Seis maiores desafios do namoro moderno


Namorar não é mais o que costumava ser. Isso é fato. Digamos que costumava ser mais fácil... mais simples — previsível, talvez, porém confiável. A geração Y não conduz seus relacionamentos com tanta facilidade e destreza. Há razões de sobra para explicar porque isso acontece, e muitas vezes não podemos culpá-la.

À medida que progredimos como sociedade e lutamos por coisas maiores, o namoro vai se tornando mais difícil. A vida era menos complicada antes — havia menos coisas a fazer, menos competições e comparações. As opções eram poucas, bem como as possibilidades e escolhas. Hoje existem infindáveis opções apresentadas a nós todos os dias. E o pior é que acabamos escolhendo o máximo delas que conseguimos porque sempre queremos mais — isso é da natureza humana. Estamos sempre competindo e tentando ficar à frente.

Quer entender por que está cada vez mais difícil se relacionar? Veja, a seguir, sete problemas que as gerações anteriores não tinham com relacionamento ( e que nós temos hoje).

1) O sexo nem sempre estava em jogo — pelo menos não no primeiro encontro
Essa coisa de “uma noite e nada mais” nunca foi tão comum como é hoje. Claro que não dá para dizer que isso jamais aconteceu no passado, mas nem de perto acontecia com tanta frequência como na nossa geração. Muitos de nós até chegam a dormir alguns meses com a mesma pessoa antes de partir pra outra, e chamamos isso de namoro, mas a verdade é que namoramos com essa frequência apenas pelo sexo. Na maior parte do tempo pulamos toda a parte gostosa do namoro e vamos direto ao nosso objetivo: levar a garota pra cama. Se nada mais, ao menos somos uma geração super eficiente então, né?!

2) A maioria das pessoas namorava porque queria estar num relacionamento
Hoje não dá para saber se quem namora realmente quer namorar. Muitos relacionamentos começam com sexo antes de se tornarem algo substancial, e pode ser meio complicado saber onde está o limite entre um e outro. Você está namorando? Ou você está apenas transando com alguém? Claro, você não está apenas fazendo sexo, você está saindo com alguém. Mas tem certeza que isso não é “amizade com benefícios”? Você claramente não é apenas mais um cara na lista dela, mas vocês estão juntos? Vocês estão juntos ou vocês estão oficialmente juntos? Aparentemente há agora uma diferença — a exclusividade não é mais um acordo tácito.

3) O status de relacionamento do Facebook
Pode me matar agora: mas por que diabos isso importa? Eu sei que isso importa, porém não sei por quê. Bem, eu sei o porquê, mas é tão incrivelmente besta que é estranho pensar que essa coisa tenha invadido até a minha vida.

4) Não saber se a outra pessoa é completamente confiável
Navegando por águas desconhecidas? Não saber exatamente se você está em um relacionamento pode te enrolar por meses e gerar mais incerteza para ambas as partes. Se você não está num relacionamento, então está livre para namorar e provavelmente deveria estar namorando, certo? Mas e se a outra pessoa descobre e arruina suas chances com o novo pretendente?

Pior ainda: e se ele ou ela já está namorando outra pessoa e você está sendo o fiel bobalhão? Namorar é um esporte para a nossa geração. As gerações mais velhas namoravam com o objetivo de encontrar alguém para se entregar e passar a vida toda juntos— e por causa do sexo, é claro; mas eles reprimiam isso e focavam no romance.

5) Não saber se a pessoa tem DST
Isso é um problema, pois quanto mais parceiros você tem, maior são as chances de pegar uma doença venérea. Claro que hoje usamos preservativos com mais frequência que antes e encontramos a cura para algumas doenças sexualmente transmissíveis, porém as pessoas ainda correm o risco de pegá-las. A questão é que hoje é muito difícil saber se alguém tem alguma doença. Antigamente, os indivíduos que tinham um estilo de vida sexual mais aberto já indicavam sinais de perigo. Mas como fica isso se hoje temos uma vida sexual bem mais aberta que antigamente?

6) Regras arbitrárias que as pessoas estão destinadas a seguir
Com cada novo dispositivo e serviço de mensagens vem uma nova regra de quanto tempo devemos esperar para adicionar a pessoa, ou fazer contato por meio desses dispositivos. Além disso, existem regras de o quanto você deve escrever para aquela pessoa, ou mesmo, o quanto devem ver um ao outro.

Ninguém sabe ao certo quais são as regras, porque elas são tão arbitrárias que isso realmente não importa. O fato é que regras existem em algum lugar e vamos seguir a nossa própria interpretação delas. A forma de comunicação hoje torna o namoro mais difícil. Nos comunicamos principalmente por dispositivos em vez de pessoalmente. Tanta coisa se ​perde em uma mensagem de texto — mesmo com emoticons. Tudo bem, eles ajudam um pouco.

7) Antes havia uma etiqueta a seguir
Você tinha que comprar flores ou chocolate. Vocês iriam jantar juntos e ver um filme, talvez depois sairiam para dar uma volta à pé. No final da noite, o homem daria um beijo na bochecha de sua pretendente e voltaria pra casa. E, pronto, missão cumprida. Hoje praticamente não há um senso comum em relação a sair com alguém para um encontro. Eu até acho que as mulheres ainda gostam de receber flores, mas não me lembro de ter visto ninguém nos últimos tempos levar flores para alguma mulher num encontro. Não me lembro de ter visto isso acontecer durante toda a minha vida na verdade. Além do mais, geralmente não rola mais o jantar e cineminha, tudo porque muitas mulheres já fizeram isso antes...quando elas começaram a namorar. Aos 11 anos de idade.

Ditadura do pénis. Todos os cérebros começam femininos


Médico recapitulou a formação da masculinidade na barriga da mãe para sublinhar que sexo não é igual a género.

Se as desventuras do pénis são mais conhecidas, na conferência, inserida no ciclo "Amor(es), Desamor(es)... E Talvez Sexo!" e que uniu academia e artes para falar de identidade e sexualidade, a primeira aventura do dito serviu contudo para esclarecer um outro aspecto que o médico considera mal entendido: sexo não é género. Ou para "ser Sr. Pénis" não basta tê-lo.

Tudo começa na pré-história. Os primeiros seres masculinos só apareceram meio milhão de anos depois dos femininos e persistem espécies de répteis e peixes que só têm fêmeas, sublinhou o médico. "É o erro bíblico", ironizou. "Primeiro Eva e depois Adão, por uma questão de diversidade e sobrevivência das espécies."

Persiste então em todos os seres vivos um padrão feminino de base. Nos humanos, cerca de 64 horas depois do encontro entre ovócito e espermatozóide, há uma identidade genética a partir do contributo de pai e mãe. Mas o Sr. Pénis está longe de ter tudo garantido. Mesmo ganhando do pai um cromossoma masculino, o cromossoma x tem dois mil genes e é mais influente do que o "pobre e miserável" y, com apenas 20, embora seja crucial para o que se vai passar a seguir. É preciso começarem a formar-se os testículos e a haver testosterona para se formar a uretra e toda a fenda urogenital que poderia transformar-se numa vagina fechar, cicatriz que todos os homens têm a lembrar as primeiras semanas de sexo indiferenciado. Mas nem aqui é declarada vitória, porque a base do cérebro persiste feminina mesmo com os genitais formados, o que acontece pelas quatro semanas.

