O que faz de Dongguan a capital do sexo da China

A polícia chinesa prende supostas prostitutas e clientes num centro de entretenimento em Dongguan, província de Guangdong, Sul da China, em 9 de fevereiro de 2014. Repressão a vários locais envolvidos no comércio sexual ilegal ocorreu após a CCTV revelar que uma dúzia de hotéis em Dongguan oferecia serviços sexuais (STR/AFP/Getty Images)
Na semana passada, quando muitos chineses se perguntavam quem seria o próximo grande alvo na campanha anticorrupção em curso, um programa de notícias da China Central de Televisão (CCTV) surpreendeu quase todos. 

O documentário de 14 minutos expunha as prostitutas em Dongguan, uma cidade de quase 7 milhões de pessoas, situada no centro da província de Guangdong, Sul da China.

Entre o público, o riso era a ordem do dia. Uma das brincadeiras de maior circulação é: “Mirando o tigre, as galinhas foram baleadas.” Em chinês moderno, “galinha” se refere a mulheres, mas de maneira pejorativa. Um “tigre” é um funcionário chinês de alto escalão que é alvo da campanha anticorrupção.

O chefe do Partido Comunista Chinês (PCC) na província de Guangdong, Hu Chunhua, lembrou o Capitão Renault no filme Casablanca. Renault professava-se “chocado” que houvesse jogatina ocorrendo no clube que ele visitava todas as noites, pouco antes de fechar.

Após o programa da CCTV, Hu Chunhua emitiu imediatamente uma ordem para reprimir. Seis mil policiais invadiram centenas de locais e fizeram algumas detenções. Outras cidades seguiram no rastro.

A maioria dos internautas chineses não engoliu o show da aplicação da lei. Uma das piadas que circulam na internet é: “Quando o primeiro-ministro estava preocupado com a gripe aviária H7N9, ele emitiu uma ordem administrativa para lidar com as galinhas. Infelizmente, a ordem foi enviada para o Ministério da Segurança Pública, em vez do Ministério da Agricultura.”

Houve também teorias de conspiração. Mas como sempre há algum tipo de luta interna pelo poder ocorrendo no topo do regime, qualquer grande problema pode gerar muita especulação.

Alguns sugeriram que Hu Chunhua, chefe do Partido Comunista Chinês (PCC) na província de Guangdong, era o verdadeiro alvo do programa de TV. Alguns acreditam que a publicidade visava Zhou Yongkang, o ex-chefe da segurança interna da China, e sua facção, porque não há dúvida de que a força policial forneceu proteção à indústria do sexo.

No entanto, ninguém acreditou que a exposição da CCTV e a repressão às prostitutas eram apenas para fazer cumprir a lei.

Indústria do sexo

A própria CCTV é notória por escândalos sexuais. Li Dongsheng foi vice-ministro da Segurança Pública e, no início de janeiro, foi destituído pela Central do PCC durante a purgação em curso dos membros da facção do ex-líder chinês Jiang Zemin. No início de sua carreira, Li foi vice-diretor da CCTV e, nesse papel, ele atuava como um cafetão de alto nível.

Ele usava âncoras, repórteres e funcionárias da CCTV como ferramentas de suborno sexual. A atual esposa de Zhou Yongkang, Jia Xiaoye, teria sido um presente dado por Li Dongsheng. Zhou teria arranjado o assassinato de sua primeira esposa para que pudesse se casar com Jia.

Não é de admirar que alguém tenha caracterizado a exposição da CCTV sobre as prostitutas de Dongguan como uma “competição ferrenha entre pares”. O programa da CCTV, as reações das autoridades locais e a repressão policial em conjunto foram um tanto desorientadores. As pessoas se perguntavam se realmente tinham entendido o negócio do sexo na China.

Dongguan tem sido conhecida como a ‘capital do sexo da China’ há mais de uma década. Agora, Yan Xiaokang, o chefe de polícia de Dongguan, foi removido por não ter feito bem o seu trabalho, em conjunto com os chefes das seis estações de subdivisão da polícia.

A acusação é provavelmente verdadeira, já que os repórteres da CCTV afirmaram que a polícia não apareceu quando relataram a prostituição ilegal. Mas, francamente, o que pode um chefe de polícia local fazer diante de um grande negócio que é apoiado por funcionários de alto escalão e grupos de interesse?

Estima-se que existam cerca de 300 mil prostitutas em Dongguan. Isso sem inclui os cafetões, motoristas de táxi e outras negócios que ganham a vida com o comércio do sexo.

Negócio da polícia

Primeiramente, a prostituição ocorria apenas em nível local na China. Mais de 30 anos atrás, quando a China começou a reforma econômica, ganhar dinheiro se tornou o slogan oficial e foi grandemente incentivado. A prostituição, bem como outros negócios ilegais, apareceu ao lado de negócios legítimos.

A polícia local imediatamente percebeu que a prostituição era uma boa maneira de enriquecer. Eles davam proteção às prostitutas. Em troca, as prostitutas ou os cafetões sinalizavam à polícia quando um cliente rico visitava.

Na maioria das situações, os clientes ricos estavam dispostos a pagar uma grande ‘multa’ para manter seus nomes limpos. Claro, essas multas não tinham notas fiscais e cairiam nos bolsos dos policiais. Alguns chefes de empresas estatais, inclusive pagavam o “resgate” com fundos ou propriedades da empresa.

Enquanto a corrupção se desenvolvia junto com a economia, o sexo extraconjugal passou a fazer parte das operações diárias entre funcionários do PCC, do Estado e homens de negócios.

Indivíduos e empresas poderosos investiram diretamente neste negócio. Muitos hotéis e clubes famosos de alto nível são, na verdade, negócios relacionados ao sexo. Por exemplo, até 2010, as prostitutas na boate ‘Paraíso na Terra’ de Pequim serviram muitos funcionários de nível provincial e ministerial.

Desta vez, em Dongguan, foi relatado que alguns hotéis de quatro e cinco estrelas também estavam envolvidos. O proprietário de um dos hotéis é um representante do Congresso Popular Nacional.

A polícia local conseguiu extorquir taxas de proteção de prostitutas na rua e em pequenos bordéis, mas para negócios como hotéis cinco estrelas e casas noturnas, a polícia local agia mais como seguranças pessoais contratados. A polícia e as autoridades locais passaram a fazer parte da rede de lucro.

Punindo os bons

Na China, a prostituição é definitivamente ilegal, mas as leis e a aplicação da lei nem sempre são a mesma coisa. Na verdade, elas estão em conflito na maior parte do tempo.

