Ex-editor de fotografia da Playboy revela segredos e manda mensagem às mulheres


Sérgio Picciarelli, de 58 anos, alterava detalhes para criar o corpo "perfeito" e constata o que nem todos gostariam de saber: ninguém é perfeito.

O ex-editor de fotografia da Playboy, Sérgio Picciarelli, de 58 anos, comentou o trabalho que desenvolveu na publicação nos últimos 13 anos promovendo alterações no corpo de dezenas de artistas brasileiras através de programas de computador. Em entrevista concedida à Folha de S. Paulo, ele diz que o trabalho é bem menos glamouroso do que parece e afirma: "Nunca tive ereção vendo a 'Playboy'. As fotos, pra mim, são sinônimo de muita pressão e atenção".

Já passaram pelo olhar atento e pelas mãos de Sérgio beldades como Grazi Massafera, Juliana Paes e Adriane Galisteu, além de Vera Fischer e Maitê Proença. Acostumado a corrigir detalhes, alterar o tamanho dos seios (e padronizar o seu volume) e retirar todas as gordurinhas para garantir a foto "perfeita", Sérgio está familiarizado com as imperfeições de diversas musas e manda uma mensagem às mulheres: "Fiquem tranquilas, todo mundo tem espinha, celulite, os clitóris nem sempre são de Barbie. Assim como a mulher escolhe um vestido que deixa o corpo mais bonito para uma festa, trato as fotos para que elas fiquem mais bacanas numa situação especial".

Ele revela ainda que tem trabalho para remover as cicatrizes da maioria das mulheres que adicionaram silicone aos seios e tem pesadelos com as peles exageradamente queimadas de sol. Das musas que já passaram pela sua edição, ele destaca a atriz Flávia Alessandra e a ex-BBB Cacau: "Quase não tive trabalho com elas", afirma à publicação.

Apesar de poder ver em primeira mão as fotografias, ele garante que o trabalho não é assim tão bom: "O pessoal acha que eu vivo rodeado por mulheres peladas. Mas, no fim, você aguenta uma pressão enorme, passa madrugadas acordado e não recebe nem um obrigado. Mentira a Cleo Pires uma vez me mandou um beijo durante uma entrevista na televisão", brinca.

O beabá do sexo anal: dicas básicas para tirar todas as dúvidas sobre a prática


Não precisamos nem falar que a camisinha é indispensável todas as vezes. 
Mas o que mais é necessário na hora de encarar o sexo pela porta dos fundos?

Use camisinha isso é básico em todas as relações sexuais, mas especialmente importante para explorar o outro lado. Tanto o pênis quanto o reto podem ter feridas quase microscópicas, mas que transmitem diversas doenças, desde infecções até HIV.

Só lá
o que tocou na parte de trás não deve jamais ir para a da frente. Não importa se é o dedo, a língua, a camisinha ou o pênis. O risco de infecção é quase certeiro.

Anestésicos: 
passe longe deles! Sexo anal, feito corretamente, não dói. Por isso, é essencial você perceber o que está sentindo em cada momento. Se tiver dor, significa que algo errado está acontecendo e a penetração deve parar imediatamente.

Lubrificante: 
opte pelos à base de água, que são os mais seguros em praticamente todas as situações. Os com silicone na fórmula podem danificar sex toys feitos do mesmo material, e os feitos de óleo estragam o preservativo. Furada!

E a higiene?
Se você tem intestino regulado ,dificilmente vai precisar de mais do que uma limpeza com água ou soro fisiológico na área, uma hora antes do sexo. Cuidado se preferir fazer enema (também chamado de limpeza do cólon ou "chuca"). Quando malfeito, o acúmulo de água no reto e no intestino pode levar a complicações sérias e até à morte.

Aplicativo de sexo casual Bang with Friends volta ao iPhone com outro nome

Após ser banido pela Apple, o polêmico serviço Bang With Friends voltou para a App Store, mas com outro nome. Agora chamado apenas de Down no iPhone, o app mantém o nome original nas outras plataformas, como Android e Facebook.

Como aponta o The Verge, para escolher com qual amigo(a) quer ficar, o usuário precisa pressionar um botão vermelho com os dizeres “Down to Bang”.

Para quem não lembra, o aplicativo ficou conhecido por permitir que usuários do Facebook escolhessem com quais amigos gostariam de namorar e até marcar encontros secretos.

Anteriormente, a Apple já removeu aplicativos da App Store que traziam nudez ou referência explícita a sexo. No entanto, a empresa não se pronunciou sobre a retirada do Bang With Friends na época nem sobre o retorno com o nome título.


Laser é nova opção para estimular sexo na terceira idade

Cerca de 70% das mulheres continuam com uma vida sexual ativa após os 60 anos, de acordo com pesquisa publicada no Journal of the American Geriatric Society, feita nos Estados Unidos, com mais de mil voluntárias. Para tornar esse cenário mais proveitoso ao casal, já que o sexo traz uma série de benefícios à saúde física e mental (reduz risco de infarto, atenua dor, provoca relaxamento muscular, melhora auto-estima, o estresse e a ansiedade), chega ao país tratamento que restaura a funcionalidade vaginal na menopausa, condição que acomete 13,5 milhões de brasileiras, segundo estimativa do IBGE.

A técnica Monalisa Touch usa um tipo de laser de CO2 fracionado (Smartxide²), que recupera a elasticidade, a espessura e a umidade da vagina, sintomas da atrofia vaginal. Tal distúrbio causa o afinamento da mucosa da vagina e a diminui a lubrificação, o que torna a atividade sexual insatisfatória.

