Sexo explícito e cinema

Cena do filme "Azul é a cor mais quente" 
Por que obras como o filme "Azul é a cor mais quente", com suas cenas de lesbianismo, ainda chocam o público - e os atores.

O sexo continua a fazer sucesso de escândalo no cinema – e, pelo jeito, nunca irá sair de cena. Os exemplos recentes são dois. Circula pelas redes sociais o trailer oficial do filme Ninfomaníaca, do cineasta dinamarquês Lars von Trier, protagonizado por Charlotte Gainsbourgh. Mostra cenas de sexo da protagonista, uma ninfomaníaca que narra suas aventuras com parceiros negros e brancos, masculinos e femininos, em dupla ou em grupo. O vídeo foi banido do Youtube por conter, segundo o site, “cenas de sexo explícito”. Na verdade, Lars von Trier usou atores dublês pornôs para fazer as cenas - o que é, de certa forma, um recurso puritano para salvar a reputação dos atores "sérios". O filme não precisava de melhor promoção. Estreia no Brasil em 10 de janeiro e posso garantir que o público irá comparecer às salas de cinema, fazendo ar sério e intelectual para ver Charlotte fazer o diabo.

O segundo exemplo é o longa-metragem Azul é a cor mais quente (versão idiota macaqueada dos Estados Unidos que desconsidera o título original francês, La vie d’Adèle), dirigido pelo franco-tunisiano Abdellatif Kechiche e estrelado por Adèle Exarchopoulos no papel-título e Léa Seydoux como Emma. O filme ganhou em maio a Palma de Ouro de Cannes e causou escândalo tanto por uma cena de sexo de seis minutos entre as duas protagonistas (uma delas, Adèle, menor de idade, na vida real e no filme) como pela reclamação que as atrizes fizeram do diretor durante o festival. Segundo elas, Abdel, como é conhecido, tratou-as como “prostitutas” e impôs que elas repetissem a cena de sexo incessantemente. “Ele é genial, mas é um sádico”, disse Léa Seydoux. A reclamação não parece ser um golpe publicitário, até porque Adèle recuou depois que o filme se consagrou – e agora chama o diretor de gênio. O filme, que entrou em cartaz na Europa em outubro e estreia no Brasil dia 6 de dezembro, já está fazendo furor. Traz de fato cenas fortes de lesbianismo, embora a intenção do diretor seja mais “nobre”: seguir os passos de uma menina na França contemporânea que descobre a sexualidade e precisa lidar com o mundo real, ainda feito de tabus, disfarces e abismos entre classes.

Por que os chamados filmes de arte continuam a causar sensação, se o ato sexual aparentemente se banalizou? Afinal, clicar em um site pornográfico e assistir a cenas de sexo é um ato que já se tornou cotidiano. Quem nunca? É a coisa mais fácil e mais disponível do mundo. Milhões de sites desse tipo enxameiam na internet. Qual a razão da força maior que o sexo tem na obra de arte?

Não vou entrar no debate moralista, porque estamos em pleno século XXI. É ocioso abordar a intolerância do espectador. Ou mesmo a intolerância dos atores. Lamento que Léa Seydoux tenha se chocado ao ver as cenas de sexo de que participa, sendo ela uma atriz, talvez imatura para ter entrado na proposta de Abdel. Vou me cingir apenas à questão da arte e do sexo explícito.

Alguns dirão que o sexo na arte é explícito para elevar a sensibilidade do espectador e não para excitar o seu baixo-ventre. Acho essa afirmação duvidosa. Até mesmo a expressão “sexo explícito” é um eufemismo que dá nobreza à utilização da pornografia em obras de arte. O sexo não é explícito, o sexo é sexo. Pode ser para valer ou simulado, mas é sexo. Abdel, Léa e Adèle juram que as cenas foram simuladas. Não consegui descobrir, pois existe um limite tênue entre fingir e fazer, especialmente em cenas de amor. Sexo não se resume no ato propriamente dito, ele começa antes e termina depois. Há duas diferenças entre um filme pornográfico e um de arte: os pornográficos não tem arte, são realizados com o objetivo único de excitar o espectador; os filmes de arte também querem excitar o espectador, mas o fazem com beleza, encanto e ambiguidade. É difícil distinguir verdade e simulação em um filme artístico – e este é o jogo que potencializa os sentidos e excita tanto o corpo como principalmente a imaginação. Daí os filmes artísticos serem chamados de eróticos em vez de pornográficos. Erotismo não é um termo nobre nem um eufemismo. Em arte, o erotismo não atenua o tal sexo explícito, que é o sexo. Na verdade, potencializa-o.

Artistas lançam mão de todo os recursos que tem a seu dispor. Sexo, explícito ou não, é um desses elementos encontráveis no mundo. A arte trabalha com a matéria bruta. O que importa não é o tema abordado nem o material disponível, e sim no produto resultante. Lembro do impacto que o público sentiu ao ver Império dos sentidos (1976), do cineasta japonês Nagisa Oshima, também ele vencedor de Cannes. Os casal de atores, Tatsuya Fuji e Eiko Matsuda, passa quase o filme inteiro fazendo sexo de verdade, com vparuas cenas de perversão. Mas até nesse filme radical – e maravilhoso – a simulação se faz presente. Oshima mostrou que atores podem atuar quando estão fazendo sexo. Porque o sexo é apenas uma parte do espetáculo. A atuação, a simulação, a máscara, tudo isso se sobrepõe à crueza de um ato sexual. O cinema de arte usa o 'pornô' (melhor dizendo, o sexo propriamente dito) para amplificar o efeito. É uma maneira de aumentar o poder da imagem.

Se, como afirmam os psicanalistas, o cérebro é o mais poderoso órgão sexual humano, então a arte sempre parecerá pornográfica aos preconceituosos. Arte e erotismo, arte e sexo são sinônimos.

"Império dos sentidos" (Foto: Divulgação)
"Ninfomaníaca" (Foto: Divulgação)

Comportamento: Sexo na maturidade

Viver um amor ao longo da vida faz bem e dá prazer. Mas quando chega a terceira idade, nem sempre a coisa é vista com tanta naturalidade. Walcyr Carrasco (61) resolveu botar o dedo na ferida e levar o tema ao ar em Amor à Vida, com os personagens Lutero (Ary Fontoura, 80) e Bernarda (Nathália Timberg, 84), que já tiveram sua primeira noite de amor na novela.