Por exemplo, a Constituição chinesa garante a liberdade de expressão, mas alguém que se atreva a praticar esta liberdade tem uma boa chance de parar na cadeia ou pior. A liberdade de religião é tratada igualmente. Se um praticante do Falun Gong se recusar a desistir de sua crença, ele quase certamente será colocado na prisão ou num campo de trabalho forçado.

O PCC desenvolveu um sistema muito sofisticado para se certificar de que todos saibam como sobreviver, ou até mesmo lucrar, seguindo a vontade do Partido Comunista, e não as leis. Um dos métodos é a regra não escrita de “recompensar o mal e punir o bem”.

Na China, as autoridades mais corruptas são promovidas depois que seus crimes são bem conhecidos por aqueles ao seu redor. Suas vítimas ou seus colegas podem até ter reportado alguns de seus crimes para as autoridades superiores. No entanto, eles ainda são promovidos, ou porque servem fielmente oficiais superiores ou porque seguem a linha do “politicamente correto”.

Li Dongsheng era ambos. Ele proporcionava muitas mulheres jovens aos funcionários de alto escalão da liderança central, incluindo a esposa de Zhou Yongkang e a esposa de Cao Jianming. Cao Jianming é o procurador-geral da Suprema Procuradoria Popular.

Quando Li Dongsheng era vice-diretor da CCTV, ele já era famoso por corrupção e suborno sexual. Mas isso não o impediu de ser promovido a vice-chefe da Administração Estatal de Rádio, Cinema e Televisão, e pouco depois a vice-chefe do Departamento de Propaganda do Comitê Central do PCC.

Quando o anúncio emergiu de que Li Dongsheng estava sendo investigado, a maioria da mídia, tanto dentro como fora da China, tendeu a se concentrar em sua posição na CCTV e evitar comentar como ele fazia o jogo do politicamente correto.

Quando Li Dongsheng era vice-diretor da CCTV, ele também ocupava outro cargo, desde junho de 1999, como vice-diretor da Agência 610 do Comitê Central do PCC. A Agência 610 é o órgão do PCC encarregado de erradicar a disciplina espiritual do Falun Gong. Porque ele ocupou esse cargo, Li Dongsheng seguia a linha do politicamente correto, e sua corrupção lhe dava vantagem sobre outros camaradas.

Como vice-diretor da Agência 610 Central e encarregado da propaganda, Li Dongsheng realizada a política de “punir os bons” ao perseguir os praticantes do Falun Gong. Ele desencadeou por meio da mídia estatal calúnias esmagadoras contra estes adeptos que vivem segundo os princípios da verdade, compaixão e tolerância e querem simplesmente ser boas pessoas.

Essa campanha do regime criou um precedente para que o povo chinês não seja bom, e toda a sociedade percebeu que ser uma boa pessoa é um crime na China. Ao mesmo tempo, a sociedade podia ver que escândalos sexuais e corrupção são permitidos e até incentivados pelos dirigentes do PCC.

A corrupção, incluindo a sexual, tem lubrificado o desenvolvimento econômico chinês e o regime do Partido Comunista. Isso surgiu na era de Deng Xiaoping, mas floresceu no mandato de Jiang Zemin, que comandou o PCC entre 1989-2002.

Jiang Zemin usou a corrupção como uma arma para controlar funcionários e aumentar seu poder político. Ao incentivar a corrupção, Jiang aliciava funcionários para obedecerem-no em troca de ganhos pessoais. Ao promover seletivamente a caça à corrupção, Jiang eliminava seus inimigos.

Escândalos sexuais se tornaram parte do regime do Partido Comunista. É como um câncer que se espalhou para todos os órgãos importantes. Não há cura.

Como a convivência influencia no sexo?


Toda relação amorosa é carrega dos diversos pormenores trazidos pela convivência do dia-a-dia. O desgaste emocional acarretado pela relação diária pode ser o grande vilão da vida sexual de um casal. 

O tempo é senhor onipotente, ele passa e as coisas, naturalmente, desgastam-se. Então, o que fazer para solucionar este que é um problema da vida conjugal de muitos casais? É preciso saber lidar. 

O sexo é uma das poucas experiências da vida que desencadeiam sentimentos pessoais que até nós mesmos desconhecemos. Frustrações passadas,sensação de vulnerabilidade, medos e inseguranças que fogem ao controle são sensações trazidas à tona inconscientemente e podem refletir-se fisicamente na ejaculação precoce, impotência, diminuição da libido, anorgasmia, compulsão sexual, vaginismo, etc. 

Quando uma relação, que no início era prazerosa, se torna massante é comum que as partes envolvidas insistam em divergir sua atenção para outros assuntos, fazendo com o que o parceiro perca o interesse não só no sexo, mas no relacionamento como um todo. 

É necessário explorar-se, conhecer seus próprios medos e inseguranças e comunicar-se com o parceiro, procurando sempre solucionar os problemas de modo conjunto, prezando sempre pela parceria, respeito e cumplicidade.

Empresa cria camisinha verde e sabor maconha

A marca holandesa MultiHigh, especializada em acessórios para consumo e derivados da maconha, criou camisinhas verdes e com o gosto da erva. O produto chama-se Cannadom - junção de "Cannabis" - nome científico da maconha - com "condom" - preservativo em inglês.

Um pacote com 100 preservativos canábicos sai por cerca de 70€ e a compra pode ser feita diretamente pelo site para quem tem cartão de crédito internacional.

No site da empresa MultiHigh é possível encontrar vários outros produtos feitos a partir da erva, como pirulito. 

Mas, para quem não curte a ideia, a empresa de Amsterdã oferece produto similar em outros sabores, como bacon, pipoca, alho e uísque. E aí, o que achou?

Os sinais do fim


Como identificar que o relacionamento acabou e tomar coragem de terminá-lo.

Os carinhos diminuíram, assim como as risadas. O sexo esfriou e as brigas são constantes. Sintomas de uma relação em crise são facilmente identificáveis. A parte difícil é perceber se tudo isso significa mais que uma fase ruim: será o fim de uma história de amor?

Brigas, falta de carinho, indiferença: aprenda a identificar os sinais anunciados do final do relacionamento

Para a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis, os sinais da mudança no clima do relacionamento podem ser sutis no início, mas a distância entre o casal aparece inevitavelmente. “Fica claro quando os dois têm mais frustrações e decepções que alegrias. Eles deixam de cumprir o que imaginavam fazer quando começaram a vida juntos”, aponta.