Desenvolvido pela Deka, empresa italiana líder mundial em laser nas áreas médica e odontológica, o Monalisa Touch (não hormonal) se destaca como terapia alternativa eficaz, além do tratamento à base de hormônios, disponível hoje para atenuar as consequências trazidas pelo climatério. "Infelizmente a atrofia vaginal é uma condição subestimada e um tabu que pode trazer sofrimento. É fundamental que as mulheres procurem orientação médica para se informar a respeito das opções de tratamento", opina a ginecologista Vera Lucia da Cruz, professora da Faculdade de Medicina do ABC, que está coordenando o estudo do Monalisa Touch no Brasil.

Diferente da terapia hormonal, com restrições em alguns casos; devido ao aumento do risco em câncer ginecológico, o novo laser requer poucas aplicações que podem ser realizadas após avaliação e indicação do ginecologista.

Dúvidas

1 - A partir de que idade a paciente pode utilizar o MT? A partir do momento que sentir os sintomas da atrofia vaginal, da menopausa. Antes, porém, são necessárias avaliação e indicação do ginecologista.

2 - Como é a aplicação, pode doer? Não dura mais que 15 minutos, é feita no consultório do ginecologista. É indolor, mas se a paciente preferir pode ser usado um anestésico tópico. Ocorre uma leve sensação de calor somente.

3 - Em média, quantas sessões são necessárias? De 1 a 3, dependendo de cada caso.

4 - Como é o pós-aplicação? A paciente não deve ter relações por 15 dias.

5 - Quem não pode fazer? Mulheres grávidas, que tenham doenças contagiosas (DSTs, HPV), mudanças de citologia no último Papa Nicolau, inflamações da vulva ou doenças relacionadas à coagulação sanguínea.

6 - Foi aprovado pela Anvisa? Sim. O equipamento já tem seu uso legalizado no Brasil.

7 - Onde as pessoas encontram o tratamento? www.monalisatouch.com.br



Dados menopausa

13,5 milhões de brasileiras estão na menopausa, segundo estimativa do IBGE.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2030, 1 bilhão de mulheres estarão no climatério.

A média de início da menopausa gira em torno de 50 anos em decorrência da exaustão da reserva de folículos ovarianos.

Sintomas: irregularidade menstrual até interrupção da menstruação, ondas de calor, sudorese, palpitações, insônia, irritabilidade, depressão, atrofia vaginal.

Casais do mesmo sexo disputam mundial de tango

O Campeonato mundial de tango, realizado todos os anos em Buenos Aires Argentina, viu pela primeira vez casais formados por dançarinos do mesmo sexo.

Sinônimo de sedução, e sensualidade, otango, principalmente argentino é mais do que uma dança. Logo que se fala nesta dança a imagem mental que se forma em nossa cabeça é a de uma mulher vestida elegantemente com uma saia lascada e um homem com a postura bem armada.

As coisas eram assim... Mas neste ano, oCampeonato Mundial de tango, realizado todos os anos em Buenos Aires Argentina, viu pela primeira vez casais formados por dançarinos do mesmo sexo.

Quebra de paradigmas

De acordo com o blog Pagenotfound, este ano foram três pares formados por homens e um par feminino.

As duplas vencedoras foram formadas pelos argentinos Jesica Arfenoni e Maximiliano Cristiani vencedores da categoria salão e Guido Palacios e Florencia Castilla categoria palco.

Os vencedores derrotaram mais de 500 pares de 37 países, em duas semanas de competição.

Sasha Grey traz sexo para a Cultura


Sasha Grey não é mais aquela garota que grita – e faz – sacanagens. Entre 2006 e 2011, emplacou 271 filmes pornôs e ganhou o status como uma das atrizes mais audaciosas da indústria e lotou sua prateleira de prêmios, como o de melhor cena de sexo grupal, oral e outros ainda mais hardcore. Aos 25 anos, com o cabelo curto e roupas mais comportadas, a norte-americana deixou tudo isso de lado para se dedicar ao que jovens com certo talento querem fazer pelo resto da vida: projetos artísticos. O mais recente deles é o romance Juliette Society, seu primeiro livro erótico, que a trouxe ao Brasil para uma bateria de eventos e entrevistas com diversos veículos brasileiros nesta semana.

A ex-atriz pornô Sasha Grey esteve em São Paulo no Brasil para lançar seu primeiro romance, o livro erótico “Juliette Society”, que será adaptado para o cinema. Mais famosa porn star do século 21, mesmo não tendo os peitões das rivais, ela largou o cinema adulto há dois anos, mas não a pornografia, escrevendo sobre ménage à trois, sadomasoquismo e sexo sujo.

Todo cheia de digressões e referências a diretores como Alfred Hitchcock (“Psicose”), Luis Buñuel (“Viridiana”) e Jean-Luc Godard (“Viver a Vida”), a narrativa do livro acompanha a história de Catherine, uma jovem estudante de cinema que entra para uma sociedade secreta de sexo, formada por gente milionária e poderosa.

Sasha diz ter baseado sua história em coisas que leu, ouviu de pessoas ou que testemunhou. Ela admite que tem muitos pontos em comum com a protagonista. “Eu baseei Catherine em mim mesma quando tinha 18 anos”, admitiu durante o lançamento do livro, numa concorrida tarde de autógrafos que rendeu uma fila recorde na Livraria Cultura, em plena Avenida Paulista.


