Atriz Cameron Diaz revela que tem 'quedinha' pelo sexo feminino


"Acho que toda mulher já foi atraída sexualmente por outra mulher em algum momento", afirmou em entrevista para a edição de abril da revista ‘Glamour’ inglesa.

Na edição de abril da revista ‘Glamour’ inglesa, a atriz Cameron Diaz revelou que tem uma quedinha pelo sexo feminino.

"Eu acho a mulher muito bonita. E acho que toda a mulher já foi atraída sexualmente por outra mulher em algum momento. É natural ter conexão e apreciar a beleza de outra mulher", disse ela, que atualmente está solteira.

A atriz aproveitou também para falar sobre vaidade, que ela jura não ter muita:
"Se eu vejo uma foto feia minha numa revista, eu não ligo. Mas é engraçado estar nesse mundo da forma como estou. Você realmente acaba tendo que se manter bem, senão é fácil perder a cabeça".

Homens passariam mais de 4h por dia fazendo sexo, diz estudo.


Os homens passariam mais de quatro horas por dia fazendo sexo e apenas três horas e meia trabalhando, se pudessem escolher, de acordo com nova pesquisa encomendada pela Unilever. A divisão ideal das horas seria: 4h19 para o sexo, 3h36 de trabalho, 3h22 para ver amigos e familiares, 2h38 comendo e bebendo, 29 minutos para se arrumarem e o restante das horas seria para dormir. As informações são do Daily Mail.

A pesquisa apurou que 64% dos homens usam smartphones e tablets enquanto estão no banheiro e 26% organizam uma lista de afazeres na cabeça enquanto têm relações sexuais com a parceira. Dos entrevistados com menos de 34 anos, 51% acreditam que perdem experiência de vida quando não preenchem todas as horas do dia.

Cerca de 70% deles estariam dispostos a cortar o número de amigos para incluírem mais atividades durante o dia. O tempo de descanso, nas férias, também é aproveitado para 20% dos homens com estudos de uma nova língua. Paul O'Connor, gerente da marca da Unilever, disse que “as exigências da sociedade moderna pressionam os jovens a colocarem cada vez mais coisas em suas vidas”.

Sexo casual, o “Bang with Friends


Com o advento da internet, temos observado que as expressões da globalização são muito mais do que a comunicação imediata e rápida entre as pessoas e comunidades com as mais diferentes culturas e costumes. O acesso ficou muito mais simples e fácil entre pessoas de outras cidades, estados, países. 

A web vem revolucionando a maneira das pessoas obterem informações sobre tudo e todos. Acontece que com a internet, as redes sociais estão propiciando formas muito particulares de relacionamentos. A propósito, as pessoas estão sofrendo uma verdadeira transformação decorrente dos chats, do facebook e dos sites que promovem outras reflexões e reformula condutas e posicionamentos diante do amor e do sexo.

Como a internet possibilita até o mais tímido ser o mais “garanhão”, a recatada a mais pervertida, a fantasia é o elemento principal que sustenta os vínculos virtuais. Fantasia, inclusive, que estimula o imaginário, as possibilidades e abre um “leque” enorme para os desejos acontecerem. Por isso que alguns sites surgem como um sinalizador, um efeito globalizante, libertário e libidinoso da internet, em que o amor romântico se rende aos imediatismos do prazer.

Sites que promovem encontros amorosos, para namorar, como o famoso “eHarmony” ou o site “Grindr”, que é uma espécie de GPS que ajuda encontros entre homossexuais, são exemplos das transformações na maneira de expressar e formular os relacionamentos afetivos e sexuais. Outros sites, ainda, facilitam o encontro anônimo entre pessoas dispostas a trair seus companheiros como o “Ashley Madison”, com mais de 17 milhões e meio de usuários. A voracidade sexual aumentou e agora, deleitar-se até “lamber os dedos” tornou-se uma realidade.

A nova ressonância sexual na internet é o surgimento do “Bang with Friends”, numa tradução chula como “transar com os amigos”. Este aplicativo para o facebook consiste em listar os amigos os quais a pessoa iria para a cama. O convite é enviado e é só aguardar. Se aceito o convite, o usuário receberá uma mensagem “It´s banging´ time! You´ve got bangin` match” – “é hora de transar...”, ou seja, foi dada a partida para o encontro.

O amor romântico sai de cena e dá lugar à voracidade sexual, sem demora e com certezas. Com o “Bang” a conversa é desnecessária e as pessoas recebem a confirmação apenas de quem aceita a proposta. Os desejos são expostos e o clima erótico se constitui. Sem perda de tempo, as amizades transformam-se e são naquele momento potencialmente sexualizadas. Uma opção para quem quer romper com a vergonha e está disposto ao encontro. O aplicativo, criado por três universitários californianos, ajuda os amigos a apimentar mais a relação e criar rapidamente um elo entre eles.

O sexo casual substitui o sexo com compromisso. A casualidade consiste, justamente, em não criar expectativas no outro e se isentar de sentimentos de possessividade ou exclusividade. O encontro é um pretexto para interesses pessoais, a própria satisfação. O prazer está sempre em evidência e o outro é entendido como instrumento para se alcançar o orgasmo. A casualidade está sustentada em carinho e respeito, a amizade continua, mas o envolvimento emocional não é a tônica do encontro.

Se o sexo hoje sofre influências da internet, antes esta quebra de paradigmas sociais aconteceu por conta do telefone e do carro que propiciou o encontro marcado com intenções sexuais. Para cada época, o surgimento de um movimento social próprio, dependendo das necessidades vigentes. A revolução sexual, que iniciou em 1960, e que tinha como slogan a liberação sexual é estendida aos dias de hoje, mas desta vez, através da internet.

A internet amplificou as relações entre as pessoas e hoje elas assumem como de fato são, sem se basearem em estereótipos arcaicos e deturpados. A promiscuidade ganha outra conotação e é um estilo de vida mais aceito. Diante deste contexto, o “Bang” é outro sinal de que o amor romântico perde força e sucumbe às necessidades do desejo livre e desimpedido.

Dicionário do sexo: conheça o significado dos diferentes termos e divirta-se


Seu parceiro já chegou com uma proposta para inovar no sexo e você não aceitou por não conhecer o termo usado por ele? Você fica meio por fora quando as suas amigas começam a conversar sobre assuntos mais apimentados? Para te ajudar a desvendar algumas dessas práticas sexuais, o DaquiDali montou um divertido dicionário.

“Esses termos dão um toque de brincadeira e sensualidade num jogo de sedução bastante divertido. É bacana ler com o marido, dar risada e ver o que gostariam de experimentar. Isso apimenta a relação com um toque de humor”, fala a sensual coach FátimaSe Moura, que te explica cada um deles.

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Essa é uma das posições mais famosas do Kama Sutra, o livro sexual indiano datado do século IV e até hoje considerado um guia definitivo do amor. Nela, os parceiros fazem e recebem sexo oral simultaneamente. “É bacana porque você se entrega ao prazer mútuo, dando e recebendo ao mesmo tempo”, diz.