Só entre as 22 e 24 semanas se dá a masculinização do cérebro. "Se não houvesse perturbação, todos seriam femininos", explica o médico, já que o cérebro fetal só tem receptores de estrogénios. Mais uma vez, a testosterona é fundamental: num processo de conversão, vai resultar num excesso de estrogénio, que vai explicar as diferenças na formação dos centros de decisão e irrigação no cérebro, que mais tarde contribuem para apetências distintas. Já se sabe: eles são melhores a ler mapas, elas em tudo o resto.

É também aqui que está enraizada a problemática da identidade, que nas últimas décadas tem gerado debates e mudanças no código civil.

Mulheres assumem cada vez mais a prática de sexo casual


Maioria não sente vergonha alguma de revelar aos amigos suas preferências sexuais.

O site de relacionamentos C-date realizou uma pesquisa com seus usuários brasileiros para saber se eles assumem publicamente a prática de sexo casual. Feito entre os dias 25 de abril a 14 de maio, o levantamento obteve respostas espontâneas de 1.411 homens e 517 mulheres. E a pergunta foi apenas uma: você sente vergonha de falar sobre sexo casual com seus amigos? 

Do ponto de vista feminino, o resultado confirmou uma tendência constatada em outras pesquisas feitas pelo site: a maioria das mulheres está mais corajosa e desinibida. Entre as entrevistadas, 53% disseram que não sentem vergonha alguma de revelar a uma amiga ou amigo que apoia e faz sexo casual. Por outro lado, 47% delas revelaram que não se sentem seguras para tratar do assunto porque ainda consideram o tema um tabu. 

Mas, enquanto as mulheres estão gradativamente deixando a timidez de lado, os homens continuam gostando de contar vantagens quando o assunto é sexo. Dos 1.411 que responderam a pergunta do C-date, 1.057 disseram não ter vergonha de falar sobre o tema, ou seja, 74,01% deles. Somente 354 ou 25,09% disseram que "sim", sentem vergonha de assumir publicamente a prática de sexo casual. 

Para auxiliar na timidez e espantar a vergonha, a tecnologia tem ajudado essas pessoas a vencerem o tabu. Sites como o C-date, aplicativos e salas de bate-papo são peças fundamentais para marcar um encontro e saber um pouco mais sobre o parceiro ou parceira. 

Segundo os gestores do site de relacionamento, o sexo casual pode soar como "algo sujo" para muitas pessoas, mas hoje as perspectivas em relação ao amor e ao sexo são outras, e isso se traduz numa mudança de posicionamentos. Por diversos motivos, muitas mulheres romperam com o conceito tradicional de relacionamento e passaram a buscar nas relações casuais uma forma de se sentirem livres e autônomas, sem a necessidade de vínculos afetivos. 

Por meio de suas pesquisas, o C-date descobriu ainda que as mulheres estão social e financeiramente mais independentes, e que não têm tempo para envolvimentos sérios. As relações duradouras aliás, já não fazem parte dos planos imediatos de muitas delas. Outra constatação: elas não têm receio em assumir que o sexo é também uma necessidade física para muitas mulheres. Afinal, em tempos de globalização e luta pela liberdade sexual, achar que sexo casual é um direito exclusivo dos homens, é um pensamento no mínimo ultrapassado.

Sete factores que melhoram o sexo

Hábitos diários e dicas preciosas ajudam a incrementar a experiência sexual.

Você pode criar alguns hábitos para não cair na rotina ou dar uma impulsionada na vida a dois. Quando isso é necessário, “é importante o casal se comunicar e chegar a um consenso. A responsabilidade é dos dois”, recomenda a sexóloga Carla Cecarello, fundadora da Associação Brasileira de Sexualidade (ABS).

Para ajustar os ponteiros, conversar é o ponto de partida. “O diálogo é muito importante. A grande maioria dos casais não conversa sobre a sua intimidade”, diz Carla. Mas nem tudo se resolve na conversa. Outros fatores que você nem imaginava podem melhorar a vida sexual. Veja sete deles abaixo.

Alguns elementos que você nem imagina podem melhorar a sua vida sexual

1. Faça pilates. A atividade é ótima para fortalecer a pélvis e desenvolver mais controle nessa região. O ioga também é aconselhável por trabalhar muito a flexibilidade , facilitando a variação de posições sexuais.


Além disso, praticar atividades físicas aumenta a oxigenação do cérebro da mesma maneira que um orgasmo. Logo, quanto mais atividades você praticar, por mais tempo conseguirá manter uma relação e ter um orgasmo mais pleno.

2. Corte o cabelo ou inove o visual . Mesmo comprar uma roupa nova tem influencia positiva no desempenho na cama. “Cuidar de si mesma, se olhar no espelho e se achar bonita é importante. A pessoa fica mais confiante e se solta mais na hora do sexo”, explica Carla.

3. Espere menos. Para Isabelle Moura, terapeuta corporal especializada em sexualidade, a melhora da vida sexual começa quando deixamos de nos preocupar tanto com o sexo. Parece contraditório, mas não é. “Nas cidades grandes, é comum que o casal tenha falta de tempo de qualidade. Outro problema é a quantidade de expectativa que se coloca um no outro. Muitas vezes espera-se que seu parceiro o faça feliz, perceba suas necessidades”, comenta.

Portanto, para diminuir essa expectativa, é essencial ir com calma . Não precisa mudar tudo de uma só vez.

4. Intensifique o contato físico. Isabelle explica que uma massagem diária, sem conotação sexual, melhora muito a relação entre o casal. “Compre um creme ou óleo bem cheiroso. Todos os dias, antes de dormir, massageie seu parceiro por quinze minutos. Esse contato físico carinhoso libera hormônios como a endorfina, além de trazer intimidade para o relacionamento”, diz a terapeuta.
Contato físico estimula a excitação do casal

5. Liste do que você gosta e do que não gosta na hora do sexo. No que diz respeito à sexualidade, achar que existe uma regra é ilusão. Por isso, é importante saber o que agrada e desagrada na cama. Peça para o seu parceiro fazer o mesmo e depois troquem as listas. “É uma espécie de manual de instruções mesmo. Muita gente acha que o ‘óbvio é óbvio’, mas isso não é verdade. Compartilhar essas informações traz mais maturidade e intimidade para a relação, além de retirar a ansiedade de tentar adivinhar o que o outro gosta na cama”, comenta Isabelle.

6. Comidinhas podem tirar a relação da rotina. “Alimentos afrodisíacos não existem. O que encanta é o visual, a maneira como é arranjado. Flores comestíveis, frutas que remetem ao sexo são boas para encantar”, explica a sexóloga Carla Cecarello.