Cercada de jornalista, blogueiros, fãs, homens, mulheres e simpatizantes, Sasha conversou com todos que lhe apontaram gravadores, papel e caneta ou simples sorrisos, feliz com a recepção recebida. Falante, explicou para Globo, blogs e fãs que a personagem de seu livro é mais careta que ela mesmo. “Nós divergimos, porque eu encontrei a pornografia e ela não tem nenhuma saída para expressar esses novos desejos que sente. E nós temos opiniões diferentes sobre o amor. Eu sou mais positiva, e ela é mais cínica”, comparou.

Questionada se esperava que seu livro agradasse também às mulheres, uma vez que sua base de fãs é majoritariamente masculina, respondeu com um sorriso. “Eu tenho mais fãs mulheres do que você imagina”, comemorou. “As mulheres em geral, hoje, gostam mais de conteúdo erótico. Mas quando escrevi o livro, quis homenagear alguns atores clássicos de literatura erótica, como Marquês de Sade e Voltaire. Eram obras satíricas, divertidas e que refletiam a sociedade e a cultura de seus tempos. Eu quis fazer o mesmo com esse livro. Não importa quem leia, pode ficar excitado ou enojado, mas sempre pode dar uma boa risada”, contou.

Após saber do blog, do livro e do filme de Bruna Surfistinha, Sasha se mostrou interessada em conhecer mais sobre a história da mais famosa garota de programa brasileira. “Eu acho ótimo que ela tenha pegado algo que fazia e transformado em uma coisa maior. Com ‘Juliette Society’ é assim. Mas não é uma autobiografia, de jeito nenhum. Embora ter usado minhas experiências para desenvolver a história também traga autenticidade para a obra”, comparou. “Eu gostaria de ler o livro dela”, assumiu, curiosa.


A atriz, que já está preparando um segundo romance, ainda sem título, diz que tinha planos de estrear na literatura há pelo menos cinco anos. O grande responsável por sua estreia como escritora, porém, foi o sucesso de “50 Tons de Cinza”. “Quando ’50 Tons’ saiu, muita gente me associou com o livro por causa do nome (o título original é “50 Shades of Grey”), então achei que era uma boa hora para tentar escrever, algo que minhas fãs mulheres me pediam para fazer”, contou, destacando que ’50 Tons’ é fantasia, enquanto seu livro nasce de experiências reais.

Por sinal, ela diz que prefere a literatura erótica clássica ao best-seller de E.L. James. “’50 Tons’ não é o tipo de livro que eu goste de ler, mas achei ótimo que ele possibilitou que as pessoas falassem sobre dominação e sadomasoquismo num nível que nunca tinha acontecido antes na cultura pop. Ele chamou a atenção para algo que até então era considerado tabu”, exaltou.

Sasha diz que não faz mais vídeos adultos porque não precisa. Ficou rica, já que a fama lhe permitiu cobrar cachês cada vez mais altos no final da carreira. A fama foi conquistada por sua disposição de encarar fetiches de frente – de todos os lados, na verdade – , e sempre demonstrando muita vontade, enquanto a maioria das estrelas do ramo não passa das posições convencionais.


Ela assume ter decidido calculadamente filmar cenas de sadomasoquismo geralmente recusadas pelas atrizes mais famosas da indústria pornô. “Foi uma decisão bem direta, mas nunca pensei que minhas escolhas alcançariam esse nível. Sadomasoquismo não era parte da cultura em geral, era uma subcultura, e eu queria fazer alguma diferença dentro dessa subcultura quando eu entrei para o pornô”, explicou.

Ainda que houvesse essa lacuna no mercado, ela conta que se dedicou aos filmes de dominação por gosto pessoal, algo que passou a explorar logo após perder a virgindade, pouco antes de rodar seus primeiros filmes. “Definitivamente foi uma escolha pessoal. Eu sentia vergonha da minha sexualidade e dos meus desejos enquanto estava crescendo. Eu tinha essas fantasias e desejos e não sabia explicar porque, não tinha ninguém com quem conversar a respeito. Mas sabia que devia ter mais pessoas como eu. Existem tantos estereótipos negativos cercando tudo o que envolve sexualidade, nas coisas que vão além do papai-e-mamãe…”, filosofou.

Aos 25 anos, Grey continua longe do ela mesma chama de “padrão Jenna Jameson”, ícone pornô de cabelos loiros e seios grandes, que marcou a pornografia nos anos 1990. Sasha não tem as curvas de “mulher-fruta” que tanto agradam ao brasileiro médio. “É um estereótipo porque vende. As pessoas sabem que se colocarem uma estrela ‘padrão Jenna Jameson’ em um filme, vão criar burburinho, mesmo que ela faça um strip por 30 segundos”, disse.


Mas ela fez sucesso fugindo do padrão do mercado, tanto de medidas corporais quanto de ousadia na atuação. Seu corpo de ninfeta apareceu em mais de 270 filmes eróticos, num contraste gritante com as turbinadas por silicone com quem contracenou. E decidiu encerrar a carreira nos seus próprios termos, ao decidir que o ciclo tinha acabado. Tudo graças a Steven Soderbergh.

Em 2009, ela estrelou “Confissões de uma Garota de Programa”, drama indie dirigido por Soderbergh, recebendo menos do que ganhava no início da carreira erótica. “Tive sorte de ter tido esta experiência diferente”, ela pondera. Mesmo que o papel não fosse muito distante de sua realidade. “Sim, interpretei uma prostituta. Mas foi em filme de Steven Soderbergh”, aponta.

A atriz, fã declarada de filmes de arte, conta que é obcecada por cinema desde criança. Após filmar com Soderbergh , que ela considera um “gênio”, e participar de uma temporada do seriado “Entourage”, ela fez alguns filmes de horror e terminou recentemente o longa “Open Windows”, dirigido pelo cultuado cineasta espanhol Nacho Vigalongo (“Extraterrestre”).