Beijo borboleta

Não precisa se assustar, você não vai ter que ficar em nenhuma posição complexa e muito diferente. Beijo borboleta nada mais é do que dar beijinhos rápidos no corpo e na região genital, o que amplia as sensações.

Beijo grego

Também conhecido como anilingus, significa lamber e beijar o ânus, uma região bastante sensível do corpo. “É uma maneira mais sutil de entrar na área do sexo anal. É também uma forma de se preparar para essa prática, já que relaxa a região e torna tudo mais fácil”, revela Fátima.

Bondage

O nome pode ser estranho, mas não tem nenhum bicho de sete cabeças: trata-se de amarrar o outro durante o sexo. “Dessa forma você priva o parceiro do toque, o que dá ainda mais vontade de tocar e aflora os sentidos. É legal fazer o papel de dominadora nessa hora, para dar um prazer muito maior e realmente brincar de inverter um pouco a situação”, indica.

DP

Não, DP não é aquela matéria que você ou o filho reprovaram na faculdade. No mundo sexual a sigla significa dupla penetração, que pode acontecer com a ajuda de um vibrador ou com dois parceiros. 

Espanhola

Fazer uma espanhola significa masturbar o parceiro usando os seios, seja com movimentos de vai e vem ou só usando como apoio para o pênis durante o sexo oral. E esqueça aquela ideia de que o bumbum é a preferência nacional: “hoje em dia os seios estão em evidência, o brasileiro já se liga muito num belo decote. Dá para todo mundo fazer, mesmo com seios menores”.

Ménage à trois

É o famoso sexo a três, que costuma ser a fantasia de boa parte dos homens. Para fazer, é preciso muita conversa para driblar o possível ciúme e deve existir muita confiança entre o casal. “Hoje em dia ele não é mais exclusividade masculina, vejo muitas mulheres que tem a vontade de experimentar”, diz a especialista.

Roleplay

Sabe aquelas fantasias de enfermeira ou policial que eles adoram? O roleplay nada mais é do que levar isso a outro nível: contar uma história e interpretar para tirar o sexo do lugar comum. “Pode usar as fantasias e mergulhar em um enredo, mas tem que ter mais intimidade para ter certeza que ele vai gostar e que não vai virar algo cômico”, adverte.

Sadomasoquismo

Uma junção entre sadismo, que é a excitação com o “sofrimento” do parceiro, e o masoquismo, o prazer em se sentir dominado. Ao contrário do que muita gente acredita, não é preciso realmente sentir dor física, o foco é mesmo a sensação de submissão. Chicotinhos, vendas e algemas fazem parte dessa brincadeira de colocar uma das partes no comando.

Swing

É como as pessoas se referem à troca de casais, que geralmente ocorre em casas ou clubes próprios para essa finalidade. Lá você pode ou não experimentar essa troca, nada é obrigatório.

Homens infiéis fazem mais de 50 quilómetros só pelo sexo


Para fugir à "monotonia do casamento" há homens que procuram amantes na net e não se importam de percorrer grandes distâncias.

A monotonia no casamento é a principal razão que leva os homens portugueses a procurar amantes e a maioria considera ser possível ter uma relação extraconjugal sem qualquer envolvimento emocional. As conclusões são de estudo feito pelo site Second Love - vocacionado para pessoas comprometidas e casadas que procuram um affair - com mais de 126 mil utilizadores registados em Portugal.

Um inquérito feito a 1912 homens registados mostra que muitos fazem dezenas de quilómetros para se encontrarem com as amantes que conhecem na internet: quase metade dos inscritos (44,7%) admitiram já ter percorrido mais de 50 quilómetros só para terem sexo com desconhecidas. Mas, afinal, por que razão traem? O motivo mais invocado - por 38,4% dos homens - é "a monotonia sentida no casamento". Já 34,7% dos utilizadores dizem que o fizeram porque "surgiu a oportunidade e foi incontrolável". Em terceiro lugar na lista de razões que conduzem à traição está a falta de sexo na relação, responsável por 32,7% dos affairs.

Segundo o mesmo estudo, boa parte dos homens ainda admite ter práticas sexuais diferentes com as amantes e as suas mulheres. À pergunta "que experiências sexuais não pratica em casa, mas sim com a amante", 27,6% dos utilizadores masculinos responderam "sexo anal", 16,9% referiram o sexo oral e 16,4% fizeram referência ao "carinho e conversa" a seguir ao sexo. O inquérito conclui, por outro lado, que os portugueses são frios com as amantes. Quase 60% dos inquiridos (59,2%) dizem que é possível ter uma relação longa com uma amante sem qualquer envolvimento e sem se apaixonarem - o que mostra que a maioria dos infiéis estão interessados manter o seu casamento. Talvez por isso, 39,7% dos homens garantiram que não comparam a performance sexual da mulher com a da amante.

Já quando questionados sobre que tipo de relação faz, idealmente, um homem feliz, 34,9% dos utilizadores masculinos do site falaram numa "relação aberta". Para 23,9%, o ideal é estar bem casado e ter uma amante em simultâneo e só 23,6% dos homens disseram que o melhor é estar casado sem ter necessidade de recorrer a amantes.

Sobre os comportamentos que os homens infiéis têm na internet antes de marcarem encontros cara-a-cara, a maior parte (42,5%) prefere seduzir com mensagens "para criar clima", mas recusa fazer sexo virtual. Além disso, 62,6% admitiram já ter pensado em manter duas amantes ao mesmo tempo, além da companheira oficial. E para 30,7% dos homens "a beleza e o corpo" das amantes são aspectos "importantes". O inquérito, divulgado esta semana, foi enviado aos utilizadores do site em Novembro e Dezembro. As respostas foram dadas anonimamente.

“Os homens procuram uma amante de longa duração”
Bruno Inglês, Sexólogo

Por que razão os homens procuram amantes na internet, em detrimento da “vida real”? 
É importante realçar que este inquérito não é representativo da população portuguesa, porque as pessoas inscritas no site estão lá por um único e exclusivo motivo – a infidelidade. De qualquer forma, é mais fácil encontrar parceiros (as) em sites deste tipo porque existe um objectivo comum: é rápido e facilitador, mesmo para quem tenha com poucas competências interpessoais. Além disso, o “cardápio” de parceiros sexuais é vasto e diversificado.

A maioria dos homens infiéis não querem abdicar das esposas. Porquê?
Quando os homens não querem qualquer espécie de envolvimento emocional saltitam de parceira em parceira, de preferência sem troca de número de telemóvel. Existem vários estudos, inclusive relacionados com o mundo da prostituição, que indicam que os homens preferem manter uma amante de longa duração. Procuram uma relação de intimidade e de afecto, mas não obrigatoriamente de “paixão”. Talvez até por eventualmente não querer usar preservativo, um homem prefira uma amante fixa e exclusiva. No final do dia, é certo que não pretendem abdicar dos seus casamentos.

