Os sinais do fim


Como identificar que o relacionamento acabou e tomar coragem de terminá-lo.

Os carinhos diminuíram, assim como as risadas. O sexo esfriou e as brigas são constantes. Sintomas de uma relação em crise são facilmente identificáveis. A parte difícil é perceber se tudo isso significa mais que uma fase ruim: será o fim de uma história de amor?

Brigas, falta de carinho, indiferença: aprenda a identificar os sinais anunciados do final do relacionamento

Para a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis, os sinais da mudança no clima do relacionamento podem ser sutis no início, mas a distância entre o casal aparece inevitavelmente. “Fica claro quando os dois têm mais frustrações e decepções que alegrias. Eles deixam de cumprir o que imaginavam fazer quando começaram a vida juntos”, aponta.

“A gente não transava mais, não se beijava. Perdemos o pique dos passeios legais”, conta Laura Sobenes, fotógrafa, 23 anos. Ela terminou seu namoro de dois anos quando percebeu que as expectativas e a convivência não eram as mesmas do começo. Ela gostava de balada, ele era caseiro. Ela queria sair com os amigos, ele passava bastante tempo na casa da avó. As tentativas de equilíbrio deram certo por algum tempo. “Ele tentou se doar um pouco, me acompanhar, eu tentei maneirar na bebida e no cigarro”, conta ela. Mas as diferenças começaram a machucar: “Relacionamento é construir coisas juntos, mas isso ia matar nossa vida”, diz.

Em tempos de crise profunda é comum que um dos lados perceba primeiro que não há mais jeito. No caso de Laura, foi o namorado que quebrou o silêncio e questionou o futuro dos dois. Ela concordou. Para Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos, quando uma relação chega ao fim, as expectativas e planejamentos se esgotam. “Acaba o que dava vontade de estar ao lado daquela pessoa”, diz.Termômetros da relação

Diminuição dos beijos na boca é sinal de crise no relacionamento

Segundo Thiago, quando o sentimento e o amor estão no fim, há sinais específicos do distanciamento emocional. “Fui percebendo que ele virou meu amigo”, conta Laura. Na fase final do namoro, o casal se encontrava apenas uma vez por semana e a rotina tomou conta do dia a dia. A diminuição dos beijos na boca, demonstração constante de casais apaixonados, serve de alerta. “O afastamento começa nessa parte e se estende ao restante do contato físico”, aponta Thiago.

As questões cotidianas também ganham um peso maior quando há conflitos emocionais. Os pequenos defeitos do outro parecem enormes, por exemplo. “Para os homens, o que era visto como bondade passa a ser visto como falta de assertividade na companheira”, aponta Thiago. Nesse clima se percebe a perda da admiração pelo outro. Assim, queixas objetivas, como as financeiras, viram motivo da discórdia e as reclamações específicas se transformam em críticas à pessoa.

Um sintoma claro de crise é questionar a exclusividade sexual. Quando o desejo de sair com outras pessoas é forte e constante, a crise provavelmente está batendo na porta.

Separar ou dar uma chance?
Se um relacionamento caminha para o fim, não quer dizer que já está enterrado. Por um lado o término é a resposta para todas as frustrações, mas há o receio da precipitação. “Às vezes as pessoas só enxergam o caminho do fim e não testam outras possibilidades”, diz Margareth. Segundo ela, o que determina se a relação tem condições de continuar é a disposição do casal em tomar atitudes e dialogar sobre as insatisfações. Sem essa renovação, a tendência é que a união “empobreça e morra”, como define a psicóloga.

Thiago concorda. Para ele, o que diferencia os casais bem sucedidos dos interrompidos é a capacidade de enfrentar e solucionar problemas.

Para dar uma chance ao amor, é preciso renovar a relação e rever projetos a dois. Segundo Lilian Gattaz, psicanalista, o fim do relacionando, em geral, não é equivalente ao fim do sentimento. Mas se o esforço para salvar um casamento ou namoro é grande demais, é possível que mesmo amando uma das partes desista de tentar. “Vale resgatar até o último segundo, mas às vezes você põe todas as suas forças e não tem salvação”, diz. E com o esgotamento, a relação não tem volta.

Vamos falar sobre sexo?


Sexo é uma parte importante do relacionamento e também uma das áreas mais desafiantes para se navegar quando se fala em negociar necessidades e preferências.

As pessoas veem sexo de modos diferentes uma das outras, é comum para uma delas querer sexo mais frequentemente ou de modo diferente da outra. Sexo pode ser muito importante para uns e não tão importante para outros. Essas diferenças afetam o relacionamento ao longo do tempo e influem em vários aspectos, dependendo de como o casal resolve administrá-las.

Caso discutir este assunto esteja fora dos planos do casal e ter uma vida sexual satisfatória não seja tão importante, frustrações e desconexões poderão acontecer por falta desta preciosa comunicação. Então, como é que um casal pode falar sobre este assunto? A seguir, darei 10 sugestões para falar sobre sexo saudavelmente:

1- Fale

Não assuma que o seu parceiro sabe que existe um problema ou uma carência sua. Mesmo que você ache que já deu as maiores dicas, mostrou quais são as suas necessidades e nada mudou, está na hora de falar claramente sobre o assunto.

2- Privacidade

Não fale sobre o assunto durante ou imediatamente após o sexo. Tenha esta conversa quando tiver privacidade e não precisar se apressar.

3- Intenções

Comece a conversa colocando suas intenções. Sugiro que não inicie fazendo a pessoa se sentir culpada ou envergonhada. Repense como colocar seu descontentamento. Intenções que reflitam o desejo de construir intimidade, conexão, satisfação e prazer entre você e a outra pessoa, serão baseadas em ouvir e se comunicar e não em atacar, se defender ou se afastar.

4- Seja Clara

Em primeiro lugar, deixe seu parceiro saber como ele ou ela te faz sentir e o que você aprecia na sua vida sexual. Então, fale o que está faltando e porque é importante para você. Seja concreta e clara na sua colocação. Não se intimide em usar a linguagem que reflita como você quer ser tocada e onde. Se a questão não for a qualidade e, sim, a quantidade, seja clara dizendo o quanto a mais sexo você quer e porque.

5- Preferências e Necessidades

Lembre-se de perguntar como os desejos dele têm sido alcançados e se ele deseja algo diferente. As pessoas são diferentes uma das outras e têm preferências e necessidades distintas. Em outras palavras, não espere que seu companheiro goste das mesmas coisas que seu ex gostava e nem que ele não mude com o tempo.