Isabelle concorda. Para ela, “afrodisíaco” é a maneira como se inserem os alimentos na brincadeira. “Pode passar o alimento pelo corpo do parceiro, fazer com que cheire, estimular os sentidos, dar de comer na boca, ou até morder um pedaço e colocar na boca de seu companheiro. Saborear é muito importante”. Uma dica é abusar de frutas sem cheiro muito forte e que não deixem pedacinhos nos dentes.

7. Olho no olho, respiração conjunta . Antes do sexo ou durante a penetração, sentir a genital de seu parceiro com mais calma é um prazeroso caminho para o orgasmo. A dica é parar os movimentos e respirar juntos, sem desviar os olhos um do outro. Nessa posição, focalize toda a atenção na região genital e experimentem mexê-la bem devagar. Para os homens, contraiam a base do pênis; para as mulheres, tentem apertar a musculatura da vagina. “Durante o sexo agitado, a percepção dessa área diminui, fazendo com que seja uma experiência incompleta. Sentir essa parte do corpo aumenta a possibilidade de um orgasmo pleno, além de aumentar a cumplicidade entre os dois”, finaliza Isabelle.

A indústria do sexo na internet


O mercado de sexo na internet cresce a taxas exponenciais de alguns anos para cá e ele vem evoluindo muito nos últimos 4 anos, com o advento da web 2.0 e as taxas maiores de banda larga fazem com que o entretenimento adulto cresça muito.


O mercado de sexo na internet cresce a taxas exponenciais de alguns anos para cá e ele vem evoluindo muito nos últimos 4 anos, com o advento da web 2.0 e as taxas maiores de banda larga fazem com que o entretenimento adulto cresça muito. 

A indústria do sexo na internet sem dúvida nenhuma gera bilhões e bilhões de doláres anualmente, desde o consumo de vídeos adultos, vendas de materiais eróticos (sex shops), fotos, até o consumo propriamente dito em que pessoas compram serviços sexuais em sites de acompanhantes, até o adultério está sendo comercializado e promovido como por exemplo em um conhecido site Canadense.

Com a popularização da banda larga no Brasil o consumo ligado à sexo vem se sofisticando, serviços de strip-tease on-line já movimentam quantias milionárias, vídeos de conteúdo adulto estão fartamente disponíveis em toda a rede. Nos buscadores a palavra sexo e congêneres ganha de longe de qualquer outra palavra. Algumas indústrias tiveram que se transformar ou se adequar à essa nova realidade, como por exemplo o mercado de DVD de filmes adultos em que o consumo cai exponencialmente a cada ano com a forte concorrência dos filmes vistos de graça na internet.

Até o consumo de sexo pago nas ruas mudou, antes boates ficavam repletas de clientes e garotas de programa e a negociação se dava pessoalmente, hoje esse cenário mudou radicalmente, essas mesmas boates das grandes cidades se encontram vazias, visto que esse tipo de mercado migrou em peso para a internet, as acompanhantes do Rio de Janeiro por exemplo assim como nas principais metrópoles do Brasil migraram em massa para os sites de classificados de acompanhantes, mesmo as acompanhantes do Rio migraram para esse novo tipo de boate virtual, onde basta o consumidor ligar para fazer o contato com as garotas de programa.

Shows de strip-tease proliferam onde o internauta paga pelo minuto de show da garota escolhida, assim como no fenômeno que se deu após a criação do NAPSTER e dos outros programas de trocas de arquivos de áudio que praticamente destruiu a indústria fonográfica, e este teve que se adaptar, o mesmo acontece com o mercado do sexo onde publicações outrora tradicionais como conhecidas revistas masculinas veem amargando prejuízos constantes mediante à oferta de conteúdo gratuito adulto na internet.

Cirurgião que fez 320 mudanças de sexo: "Decidi desafiar Deus"


Quando iniciou uma operação de 11 horas para criar um pênis funcional num monge budista que nasceu mulher, o Dr. Kim Seok- Kwun tinha consciência de que o seu trabalho seria alvo de um mal-estar em seu país profundamente conservador. Protestante devoto, o médico conhecido como “o pai dos transexuais da Coreia do Sul” lida a cada cirurgia com sentimentos conflitantes.

Conversando com a AP pouco antes de operar o monge, Seok- Kwun deu uma declaração contundente a respeito da natureza de seu trabalho: "Eu decidi desafiar a vontade de Deus". O coreano tem em seu currículo 320 cirurgias de adequação de gênero – ou de mudança de sexo, como a operação é mais popularmente conhecida. A grande maioria destes procedimentos – 210 – transformou corpos masculinos em femininos.

“No começo, eu refleti muito se deveria fazer essas operações, porque me questionava sobre estar desafiando a vontade de Deus. Eu ficava tomado por um sentimento de vergonha. Mas meus pacientes precisavam das cirurgias desesperadamente. Sem isso, eles se matariam”, justifica o cirurgião plástico de 61 anos, que atua no Hospital Universitário Dong-A, na cidade de Busan.

Quando começou a fazer as cirurgias na década de 1980, Seok- Kwun recebeu uma reprimenda do pastor da igreja que frequentava. Amigos e colegas médicos diziam que ele iria para o inferno por conta de seu trabalho. Apesar disso, ele sente um grande prazer em ajudar as pessoas que se sentem presas a um corpo errado, um ato que ele define como “corrigir os erros de Deus”.

"Algumas pessoas nascem sem os órgãos genitais, com lábios leporinos, sem orelhas ou com os dedos grudados. Por que Deus criou as pessoas assim? Estes não são erros de Deus?”, questiona Seok- Kwun. “Um identidade sexual incompatível também não é um erro?”, prossegue o cirurgião, que faz este trabalho há 28 anos.

Na Coreia do Sul, as minorias sexuais são alvos de preconceito, numa consequência das crenças confucionistas, que determinam que crianças não devem modificar o corpo que receberam de Deus. Além disso, há ainda uma forte influência de uma comunidade cristã conservadora e os resquícios das ditadurasmilitares, que ignoravam as vozes minoritárias.

Operações de mudança de sexo "são uma blasfêmia contra Deus, que tornam o mundo um lugar mais miserável", na opinião do reverendo Jae Hong Chul , presidente do Conselho Cristão da Coreia, com sede em Seul. Ele definiu os comentários de Seok- Kwun como "amaldiçoados e deploráveis”.

COMO A PEQUENA SEREIA 

Seok- Kwun começou a fazer cirurgias em 1986, depois de receber várias visitas de homens que pediam cirurgias de mudança de sexo para o médico. Sua paciente mais famosa é a cantora, atriz e modelo transexual Harisu

Conversando com a reportagem num café de Seul, Harisu descreveu a dor que sentiu após a cirurgia como “um martelo batendo seus órgãos genitais”. Mas ao sair do hospital, ela já se sentia renascida. A artista multitalentos compara sua transformação como a que ocorreu com a protagonista do filme da Disney “A Pequena Sereia” (1989), que troca sua cauda de peixe por pernas humanas.