Filmado na Espanha e com Elijah Wood (trilogia “Senhor dos Anéis”) no elenco, “Open Windows” conta a historia de uma atriz que é sequestrada por um fã obsessivo. “Eles estão editando o filme, é algo insano. Os efeitos especiais compõe boa parte da história, e sem eles você não tem realmente algo completo”, contou ela.

Seu livro também está prestes a virar um filme. “Espero que aconteça. Estamos negociando a produção”, revelou. Os direitos do livro estão sendo adquiridos pela 20th Century Fox para um filme que será produzido pela Anonymous Content (mesma produtora de “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”) e adaptado pelo roteirista Scott Z. Burns (“Terapia de Risco”). Mas ela ressalta que não pretende aparecer no longa. E se pudesse escolher a protagonista, já tem sua favorita. “Eu adoraria que a atriz principal fosse a Mia Wasikowska (‘Segredos de Sangue’). Ela parece inocente, mas também pode ser forte, você pode ver isso nos olhos dela”, explicou.

Agora que abandonou a antiga carreira, Sasha quer atuar em outras áreas. “Eu tenho outros interesses. Nem todos os projetos nos quais eu irei trabalhar vão lidar com temas de sexualidade. Talvez eu me envolva em projetos de música ou cinema que não tenham nada a ver com sexo”, disse, lembrando que também é vocalista de uma banda de rock industrial, aTelecine.


Ela já planeja escrever uma sequência para “Juliette Society” e sonha em colaborar com alguns de seus diretores preferidos. “Eu adoraria trabalhar com Todd Solondz, cujos filmes eu adoro. Acho que é um dos melhores cineastas que estão na ativa hoje. Eu adoraria trabalhar com Jeff Nichols também. E Michael Mann é um dos meus diretores preferidos. Eu adoro o poder que ele dá às mulheres no cinema”, listou.

Entretanto, seus próximos projetos são dois filmes B de Frank Latina, um produtor do Winsconsin que em 2009 escreveu e dirigiu o trash “Modus Operandi”. Sasha está no elenco de “Snap Shot” e “Skinny Dip”, nos quais vai contracenar com Danny Trejo (“Machete”), Pam Grier (“Jackie Brown”), Doug Jones (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”) e Kumar Pallana (“Viagem a Darjeeling”).

Mesmo sem ter nenhuma vergonha do seu passado, ela tem um entendimento claro de que é difícil se livrar dos estereótipos. “Pornô é o último reduto da mídia que ainda é um tabu, as pessoas tratam como se fosse algo completamente alienígena. Mas elas têm a necessidade de que seja um tabu para que possam fantasiar com isso. Acham que esses ‘super-heróis’ da indústria pornô são algo diferente de tudo o que elas possam vir a ser. Se a sociedade aceitasse o pornô, todos iriam perder o interesse, porque ele deixaria de ser perigoso”, explicou.


“Eu achava que faria pornô por sete ou oito anos e depois criaria minha própria companhia e seguiria no ramo. Mas acabei atuando apenas por três anos”, recorda.

Antecipando o projeto de vida, em 2009 ela abriu sua sonhada produtora de filmes pornôs. “Foi meu primeiro fracasso”, conta. O sonho durou apenas três meses. Segundo ela, o insucesso foi motivado principalmente porque a produtora não se adequava à “caretice” do público médio americano.

Mas o que poderia desanimá-la abriu as portas para outras possibilidades. Cinema, séries, literatura, música. “Eu tinha planos, mas tantas outras coisas aconteceram. Sinto orgulho, às vezes, mas sinto também que tenho muita responsabilidade em não decepcionar”, concluiu, deixando clara sua inteligência, mais um de seus contrastes aos clichês de porn star.

Absorvente íntimo que pode ser usado durante sexo

O fabricante revela que pode ser usado durante as relações sexuais. Sem cordão e com um material maleável (uma esponja com tratamento especial), o produto faz com que o parceiro nem perceba que a usuária está menstruada.

Segundo Alessandra Seitz, diretora da Intt Cosméticos, empresa que comercializa o Soft Tampom, o produto permite que a mulher não interrompa suas atividades, nem deixe de fazer sexo, durante o sangramento. "Todo mundo sempre sonhou com isso", diz a diretora, que está confiante no sucesso do absorvente entre as brasileiras.

Estudos mostram que, da puberdade até a menopausa, cada mulher fica menstruada em média 400 vezes, somando 2.400 dias, o que representa seis anos e meio da vida. "Pensando por esse lado, muitas oportunidades são perdidas nesses dias de menstruação", ressalta.

A auxiliar administrativa Aline (que pediu para não ter sua identidade revelada), de 33 anos, ganhou o produto para experimentar e aprovou: "Ele tem uma abertura, em forma de coração, onde você coloca seu dedo para introduzi-lo. Deve-se colocá-lo o mais fundo que conseguir. Não senti desconforto e não me incomodou", conta. Ela acrescenta que não houve vazamento e que, na hora de tirar o absorvente, foi só usar a cavidade para puxá-lo.

Aline diz que o produto mantém o mesmo volume (5 cm de altura por 4,5 cm de largura) depois de usado, e garante que não há risco de o absorvente se perder lá dentro. "O ideal é usar lubrificante antes de colocá-lo. Eu usei com meu marido e só contei depois de termos feito sexo. Ele não notou nenhuma diferença", conta.

Opinião médica

O ginecologista Augusto Bussab, da clínica que leva seu nome, diz desconhecer o produto. Mas ele comenta que, dependendo de suas dimensões, é possível que incomode o casal. "Acredito que se for colocado antes de se iniciar a relação sexual não há problemas. O importante é saber a opinião de quem usou."

