para ajustar os ponteiros, conversar é o ponto de partida. “O diálogo é muito importante. A grande maioria dos casais não conversa sobre a sua intimidade”, diz Carla. Mas nem tudo se resolve na conversa. Outros fatores que você nem imaginava podem melhorar a vida sexual. Veja sete deles abaixo.

Alguns elementos que você nem imagina podem melhorar a sua vida sexual

1. Faça pilates. A atividade é ótima para fortalecer a pélvis e desenvolver mais controle nessa região. O ioga também é aconselhável por trabalhar muito a flexibilidade , facilitando a variação de posições sexuais.


Além disso, praticar atividades físicas aumenta a oxigenação do cérebro da mesma maneira que um orgasmo. Logo, quanto mais atividades você praticar, por mais tempo conseguirá manter uma relação e ter um orgasmo mais pleno.

2. Corte o cabelo ou inove o visual . Mesmo comprar uma roupa nova tem influencia positiva no desempenho na cama. “Cuidar de si mesma, se olhar no espelho e se achar bonita é importante. A pessoa fica mais confiante e se solta mais na hora do sexo”, explica Carla.

3. Espere menos. Para Isabelle Moura, terapeuta corporal especializada em sexualidade, a melhora da vida sexual começa quando deixamos de nos preocupar tanto com o sexo. Parece contraditório, mas não é. “Nas cidades grandes, é comum que o casal tenha falta de tempo de qualidade. Outro problema é a quantidade de expectativa que se coloca um no outro. Muitas vezes espera-se que seu parceiro o faça feliz, perceba suas necessidades”, comenta.

Portanto, para diminuir essa expectativa, é essencial ir com calma . Não precisa mudar tudo de uma só vez.

4. Intensifique o contato físico. Isabelle explica que uma massagem diária, sem conotação sexual, melhora muito a relação entre o casal. “Compre um creme ou óleo bem cheiroso. Todos os dias, antes de dormir, massageie seu parceiro por quinze minutos. Esse contato físico carinhoso libera hormônios como a endorfina, além de trazer intimidade para o relacionamento”, diz a terapeuta.
Contato físico estimula a excitação do casal

5. Liste do que você gosta e do que não gosta na hora do sexo. No que diz respeito à sexualidade, achar que existe uma regra é ilusão. Por isso, é importante saber o que agrada e desagrada na cama. Peça para o seu parceiro fazer o mesmo e depois troquem as listas. “É uma espécie de manual de instruções mesmo. Muita gente acha que o ‘óbvio é óbvio’, mas isso não é verdade. Compartilhar essas informações traz mais maturidade e intimidade para a relação, além de retirar a ansiedade de tentar adivinhar o que o outro gosta na cama”, comenta Isabelle.

6. Comidinhas podem tirar a relação da rotina. “Alimentos afrodisíacos não existem. O que encanta é o visual, a maneira como é arranjado. Flores comestíveis, frutas que remetem ao sexo são boas para encantar”, explica a sexóloga Carla Cecarello.

Isabelle concorda. Para ela, “afrodisíaco” é a maneira como se inserem os alimentos na brincadeira. “Pode passar o alimento pelo corpo do parceiro, fazer com que cheire, estimular os sentidos, dar de comer na boca, ou até morder um pedaço e colocar na boca de seu companheiro. Saborear é muito importante”. Uma dica é abusar de frutas sem cheiro muito forte e que não deixem pedacinhos nos dentes.

7. Olho no olho, respiração conjunta . Antes do sexo ou durante a penetração, sentir a genital de seu parceiro com mais calma é um prazeroso caminho para o orgasmo. A dica é parar os movimentos e respirar juntos, sem desviar os olhos um do outro. Nessa posição, focalize toda a atenção na região genital e experimentem mexê-la bem devagar. Para os homens, contraiam a base do pênis; para as mulheres, tentem apertar a musculatura da vagina. “Durante o sexo agitado, a percepção dessa área diminui, fazendo com que seja uma experiência incompleta. Sentir essa parte do corpo aumenta a possibilidade de um orgasmo pleno, além de aumentar a cumplicidade entre os dois”, finaliza Isabelle.

A indústria do sexo na internet


O mercado de sexo na internet cresce a taxas exponenciais de alguns anos para cá e ele vem evoluindo muito nos últimos 4 anos, com o advento da web 2.0 e as taxas maiores de banda larga fazem com que o entretenimento adulto cresça muito.


O mercado de sexo na internet cresce a taxas exponenciais de alguns anos para cá e ele vem evoluindo muito nos últimos 4 anos, com o advento da web 2.0 e as taxas maiores de banda larga fazem com que o entretenimento adulto cresça muito. 