6- Explorar Possibilidades

Esteja aberta para explorar possibilidades. Sexo libera estresse, aumenta bem estar, cria intimidade, aumenta auto estima e traz alegria para o relacionamento. Esteja aberta para explorar técnicas diferentes, lugares, frequência, pois isso trará benefícios inesperados para você dois.

7- Hora Certa

Se após uma longa conversa sobre o assunto, você ou seu parceiro não estiverem confortáveis para iniciar o ato sexual, respeite seus limites. É importante que qualquer mudança ocorra em um ambiente relaxado e harmônico. Caso você não consiga aceitar as coisas como estão, então será uma conversa para outra ocasião.

8- Intimidade e Conexão

A próxima vez que fizerem sexo não se pressione. Esteja aberta para tentar novas coisas e novos territórios, mas faça com uma atitude dentro do clima sensual ou “na brincadeira”. Não se preocupe em fazer coisas de um modo certo. Foque em criar intimidade e conexão, o resto fluirá.

9- Guiar

Não se intimide em guiar ou mostrar para o seu companheiro como lhe dar prazer. A maioria dos parceiros quer dar prazer ao outro, mas não sabe como e nem pedir que o ensine. Um movimento delicado amoroso ou mesmo um olhar pode ajudá-lo a entender o caminho a seguir.

10- Apreciação

Dê para seu parceiro muitos feedbacks positivos e fale sobre o assunto. Deixe-o saber de um modo ou de outro que ele está lhe dando prazer. É importante que você mostre que aprecia o progresso que estão tendo juntos.

O objetivo destas dicas é que vocês se sintam seguros, confiantes, amados e íntimos em suas relações sexuais.

Será nesta atmosfera de amor e conexão que sua intimidade crescerá fazendo com que boa parte do relacionamento esteja equilibrado, ajudando, assim, o fluir das outras áreas que compõem a vida a dois.

Estudo rebate mito de que mulheres mais velhas não gostam de sexo


Você já deve estar familiarizada com a máxima de que as mulheres de meia idade não gostam de sexo tanto quanto as mais jovens. Mas Holly Thomas discorda. Em um novo estudo, ela e outros co-autores comprovam que as mulheres de meia idade que são sexualmente ativas permanecem deste jeito. As informações são do site Huffington Post.

Para a especialista, da University of Pittsburgh Medical Center, o conceito tem viés cultural. “A cultura nos diz que isso (sexo) é algo que pelo qual as mulheres mais velhas não devem se interessar”, observa. A pesquisa de Holly envolveu 602 mulheres, heterossexuais em sua maioria, com idades entre 40 e 65 anos quando o estudo foi iniciado – no ano de 2005.

Todo ano, elas respondiam um questionário sobre a saúde, o status da menopausa e os sintomas, a atividade sexual (variando entre beijos até a relação sexual) e as características demográficas, como se eram casadas ou se estavam em uma relação estável. No quarto ano do estudo, as mulheres completaram um breve questionário chamado Female Sexual Function Index (FSFI), em tradução livre, Índice da Função Sexual Feminina.

Avaliando a importância do sexo

Holly e os outros especialistas envolvidos no estudo perguntaram às mulheres qual a importância do sexo em suas vidas. Dois terços delas no ano quatro disseram que eram sexualmente ativas, então, elas formaram o grupo base do estudo. Quatro anos depois, 85% deste grupo disse que permaneceram sexualmente ativas.

Ser branca, ter um baixo índice de massa corporal e dar grande importância para o sexo também são fatores associados à manutenção da vida sexual. “A idade e se ela passou pela menopausa não parecem ser importantes para as mulheres continuarem a fazer sexo”, diz Thomas. “Ficamos surpresos ao descobrir isso”, completou.

Ampliando definições

Holly afirma que outros aspectos do sexo passam a ser mais importantes para as mulheres com a idade. “Eu acho que é importante manter uma definição ampla quando olhamos para a função sexual desta população.” Ela e os demais autores do estudo afirmam que, ao passo que as mulheres envelhecem, o beijo e os toques mais íntimos se tornam mais importantes do que a relação sexual com penetração.

Mulheres em menopausa ou pós-menopausa pontuam menos no questionário devido às alterações hormonais, do fluxo sanguíneo, músculos e nervos, que podem tornar a relação sexual mais dolorida. Em um artigo publicado este mês no jornal Climacteric, Rossella Nappi, da Gynecological Endocrinology and Menopause Unit da University of Pavia, na Itália, escreve que cerca de metade das mulheres na pós-menopausa sentem desconforto vaginal atribuído a uma condição crônica chamada atrofia vulvovaginal. Os sintomas incluem ressecamento da área e sensação de ardência. Infelizmente, a consciência sobre a condição é baixa entre as mulheres, apesar de causar um “impacto significativo sobre a saúde sexual e qualidade de vida”, descreve a especialista.

Sexo é bom para você

Tratamentos efetivos e seguros para lidar com estes problemas estão disponíveis, escreve Rossella. Nos Estados Unidos, eles incluem estrogênio vaginal e ospemifene, uma pílula aprovada no ano passado pela Food and Drug Administration e vendida sob o nome Osphena.

Holly afirma que ela e os demais autores do estudo querem “enfatizar que só porque uma mulher de meia-idade vai ao médico com uma queixa sexual, o médico não deve automaticamente dizer que é uma parte normal do envelhecimento”, reforça.

Ela acredita que a questão mais importante do estudo é ajudar as pessoas a compreenderem que a vida sexual é uma parte importante da saúde física e mental. "Aquelas que são sexualmente ativas tendem a viver mais tempo e ter uma melhor qualidade de vida", finalizou.

Garotada nas Olimpíadas só pensa em sexo, afirma psicóloga

As novas musas que apareceram no Ice Cube Curling Center, em Sochi, entre elas a bela Anna Sidorova (terceira da esquerda para direita) são da equipe russa.
A psicóloga e terapeuta sexual Judy Kurianski, em entrevista à rede australiana ABC News, nesta terça-feira, afirmou que o ambiente de uma Olimpíada é como um “caldeirão de ingredientes sexuais”, e que é completamente natural que os atletas tenham relacionamentos entre si durante a competição. Para ela, os Jogos de Inverno de Sochi 2014 não serão diferentes nesse aspecto.

Segundo Kurianski, o stress da competição gera tensão, ansiedade e energia, e libera muitos hormônios no corpo como adrenalina e endorfina. É uma “mistura poderosa” que favorece a atividade sexual.

– É orgásmico – definiu ela.

Outros fatores que favorecem o sexo são a beleza do corpo dos atletas e as características da Vila Olímpica, com alojamentos próximos uns aos outros e isolada do munto exterior.