O assunto tomou conta das redes sociais, recebendo elogios de alguns e piadinhas de outros. E a questão é oportuna para derrubar barreiras em uma sociedade em que cada vez mais idosos se redescobrem. Para a sexóloga Larissa Pimentel, a vida sexual deve ser estimulada em qualquer idade. “O amor e o sexo na terceira idade devem ser vistos com naturalidade”, diz a especialista, que lembra que os casais não devem ficar com vergonha de falar sobre o assunto. “É comum que pessoas fiquem constrangidas com o assunto. Mas o sexo faz parte da vida. É muito importante para a autoestima e para diminuir a ansiedade dos idosos”, diz.

SEM TRAVAS

A redução da atividade sexual é comum entre os idosos. Para a psicóloga Lígia Farias, isso tem vários motivos. “Muitos não param de fazer sexo porque desistem, mas porque enviúvam ou se separam e não voltam a casar. E ainda há quem desiste de transar com o parceiro”, diz a psicóloga. Para Lígia, a própria sociedade ainda vê a sexualidade na velhice como um tabu, algo reservado aos mais jovens. “Muitas vezes há o problema psicológico. Os homens ficam preocupados em falhar e as mulheres acham que já passaram da idade. Tudo isso causa a diminuição do sexo”, afirma a psicóloga, que defende, porém, que as travas devam ser deixadas de lado. “O importante é tentar superá-las ou minimizá-las”.

AME LIVREMENTE!

- Esqueça o constrangimento e assuma o desejo de achar um(a) namorado(a).

- Não se tranque em casa. O ideal é viajar, participar de clubes, frequentar centros culturais, ir a serestas, ao cinema e ao barzinho com amigos.

- Abra-se e procure conhecer mais pessoas. O segredo para fazer bonito nessas horas é ser autêntico(a).

- Invista nas paqueras, procurando identificar as pessoas pelas quais sente atração, sem medo de ser feliz!

O “arrependimento sexual” e a sobrevivência humana

Uma equipe de pesquisadores da área de psicologia descobriu um grande contraste no remorso entre
homens e mulheres em relação à atividade sexual, potencialmente lançando luz sobre a história evolutiva da natureza humana.

Entre os cientistas do estudo, estavam o psicólogo evolucionista David Buss da Universidade do Texas em Austin (EUA), Andrew Galperin, estudante de doutorado em psicologia social da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA) e Martie Haselton, professor de psicologia social também da Universidade da Califórnia em Los Angeles. O artigo foi publicado na revista Archives of Sexual Behavior.

Os pesquisadores queriam entender como as emoções humanas, tais como o arrependimento, podiam desempenhar um papel importante na sobrevivência e reprodução.

Em três estudos, eles perguntaram aos participantes sobre seus arrependimentos sexuais. No primeiro, 200 respondentes avaliaram cenários hipotéticos em que alguém se arrependia de perseguir ou não perseguir uma oportunidade de fazer sexo. Eles foram, então, convidados a avaliar o seu remorso em uma escala de cinco pontos. No segundo estudo, 395 participantes receberam uma lista de arrependimentos sexuais comuns e foram convidados a indicar quais experimentaram pessoalmente. O último estudo replicou o segundo com uma amostra maior de 24.230 indivíduos, que incluíam entrevistados gays, lésbicas e bissexuais.

Os três principais arrependimentos mais comuns para as mulheres foram perda de virgindade com o parceiro errado (24%), trair um ex ou atual parceiro (23%) e tomar decisões sexuais muito rápidas (20%).

Para os homens, os três principais arrependimentos foram ser muito tímido para abordar um parceiro sexual em potencial (27%), não ter sido mais sexualmente aventureiro quando jovem (23%) e não ter sido mais sexualmente aventureiro durante seus dias de solteiro (19%).

Mais mulheres (17%) do que os homens (10%) incluíram “ter relações sexuais com um parceiro fisicamente pouco atraente” como um arrependimento principal.

Embora as taxas de realmente se envolver em sexo casual foram semelhantes entre os participantes de ambos os sexos (56%), as mulheres relataram arrependimentos mais frequentes e mais intensos sobre o assunto.

Comparando gays e lésbicas e homens bissexuais e mulheres bissexuais, um padrão semelhante foi visto. As mulheres tinham mais arrependimentos de atividade sexual ocasional do que os homens.

Os pesquisadores concluíram que os homens são mais propensos a se arrepender de não tomar medidas sobre uma ligação potencial, enquanto as mulheres são mais arrependidas de engajar-se em casos de uma só vez.

“Pressões evolutivas podem explicar essa diferença”, disse Haselton. “Para os homens, cada oportunidade perdida de fazer sexo com uma nova parceira é potencialmente uma oportunidade perdida de reproduzir – uma perda cara do ponto de vista evolutivo. Mas, para as mulheres, a reprodução significa muito mais investimento em cada prole, incluindo nove meses de gravidez e, potencialmente, mais dois anos de amamentação. As consequências do sexo casual são muito maiores para elas”.

O arrependimento vem depois do fato, portanto, não é protetivo, mas pode ajudar as mulheres a evitar uma ação potencialmente custosa para ela novamente.

Tendo em vista essa função “biológica” do arrependimento, é provável que os seres humanos continuem a moldar suas reações emocionais às relações sexuais da mesma maneira até hoje.

“Uma coisa que é fascinante sobre essas reações emocionais no momento atual é que eles podem estar longe das consequências reprodutivas do passado ancestral”, argumenta Haselton. “Por exemplo, nós temos métodos seguros de contracepção hoje. Mas isso não parece ter apagado as diferenças sexuais nas respostas de mulheres e homens, o que pode indicar uma história evolutiva de profundidade”.

O estudo não parece ter considerado o peso “social” que o sexo casual tem para as mulheres na sociedade moderna. Muitos podem argumentar que o mundo não anda tão igualitário no quesito gênero, e que mulheres são muito mais mal vistas quando se engajam em “casinhos” do que homens. Será que isso também não desempenha um papel no remorso que as meninas demonstram? Mais, será que esse custo social não está de alguma ligado ao biológico? Difícil saber. O que sabemos é: são elas que acordam arrependidas, quando não dormem com vontade.