A indústria do sexo na internet sem dúvida nenhuma gera bilhões e bilhões de doláres anualmente, desde o consumo de vídeos adultos, vendas de materiais eróticos (sex shops), fotos, até o consumo propriamente dito em que pessoas compram serviços sexuais em sites de acompanhantes, até o adultério está sendo comercializado e promovido como por exemplo em um conhecido site Canadense.

Com a popularização da banda larga no Brasil o consumo ligado à sexo vem se sofisticando, serviços de strip-tease on-line já movimentam quantias milionárias, vídeos de conteúdo adulto estão fartamente disponíveis em toda a rede. Nos buscadores a palavra sexo e congêneres ganha de longe de qualquer outra palavra. Algumas indústrias tiveram que se transformar ou se adequar à essa nova realidade, como por exemplo o mercado de DVD de filmes adultos em que o consumo cai exponencialmente a cada ano com a forte concorrência dos filmes vistos de graça na internet.

Até o consumo de sexo pago nas ruas mudou, antes boates ficavam repletas de clientes e garotas de programa e a negociação se dava pessoalmente, hoje esse cenário mudou radicalmente, essas mesmas boates das grandes cidades se encontram vazias, visto que esse tipo de mercado migrou em peso para a internet, as acompanhantes do Rio de Janeiro por exemplo assim como nas principais metrópoles do Brasil migraram em massa para os sites de classificados de acompanhantes, mesmo as acompanhantes do Rio migraram para esse novo tipo de boate virtual, onde basta o consumidor ligar para fazer o contato com as garotas de programa.

Shows de strip-tease proliferam onde o internauta paga pelo minuto de show da garota escolhida, assim como no fenômeno que se deu após a criação do NAPSTER e dos outros programas de trocas de arquivos de áudio que praticamente destruiu a indústria fonográfica, e este teve que se adaptar, o mesmo acontece com o mercado do sexo onde publicações outrora tradicionais como conhecidas revistas masculinas veem amargando prejuízos constantes mediante à oferta de conteúdo gratuito adulto na internet.

Cirurgião que fez 320 mudanças de sexo: "Decidi desafiar Deus"


Quando iniciou uma operação de 11 horas para criar um pênis funcional num monge budista que nasceu mulher, o Dr. Kim Seok- Kwun tinha consciência de que o seu trabalho seria alvo de um mal-estar em seu país profundamente conservador. Protestante devoto, o médico conhecido como “o pai dos transexuais da Coreia do Sul” lida a cada cirurgia com sentimentos conflitantes.

Conversando com a AP pouco antes de operar o monge, Seok- Kwun deu uma declaração contundente a respeito da natureza de seu trabalho: "Eu decidi desafiar a vontade de Deus". O coreano tem em seu currículo 320 cirurgias de adequação de gênero – ou de mudança de sexo, como a operação é mais popularmente conhecida. A grande maioria destes procedimentos – 210 – transformou corpos masculinos em femininos.

“No começo, eu refleti muito se deveria fazer essas operações, porque me questionava sobre estar desafiando a vontade de Deus. Eu ficava tomado por um sentimento de vergonha. Mas meus pacientes precisavam das cirurgias desesperadamente. Sem isso, eles se matariam”, justifica o cirurgião plástico de 61 anos, que atua no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan.

Quando começou a fazer as cirurgias na década de 1980, Seok- Kwun recebeu uma reprimenda do pastor da igreja que frequentava. Amigos e colegas médicos diziam que ele iria para o inferno por conta de seu trabalho. Apesar disso, ele sente um grande prazer em ajudar as pessoas que se sentem presas a um corpo errado, um ato que ele define como “corrigir os erros de Deus”.

"Algumas pessoas nascem sem os órgãos genitais, com lábios leporinos, sem orelhas ou com os dedos grudados. Por que Deus criou as pessoas assim? Estes não são erros de Deus?”, questiona Seok- Kwun. “Um identidade sexual incompatível também não é um erro?”, prossegue o cirurgião, que faz este trabalho há 28 anos.

Na Coreia do Sul, as minorias sexuais são alvos de preconceito, numa consequência das crenças confucionistas, que determinam que crianças não devem modificar o corpo que receberam de Deus. Além disso, há ainda uma forte influência de uma comunidade cristã conservadora e os resquícios das ditadurasmilitares, que ignoravam as vozes minoritárias.

Operações de mudança de sexo "são uma blasfêmia contra Deus, que tornam o mundo um lugar mais miserável", na opinião do reverendo Jae Hong Chul , presidente do Conselho Cristão da Coreia, com sede em Seul. Ele definiu os comentários de Seok- Kwun como "amaldiçoados e deploráveis”.