“A gente não transava mais, não se beijava. Perdemos o pique dos passeios legais”, conta Laura Sobenes, fotógrafa, 23 anos. Ela terminou seu namoro de dois anos quando percebeu que as expectativas e a convivência não eram as mesmas do começo. Ela gostava de balada, ele era caseiro. Ela queria sair com os amigos, ele passava bastante tempo na casa da avó. As tentativas de equilíbrio deram certo por algum tempo. “Ele tentou se doar um pouco, me acompanhar, eu tentei maneirar na bebida e no cigarro”, conta ela. Mas as diferenças começaram a machucar: “Relacionamento é construir coisas juntos, mas isso ia matar nossa vida”, diz.

Em tempos de crise profunda é comum que um dos lados perceba primeiro que não há mais jeito. No caso de Laura, foi o namorado que quebrou o silêncio e questionou o futuro dos dois. Ela concordou. Para Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos, quando uma relação chega ao fim, as expectativas e planejamentos se esgotam. “Acaba o que dava vontade de estar ao lado daquela pessoa”, diz.Termômetros da relação

Diminuição dos beijos na boca é sinal de crise no relacionamento

Segundo Thiago, quando o sentimento e o amor estão no fim, há sinais específicos do distanciamento emocional. “Fui percebendo que ele virou meu amigo”, conta Laura. Na fase final do namoro, o casal se encontrava apenas uma vez por semana e a rotina tomou conta do dia a dia. A diminuição dos beijos na boca, demonstração constante de casais apaixonados, serve de alerta. “O afastamento começa nessa parte e se estende ao restante do contato físico”, aponta Thiago.

As questões cotidianas também ganham um peso maior quando há conflitos emocionais. Os pequenos defeitos do outro parecem enormes, por exemplo. “Para os homens, o que era visto como bondade passa a ser visto como falta de assertividade na companheira”, aponta Thiago. Nesse clima se percebe a perda da admiração pelo outro. Assim, queixas objetivas, como as financeiras, viram motivo da discórdia e as reclamações específicas se transformam em críticas à pessoa.

Um sintoma claro de crise é questionar a exclusividade sexual. Quando o desejo de sair com outras pessoas é forte e constante, a crise provavelmente está batendo na porta.

Separar ou dar uma chance?
Se um relacionamento caminha para o fim, não quer dizer que já está enterrado. Por um lado o término é a resposta para todas as frustrações, mas há o receio da precipitação. “Às vezes as pessoas só enxergam o caminho do fim e não testam outras possibilidades”, diz Margareth. Segundo ela, o que determina se a relação tem condições de continuar é a disposição do casal em tomar atitudes e dialogar sobre as insatisfações. Sem essa renovação, a tendência é que a união “empobreça e morra”, como define a psicóloga.

Thiago concorda. Para ele, o que diferencia os casais bem sucedidos dos interrompidos é a capacidade de enfrentar e solucionar problemas.

Para dar uma chance ao amor, é preciso renovar a relação e rever projetos a dois. Segundo Lilian Gattaz, psicanalista, o fim do relacionando, em geral, não é equivalente ao fim do sentimento. Mas se o esforço para salvar um casamento ou namoro é grande demais, é possível que mesmo amando uma das partes desista de tentar. “Vale resgatar até o último segundo, mas às vezes você põe todas as suas forças e não tem salvação”, diz. E com o esgotamento, a relação não tem volta.

Vamos falar sobre sexo?


Sexo é uma parte importante do relacionamento e também uma das áreas mais desafiantes para se navegar quando se fala em negociar necessidades e preferências.

As pessoas veem sexo de modos diferentes uma das outras, é comum para uma delas querer sexo mais frequentemente ou de modo diferente da outra. Sexo pode ser muito importante para uns e não tão importante para outros. Essas diferenças afetam o relacionamento ao longo do tempo e influem em vários aspectos, dependendo de como o casal resolve administrá-las.

Caso discutir este assunto esteja fora dos planos do casal e ter uma vida sexual satisfatória não seja tão importante, frustrações e desconexões poderão acontecer por falta desta preciosa comunicação. Então, como é que um casal pode falar sobre este assunto? A seguir, darei 10 sugestões para falar sobre sexo saudavelmente:

1- Fale

Não assuma que o seu parceiro sabe que existe um problema ou uma carência sua. Mesmo que você ache que já deu as maiores dicas, mostrou quais são as suas necessidades e nada mudou, está na hora de falar claramente sobre o assunto.

2- Privacidade

Não fale sobre o assunto durante ou imediatamente após o sexo. Tenha esta conversa quando tiver privacidade e não precisar se apressar.

3- Intenções

Comece a conversa colocando suas intenções. Sugiro que não inicie fazendo a pessoa se sentir culpada ou envergonhada. Repense como colocar seu descontentamento. Intenções que reflitam o desejo de construir intimidade, conexão, satisfação e prazer entre você e a outra pessoa, serão baseadas em ouvir e se comunicar e não em atacar, se defender ou se afastar.

4- Seja Clara

Em primeiro lugar, deixe seu parceiro saber como ele ou ela te faz sentir e o que você aprecia na sua vida sexual. Então, fale o que está faltando e porque é importante para você. Seja concreta e clara na sua colocação. Não se intimide em usar a linguagem que reflita como você quer ser tocada e onde. Se a questão não for a qualidade e, sim, a quantidade, seja clara dizendo o quanto a mais sexo você quer e porque.

5- Preferências e Necessidades

Lembre-se de perguntar como os desejos dele têm sido alcançados e se ele deseja algo diferente. As pessoas são diferentes uma das outras e têm preferências e necessidades distintas. Em outras palavras, não espere que seu companheiro goste das mesmas coisas que seu ex gostava e nem que ele não mude com o tempo.

6- Explorar Possibilidades

Esteja aberta para explorar possibilidades. Sexo libera estresse, aumenta bem estar, cria intimidade, aumenta auto estima e traz alegria para o relacionamento. Esteja aberta para explorar técnicas diferentes, lugares, frequência, pois isso trará benefícios inesperados para você dois.

7- Hora Certa

Se após uma longa conversa sobre o assunto, você ou seu parceiro não estiverem confortáveis para iniciar o ato sexual, respeite seus limites. É importante que qualquer mudança ocorra em um ambiente relaxado e harmônico. Caso você não consiga aceitar as coisas como estão, então será uma conversa para outra ocasião.

8- Intimidade e Conexão

A próxima vez que fizerem sexo não se pressione. Esteja aberta para tentar novas coisas e novos territórios, mas faça com uma atitude dentro do clima sensual ou “na brincadeira”. Não se preocupe em fazer coisas de um modo certo. Foque em criar intimidade e conexão, o resto fluirá.