Alguns homens dizem que traíram só porque surgiu oportunidade. Que razões levam à traição? 
Não podemos generalizar, mas a minha prática clínica leva-me a crer que uma parte considerável dos homens apenas necessita de uma oportunidade. E depois o desejo toma conta da situação. Já as mulheres agem mais por motivação sexual do que por desejo. Necessitam contextualizar a traição.

Tenha orgasmos mais longos e intensos com o sexo tântrico

O orgasmo é o objetivo da maioria das pessoas quando o assunto é sexo. E não pode ser qualquer orgasmo, tem que ser um daqueles que fica guardado na memória e faz você sonhar com a habilidade de repetir.

Para ajudar você a encontrar esse orgasmo dos sonhos, conversamos com a escritora e professora dos cursos “Deusa do Amor”, Celine Imaguire, que nos ajudou a entender o que é o sexo tântrico e como podemos usar em nossa vida.

O que é o sexo tântrico?
O tantra é um conhecimento que teve origem na Índia há mais de 3000 anos. É uma pratica direcionada à saúde, sexualidade e bem-estar. Ele inclui exercícios físicos, alimentação adequada e atividade sexual aprimorada, visando melhor qualidade de vida. O mais interessante é que esta pratica aproveita a poderosa energia sexual e o êxtase do orgasmo para levar a um maior desenvolvimento mental e espiritual.

Quais os benefícios desse tipo de sexo?
Atualmente, os estudiosos do tantra e pompoarismo observaram que as pessoas que praticam estas técnicas são mais saudáveis, parecem mais jovens do que a sua idade cronológica e tem mais disposição sexual. Sua performance sexual é extremamente diferenciada, sofisticada e sabem os segredos de como transformar uma noite de amor numa experiência muito mais intensa e transcendental.

Como funciona o orgasmo nesse tipo de prática?
No sexo tântrico o casal desenvolve os sentidos. Trazendo ao sexo sensações e emoções dificilmente alcançadas numa relação normal. Aumenta o afeto, paixão e o amor. Levando o casal a níveis inimagináveis de prazer e o êxtase do melhor e mais potente de todos os orgasmos que é chamado de ”hiperorgasmo”.

Como é a prática para preparar o corpo para o tântrico?
Para preparar o corpo para o sexo tântrico usamos técnicas de ginástica do “kama sutra”, em especial o pompoarismo para que o corpo e os músculos da pelve adquiram flexibilidade e desenvoltura para dar e receber mais prazer no ato sexual.

Existem níveis de aprendizado do sexo tântrico?
Sim, existem os exercícios mais simples que chamamos de pompoarismo natural, como ficar de cócoras para fortalecer o assoalho pélvico e também contrair voluntariamente a musculatura genital de pé ou sentado que são chamados exercícios do “Dr Kegel” - médico ginecologista americano que observou resultados excelentes entre os orientais e divulgou esta técnica saudável nos EUA e depois em muitos outros países.

Como são os exercícios e seus benefícios?
O pompoarismo é uma ginástica para a saúde sexual indicada por ginecologistas e urologistas, no caso dos homens. Direcionada ao fortalecimento dos músculos usados para fazer amor especialmente os localizados na área pélvica. No caso dos homens, os músculos ligados ao mecanismo de ereção e nas mulheres fortalece os músculos internos vaginais. Mas num sentido mais amplo, o pompoarismo significa ter uma performance sexual diferenciada, em que se incluem movimentos mais intensos e voluptuosos que aumentam o prazer e o potencial orgástico do casal.

O treinamento de pompoarismo masculino aumenta a potencia, tempo de ereção e rigidez do membro. Para homens não se usa acessórios. São técnicas que, depois de aprendidas, podem ser adaptados para serem usados em casa, na academia etc.

Para as mulheres é importante fazer o exercício simples de contrair a vagina diversas vezes por dia, que pode ser feito em casa ou em outros locais porque é imperceptível. Para elas, os exercícios podem se tornar mais eficazes com os acessórios que estimulam o prazer e previnem a incontinência urinária e flacidez vaginal. Quando a mulher pratica os exercícios aumenta a força muscular, tornando-se mais “apertadinha” e podendo aprimorar cada vez mais os movimentos com a musculatura interna e surpreender com a “secreta massagem vaginal das gueixas” ou as “sucções das tailandesas” fazendo o homem ter as mais privilegiadas sensações de prazer.

Sabemos que a maioria mulheres só tem orgasmos de baixa intensidade e de breves segundos, geralmente por estimulação clitoriana. Muitas não têm ou têm dificuldades para obter orgasmos mais poderosos e intensos. Por este motivo, o pompoarismo é importantíssimo para o prazer da mulher e vem sendo recomendado por especialistas e sexólogos porque os exercícios aumentam o tônus da musculatura interna vaginal onde está localizado o “ponto G” e outras áreas erógenas, ampliando o potencial orgástico.

Meditação orgásmica promete sexo melhor para mulheres


A técnica consiste, basicamente, no toque em um ponto específico do clitóris por 15 minutos.

Onze orgasmos em um dia. É isso que uma praticante da "orgasmic meditation" (meditação orgásmica, em tradução do inglês) garante ter alcançado. A técnica consiste, basicamente, no toque em um ponto específico do clitóris por 15 minutos.

Os instrutores garantem que, com a prática regular, a atividade aumenta a libido, diminui o estresse, aumenta o prazer sexual e, principalmente, ajuda a mulher a alcançar orgasmos.

A prática tenta unir sexo à espiritualidade, estabelecendo uma conexão entre o clitóris e a mente que ultrapasse o prazer físico.

Basicamente, a técnica ensina aos homens a conhecer e prestar mais atenção ao corpo feminino, e em suas sensações, e ajuda a mulher a dar mais atenção ao próprio prazer. É como seu os dois fizessem um tipo de meditação cujo alvo é o clitóris.

A meditação orgásmica é a base do chamado movimento "slow sex" (sexo lento), que tem por objetivo proporcionar uma conexão mais profunda durante o sexo e aumentar a intimidade entre o casal. Há uma empresa especializada no treinamento dessa meditação erótica, a OneTaste, fundada pela terapeuta sexual norte-americana Nicole Daedone.

Pessoas que procuram a OneTaste são apresentadas à técnica por dois praticantes experientes. Depois, cada homem que participa da aula tenta reproduzir aquilo que viu em uma das mulheres do grupo, que deve abaixar as calças e se deitar em travesseiros. Geralmente, o exercício é praticado entre desconhecidos. A estimulação no clitóris é cronometrada e dura exatamente 15 minutos.

Encantados pela técnica, alguns dos participantes optam até mesmo por viver em comunidade para se aprofundarem mais na busca pelo prazer.

Para entender melhor como é essa prática e quais o benefícios pode trazer para a mulher, conversamos com a instrutora de meditação orgásmica Justine Dawson, diretora sênior e de conteúdo da OneTaste. Antes de dedicar a vida a ajudar mulheres a sentir mais prazer na vida sexual, a canadense, que hoje vive nos Estados Unidos, já trabalhou como assistente social e instrutora de meditação budista.

Como você conheceu a meditação orgásmica?

