Mulheres são mais propensas a experimentar sexo lésbico que em 1990

Pesquisa britânica também constatou que mulheres perdem virgindade mais cedo e têm mais parceiros sexuais que há 20 anos.

As mulheres perdem a virgindade mais cedo, têm mais parceiros sexuais e são quatro vezes mais propensas a experimentar sexo lésbico que há 20 anos. No entanto, ambos os sexos fazem menos sexo por mês, três vezes em comparação com cinco na década de 1990. Essas são as conclusões de um estudo da Universidade College de Londres, Inglaterra. Os dados são do jornal Daily Mail. 

O levantamento contou com dados de 15162 britânicos entre 16 e 74 anos, que responderam questões detalhadas sobre suas vidas sexuais. Estudos similares foram realizados em 2001 e 1991, e os resultados foram comparados.

"Em algumas áreas do comportamento sexual, vimos um estreitamento do hiato entre gêneros, mas temos visto mulheres ultrapassando os homens na diversidade de seu comportamento. Precisamos avaliar essas mudanças no contexto das mudanças radicais no status das mulheres ao longo da última década”, disse a pesquisadora Kaye Wellings.

Confira os números do estudo:

- Dezesseis anos é a idade média que homens e mulheres perdem a virgindade, enquanto as pessoas com cerca de 60 anos esperaram até 19.

- Trinta por cento dos jovens entre 16 e 24 anos transaram antes dos 16 anos.

- Mulheres têm, em média, 7,7 parceiros sexuais na vida (3,7 na década de 1990), em comparação com 11,7 (8,6 na década de 1990) dos homens.

- Dezesseis por cento das mulheres tiveram alguma experiência com pessoa do mesmo sexo (como beijo), sendo que 8% chegaram ao contato genital.

- Sete por cento dos homens tiveram alguma experiência com pessoa do mesmo sexo (como beijo), sendo que 5% chegaram ao contato genital.

- Atualmente, homens e mulheres fazem, em média, sexo três vezes por mês, em comparação com cinco vezes na década de 1990, e a mudança provavelmente se deve ao acúmulo de trabalho.

- Uma em cada 10 mulheres já foram forçadas a ter relações sexuais. A idade média em que isso ocorreu foi aos 18, mas apenas 44% contaram a alguém e só 13% levaram o caso à polícia.

- Uma em cada seis gestações não é planejada, subindo para 21,2% entre os voluntários com 16 a 19 anos.
- Mulheres mais instruídas tendem a ser mais aventureiras quando o assunto é sexo.

Pornografia melhora o sexo? Estudo investiga hábito entre mulheres

Quando se fala em filme pornográfico logo se pensa nos homens – eles gostam, aprovam e consomem sem culpa ou qualquer sinal de vergonha. Mas como as mulheres participam deste cenário? Uma matéria do site do jornal Huffington Post traz dados interessantes sobre o comportamento.

Segundo a publicação, um levantamento recente feito por um centro de pesquisa mostrou que apenas 8% das pessoas do sexo feminino assistem a este tipo de filme. O número baixo pode indicar que algumas mulheres ainda sentem vergonha de falar sobre os seus hábitos pornográficos.

A marca britânica Ann Summers de lingerie e brinquedos eróticos resolveu ir a fundo neste número e conduziu seu próprio estudo para descobrir de que forma as mulheres estão usando – ou não – a pornografia. A empresa compartilhou a pesquisa no Facebook e no Twitter, e 300 mulheres toparam participar.

Os resultados não chegam a ser representativos, partindo do princípio de que as próprias mulheres se inscreveram para participar. No entanto, eles fornecem uma perspectiva interessante sobre com as mulheres enxergam o amor, o sexo e a pornografia. Confiram os 5 principais destaques deste levantamento:

1. Pornografia traz benefícios à vida sexual
Casais que assistem pornografia juntos pelo menos uma vez por semana se sentem mais comprometidos e sexualmente satisfeitos do que aqueles que não alimentam o hábito ou o fazem com pouca frequência. Os dados mostram que 58% das mulheres que apostam na prática com o parceiro acreditam que isto traz efeitos positivos para a vida sexual.

2. Pornografia não é traição
A maioria esmagadora da amostra - 93% - respondeu que não considera seus parceiros infiéis por assistirem filmes pornográficos.

3. Acabando com o estresse
Assistir a material pornográfico foi classificado como uma "fuga para a fantasia" por 85% das mulheres. Além disso, 23% delas disseram que o ato ajuda a aliviar o estresse.

4. Pornô amador
As sex tapes também estiveram em foco no levantamento feito pela Internet, sendo que 40% das respondentes afirmaram que já protagonizaram vídeos caseiros com seus parceiros atuais ou com algum ex.

5. As jovens e os filmes pornôs
A pesquisa mostrou que as mulheres mais jovens são as mais interessadas em material pornográfico; 57% das respondentes que afirmaram gostar de assistir a este tipo de filme estavam na faixa dos 18 aos 24 anos

Sexo explícito no trailer para maiores de ‘Ninfomaníaca’


O polêmico diretor dinamarquês Lars Von Trier sabe chocar como ninguém. Acaba de ser divulgado o primeiro trailer de ‘Ninfomaníaca‘ (Nymphomaniac). Tem violência, esperma, sexo oral e sexo explícito… em uma das obras mais faladas do cinema atual.

Assista:


A California Filmes agendou a estreia do ‘Volume 1‘ no Brasil para o dia 10 de janeiro de 2014. A estreia acontecerá na Dinamarca, país do diretor, dia 25 de Dezembro. Não há previsão de lançamento nos Estados Unidos.

Apesar da vontade de Von Trier de lançar o filme com cinco horas e meia de duração, os produtores realizaram cortes na edição final e lançarão o filme com quatro horas, divido em dois Volumes (cada um com duas horas de duração).

O diretor não aprovou os cortes, e a versão lançada nos cinemas foi editada pelos produtores. Pela primeira vez em sua carreira, Von Trier se afastou do processo de edição.


“A versão curta é contra a vontade de Lars, mas ele aceita porque ele entende os mecanismos de mercado”, afirma o produtor Peter Aalbaek Jensen. “Você não pode fazer um filme que custou mais de 60 milhões de dólares tão interminável. Cinco horas e meia é tão extremo que reduz o valor de mercado de forma tão violenta, que os investidores sentiram que haviam comprado gato por lebre”.

Von Trier usará uma estrutura conhecida da literatura, que consiste em capítulos encapsulados em dois filmes, ’Volume 1‘ e ‘Volume 2‘.

‘Ninfomaníaca‘ é a poética história erótica de uma mulher, desde seu nascimento até seus 50 anos, contada pelo personagem principal, a auto-diagnosticada ninfomaníaca Joe. Numa fria noite de Inverno, Seligman, um velho solteiro, encontra Joe espancada e semi-inconsciente num beco. Após a levar para o seu apartamento ele observa as feridas dela e tenta compreender como é que as coisas podem ter corrido tão mal. Ele escuta atentamente, enquanto em 8 capítulos ela reconta a multifacetada e luxuriante história de sua vida.

Charlotte Gainsbourg (‘Melancolia’) interpreta Joe, enquanto Stellan Skarsgard vive Seligman. Uma Thurman (‘Kill Bill’), Jamie Bell (‘As Aventuras de Tintim’) e Connie Nielsen (‘O Advogado do Diabo’), Willem Dafoe, Udo Kier, Jean-Marc Barr, Caroline Goodall, Kate Ashfield, Saskia Reeves e Omar Shargaw completam o elenco. Christian Slater vive o pai da protagonista Joe.