9- Guiar

Não se intimide em guiar ou mostrar para o seu companheiro como lhe dar prazer. A maioria dos parceiros quer dar prazer ao outro, mas não sabe como e nem pedir que o ensine. Um movimento delicado amoroso ou mesmo um olhar pode ajudá-lo a entender o caminho a seguir.

10- Apreciação

Dê para seu parceiro muitos feedbacks positivos e fale sobre o assunto. Deixe-o saber de um modo ou de outro que ele está lhe dando prazer. É importante que você mostre que aprecia o progresso que estão tendo juntos.

O objetivo destas dicas é que vocês se sintam seguros, confiantes, amados e íntimos em suas relações sexuais.

Será nesta atmosfera de amor e conexão que sua intimidade crescerá fazendo com que boa parte do relacionamento esteja equilibrado, ajudando, assim, o fluir das outras áreas que compõem a vida a dois.

Estudo rebate mito de que mulheres mais velhas não gostam de sexo


Você já deve estar familiarizada com a máxima de que as mulheres de meia idade não gostam de sexo tanto quanto as mais jovens. Mas Holly Thomas discorda. Em um novo estudo, ela e outros co-autores comprovam que as mulheres de meia idade que são sexualmente ativas permanecem deste jeito. As informações são do site Huffington Post.

Para a especialista, da University of Pittsburgh Medical Center, o conceito tem viés cultural. “A cultura nos diz que isso (sexo) é algo que pelo qual as mulheres mais velhas não devem se interessar”, observa. A pesquisa de Holly envolveu 602 mulheres, heterossexuais em sua maioria, com idades entre 40 e 65 anos quando o estudo foi iniciado – no ano de 2005.

Todo ano, elas respondiam um questionário sobre a saúde, o status da menopausa e os sintomas, a atividade sexual (variando entre beijos até a relação sexual) e as características demográficas, como se eram casadas ou se estavam em uma relação estável. No quarto ano do estudo, as mulheres completaram um breve questionário chamado Female Sexual Function Index (FSFI), em tradução livre, Índice da Função Sexual Feminina.

Avaliando a importância do sexo

Holly e os outros especialistas envolvidos no estudo perguntaram às mulheres qual a importância do sexo em suas vidas. Dois terços delas no ano quatro disseram que eram sexualmente ativas, então, elas formaram o grupo base do estudo. Quatro anos depois, 85% deste grupo disse que permaneceram sexualmente ativas.

Ser branca, ter um baixo índice de massa corporal e dar grande importância para o sexo também são fatores associados à manutenção da vida sexual. “A idade e se ela passou pela menopausa não parecem ser importantes para as mulheres continuarem a fazer sexo”, diz Thomas. “Ficamos surpresos ao descobrir isso”, completou.

Ampliando definições

Holly afirma que outros aspectos do sexo passam a ser mais importantes para as mulheres com a idade. “Eu acho que é importante manter uma definição ampla quando olhamos para a função sexual desta população.” Ela e os demais autores do estudo afirmam que, ao passo que as mulheres envelhecem, o beijo e os toques mais íntimos se tornam mais importantes do que a relação sexual com penetração.

Mulheres em menopausa ou pós-menopausa pontuam menos no questionário devido às alterações hormonais, do fluxo sanguíneo, músculos e nervos, que podem tornar a relação sexual mais dolorida. Em um artigo publicado este mês no jornal Climacteric, Rossella Nappi, da Gynecological Endocrinology and Menopause Unit da University of Pavia, na Itália, escreve que cerca de metade das mulheres na pós-menopausa sentem desconforto vaginal atribuído a uma condição crônica chamada atrofia vulvovaginal. Os sintomas incluem ressecamento da área e sensação de ardência. Infelizmente, a consciência sobre a condição é baixa entre as mulheres, apesar de causar um “impacto significativo sobre a saúde sexual e qualidade de vida”, descreve a especialista.

Sexo é bom para você

Tratamentos efetivos e seguros para lidar com estes problemas estão disponíveis, escreve Rossella. Nos Estados Unidos, eles incluem estrogênio vaginal e ospemifene, uma pílula aprovada no ano passado pela Food and Drug Administration e vendida sob o nome Osphena.

Holly afirma que ela e os demais autores do estudo querem “enfatizar que só porque uma mulher de meia-idade vai ao médico com uma queixa sexual, o médico não deve automaticamente dizer que é uma parte normal do envelhecimento”, reforça.

Ela acredita que a questão mais importante do estudo é ajudar as pessoas a compreenderem que a vida sexual é uma parte importante da saúde física e mental. "Aquelas que são sexualmente ativas tendem a viver mais tempo e ter uma melhor qualidade de vida", finalizou.

Garotada nas Olimpíadas só pensa em sexo, afirma psicóloga

As novas musas que apareceram no Ice Cube Curling Center, em Sochi, entre elas a bela Anna Sidorova (terceira da esquerda para direita) são da equipe russa.
A psicóloga e terapeuta sexual Judy Kurianski, em entrevista à rede australiana ABC News, nesta terça-feira, afirmou que o ambiente de uma Olimpíada é como um “caldeirão de ingredientes sexuais”, e que é completamente natural que os atletas tenham relacionamentos entre si durante a competição. Para ela, os Jogos de Inverno de Sochi 2014 não serão diferentes nesse aspecto.

Segundo Kurianski, o stress da competição gera tensão, ansiedade e energia, e libera muitos hormônios no corpo como adrenalina e endorfina. É uma “mistura poderosa” que favorece a atividade sexual.

– É orgásmico – definiu ela.

Outros fatores que favorecem o sexo são a beleza do corpo dos atletas e as características da Vila Olímpica, com alojamentos próximos uns aos outros e isolada do munto exterior.

– Eles comem juntos em grupos grandes, e psicologicamente se sentem de volta à escola ou à faculdade. Eles dormem em lugares próximos, com áreas comuns. Isso contribui para esse estilo de vida – diz Kuranski, que já foi a outras Olimpíadas, como Munique 1972 e Atenas 2004.

Além disso, o narcisismo dos atletas após treinos exaustivos para um evento tão monumental também influencia no desejo sexual. Segundo a psicóloga, eles “se sentem especiais, adorados e admirados pelo mundo”, em uma excitação “semelhante à que astros do rock” têm.

Em Sochi 2014 e outras edições de Jogos Olímpicos, o Comitê Olímpico Internacional (COI) fornece aos atletas um largo suprimento de preservativos, como parte do programa de prevenção do HIV da instituição.