Justine Dawson: Eu pratico meditação desde 1998 e me tornei instrutora de meditação budista. Depois de longos períodos em retiros espirituais, surgiu o desejo de integrar minha prática com o sexo, o que me trouxe para a OneTaste. Desde então, tenho sido praticante da meditação orgásmica e sou instrutora há cinco anos.

O que as pessoas que procuram a OneTaste estão buscando?

Justine: As pessoas nos procuram quando estão buscando por uma conexão mais profunda em suas vidas. E nós oferecemos um ambiente para que a sexualidade seja explorada. Nós já ensinamos milhares de pessoas a praticar a meditação orgásmica desde que fundamos o espaço, em 2004.

Qual é o perfil das pessoas que procuram vocês?

Justine: Pessoas de todas as idades e de diversos estilos praticam a meditação orgásmica. Algumas são casadas e não têm muita interação com a comunidade; algumas são solteiras e tendem a se conectar com muitas pessoas dentro da prática. Outras optam por viver juntas para fazer da meditação orgásmica uma prática muito regular em suas vidas e experimentar os benefícios da imersão em um ambiente.

Quem administra essas comunidades?

A equipe da OneTaste não vive com os membros da comunidade. As "casas OM (Orgasmic Meditation)" são dirigidas independentemente pelos praticantes. Nós também temos uma rede social que conecta todos que já aprenderam a prática. Chama-se "OM Hub"e é um espaço com privacidade para que as pessoas possam dividir suas experiências, fazer perguntas para a equipe da OneTaste e encontrar praticantes.

O que exatamente as pessoas aprendem, passo a passo?

Justine: As pessoas começam aprendendo a filosofia básica da prática, que inclui reduzir o ritmo e concentrar-se nas sensações do corpo. Depois, aprendem regras de etiqueta. Como é uma prática que envolve uma comunidade, é importante que todos sigam algumas normas. Por exemplo, não há nenhum tipo de comércio na OM. Isso significa que se duas pessoas fazem a meditação orgásmica juntas, uma pessoa não deve nada para a outra. É uma experiência com benefícios mútuos, não uma coisa que uma faz por outra.

Só então nós ensinamos o passo a passo da prática. A estrutura é sempre a mesma. Normalmente, nós fazemos uma apresentação em nossa classe com dois praticantes experientes, assim os participantes podem ver o que é possível alcançar quando duas pessoas praticam a meditação orgásmica por um longo tempo.

Os homens aprendem sobre a anatomia feminina, principalmente a encontrar o ponto localizado no quadrante esquerdo superior do clitóris. Nós, então, ensinamos a eles técnicas básicas de acariciamento. As mulheres aprendem como relaxar completamente durante a experiência, sem se preocupar com reciprocidade –o que é desafiador para muitas delas.

Com o tempo, essa prática expandirá a capacidade da mulher de sentir prazer sexual. Tanto os homens como as mulheres sentem diferentes nuances de sensações em seus corpos durante a prática, e o trabalho deles é apenas o de prestar atenção nelas.

Deve haver uma regularidade na prática do processo?

Justine: Nós, normalmente, recomendamos pelo menos três vezes por semana para os novos praticantes.

As mulheres tendem a pensar muito durante o sexo. Quanto isso pode prejudicar a vida sexual delas?

Justine: Parte do que torna a meditação orgásmica tão benéfica é que ela afasta os pensamentos. Na meditação tradicional, quando a mente vagueia, você se volta para a respiração. Na meditação orgásmica você se concentra na sensação em seu corpo. Uma vez que você pratica isso, é mais fácil estar mais presente no sexo normal, o que melhora a experiência. Quanto mais presente você está, melhor será o sexo.

É verdade que as mulheres têm menos desejo sexual?

Justine: Nós costumamos dizer que, na verdade, as mulheres querem mais sexo do que os homens. Elas só não necessariamente querem o sexo que está no cardápio. A meditação orgásmica não tem objetivo. Ou seja, não há um objetivo em que se deve chegar. Isso é muito diferente do sexo regular, no qual as pessoas estão sempre tentando chegar ao clímax, e sua capacidade de atingi-lo é usada como medida para determinar quão bom o sexo foi.

Nós descobrimos que isso não funciona muito bem para o corpo das mulheres. Essa fixação pelo orgasmo pode acabar com todo o resto da experiência. Você não presta atenção àquilo que está sendo vivido, porque você está tão determinada a chegar ao orgasmo que fica desapontada se não conseguir atingi-lo. O corpo das mulheres tende a ser mais receptivo ao toque que não é atrelado a um objetivo. Esse é o caso da meditação orgásmica.

O que as mulheres deveriam saber sobre a importância da sua sexualidade?

Justine: Como mulheres, nós passamos um bom tempo das nossas vidas com o objetivo de fazer as coisas parecerem certas: ter o emprego certo, o parceiro certo, passar a imagem certa. E, na cama, é a mesma coisa. A gente se preocupa em parecer bem, em vez de se sentir bem. Quando você começa a dar importância a sua sexualidade, você dá importância a ter uma vida que realmente te faz bem interiormente, em vez de sempre buscar pela afirmação dos outros.


Mulheres, o sexo forte !


As homenagens foram visíveis em todos os lugares. A partir de hoje, desde muito cedo, em locais como escolas, repartições públicas, empresas, instituições financeiras, Correios, etc. Algumas mais efusivas e animadas, como na Assembleia Legislativa de Goiás, outras, tímidas e contidas, como no CEP em Artes Basileu França/Veiga Valle.

Nas ruas, se as chuvas torrenciais de Março permitirem certamente distribuir-se-ão rosas e flores. Homenagens que são justas e merecidas. Louva-se à mulher guerreira, competente, presente em todos os momentos da vida.

De Helena de Tróia às lavadeiras do Rio Vermelho em Goiás, De Madre Teresa De Calcutá à Tereza Batista, de Jorge Amado, tão cansada de guerra, todas, cada uma traz histórias de vida. Sejam histórias alegres, de esperança, ou mesmo de dores. E sempre acreditam na força e na coragem que trazem dentro de si. Estão ou ficaram sozinhas? Então, enfrentam o que preciso for. Não fraquejam e não se entregam. Lutam e dão conta. Para talvez, em um fim de dia, sentar-se diante de um aparelho de TV e poder por breves momentos, buscar nas historias e romances, sonhos e devaneios, amores contidos que não aconteceram e permanecem nos recônditos da alma e do coração.

O hitMulher – Sexo frágil, sucesso dos anos 1980, composição de Erasmo Carlos, foi talvez uma das primeiras manifestações sérias que ouvi, onde se reconhece a força e a capacidade da mulher, guerreira e corajosa em sua essência e portadora da vida. Erasmo Carlos foi muito feliz e está coberto de razão ao afirmar: “dizem que a mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda...”.

De rainha do lar, dona de tudo, mãe amorosa, esposa dedicada e capaz de fazer um homem feliz, à mulher que por mérito ocupou espaços. É hoje realmente a dona de tudo, comanda nações, instituições, escolas de samba e muito mais.Mantém prerrogativas muito exclusivas. A mulher é ainda aquela mãe, cuidadosa e zelosa de sua família, seus filhos, sua casa, não obstante a rotina massacrante de um dia inteiro – ou uma noite- de trabalho, quase sempre acrescentado pelo stress do difícil e quase invencível transito cotidiano.