Mas ele aponta um detalhe importante: "A brasileira não tem o hábito de se tocar e acredito que este será o primeiro inconveniente do produto". Para o médico, só as usuárias poderão dar o veredito final sobre o novo absorvente.

Já a ginecologista e obstetra Carolina Mocarzel, do Hospital Federal Servidor do Estado do Rio, ressalva que algumas mulheres podem confundir as funções do produto: "Ele não tem efeito contraceptivo. É preciso continuar a usar anticoncepcional ou camisinha. Tenho receio que as pessoas o confundam com um diafragma".

A ginecologista também faz questão de frisar que o absorvente também não protege contra DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

Ela lembra que as mulheres têm fluxos menstruais diferentes e, nos casos mais intensos, o Soft Tampom pode não ser eficiente. "Já para algumas, pode ser mais interessante que o absorvente interno comum, mas não é toda mulher que vai achar confortável", opina.

Oito horas?

De acordo com o fabricante, o absorvente pode ser usado por até oito horas. "Há pessoas predispostas a desenvolverem infecções vaginais. Acho oito horas um período longo demais", alerta Mocarzel.

A médica ainda cita outro possível "efeito colateral": o produto pode absorver a secreção natural da região. "Pessoas que têm infecção vaginal recorrente como candidíase não devem usá-lo. Outros riscos são causar irritabilidade no local e incomodar durante a relação sexual."

O produto será comercializado em embalagens com dez unidades ao custo de R$ 38,00 e pode ser encontrado na Loja Intt, de produtos eróticos.

Produto promete facilitar a execução da garganta profunda

A empresa Intt acaba de lançar um produto para facilitar a prática do sexo oral. “Uma das preferências dos homens é, sem dúvida, o sexo oral”, afirma o release de lançamento do produto. Mas desconfortos principalmente se o homem tiver um pênis avantajado ou uma boca pequena podem atrapalhar. Pensando nisso a Intt lança no mercado um spray que anestesia a garganta, facilitando, assim, a prática do sexo oral.

O produto, o Suction, ao ser espirrado na garganta dá uma sensação de dormência e anestesia o local, assim, pode agir como facilitador ao sexo oral, pois ajuda na penetração total do pénis, excitando ainda mais o homem, sem causar desconfortos.

“Uma pesquisa realizada com mais de mil leitores das revistas Playboy, Alfa e Mens Health mostra que 73% dos homens falaram que gostam mais quando a iniciativa parte das mulheres e quando elas mostram que estão gostando do que estão fazendo. O sonho de grande parte da ala masculina é realizar o famoso “Garganta Profunda”, método que ficou conhecido pelo filme, cujo título tem o mesmo nome da técnica, que consiste em o homem colocar todo o pénis na boca da mulher”, afirma o release claramente voltado ao público feminino.

A empresa ainda manda algumas dicas para o sexo oral: “Sempre deixe a boca bem molhada, para facilitar a penetração e não machucar o rapaz”, “Use a língua por todo o órgão, levando de cima abaixo, passe a língua entre o ânus e o pénis, ali há uma veia grossa que leva sangue a espessura total do pénis, é infalível” e “Nunca use os dentes, o órgão genital é muito sensível, você pode machucá-lo sem perceber”. 

Então tá...

Alemanha cria 'terceiro gênero' para registro de recém-nascidos

Pais de recém-nascidos hermafroditas na 
Alemanha podem optar por gênero 'indefinido'
A partir de 1º de novembro, a Alemanha oferecerá aos pais três opções para registrar seus filhos: "masculino", "feminino" e "indefinido".

A nova lei foi aprovada em maio, mas seu teor só foi divulgado agora. Com isso, a Alemanha passa a ser o primeiro país europeu a oficializar o terceiro gênero.

Essa mudança é uma opção para pais de bebês hermafroditas, que nascem fisicamente com ambos os sexos.

A nova legislação abre a possibilidade de a criança, ao se tornar adulta, escolher posteriormente se prefere ser definida como homem ou mulher. Ou mesmo seguir com o sexo indefinido pelo resto da vida.
Questões indefinidas

Na Alemanha, alguns jornais disseram que a mudança é uma "revolução legal". No entanto, a lei não prevê como a escolha do sexo indefinido é refletida em documentos como o passaporte, onde existe apenas escolha entre "M" e "F". A revista alemã de direito familiar FamRZ sugere que a opção de sexo indefinido seja marcada com a letra "X".

A nova lei é amparada em uma decisão do tribunal constitucional alemão que estabeleceu que pessoas que se sentem profundamente identificadas com um determinado gênero têm o direito de escolher seu sexo legalmente.

Outro assunto ainda a ser definido é matrimônio. A lei alemã só permite atualmente casamentos entre homens e mulheres, o que não contempla pessoas de gêneros indefinidos.

Poucos países no mundo possuem legislações sobre terceiro sexo. A Austrália aprovou uma lei há seis semanas, mas desde 2011 os australianos já têm o direito de identificar-se com o sexo "X" no passaporte. Na Nova Zelândia, isso é possível desde 2012.

O correspondente da BBC na Alemanha, Demian McGuiness, afirma que ainda há outros pontos em aberto. No caso de uma pessoa de sexo indefinido ser presa, em qual presídio ela seria detida?

O grupo de direitos de pessoas transgêneros Trangender Europe vê avanços na legislação alemã, mas reivindica mais mudanças.