– Eles comem juntos em grupos grandes, e psicologicamente se sentem de volta à escola ou à faculdade. Eles dormem em lugares próximos, com áreas comuns. Isso contribui para esse estilo de vida – diz Kuranski, que já foi a outras Olimpíadas, como Munique 1972 e Atenas 2004.

Além disso, o narcisismo dos atletas após treinos exaustivos para um evento tão monumental também influencia no desejo sexual. Segundo a psicóloga, eles “se sentem especiais, adorados e admirados pelo mundo”, em uma excitação “semelhante à que astros do rock” têm.

Em Sochi 2014 e outras edições de Jogos Olímpicos, o Comitê Olímpico Internacional (COI) fornece aos atletas um largo suprimento de preservativos, como parte do programa de prevenção do HIV da instituição.

Mulheres confiantes

Apesar da sensualidade latente nos Jogos Olímpicos, a realização de fotos sensuais de atletas russas que competem na Olimpíada de Inverno de 2014 em alguns meios de comunicação do país causaram polêmica na Inglaterra nesta semana. O jornal britânico The Telegraph questionou se a intenção das imagens é “explorar” a imagem das mulheres para tirar o foco das “más notícias” envolvendo Sochi 2014, como o “sentimento antigay” ou o fato de a Vila Olímpica parecer um “canteiro de obras”.

O texto questiona se as atletas russas estão se despindo para as câmeras para “vender o país da única maneira que sabem”, ou se simplesmente querem fazer isso porque se sentem bem, e cita a “objetificação” das mulheres no país-sede dos Jogos de Inverno.

Mas a questão não ficou sem resposta. Uma russa que vive na Inglaterra, Yulia Ivanova, afirmou ao jornal que as mulheres do país são “sexualmente confiantes” e gostam de mostrar seus corpos. Segundo ela, na Rússia a sensualidade não é um tabu – é vista como “força e confiança” e não como “prostituição ou degradação”. Ivanova também reclamou que os Jogos de Sochi serão uma “oportunidade” para que a imprensa ocidental “ataque a Rússia e a deixe em pedaços”, focando apenas nas coisas negativas e passando por cima dos pontos positivos.

Você já olhou para “ela” hoje?


The Great Wall of Vagina at the Triennale di Milano design museum in Milan, March 2013
Vou contar uma coisa pra vocês que talvez as deixem tão assustadas quanto eu fiquei quando a descobri: existem cirurgias plásticas para mudar a vagina. Da mesma forma que você deixa seu nariz mais parecido com o daquela atriz linda, você pode mudar a aparência da sua amiguinha.

Quando li sobre isso pela primeira vez, fiquei pensando no que levava uma mulher a se submeter a uma cirurgia, com anestesia geral e todos os riscos que envolvem esse tipo de coisa, apenas para mudar uma parte do corpo que poucas pessoas verão.

E depois de muitas conversas sobre o assunto consegui entender que, da mesma maneira que uma barriga sequinha é desejada por várias mulheres que se inspiram em capas de revista e orgasmos acompanhados de gritos são o sonho de homens que se inspiram em filmes pornôs, ter a vagina com uma certa aparência é o que deixa algumas mulheres mais seguras.

Cada um é único
O que é importante lembrar é que ninguém é igual a ninguém — menos quando se faz plástica pra isso. Assim como o seu jeito é único e faz você ser a pessoa que é, seu corpo segue a mesma lógica. Não dá pra ser igual a um modelo, mesmo porque sabemos que as capas de revistas recebem retoques e os filmes pornôs são falsos.

Quem é você?
Para se sentir bem com você mesma, se conhecer e se respeitar você precisa se dar uma chance. O que você mais gosta na sua personalidade? E no seu corpo? O que você mudaria? Por quê?

Essas perguntas parecem bobas, mas muitas vezes não sabemos como responder a elas com sinceridade. O que você mais gosta em você nem sempre é o mesmo que as outras pessoas gostam e muitas vezes você mudaria algo em si por causa de terceiros e não porque você se sente incomodada.

E ter prazer sexual está totalmente ligado com segurança. Se você não se conhece, não consegue se aceitar e não vai relaxar como poderia para ficar só com a parte boa das coisas. Conheça seu corpo e sua cabeça.

Para conhecer o corpo você tem as mãos, os espelhos e as sensações. Para conhecer sua cabeça você tem muito silêncio e sinceridade. Tenha coragem e siga em frente.

O grande muro da vagina
Para ajudar as mulheres que se inspiram em um padrão inexistente no mundo real e querem transformar seus corpos sem pensar muito no assunto, o artista inglês Jamie McCartney resolveu tirar moldes das vaginas de diferentes mulheres.

"Isso mesmo, ele coloca gesso e faz uma escultura de vários tipos de vaginas. Depois de juntar muitos desses, ele cria um mural mostrando como cada pessoa é única e deixa bem evidente das diferenças entre o corpo de cada mulher.

A intenção dele é mudar a concepção de corpo que temos para que a mulher ame-se mais, aceite-se mais e consiga conviver melhor com o real ao invés de ir atrás de um imaginário que cada vez mais a deixará insegura consigo mesma.

Tudo pode mudar ao nosso redor dependendo da maneira como enxergamos nosso corpo e nossa personalidade. Ser feliz está muito mais perto do que pode parecer, basta se aceitar. Espelhinho na mão, porta do banheiro trancada e vagina em destaque, muito prazer.


Conheça 100 apelidos para vagina e pênis

Existem estudiosos que dedicam a vida a discutir o peso dessas nomenclaturas na auto-estima sexual de homens …

Tem gente que não consegue nem ao menos falar o nome vagina. Pênis, então, trava a boca e a voz não sai. Tudo isso é fruto da criação que temos. A ideia de que alguns assuntos não devem ser discutidos e algumas palavras não devem ser faladas é bastante comum na nossa sociedade.

Mas não é por não conseguir falar essas palavras sem dar uma risadinha digna de quinta série, que não se fala sobre eles. As pessoas criam apelidinhos para os genitais. Nem estou falando agora de apelidos íntimos que o casal usa, mas de nomes populares para designar a região.

Esses apelidos dão uma dica de como a gente e ensinado a encarar o sexo e todo o preconceito que permeia o assunto. Enquanto a vagina é chamada de carne mijada, ninho de rola ou suvaco de coxa, o pênis é tratado como terceira perna, espada e picolé de carne. E esses são nomes populares!

Existem até estudiosos que dedicam a vida a discutir o peso dessas nomenclaturas na autoestima sexual de homens e mulheres, já que o que falamos influencia muito na maneira como nos portamos. Os nomes dados a vagina têm um quê de nojo – não estou falando de pitchulinha ou nomes que não significam nada, enquanto os nomes dados ao pênis poderiam ganhar guerras e conquistar territórios inteiros.