E as mulheres que são muito mais fortes e aguerridas que os homens, com garra e coragem, felizmente não resistem a uma rosa, uma flor, um buquê. Melhor se for acompanhado de ternas e carinhosas palavras,de um poema, por mais singelo que seja. Com isso, retribuem e encantam com um sorriso especial, um brilho único no olhar.

Portanto, no dia da mulher, que se valorize e encante pessoa da mulher que sempre está ao lado do homem. 

Encante, cante, rememore momentos felizes e divertidos e acima de tudo, reconheça o brilho da estrela que está ao seu lado sempre,no mesmo caminho.

Parabéns pelo seu dia, mulheres guerreiras! Obrigado pela doçura e suavidade com que nos brindam sempre.

Afinal, para nossa felicidade, todos os dias, é o Dia da Mulher!

Sexo solitário! Pode? Pode e deve ser executado sem mitos

Desde 2010, uma escola na Espanha vem ensinando masturbação a jovens de 14 aos 17 anos. E também provocando polêmica entre pais e educadores. O curso, que é facultativo, faz parte de um programa introduzido pelas secretarias de Educação e Juventude da província espanhola Extremadura e intitulado “O Prazer Está em Suas Mãos”. O material didático inclui mapas de anatomia humana, explicações sobre tipos de brinquedos eróticos, formas de masturbações, entre outros. O curso pretende acabar com mitos que cercam o tema.

A história da masturbação é tão antiga quanto a própria história. Até o século XIX, a lenda da mão cabeluda tinha o aval da comunidade médica. E esse era um dos “efeito colaterais” mais brandos que se atribuíam ao sexo solitário. A lista de doenças masturbatórias era imensa: tuberculose, loucura, cegueira, anemia, envelhecimento precoce, calvície e epilepsia são apenas algumas delas. A invalidez e a morte eram o destino de quem ousasse tocar a si. A tolerância só viria no século XX, com o surgimento da psicanálise. Se todo mundo faz, por que a masturbação ainda é motivo de angústia, culpa e censura social?

Para Freud, não havia nada de anormal na masturbação. Bem, desde que ela fosse praticada durante a infância. Foi uma revolução para a época. Seu erro? Achar que a masturbação deveria dar lugar ao sexo a dois na idade adulta. Alguns estudiosos do assunto dizem que o uso do auto-erotismo como expressão da individualidade é legítimo e saudável. Alguns poucos ainda afirmam que fazer apologia à masturbação como uma sexualidade alternativa pode levar ao isolamento dos indivíduos. Nos tempos atuais, a repressão da masturbação costuma causar mais transtornos que o ato em si, especialmente em crianças. 

Hoje, é sabido que a masturbação na infância é importante, já que equivale à auto-exploração do corpo. Na adolescência, ela é vista pelos especialistas como uma prática fundamental para a satisfação sexual na vida adulta, por permitir um autoconhecimento do corpo, do prazer e das emoções. No tratamento das disfunções orgásticas, a masturbação é o elemento principal para capacitar a mulher a ter o primeiro orgasmo. 

Na vida adulta, a prática da masturbação solitária diminui, tornando-se mais utilizada como variante da atividade sexual do casal. E também quando os anos separam os casais, o indivíduo solitário volta a utilizar este método para o exercício da sua sexualidade. É uma hipocrisia social achar que esta prática não é utilizada por pessoas solitárias e de mais idade.

Estamos no século XXI e a maioria dos estudos mostra que, do ponto de vista clínico, é consenso que o sexo solitário não faz mal a ninguém. É recomendado para todas as idades. Então, se pode, converse com seu filho sobre o assunto. É quebrando barreiras que teremos as crianças de hoje sem culpa amanhã. Boa semana a todos.

Marca de lingerie japonesa cria sutiã que só abre por amor



A peça íntima tem um sensor e só abre sozinha se os batimentos cardíacos da mulher identificarem o sentimento.

A fabricante de lingerie japonesa Ravijour criou uma tecnologia para incentivar as suas consumidoras a só fazerem sexo com amor. Para isso, foi criado o sutiã “True Love Tester” (que, em tradução, significa teste do amor verdadeiro).

A peça íntima tem um sensor e só abre sozinha se os batimentos cardíacos da mulher identificarem o sentimento. Um sensor identifica a frequência cardíaca da mulher e envia via Bluetooth para um aplicativo de celular. 

Ao receber o relatório, o aplicativo compara a sensação da mulher no momento do sexo a atividades como fazer compras, assistir filmes de terror, fazer exercícios, etc. Caso o amor seja detectado, o sutiã se abre automaticamente para que o casal continue o ato sexual. 

O problema é que, se a mulher tiver alterações cardíacas em outros momentos, o sutiã pode abrir sozinho e causar situações constrangedoras....!!!


De tapa-sexo, Andressa Urach monta fantasia no Anhembi: 'quero causar'


Diva da bateria da Leandro de Itaquera prometeu se preparar na avenida. No ano passado, ela ficou de fora do desfile da Tom Maior.

A modelo Andressa Urach, que neste ano desfila como diva de bateria da Leandro de Itaquera, chegou apenas de tapa-sexo à concentração no Anhembi nesta sexta-feira (24). Ela havia prometido se fantasiar em pleno sambódromo. Ela negou estar grávida (como foi anunciado em sua conta no Instagram) e disse que neste ano quer "causar" apenas com seu corpo.

"Me arrependo sim (da confusão com a Tom Maior em 2013), até porque meu assessor foi agredido. Esse ano só quero causar com o corpo e com a fantasia", disse a diva da bateria. No ano passado, ela foi impedida de desfilar pela Tom Maior porque integrantes da diretoria da escola disseram que ela não tinha participado dos ensaios. Ela chegou a subir em um carro alegórico, mas foi retirada ainda na concentração.

Andressa é a primeira das musas a se apresentar no carnaval de São Paulo. Nesta sexta ainda desfilam Ellen Rocche (Rosas de Ouro), Gracyanne Barbosa (X-9 Paulistana), Cacau Colucci (Dragões da Real), Nadege Delduque (Tucuruvi), Camila Silva (Vai-Vai), Pâmella Gomes (Tom Maior).