Mulheres confiantes

Apesar da sensualidade latente nos Jogos Olímpicos, a realização de fotos sensuais de atletas russas que competem na Olimpíada de Inverno de 2014 em alguns meios de comunicação do país causaram polêmica na Inglaterra nesta semana. O jornal britânico The Telegraph questionou se a intenção das imagens é “explorar” a imagem das mulheres para tirar o foco das “más notícias” envolvendo Sochi 2014, como o “sentimento antigay” ou o fato de a Vila Olímpica parecer um “canteiro de obras”.

O texto questiona se as atletas russas estão se despindo para as câmeras para “vender o país da única maneira que sabem”, ou se simplesmente querem fazer isso porque se sentem bem, e cita a “objetificação” das mulheres no país-sede dos Jogos de Inverno.

Mas a questão não ficou sem resposta. Uma russa que vive na Inglaterra, Yulia Ivanova, afirmou ao jornal que as mulheres do país são “sexualmente confiantes” e gostam de mostrar seus corpos. Segundo ela, na Rússia a sensualidade não é um tabu – é vista como “força e confiança” e não como “prostituição ou degradação”. Ivanova também reclamou que os Jogos de Sochi serão uma “oportunidade” para que a imprensa ocidental “ataque a Rússia e a deixe em pedaços”, focando apenas nas coisas negativas e passando por cima dos pontos positivos.

Você já olhou para “ela” hoje?


The Great Wall of Vagina at the Triennale di Milano design museum in Milan, March 2013
Vou contar uma coisa pra vocês que talvez as deixem tão assustadas quanto eu fiquei quando a descobri: existem cirurgias plásticas para mudar a vagina. Da mesma forma que você deixa seu nariz mais parecido com o daquela atriz linda, você pode mudar a aparência da sua amiguinha.

Quando li sobre isso pela primeira vez, fiquei pensando no que levava uma mulher a se submeter a uma cirurgia, com anestesia geral e todos os riscos que envolvem esse tipo de coisa, apenas para mudar uma parte do corpo que poucas pessoas verão.

E depois de muitas conversas sobre o assunto consegui entender que, da mesma maneira que uma barriga sequinha é desejada por várias mulheres que se inspiram em capas de revista e orgasmos acompanhados de gritos são o sonho de homens que se inspiram em filmes pornôs, ter a vagina com uma certa aparência é o que deixa algumas mulheres mais seguras.

Cada um é único
O que é importante lembrar é que ninguém é igual a ninguém — menos quando se faz plástica pra isso. Assim como o seu jeito é único e faz você ser a pessoa que é, seu corpo segue a mesma lógica. Não dá pra ser igual a um modelo, mesmo porque sabemos que as capas de revistas recebem retoques e os filmes pornôs são falsos.

Quem é você?
Para se sentir bem com você mesma, se conhecer e se respeitar você precisa se dar uma chance. O que você mais gosta na sua personalidade? E no seu corpo? O que você mudaria? Por quê?

Essas perguntas parecem bobas, mas muitas vezes não sabemos como responder a elas com sinceridade. O que você mais gosta em você nem sempre é o mesmo que as outras pessoas gostam e muitas vezes você mudaria algo em si por causa de terceiros e não porque você se sente incomodada.

E ter prazer sexual está totalmente ligado com segurança. Se você não se conhece, não consegue se aceitar e não vai relaxar como poderia para ficar só com a parte boa das coisas. Conheça seu corpo e sua cabeça.

Para conhecer o corpo você tem as mãos, os espelhos e as sensações. Para conhecer sua cabeça você tem muito silêncio e sinceridade. Tenha coragem e siga em frente.

O grande muro da vagina
Para ajudar as mulheres que se inspiram em um padrão inexistente no mundo real e querem transformar seus corpos sem pensar muito no assunto, o artista inglês Jamie McCartney resolveu tirar moldes das vaginas de diferentes mulheres.

"Isso mesmo, ele coloca gesso e faz uma escultura de vários tipos de vaginas. Depois de juntar muitos desses, ele cria um mural mostrando como cada pessoa é única e deixa bem evidente das diferenças entre o corpo de cada mulher.

A intenção dele é mudar a concepção de corpo que temos para que a mulher ame-se mais, aceite-se mais e consiga conviver melhor com o real ao invés de ir atrás de um imaginário que cada vez mais a deixará insegura consigo mesma.

Tudo pode mudar ao nosso redor dependendo da maneira como enxergamos nosso corpo e nossa personalidade. Ser feliz está muito mais perto do que pode parecer, basta se aceitar. Espelhinho na mão, porta do banheiro trancada e vagina em destaque, muito prazer.


Conheça 100 apelidos para vagina e pênis

Existem estudiosos que dedicam a vida a discutir o peso dessas nomenclaturas na auto-estima sexual de homens …

Tem gente que não consegue nem ao menos falar o nome vagina. Pênis, então, trava a boca e a voz não sai. Tudo isso é fruto da criação que temos. A ideia de que alguns assuntos não devem ser discutidos e algumas palavras não devem ser faladas é bastante comum na nossa sociedade.

Mas não é por não conseguir falar essas palavras sem dar uma risadinha digna de quinta série, que não se fala sobre eles. As pessoas criam apelidinhos para os genitais. Nem estou falando agora de apelidos íntimos que o casal usa, mas de nomes populares para designar a região.

Esses apelidos dão uma dica de como a gente e ensinado a encarar o sexo e todo o preconceito que permeia o assunto. Enquanto a vagina é chamada de carne mijada, ninho de rola ou suvaco de coxa, o pênis é tratado como terceira perna, espada e picolé de carne. E esses são nomes populares!

Existem até estudiosos que dedicam a vida a discutir o peso dessas nomenclaturas na autoestima sexual de homens e mulheres, já que o que falamos influencia muito na maneira como nos portamos. Os nomes dados a vagina têm um quê de nojo – não estou falando de pitchulinha ou nomes que não significam nada, enquanto os nomes dados ao pênis poderiam ganhar guerras e conquistar territórios inteiros.

Deixando de lado todos os pesos que os nomes carregam e como eles podem acabar com sua vida sexual ou torná-la incrível, um grupo resolveu criar vídeos com todos esses nomes. Não podia ser uma ideia mais simples: uma boca falando cada um deles, até chegar a 100 exemplos. Além de deixar você uma pessoa mais culta – e que vai fazer sucesso em conversas informais -, vai deixar seu dia mais divertido.