Feliz com a mudança, Harisu acha impensável a possibilidade de não ter feito a adequação de gênero. “Se continuasse vivendo como um homem, eu já estaria morta”, admite a cantora. “Eu já era mulher, ao não ser pelos meus genitais. Eu sou uma mulher, então eu quero viver como uma”, completa ela.

Muitos dos primeiros pacientes de Seok- Kwun tinham entre 40 e 50 anos. Ao tentar se operar, eles eram ameaçados pelos pais, que prometiam os deserdar até minutos antes da cirurgia. Hoje, a maioria de seus pacientes está na casa dos 20 anos.

Agora, muitos pais topam custear as cirurgias. O custo para operar um homem que deseja se tornar mulher vai de R$ 22 mil a R$ 32 mil. A cirurgia oposta, que dá uma identidade masculina a alguém que nasceu num corpo feminino, sai mais caro, já que o procedimento é mais complexo. O valor é de R$ 65 mil.

Seok- Kwun estabelece algumas condições antes de operar alguém. Os pacientes são orientados a passar pelo menos um ano usando as roupas do gênero que vão assumir, além de conseguir a aprovação dos pais. Por fim, dois psiquiatras devem diagnosticar a pessoa como uma portadora de um transtorno de identidade de gênero

O ambiente na Coreia do Sul dá sinais de que está ficando mais tolerante, com celebridades homossexuais assumidas e com filmes de temática gay se tornado hits. Mesmo assim, os transexuais continuam sendo alvo de abuso, insultos e assédio por lá. O governo conservador do presidente Park Geun-hye prometeu criar uma ampla lei antidiscriminação quando assumiu, em 2013, mas não houve avanços neste sentido.

Em 2012 , os protestos veementes de ativistas conservadores e cristãos forçaram um canal de TV a desistir de apresentar um talk show com pessoas transexuais.

Atriz Cameron Diaz revela que tem 'quedinha' pelo sexo feminino


"Acho que toda mulher já foi atraída sexualmente por outra mulher em algum momento", afirmou em entrevista para a edição de abril da revista ‘Glamour’ inglesa.

Na edição de abril da revista ‘Glamour’ inglesa, a atriz Cameron Diaz revelou que tem uma quedinha pelo sexo feminino.

"Eu acho a mulher muito bonita. E acho que toda a mulher já foi atraída sexualmente por outra mulher em algum momento. É natural ter conexão e apreciar a beleza de outra mulher", disse ela, que atualmente está solteira.

A atriz aproveitou também para falar sobre vaidade, que ela jura não ter muita:
"Se eu vejo uma foto feia minha numa revista, eu não ligo. Mas é engraçado estar nesse mundo da forma como estou. Você realmente acaba tendo que se manter bem, senão é fácil perder a cabeça".

Homens passariam mais de 4h por dia fazendo sexo, diz estudo.


Os homens passariam mais de quatro horas por dia fazendo sexo e apenas três horas e meia trabalhando, se pudessem escolher, de acordo com nova pesquisa encomendada pela Unilever. A divisão ideal das horas seria: 4h19 para o sexo, 3h36 de trabalho, 3h22 para ver amigos e familiares, 2h38 comendo e bebendo, 29 minutos para se arrumarem e o restante das horas seria para dormir. As informações são do Daily Mail.

A pesquisa apurou que 64% dos homens usam smartphones e tablets enquanto estão no banheiro e 26% organizam uma lista de afazeres na cabeça enquanto têm relações sexuais com a parceira. Dos entrevistados com menos de 34 anos, 51% acreditam que perdem experiência de vida quando não preenchem todas as horas do dia.

Cerca de 70% deles estariam dispostos a cortar o número de amigos para incluírem mais atividades durante o dia. O tempo de descanso, nas férias, também é aproveitado para 20% dos homens com estudos de uma nova língua. Paul O'Connor, gerente da marca da Unilever, disse que “as exigências da sociedade moderna pressionam os jovens a colocarem cada vez mais coisas em suas vidas”.

Sexo casual, o “Bang with Friends


Com o advento da internet, temos observado que as expressões da globalização são muito mais do que a comunicação imediata e rápida entre as pessoas e comunidades com as mais diferentes culturas e costumes. O acesso ficou muito mais simples e fácil entre pessoas de outras cidades, estados, países. 

A web vem revolucionando a maneira das pessoas obterem informações sobre tudo e todos. Acontece que com a internet, as redes sociais estão propiciando formas muito particulares de relacionamentos. A propósito, as pessoas estão sofrendo uma verdadeira transformação decorrente dos chats, do facebook e dos sites que promovem outras reflexões e reformula condutas e posicionamentos diante do amor e do sexo.

Como a internet possibilita até o mais tímido ser o mais “garanhão”, a recatada a mais pervertida, a fantasia é o elemento principal que sustenta os vínculos virtuais. Fantasia, inclusive, que estimula o imaginário, as possibilidades e abre um “leque” enorme para os desejos acontecerem. Por isso que alguns sites surgem como um sinalizador, um efeito globalizante, libertário e libidinoso da internet, em que o amor romântico se rende aos imediatismos do prazer.

Sites que promovem encontros amorosos, para namorar, como o famoso “eHarmony” ou o site “Grindr”, que é uma espécie de GPS que ajuda encontros entre homossexuais, são exemplos das transformações na maneira de expressar e formular os relacionamentos afetivos e sexuais. Outros sites, ainda, facilitam o encontro anônimo entre pessoas dispostas a trair seus companheiros como o “Ashley Madison”, com mais de 17 milhões e meio de usuários. A voracidade sexual aumentou e agora, deleitar-se até “lamber os dedos” tornou-se uma realidade.

A nova ressonância sexual na internet é o surgimento do “Bang with Friends”, numa tradução chula como “transar com os amigos”. Este aplicativo para o facebook consiste em listar os amigos os quais a pessoa iria para a cama. O convite é enviado e é só aguardar. Se aceito o convite, o usuário receberá uma mensagem “It´s banging´ time! You´ve got bangin` match” – “é hora de transar...”, ou seja, foi dada a partida para o encontro.

O amor romântico sai de cena e dá lugar à voracidade sexual, sem demora e com certezas. Com o “Bang” a conversa é desnecessária e as pessoas recebem a confirmação apenas de quem aceita a proposta. Os desejos são expostos e o clima erótico se constitui. Sem perda de tempo, as amizades transformam-se e são naquele momento potencialmente sexualizadas. Uma opção para quem quer romper com a vergonha e está disposto ao encontro. O aplicativo, criado por três universitários californianos, ajuda os amigos a apimentar mais a relação e criar rapidamente um elo entre eles.

O sexo casual substitui o sexo com compromisso. A casualidade consiste, justamente, em não criar expectativas no outro e se isentar de sentimentos de possessividade ou exclusividade. O encontro é um pretexto para interesses pessoais, a própria satisfação. O prazer está sempre em evidência e o outro é entendido como instrumento para se alcançar o orgasmo. A casualidade está sustentada em carinho e respeito, a amizade continua, mas o envolvimento emocional não é a tônica do encontro.