Andressa Urach desfilando (Foto: Caio Kenji/G1)Andressa desfila pela Leandro de Itaquera. (Foto: Caio Kenji/G1)
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Andressa Urach diva de bateria da Leandro de Itaquersa (Foto: Flavio Moraes/G1)Andressa Urach diva de bateria da Leandro de Itaquersa (Foto: Flavio Moraes/G1)

Andressa Urach se prepara para desfilar pela Leandro de Itaquera. (Foto: Flavio Moraes/G1)Andressa Urach se prepara para desfilar pela Leandro de Itaquera. (Foto: Flavio Moraes/G1)

ANDRESSA URACH leandro (Foto: Flavio Moraes/G1)Diva da bateria finalizou fantasia na concentração. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Andressa Urach é a diva de bateria da Leandro de Itaquera. (Foto: Flavio Moraes/G1)Andressa Urach é a diva de bateria da Leandro de Itaquera. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Andressa Urach é a diva de bateria da Leandro de Itaquera. (Foto: Letícia Macedo/G1)Andressa Urach é a diva de bateria da Leandro de Itaquera. (Foto: G1)

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Andressa Urach chega ao Anhembi (Foto: G1 São Paulo)Andressa Urach chega ao Anhembi (Foto: G1 São Paulo)

O que faz de Dongguan a capital do sexo da China

A polícia chinesa prende supostas prostitutas e clientes num centro de entretenimento em Dongguan, província de Guangdong, Sul da China, em 9 de fevereiro de 2014. Repressão a vários locais envolvidos no comércio sexual ilegal ocorreu após a CCTV revelar que uma dúzia de hotéis em Dongguan oferecia serviços sexuais (STR/AFP/Getty Images)
Na semana passada, quando muitos chineses se perguntavam quem seria o próximo grande alvo na campanha anticorrupção em curso, um programa de notícias da China Central de Televisão (CCTV) surpreendeu quase todos. 

O documentário de 14 minutos expunha as prostitutas em Dongguan, uma cidade de quase 7 milhões de pessoas, situada no centro da província de Guangdong, Sul da China.

Entre o público, o riso era a ordem do dia. Uma das brincadeiras de maior circulação é: “Mirando o tigre, as galinhas foram baleadas.” Em chinês moderno, “galinha” se refere a mulheres, mas de maneira pejorativa. Um “tigre” é um funcionário chinês de alto escalão que é alvo da campanha anticorrupção.

O chefe do Partido Comunista Chinês (PCC) na província de Guangdong, Hu Chunhua, lembrou o Capitão Renault no filme Casablanca. Renault professava-se “chocado” que houvesse jogatina ocorrendo no clube que ele visitava todas as noites, pouco antes de fechar.

Após o programa da CCTV, Hu Chunhua emitiu imediatamente uma ordem para reprimir. Seis mil policiais invadiram centenas de locais e fizeram algumas detenções. Outras cidades seguiram no rastro.

A maioria dos internautas chineses não engoliu o show da aplicação da lei. Uma das piadas que circulam na internet é: “Quando o primeiro-ministro estava preocupado com a gripe aviária H7N9, ele emitiu uma ordem administrativa para lidar com as galinhas. Infelizmente, a ordem foi enviada para o Ministério da Segurança Pública, em vez do Ministério da Agricultura.”

Houve também teorias de conspiração. Mas como sempre há algum tipo de luta interna pelo poder ocorrendo no topo do regime, qualquer grande problema pode gerar muita especulação.

Alguns sugeriram que Hu Chunhua, chefe do Partido Comunista Chinês (PCC) na província de Guangdong, era o verdadeiro alvo do programa de TV. Alguns acreditam que a publicidade visava Zhou Yongkang, o ex-chefe da segurança interna da China, e sua facção, porque não há dúvida de que a força policial forneceu proteção à indústria do sexo.

No entanto, ninguém acreditou que a exposição da CCTV e a repressão às prostitutas eram apenas para fazer cumprir a lei.

Indústria do sexo

A própria CCTV é notória por escândalos sexuais. Li Dongsheng foi vice-ministro da Segurança Pública e, no início de janeiro, foi destituído pela Central do PCC durante a purgação em curso dos membros da facção do ex-líder chinês Jiang Zemin. No início de sua carreira, Li foi vice-diretor da CCTV e, nesse papel, ele atuava como um cafetão de alto nível.

Ele usava âncoras, repórteres e funcionárias da CCTV como ferramentas de suborno sexual. A atual esposa de Zhou Yongkang, Jia Xiaoye, teria sido um presente dado por Li Dongsheng. Zhou teria arranjado o assassinato de sua primeira esposa para que pudesse se casar com Jia.

Não é de admirar que alguém tenha caracterizado a exposição da CCTV sobre as prostitutas de Dongguan como uma “competição ferrenha entre pares”. O programa da CCTV, as reações das autoridades locais e a repressão policial em conjunto foram um tanto desorientadores. As pessoas se perguntavam se realmente tinham entendido o negócio do sexo na China.

Dongguan tem sido conhecida como a ‘capital do sexo da China’ há mais de uma década. Agora, Yan Xiaokang, o chefe de polícia de Dongguan, foi removido por não ter feito bem o seu trabalho, em conjunto com os chefes das seis estações de subdivisão da polícia.

A acusação é provavelmente verdadeira, já que os repórteres da CCTV afirmaram que a polícia não apareceu quando relataram a prostituição ilegal. Mas, francamente, o que pode um chefe de polícia local fazer diante de um grande negócio que é apoiado por funcionários de alto escalão e grupos de interesse?

Estima-se que existam cerca de 300 mil prostitutas em Dongguan. Isso sem inclui os cafetões, motoristas de táxi e outras negócios que ganham a vida com o comércio do sexo.

Negócio da polícia

Primeiramente, a prostituição ocorria apenas em nível local na China. Mais de 30 anos atrás, quando a China começou a reforma econômica, ganhar dinheiro se tornou o slogan oficial e foi grandemente incentivado. A prostituição, bem como outros negócios ilegais, apareceu ao lado de negócios legítimos.

A polícia local imediatamente percebeu que a prostituição era uma boa maneira de enriquecer. Eles davam proteção às prostitutas. Em troca, as prostitutas ou os cafetões sinalizavam à polícia quando um cliente rico visitava.

Na maioria das situações, os clientes ricos estavam dispostos a pagar uma grande ‘multa’ para manter seus nomes limpos. Claro, essas multas não tinham notas fiscais e cairiam nos bolsos dos policiais. Alguns chefes de empresas estatais, inclusive pagavam o “resgate” com fundos ou propriedades da empresa.

Enquanto a corrupção se desenvolvia junto com a economia, o sexo extraconjugal passou a fazer parte das operações diárias entre funcionários do PCC, do Estado e homens de negócios.

Indivíduos e empresas poderosos investiram diretamente neste negócio. Muitos hotéis e clubes famosos de alto nível são, na verdade, negócios relacionados ao sexo. Por exemplo, até 2010, as prostitutas na boate ‘Paraíso na Terra’ de Pequim serviram muitos funcionários de nível provincial e ministerial.

Desta vez, em Dongguan, foi relatado que alguns hotéis de quatro e cinco estrelas também estavam envolvidos. O proprietário de um dos hotéis é um representante do Congresso Popular Nacional.

A polícia local conseguiu extorquir taxas de proteção de prostitutas na rua e em pequenos bordéis, mas para negócios como hotéis cinco estrelas e casas noturnas, a polícia local agia mais como seguranças pessoais contratados. A polícia e as autoridades locais passaram a fazer parte da rede de lucro.

Punindo os bons

Na China, a prostituição é definitivamente ilegal, mas as leis e a aplicação da lei nem sempre são a mesma coisa. Na verdade, elas estão em conflito na maior parte do tempo.