Nicole Kidman (‘Moulin Rouge’) desistiu de participar da produção, após descobrir que teria que participar das cenas de sexo. A atriz já trabalhou com o diretor no elogiado ‘Dogville‘.
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Pratique! As melhores posições para fazer sexo no chuveiro


Não importa se ele é enorme, com uma banheira que cabe um time de futebol dentro, ou se é um cubículo de 2m x 2m com um mini box envolto em cortina de plástico. Você pode alcançar seus melhores orgasmos no banheiro, sem fazer muito esforço. Veja só as dicas da Cosmo para Latinas, versão da revista voltada a esse público nos Estados Unidos, e aproveite (ainda mais) de cada cantinho e posição para desfrutar embaixo do chuveiro.

1- Mãos na Parede
De costas para ele, fique com o corpo ereto e apoie as suas mãos na parede. Deixe suas pernas levemente abertas para que o gato possa penetrá-la por trás. Dica: fiquem em baixo do chuveiro em uma posição em que a água não bata diretamente no rosto de vocês. Isso pode distraí-los e estragar o momento.

2- Depilação?
Sabe quando você levanta a perna e apoia na beirada da banheira ou em um degrau ou banquinho para depilá-la? Essa é uma posição sexual ótima! Tudo o que você precisará é de um lugar para segurar, afinal, não vai querer escorregar, não é?!

3- Banheira para nós
Essa posição, além de ótima, impede que você sofra um acidente e acabe com o bumbum dolorido no chão: dentro da banheira, peça para que ele sente com as pernas esticadas ou levemente flexionadas. Sente-se no colo dele e aproveite.

4- Contra a parede
Fique com as costas apoiadas na parede, levante uma perna e a prenda ao redor da cintura do gato. Dica: será mais fácil para ele comandar o movimento se estiver com as mãos na parede onde você estiver encostada.

Pornovingança: o que fazer se fotos ou vídeos íntimos caírem na internet


Imagine ter suas fotos íntimas ou seu vídeo fazendo sexo bombando nas redes sociais. Pior ainda é saber que o material não foi parar lá por um descuido seu. O culpado é alguém em quem você confiava: seu ex.

Podemos apostar que, no mês passado, o seu feed do Facebook foi inundado por notícias sobre a Fran, a estudante de 19 anos, de Goiás. Ela virou meme nas redes depois que seu vídeo transando com o ex - ao que tudo indica, divulgado pelo próprio - se propagou pelo WhatsApp. Montagens de celebridades e políticos repetindo o sinal de ok que ela fazia nas imagens bombaram na net. A menina foi virtualmente humilhada e xingada por muitos desconhecidos. Virou piada para tantos outros. Mas também foi defendida por mais de 36 mil pessoas que curtiram a página "Apoio Fran" no Facebook.

A triste realidade é que cada vez mais mulheres têm tido sua intimidade escancarada para milhares de internautas. E o mais assustador: se antes era um desconhecido quem furtava o material, agora a atitude inescrupulosa vem do ex-marido ou ex-namorado, ressentido com o fim do relacionamento. "A vingança surge da raiva e da dor. Quem se vinga quer que o outro sinta o mesmo para equilibrar a balança e recuperar sua autoestima", diz a terapeuta de casais Lana Harari, de São Paulo.

O fenômeno cresceu tanto que já ganhou nome: revenge porn, algo como pornovingança. Nos EUA, surgiram sites específicos em que os homens devastam a privacidade das ex-parceiras para desconhecidos. Um dos primeiros, o IsAnyoneUp.com chegou a ter 30 milhões de page views antes de ser retirado do ar. Outro bastante popular, o Texxxan, reuniu fotos não consensuais de 250 mulheres. Os dois já foram fechados pela Justiça americana, mas uma vez que as imagens caem na rede, são facilmente copiadas em centenas de outros sites. Pior: muitas vítimas acabam tendo seus perfis em redes sociais descobertos e linkados ao conteúdo erótico. A partir daí, o inferno começa.

· Leia o depoimento de uma vítima da pornrevenge

Ataque intensivo

Não é difícil pensar que a situação pode acontecer com qualquer uma de nós - ainda mais em tempos de smartphones, namoros à distância, sexting... Por mais inteligente e esperta que a gente seja, também corremos o risco de ser enganadas quando o manipulador é alguém que nos conhece tão bem. E, afinal, se trata mesmo de um golpe baixo. Sexo é um recurso antigo de dominação do homem sobre a mulher. Por isso, o carausa a pornovingança como arma para denegrir a imagem dela, e ainda sair como pegador. "O sujeito que age assim pensa: se ela não vai ser mais minha, não vai ser de mais ninguém", diz o perito em crimes eletrônicos Wanderson Castilho, da e-net Security. Infelizmente, funciona.

Ainda hoje, é comum que a vítima seja vista como culpada apenas por ter permitido o registro das imagens. Espera aí, vamos deixar claro que não há nada de errado nisso?!? Justo agora que conquistamos o direito ao orgasmo, a liberdade para ter e realizar nossas fantasias, quando nos permitimos ousar mais em busca do nosso prazer, vamos voltar 20 casas? Quem encara o escândalo como uma punição - "bem-feito, foi boba" - usa a mesma lógica absurda de quem diz "foi estuprada, mas saiu de saia curta". Como se, por ter exposto sua sexualidade para seu parceiro, a mulher estivesse permitindo que qualquer um tivesse acesso ao seu corpo. "O cara que promove esse tipo de vingança quer exatamente isso: estigmatizar, mostrar que o corpo dela agora ‘é de todos’, ‘público’", diz a psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, de São Paulo.

Nas redes, a mulher é chamada de vagabunda, recebe convite para fazer programas, é tratada como mercadoria. O apedrejamento virtual cria uma sensação de culpa na própria vítima - não só pelo ato em si, mas por ter confiado na pessoa errada. Com medo de ser agredida novamente, a mulher se fecha para novos relacionamentos. "O dano emocional se compara ao de um crime sexual. É uma espécie de estupro virtual", afirma a psicóloga Daniela Pedroso, do Núcleo de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington, de São Paulo. E, assim como nesses casos, é preciso buscar ajuda para superar o trauma. O primeiro passo para a mulher recuperar a autoestima e a confiança: enxergar que, ao contrário do que dizem os anônimos na internet, ela não é a culpada, mas a vítima de um ataque cruel. E não deixar que um mau-caráter covarde - muito menos o resultado que aparece na busca do Google - defina quem ela é.
Ainda fica barato

No Brasil não existe uma legislação específica para a violação de intimidade. A Lei Maria da Penha, da forma como está hoje, não trata de crimes virtuais. Mas uma proposta apresentada no Congresso, apelidada de Lei Maria da Penha Virtual, pretende considerar a divulgação indevida de material íntimo uma forma de violência doméstica.

O que fazer se acontecer com você

· Não tente apagar de imediato. Se fizer isso, você vai adulterar a cena do crime, tornando ainda mais difícil o rastreamento do criminoso.

· Preste queixa em uma delegacia de polícia.

· Contrate um profissional que faça o rastreamento das mensagens e a remoção do conteúdo. Quanto mais rápido ele agir, melhor. Na primeira semana, as chances de eliminação do material são de 70%. Depois de um mês, caem para menos de 50%.