Mulheres são mais propensas a experimentar sexo lésbico que em 1990

Pesquisa britânica também constatou que mulheres perdem virgindade mais cedo e têm mais parceiros sexuais que há 20 anos.

As mulheres perdem a virgindade mais cedo, têm mais parceiros sexuais e são quatro vezes mais propensas a experimentar sexo lésbico que há 20 anos. No entanto, ambos os sexos fazem menos sexo por mês, três vezes em comparação com cinco na década de 1990. Essas são as conclusões de um estudo da Universidade College de Londres, Inglaterra. Os dados são do jornal Daily Mail. 

O levantamento contou com dados de 15162 britânicos entre 16 e 74 anos, que responderam questões detalhadas sobre suas vidas sexuais. Estudos similares foram realizados em 2001 e 1991, e os resultados foram comparados.

"Em algumas áreas do comportamento sexual, vimos um estreitamento do hiato entre gêneros, mas temos visto mulheres ultrapassando os homens na diversidade de seu comportamento. Precisamos avaliar essas mudanças no contexto das mudanças radicais no status das mulheres ao longo da última década”, disse a pesquisadora Kaye Wellings.

Confira os números do estudo:

- Dezesseis anos é a idade média que homens e mulheres perdem a virgindade, enquanto as pessoas com cerca de 60 anos esperaram até 19.

- Trinta por cento dos jovens entre 16 e 24 anos transaram antes dos 16 anos.

- Mulheres têm, em média, 7,7 parceiros sexuais na vida (3,7 na década de 1990), em comparação com 11,7 (8,6 na década de 1990) dos homens.

- Dezesseis por cento das mulheres tiveram alguma experiência com pessoa do mesmo sexo (como beijo), sendo que 8% chegaram ao contato genital.

- Sete por cento dos homens tiveram alguma experiência com pessoa do mesmo sexo (como beijo), sendo que 5% chegaram ao contato genital.

- Atualmente, homens e mulheres fazem, em média, sexo três vezes por mês, em comparação com cinco vezes na década de 1990, e a mudança provavelmente se deve ao acúmulo de trabalho.

- Uma em cada 10 mulheres já foram forçadas a ter relações sexuais. A idade média em que isso ocorreu foi aos 18, mas apenas 44% contaram a alguém e só 13% levaram o caso à polícia.

- Uma em cada seis gestações não é planejada, subindo para 21,2% entre os voluntários com 16 a 19 anos.
- Mulheres mais instruídas tendem a ser mais aventureiras quando o assunto é sexo.

Pornografia melhora o sexo? Estudo investiga hábito entre mulheres

Quando se fala em filme pornográfico logo se pensa nos homens – eles gostam, aprovam e consomem sem culpa ou qualquer sinal de vergonha. Mas como as mulheres participam deste cenário? Uma matéria do site do jornal Huffington Post traz dados interessantes sobre o comportamento.

Segundo a publicação, um levantamento recente feito por um centro de pesquisa mostrou que apenas 8% das pessoas do sexo feminino assistem a este tipo de filme. O número baixo pode indicar que algumas mulheres ainda sentem vergonha de falar sobre os seus hábitos pornográficos.

A marca britânica Ann Summers de lingerie e brinquedos eróticos resolveu ir a fundo neste número e conduziu seu próprio estudo para descobrir de que forma as mulheres estão usando – ou não – a pornografia. A empresa compartilhou a pesquisa no Facebook e no Twitter, e 300 mulheres toparam participar.

Os resultados não chegam a ser representativos, partindo do princípio de que as próprias mulheres se inscreveram para participar. No entanto, eles fornecem uma perspectiva interessante sobre com as mulheres enxergam o amor, o sexo e a pornografia. Confiram os 5 principais destaques deste levantamento:

1. Pornografia traz benefícios à vida sexual
Casais que assistem pornografia juntos pelo menos uma vez por semana se sentem mais comprometidos e sexualmente satisfeitos do que aqueles que não alimentam o hábito ou o fazem com pouca frequência. Os dados mostram que 58% das mulheres que apostam na prática com o parceiro acreditam que isto traz efeitos positivos para a vida sexual.

2. Pornografia não é traição
A maioria esmagadora da amostra - 93% - respondeu que não considera seus parceiros infiéis por assistirem filmes pornográficos.

3. Acabando com o estresse
Assistir a material pornográfico foi classificado como uma "fuga para a fantasia" por 85% das mulheres. Além disso, 23% delas disseram que o ato ajuda a aliviar o estresse.

4. Pornô amador
As sex tapes também estiveram em foco no levantamento feito pela Internet, sendo que 40% das respondentes afirmaram que já protagonizaram vídeos caseiros com seus parceiros atuais ou com algum ex.

5. As jovens e os filmes pornôs
A pesquisa mostrou que as mulheres mais jovens são as mais interessadas em material pornográfico; 57% das respondentes que afirmaram gostar de assistir a este tipo de filme estavam na faixa dos 18 aos 24 anos

Sexo explícito no trailer para maiores de ‘Ninfomaníaca’


O polêmico diretor dinamarquês Lars Von Trier sabe chocar como ninguém. Acaba de ser divulgado o primeiro trailer de ‘Ninfomaníaca‘ (Nymphomaniac). Tem violência, esperma, sexo oral e sexo explícito… em uma das obras mais faladas do cinema atual.

Assista:


A California Filmes agendou a estreia do ‘Volume 1‘ no Brasil para o dia 10 de janeiro de 2014. A estreia acontecerá na Dinamarca, país do diretor, dia 25 de Dezembro. Não há previsão de lançamento nos Estados Unidos.

Apesar da vontade de Von Trier de lançar o filme com cinco horas e meia de duração, os produtores realizaram cortes na edição final e lançarão o filme com quatro horas, divido em dois Volumes (cada um com duas horas de duração).

O diretor não aprovou os cortes, e a versão lançada nos cinemas foi editada pelos produtores. Pela primeira vez em sua carreira, Von Trier se afastou do processo de edição.


“A versão curta é contra a vontade de Lars, mas ele aceita porque ele entende os mecanismos de mercado”, afirma o produtor Peter Aalbaek Jensen. “Você não pode fazer um filme que custou mais de 60 milhões de dólares tão interminável. Cinco horas e meia é tão extremo que reduz o valor de mercado de forma tão violenta, que os investidores sentiram que haviam comprado gato por lebre”.