"É [uma mudança] lógica, mas não é uma lei tão progressista como gostaríamos que fosse", disse Richad Köhler, do Transgender Europe. Ele diz que a lei só contempla bebês que tiveram diagnóstico médico de hermafroditismo.

A entidade quer que as pessoas possam ter o direito de deixar a opção de gênero em branco, sem precisar se quer se declarar "indefinido".

A Erva do Sexo: valioso, estimulante muda a vida de nepaleses

As famílias da região onde a erva é encontrada vivem, basicamente, de agricultura de subsistência. Na primavera, homens, mulheres e crianças largam tudo para a colheita da erva do sexo.

A Bicicleta revolucionária do sexo e da genética

Stephen Jones afirma o aumento de casamentos e diversidade genética

Que invenção pode ter sido mais revolucionária para o sexo do que a pílula anticoncepcional, a camisinha ou o Viagra? Para um dos geneticistas mais renomados da Grã-Bretanha, a resposta é clara: a bicicleta.

Stephen Jones, professor do University College de Londres (UCL), uma das mais respeitadas instituições de ensino e pesquisa do país, destaca que a invenção da bicicleta foi o evento mais importante dos últimos 100 mil anos da história da evolução humana.

Para Jones, em entrevista ao programa da BBC Science Club, a bicicleta "fez com que os homens não se limitassem mais a encontrar sua companheira sexual na porta ao lado, mas, sim, transportar-se a aldeias vizinhas e manter relações sexuais com uma mulher do povoado ao lado".

Transporte barato e eficiente

Embora a bicicleta tenha sido inventada no início do século 19, não foi até pouco mais de um século atrás que se converteu em um fenômeno de massa.

Os primeiros modelos tinham rodas pesadas e pouco confiáveis, mas dois elementos transformaram a bicicleta em um dos milagres da tecnologia moderna: a corrente e as rodas com raios.

A roda com raios feitos de cabos de metal finos e esticados permitiu acelerar o funcionamento da bicicleta.

Antes da criação da corrente dentada, as rodas eram acionadas por meio de pedais acoplados, o que obrigava contar com uma roda frontal de enorme tamanho, que acabava sendo incômoda e instável.

A corrente, além das marchas, permitiu que, com apenas uma volta do pedal, a roda se movesse várias vezes e assim foi como nasceram, há um século, as bicicletas "seguras para damas".

Dessa forma, essa maravilha da engenharia se converteu em um sistema de transporte barato, eficiente, e acessível a homens e mulheres de todas as classes sociais.

Mais 'paqueras' e menos piano

A imprensa da época na Grã-Bretanha reportou que a invenção mudou a forma de cortejo entre os jovens do final do século 19.

Nos jornais britânicos daqueles dias, é possível encontrar notícias de que a bicicleta reduziu a frequência do comparecimento de pessoas à igreja, criou novas tendências de cortejo entre os jovens e até mesmo provocou uma diminuição no uso do piano.

Mas, além das transformações sociais, a ciência destaca que a contribuição mais importante da bicicleta se refletiu nos nossos genes.

Stephen Stearns, professor de ecologia e biologia evolutiva da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, defende que a bicicleta ampliou em 48 quilômetros a distância de 'paquera' dos homens ingleses no final do século 19.

Ele diz que a invenção estimulou ainda a pavimentação das ruas, o que facilitou, mais tarde, a incorporação do automóvel ao mundo do transporte.

Para os especialistas, deu-se assim o início a um processo de migração que dura até hoje.

Diversidade genética

Jones ressalta que a distância entre o lugar de nascimento dos futuros cônjuges não parou de aumentar desde então.

O cientista pede aos leitores que se façam uma pergunta simples: Quão distante é a origem de seu marido/mulher em comparação com a dos seus pais?

"Se caminharmos por uma cidade como Londres hoje em dia, vemos uma variedade genética que não teríamos visto em outra época".

A bicicleta, segundo Jones, deu início assim a um caminho rumo à diversidade genética sem precedentes, algo que tem um papel primordial no desenvolvimento do nosso sistema imunológico – o que teve repercussões futuras cruciais para a humanidade.

"A diversidade genética é a base da evolução, se não a tivéssemos, ainda seríamos muito parecidos com os primatas", concluiu.

Estudo analisa cultura do sexo casual em universidades dos EUA

Um número menor de estudantes universitários nos Estados Unidos mantém relações sexuais frequentes em comparação com seus antecessores da chamada Geração X, mas aqueles que adotam essa prática, o fazem com um amigo ou com alguém que acabaram de conhecer, revela um estudo apresentado em Nova York.

Isso é o que diz uma pesquisa sobre a chamada "cultura do sexo casual", apresentada nesta terça-feira (13) por dois cientistas na Universidade de Portland, no Oregon (Washington, noroeste), durante convenção nacional de sociólogos, celebrada em Nova York.

Martin Monto e Anna Carey compararam respostas de estudantes de 18 a 25 anos que cursaram pelo menos um ano de estudos universitários entre 1988 e 1996 com as de uma amostra equivalente, consultada entre 2002 e 2010.

Com dados da General Social Survey (GSS), consulta aplicada nos Estados Unidos desde 1972, os pesquisadores queriam determinar se havia provas contundentes para demonstrar que a "cultura do sexo casual", isto é, manter relações sexuais sem envolvimento emocional, proliferou nos campi americanos durante a última década, como costumam dizer os meios de comunicação.

De um lado, descobriram que os estudantes mais jovens praticaram menos sexo - 59,3% disseram manter relações sexuais pelo menos uma vez por semana, em comparação com os 65,2% do grupo de 1988 e 1996.