· Contrate um advogado e entre na Justiça, mesmo sabendo que as chances de vitória são medianas e a possível pena, pequena.

Sexo queima mais calorias que caminhar durante meia hora

Não se admire se o seu médico lhe prescrever «sexo para manter a forma física».

Como reagiria se o seu médico lhe «receitasse» sexo para manter-se em forma e melhorar a sua saúde? Por enquanto, tal ainda não acontece, mas é provável que venha a acontecer uma vez que são cada vez mais os estudos que revelam que o sexo queima mais calorias do que caminhar meia hora.

Uma equipa de investigadores da Universidade do Quebec publicou um estudo na revista científica «PlosOne» onde, através de pulseiras, conseguiu descobrir o gasto calórico quer durante as relações sexuais quer durante uma corrida de meia hora numa passadeira, com intensidade moderada.

Assim sendo, 21 um casais jovens e saudáveis, de 18 a 35 anos, tiveram quatro encontros - de 25 minutos cada - e fizeram a mesma corrida e, quando comparados os resultados, concluiu-se que os participantes gastaram mais calorias a correr durante meia hora do que a fazer amor, o que é razoável. No entanto, os resultados mostraram também que o ato sexual é um exercício mais intenso que caminhar durante meia hora.

«Em comparação, o nível de intensidade que se exerce durante a atividade sexual podia ser maior do que caminhar uns 4,8 quilómetros por hora, mas é inferior a correr oito quilómetros por hora», pode ler-se no estudo.

Homens consomem 101 calorias durante ato sexual

O número de calorias consumidas pelos homens durante o ato sexual atinge as 101, numa media de 4,2 por minuto, sendo que as mulheres apenas consomem apenas 69. No entanto, os investigadores não conseguiram encontrar uma explicação científica para esta diferença.

Já no que diz respeito às caminhadas de meia hora, os homens gastam 276 calorias e as mulheres 213. Durante a investigação, estes números só foram superados por um dos amantes, que durante o coito consumiu 306 calorias.

A análise dos dados levou a que os investigadores considerassem que a prática sexual pode ser um «exercício significativo».

Os autores do estudo entendem que este «pode ter implicações para a planificação dos programas de estilo de vida saudável por parte dos profissionais de saúde».

Por isso não se admire se o seu médico, daqui as uns tempos, lhe prescrever «sexo para manter a forma física».

Adultos fazem sexo, mesmo quando são mães


Eu gosto de sexo. Você gosta de sexo. Grande parte dos meus e dos seus amigos gostam de sexo. E até quem não gosta de sexo sabe que milhares de pessoas fazem sexo em todos os minutos do dia. 

Mas pais não podem fazer.

O que poderia ser a lógica de uma criança de 12 anos, mas é o que muitos adultos por aí pensam. Seus pais só fizeram sexo para gerar aquele belo exemplar de ser humano e depois mergulharam no poço sem fundo da velhice e tédio.

Mas, mais uma vez, vou ser a chata a acabar com suas fantasias e te contar que seus pais, antes e depois de gerarem você, fizeram sexo. Uns mais, outros menos, mas todos tiveram vida sexual. E talvez eles nem tenham transado apenas um com o outro.

O fotógrafo Leigh Ledare parece lidar melhor do que a maior parte das pessoas com esse tabu e resolveu transformar isso em arte. Ele fotografou uma série em que sua mãe é a estrela principal. As fotos mostram a mulher como um todo: o olhar maternal, a feminilidade e a sexualidade.

Nos últimos dias apareceram diversas matérias sobre o assunto e não sei mais se as pessoas ficaram chocadas por ser uma mãe fazendo sexo enquanto o filho fotografa ou se por ser uma mãe que não faz de conta que não tem tesão e ainda por cima se relaciona com homens mais jovens que ela.


O que me chamou a atenção foi a beleza das fotos, a sensibilidade e a discussão que elas podem incitar. Um homem nunca perde sua sexualidade. Ele pode ser pai de 200 filhos e a sociedade aplaude que ele tenha desejo sexual e tome viagra. Já a mulher, mesmo que ela se torne mãe aos 18 anos, é criticada por exercer o mesmo desejo. Os pesos e medidas não são os mesmos.


Essa série, além de lembrar que seus pais são adultos como você e têm libido, pode ser a porta de entrada para uma reflexão mais séria sobre como podamos a nossa sexualidade e a dos outros de acordo com conceitos concebidos por outras pessoas e em tempos remotos. Não chegou a hora de mudar?

Conheça 9 dicas para fazer um 69 inesquecível e deixar marcas

O 69 nada mais é do que o sexo oral praticado simultaneamente por um casal. É uma posição que possibilita que homem e mulher deem e recebam muito prazer. A troca nesta prática é marcante e, com isso, se bem-feito, faz com que haja uma sintonia perfeita entre os parceiros, o que, com certeza, só vai melhor a sua vida sexual.

No entanto, mesmo o sexo oral sendo encarado com menos pudores, o famoso 69, especificamente, é tratado como tabu. Segundo Fátima Moura, sensual coach, ele ainda é visto como algo estranho, causando desconforto entre o casal, que deveria conversar mais para aproveitarem diferentes práticas sexuais e, assim, descobrirem novas formas de prazer.

Então, para fazer o 69, ela acredita que o primeiro ponto que homem e mulher precisam perceber é se realmente ambos se excitam e têm tesão na prática.

"Isso é obrigatório! Os dois devem sentir prazer", destaca a especialista, acrescentando que é melhor não esquecer caso um dos parceiros esteja fazendo por obrigação, só para agradar o outro. Afinal, trata-se de uma modalidade sexual de troca.
Resolvido em comum acordo que o 69 é uma posição excitante e de interesse de ambos, é só ter alguns cuidados e saber como estimular o parceiro. Dessa forma, os dois terão uma experiência diferente, cheia de cumplicidade e, claro, muito prazerosa. Para isso, Fátima dá 9 dicas a seguir.

1- Antes de qualquer coisa, é fundamental higiene. "Pode-se apostar em um banho juntos", destaca Fátima.

2- Mulheres atenção! A sensual coach recomenda que os pelos pubianos estejam aparados, para não causar constrangimento e tornar o momento desagradável.

3- Nem pensar em fazer juras de amor. "Este, definitivamente, não é o momento para conversar. Afinal, a concentração é importante para dar e receber prazer."

4- Cuidado com a empolgação! Movimentos muitos rápidos ou aplicá-los com força podem incomodar ou até mesmo machucar o parceiro.
5- Caso um dos parceiros use aparelho dentário, é preciso atenção redobrada para evitar acidentes, principalmente, as mulheres.

6- Quanto à posição, é possível adotar a mulher por cima ou de lado.

7- No caso das mulheres, procure explorar todo o corpo do pênis, usando a boca, a língua e as mãos, alternando movimentos delicados e mais rápidos. "Não se esqueça do saco escrotal, mas seja mais delicada, pois ele é mais sensível", adiciona Fátima.

8- Os homens ao fazerem sexo oral devem usar dedos e língua para tocar clitóris e grandes e pequenos lábios, explorando com beijos, lambidas, toques de leve etc. Também pode penetrar a vagina.

9- A forma para fazer um 69 inesquecível é tocar o parceiro e observar suas reações. "O corpo fala. Então, é preciso que ambos fiquem atentos, pois, com certeza, perceberão o que dá mais prazer um ao outro."