Von Trier usará uma estrutura conhecida da literatura, que consiste em capítulos encapsulados em dois filmes, ’Volume 1‘ e ‘Volume 2‘.

‘Ninfomaníaca‘ é a poética história erótica de uma mulher, desde seu nascimento até seus 50 anos, contada pelo personagem principal, a auto-diagnosticada ninfomaníaca Joe. Numa fria noite de Inverno, Seligman, um velho solteiro, encontra Joe espancada e semi-inconsciente num beco. Após a levar para o seu apartamento ele observa as feridas dela e tenta compreender como é que as coisas podem ter corrido tão mal. Ele escuta atentamente, enquanto em 8 capítulos ela reconta a multifacetada e luxuriante história de sua vida.

Charlotte Gainsbourg (‘Melancolia’) interpreta Joe, enquanto Stellan Skarsgard vive Seligman. Uma Thurman (‘Kill Bill’), Jamie Bell (‘As Aventuras de Tintim’) e Connie Nielsen (‘O Advogado do Diabo’), Willem Dafoe, Udo Kier, Jean-Marc Barr, Caroline Goodall, Kate Ashfield, Saskia Reeves e Omar Shargaw completam o elenco. Christian Slater vive o pai da protagonista Joe.

Nicole Kidman (‘Moulin Rouge’) desistiu de participar da produção, após descobrir que teria que participar das cenas de sexo. A atriz já trabalhou com o diretor no elogiado ‘Dogville‘.
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Pratique! As melhores posições para fazer sexo no chuveiro


Não importa se ele é enorme, com uma banheira que cabe um time de futebol dentro, ou se é um cubículo de 2m x 2m com um mini box envolto em cortina de plástico. Você pode alcançar seus melhores orgasmos no banheiro, sem fazer muito esforço. Veja só as dicas da Cosmo para Latinas, versão da revista voltada a esse público nos Estados Unidos, e aproveite (ainda mais) de cada cantinho e posição para desfrutar embaixo do chuveiro.

1- Mãos na Parede
De costas para ele, fique com o corpo ereto e apoie as suas mãos na parede. Deixe suas pernas levemente abertas para que o gato possa penetrá-la por trás. Dica: fiquem em baixo do chuveiro em uma posição em que a água não bata diretamente no rosto de vocês. Isso pode distraí-los e estragar o momento.

2- Depilação?
Sabe quando você levanta a perna e apoia na beirada da banheira ou em um degrau ou banquinho para depilá-la? Essa é uma posição sexual ótima! Tudo o que você precisará é de um lugar para segurar, afinal, não vai querer escorregar, não é?!

3- Banheira para nós
Essa posição, além de ótima, impede que você sofra um acidente e acabe com o bumbum dolorido no chão: dentro da banheira, peça para que ele sente com as pernas esticadas ou levemente flexionadas. Sente-se no colo dele e aproveite.

4- Contra a parede
Fique com as costas apoiadas na parede, levante uma perna e a prenda ao redor da cintura do gato. Dica: será mais fácil para ele comandar o movimento se estiver com as mãos na parede onde você estiver encostada.

Pornovingança: o que fazer se fotos ou vídeos íntimos caírem na internet


Imagine ter suas fotos íntimas ou seu vídeo fazendo sexo bombando nas redes sociais. Pior ainda é saber que o material não foi parar lá por um descuido seu. O culpado é alguém em quem você confiava: seu ex.

Podemos apostar que, no mês passado, o seu feed do Facebook foi inundado por notícias sobre a Fran, a estudante de 19 anos, de Goiás. Ela virou meme nas redes depois que seu vídeo transando com o ex - ao que tudo indica, divulgado pelo próprio - se propagou pelo WhatsApp. Montagens de celebridades e políticos repetindo o sinal de ok que ela fazia nas imagens bombaram na net. A menina foi virtualmente humilhada e xingada por muitos desconhecidos. Virou piada para tantos outros. Mas também foi defendida por mais de 36 mil pessoas que curtiram a página "Apoio Fran" no Facebook.

A triste realidade é que cada vez mais mulheres têm tido sua intimidade escancarada para milhares de internautas. E o mais assustador: se antes era um desconhecido quem furtava o material, agora a atitude inescrupulosa vem do ex-marido ou ex-namorado, ressentido com o fim do relacionamento. "A vingança surge da raiva e da dor. Quem se vinga quer que o outro sinta o mesmo para equilibrar a balança e recuperar sua autoestima", diz a terapeuta de casais Lana Harari, de São Paulo.

O fenômeno cresceu tanto que já ganhou nome: revenge porn, algo como pornovingança. Nos EUA, surgiram sites específicos em que os homens devastam a privacidade das ex-parceiras para desconhecidos. Um dos primeiros, o IsAnyoneUp.com chegou a ter 30 milhões de page views antes de ser retirado do ar. Outro bastante popular, o Texxxan, reuniu fotos não consensuais de 250 mulheres. Os dois já foram fechados pela Justiça americana, mas uma vez que as imagens caem na rede, são facilmente copiadas em centenas de outros sites. Pior: muitas vítimas acabam tendo seus perfis em redes sociais descobertos e linkados ao conteúdo erótico. A partir daí, o inferno começa.

· Leia o depoimento de uma vítima da pornrevenge

Ataque intensivo

Não é difícil pensar que a situação pode acontecer com qualquer uma de nós - ainda mais em tempos de smartphones, namoros à distância, sexting... Por mais inteligente e esperta que a gente seja, também corremos o risco de ser enganadas quando o manipulador é alguém que nos conhece tão bem. E, afinal, se trata mesmo de um golpe baixo. Sexo é um recurso antigo de dominação do homem sobre a mulher. Por isso, o carausa a pornovingança como arma para denegrir a imagem dela, e ainda sair como pegador. "O sujeito que age assim pensa: se ela não vai ser mais minha, não vai ser de mais ninguém", diz o perito em crimes eletrônicos Wanderson Castilho, da e-net Security. Infelizmente, funciona.