Você sabe diferenciar anúncios de moda e pornografia?

Anúncio da marca Ellus Jeans Delluxe com Georgia Jagger

“Meninas de 12 e 13 anos já sabem muito bem o que querem. Elas ficam se jogando para os homens mais velhos e depois jogam a culpa neles, que não conseguem se controlar com tanta ‘oferta’.”

Cada vez que escuto ou leio algo nesse sentido fico pensando que vou ter um ataque de loucura e nunca mais vou voltar a ser quem eu era antes que tamanha besteira aparecesse na minha vida.

Somos todos influenciados pela moda, pela mídia e pela sociedade ao nosso redor. Você liga a TV e as mulheres que são apontadas como bem sucedidas são sempre as mesmas. As mulheres que apresentam programas que interessam você, também. O que elas têm em comum? Algo que você só entende depois de um tempo: elas são sensuais.

Isso mesmo, elas poderiam estar em um programa de dona de casa ou uma casa noturna, a atitude delas, o olhar, a maneira de se mover. Tudo faz com que você não consiga tirar os olhos delas. E quem não quer ter esse magnetismo?

Saindo um pouco das TVs e indo para as revistas e a mídia impressa, a questão se repete. Os anúncios em revistas femininas são um grande mistério, já que calças jeans são vendidas como sexo. Tudo é sexo, na verdade. Anúncios de camisinha são mais comportados do que anúncios de grifes famosas.

E é daí que nossas garotas pegam sua inspiração. Elas olham para os anúncios, para a TV e entendem que tudo está ligado. Uma mulher de sucesso se veste com aquelas roupas, tem aquela atitude e aquele olhar de desejo permanente. Elas são meninas e o exemplo que têm é esse.

Certamente tem pessoas achando que é um exagero, não? Para comprovar que não é loucura, criaram um jogo - Fashion or Porn? - bem simples em que você precisa apontar, por um pedacinho de foto, se é pornografia ou moda. Quando você erra ou acerta, eles mostram a foto completa – com pênis e vaginas aparentes. Não é uma brincadeira para crianças e você vai ficar em choque com sua capacidade de ficar confuso e errar já nas primeiras imagens.

E agora, você acredita que nossa sociedade está hipersexualizada e, depois de dizer para garotas que elas devem ser assim, a julga por sua postura?

Conheça curiosidades sobre o sexo através dos tempos

O sexo sempre existiu, isso não é novidade, mas algumas coisas sobre ele você nem imagina. Certas práticas e acessórios a gente tende a acreditar que são novidade, que nossos tataravós nem imaginavam que aquilo pudesse existir, mas a verdade é que foram os antepassados deles que deram as ideias para o que temos hoje na nossa vida sexual.

Veja algumas curiosidades que vão mudar sua maneira de encarar a vida sexual.

1- Rolam 114 milhões de relações sexuais pelo mundo todos os dias, de acordo com o International Planned Parenthood Federation. Por hora são 4,75 milhões de casais transando. Por minuto, 79.166 relações. Pois é, agora mesmo você está de fora dessa festa!

2 – Um dos primeiros artigos elétricos criados foi o vibrador – antes do aspirador de pó ou do ferro de passar roupa. No século 19 era um tratamento para a histeria, que funcionava a vapor. Antes disso, na Grécia antiga, já havia sido criado um pênis de madeira revestido de couro, chamado olisbos. Ele era usado para diminuir a sensação de isolamento das mulheres.

3 – A primeira foto que mostra pelos pubianos em mulheres foi publicada em 1970 e mostrou uma quebra de tabu. A informação de que mulheres têm pelos assusta as pessoas até hoje.

4 – Pênis grandes eram algo negativo na Grécia antiga. Eles eram tidos como feios e menos férteis do que os pequenos. Mas nem tudo o que veio de lá se manteve forte até hoje, não é mesmo?

5 – Televisão no quarto atrapalha a vida sexual. Um estudo realizado em 2006, pela sexóloga italiana Serenella Salomoni, diz que os casais sem televisão próxima à cama transam duas vezes mais.

6 – Um orgasmo feminino dura de cinco a dez segundos mais do que o masculino. Durante esse tempo, as paredes da vagina soltam uma descarga de 244 minivolts. Cinco mulheres tendo orgasmo juntas poderiam acender uma pequena lâmpada. Poderosa essa brincadeira, não?

Pesquisa revela que ás 19h de sábado é quando mais pessoas praticam sexo dentro do carro

Pesquisa revela que ás 19h de sábado é quando mais pessoas praticam sexo dentro do carro

Temos a mesma vontade de fazer sexo em todas as horas do dia ou da semana ou existe um período no qual estamos mais dispostos a ir para a cama com o parceiro?

Bom, cama, cama ás 19h não será própriamente, referimo-nos ao carro. Segundo uma pesquisa realizada pelo site de produtos sexuais britânico Loveho o carro é o meio encontrado pelos casais no mundo inteiro para a realização de actos sexuais, mesmo os mais arrojados como a foto acima mostra em exemplo da pesquisa efectuada.

De acordo com o estudo, 44% preferem o carro para transar no sábado (será que é por isso que falam tanto dos embalos de sábado à noite?). Em segundo lugar, com 24%, está o domingo. Fechando o pódio do "rala e rola", com 22%, está a sexta feira. Ou seja, o fim de semana concentra 90% das relações sexuais, segundo o levantamento.

Já o momento de maior excitação é na noite de sexta para sábado às 4h33.

Ainda segundo o estudo do Lovehoney, 62% dos casais têm dias específicos para noites românticas e, nessas datas, 88% fazem sexo. “O agendamento das relações sexuais não parece romântico, mas a intimidade física regular é a chave para a felicidade geral do relacionamento. 

É melhor agendar do que não fazer", explica Richard Longhurst, co-fundador do site, ao Daily Mail.

Quer fazer mais sexo? Fuja da rotina!


Cada vez mais vemos casais jovens que não transam. São casais que se amam, se dão bem, dividem os objetivos na vida e não fazem sexo. Vamos deixar claro: existe tesão. Então qual é o problema?

O problema é a vida. Nada mais, nada menos do que a nossa bela, incrível e insana vida. Cheia de obrigações, necessidades, aspirações, muito a fazer e pouco tempo livre para você mesmo. E aí, é claro, que os casais se encontram no fim do dia, quando estão exaustos, ou acordam juntos, quando precisam correr para dar conta de tudo.