Casa nos EUA quer oferecer mulheres para dormir abraçadinho ao cliente, mas sem sexo


Cinco profissionais se oferecem para dormir agarradinhos aos clientes. A proposta é do “Snuggle House” (algo como “casa do aconchego”, em tradução livre) que deveria ser um novo negócio em Madison, Wisconsin, nos EUA. A ideia, no entanto, esbarrou nas autoridades da cidade americana, que teme que o negócio seja uma nova forma de prostituição.

A assistente de gerente da Snuggle House diz que a “terapia do abraço” do estabelecimento não envolve sexo.

Basicamente, o Snuggle House oferece quartos privativos com camas onde os clientes podem dormir abraçados com uma das mulheres da equipe da casa em troca de dinheiro.

“Nós somos estudantes de faculdade que sabemos da importância de ter o toque físico em nossas vidas”, disse Emily Noon, uma das quatro empregadas do negócio (o quinto empregado é um homem).

Segundo Noon, cada “quarto do aconchego” será monitorado por câmeras de segurança e terá um “botão de pânico” no caso de algo ultrapassar os limites.

Uma hora no quarto deve custar US$ 60 

Saiba mais no site oficial ou no facebook.

Dinheiro, poder ou sexo? Ou três em um?

Um dia desses um amigo inteligente e sensível me afirmou que tudo na vida tem um só objetivo final: sexo.

Simbolicamente falando, sexo seria a razão pela qual as pessoas querem poder e dinheiro. E, indo além, tudo o que as pessoas venham a adquirir com o vil metal, será para ter mais poder. Beleza! E assim...sexo!
No mundo ficcional, não tenho dúvidas de que Tony Montana (Scarface, 1983) concordaria com o meu amigo: "Primeiro você ganha dinheiro, depois poder e aí você ganha as mulheres".

Sim, amor e sexo (leia-se relacionamentos) representam hoje boa parte das aspirações humanas, sendo incrivelmente poderosos e fortes motivadores do subconsciente.

O desejo de poder é bastante óbvio - é instintivo, primevo, e está na essência da nossa identidade. O homem primata lutava pra manter o poder cada vez que saía da caverna para caçar. Poder tem a ver com impulso, ambição e confiança.

O dinheiro, visto como valor de troca, como as possessões materiais adquiridas, bem como entretenimento, conforto e bem estar, também é um instinto que podemos pensar como primitivo.

Numa perspectiva adleriana (Alfred Adler se referia ao poder como a a grande motivação humana, muitas vezes disfarçado de sexualidade), as pessoas ao nascerem, se deparam com o meio onde vão crescer e se formar. Eis, então, que desenvolvem um complexo de inferioridade em relação à sociedade que as cerca, sentindo ciúme, raiva e outras fraquezas absolutamente humanas. Para compensar esse sentimento, elas buscam o poder, através da competição, inserindo-se num mundo arisco e agressivo, muitas vezes.

A teoria de Adler sobre a motivação pelo poder faz sentido. O homem precisa se afirmar o tempo todo e é através da vitória sobre outros que ele combate sentimentos inferiores e frustrações.
Sendo assim, o fruto de tanta competitividade na sociedade está na própria natureza humana e não nos sistemas sociais perversos ou nas desigualdades adjacentes? Então o desejo de poder é impulso, instinto que acomete diferentemente as diversas combinações de DNA humanos? E Freud tinha razão, então, e esse complexo de inferioridade que gera a busca frenética por poder é só um argumento inconsciente para ter mais e melhor sexo?

Poder gera admiração.
Admiração gera paixão. Paixão é sexo.
O poder pode ser absoluto ou relativo. Permanente ou provisório.
O poder pecuniário é relativo, apesar de evidências em contrário.
O poder do saber é perene e inquestionável.
O poder do saber pode levar ao dinheiro.
Dinheiro pode comprar saber. Logo compra o melhor poder.
Concluindo, dinheiro compra sexo. Sim, tudo leva, mesmo conscientemente, ao sexo.
Então fico com meu amigo. E Tony Montana tinha razão.
Dinheiro compra poder. Dinheiro compra sexo.


"100 Surpresas de Sexo": ex-garota de programa lança livro com dicas calientes para a vida a dois

"Todo homem gosta e quer ser surpreendido", diz Vanessa de Oliveira. As mulheres também, por isso, conversamos com a escritora, que também é sexóloga.

Se o dia a dia com o namorado, o marido ou o peguete está ficando sem graça, parece hora de ligar o sinal de alerta. Atitudes surpreendentes em uma relação já estabelecida fazem milagres na hora manter forte a ligação do homem e da mulher, defende Vanessa de Oliveira, sexóloga, ex-garota de programa e autora do livro "100 Supresas de Sexo". Nele, ela ensina diversas maneiras de sair do tédio e afirma: todo homem gosta e quer ser surpreendido! Então, solte a mulher ousada que existe em você e deixe o outro de boca aberta. Segundo Vanessa, a mulher tem esse poder na relação, porque o homem quer impressionar na hora da conquista, mas é o sexo feminino que tem a criatividade para fazer a manutenção do relacionamento no dia a dia.

Antes de começar a surpreender o seu amado, tenha certeza de que ele é a pessoa certa para isso e que você irá fazer pelo motivo correto. A sexóloga acredita que a surpresa é uma tática usada para manter o relacionamento, e não uma estratégia de conquista, por isso, não deve ser feita com qualquer um. "Se ele fica com várias mulheres e você está apaixonada, não faça porque ele não merece. Surpresa é o prêmio para quem está comprometido com você, que se doa e estende a mão, que sai da cama para comprar um remédio para você".

As surpresas são diversas: têm algumas mais tranquilas para as tímidas e outras mais picantes. Vanessa dá algumas dicas de como você pode impressioná-lo. Umarapidinha, por exemplo, é uma surpresa leve. O parceiro está saindo para o trabalho e você o surpreende antes de ir. Ela garante que funciona! Uma surpresa de nível médio é mandar fotos do corpo, ao longo do dia, para ele. Uma ousada é pedir para ele te fotografar nua durante uma viagem".

Vanessa garante que, por sua própria experiência, o homem pode ficar assustado, mas ficará também encantado. "Talvez ele se sinta intimidado porque perde o poder. Em 99,9% dos casos a surpresa dá certo, a chance de sair algo errado é muito pouca. Aquele que fala que não gosta está mentindo descaradamente."

Outra questão que pode fazer a relação entrar na rotina, segundo a autora, tem a ver com a criação da brasileira. Para Vanessa, as mulheres em nosso país ainda ficam travadas na hora do sexo e não dizem aquilo que gostam. Isso acontece porque elas têm receio de que o parceiro fique com má impressão. "Ainda há a ideia de que o homem é o provedor e que ela é a submissa. Na Europa as mulheres são bem mais liberais neste sentido."

Por isso, não tenha medo de fazer aquilo que tem vontade, inicie devagar e vá evoluindo. "As surpresas têm que ir ficando ousadas aos poucos. Você pode começar colocando o despertador para tocar às três horas da manhã para acordá-lo fazendo sexo oral, por exemplo. E depois você parte para algo mais impactante."

Para finalizar, a sexóloga afirma: a mulher tem também responsabilidade de injetar ânimo no relacionamento, mas não adianta você fazer de tudo se o seu companheiro não está envolvido com você.