Ainda hoje, é comum que a vítima seja vista como culpada apenas por ter permitido o registro das imagens. Espera aí, vamos deixar claro que não há nada de errado nisso?!? Justo agora que conquistamos o direito ao orgasmo, a liberdade para ter e realizar nossas fantasias, quando nos permitimos ousar mais em busca do nosso prazer, vamos voltar 20 casas? Quem encara o escândalo como uma punição - "bem-feito, foi boba" - usa a mesma lógica absurda de quem diz "foi estuprada, mas saiu de saia curta". Como se, por ter exposto sua sexualidade para seu parceiro, a mulher estivesse permitindo que qualquer um tivesse acesso ao seu corpo. "O cara que promove esse tipo de vingança quer exatamente isso: estigmatizar, mostrar que o corpo dela agora ‘é de todos’, ‘público’", diz a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, de São Paulo.

Nas redes, a mulher é chamada de vagabunda, recebe convite para fazer programas, é tratada como mercadoria. O apedrejamento virtual cria uma sensação de culpa na própria vítima - não só pelo ato em si, mas por ter confiado na pessoa errada. Com medo de ser agredida novamente, a mulher se fecha para novos relacionamentos. "O dano emocional se compara ao de um crime sexual. É uma espécie de estupro virtual", afirma a psicóloga Daniela Pedroso, do Núcleo de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington, de São Paulo. E, assim como nesses casos, é preciso buscar ajuda para superar o trauma. O primeiro passo para a mulher recuperar a autoestima e a confiança: enxergar que, ao contrário do que dizem os anônimos na internet, ela não é a culpada, mas a vítima de um ataque cruel. E não deixar que um mau-caráter covarde - muito menos o resultado que aparece na busca do Google - defina quem ela é.
Ainda fica barato

No Brasil não existe uma legislação específica para a violação de intimidade. A Lei Maria da Penha, da forma como está hoje, não trata de crimes virtuais. Mas uma proposta apresentada no Congresso, apelidada de Lei Maria da Penha Virtual, pretende considerar a divulgação indevida de material íntimo uma forma de violência doméstica.

O que fazer se acontecer com você

· Não tente apagar de imediato. Se fizer isso, você vai adulterar a cena do crime, tornando ainda mais difícil o rastreamento do criminoso.

· Preste queixa em uma delegacia de polícia.

· Contrate um profissional que faça o rastreamento das mensagens e a remoção do conteúdo. Quanto mais rápido ele agir, melhor. Na primeira semana, as chances de eliminação do material são de 70%. Depois de um mês, caem para menos de 50%.

· Contrate um advogado e entre na Justiça, mesmo sabendo que as chances de vitória são medianas e a possível pena, pequena.

Sexo queima mais calorias que caminhar durante meia hora

Não se admire se o seu médico lhe prescrever «sexo para manter a forma física».

Como reagiria se o seu médico lhe «receitasse» sexo para manter-se em forma e melhorar a sua saúde? Por enquanto, tal ainda não acontece, mas é provável que venha a acontecer uma vez que são cada vez mais os estudos que revelam que o sexo queima mais calorias do que caminhar meia hora.

Uma equipa de investigadores da Universidade do Quebec publicou um estudo na revista científica «PlosOne» onde, através de pulseiras, conseguiu descobrir o gasto calórico quer durante as relações sexuais quer durante uma corrida de meia hora numa passadeira, com intensidade moderada.

Assim sendo, 21 um casais jovens e saudáveis, de 18 a 35 anos, tiveram quatro encontros - de 25 minutos cada - e fizeram a mesma corrida e, quando comparados os resultados, concluiu-se que os participantes gastaram mais calorias a correr durante meia hora do que a fazer amor, o que é razoável. No entanto, os resultados mostraram também que o ato sexual é um exercício mais intenso que caminhar durante meia hora.

«Em comparação, o nível de intensidade que se exerce durante a atividade sexual podia ser maior do que caminhar uns 4,8 quilómetros por hora, mas é inferior a correr oito quilómetros por hora», pode ler-se no estudo.

Homens consomem 101 calorias durante ato sexual

O número de calorias consumidas pelos homens durante o ato sexual atinge as 101, numa media de 4,2 por minuto, sendo que as mulheres apenas consomem apenas 69. No entanto, os investigadores não conseguiram encontrar uma explicação científica para esta diferença.

Já no que diz respeito às caminhadas de meia hora, os homens gastam 276 calorias e as mulheres 213. Durante a investigação, estes números só foram superados por um dos amantes, que durante o coito consumiu 306 calorias.

A análise dos dados levou a que os investigadores considerassem que a prática sexual pode ser um «exercício significativo».

Os autores do estudo entendem que este «pode ter implicações para a planificação dos programas de estilo de vida saudável por parte dos profissionais de saúde».

Por isso não se admire se o seu médico, daqui as uns tempos, lhe prescrever «sexo para manter a forma física».

Adultos fazem sexo, mesmo quando são mães


Eu gosto de sexo. Você gosta de sexo. Grande parte dos meus e dos seus amigos gostam de sexo. E até quem não gosta de sexo sabe que milhares de pessoas fazem sexo em todos os minutos do dia. 

Mas pais não podem fazer.

O que poderia ser a lógica de uma criança de 12 anos, mas é o que muitos adultos por aí pensam. Seus pais só fizeram sexo para gerar aquele belo exemplar de ser humano e depois mergulharam no poço sem fundo da velhice e tédio.

Mas, mais uma vez, vou ser a chata a acabar com suas fantasias e te contar que seus pais, antes e depois de gerarem você, fizeram sexo. Uns mais, outros menos, mas todos tiveram vida sexual. E talvez eles nem tenham transado apenas um com o outro.

O fotógrafo Leigh Ledare parece lidar melhor do que a maior parte das pessoas com esse tabu e resolveu transformar isso em arte. Ele fotografou uma série em que sua mãe é a estrela principal. As fotos mostram a mulher como um todo: o olhar maternal, a feminilidade e a sexualidade.

Nos últimos dias apareceram diversas matérias sobre o assunto e não sei mais se as pessoas ficaram chocadas por ser uma mãe fazendo sexo enquanto o filho fotografa ou se por ser uma mãe que não faz de conta que não tem tesão e ainda por cima se relaciona com homens mais jovens que ela.


O que me chamou a atenção foi a beleza das fotos, a sensibilidade e a discussão que elas podem incitar. Um homem nunca perde sua sexualidade. Ele pode ser pai de 200 filhos e a sociedade aplaude que ele tenha desejo sexual e tome viagra. Já a mulher, mesmo que ela se torne mãe aos 18 anos, é criticada por exercer o mesmo desejo. Os pesos e medidas não são os mesmos.