Por exemplo, a Constituição chinesa garante a liberdade de expressão, mas alguém que se atreva a praticar esta liberdade tem uma boa chance de parar na cadeia ou pior. A liberdade de religião é tratada igualmente. Se um praticante do Falun Gong se recusar a desistir de sua crença, ele quase certamente será colocado na prisão ou num campo de trabalho forçado.

O PCC desenvolveu um sistema muito sofisticado para se certificar de que todos saibam como sobreviver, ou até mesmo lucrar, seguindo a vontade do Partido Comunista, e não as leis. Um dos métodos é a regra não escrita de “recompensar o mal e punir o bem”.

Na China, as autoridades mais corruptas são promovidas depois que seus crimes são bem conhecidos por aqueles ao seu redor. Suas vítimas ou seus colegas podem até ter reportado alguns de seus crimes para as autoridades superiores. No entanto, eles ainda são promovidos, ou porque servem fielmente oficiais superiores ou porque seguem a linha do “politicamente correto”.

Li Dongsheng era ambos. Ele proporcionava muitas mulheres jovens aos funcionários de alto escalão da liderança central, incluindo a esposa de Zhou Yongkang e a esposa de Cao Jianming. Cao Jianming é o procurador-geral da Suprema Procuradoria Popular.

Quando Li Dongsheng era vice-diretor da CCTV, ele já era famoso por corrupção e suborno sexual. Mas isso não o impediu de ser promovido a vice-chefe da Administração Estatal de Rádio, Cinema e Televisão, e pouco depois a vice-chefe do Departamento de Propaganda do Comitê Central do PCC.

Quando o anúncio emergiu de que Li Dongsheng estava sendo investigado, a maioria da mídia, tanto dentro como fora da China, tendeu a se concentrar em sua posição na CCTV e evitar comentar como ele fazia o jogo do politicamente correto.

Quando Li Dongsheng era vice-diretor da CCTV, ele também ocupava outro cargo, desde junho de 1999, como vice-diretor da Agência 610 do Comitê Central do PCC. A Agência 610 é o órgão do PCC encarregado de erradicar a disciplina espiritual do Falun Gong. Porque ele ocupou esse cargo, Li Dongsheng seguia a linha do politicamente correto, e sua corrupção lhe dava vantagem sobre outros camaradas.

Como vice-diretor da Agência 610 Central e encarregado da propaganda, Li Dongsheng realizada a política de “punir os bons” ao perseguir os praticantes do Falun Gong. Ele desencadeou por meio da mídia estatal calúnias esmagadoras contra estes adeptos que vivem segundo os princípios da verdade, compaixão e tolerância e querem simplesmente ser boas pessoas.

Essa campanha do regime criou um precedente para que o povo chinês não seja bom, e toda a sociedade percebeu que ser uma boa pessoa é um crime na China. Ao mesmo tempo, a sociedade podia ver que escândalos sexuais e corrupção são permitidos e até incentivados pelos dirigentes do PCC.

A corrupção, incluindo a sexual, tem lubrificado o desenvolvimento econômico chinês e o regime do Partido Comunista. Isso surgiu na era de Deng Xiaoping, mas floresceu no mandato de Jiang Zemin, que comandou o PCC entre 1989-2002.

Jiang Zemin usou a corrupção como uma arma para controlar funcionários e aumentar seu poder político. Ao incentivar a corrupção, Jiang aliciava funcionários para obedecerem-no em troca de ganhos pessoais. Ao promover seletivamente a caça à corrupção, Jiang eliminava seus inimigos.

Escândalos sexuais se tornaram parte do regime do Partido Comunista. É como um câncer que se espalhou para todos os órgãos importantes. Não há cura.

Como a convivência influencia no sexo?


Toda relação amorosa é carrega dos diversos pormenores trazidos pela convivência do dia-a-dia. O desgaste emocional acarretado pela relação diária pode ser o grande vilão da vida sexual de um casal. 

O tempo é senhor onipotente, ele passa e as coisas, naturalmente, desgastam-se. Então, o que fazer para solucionar este que é um problema da vida conjugal de muitos casais? É preciso saber lidar. 

O sexo é uma das poucas experiências da vida que desencadeiam sentimentos pessoais que até nós mesmos desconhecemos. Frustrações passadas,sensação de vulnerabilidade, medos e inseguranças que fogem ao controle são sensações trazidas à tona inconscientemente e podem refletir-se fisicamente na ejaculação precoce, impotência, diminuição da libido, anorgasmia, compulsão sexual, vaginismo, etc. 

Quando uma relação, que no início era prazerosa, se torna massante é comum que as partes envolvidas insistam em divergir sua atenção para outros assuntos, fazendo com o que o parceiro perca o interesse não só no sexo, mas no relacionamento como um todo. 

É necessário explorar-se, conhecer seus próprios medos e inseguranças e comunicar-se com o parceiro, procurando sempre solucionar os problemas de modo conjunto, prezando sempre pela parceria, respeito e cumplicidade.

Empresa cria camisinha verde e sabor maconha

A marca holandesa MultiHigh, especializada em acessórios para consumo e derivados da maconha, criou camisinhas verdes e com o gosto da erva. O produto chama-se Cannadom - junção de "Cannabis" - nome científico da maconha - com "condom" - preservativo em inglês.

Um pacote com 100 preservativos canábicos sai por cerca de 70€ e a compra pode ser feita diretamente pelo site para quem tem cartão de crédito internacional.

No site da empresa MultiHigh é possível encontrar vários outros produtos feitos a partir da erva, como pirulito. 

Mas, para quem não curte a ideia, a empresa de Amsterdã oferece produto similar em outros sabores, como bacon, pipoca, alho e uísque. E aí, o que achou?

Os sinais do fim


Como identificar que o relacionamento acabou e tomar coragem de terminá-lo.

Os carinhos diminuíram, assim como as risadas. O sexo esfriou e as brigas são constantes. Sintomas de uma relação em crise são facilmente identificáveis. A parte difícil é perceber se tudo isso significa mais que uma fase ruim: será o fim de uma história de amor?

Brigas, falta de carinho, indiferença: aprenda a identificar os sinais anunciados do final do relacionamento

Para a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis, os sinais da mudança no clima do relacionamento podem ser sutis no início, mas a distância entre o casal aparece inevitavelmente. “Fica claro quando os dois têm mais frustrações e decepções que alegrias. Eles deixam de cumprir o que imaginavam fazer quando começaram a vida juntos”, aponta.

“A gente não transava mais, não se beijava. Perdemos o pique dos passeios legais”, conta Laura Sobenes, fotógrafa, 23 anos. Ela terminou seu namoro de dois anos quando percebeu que as expectativas e a convivência não eram as mesmas do começo. Ela gostava de balada, ele era caseiro. Ela queria sair com os amigos, ele passava bastante tempo na casa da avó. As tentativas de equilíbrio deram certo por algum tempo. “Ele tentou se doar um pouco, me acompanhar, eu tentei maneirar na bebida e no cigarro”, conta ela. Mas as diferenças começaram a machucar: “Relacionamento é construir coisas juntos, mas isso ia matar nossa vida”, diz.