Se o sexo hoje sofre influências da internet, antes esta quebra de paradigmas sociais aconteceu por conta do telefone e do carro que propiciou o encontro marcado com intenções sexuais. Para cada época, o surgimento de um movimento social próprio, dependendo das necessidades vigentes. A revolução sexual, que iniciou em 1960, e que tinha como slogan a liberação sexual é estendida aos dias de hoje, mas desta vez, através da internet.

A internet amplificou as relações entre as pessoas e hoje elas assumem como de fato são, sem se basearem em estereótipos arcaicos e deturpados. A promiscuidade ganha outra conotação e é um estilo de vida mais aceito. Diante deste contexto, o “Bang” é outro sinal de que o amor romântico perde força e sucumbe às necessidades do desejo livre e desimpedido.

Dicionário do sexo: conheça o significado dos diferentes termos e divirta-se


Seu parceiro já chegou com uma proposta para inovar no sexo e você não aceitou por não conhecer o termo usado por ele? Você fica meio por fora quando as suas amigas começam a conversar sobre assuntos mais apimentados? Para te ajudar a desvendar algumas dessas práticas sexuais, o DaquiDali montou um divertido dicionário.

“Esses termos dão um toque de brincadeira e sensualidade num jogo de sedução bastante divertido. É bacana ler com o marido, dar risada e ver o que gostariam de experimentar. Isso apimenta a relação com um toque de humor”, fala a sensual coach FátimaSe Moura, que te explica cada um deles.

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Essa é uma das posições mais famosas do Kama Sutra, o livro sexual indiano datado do século IV e até hoje considerado um guia definitivo do amor. Nela, os parceiros fazem e recebem sexo oral simultaneamente. “É bacana porque você se entrega ao prazer mútuo, dando e recebendo ao mesmo tempo”, diz.

Beijo borboleta

Não precisa se assustar, você não vai ter que ficar em nenhuma posição complexa e muito diferente. Beijo borboleta nada mais é do que dar beijinhos rápidos no corpo e na região genital, o que amplia as sensações.

Beijo grego

Também conhecido como anilingus, significa lamber e beijar o ânus, uma região bastante sensível do corpo. “É uma maneira mais sutil de entrar na área do sexo anal. É também uma forma de se preparar para essa prática, já que relaxa a região e torna tudo mais fácil”, revela Fátima.

Bondage

O nome pode ser estranho, mas não tem nenhum bicho de sete cabeças: trata-se de amarrar o outro durante o sexo. “Dessa forma você priva o parceiro do toque, o que dá ainda mais vontade de tocar e aflora os sentidos. É legal fazer o papel de dominadora nessa hora, para dar um prazer muito maior e realmente brincar de inverter um pouco a situação”, indica.

DP

Não, DP não é aquela matéria que você ou o filho reprovaram na faculdade. No mundo sexual a sigla significa dupla penetração, que pode acontecer com a ajuda de um vibrador ou com dois parceiros. 

Espanhola

Fazer uma espanhola significa masturbar o parceiro usando os seios, seja com movimentos de vai e vem ou só usando como apoio para o pênis durante o sexo oral. E esqueça aquela ideia de que o bumbum é a preferência nacional: “hoje em dia os seios estão em evidência, o brasileiro já se liga muito num belo decote. Dá para todo mundo fazer, mesmo com seios menores”.

Ménage à trois

É o famoso sexo a três, que costuma ser a fantasia de boa parte dos homens. Para fazer, é preciso muita conversa para driblar o possível ciúme e deve existir muita confiança entre o casal. “Hoje em dia ele não é mais exclusividade masculina, vejo muitas mulheres que tem a vontade de experimentar”, diz a especialista.

Roleplay

Sabe aquelas fantasias de enfermeira ou policial que eles adoram? O roleplay nada mais é do que levar isso a outro nível: contar uma história e interpretar para tirar o sexo do lugar comum. “Pode usar as fantasias e mergulhar em um enredo, mas tem que ter mais intimidade para ter certeza que ele vai gostar e que não vai virar algo cômico”, adverte.

Sadomasoquismo

Uma junção entre sadismo, que é a excitação com o “sofrimento” do parceiro, e o masoquismo, o prazer em se sentir dominado. Ao contrário do que muita gente acredita, não é preciso realmente sentir dor física, o foco é mesmo a sensação de submissão. Chicotinhos, vendas e algemas fazem parte dessa brincadeira de colocar uma das partes no comando.

Swing

É como as pessoas se referem à troca de casais, que geralmente ocorre em casas ou clubes próprios para essa finalidade. Lá você pode ou não experimentar essa troca, nada é obrigatório.

Homens infiéis fazem mais de 50 quilómetros só pelo sexo


Para fugir à "monotonia do casamento" há homens que procuram amantes na net e não se importam de percorrer grandes distâncias.

A monotonia no casamento é a principal razão que leva os homens portugueses a procurar amantes e a maioria considera ser possível ter uma relação extraconjugal sem qualquer envolvimento emocional. As conclusões são de estudo feito pelo site Second Love - vocacionado para pessoas comprometidas e casadas que procuram um affair - com mais de 126 mil utilizadores registados em Portugal.

Um inquérito feito a 1912 homens registados mostra que muitos fazem dezenas de quilómetros para se encontrarem com as amantes que conhecem na internet: quase metade dos inscritos (44,7%) admitiram já ter percorrido mais de 50 quilómetros só para terem sexo com desconhecidas. Mas, afinal, por que razão traem? O motivo mais invocado - por 38,4% dos homens - é "a monotonia sentida no casamento". Já 34,7% dos utilizadores dizem que o fizeram porque "surgiu a oportunidade e foi incontrolável". Em terceiro lugar na lista de razões que conduzem à traição está a falta de sexo na relação, responsável por 32,7% dos affairs.

Segundo o mesmo estudo, boa parte dos homens ainda admite ter práticas sexuais diferentes com as amantes e as suas mulheres. À pergunta "que experiências sexuais não pratica em casa, mas sim com a amante", 27,6% dos utilizadores masculinos responderam "sexo anal", 16,9% referiram o sexo oral e 16,4% fizeram referência ao "carinho e conversa" a seguir ao sexo. O inquérito conclui, por outro lado, que os portugueses são frios com as amantes. Quase 60% dos inquiridos (59,2%) dizem que é possível ter uma relação longa com uma amante sem qualquer envolvimento e sem se apaixonarem - o que mostra que a maioria dos infiéis estão interessados manter o seu casamento. Talvez por isso, 39,7% dos homens garantiram que não comparam a performance sexual da mulher com a da amante.

Já quando questionados sobre que tipo de relação faz, idealmente, um homem feliz, 34,9% dos utilizadores masculinos do site falaram numa "relação aberta". Para 23,9%, o ideal é estar bem casado e ter uma amante em simultâneo e só 23,6% dos homens disseram que o melhor é estar casado sem ter necessidade de recorrer a amantes.