Essa série, além de lembrar que seus pais são adultos como você e têm libido, pode ser a porta de entrada para uma reflexão mais séria sobre como podamos a nossa sexualidade e a dos outros de acordo com conceitos concebidos por outras pessoas e em tempos remotos. Não chegou a hora de mudar?

Conheça 9 dicas para fazer um 69 inesquecível e deixar marcas

O 69 nada mais é do que o sexo oral praticado simultaneamente por um casal. É uma posição que possibilita que homem e mulher deem e recebam muito prazer. A troca nesta prática é marcante e, com isso, se bem-feito, faz com que haja uma sintonia perfeita entre os parceiros, o que, com certeza, só vai melhor a sua vida sexual.

No entanto, mesmo o sexo oral sendo encarado com menos pudores, o famoso 69, especificamente, é tratado como tabu. Segundo Fátima Moura, sensual coach, ele ainda é visto como algo estranho, causando desconforto entre o casal, que deveria conversar mais para aproveitarem diferentes práticas sexuais e, assim, descobrirem novas formas de prazer.

Então, para fazer o 69, ela acredita que o primeiro ponto que homem e mulher precisam perceber é se realmente ambos se excitam e têm tesão na prática.

"Isso é obrigatório! Os dois devem sentir prazer", destaca a especialista, acrescentando que é melhor não esquecer caso um dos parceiros esteja fazendo por obrigação, só para agradar o outro. Afinal, trata-se de uma modalidade sexual de troca.
Resolvido em comum acordo que o 69 é uma posição excitante e de interesse de ambos, é só ter alguns cuidados e saber como estimular o parceiro. Dessa forma, os dois terão uma experiência diferente, cheia de cumplicidade e, claro, muito prazerosa. Para isso, Fátima dá 9 dicas a seguir.

1- Antes de qualquer coisa, é fundamental higiene. "Pode-se apostar em um banho juntos", destaca Fátima.

2- Mulheres atenção! A sensual coach recomenda que os pelos pubianos estejam aparados, para não causar constrangimento e tornar o momento desagradável.

3- Nem pensar em fazer juras de amor. "Este, definitivamente, não é o momento para conversar. Afinal, a concentração é importante para dar e receber prazer."

4- Cuidado com a empolgação! Movimentos muitos rápidos ou aplicá-los com força podem incomodar ou até mesmo machucar o parceiro.
5- Caso um dos parceiros use aparelho dentário, é preciso atenção redobrada para evitar acidentes, principalmente, as mulheres.

6- Quanto à posição, é possível adotar a mulher por cima ou de lado.

7- No caso das mulheres, procure explorar todo o corpo do pênis, usando a boca, a língua e as mãos, alternando movimentos delicados e mais rápidos. "Não se esqueça do saco escrotal, mas seja mais delicada, pois ele é mais sensível", adiciona Fátima.

8- Os homens ao fazerem sexo oral devem usar dedos e língua para tocar clitóris e grandes e pequenos lábios, explorando com beijos, lambidas, toques de leve etc. Também pode penetrar a vagina.

9- A forma para fazer um 69 inesquecível é tocar o parceiro e observar suas reações. "O corpo fala. Então, é preciso que ambos fiquem atentos, pois, com certeza, perceberão o que dá mais prazer um ao outro."

Casa nos EUA quer oferecer mulheres para dormir abraçadinho ao cliente, mas sem sexo


Cinco profissionais se oferecem para dormir agarradinhos aos clientes. A proposta é do “Snuggle House” (algo como “casa do aconchego”, em tradução livre) que deveria ser um novo negócio em Madison, Wisconsin, nos EUA. A ideia, no entanto, esbarrou nas autoridades da cidade americana, que teme que o negócio seja uma nova forma de prostituição.

A assistente de gerente da Snuggle House diz que a “terapia do abraço” do estabelecimento não envolve sexo.

Basicamente, o Snuggle House oferece quartos privativos com camas onde os clientes podem dormir abraçados com uma das mulheres da equipe da casa em troca de dinheiro.

“Nós somos estudantes de faculdade que sabemos da importância de ter o toque físico em nossas vidas”, disse Emily Noon, uma das quatro empregadas do negócio (o quinto empregado é um homem).

Segundo Noon, cada “quarto do aconchego” será monitorado por câmeras de segurança e terá um “botão de pânico” no caso de algo ultrapassar os limites.

Uma hora no quarto deve custar US$ 60 

Saiba mais no site oficial ou no facebook.

Dinheiro, poder ou sexo? Ou três em um?

Um dia desses um amigo inteligente e sensível me afirmou que tudo na vida tem um só objetivo final: sexo.

Simbolicamente falando, sexo seria a razão pela qual as pessoas querem poder e dinheiro. E, indo além, tudo o que as pessoas venham a adquirir com o vil metal, será para ter mais poder. Beleza! E assim...sexo!
No mundo ficcional, não tenho dúvidas de que Tony Montana (Scarface, 1983) concordaria com o meu amigo: "Primeiro você ganha dinheiro, depois poder e aí você ganha as mulheres".

Sim, amor e sexo (leia-se relacionamentos) representam hoje boa parte das aspirações humanas, sendo incrivelmente poderosos e fortes motivadores do subconsciente.

O desejo de poder é bastante óbvio - é instintivo, primevo, e está na essência da nossa identidade. O homem primata lutava pra manter o poder cada vez que saía da caverna para caçar. Poder tem a ver com impulso, ambição e confiança.

O dinheiro, visto como valor de troca, como as possessões materiais adquiridas, bem como entretenimento, conforto e bem estar, também é um instinto que podemos pensar como primitivo.

Numa perspectiva adleriana (Alfred Adler se referia ao poder como a a grande motivação humana, muitas vezes disfarçado de sexualidade), as pessoas ao nascerem, se deparam com o meio onde vão crescer e se formar. Eis, então, que desenvolvem um complexo de inferioridade em relação à sociedade que as cerca, sentindo ciúme, raiva e outras fraquezas absolutamente humanas. Para compensar esse sentimento, elas buscam o poder, através da competição, inserindo-se num mundo arisco e agressivo, muitas vezes.