Deixando de lado todos os pesos que os nomes carregam e como eles podem acabar com sua vida sexual ou torná-la incrível, um grupo resolveu criar vídeos com todos esses nomes. Não podia ser uma ideia mais simples: uma boca falando cada um deles, até chegar a 100 exemplos. Além de deixar você uma pessoa mais culta – e que vai fazer sucesso em conversas informais -, vai deixar seu dia mais divertido.


Você sabe diferenciar anúncios de moda e pornografia?

Anúncio da marca Ellus Jeans Delluxe com Georgia Jagger

“Meninas de 12 e 13 anos já sabem muito bem o que querem. Elas ficam se jogando para os homens mais velhos e depois jogam a culpa neles, que não conseguem se controlar com tanta ‘oferta’.”

Cada vez que escuto ou leio algo nesse sentido fico pensando que vou ter um ataque de loucura e nunca mais vou voltar a ser quem eu era antes que tamanha besteira aparecesse na minha vida.

Somos todos influenciados pela moda, pela mídia e pela sociedade ao nosso redor. Você liga a TV e as mulheres que são apontadas como bem sucedidas são sempre as mesmas. As mulheres que apresentam programas que interessam você, também. O que elas têm em comum? Algo que você só entende depois de um tempo: elas são sensuais.

Isso mesmo, elas poderiam estar em um programa de dona de casa ou uma casa noturna, a atitude delas, o olhar, a maneira de se mover. Tudo faz com que você não consiga tirar os olhos delas. E quem não quer ter esse magnetismo?

Saindo um pouco das TVs e indo para as revistas e a mídia impressa, a questão se repete. Os anúncios em revistas femininas são um grande mistério, já que calças jeans são vendidas como sexo. Tudo é sexo, na verdade. Anúncios de camisinha são mais comportados do que anúncios de grifes famosas.

E é daí que nossas garotas pegam sua inspiração. Elas olham para os anúncios, para a TV e entendem que tudo está ligado. Uma mulher de sucesso se veste com aquelas roupas, tem aquela atitude e aquele olhar de desejo permanente. Elas são meninas e o exemplo que têm é esse.

Certamente tem pessoas achando que é um exagero, não? Para comprovar que não é loucura, criaram um jogo - Fashion or Porn? - bem simples em que você precisa apontar, por um pedacinho de foto, se é pornografia ou moda. Quando você erra ou acerta, eles mostram a foto completa – com pênis e vaginas aparentes. Não é uma brincadeira para crianças e você vai ficar em choque com sua capacidade de ficar confuso e errar já nas primeiras imagens.

E agora, você acredita que nossa sociedade está hipersexualizada e, depois de dizer para garotas que elas devem ser assim, a julga por sua postura?

Conheça curiosidades sobre o sexo através dos tempos

O sexo sempre existiu, isso não é novidade, mas algumas coisas sobre ele você nem imagina. Certas práticas e acessórios a gente tende a acreditar que são novidade, que nossos tataravós nem imaginavam que aquilo pudesse existir, mas a verdade é que foram os antepassados deles que deram as ideias para o que temos hoje na nossa vida sexual.

Veja algumas curiosidades que vão mudar sua maneira de encarar a vida sexual.

1- Rolam 114 milhões de relações sexuais pelo mundo todos os dias, de acordo com o International Planned Parenthood Federation. Por hora são 4,75 milhões de casais transando. Por minuto, 79.166 relações. Pois é, agora mesmo você está de fora dessa festa!

2 – Um dos primeiros artigos elétricos criados foi o vibrador – antes do aspirador de pó ou do ferro de passar roupa. No século 19 era um tratamento para a histeria, que funcionava a vapor. Antes disso, na Grécia antiga, já havia sido criado um pênis de madeira revestido de couro, chamado olisbos. Ele era usado para diminuir a sensação de isolamento das mulheres.

3 – A primeira foto que mostra pelos pubianos em mulheres foi publicada em 1970 e mostrou uma quebra de tabu. A informação de que mulheres têm pelos assusta as pessoas até hoje.

4 – Pênis grandes eram algo negativo na Grécia antiga. Eles eram tidos como feios e menos férteis do que os pequenos. Mas nem tudo o que veio de lá se manteve forte até hoje, não é mesmo?

5 – Televisão no quarto atrapalha a vida sexual. Um estudo realizado em 2006, pela sexóloga italiana Serenella Salomoni, diz que os casais sem televisão próxima à cama transam duas vezes mais.

6 – Um orgasmo feminino dura de cinco a dez segundos mais do que o masculino. Durante esse tempo, as paredes da vagina soltam uma descarga de 244 minivolts. Cinco mulheres tendo orgasmo juntas poderiam acender uma pequena lâmpada. Poderosa essa brincadeira, não?

Pesquisa revela que ás 19h de sábado é quando mais pessoas praticam sexo dentro do carro

Pesquisa revela que ás 19h de sábado é quando mais pessoas praticam sexo dentro do carro

Temos a mesma vontade de fazer sexo em todas as horas do dia ou da semana ou existe um período no qual estamos mais dispostos a ir para a cama com o parceiro?

Bom, cama, cama ás 19h não será própriamente, referimo-nos ao carro. Segundo uma pesquisa realizada pelo site de produtos sexuais britânico Loveho o carro é o meio encontrado pelos casais no mundo inteiro para a realização de actos sexuais, mesmo os mais arrojados como a foto acima mostra em exemplo da pesquisa efectuada.

De acordo com o estudo, 44% preferem o carro para transar no sábado (será que é por isso que falam tanto dos embalos de sábado à noite?). Em segundo lugar, com 24%, está o domingo. Fechando o pódio do "rala e rola", com 22%, está a sexta feira. Ou seja, o fim de semana concentra 90% das relações sexuais, segundo o levantamento.

Já o momento de maior excitação é na noite de sexta para sábado às 4h33.

Ainda segundo o estudo do Lovehoney, 62% dos casais têm dias específicos para noites românticas e, nessas datas, 88% fazem sexo. “O agendamento das relações sexuais não parece romântico, mas a intimidade física regular é a chave para a felicidade geral do relacionamento. 

É melhor agendar do que não fazer", explica Richard Longhurst, co-fundador do site, ao Daily Mail.

Quer fazer mais sexo? Fuja da rotina!


Cada vez mais vemos casais jovens que não transam. São casais que se amam, se dão bem, dividem os objetivos na vida e não fazem sexo. Vamos deixar claro: existe tesão. Então qual é o problema?