Pompoarismo masculino promete ampliar prazer e melhorar sexo

O especialista em sexualidade Carlos Kadosh é autor do "Método Kadosh", uma espécie de pompoarismo masculino que promete a melhora da vida sexual do homem. O método é dividido em sete preceitos básicos; conheça

O pompoarismo geralmente é associado às mulheres, mas também pode ser praticado pelos homens e ainda promete ampliar a qualidade da vida sexual. A técnica de ginástica íntima é baseada em exercícios regulares que auxiliam na coordenação, habilidade e força muscular.

A modalidade, batizada Método Kadosh, foi criada pelo especialista em sexualidade Carlos Kadosh, autor do livro Pompoarismo - O Caminho do Prazer, em parceria com a especialista em sexologia, Celine Imaguire.

O método, composto por sete etapas, reúne uma série de técnicas com o objetivo de ampliar o prazer e melhorar a saúde sexual masculina. Além disso, promete aumentar a testosterona a partir de hábitos e práticas.

Sete preceitos básicos do Método Kadosh
Primeiro: a prática do pompoarismo masculino atua no desempenho sexual, ativando a circulação e fortalecendo os músculos da pelve, em especial os ligados à ereção.

Segundo: inclua à rotina uma atividade física de acordo com a preferência pessoal, como corrida, tênis, squash, caminhada, entre outros. A partir disso, introduza nestas atividades os exercícios de pompoarismo que atuam no desempenho sexual.

Terceiro: troque atitudes instintivas, como o ato sexual rápido, por momentos mais intensos, usando técnicas que ampliam o tempo de preliminares e o prazer da mulher (como o taoísmo ou as técnicas tântricas).

Quarto: incorpore hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, sono adequado e lazer, e evite o consumo de bebidas alcoólicas e fumo. Estes preceitos previnem problemas sexuais e aumentam a disposição para a atividade sexual.

Quinto: busque conhecimentos milenares como ioga, Tai Chi Chuan e Tantra, métodos que possuem recursos excelentes para aprimorar o sexo, a respiração e a libido.

Sexto: incorpore mais amor e espiritualidade na vida sexual, independentemente da religião, e compreenda a importância do sexo para a felicidade e crescimento pessoal.

Sétimo: busque mais conhecimento sobre sexo por livros, cursos, filmes e acessórios diferenciados, que aumentam a criatividade e aquecem a vida sexual.

Sêmen é elixir feminino, diz pesquisa


Estudo científico sugere que esperma humano faz bem à saúde das mulheres e que ingestão de substância provoca aumento da libido, fertilidade, alteração dos padrões de sono e nutrição, em análise feita com moscas das frutas. 

Considerado imoral e sujo em certas culturas e religiões, e fetiche para alguns, o sexo oral é uma das mais antigas e usuais práticas sexuais entre humanos. Até bem pouco tempo atrás, considerado ato sexual eficaz como método contraceptivo e para preservar a virgindade da fêmea, a felação (sexo oral realizado no homem), acompanhada da ingestão do sêmen, foi em parte popularizada pelos filmes pornôs.

Um estudo científico realizado pela Escola de Ciências Químicas e Farmácia da Universidade de East Anglia (UEA), no Reino Unido, e publicado recentemente pela revista de pesquisa biológica Proceedings, da Sociedade Real, tem despertado a atenção da comunidade científica e a curiosidade dos leigos em todo o mundo. O estudo sugere que a ingestão de sêmen do parceiro fixo pode melhorar a qualidade de vida da mulher, dentro de uma relação monogâmica.

De acordo com o estudo, baseado em experimentos com moscas-das frutas (Drosophila melanogaster) e, por analogia, válido para fêmeas de outras espécies animais, incluindo as mulheres, uma pequena quantidade de proteína, presente no sêmen, quando introduzida oralmente no corpo da fêmea, pode causar alguns efeitos fisiológicos em seu organismo. A proteína de nome “peptídeo do sexo” seria responsável por alterações fisiológicas, a exemplo de modificações genéticas, fortalecimento da imunidade, sensível melhora da acuidade visual, aumento da libido e da fertilidade, e alteração dos padrões de sono e de nutrição.

A proteína “megarreguladora” presente no sêmen, segundo a pesquisadora-chefe e especialista em genética evolutiva, Tracey Chapman, teria papel preponderante na regulação do comportamento feminino e do sistema reprodutivo da fêmea. “Investigamos os resultados de uma proteína enigmática do sêmen e descobrimos significativas mudanças nos genes que estão ligados com o desenvolvimento dos ovos (das moscas), a prematura embriogênese, a imunidade, o comportamento e, paradoxalmente, a fototransducção (as vias neurais envolvidas na visão)”, comentou Tracey Chapman, no artigo publicado pela revista britânica. 

“Não pode ser um ‘cabo-de-guerra’ ou jogo da corda,onde os machos empreguem proteínas de sêmen para garantir que as fêmeas façam um grande investimento na ninhada atual, mesmo se isso não combinar com os interesses de longo prazo das fêmeas”, acrescentou a pesquisadora sobre os possíveis efeitos da proteína na regulação do interesse sexual das fêmeas. Outro estudo, desenvolvido pela Universidade Metropolitana de Manchester, também no Reino Unido, sugere que há mulheres alérgicas ao sêmen do companheiro.

Segundo o estudo, 12% das mulheres pesquisadas tiveram diferentes reações alérgicas incluindo choque anafilático. A aversão ao sêmen foi mais fortemente verificada entre mulheres de 20 a 30 anos de idade.

DST e câncer O sexo oral desprotegido permanece sendo um importante fator causador de doenças sexualmente transmissíveis (DST), incluindo a aids, afirmam os médicos, e o aumento dos diagnósticos de câncer de boca e de orofaringe relacionados às infecções por papiloma vírus humano (HPV) tem se tornado um caso de saúde pública. De acordo com José Carlos de Oliveira, médico oncologista de cabeça e pescoço, do Hospital Araújo Jorge, na Capital, o câncer de boca e de orofaringe (amídala e base da língua) são comumente transmitidos por meio do sexo oral.

O HPV, segundo ele, é o principal agente causador do desencadeamento da doença, superando o tabagismo, o etilismo e a incidência de raios solares nos lábios, fazendo mais casos entre pessoas de baixo nível socioeconômico, tabagistas e alcoólatras. O câncer de orofaringe, por sua vez, atinge uma parcela mais abrangente da população, independente de gênero, etnia, classe social, idade e orientação sexual, e a razão para isso é que, em tese, o sexo oral desprotegido é uma prática amplamente difundida.

Estudos indicam que o maior número de vítimas da doença estaria entre os jovens adolescentes seguidos por indivíduos entre 30 a 45 anos de idade. “Nos congressos de Medicina que tenho participado nos últimos anos, tanto no Brasil como no exterior, a discussão atual é em torno do câncer de orofaringe e também do câncer de boca como doenças adquiridas por meio de prática sexual sem proteção e que estão fazendo muitas vítimas a cada ano, dado ao momento que vivemos de liberação sexual, sexo cada vez mais cedo e com mais parceiros.

A doença é antiga, mas a falta de informação e o tabu sempre foram fatores que impediram um melhor trabalho preventivo”, afirmou o médico oncologista. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em estudo realizado em 2008, os cânceres localizados na cavidade oral (sem distinção de tipo), acometeram 10 380 homens e 3.780 mulheres em todo o País naquele ano Na Região Centro-Oeste, foram 530 homens e 220 mulheres. 