A teoria de Adler sobre a motivação pelo poder faz sentido. O homem precisa se afirmar o tempo todo e é através da vitória sobre outros que ele combate sentimentos inferiores e frustrações.
Sendo assim, o fruto de tanta competitividade na sociedade está na própria natureza humana e não nos sistemas sociais perversos ou nas desigualdades adjacentes? Então o desejo de poder é impulso, instinto que acomete diferentemente as diversas combinações de DNA humanos? E Freud tinha razão, então, e esse complexo de inferioridade que gera a busca frenética por poder é só um argumento inconsciente para ter mais e melhor sexo?

Poder gera admiração.
Admiração gera paixão. Paixão é sexo.
O poder pode ser absoluto ou relativo. Permanente ou provisório.
O poder pecuniário é relativo, apesar de evidências em contrário.
O poder do saber é perene e inquestionável.
O poder do saber pode levar ao dinheiro.
Dinheiro pode comprar saber. Logo compra o melhor poder.
Concluindo, dinheiro compra sexo. Sim, tudo leva, mesmo conscientemente, ao sexo.
Então fico com meu amigo. E Tony Montana tinha razão.
Dinheiro compra poder. Dinheiro compra sexo.


"100 Surpresas de Sexo": ex-garota de programa lança livro com dicas calientes para a vida a dois

"Todo homem gosta e quer ser surpreendido", diz Vanessa de Oliveira. As mulheres também, por isso, conversamos com a escritora, que também é sexóloga.

Se o dia a dia com o namorado, o marido ou o peguete está ficando sem graça, parece hora de ligar o sinal de alerta. Atitudes surpreendentes em uma relação já estabelecida fazem milagres na hora manter forte a ligação do homem e da mulher, defende Vanessa de Oliveira, sexóloga, ex-garota de programa e autora do livro "100 Supresas de Sexo". Nele, ela ensina diversas maneiras de sair do tédio e afirma: todo homem gosta e quer ser surpreendido! Então, solte a mulher ousada que existe em você e deixe o outro de boca aberta. Segundo Vanessa, a mulher tem esse poder na relação, porque o homem quer impressionar na hora da conquista, mas é o sexo feminino que tem a criatividade para fazer a manutenção do relacionamento no dia a dia.

Antes de começar a surpreender o seu amado, tenha certeza de que ele é a pessoa certa para isso e que você irá fazer pelo motivo correto. A sexóloga acredita que a surpresa é uma tática usada para manter o relacionamento, e não uma estratégia de conquista, por isso, não deve ser feita com qualquer um. "Se ele fica com várias mulheres e você está apaixonada, não faça porque ele não merece. Surpresa é o prêmio para quem está comprometido com você, que se doa e estende a mão, que sai da cama para comprar um remédio para você".

As surpresas são diversas: têm algumas mais tranquilas para as tímidas e outras mais picantes. Vanessa dá algumas dicas de como você pode impressioná-lo. Umarapidinha, por exemplo, é uma surpresa leve. O parceiro está saindo para o trabalho e você o surpreende antes de ir. Ela garante que funciona! Uma surpresa de nível médio é mandar fotos do corpo, ao longo do dia, para ele. Uma ousada é pedir para ele te fotografar nua durante uma viagem".

Vanessa garante que, por sua própria experiência, o homem pode ficar assustado, mas ficará também encantado. "Talvez ele se sinta intimidado porque perde o poder. Em 99,9% dos casos a surpresa dá certo, a chance de sair algo errado é muito pouca. Aquele que fala que não gosta está mentindo descaradamente."

Outra questão que pode fazer a relação entrar na rotina, segundo a autora, tem a ver com a criação da brasileira. Para Vanessa, as mulheres em nosso país ainda ficam travadas na hora do sexo e não dizem aquilo que gostam. Isso acontece porque elas têm receio de que o parceiro fique com má impressão. "Ainda há a ideia de que o homem é o provedor e que ela é a submissa. Na Europa as mulheres são bem mais liberais neste sentido."

Por isso, não tenha medo de fazer aquilo que tem vontade, inicie devagar e vá evoluindo. "As surpresas têm que ir ficando ousadas aos poucos. Você pode começar colocando o despertador para tocar às três horas da manhã para acordá-lo fazendo sexo oral, por exemplo. E depois você parte para algo mais impactante."

Para finalizar, a sexóloga afirma: a mulher tem também responsabilidade de injetar ânimo no relacionamento, mas não adianta você fazer de tudo se o seu companheiro não está envolvido com você.

Pompoarismo masculino promete ampliar prazer e melhorar sexo

O especialista em sexualidade Carlos Kadosh é autor do "Método Kadosh", uma espécie de pompoarismo masculino que promete a melhora da vida sexual do homem. O método é dividido em sete preceitos básicos; conheça

O pompoarismo geralmente é associado às mulheres, mas também pode ser praticado pelos homens e ainda promete ampliar a qualidade da vida sexual. A técnica de ginástica íntima é baseada em exercícios regulares que auxiliam na coordenação, habilidade e força muscular.

A modalidade, batizada Método Kadosh, foi criada pelo especialista em sexualidade Carlos Kadosh, autor do livro Pompoarismo - O Caminho do Prazer, em parceria com a especialista em sexologia, Celine Imaguire.

O método, composto por sete etapas, reúne uma série de técnicas com o objetivo de ampliar o prazer e melhorar a saúde sexual masculina. Além disso, promete aumentar a testosterona a partir de hábitos e práticas.

Sete preceitos básicos do Método Kadosh
Primeiro: a prática do pompoarismo masculino atua no desempenho sexual, ativando a circulação e fortalecendo os músculos da pelve, em especial os ligados à ereção.

Segundo: inclua à rotina uma atividade física de acordo com a preferência pessoal, como corrida, tênis, squash, caminhada, entre outros. A partir disso, introduza nestas atividades os exercícios de pompoarismo que atuam no desempenho sexual.

Terceiro: troque atitudes instintivas, como o ato sexual rápido, por momentos mais intensos, usando técnicas que ampliam o tempo de preliminares e o prazer da mulher (como o taoísmo ou as técnicas tântricas).

Quarto: incorpore hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, sono adequado e lazer, e evite o consumo de bebidas alcoólicas e fumo. Estes preceitos previnem problemas sexuais e aumentam a disposição para a atividade sexual.