O problema é a vida. Nada mais, nada menos do que a nossa bela, incrível e insana vida. Cheia de obrigações, necessidades, aspirações, muito a fazer e pouco tempo livre para você mesmo. E aí, é claro, que os casais se encontram no fim do dia, quando estão exaustos, ou acordam juntos, quando precisam correr para dar conta de tudo.

Sexo não é a coisa mais importante do relacionamento? Não. Mas é algo importante? Sim. Se uma das pessoas no relacionamento sente falta da vida sexual é preciso parar e olhar o relacionamento a fundo para entender o que aconteceu com aquele fogo do começo – se não havia fogo no começo, bem, é hora de encontrar essa chama.

Uma das maneiras mais eficazes para conseguir voltar a ter uma vida sexual interessante é fugir da rotina. Se vocês não moram juntos, não durmam todos os dias juntos, permitam-se sentir saudade. Tenham uma vida independente do outro. O futebol com os amigos e o passeio com as amigas é muito mais do que motivo para briga, é motivo para lembrar como a pessoa que você escolheu para dividir tudo é incrível e é uma pessoa com ou sem você do lado.

Se vocês são casados ou moram juntos, façam mais programas de interesse individual, sozinhos. Faça um curso – se você mora em um grande capital, como São Paulo, tem um monte deles grátis -, vá andar de bicicleta, correr por meia horinha, sentar em um parque e ler um livro. Acompanhe um seriado. Tenha algo só seu e faça com que o outro sinta-se curioso em relação a você. Isso faz o romance voltar à vida!

Uma coisa é certa: sair do trabalho, ir para casa e assistir novela comendo um prato de comida no sofá não é nada erótico, interessante ou instigante. Não espere que sua vida seja cheia de emoções se você não tirar o bumbum do sofá e ir à luta.

E se vocês, casados, morando juntos ou apenas namorando, puderem, viajem! Sair da rotina, do lugar em que vocês vivem e passar tempo em um lugar em que vocês não conhecem ninguém e ninguém os conhece pode ser ótimo para a relação. Comecem de novo, sintam-se como na época da paquera e, sim, um joguinho pode ajudar você a se sentir, de verdade, como gostaria.

Mulheres de renda mais alta relatam maior satisfação sexual


Uma pesquisa realizada na Espanha concluiu que a renda e o status influenciam na satisfação sexual das mulheres.

Segundo a pesquisa, quanto maior o poder aquisitivo e maior o poder sobre sua própria vida, mais satisfeitas as mulheres tendem a ficar com suas relações sexuais.

O estudo mostrou que as mulheres afirmaram ter relações sexuais mais prazerosas quando mantêm uma relação estável em detrimento do sexo casual.

Cerca de 96% das mulheres com um parceiro fixo disseram estar satisfeitas com sua vida sexual, em comparação com 80% daquelas que praticavam sexo casual.

Entre os homens, 97% dos que afirmaram ter uma relação estável relataram estar satisfeitos, em comparação com 88% daqueles que praticavam sexo casual.

Satisfação sexual das mulheres aumenta com a idade

Interpretações

Segundo os pesquisadores, renda e o status dão mais independência às mulheres e maior controle sobre o uso de métodos contraceptivos.

E, de acordo com a interpretação dos autores do estudo, o conforto socioeconômico permite uma liberdade maior do sexo feminino para explorar suas fantasias sexuais.

Mulheres com mais dinheiro também tendem a se envolver menos em relações abusivas, assim como têm menos chances de sofrer estupro ou agressão sexual.

Além disso, elas tendem a abandonar relações abusivas mais cedo do que mulheres mais pobres ou mesmo procurar mais rapidamente auxílio profissional ou aconselhamento, acrescentam os pesquisadores.

Mulheres dos EUA têm pouco entendimento sobre sexo e gravidez, diz estudo


Quando se trata de fatos básicos sobre sexo, fertilidade, gravidez e sua própria saúde reprodutiva, as mulheres costumam ficar no escuro, concluiu um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

A pesquisa foi realizada pela Universidade de Yale com base em uma consulta online feita com 1.000 mulheres com idades entre 18 e 40 anos de todo o país.

Segundo as conclusões publicadas no periódico Fertility and Sterility, apenas uma em cada 10 mulheres sabiam que fazer sexo antes da ovulação e não depois aumentaria as chances de engravidar.

Mais de um terço afirmou pensar que algumas posições sexuais, como erguer os quadris, poderia aumentar as chances de concepção.

Cerca de 40% pensavam que seus ovários produziam novos óvulos continuamente.

"Esta percepção equivocada é particularmente preocupante, especialmente em uma sociedade na qual as mulheres estão cada vez mais retardando a gravidez", afirmou Lubna Pal, co-autor do estudo e professor associado de obstetrícia, ginecologia e ciências reprodutivas de Yale.

Ainda segundo a pesquisa, cerca da metade das mulheres nunca discutiu sobre sua saúde reprodutiva com um médico.

Além disso, 30% disseram nunca ter feito um check-up de saúde feminina ou o fez menos de uma vez por ano.

No que diz respeito à saúde durante a gestação, a metade ignorava que tomar multivitamínicos ricos em ácido fólico são recomendados para evitar malformações.

Um quinto não sabia que a idade avançada pode causar taxas mais elevadas de aborto natural, infertilidade e anomalias fetais.

"De um lado, este estudo evidencia lacunas no conhecimento das mulheres sobre sua saúde reprodutiva e, de outro, destaca preocupações das mulheres que não costumam ser discutidas com profissionais de saúde", afirmou Jessica Illuzzi, também professora associada de Yale e principal autora do estudo.

"É importante que estas conversas ocorram neste contexto familiar em constante mudança", alertou.

12 mitos sobre o sexo que vemos nos filmes pornôs

Não existe um trabalho consistente de educação sexual nas escolas, o que faz com que muitos adolescentes se baseiem nos filmes adultos para idealizar a vida sexual. 

"Consequentemente, os homens acham que o sexo deve ser como os filmes pornôs mostram, e as mulheres imaginam que aquilo é o que seus parceiros esperam dela", explica João Luís Borzino, médico sexologista e terapeuta sexual. Mas os filmes pornográficos têm uma linguagem própria, estilizada e feita para o espetáculo, que nem sempre tem a ver com o sexo na vida real. "Ali, o feminino é masculinizado, como se a vagina fosse o centro, e as mulheres não precisassem ser acariciadas, amadas ou conquistadas", explica Borzino.