A cada ano, surgem 14 mil novos diagnósticos da doença . 330 novos casos de câncer de boca (aí incluído o câncer de orofaringe) acometem a população goiana, e só na Capital são mais de 100. Segundo o médico oncologista, as mudanças de comportamento verificadas na população feminina como o hábito de beber e fumar e a liberação sexual são responsáveis pelo aumento dos casos entre elas . Ainda segundo o médico, o homem é o maior transmissor do HPV e consequentemente desencadeador do câncer de boca e de orofaringe. “Quando um paciente que não fuma e nem bebe é diagnosticado com câncer de orofaringe, há 90% de probabilidade de que tenha sido infectado com o HPV via sexo oral desprotegido”, explica o médico oncologista

Personal Sex Trainers e cursos prometem ensinar como ter uma vida sexual melhor

'Sex trainers' e outras profissionais que se dizem 
especialistas em paixão acreditam que a emancipação 
feminina levou ao aumento da oferta dos cursos.
Antes ouvia-se falar aqui e ali de curso de pompoarismo e danças sensuais, mas tudo era meio tímido, escondido, quase exótico. O cenário atual é diferente: há até 'personal sex trainer', o antigo chá de panela virou chá de lingerie e as mulheres interessadas têm à sua disposição um curso específico de sexo oral (saiba mais no fim da matéria).

O aumento da oferta de profissionais especializados em melhorar a vida sexual dos brasileiros chama a atenção por algumas características: é essencialmente feminino e atende principalmente pessoas em um relacionamento estável. A mulher está se responsabilizando mais pelo próprio prazer ou permanece como a única responsável por ‘salvar’ o casamento?

O coordenador do Departamento de Sexologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, Ramon Luiz Moreira, pondera que o aumento da oferta, em si, acompanha um comportamento já velho conhecido: o assunto “sexo” é o que mais vende no mundo. “O Brasil não é nem um pouco diferente em relação a isso. Com o processo de liberalização dos costumes nas últimas décadas, ficou mais fácil e acessível falar sobre sexo, produzir filmes e lançar livros sobre o tema”, define o sexólogo e ginecologista.

Ramon lembra, no entanto, uma reflexão do filósofo francês Michel Foucault, que desenvolveu em seis volumes a obra “História da Sexualidade”: a literatura, a medicina e a psicologia da sexualidade na sociedade ocidental nunca serviram muito à liberdade do sexo; e sim à repressão - seja para um lado, seja para o outro. “Se antes não era permitido o prazer às mulheres, agora o discurso virou: toda mulher é obrigada a ter prazer e ser ‘boa de cama’. Se ela tem qualquer dificuldade, vai se sentir a pior das pessoas”, explica ele, lembrando que no oriente a situação é bem diversa - a arte erótica é focada na prática, não no discurso. “As obras orientais, como o Kama Sutra, orientam sobre o clima, a massagem, as posições, vão muito além da penetração, mas quase sem discurso teórico”, relata o especialista.

Em um cenário em que alguns cursos no mercado ensinam as moças a se tornarem uma ‘mulher diamante’, ou seja, uma mulher que sabe tudo sobre sexo, cabe o questionamento: porque sempre a mulher como foco desses novos produtos eróticos? “Em pleno século 21, ainda há mulheres que se sentem na responsabilidade de fazer coisas diferentes para não perder o príncipe encantado, sem lembrar da responsabilidade que ELE tem”, reflete o sexólogo.

Vejamos, então, alguns exemplos do que seriam essas ‘coisas diferentes’.

Iniciativa feminina

Casada e com uma filha adolescente, há nove anos Lú Brandão se tornou personal sex trainer, abandonando a carreira de bancária: "trabalho muito com mulheres acima dos 60 anos, elas estão bem mais corajosas que as novinhas"
No consultório, Ramon Moreira ouve com muita frequência a queixa: “eu me sinto culpada, porque não estou indo bem na cama, meu companheiro vai procurar na rua o que ele não tem em casa”. Pior: se a traição acontecer, essa mulher sente que não poderá falar nada. Ela mesma justifica o fato. E é aí que entram as sex trainers e afins.

Lú Brandão é uma das profissionais que exploram esse nicho de mercado em Minas Gerais. Graduada em administração e turismo, Lú também tem formação artística: é bailarina de dança do ventre certificada pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (Sated-MG). Casada e com uma filha de adolescente, há nove anos ela se tornou personal sex trainer, abandonando a carreira de bancária. Hoje, Lú se apresenta também como consultora comportamental. “Vi uma entrevista na TV e fiquei encantada com a profissão, porque sempre gostei de trabalhar com autoestima e sensualidade. Sempre tive facilidade para conversar sobre isso”, explica.

Ela garante que seu foco está em autoestima, estética, comportamento feminino, repressão sexual, comunicação entre os casais, rotinas dos relacionamentos, intimidade e sensualidade. A personal ministra cursos de danças sensuais, pompoarismo, massagem sensual e erótica, além de palestras em eventos empresariais sobre tabus e dicas para apimentar a relação. Ela mantém ainda uma empresa que realiza eventos em Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais, como chá de lingerie, despedida de solteiro, aniversário sensual e chá de vida nova - uma festa que marca a separação de um casal.

Lú confirma que sua clientela é essencialmente feminina. “Já atendi alguns casais, mas poucos. Meu foco é nas mulheres, para que elas sejam mais ousadas e decididas em todos os aspectos, principalmente com seu companheiro. A maioria acha que tem algum problema fisiológico, mas não passa de invenção da cabeça delas”, define a personal. “Depois elas se soltam, sem medo de serem felizes. E um detalhe importante: trabalho muito com mulheres acima dos 60 anos, elas estão bem mais corajosas que as novinhas”, comemora.

O sexólogo Ramon Moreira faz aqui dois alertas. A mulher que busca esse tipo de serviço não coloca, entre as causas dos seus problemas, algo muito simples: é o companheiro que não está ajudando ou se esforçando. A culpa sempre parte dela mesma. “Isso se repete na terapia sexual. Os homens raramente vêm ao consultório, alegando que o problema não é deles”, revela.

O sexólogo aposta muito mais nas motivações ligadas à submissão feminina do que em objetivos individuais para justificar a procura pelas sex trainers. “Prova disso é que o público desses cursos e palestras é formado por mulheres em relações estáveis. Se fosse procurado por mulheres que desejam apenas aumentar o próprio prazer, os auditórios estariam cheios de moças solteiras também”, define. Pela experiência do médico, portanto, não são as mulheres emancipadas, independentes financeiramente e que buscam viver de forma mais autêntica que buscam essas alternativas.

O segundo alerta refere-se à possibilidade, sim, de um problema fisiológico. “Em muitos casos, os problemas podem estar relacionados a uma vivência precária do próprio corpo. Mas outras pessoas podem, sim, ter uma problema físico. Apenas o médico pode descartar essa possibilidade”, aponta. “Após o parto, por exemplo, a mulher pode passar por alterações hormonais importantes. Cada caso deve ser avaliado com muito cuidado, para evitar sofrimento desnecessário”, completa Ramon.