De outro, os estudantes sexualmente ativos entre 2002 e 2010 eram mais capazes de fazer sexo com alguém que acabaram de conhecer (44,4% frente a 34,5%) ou com um amigo (68,6% frente a 55,7%). Também era menos provável que respondessem ter marido/esposa ou um parceiro de sexo regular (77,1% frente a 84,5%).

"Os estudantes universitários contemporâneos estão lidando com uma nova série de padrões em que o casamento acontece mais tarde", afirmou Monto, que apresentou o estudo da reunião anual da American Sociological Association. "Mas este estudo mostra que não estamos no meio de uma nova era de sexualidade sem regras", afirmou. "De fato, descobrirmos que, no geral o comportamento sexual entre os estudantes universitários permaneceu de forma bastante consistente nos últimos 25 anos", acrescentou.

A General Social Survey, uma rica fonte de dados sociológicos brutos, inclui entrevistas com 57.000 adultos nos Estados Unidos feitas pelo Centro de Pesquisas de Opinião Nacional da Universidade de Chicago.

O seu smartphone diz-lhe que é hora do sexo

Não tem tempo nem feitio para manter viva a chama da sua relação? Agora há uma app para iOS que lhe pode dar uma ajuda. E se for daquelas pessoas que se destrai facilmente, a Kahnoodle até lhe pode lembrar que é hora do sexo.

O objetivo da Kahnoodle é o de transformar o relacionamento num jogo. Pode enviar ao seu par fotos, frases carinhosas e até mesmo uns cupões já pré-formatados com convites mais ou menos malandros. Vale tudo, desde uma luta de almofadas a uma maratona de filmes.

O Kahnoodle está disponível para iPhone e a caminho vem uma versão para Android. Este é um novo serviço de uma companhia norte-americana especializada em encontrar soluções para encontros românticos. Ao contrário de muitas outras não tem por objetivo juntar duas pessoas, mas em tratar de marcar o jantar romântico ou a grande surpresa que quer fazer para assinalar uma data que é especial para os dois.

Os especialistas torcem o nariz à app porque o amor deve ser um jogo – o que este aplicativo faz – mas também um jogo difícil e que obrigue a empenhamento, de acordo com os testemunhos de especialistas ouvidos pelo The Atlantic, mas os usuários agradecem, principalmente aqueles que têm vidas muito ocupadas e postos de trabalho muito exigentes, que deixam pouco espaço para o romantismo.

Mas, convenhamos, se precisa que o seu smartphone lhe diga que está no momento de ser carinhoso/a para o/a seu/sua companheiro/a o melhor mesmo é repensar toda a relação.

Pode fazer o download na AppStore ou através deste barcode.

Psiquiatra desmente 10 mitos sobre a traição

Todos conhecem algum caso de traição no círculo de convivência, ou se envolvem com os casos de celebridades que traem namorados e mulheres. Mas ainda existem muitos tabus e mitos sobre o comportamento que atinge tanto homens como mulheres. O psiquiatra Scott Haltzman, da Universidade de Brown, desmentiu 10 ideias erradas sobre a traição para o site Ask Men. Confira.

Não há felicidade após uma traição
Affairs acontecem, e as pessoas superam. Muitos pacientes de Haltzman disseram que os laços entre o casal ficou ainda melhor e mais forte. Saber distinguir fatos de ficção ajuda a entender por que um caso acontece, e como prevenir. A verdade é uma arma poderosa para a reconciliação.

Quem trai é infeliz no casamento
Na maioria das pesquisas, quando perguntados se preferem continuar casados ou se separarem, as pessoas que traem dizem que preferem continuar como estão. Dos homens, 54% na verdade acham que o casamento vai muito bem, e o mesmo acontece com 34% das mulheres que traem.

A traição não é sexo, tem a ver com um casamento arruinado
Às vezes um cigarro é somente um cigarro, e sexo fora do casamento é somente sexo. Claro, para muitas pessoas um affair indica que algo não está indo bem no casamento, mas para outras é apenas uma questão carnal mesmo.

Só é traição se houver sexo
Muitos affairs acontecem sem sexo algum. Ficar a noite acordada trocando sentimentos e intimidades com um colega é trair? O parceiro certamente vai achar que sim. Entregar-se emocionalmente a outra pessoa é trair também.

Affairs são atração física
Embora muitos affairs sejam mesmo sexo, eles podem acontecer por conexão emocional. Algumas vezes, tudo o que acontece é sair juntos e falar de seus sentimentos, mas já é traição. Apesar que, muitas vezes, essa proximidade emocional possa levar ao sexo.

A traição acontece por problemas no casamento
A verdade é simples: todos os casamentos têm problemas. A traição acontece porque os casais não conseguem trabalhar juntos para solucionar os problemas. Ter problemas no relacionamento não justifica enganar o outro.

Se traiu uma vez, vai trair sempre
Existem pessoas assim, claro, mas nem todos que traem têm isso como regra. Muitos acontecem apenas uma vez na vida. Depois da traição, é possível voltar ou terminar o casamento. É preciso contar toda a verdade, esse é o primeiro passo para a "cura".

Depois da traição, vem a separação
Metade dos casamentos sobrevivem a uma traição. Eles podem acabar depois por outros motivos, mas quando o casal decide se unir para superar o affair, fica surpreso como é possível reconquistar a confiança. Mais da metade dos casamentos terminam porque o casal não conversa e se afasta.

A traição acontece com pessoas mais novas e mais bonitas
Mentira. Apesar de homens mais velhos procurarem mulheres novas e mais bonitas, os parâmetros em geral não são esses. Nada tem a ver com ser mais jovem, mais bonita ou mais rica do que a esposa. Às vezes apenas acontece.