Os homens são mais ligados ao visual, tanto que as revistas de nudez feminina são produzidas para eles – e as de nudez masculina também. Essa preferência declarada, no entanto, também pode ser justificada pela educação. "As mulheres são resistentes a esses vídeos, porque nunca tiveram liberdade de assisti-los. Afinal, a maioria pensa: 'Como vou ser considerada decente se eu gostar?' E não tem nada de mais. Qualquer um pode ter vontade de ver, desde que não se torne dependente e só consiga se excitar por meio deles", afirma Carla Cecarello, psicóloga especialista em Sexualidade Humana e mestre em Ciências da Saúde.

A dançarina e ex-atriz pornô Vivi Fernandez diz que, nos filmes pornôs, tudo não passa de uma ilusão muito bem criada. “É diferente do mundo real. As posições são forçadas e todo mundo já chega louco para tirar a roupa. Não é assim: é importante ter um clima antes, conversar, jantar, beijar”, revela.

E, no fim das contas, o que os homens querem é ver a cena completa e se projetar em situações em que nunca estiveram antes. “É comum as mulheres terem ciúme quando seus namorados ou maridos veem esse tipo de conteúdo. Elas ficam incomodadas porque talvez não têm aquele corpo em forma, pensam que não são tão bonitas como as atrizes e que não fazem coisas tão incomuns. Hoje eu sei que não é verdade. Se eles não a amassem, não estariam com elas – eles não se importam com a gordurinha localizada ou a celulite”, explica Vivi.


Abaixo, veja 12 mitos do pornô desmitificados.


1. O sexo anal é sempre simples e prático

Pode ser prazeroso, mas não é tão fácil assim. Os dois precisam querer, se sentir à vontade e tomar alguns cuidados. “A mucosa anal absorve vírus e bactérias com facilidade, portanto o uso do preservativo é imprescindível. Do contrário, o pênis pode entrar em contato com restos de fezes e o homem pode ter alguma infecção ou corrimento”, alerta Carla. Além disso, o ânus precisa da ajuda de um lubrificante para a penetração.


2. O sexo oral é sempre feito com maestria

Muitas mulheres não têm sexo oral na sua lista de prioridades e, por isso, não sabem como fazê-lo da melhor forma – não conseguem manusear o pênis, nem encontrar um ritmo certo. Outras nutrem preconceito ou até nojo. “Mas sabe-se que o oral é uma parte importante nas preliminares e este bloqueio deve ser trabalhado”, ressalta Borzino.


3. Os gemidos são altíssimos e desesperados

A gritaria é um clássico do pornô. Gemer e falar é, sim, fundamental durante a relação sexual, mas isso não quer dizer que o som deve ser considerado um termômetro – quanto mais alto for, mais prazer se sente. Cada um tem seu jeito de mostrar que está bom, não é preciso ter a mesma intensidade o tempo inteiro.


4. Ejaculação no rosto é unanimidade

“Tem gosto para tudo, mas a maioria das mulheres não se sente confortável com ejaculação no rosto”, conta Vivi. Borzino concorda e acrescenta dois motivos: nojo e submissão extrema. Carla ainda compara a atitude ao desejo masculino de marcar o território. Sempre há as que gostam, e não há nada de errado com isso, mas não é uma unanimidade.


5. Lingerie sexy, maquiagem e salto alto estão sempre na cena

Lingerie caprichada não é uma realidade do dia a dia. “É ótimo sair da rotina e fazer uma surpresa para o namorado, mas qual mulher nunca se viu com uma calcinha de algodão lisa e um camisetão em casa? É difícil ser sensual o tempo todo”, conta Vivi. Por isso, invista no visual de vez em quando, mas não se sinta culpada quando estiver à vontade em casa. Afinal, o sexo pode acontecer a qualquer momento e você também pode ser sexy com camiseta antiga.


6. Os seios são gigantes

Os pornôs mostram atrizes invariavelmente voluptuosas. Mas nem todas as mulheres correspondem a este padrão - e se amam exatamente do jeito que são. É importante lembrar que cada uma tem um atributo e não é unanimidade na ala masculina gostar de uma grande comissão de frente.


7. A ejaculação é impressionante

“O homem ejacula de 3 a 5 mililitros a cada relação sexual”, revela Borzino – não aquela quantidade interminável dos filmes. Portanto, é importante que as moças saibam que a quantidade de sêmen não tem ligação com o fato do parceiro ter tido mais ou menos prazer. “Muitas pensam que, por eles ejacularem pouco, o sexo não foi tão bom assim”, acrescenta. Não é verdade.


8. A penetração é direta e reta

Os atores introduzem o dedo diretamente na vagina e as atrizes simplesmente amam – e pedem mais. Não é bem assim. O clitóris, ponto extremamente sensível, é uma chave para as preliminares e também deve ser estimulado durante o sexo. “Algumas pacientes acreditam que têm algo de errado com o clitóris delas, mas o errado, na verdade, são os maridos, que não sabem fazer sexo oral. É preciso praticamente dar um beijo de língua, e não friccionar no mesmo lugar até machucar”, ensina Borzino.

Carla frisa as posições mais fáceis para as mulheres atingirem o orgasmo. “Quando a mulher está por cima do homem ou de lado, com penetração sendo feita por trás, fica mais fácil masturbar ao mesmo tempo”.


9. A transa passa por mil posições

Começa na cozinha, passa pela sala, finaliza no quarto. De frente, em cima, embaixo, de cabeça para baixo, por trás. São tantas as acrobacias em uma cena de sexo que, se continuar nesse ritmo, dá até para cancelar a matrícula na academia. “Isso depende da fantasia de cada um. E não tem necessidade de experimentar tudo de uma vez, pode ir aos poucos”, diz Borzino. Veja na galeria abaixo 69 posições para se inspirar:


10. O sexo tem tempo cênico

Em alguns dias, você está muito excitada, e, em outros, nem tanto. Não há regras, nem tempo determinado para se ter um orgasmo. “Demora muito para gravar, são muitas pessoas envolvidas. A expressão, o ângulo e a iluminação devem estar perfeitos, e a atriz precisa sensualizar o tempo inteiro”, afirma Vivi. “Quando você está com o namorado, não. O importante ali é aproveitar o momento, ninguém vai reparar se seu rosto não ficou bem daquele jeito, se apareceu uma celulite ou se seria melhor inclinar um pouco mais a perna”.


11. A ejaculação feminina é frequente

De acordo com Carla, a ciência ainda não descobriu por que algumas mulheres conseguem ejacular, secretando um líquido semelhante à urina. Enquanto nos filmes adultos o fenômento acontece com a maioria, apenas a minoria o faz. “Consequentemente, elas querem passar por esse tipo de situação também, porque imaginam que aquilo, sim, é sentir prazer de verdade.”


12. Orgasmos múltiplos são comuns

É possível ter orgasmos múltiplos ou apenas um só. “Não é necessário chegar ao orgasmo várias vezes para se sentir satisfeita”, finaliza Borzino. Não existem leis, o importante é estar confortável consigo mesma e aproveitar.