Sobre os comportamentos que os homens infiéis têm na internet antes de marcarem encontros cara-a-cara, a maior parte (42,5%) prefere seduzir com mensagens "para criar clima", mas recusa fazer sexo virtual. Além disso, 62,6% admitiram já ter pensado em manter duas amantes ao mesmo tempo, além da companheira oficial. E para 30,7% dos homens "a beleza e o corpo" das amantes são aspectos "importantes". O inquérito, divulgado esta semana, foi enviado aos utilizadores do site em Novembro e Dezembro. As respostas foram dadas anonimamente.

“Os homens procuram uma amante de longa duração”
Bruno Inglês, Sexólogo

Por que razão os homens procuram amantes na internet, em detrimento da “vida real”? 
É importante realçar que este inquérito não é representativo da população portuguesa, porque as pessoas inscritas no site estão lá por um único e exclusivo motivo – a infidelidade. De qualquer forma, é mais fácil encontrar parceiros (as) em sites deste tipo porque existe um objectivo comum: é rápido e facilitador, mesmo para quem tenha com poucas competências interpessoais. Além disso, o “cardápio” de parceiros sexuais é vasto e diversificado.

A maioria dos homens infiéis não querem abdicar das esposas. Porquê?
Quando os homens não querem qualquer espécie de envolvimento emocional saltitam de parceira em parceira, de preferência sem troca de número de telemóvel. Existem vários estudos, inclusive relacionados com o mundo da prostituição, que indicam que os homens preferem manter uma amante de longa duração. Procuram uma relação de intimidade e de afecto, mas não obrigatoriamente de “paixão”. Talvez até por eventualmente não querer usar preservativo, um homem prefira uma amante fixa e exclusiva. No final do dia, é certo que não pretendem abdicar dos seus casamentos.

Alguns homens dizem que traíram só porque surgiu oportunidade. Que razões levam à traição? 
Não podemos generalizar, mas a minha prática clínica leva-me a crer que uma parte considerável dos homens apenas necessita de uma oportunidade. E depois o desejo toma conta da situação. Já as mulheres agem mais por motivação sexual do que por desejo. Necessitam contextualizar a traição.

Tenha orgasmos mais longos e intensos com o sexo tântrico

O orgasmo é o objetivo da maioria das pessoas quando o assunto é sexo. E não pode ser qualquer orgasmo, tem que ser um daqueles que fica guardado na memória e faz você sonhar com a habilidade de repetir.

Para ajudar você a encontrar esse orgasmo dos sonhos, conversamos com a escritora e professora dos cursos “Deusa do Amor”, Celine Imaguire, que nos ajudou a entender o que é o sexo tântrico e como podemos usar em nossa vida.

O que é o sexo tântrico?
O tantra é um conhecimento que teve origem na Índia há mais de 3000 anos. É uma pratica direcionada à saúde, sexualidade e bem-estar. Ele inclui exercícios físicos, alimentação adequada e atividade sexual aprimorada, visando melhor qualidade de vida. O mais interessante é que esta pratica aproveita a poderosa energia sexual e o êxtase do orgasmo para levar a um maior desenvolvimento mental e espiritual.

Quais os benefícios desse tipo de sexo?
Atualmente, os estudiosos do tantra e pompoarismo observaram que as pessoas que praticam estas técnicas são mais saudáveis, parecem mais jovens do que a sua idade cronológica e tem mais disposição sexual. Sua performance sexual é extremamente diferenciada, sofisticada e sabem os segredos de como transformar uma noite de amor numa experiência muito mais intensa e transcendental.

Como funciona o orgasmo nesse tipo de prática?
No sexo tântrico o casal desenvolve os sentidos. Trazendo ao sexo sensações e emoções dificilmente alcançadas numa relação normal. Aumenta o afeto, paixão e o amor. Levando o casal a níveis inimagináveis de prazer e o êxtase do melhor e mais potente de todos os orgasmos que é chamado de ”hiperorgasmo”.

Como é a prática para preparar o corpo para o tântrico?
Para preparar o corpo para o sexo tântrico usamos técnicas de ginástica do “kama sutra”, em especial o pompoarismo para que o corpo e os músculos da pelve adquiram flexibilidade e desenvoltura para dar e receber mais prazer no ato sexual.

Existem níveis de aprendizado do sexo tântrico?
Sim, existem os exercícios mais simples que chamamos de pompoarismo natural, como ficar de cócoras para fortalecer o assoalho pélvico e também contrair voluntariamente a musculatura genital de pé ou sentado que são chamados exercícios do “Dr Kegel” - médico ginecologista americano que observou resultados excelentes entre os orientais e divulgou esta técnica saudável nos EUA e depois em muitos outros países.

Como são os exercícios e seus benefícios?
O pompoarismo é uma ginástica para a saúde sexual indicada por ginecologistas e urologistas, no caso dos homens. Direcionada ao fortalecimento dos músculos usados para fazer amor especialmente os localizados na área pélvica. No caso dos homens, os músculos ligados ao mecanismo de ereção e nas mulheres fortalece os músculos internos vaginais. Mas num sentido mais amplo, o pompoarismo significa ter uma performance sexual diferenciada, em que se incluem movimentos mais intensos e voluptuosos que aumentam o prazer e o potencial orgástico do casal.

O treinamento de pompoarismo masculino aumenta a potencia, tempo de ereção e rigidez do membro. Para homens não se usa acessórios. São técnicas que, depois de aprendidas, podem ser adaptados para serem usados em casa, na academia etc.

Para as mulheres é importante fazer o exercício simples de contrair a vagina diversas vezes por dia, que pode ser feito em casa ou em outros locais porque é imperceptível. Para elas, os exercícios podem se tornar mais eficazes com os acessórios que estimulam o prazer e previnem a incontinência urinária e flacidez vaginal. Quando a mulher pratica os exercícios aumenta a força muscular, tornando-se mais “apertadinha” e podendo aprimorar cada vez mais os movimentos com a musculatura interna e surpreender com a “secreta massagem vaginal das gueixas” ou as “sucções das tailandesas” fazendo o homem ter as mais privilegiadas sensações de prazer.

Sabemos que a maioria mulheres só tem orgasmos de baixa intensidade e de breves segundos, geralmente por estimulação clitoriana. Muitas não têm ou têm dificuldades para obter orgasmos mais poderosos e intensos. Por este motivo, o pompoarismo é importantíssimo para o prazer da mulher e vem sendo recomendado por especialistas e sexólogos porque os exercícios aumentam o tônus da musculatura interna vaginal onde está localizado o “ponto G” e outras áreas erógenas, ampliando o potencial orgástico.

Meditação orgásmica promete sexo melhor para mulheres


A técnica consiste, basicamente, no toque em um ponto específico do clitóris por 15 minutos.

Onze orgasmos em um dia. É isso que uma praticante da "orgasmic meditation" (meditação orgásmica, em tradução do inglês) garante ter alcançado. A técnica consiste, basicamente, no toque em um ponto específico do clitóris por 15 minutos.