Sexo não é a coisa mais importante do relacionamento? Não. Mas é algo importante? Sim. Se uma das pessoas no relacionamento sente falta da vida sexual é preciso parar e olhar o relacionamento a fundo para entender o que aconteceu com aquele fogo do começo – se não havia fogo no começo, bem, é hora de encontrar essa chama.

Uma das maneiras mais eficazes para conseguir voltar a ter uma vida sexual interessante é fugir da rotina. Se vocês não moram juntos, não durmam todos os dias juntos, permitam-se sentir saudade. Tenham uma vida independente do outro. O futebol com os amigos e o passeio com as amigas é muito mais do que motivo para briga, é motivo para lembrar como a pessoa que você escolheu para dividir tudo é incrível e é uma pessoa com ou sem você do lado.

Se vocês são casados ou moram juntos, façam mais programas de interesse individual, sozinhos. Faça um curso – se você mora em um grande capital, como São Paulo, tem um monte deles grátis -, vá andar de bicicleta, correr por meia horinha, sentar em um parque e ler um livro. Acompanhe um seriado. Tenha algo só seu e faça com que o outro sinta-se curioso em relação a você. Isso faz o romance voltar à vida!

Uma coisa é certa: sair do trabalho, ir para casa e assistir novela comendo um prato de comida no sofá não é nada erótico, interessante ou instigante. Não espere que sua vida seja cheia de emoções se você não tirar o bumbum do sofá e ir à luta.

E se vocês, casados, morando juntos ou apenas namorando, puderem, viajem! Sair da rotina, do lugar em que vocês vivem e passar tempo em um lugar em que vocês não conhecem ninguém e ninguém os conhece pode ser ótimo para a relação. Comecem de novo, sintam-se como na época da paquera e, sim, um joguinho pode ajudar você a se sentir, de verdade, como gostaria.

Mulheres de renda mais alta relatam maior satisfação sexual


Uma pesquisa realizada na Espanha concluiu que a renda e o status influenciam na satisfação sexual das mulheres.

Segundo a pesquisa, quanto maior o poder aquisitivo e maior o poder sobre sua própria vida, mais satisfeitas as mulheres tendem a ficar com suas relações sexuais.

O estudo mostrou que as mulheres afirmaram ter relações sexuais mais prazerosas quando mantêm uma relação estável em detrimento do sexo casual.

Cerca de 96% das mulheres com um parceiro fixo disseram estar satisfeitas com sua vida sexual, em comparação com 80% daquelas que praticavam sexo casual.

Entre os homens, 97% dos que afirmaram ter uma relação estável relataram estar satisfeitos, em comparação com 88% daqueles que praticavam sexo casual.

Satisfação sexual das mulheres aumenta com a idade

Interpretações

Segundo os pesquisadores, renda e o status dão mais independência às mulheres e maior controle sobre o uso de métodos contraceptivos.

E, de acordo com a interpretação dos autores do estudo, o conforto socioeconômico permite uma liberdade maior do sexo feminino para explorar suas fantasias sexuais.

Mulheres com mais dinheiro também tendem a se envolver menos em relações abusivas, assim como têm menos chances de sofrer estupro ou agressão sexual.

Além disso, elas tendem a abandonar relações abusivas mais cedo do que mulheres mais pobres ou mesmo procurar mais rapidamente auxílio profissional ou aconselhamento, acrescentam os pesquisadores.

Mulheres dos EUA têm pouco entendimento sobre sexo e gravidez, diz estudo


Quando se trata de fatos básicos sobre sexo, fertilidade, gravidez e sua própria saúde reprodutiva, as mulheres costumam ficar no escuro, concluiu um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

A pesquisa foi realizada pela Universidade de Yale com base em uma consulta online feita com 1.000 mulheres com idades entre 18 e 40 anos de todo o país.

Segundo as conclusões publicadas no periódico Fertility and Sterility, apenas uma em cada 10 mulheres sabiam que fazer sexo antes da ovulação e não depois aumentaria as chances de engravidar.

Mais de um terço afirmou pensar que algumas posições sexuais, como erguer os quadris, poderia aumentar as chances de concepção.

Cerca de 40% pensavam que seus ovários produziam novos óvulos continuamente.

"Esta percepção equivocada é particularmente preocupante, especialmente em uma sociedade na qual as mulheres estão cada vez mais retardando a gravidez", afirmou Lubna Pal, co-autor do estudo e professor associado de obstetrícia, ginecologia e ciências reprodutivas de Yale.

Ainda segundo a pesquisa, cerca da metade das mulheres nunca discutiu sobre sua saúde reprodutiva com um médico.

Além disso, 30% disseram nunca ter feito um check-up de saúde feminina ou o fez menos de uma vez por ano.

No que diz respeito à saúde durante a gestação, a metade ignorava que tomar multivitamínicos ricos em ácido fólico são recomendados para evitar malformações.

Um quinto não sabia que a idade avançada pode causar taxas mais elevadas de aborto natural, infertilidade e anomalias fetais.

"De um lado, este estudo evidencia lacunas no conhecimento das mulheres sobre sua saúde reprodutiva e, de outro, destaca preocupações das mulheres que não costumam ser discutidas com profissionais de saúde", afirmou Jessica Illuzzi, também professora associada de Yale e principal autora do estudo.

"É importante que estas conversas ocorram neste contexto familiar em constante mudança", alertou.

12 mitos sobre o sexo que vemos nos filmes pornôs

Não existe um trabalho consistente de educação sexual nas escolas, o que faz com que muitos adolescentes se baseiem nos filmes adultos para idealizar a vida sexual. 

"Consequentemente, os homens acham que o sexo deve ser como os filmes pornôs mostram, e as mulheres imaginam que aquilo é o que seus parceiros esperam dela", explica João Luís Borzino, médico sexologista e terapeuta sexual. Mas os filmes pornográficos têm uma linguagem própria, estilizada e feita para o espetáculo, que nem sempre tem a ver com o sexo na vida real. "Ali, o feminino é masculinizado, como se a vagina fosse o centro, e as mulheres não precisassem ser acariciadas, amadas ou conquistadas", explica Borzino.

Os homens são mais ligados ao visual, tanto que as revistas de nudez feminina são produzidas para eles – e as de nudez masculina também. Essa preferência declarada, no entanto, também pode ser justificada pela educação. "As mulheres são resistentes a esses vídeos, porque nunca tiveram liberdade de assisti-los. Afinal, a maioria pensa: 'Como vou ser considerada decente se eu gostar?' E não tem nada de mais. Qualquer um pode ter vontade de ver, desde que não se torne dependente e só consiga se excitar por meio deles", afirma Carla Cecarello, psicóloga especialista em Sexualidade Humana e mestre em Ciências da Saúde.