A traição acontece porque os homens estão sempre procurando
Na maioria das vezes, acontece com quem não procura. Especialmente quando a pessoa trai apenas uma vez. Os affairs acontecem quando você se sente confortável com alguém, com quem você pode conversar e dividir segredos.

Futebol e sexo

Futebol e sexo não são incompatíveis, desde que o futebol seja praticado com parcimônia.

O problema é que nossos atletas são submetidos a uma rotina desgastante de jogos e treinamentos. É claro, esses excessos acabam prejudicando o desempenho sexual e criam sérios problemas de relacionamento em casa, com a patroa.

A questão fica agravada em época de campeonato. A imprensa está lá presente, registrando tudo, aí os caras exageram, perdem o controle e só pensam naquilo: futebol. E descuidam dos fundamentos que deveriam dominar e fazer acontecer debaixo dos lençóis, que, afinal de contas, é o que interessa para o desenvolvimento da espécie humana.

Em geral, os jogadores de um time ficam em concentração antes de uma partida. Concentração é uma tortura psicológica a que são submetidos os atletas com o objetivo de deixá-los com os nervos à flor da pele, para que possam estraçalhar os inimigos quando entrarem no ringue, quer dizer, no gramado. Ficam lá jogando sinuca, paciência e dominó. Uma maldade com esses rapazes na flor da idade, cheios de amor pra dar. Esse tipo de lazer inocente acaba funcionando como uma terapia ocupacional ao contrário. Afeta o equilíbrio mental dos caras que, perturbados, entram em campo bufando e transformam qualquer jogo em uma batalha de vida ou morte. Esse é o princípio da coisa, a estratégia por trás da clausura.

Imagine 23 homens trancados num lugar durante meia hora. Já é complicado. Mantenha o castigo por algumas horas. Vá aumentando a carga horária. Depois de 2 ou 3 dias os caras entram em desespero. Imagine então uma Copa do Mundo, onde o suplício pode chegar a 1 mês. Tem gente que começa a subir pelas paredes. E pra quem consegue subir paredes, é barbada pular o muro do campo de concentração - quer dizer, do hotel - e cair na noite. Como já se viu em mais de uma oportunidade.

No início, em qualquer concentração, a convivência é tranqüila. Mas em pouco tempo, no banho do vestiário, ninguém mais quer abaixar pra pegar o sabonete. Isso vai criando um clima pesado e afeta psicologicamente o grupo.

Minha opinião é que na próxima Copa do Mundo deviam liberar o pessoal pra cair na farra. Provavelmente não conseguiremos levantar a taça, mas o que importa, repito, é não perder o foco da questão fundamental que está em jogo: o desenvolvimento da espécie humana.

"Sexo selvagem só funciona no cinema", diz Mariana Santos

Comediante Mariana Santos
A comediante Mariana Santos, conhecida dos telespectadores por seus vários quadros no Zorra Total, vai ser fixa da bancada da próxima temporada do programa Amor & Sexo, cujas gravações começam em setembro. "O convite surgiu porque deu muito certo na última temporada. Não sei como será e tenho medo de falar besteira, mas acho que eles vão manter o mesmo formato", diz Mariana, que adora falar de sexo com humor e tornar o assunto mais leve. "O tema sexo ainda tem muito tabu e desde a escola sempre adorei falar sobre o assunto. Tenho curiosidade e pergunto até aos homens sobre o tamanho dos seus 'instrumentos'. 

Os mais velhos ficam chocados", afirma ela, que viu sua vida virar do avesso depois da sua declaração no Programa do Jô, em que disse já ter frequentado festas fetichistas. "Muita gente veio me dizer que não sabia que eu era tão louca. Como assim? Que hipocrisia. Frequentei algumas vezes porque eram feitas por amigos, mas nunca participei. As pessoas da festa tinham idolatria por pés, mas acho pés sem graça, mas não vou rir do prazer alheio. Vou querer conhecer e entender", diz ela, confessando que nunca fez 'loucuras' entre quatro paredes.

"Não faria muita coisa no sexo. Sou normal gente, tenho um namorado que eu amo", diz Mariana, dando a dica de que sexo não depende de amor. "Você pode fazer um bom sexo sem amor e poucas mulheres sabem diferenciar. Não precisa ter amor, mas sem tesão não se faz nada. Amor com sexo é a perfeição de Deus, mas se você não está amando, um amigo é tudo de bom", afirma a loura, colocando por água abaixo o imaginário da mulherada que se derrete por uma cena tórrida de filme. "Sexo selvagem só funciona em cinema. A mulher não pode ter prazer sendo jogada na mesa, sem preliminares. A mulher tem outro timing". 

Mariana está namorando há um ano na ponte-aérea Rio - São Paulo. "Estou apaixonadíssima mesmo namorando à distância, mas a gente sempre encontra um jeito de viajar. Nunca pensei que daria certo, mas não temos ciúmes e somos bem resolvidos", diz ela. Teria uma relação aberta? "Nunca tive, mas nunca fui fechada nesse sentido. Depende de muita coisa. As pessoas estão preocupadas com a traição, mas eu penso que a gente tem que viver o dia a dia e não colocar os problemas em cima da relação", diz Santos, que sempre tentou fugir do rótulo 'gostosa do humor'. "Quem disse que tem que ser feia para ser engraçada? Não pode ser normal para fazer humor? Se tem um corpo legal e veio bonitinha ao mundo temos que aproveitar isso". Mariana também continua com a peça Atreva-se, com direção de Jô Soares, rodando pelo país e prepara um monólogo para breve.