Os instrutores garantem que, com a prática regular, a atividade aumenta a libido, diminui o estresse, aumenta o prazer sexual e, principalmente, ajuda a mulher a alcançar orgasmos.

A prática tenta unir sexo à espiritualidade, estabelecendo uma conexão entre o clitóris e a mente que ultrapasse o prazer físico.

Basicamente, a técnica ensina aos homens a conhecer e prestar mais atenção ao corpo feminino, e em suas sensações, e ajuda a mulher a dar mais atenção ao próprio prazer. É como seu os dois fizessem um tipo de meditação cujo alvo é o clitóris.

A meditação orgásmica é a base do chamado movimento "slow sex" (sexo lento), que tem por objetivo proporcionar uma conexão mais profunda durante o sexo e aumentar a intimidade entre o casal. Há uma empresa especializada no treinamento dessa meditação erótica, a OneTaste, fundada pela terapeuta sexual norte-americana Nicole Daedone.

Pessoas que procuram a OneTaste são apresentadas à técnica por dois praticantes experientes. Depois, cada homem que participa da aula tenta reproduzir aquilo que viu em uma das mulheres do grupo, que deve abaixar as calças e se deitar em travesseiros. Geralmente, o exercício é praticado entre desconhecidos. A estimulação no clitóris é cronometrada e dura exatamente 15 minutos.

Encantados pela técnica, alguns dos participantes optam até mesmo por viver em comunidade para se aprofundarem mais na busca pelo prazer.

Para entender melhor como é essa prática e quais o benefícios pode trazer para a mulher, conversamos com a instrutora de meditação orgásmica Justine Dawson, diretora sênior e de conteúdo da OneTaste. Antes de dedicar a vida a ajudar mulheres a sentir mais prazer na vida sexual, a canadense, que hoje vive nos Estados Unidos, já trabalhou como assistente social e instrutora de meditação budista.

Como você conheceu a meditação orgásmica?

Justine Dawson: Eu pratico meditação desde 1998 e me tornei instrutora de meditação budista. Depois de longos períodos em retiros espirituais, surgiu o desejo de integrar minha prática com o sexo, o que me trouxe para a OneTaste. Desde então, tenho sido praticante da meditação orgásmica e sou instrutora há cinco anos.

O que as pessoas que procuram a OneTaste estão buscando?

Justine: As pessoas nos procuram quando estão buscando por uma conexão mais profunda em suas vidas. E nós oferecemos um ambiente para que a sexualidade seja explorada. Nós já ensinamos milhares de pessoas a praticar a meditação orgásmica desde que fundamos o espaço, em 2004.

Qual é o perfil das pessoas que procuram vocês?

Justine: Pessoas de todas as idades e de diversos estilos praticam a meditação orgásmica. Algumas são casadas e não têm muita interação com a comunidade; algumas são solteiras e tendem a se conectar com muitas pessoas dentro da prática. Outras optam por viver juntas para fazer da meditação orgásmica uma prática muito regular em suas vidas e experimentar os benefícios da imersão em um ambiente.

Quem administra essas comunidades?

A equipe da OneTaste não vive com os membros da comunidade. As "casas OM (Orgasmic Meditation)" são dirigidas independentemente pelos praticantes. Nós também temos uma rede social que conecta todos que já aprenderam a prática. Chama-se "OM Hub"e é um espaço com privacidade para que as pessoas possam dividir suas experiências, fazer perguntas para a equipe da OneTaste e encontrar praticantes.

O que exatamente as pessoas aprendem, passo a passo?

Justine: As pessoas começam aprendendo a filosofia básica da prática, que inclui reduzir o ritmo e concentrar-se nas sensações do corpo. Depois, aprendem regras de etiqueta. Como é uma prática que envolve uma comunidade, é importante que todos sigam algumas normas. Por exemplo, não há nenhum tipo de comércio na OM. Isso significa que se duas pessoas fazem a meditação orgásmica juntas, uma pessoa não deve nada para a outra. É uma experiência com benefícios mútuos, não uma coisa que uma faz por outra.

Só então nós ensinamos o passo a passo da prática. A estrutura é sempre a mesma. Normalmente, nós fazemos uma apresentação em nossa classe com dois praticantes experientes, assim os participantes podem ver o que é possível alcançar quando duas pessoas praticam a meditação orgásmica por um longo tempo.

Os homens aprendem sobre a anatomia feminina, principalmente a encontrar o ponto localizado no quadrante esquerdo superior do clitóris. Nós, então, ensinamos a eles técnicas básicas de acariciamento. As mulheres aprendem como relaxar completamente durante a experiência, sem se preocupar com reciprocidade –o que é desafiador para muitas delas.

Com o tempo, essa prática expandirá a capacidade da mulher de sentir prazer sexual. Tanto os homens como as mulheres sentem diferentes nuances de sensações em seus corpos durante a prática, e o trabalho deles é apenas o de prestar atenção nelas.

Deve haver uma regularidade na prática do processo?

Justine: Nós, normalmente, recomendamos pelo menos três vezes por semana para os novos praticantes.

As mulheres tendem a pensar muito durante o sexo. Quanto isso pode prejudicar a vida sexual delas?

Justine: Parte do que torna a meditação orgásmica tão benéfica é que ela afasta os pensamentos. Na meditação tradicional, quando a mente vagueia, você se volta para a respiração. Na meditação orgásmica você se concentra na sensação em seu corpo. Uma vez que você pratica isso, é mais fácil estar mais presente no sexo normal, o que melhora a experiência. Quanto mais presente você está, melhor será o sexo.

É verdade que as mulheres têm menos desejo sexual?

Justine: Nós costumamos dizer que, na verdade, as mulheres querem mais sexo do que os homens. Elas só não necessariamente querem o sexo que está no cardápio. A meditação orgásmica não tem objetivo. Ou seja, não há um objetivo em que se deve chegar. Isso é muito diferente do sexo regular, no qual as pessoas estão sempre tentando chegar ao clímax, e sua capacidade de atingi-lo é usada como medida para determinar quão bom o sexo foi.

Nós descobrimos que isso não funciona muito bem para o corpo das mulheres. Essa fixação pelo orgasmo pode acabar com todo o resto da experiência. Você não presta atenção àquilo que está sendo vivido, porque você está tão determinada a chegar ao orgasmo que fica desapontada se não conseguir atingi-lo. O corpo das mulheres tende a ser mais receptivo ao toque que não é atrelado a um objetivo. Esse é o caso da meditação orgásmica.

O que as mulheres deveriam saber sobre a importância da sua sexualidade?

Justine: Como mulheres, nós passamos um bom tempo das nossas vidas com o objetivo de fazer as coisas parecerem certas: ter o emprego certo, o parceiro certo, passar a imagem certa. E, na cama, é a mesma coisa. A gente se preocupa em parecer bem, em vez de se sentir bem. Quando você começa a dar importância a sua sexualidade, você dá importância a ter uma vida que realmente te faz bem interiormente, em vez de sempre buscar pela afirmação dos outros.