“Se for de comum acordo, vale tudo”

Clássico manual da década de 1970 é atualizado para se adaptar à sexualidade do século 21.

A britânica Susan Quilliam é bastante popular em seu país como conselheira sexual. Por isso, foi escolhida para atualizar o livro "The Joy of Sex" ("Os Prazeres do Sexo", Editora Martins Fontes), clássico manual erótico escrito pelo britânico Alex Comfort em 1972 e que já vendeu mais de 8 milhões de cópias. Ela comenta os cortes e alterações que fez na nova edição, lançada na Inglaterra, para adequá-lo a este início de século 21. Ainda há espaço para um livro como "Os Prazeres do Sexo"?

Susan Quilliam: Hoje temos à nossa disposição muitos livros, artigos e programas de TV sobre o assunto. Mas as pessoas continuam experimentando problemas na área. É quase como se, à medida que somos bombardeados com informação, ficássemos mais confusos. E quanto mais sexualizada a sociedade se torna, mais aumenta essa sensação de confusão. Eu reescrevi "The Joy of Sex" porque acho que ainda precisamos de um livro sobre sexo capaz de inspirar e informar as pessoas.

Outra coisa mais aceita hoje é o swing e o sexo envolvendo muitas pessoas. O que o livro diz sobre isso?

Quilliam: A primeira edição tinha um enfoque muito positivo. Mas depois do surgimento da Aids, nos anos 1980, Alex Comfort reescreveu partes do livro para desaconselhar essas práticas. A nova edição dirá que você tem de ser cuidadoso, mas, se praticar sexo seguro, não estará correndo um risco tão grande. Temos estatísticas que sugerem que uma em cada dez pessoas na Inglaterra já fez swing. Temos sex clubs e jantares privados nos quais as pessoas fazem sexo. Isso é algo conhecido. A nova edição vai afirmar que, enquanto você se ativer ao sexo seguro, isso é algo que você pode fazer. Mas não deve pressionar seu parceiro para aceitar. Quais eram as seções do livro que realmente precisavam ser atualizadas?

Quilliam: Havia 12 seções que tivemos que retirar do livro porque estavam incorretas ou ultrapassadas. Alex Comfort tinha uma seção falando de como fazer amor numa motocicleta em movimento. Na Inglaterra isso é ilegal. Então tivemos que cortar. Também havia seções sobre prostituição e aborto que eram muito preconceituosas ou ultrapassadas. Essas foram as que precisaram ser alteradas radicalmente. Mas muito da ciência a respeito da sexualidade mudou bastante. Naquela época não se sabia nada sobre os hormônios que ditam a sexualidade. Ou sobre os feromônios, que estão ligados à atração. Não havia internet ou serviço de fone erótico. O livro foi reescrito para se tornar mais abrangente e ter mais acurácia. O que você mudou no texto sobre prostituição, por exemplo?

Quilliam: O autor original via a prostituição simplesmente como "aproveite o sexo e ainda ganhe dinheiro com isso". Agora, sabemos que isso é mais complexo. Na Inglaterra, muitas das prostitutas são pessoas bastante infelizes, que vendem sexo porque têm que sustentar um vício em drogas. Houve uma grande mudança na maneira como enxergamos a prostituição. Você incluiu mais informações sobre orgasmo feminino?Quilliam: Sim, muitas. Em 1972, acreditava-se que a penetração durante o intercurso era a via principal. Agora, os fisiologistas descobriram que a maior parte das mulheres precisa de estimulação do clitóris. Como o tema sexo pela internet é tratado na nova edição?

Quilliam: De maneira geral, muito positiva. Por meio da rede podem-se formar relações entre pessoas que vivem separadas, às vezes até em países diferentes. Acho que a internet vai mudar a maneira como nos relacionamos de maneira geral, não apenas as relações envolvendo sexo. Relacionamentos abertos hoje parecem ser mais visíveis. Você oferece conselho para pessoas nessa situação?

Quilliam: O que Comfort dizia, nos anos 1970, e que eu digo também é que a única coisa importante é que os dois estejam felizes com a situação. De comum acordo, vale tudo. Lidamos melhor com a sexualidade hoje do que nos anos 1970?

Quilliam: Em muitos sentidos, sim. Acho que as mulheres, particularmente, se tornaram melhores em dizer "não", e em dizer "sim" para as coisas que querem fazer. Nos anos 1970, as pessoas só dormiam umas com as outras depois de estabelecer uma relação de longo prazo. Hoje acontece muito mais cedo. Isso pode causar problemas emocionais. E há outros aspectos, como infecções e doenças sexualmente transmissíveis, que sugerem que não estamos lidando melhor com o sexo, estamos apenas tratando-o de forma mais irresponsável, em vários sentidos

Pastores recomendam intensivo de sexo para superar crise conjugal

Pastores Ed e Lisa Young
Autor do livro “7 Dias de Intimidade”, o casal Ed e Lisa Young acredita que a cama pode revolucionar o casamento.

Sete dias de sexo. Seria esta a solução para uma crise conjugal? O casal norte-americano de pastores Ed e Lisa Young, da Igreja Fellowship, acredita que sim. É a chamada “sexperiência”. Durante uma semana, marido e mulher devem fazer sexo para recuperar a conexão e revigorar a relação.

No livro recém-lançado no Brasil, “7 Dias de Intimidade” (Thomas Nelson Brasil), eles apontam passos para melhorar a vida a dois. Estabelecer metas, ter mais diálogo, dividir sentimentos e explorar o corpo do cônjuge são algumas dicas práticas propostas pelo casal de pastores para atingir o apce da união.

“Quando olhamos para trás, vemos que a revolução sexual na década de 1960 era uma ilusão enorme. Eu acho que quando as pessoas entenderem que Deus é o Deus do relacionamento e que Ele comanda todos os aspectos do casamento, bem como a intimidade, é que revolucionaremos nossos casamentos”, diz Ed, também consultor matrimonial, em entrevista ao Delas.

O ato sexual é a “supercola” do casamento, define Lisa. “A Bíblia Sagrada fala sobre um homem e uma mulher se tornarem uma só carne. É a conectividade, a mistura dos dois”.

Mas para atingir esta comunhão, os pastores aconselham o casal a “pensar fora da cama”, que significa que o sexo começa fora do quarto e deve se mover em direção ao mesmo.

A maioria das pessoas não relaciona Deus com o sexo e esta é a primeira barreira para um casamento saudável, na opinião do pastor. Young prega que temos a honra de satisfazer o nosso cônjuge sexualmente: “Deve haver um acordo, entusiasmo e alegria no leito conjugal”.