Em tempos de crise profunda é comum que um dos lados perceba primeiro que não há mais jeito. No caso de Laura, foi o namorado que quebrou o silêncio e questionou o futuro dos dois. Ela concordou. Para Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos, quando uma relação chega ao fim, as expectativas e planejamentos se esgotam. “Acaba o que dava vontade de estar ao lado daquela pessoa”, diz.Termômetros da relação

Diminuição dos beijos na boca é sinal de crise no relacionamento

Segundo Thiago, quando o sentimento e o amor estão no fim, há sinais específicos do distanciamento emocional. “Fui percebendo que ele virou meu amigo”, conta Laura. Na fase final do namoro, o casal se encontrava apenas uma vez por semana e a rotina tomou conta do dia a dia. A diminuição dos beijos na boca, demonstração constante de casais apaixonados, serve de alerta. “O afastamento começa nessa parte e se estende ao restante do contato físico”, aponta Thiago.

As questões cotidianas também ganham um peso maior quando há conflitos emocionais. Os pequenos defeitos do outro parecem enormes, por exemplo. “Para os homens, o que era visto como bondade passa a ser visto como falta de assertividade na companheira”, aponta Thiago. Nesse clima se percebe a perda da admiração pelo outro. Assim, queixas objetivas, como as financeiras, viram motivo da discórdia e as reclamações específicas se transformam em críticas à pessoa.

Um sintoma claro de crise é questionar a exclusividade sexual. Quando o desejo de sair com outras pessoas é forte e constante, a crise provavelmente está batendo na porta.

Separar ou dar uma chance?
Se um relacionamento caminha para o fim, não quer dizer que já está enterrado. Por um lado o término é a resposta para todas as frustrações, mas há o receio da precipitação. “Às vezes as pessoas só enxergam o caminho do fim e não testam outras possibilidades”, diz Margareth. Segundo ela, o que determina se a relação tem condições de continuar é a disposição do casal em tomar atitudes e dialogar sobre as insatisfações. Sem essa renovação, a tendência é que a união “empobreça e morra”, como define a psicóloga.

Thiago concorda. Para ele, o que diferencia os casais bem sucedidos dos interrompidos é a capacidade de enfrentar e solucionar problemas.

Para dar uma chance ao amor, é preciso renovar a relação e rever projetos a dois. Segundo Lilian Gattaz, psicanalista, o fim do relacionando, em geral, não é equivalente ao fim do sentimento. Mas se o esforço para salvar um casamento ou namoro é grande demais, é possível que mesmo amando uma das partes desista de tentar. “Vale resgatar até o último segundo, mas às vezes você põe todas as suas forças e não tem salvação”, diz. E com o esgotamento, a relação não tem volta.

Vamos falar sobre sexo?


Sexo é uma parte importante do relacionamento e também uma das áreas mais desafiantes para se navegar quando se fala em negociar necessidades e preferências.

As pessoas veem sexo de modos diferentes uma das outras, é comum para uma delas querer sexo mais frequentemente ou de modo diferente da outra. Sexo pode ser muito importante para uns e não tão importante para outros. Essas diferenças afetam o relacionamento ao longo do tempo e influem em vários aspectos, dependendo de como o casal resolve administrá-las.

Caso discutir este assunto esteja fora dos planos do casal e ter uma vida sexual satisfatória não seja tão importante, frustrações e desconexões poderão acontecer por falta desta preciosa comunicação. Então, como é que um casal pode falar sobre este assunto? A seguir, darei 10 sugestões para falar sobre sexo saudavelmente:

1- Fale

Não assuma que o seu parceiro sabe que existe um problema ou uma carência sua. Mesmo que você ache que já deu as maiores dicas, mostrou quais são as suas necessidades e nada mudou, está na hora de falar claramente sobre o assunto.

2- Privacidade

Não fale sobre o assunto durante ou imediatamente após o sexo. Tenha esta conversa quando tiver privacidade e não precisar se apressar.

3- Intenções

Comece a conversa colocando suas intenções. Sugiro que não inicie fazendo a pessoa se sentir culpada ou envergonhada. Repense como colocar seu descontentamento. Intenções que reflitam o desejo de construir intimidade, conexão, satisfação e prazer entre você e a outra pessoa, serão baseadas em ouvir e se comunicar e não em atacar, se defender ou se afastar.

4- Seja Clara

Em primeiro lugar, deixe seu parceiro saber como ele ou ela te faz sentir e o que você aprecia na sua vida sexual. Então, fale o que está faltando e porque é importante para você. Seja concreta e clara na sua colocação. Não se intimide em usar a linguagem que reflita como você quer ser tocada e onde. Se a questão não for a qualidade e, sim, a quantidade, seja clara dizendo o quanto a mais sexo você quer e porque.

5- Preferências e Necessidades

Lembre-se de perguntar como os desejos dele têm sido alcançados e se ele deseja algo diferente. As pessoas são diferentes uma das outras e têm preferências e necessidades distintas. Em outras palavras, não espere que seu companheiro goste das mesmas coisas que seu ex gostava e nem que ele não mude com o tempo.

6- Explorar Possibilidades

Esteja aberta para explorar possibilidades. Sexo libera estresse, aumenta bem estar, cria intimidade, aumenta auto estima e traz alegria para o relacionamento. Esteja aberta para explorar técnicas diferentes, lugares, frequência, pois isso trará benefícios inesperados para você dois.

7- Hora Certa

Se após uma longa conversa sobre o assunto, você ou seu parceiro não estiverem confortáveis para iniciar o ato sexual, respeite seus limites. É importante que qualquer mudança ocorra em um ambiente relaxado e harmônico. Caso você não consiga aceitar as coisas como estão, então será uma conversa para outra ocasião.

8- Intimidade e Conexão

A próxima vez que fizerem sexo não se pressione. Esteja aberta para tentar novas coisas e novos territórios, mas faça com uma atitude dentro do clima sensual ou “na brincadeira”. Não se preocupe em fazer coisas de um modo certo. Foque em criar intimidade e conexão, o resto fluirá.

9- Guiar

Não se intimide em guiar ou mostrar para o seu companheiro como lhe dar prazer. A maioria dos parceiros quer dar prazer ao outro, mas não sabe como e nem pedir que o ensine. Um movimento delicado amoroso ou mesmo um olhar pode ajudá-lo a entender o caminho a seguir.

10- Apreciação

Dê para seu parceiro muitos feedbacks positivos e fale sobre o assunto. Deixe-o saber de um modo ou de outro que ele está lhe dando prazer. É importante que você mostre que aprecia o progresso que estão tendo juntos.

O objetivo destas dicas é que vocês se sintam seguros, confiantes, amados e íntimos em suas relações sexuais.

Será nesta atmosfera de amor e conexão que sua intimidade crescerá fazendo com que boa parte do relacionamento esteja equilibrado, ajudando, assim, o fluir das outras áreas que compõem a vida a dois.