Mulheres, o sexo forte !


As homenagens foram visíveis em todos os lugares. A partir de hoje, desde muito cedo, em locais como escolas, repartições públicas, empresas, instituições financeiras, Correios, etc. Algumas mais efusivas e animadas, como na Assembleia Legislativa de Goiás, outras, tímidas e contidas, como no CEP em Artes Basileu França/Veiga Valle.

Nas ruas, se as chuvas torrenciais de Março permitirem certamente distribuir-se-ão rosas e flores. Homenagens que são justas e merecidas. Louva-se à mulher guerreira, competente, presente em todos os momentos da vida.

De Helena de Tróia às lavadeiras do Rio Vermelho em Goiás, De Madre Teresa De Calcutá à Tereza Batista, de Jorge Amado, tão cansada de guerra, todas, cada uma traz histórias de vida. Sejam histórias alegres, de esperança, ou mesmo de dores. E sempre acreditam na força e na coragem que trazem dentro de si. Estão ou ficaram sozinhas? Então, enfrentam o que preciso for. Não fraquejam e não se entregam. Lutam e dão conta. Para talvez, em um fim de dia, sentar-se diante de um aparelho de TV e poder por breves momentos, buscar nas historias e romances, sonhos e devaneios, amores contidos que não aconteceram e permanecem nos recônditos da alma e do coração.

O hitMulher – Sexo frágil, sucesso dos anos 1980, composição de Erasmo Carlos, foi talvez uma das primeiras manifestações sérias que ouvi, onde se reconhece a força e a capacidade da mulher, guerreira e corajosa em sua essência e portadora da vida. Erasmo Carlos foi muito feliz e está coberto de razão ao afirmar: “dizem que a mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda...”.

De rainha do lar, dona de tudo, mãe amorosa, esposa dedicada e capaz de fazer um homem feliz, à mulher que por mérito ocupou espaços. É hoje realmente a dona de tudo, comanda nações, instituições, escolas de samba e muito mais.Mantém prerrogativas muito exclusivas. A mulher é ainda aquela mãe, cuidadosa e zelosa de sua família, seus filhos, sua casa, não obstante a rotina massacrante de um dia inteiro – ou uma noite- de trabalho, quase sempre acrescentado pelo stress do difícil e quase invencível transito cotidiano.

E as mulheres que são muito mais fortes e aguerridas que os homens, com garra e coragem, felizmente não resistem a uma rosa, uma flor, um buquê. Melhor se for acompanhado de ternas e carinhosas palavras,de um poema, por mais singelo que seja. Com isso, retribuem e encantam com um sorriso especial, um brilho único no olhar.

Portanto, no dia da mulher, que se valorize e encante pessoa da mulher que sempre está ao lado do homem. 

Encante, cante, rememore momentos felizes e divertidos e acima de tudo, reconheça o brilho da estrela que está ao seu lado sempre,no mesmo caminho.

Parabéns pelo seu dia, mulheres guerreiras! Obrigado pela doçura e suavidade com que nos brindam sempre.

Afinal, para nossa felicidade, todos os dias, é o Dia da Mulher!

Sexo solitário! Pode? Pode e deve ser executado sem mitos

Desde 2010, uma escola na Espanha vem ensinando masturbação a jovens de 14 aos 17 anos. E também provocando polêmica entre pais e educadores. O curso, que é facultativo, faz parte de um programa introduzido pelas secretarias de Educação e Juventude da província espanhola Extremadura e intitulado “O Prazer Está em Suas Mãos”. O material didático inclui mapas de anatomia humana, explicações sobre tipos de brinquedos eróticos, formas de masturbações, entre outros. O curso pretende acabar com mitos que cercam o tema.

A história da masturbação é tão antiga quanto a própria história. Até o século XIX, a lenda da mão cabeluda tinha o aval da comunidade médica. E esse era um dos “efeito colaterais” mais brandos que se atribuíam ao sexo solitário. A lista de doenças masturbatórias era imensa: tuberculose, loucura, cegueira, anemia, envelhecimento precoce, calvície e epilepsia são apenas algumas delas. A invalidez e a morte eram o destino de quem ousasse tocar a si. A tolerância só viria no século XX, com o surgimento da psicanálise. Se todo mundo faz, por que a masturbação ainda é motivo de angústia, culpa e censura social?

Para Freud, não havia nada de anormal na masturbação. Bem, desde que ela fosse praticada durante a infância. Foi uma revolução para a época. Seu erro? Achar que a masturbação deveria dar lugar ao sexo a dois na idade adulta. Alguns estudiosos do assunto dizem que o uso do auto-erotismo como expressão da individualidade é legítimo e saudável. Alguns poucos ainda afirmam que fazer apologia à masturbação como uma sexualidade alternativa pode levar ao isolamento dos indivíduos. Nos tempos atuais, a repressão da masturbação costuma causar mais transtornos que o ato em si, especialmente em crianças. 

Hoje, é sabido que a masturbação na infância é importante, já que equivale à auto-exploração do corpo. Na adolescência, ela é vista pelos especialistas como uma prática fundamental para a satisfação sexual na vida adulta, por permitir um autoconhecimento do corpo, do prazer e das emoções. No tratamento das disfunções orgásticas, a masturbação é o elemento principal para capacitar a mulher a ter o primeiro orgasmo. 

Na vida adulta, a prática da masturbação solitária diminui, tornando-se mais utilizada como variante da atividade sexual do casal. E também quando os anos separam os casais, o indivíduo solitário volta a utilizar este método para o exercício da sua sexualidade. É uma hipocrisia social achar que esta prática não é utilizada por pessoas solitárias e de mais idade.

Estamos no século XXI e a maioria dos estudos mostra que, do ponto de vista clínico, é consenso que o sexo solitário não faz mal a ninguém. É recomendado para todas as idades. Então, se pode, converse com seu filho sobre o assunto. É quebrando barreiras que teremos as crianças de hoje sem culpa amanhã. Boa semana a todos.

Marca de lingerie japonesa cria sutiã que só abre por amor



A peça íntima tem um sensor e só abre sozinha se os batimentos cardíacos da mulher identificarem o sentimento.

A fabricante de lingerie japonesa Ravijour criou uma tecnologia para incentivar as suas consumidoras a só fazerem sexo com amor. Para isso, foi criado o sutiã “True Love Tester” (que, em tradução, significa teste do amor verdadeiro).

A peça íntima tem um sensor e só abre sozinha se os batimentos cardíacos da mulher identificarem o sentimento. Um sensor identifica a frequência cardíaca da mulher e envia via Bluetooth para um aplicativo de celular. 

Ao receber o relatório, o aplicativo compara a sensação da mulher no momento do sexo a atividades como fazer compras, assistir filmes de terror, fazer exercícios, etc. Caso o amor seja detectado, o sutiã se abre automaticamente para que o casal continue o ato sexual. 

O problema é que, se a mulher tiver alterações cardíacas em outros momentos, o sutiã pode abrir sozinho e causar situações constrangedoras....!!!