Quinto: busque conhecimentos milenares como ioga, Tai Chi Chuan e Tantra, métodos que possuem recursos excelentes para aprimorar o sexo, a respiração e a libido.

Sexto: incorpore mais amor e espiritualidade na vida sexual, independentemente da religião, e compreenda a importância do sexo para a felicidade e crescimento pessoal.

Sétimo: busque mais conhecimento sobre sexo por livros, cursos, filmes e acessórios diferenciados, que aumentam a criatividade e aquecem a vida sexual.

Sêmen é elixir feminino, diz pesquisa


Estudo científico sugere que esperma humano faz bem à saúde das mulheres e que ingestão de substância provoca aumento da libido, fertilidade, alteração dos padrões de sono e nutrição, em análise feita com moscas das frutas. 

Considerado imoral e sujo em certas culturas e religiões, e fetiche para alguns, o sexo oral é uma das mais antigas e usuais práticas sexuais entre humanos. Até bem pouco tempo atrás, considerado ato sexual eficaz como método contraceptivo e para preservar a virgindade da fêmea, a felação (sexo oral realizado no homem), acompanhada da ingestão do sêmen, foi em parte popularizada pelos filmes pornôs.

Um estudo científico realizado pela Escola de Ciências Químicas e Farmácia da Universidade de East Anglia (UEA), no Reino Unido, e publicado recentemente pela revista de pesquisa biológica Proceedings, da Sociedade Real, tem despertado a atenção da comunidade científica e a curiosidade dos leigos em todo o mundo. O estudo sugere que a ingestão de sêmen do parceiro fixo pode melhorar a qualidade de vida da mulher, dentro de uma relação monogâmica.

De acordo com o estudo, baseado em experimentos com moscas-das frutas (Drosophila melanogaster) e, por analogia, válido para fêmeas de outras espécies animais, incluindo as mulheres, uma pequena quantidade de proteína, presente no sêmen, quando introduzida oralmente no corpo da fêmea, pode causar alguns efeitos fisiológicos em seu organismo. A proteína de nome “peptídeo do sexo” seria responsável por alterações fisiológicas, a exemplo de modificações genéticas, fortalecimento da imunidade, sensível melhora da acuidade visual, aumento da libido e da fertilidade, e alteração dos padrões de sono e de nutrição.

A proteína “megarreguladora” presente no sêmen, segundo a pesquisadora-chefe e especialista em genética evolutiva, Tracey Chapman, teria papel preponderante na regulação do comportamento feminino e do sistema reprodutivo da fêmea. “Investigamos os resultados de uma proteína enigmática do sêmen e descobrimos significativas mudanças nos genes que estão ligados com o desenvolvimento dos ovos (das moscas), a prematura embriogênese, a imunidade, o comportamento e, paradoxalmente, a fototransducção (as vias neurais envolvidas na visão)”, comentou Tracey Chapman, no artigo publicado pela revista britânica. 

“Não pode ser um ‘cabo-de-guerra’ ou jogo da corda,onde os machos empreguem proteínas de sêmen para garantir que as fêmeas façam um grande investimento na ninhada atual, mesmo se isso não combinar com os interesses de longo prazo das fêmeas”, acrescentou a pesquisadora sobre os possíveis efeitos da proteína na regulação do interesse sexual das fêmeas. Outro estudo, desenvolvido pela Universidade Metropolitana de Manchester, também no Reino Unido, sugere que há mulheres alérgicas ao sêmen do companheiro.

Segundo o estudo, 12% das mulheres pesquisadas tiveram diferentes reações alérgicas incluindo choque anafilático. A aversão ao sêmen foi mais fortemente verificada entre mulheres de 20 a 30 anos de idade.

DST e câncer O sexo oral desprotegido permanece sendo um importante fator causador de doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo a aids, afirmam os médicos, e o aumento dos diagnósticos de câncer de boca e de orofaringe relacionados às infecções por papiloma vírus humano (HPV) tem se tornado um caso de saúde pública. De acordo com José Carlos de Oliveira, médico oncologista de cabeça e pescoço, do Hospital Araújo Jorge, na Capital, o câncer de boca e de orofaringe (amídala e base da língua) são comumente transmitidos por meio do sexo oral.

O HPV, segundo ele, é o principal agente causador do desencadeamento da doença, superando o tabagismo, o etilismo e a incidência de raios solares nos lábios, fazendo mais casos entre pessoas de baixo nível socioeconômico, tabagistas e alcoólatras. O câncer de orofaringe, por sua vez, atinge uma parcela mais abrangente da população, independente de gênero, etnia, classe social, idade e orientação sexual, e a razão para isso é que, em tese, o sexo oral desprotegido é uma prática amplamente difundida.

Estudos indicam que o maior número de vítimas da doença estaria entre os jovens adolescentes seguidos por indivíduos entre 30 a 45 anos de idade. “Nos congressos de Medicina que tenho participado nos últimos anos, tanto no Brasil como no exterior, a discussão atual é em torno do câncer de orofaringe e também do câncer de boca como doenças adquiridas por meio de prática sexual sem proteção e que estão fazendo muitas vítimas a cada ano, dado ao momento que vivemos de liberação sexual, sexo cada vez mais cedo e com mais parceiros.

A doença é antiga, mas a falta de informação e o tabu sempre foram fatores que impediram um melhor trabalho preventivo”, afirmou o médico oncologista. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em estudo realizado em 2008, os cânceres localizados na cavidade oral (sem distinção de tipo), acometeram 10 380 homens e 3.780 mulheres em todo o País naquele ano Na Região Centro-Oeste, foram 530 homens e 220 mulheres. 

A cada ano, surgem 14 mil novos diagnósticos da doença . 330 novos casos de câncer de boca (aí incluído o câncer de orofaringe) acometem a população goiana, e só na Capital são mais de 100. Segundo o médico oncologista, as mudanças de comportamento verificadas na população feminina como o hábito de beber e fumar e a liberação sexual são responsáveis pelo aumento dos casos entre elas . Ainda segundo o médico, o homem é o maior transmissor do HPV e consequentemente desencadeador do câncer de boca e de orofaringe. “Quando um paciente que não fuma e nem bebe é diagnosticado com câncer de orofaringe, há 90% de probabilidade de que tenha sido infectado com o HPV via sexo oral desprotegido”, explica o médico oncologista