Além disso, a vida profissional e os filhos podem atrapalhar a vida matrimonial. Por isso, eles sugerem que ao menos uma vez por semana -- e duas vezes ao ano por um período mais estendido -- o casal tenha tempo para ficar sozinho e recuperar o clima de romance.

Para o casamento ser bem-sucedido, deve-se negociar as dificuldades, comuns a todos os casamentos. Poder, dinhero e sexo são a tríade do desentendimento, Lisa atesta. “Um pode achar que manda mais. O outro que tem mais desejo sexual”.

Os filhos também pesam na balança. Mas os pastores recomendam deixar cada coisa em seu lugar, deixando os problemas com as crianças fora da cama, pois o casamento tem precedência sobre todas as outras relações na família. “Lembre-se: os cônjuges ficam, as crianças saem. Assim, o casamento se torna a coisa principal”.

“Lisa e eu estamos casados há mais de três décadas. E eu sempre digo que o casamento não é a coisa mais fácil. Mas pode ser a melhor coisa do mundo se você estiver disposto a trabalhar”, diz Young, acrescentando que casamentos vitoriosos têm a ética do trabalho conjugal operante.


Sexo e Bíblia

Nesta dinâmica, brinquedos sexuais ou produtos eróticos devem ser negociados, algo com que ambos concordem. “Isso é entre você, seu cônjuge e Deus”, concede Lisa. Para a dupla, fantasiar também faz parte do jogo da sedução, desde que a fantasia sexual seja com o cônjuge.

“Se você achar que um pensamento é ilícito ou não honra a Deus, redirecione esse pensamento para o seu parceiro. A Bíblia diz que podemos ser transformados pela renovação de nossas mentes. Ou seja, tornar o pensamento cativo para o Espírito Santo de Deus”.

Já os filmes pornôs são expressamente proibidos, porque fazem menção à luxúria. “Quando você olha para a pornografia, o jogo da comparação é inevitável. E ninguém pode se comparar aos atletas sexuais em ação na tela. Então, a pornografia é viciante e ele irá levá-lo onde você não quer ir”.

Amor é prosa. Sexo é poesia


Sabe a música que Rita Lee canta, Amor é Prosa, Sexo é Poesia? Aquela que foi inspirada pela crônica de Arnaldo Jabor que também se chama Amor é Prosa, Sexo é Poesia? Folheando um livro de crônicas noite destas, dei com a crônica, justamente quando também tive oportunidade de participar de conversas em que as pessoas falavam desse tema. Uma das conversas foi com amigos, adultos. Outra com adolescentes, recém-saídos da infância.

Parece que o interesse é sem fim. A história dos comportamentos andou muito, a humanidade conseguiu liberdades fundamentais, sobretudo as mulheres. E a tentativa de delimitar os campos, onde o amor , onde o sexo avançou um bocado.

Certamente todos nós temos alguma consciência de que os dois campos não são necessariamente equivalentes. Embora o assunto continue a provocar muitas polêmicas em rodas de conversa.... E mais ainda, em conversas mais intimas. Eis a conversa que ouvi entre adolescentes: “Ele está querendo namorar, ela é que só quer ficar...” Outro ainda, dizia: “Não meu, pra mim, por enquanto, só pegar... Ficar? Pode até ser... Mas namorar, quero não. Compromisso demais. dá pra mim, não.

Ficar, pegar, namorar, transar, amar... Seriam questão de gradação? Ou seriam modos de nós humanos lidarmos com o espaço possível a dar ao outro, que uma vez escolhido, já não será qualquer em nossas vidas? 

Nós que somos seres sexuados, marcados pela incompletude nossa de cada dia, pelas forças e pelas fragilidades e pela radical singularidade que nos define. Alias, qualquer que seja o nível do compromisso, de certo modo não estamos sempre em torno de pegar, ficar, transar, amar?

Então, parece mesmo que todo mundo sabe bem que amor e sexo são assuntos distintos, tanto que existem palavras distintas para falar dos dois. Distintos e .... misturados. Eis o eterno retorno da questão. Como é verão, tempo de sol em que a gente acaba mais exposto do ponto de vista do corpo, é justamente a pele que fica mais vulnerável, não é? Os dermatologistas avisam: proteja a pele, use protetor solar.

Vou tomar nossa tema pela questão da pele, ok? 

Quando duas pessoas sentem-se atraídas, elas dizem: é uma questão de pele... Encostou... Pronto. Não tem mais jeito!

Gilberto Gil cantou: Sentir é questão de pele, amor é tudo que move... e Zelia Ducan cantou assim: “Alma, deixe eu tocar tua alma com a superfície da palma da minha mão”

A clinica não para de reatualizar essa antiga questão. Esse é um ponto na vida que provoca muitas inquietações. 

Mais liberadas do ponto de vista do exercício da sexualidade., as pessoas entendem que podem demarcar bem as fronteiras. Inclusive, certamente muitos acrescentariam uma outra modalidade de encontro que nem Rita Lee, nem Jabor listaram: a amizade com sexo.

Tudo vai muito bem quando as duas partes estão em comum acordo. O problemas, às vezes, começa por ali, onde na verdade, ele sempre encontra espaço. A pele. 

Como a gente toca a alma quando toca a pele, Zélia, falou bem, o que era só sexo muito bem combinado, escorrega e vai para outra prateleira... Outra pasta do arquivo dessa nossa mente sedenta de categorias, classificações, demarcações, assepsias. E aí, fora de lugar, contaminado, desorganizado, muitas vezes a gente não sabe o que fazer com isso. Com o (im)previsto. Tem protetor para proteger a pele das quenturas do sol. Mas e para proteger do que queima nas artimanhas da paixão, nos labirintos do amor? E aí, o que se faz leitor?

Na falta de respostas prontas, chamo Luís de Camões, pelos fins dos anos 500, para deixar a fala dele na nossa roda de conversa: “Amor é fogo que arde sem se ver, É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer...É um querer estar-se preso por vontade... É ter com quem nos mata lealdade”

Não existe ainda protetor para esse fogo, não é? Ainda mais que a gente nem o vê... pelo menos a principio.

Feliz Ano Novo, leitor! Que não lhe falte prosa, nem poesia! E talvez dê para bendizer as poesias cheias de prosa. Ou as prosas plenas de poesia... Por que nem sempre as classificações conseguem dar conta do que acontece com a vida da gente, nem o que a gente sente, cabe dentro das pastas dos arquivos criados em velhos anos... E encontrar o que fazer com isso: Eis a arte de viver!

Andréia Clara Galvão - psicóloga