Artes da paixão

A curitibana Fernanda Pauliv foi publicitária durante 11 anos e também deixou a profissão anterior para atuar como 'especialista nas artes da paixão': "as mulheres sentiam falta de conteúdo e informação voltados para sua sexualidade e sensualidade, tudo o que existia era muito formal"

A curitibana Fernanda Pauliv foi publicitária durante 11 anos e também deixou a profissão anterior para se dedicar ao “universo feminino”, com o título de 'especialista nas artes da paixão'. “Não gosto do nome ‘sex trainer’, pois não falo somente sobre sexo e, muito menos treino alguém para isso. Falo de amor, de relacionamentos, das motivações para viver melhor a sexualidade, sobre como descobrir e desfrutar da sensualidade, enfim: é muito mais amplo”, defende. Agora em novembro, Fernanda vai completar uma década na nova profissão, contabilizando mais de 30 mil mulheres, com idade média de 25 a 45 anos, em suas palestras e cursos.

Quando começou, a consultora constatou que as mulheres sentiam falta de conteúdo e informação voltados para sua sexualidade e sensualidade. “Tudo o que existia era muito formal e com foco apenas em saúde. Por isso me preparei para oferecer dicas de sedução, maneiras de utilizar produtos e acessórios, como fazer danças sensuais. Acredito que a energia que move o mundo é a paixão.... e quando eu consigo fazer com que uma mulher viva melhor as suas paixões, estou ajudando o mundo dela a girar melhor”, completa Fernanda.

O sexólogo mineiro concorda que o acesso à informação ampliou-se bastante. “Mas problemas de autoestima não se resolvem em oito horas. A reconstrução da autoimagem é um processo, ou seja, não se dá de uma hora para outra. Ninguém sai de uma palestra se sentindo a mulher mais bonita da Terra”, pondera Ramon.

Preconceito e emancipação

Para se preparar, Fernanda fez cursos com outras profissionais da área, participou de feiras e workshops e agregou a vivência diária do contato com outras mulheres. “Quando se trata de falar sobre uma temática tão íntima, não cabem 'achismos'. É fundamental ter conhecimento em múltiplas áreas, inclusive sobre anatomia e fisiologia, para poder ensinar com propriedade. Vejo meu trabalho como uma porta de acesso a uma vida sexual mais plena e feliz da mulher com ela mesma e também no seu relacionamento. Para falar com meu público, preciso ter muito respeito e cuidado”, ressalta.

A especialista dá exemplos práticos de como esse cuidado é importante. “Já vi outras palestrantes cometerem gafes absurdas, pois dependendo de como uma coisa é dita, você pode acabar com a autoestima de alguém que está na plateia, ou fazer com que uma mulher se sinta inferior à outra por não conseguir realizar ou não gostar de determinada coisa. Por isso busco sempre me atualizar e desenvolvi um estilo próprio de me comunicar, em que uso o bom humor e diversão o tempo todo, mas cuidando para não cair na vulgaridade”, defende.

Fernanda acha que as mulheres têm mais dúvidas e são mais abertas a buscar ajuda externa. A maioria das clientes está em um relacionamento estável e quer aprender novidades para driblar a rotina. “Mas também oriento alguns homens, que me procuram por e-mail. Acho muito bacana vê-los buscando formas de se relacionar melhor e dar mais prazer à parceira”, relata.

Na visão de Lú, a procura também é sempre da mulher. É ela quem busca 'salvar a relação'. “Os homens ainda ficam travados, acomodados. Já as mulheres querem, cada vez mais, sensualidade sem vulgaridade. Já atendi noivas de 18 e senhoras de 70 anos; e as dúvidas vão do medo do sexo anal à vergonha do próprio corpo”, descreve. Segundo Lú, esse tipo de profissional ainda sofre preconceito. “No início, havia confusão com garota de programa e insinuações desrespeitosas. Mas esse respeito é conquistado e adoro meu trabalho. Meu lema é ajudar mulheres a serem mais felizes com sua sensualidade e naturalidade. Quando vejo uma mulher sair feliz e poderosa dos meus cursos, fico realizada”, resume.


O sexólogo Ramon Luiz Vieira: na nossa sociedade, sempre se parte do princípio de que o problema é da mulher Nenhuma das duas profissionais cita, no entanto, um fator levantado por Ramon: a visão do homem sobre o sexo. “Ao contrário do que se pensa, o homem nunca teve sua sexualidade estimulada na nossa sociedade. Sempre se parte do princípio de que, se existe um problema, ele é da mulher. Mas não: boa parte dos homens é muito primária sexualmente e não tem qualquer conhecimento sobre o contexto em que o sexo se desenvolve. Associam o ato sexual a um sistema de recompensas e esquecem que a recompensa feminina nem sempre é o orgasmo. Passa pelo envolvimento, pela troca amorosa e afetiva, pelos interesse compartilhados. O homem também sofre uma repressão – a repressão do desconhecimento em torno do que possa ser um prazer sexual mais amplo e completo, muito além da penetração”, destaca.

50 tons de...

A explicação que Fernanda Pauliv dá para o aumento da demanda pelos cursos e palestras é clara: antigamente, as mulheres não tinham ‘direito’ ao prazer. “O sexo no casamento era visto apenas como reprodutivo e o prazer delas estava associado à vulgaridade. Existia um conceito de que uma ‘mulher direita’ não fazia determinadas coisas e que isso deveria ficar restrito às ‘profissionais do sexo’. Desta forma os homens buscavam fora o que não tinham dentro de casa e as esposas se sujeitavam às traições porque não tinham condições de manter a casa e os filhos sozinhas”, reflete.

A especialista nas artes da paixão aponta vários benefícios que vieram com as mudanças das últimas décadas. “A realidade mudou, as mulheres podem se bancar muito bem sem um homem. Isso contribuiu para que elas começassem a perceber seus direitos em vários aspectos, inclusive o sexual. Atualmente elas querem sim experimentar o prazer e a realização sexual, e para isso, estão buscando conhecimento. Nos relacionamentos elas querem se sentir iguais, querem satisfação e um companheiro que lhes dê isso”, aponta. Para a consultora, é por isso que muitas moças adiam o casamento. “Afinal, se é para ter alguém com quem dividir a vida, que seja com alguém que as complete por inteiro, ao contrário de suas avós e até mães, que se casavam porque precisavam de um homem para bancar sua sobrevivência”, defende.

Já Ramon Moreira acredita que ainda há um longo caminho a percorrer. “Se as mulheres estivessem realmente evoluídas, descoladas da visão machista, elas teriam fechado a trilogia ‘50 tons de cinza’ na primeira página. Mas não: os livros foram um sucesso, mostrando algo que até me surpreendeu: ainda existe, e de forma muito forte, a espera pelo príncipe encantado e a submissão que ele representa, para muito além da fantasia sadomasoquista”, destaca.

Dicas

Entre as dicas de Lú Brandão para suas clientes estão:

-praticar sempre o erotismo do beijo, nunca deixar de beijar. É do beijo que começam ‘as borboletas na barriga’ e é a falta dele que indica problemas em uma relação. O beijo pode ser até mais importante que o sexo em si, junto com o carinho e o dialógo;

-experimentar tudo que for bom pra você e pra ele, com dialógo, humor e tesão;

-por mais simples que seja, sempre que puder, faça algo diferente, inove no jantar, na lingerie, no bate-papo, um mensagem picante no meio do dia....E invista em uma massagem sensual - o toque tem muito poder - ou na dança - qual o homem não tem vontade de ver sua amada dançando somente para ele?

A personal prega que é preciso disposição. “Sabemos que o dia a dia é cansativo, com trabalho, filhos, estudo. Mas devemos tirar um tempo para nós, porque também somos amantes. Um pequeno gesto ou atitude poder mudar tudo na relação!”, resume a personal.