COMO A PEQUENA SEREIA 

Seok- Kwun começou a fazer cirurgias em 1986, depois de receber várias visitas de homens que pediam cirurgias de mudança de sexo para o médico. Sua paciente mais famosa é a cantora, atriz e modelo transexual Harisu

Conversando com a reportagem num café de Seul, Harisu descreveu a dor que sentiu após a cirurgia como “um martelo batendo seus órgãos genitais”. Mas ao sair do hospital, ela já se sentia renascida. A artista multitalentos compara sua transformação como a que ocorreu com a protagonista do filme da Disney “A Pequena Sereia” (1989), que troca sua cauda de peixe por pernas humanas.

Feliz com a mudança, Harisu acha impensável a possibilidade de não ter feito a adequação de gênero. “Se continuasse vivendo como um homem, eu já estaria morta”, admite a cantora. “Eu já era mulher, ao não ser pelos meus genitais. Eu sou uma mulher, então eu quero viver como uma”, completa ela.

Muitos dos primeiros pacientes de Seok- Kwun tinham entre 40 e 50 anos. Ao tentar se operar, eles eram ameaçados pelos pais, que prometiam os deserdar até minutos antes da cirurgia. Hoje, a maioria de seus pacientes está na casa dos 20 anos.

Agora, muitos pais topam custear as cirurgias. O custo para operar um homem que deseja se tornar mulher vai de R$ 22 mil a R$ 32 mil. A cirurgia oposta, que dá uma identidade masculina a alguém que nasceu num corpo feminino, sai mais caro, já que o procedimento é mais complexo. O valor é de R$ 65 mil.

Seok- Kwun estabelece algumas condições antes de operar alguém. Os pacientes são orientados a passar pelo menos um ano usando as roupas do gênero que vão assumir, além de conseguir a aprovação dos pais. Por fim, dois psiquiatras devem diagnosticar a pessoa como uma portadora de um transtorno de identidade de gênero

O ambiente na Coreia do Sul dá sinais de que está ficando mais tolerante, com celebridades homossexuais assumidas e com filmes de temática gay se tornado hits. Mesmo assim, os transexuais continuam sendo alvo de abuso, insultos e assédio por lá. O governo conservador do presidente Park Geun-hye prometeu criar uma ampla lei antidiscriminação quando assumiu, em 2013, mas não houve avanços neste sentido.

Em 2012 , os protestos veementes de ativistas conservadores e cristãos forçaram um canal de TV a desistir de apresentar um talk show com pessoas transexuais.

Atriz Cameron Diaz revela que tem 'quedinha' pelo sexo feminino


"Acho que toda mulher já foi atraída sexualmente por outra mulher em algum momento", afirmou em entrevista para a edição de abril da revista ‘Glamour’ inglesa.

Na edição de abril da revista ‘Glamour’ inglesa, a atriz Cameron Diaz revelou que tem uma quedinha pelo sexo feminino.

"Eu acho a mulher muito bonita. E acho que toda a mulher já foi atraída sexualmente por outra mulher em algum momento. É natural ter conexão e apreciar a beleza de outra mulher", disse ela, que atualmente está solteira.

A atriz aproveitou também para falar sobre vaidade, que ela jura não ter muita:
"Se eu vejo uma foto feia minha numa revista, eu não ligo. Mas é engraçado estar nesse mundo da forma como estou. Você realmente acaba tendo que se manter bem, senão é fácil perder a cabeça".

Homens passariam mais de 4h por dia fazendo sexo, diz estudo.


Os homens passariam mais de quatro horas por dia fazendo sexo e apenas três horas e meia trabalhando, se pudessem escolher, de acordo com nova pesquisa encomendada pela Unilever. A divisão ideal das horas seria: 4h19 para o sexo, 3h36 de trabalho, 3h22 para ver amigos e familiares, 2h38 comendo e bebendo, 29 minutos para se arrumarem e o restante das horas seria para dormir. As informações são do Daily Mail.

A pesquisa apurou que 64% dos homens usam smartphones e tablets enquanto estão no banheiro e 26% organizam uma lista de afazeres na cabeça enquanto têm relações sexuais com a parceira. Dos entrevistados com menos de 34 anos, 51% acreditam que perdem experiência de vida quando não preenchem todas as horas do dia.

Cerca de 70% deles estariam dispostos a cortar o número de amigos para incluírem mais atividades durante o dia. O tempo de descanso, nas férias, também é aproveitado para 20% dos homens com estudos de uma nova língua. Paul O'Connor, gerente da marca da Unilever, disse que “as exigências da sociedade moderna pressionam os jovens a colocarem cada vez mais coisas em suas vidas”.