A dançarina e ex-atriz pornô Vivi Fernandez diz que, nos filmes pornôs, tudo não passa de uma ilusão muito bem criada. “É diferente do mundo real. As posições são forçadas e todo mundo já chega louco para tirar a roupa. Não é assim: é importante ter um clima antes, conversar, jantar, beijar”, revela.

E, no fim das contas, o que os homens querem é ver a cena completa e se projetar em situações em que nunca estiveram antes. “É comum as mulheres terem ciúme quando seus namorados ou maridos veem esse tipo de conteúdo. Elas ficam incomodadas porque talvez não têm aquele corpo em forma, pensam que não são tão bonitas como as atrizes e que não fazem coisas tão incomuns. Hoje eu sei que não é verdade. Se eles não a amassem, não estariam com elas – eles não se importam com a gordurinha localizada ou a celulite”, explica Vivi.


Abaixo, veja 12 mitos do pornô desmitificados.


1. O sexo anal é sempre simples e prático

Pode ser prazeroso, mas não é tão fácil assim. Os dois precisam querer, se sentir à vontade e tomar alguns cuidados. “A mucosa anal absorve vírus e bactérias com facilidade, portanto o uso do preservativo é imprescindível. Do contrário, o pênis pode entrar em contato com restos de fezes e o homem pode ter alguma infecção ou corrimento”, alerta Carla. Além disso, o ânus precisa da ajuda de um lubrificante para a penetração.


2. O sexo oral é sempre feito com maestria

Muitas mulheres não têm sexo oral na sua lista de prioridades e, por isso, não sabem como fazê-lo da melhor forma – não conseguem manusear o pênis, nem encontrar um ritmo certo. Outras nutrem preconceito ou até nojo. “Mas sabe-se que o oral é uma parte importante nas preliminares e este bloqueio deve ser trabalhado”, ressalta Borzino.


3. Os gemidos são altíssimos e desesperados

A gritaria é um clássico do pornô. Gemer e falar é, sim, fundamental durante a relação sexual, mas isso não quer dizer que o som deve ser considerado um termômetro – quanto mais alto for, mais prazer se sente. Cada um tem seu jeito de mostrar que está bom, não é preciso ter a mesma intensidade o tempo inteiro.


4. Ejaculação no rosto é unanimidade

“Tem gosto para tudo, mas a maioria das mulheres não se sente confortável com ejaculação no rosto”, conta Vivi. Borzino concorda e acrescenta dois motivos: nojo e submissão extrema. Carla ainda compara a atitude ao desejo masculino de marcar o território. Sempre há as que gostam, e não há nada de errado com isso, mas não é uma unanimidade.


5. Lingerie sexy, maquiagem e salto alto estão sempre na cena

Lingerie caprichada não é uma realidade do dia a dia. “É ótimo sair da rotina e fazer uma surpresa para o namorado, mas qual mulher nunca se viu com uma calcinha de algodão lisa e um camisetão em casa? É difícil ser sensual o tempo todo”, conta Vivi. Por isso, invista no visual de vez em quando, mas não se sinta culpada quando estiver à vontade em casa. Afinal, o sexo pode acontecer a qualquer momento e você também pode ser sexy com camiseta antiga.


6. Os seios são gigantes

Os pornôs mostram atrizes invariavelmente voluptuosas. Mas nem todas as mulheres correspondem a este padrão - e se amam exatamente do jeito que são. É importante lembrar que cada uma tem um atributo e não é unanimidade na ala masculina gostar de uma grande comissão de frente.


7. A ejaculação é impressionante

“O homem ejacula de 3 a 5 mililitros a cada relação sexual”, revela Borzino – não aquela quantidade interminável dos filmes. Portanto, é importante que as moças saibam que a quantidade de sêmen não tem ligação com o fato do parceiro ter tido mais ou menos prazer. “Muitas pensam que, por eles ejacularem pouco, o sexo não foi tão bom assim”, acrescenta. Não é verdade.


8. A penetração é direta e reta

Os atores introduzem o dedo diretamente na vagina e as atrizes simplesmente amam – e pedem mais. Não é bem assim. O clitóris, ponto extremamente sensível, é uma chave para as preliminares e também deve ser estimulado durante o sexo. “Algumas pacientes acreditam que têm algo de errado com o clitóris delas, mas o errado, na verdade, são os maridos, que não sabem fazer sexo oral. É preciso praticamente dar um beijo de língua, e não friccionar no mesmo lugar até machucar”, ensina Borzino.

Carla frisa as posições mais fáceis para as mulheres atingirem o orgasmo. “Quando a mulher está por cima do homem ou de lado, com penetração sendo feita por trás, fica mais fácil masturbar ao mesmo tempo”.


9. A transa passa por mil posições

Começa na cozinha, passa pela sala, finaliza no quarto. De frente, em cima, embaixo, de cabeça para baixo, por trás. São tantas as acrobacias em uma cena de sexo que, se continuar nesse ritmo, dá até para cancelar a matrícula na academia. “Isso depende da fantasia de cada um. E não tem necessidade de experimentar tudo de uma vez, pode ir aos poucos”, diz Borzino. Veja na galeria abaixo 69 posições para se inspirar:


10. O sexo tem tempo cênico

Em alguns dias, você está muito excitada, e, em outros, nem tanto. Não há regras, nem tempo determinado para se ter um orgasmo. “Demora muito para gravar, são muitas pessoas envolvidas. A expressão, o ângulo e a iluminação devem estar perfeitos, e a atriz precisa sensualizar o tempo inteiro”, afirma Vivi. “Quando você está com o namorado, não. O importante ali é aproveitar o momento, ninguém vai reparar se seu rosto não ficou bem daquele jeito, se apareceu uma celulite ou se seria melhor inclinar um pouco mais a perna”.


11. A ejaculação feminina é frequente

De acordo com Carla, a ciência ainda não descobriu por que algumas mulheres conseguem ejacular, secretando um líquido semelhante à urina. Enquanto nos filmes adultos o fenômento acontece com a maioria, apenas a minoria o faz. “Consequentemente, elas querem passar por esse tipo de situação também, porque imaginam que aquilo, sim, é sentir prazer de verdade.”


12. Orgasmos múltiplos são comuns

É possível ter orgasmos múltiplos ou apenas um só. “Não é necessário chegar ao orgasmo várias vezes para se sentir satisfeita”, finaliza Borzino. Não existem leis, o importante é estar confortável consigo mesma e aproveitar.