Fernanda, por sua vez, prefere não dar dicas específicas. “Acredito que quando uma pessoa está feliz consigo mesma e no relacionamento, ela é uma pessoa melhor para o mundo. Meu trabalho ajuda as mulheres a enxergarem o caminho para o amor próprio através do resgate da feminilidade e da sensualidade, fazendo assim com que elas se empoderem e se tornam realmente donas de suas vidas”, conclui.

Será que essas dicas são suficientes?

O que fazer, então?

Autor dos livros ‘Medicina e Sexualidade’ e ‘Os Sete Pilares da Qualidade de Vida’ (que tem um capítulo inteiramente dedicado ao sexo), Ramon Luiz Moreira acredita que saber procurar o profissional certo para tudo que precisamos é um exercício de cidadania. “Se eu estiver precisando de uma consulta médica, por exemplo, não vou atrás de um anúncio de jornal. Vou buscar profissionais com referências na área. Diante do poder do marketing e da propaganda, as pessoas deveriam ficar mais atentas a isso”, reflete o ginecologista.

Outro aspecto apontado por ele é que a procura pelo consultório do especialista quase nunca acontece espontaneamente. “Meus pacientes sempre vêm indicados pelo analista ou pelo ginecologista. Por outro lado, a procura por um sex trainer geralmente é espontânea”, observa. “Todo cuidado é pouco. Um curso rápido pode ajudar uma mulher que já está bem com seu parceiro e quer só aprender coisas novas. Mas se a razão de procurar o tal curso for a infelicidade na relação, o efeito pode ser contrário e gerar frustração”, completa o médico.

A sugestão dele é buscar informação de qualidade antes de decidir qual estratégia usar. “Nas boas livrarias, sempre há uma estante de sexualidade ou sexologia, com livros de autores conceituados. Mesmo que ela esteja no segundo andar da loja, vale a pena”, brinca. “Consultar um psicólogo, sexólogo ou psicanalista pode ser o primeiro passo para o autoconhecimento. É preciso vencer a cultura de procurar um especialista apenas quando há um problema. Se você procurar mesmo quando estiver bem, os resultados podem ser bem mais duradouros. Nenhum de nós está 100%, todos podemos melhorar”, aconselha.

O especialista defende que, para tratar de um assunto tão importante, os profissionais deveriam ser regulamentados. “Quase todas as profissões têm um conselho que fixa normas e fiscaliza a postura dos profissionais, para garantir a qualidade dos serviços prestados. Do sex trainer ao professor de yoga tântrica, todos os profissionais que lidam com a sexualidade deveriam ter essa referência também”, pontua.

Falta de desejo sexual pode gerar crise no casamento








A falta de sexo entre você e seu marido está cada vez mais frequente? 

E você coloca a culpa no estresse, dor de cabeça, preocupação com a carreira e problemas do dia-a-dia para não fazer mais sexo com o seu marido?

Essa falta de desejo pode ser um risco para o seu casamento. Uma pesquisa divulgada no Journal of Sexual Medicine, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, apontou que 25% dos divórcios ocorrem devido à falta de desejo sexual.

Problemas no relacionamento não resolvidos são um dos principais desencadeadores da falta de interesse por sexo. Para muitas mulheres, a má comunicação com o marido, traição, falta de confiança e outras barreiras que colocam a intimidade em jogo são fatores que interferem no desejo sexual.

Os problemas de comunicação, por exemplo, são uma das principais causas para a ausência de intimidade, provocando em alguns casos menos sexo ou nos casos mais extremos a ausência completa de intimidade sexual. A infidelidade também é importante e é algo que acontece em muitos casamentos onde não existe sexo. A ocorrência de uma infidelidade pode acabar com a confiança no cônjuge, afetando toda a comunicação e a intimidade sexual do casal. É muito difícil para qualquer pessoa voltar a entregar-se e usufruir de pleno prazer da relação sexual depois de ter sido traída. Na maioria dos casos, para superar essa dor é aconselhável se consultar com um psicólogo

Por que o desejo acaba no casamento?

As causas emocionais ainda são as principais responsáveis pela falta de interesse por sexo no casamento. No decorrer do tempo as mulheres podem sofrer uma diminuição no apetite sexual devido a problemas que estão atrelados à vida a dois ou por causa de alterações hormonais. Mas essa perda está ligada, na maioria das vezes, a fatores como cansaço, estresse, problemas do cotidiano e até mesmo ao uso de algumas medicações que podem interferir negativamente na libido feminina.

Os sintomas começam a surgir, mais frequentemente, após três ou quatro anos de relacionamento, mas isso pode variar muito de casal para casal. O fato do casal não manter relações sexuais frequentemente pode aumentar as brigas e acabar afetando os vínculos afetivos entre eles e com os filhos, comprometendo a qualidade de vida da família como um todo.

Mas se o casal ainda sente que há atração, poderá tentar algumas mudanças na rotina e no relacionamento. Uma terapia de casal pode ser muito benéfica para implementar um novo tipo de comunicação e entrosamento, bem como ter uma conversa franca e experimentar ajustes que possam incentivar a libido.

A chegada do filho

A chegada de um bebê não cessa o desejo sexual do casal, mas pode ser difícil encontrar tempo para a intimidade, principalmente quando o bebê necessita da atenção e cuidados da mãe. Nesses casos, o casal precisa ter paciência, mas não deve deixar a relação marido e mulher de lado. Aproveite as horas de sono do bebê para ficar junto e cuidar do relacionamento. 

Como recuperar o apetite sexual

Para reverter a situação, a mulher deve parar de falar mal do companheiro e voltar a admirá-lo. Geralmente as mulheres têm o desejo de fazer sexo com o homem que admiram. Por isso é importante fazer uma ‘limpeza emocional’ para buscar o carinho e admiração pelo marido.

Em alguns casos a mulher também perde a vontade de fazer sexo por não se cuidar. É importante trabalhar a autoestima para aumentar a libido. Invista no seu visual, cuide-se tanto física como psicologicamente.

Não deixe que a rotina e a falta de interesse por sexo atrapalhe o seu casamento, invista na sua relação com seu marido, converse sobre o seu problema e, se precisar, peça ajuda de um terapeuta para encontrar soluções para apimentar novamente a sua relação.

Centro de formação em Moscovo ensina a fazer sexo

O negócio nasceu na Rússia, mas a dona do centro quer exportar a ideia para outros países.

Num centro de formação de Moscovo aprende-se a fazer sexo. Discreto por fora, descrito como uma espécie de ginásio, mas onde não é preciso trazer sapatilhas nem toalha. E onde homem não entra.

O jornal espanhol «El Mundo» foi conhecer este centro de formação que quer expandir a atividade para Espanha e encontrou duas dezenas de mulheres numa sala, sem telemóveis e sem câmaras na sala. Tudo para que estas mulheres não se desconcentrem e concentrem naquilo que ali foram fazer: melhorar a sua performance sexual. 

As mulheres «treinam» com bonecas, formas de órgãos sexuais masculinos e entre si, fazendo pares. Há 12 cursos disponíveis e seis professores. Cada três aulas custa, em média, 100 euros. O lema da escola é «tudo é prática».

As formações mais concorridas são as relacionadas com o sexo oral, o curso chamado «garganta funda». 

Ekaternina Liubimova é a mentora do projeto. Apesar da licenciatura em cinema, há anos que está dedicada à formação sexual.