Orgasmos, fantasias e tamanho: confira 6 mitos sobre sexo

Preliminares, gravidez e orgasmos. Você sabe tudo sobre isso? 
Quando o assunto é sexo, mitos não faltam. Essas histórias surgem porque as pessoas transmitem informações parciais como verdades absolutas. Para esclarecer essa história, o site Ask Men levantou seis mitos sexuais e explicou porque nenhum deles pode ser considerado verdade.

1. Transar durante a menstruação é seguro. Este mito surgiu a partir da ideia de que a menstruação é a forma com que o corpo utiliza para se livrar do óvulo não fecundado. Se o óvulo não foi fecundado e o próximo está bem longe chegar, não há com o que se preocupar, certo? Quase! A mulher pode não engravidar no dia em que vocês fizeram sexo, porém, os espermatozoides podem sobreviver até uma semana e nos casos em que o ciclo menstrual não é regular, ela pode sim engravidar. Melhor não arriscar!

2. Coito interrompido é seguro. É razoável supor que quando não há liberação de espermatozoides dentro da mulher, não há gravidez. Mas isso é uma grande mentira. Durante o sexo, os homens possuem uma pré-ejaculação, que contém uma pequena quantidade de espermatozoides. As chances dela ficar grávida são menores, mas, ainda assim, existem.

3. Quem tem fantasias com homens é gay. As pessoas fantasiam com diferentes coisas ao longo da vida. Você pode ser apenas um curioso. Caso tenha dúvidas sobre sua sexualidade, considere procurar um terapeuta sexual.

4. Tamanho do pênis é importante. Ter um órgão sexual grande é sinônimo de virilidade em nossa cultura. Porém, isso não passa de mito. Ao invés de se preocupar com o tamanho do seu pênis, trabalhe para ser bom em outros aspectos, como sexo oral e masturbação. São raras as mulheres que atingem o orgasmo apenas com penetração.

5. As mulheres precisam de muitas preliminares. Desde a revolução sexual, os homens são condenados por não dar às suas parceiras tempo o bastante para o “aquecimento”. Quando trata-se de algo espontâneo, muitas delas lidam bem com a falta de preliminares. Basta você descobrir qual é a dela.

6. Mulheres querem orgasmos múltiplos. Somos condicionados a acreditar que um homem é mais viril se consegue dar à mulher mais de um orgasmo por sessão. Só porque elas podem chegar diversas vezes ao clímax, não quer dizer que elas sempre queiram isso. Um é bom, dois é melhor, mas três pode ser demais e levar a relação ao desgaste.

Para evitar dor no sexo, médicos testam botox e obtêm bons resultados

A doença provoca contrações involuntárias na musculatura genital, gerando dor e queimação.

Queridinho de homens e mulheres que lutam contra as rugas do envelhecimento, o botox pode também ser um aliado na cama. Estudos clínicos feitos por um médico americano mostraram bons resultados do uso da toxina botulínica em mulheres que sofrem com vaginismo. A doença provoca contrações involuntárias na musculatura genital, gerando dor e queimação. Cerca de 5% da população feminina sofre com o problema, que pode até impedir a penetração.

— Se esse estudo ficar mesmo comprovado, as perspectivas de aliviar o sofrimento das pacientes serão muito positivas. Vejo como uma ótima novidade — comemora o cirurgião plástico Ricardo Cavalcanti.

A técnica em teste consiste na aplicação da toxina botulínica nos músculos da entrada da vagina. A substância interrompe a passagem dos impulsos nervosos. Como consequência, a região fica mais relaxada e a vida sexual, mais prazerosa. Segundo os pesquisadores, cerca de 80 voluntárias participaram dos testes; apenas uma não apresentou melhora. As análises continuam sob supervisão da FDA, agência americana que controla alimentos e medicamentos. No Brasil, ainda não há autorização para estudos.

Entre as causas para o vaginismo estão traumas emocionais e uma criação muito repressiva com relação à sexualidade.

Olla lança concurso cultural para Dia do Sexo


Ação da marca no Facebook quer reforçar a data, criada há quatro anos, e incentivar os consumidores a assinarem o manifesto para oficializá-la.
A Olla inicia hoje, 1º de agosto, uma série de ações que pretendem reforçar 6 de setembro como o Dia do Sexo, comemorado pela marca há quatro anos para disseminar informações, quebrar tabus e apoiar a conscientização do sexo seguro. Como parte do planejamento, Olla criou um concurso cultural que incentiva a assinatura do Manifesto do Dia do Sexo Olla. 

Ao acessar a fan page da marca no Facebook, os internautas devem fazer um cadastro e escolher mais dois amigos, que formarão uma equipe para responder à pergunta “Por que o Dia do Sexo deveria se tornar uma data oficial do calendário?”.

As três melhores respostas serão premiadas com um notebook Apple, para o internauta que convidou os colegas, e dois iPhones 4S, para os dois amigos participantes.

A melhor resposta entre todas também renderá um fim de semana em São Paulo para os três amigos, incluindo festa vip, com hospedagem e motorista. Lançado em 2010, o Manifesto pelo Dia do Sexo reuniu, até o momento, quase 80 mil assinaturas. A expectativa é chegar a um milhão de nomes para que a data seja oficializada.

Falta de desejo sexual é psicológico?

Hoje 31 de Julho, comemora-se o Dia Internacional do Orgasmo e por isso, nada melhor do que falarmos sobre a falta de desejo sexual, que certamente faz muita diferença para se ter um orgasmo.

A vida sexual, especialmente a feminina, tem que ser construída a partir do pessoal de cada um, de como se encara o sexo e de como se deseja realizá-lo. Porém, não é apenas o fator psicológico que pode modificar a libido. O fator hormonal também exerce grande influência.

Veja alguns dos fatores que podem provocar essa desregulagem e afetar na vida sexual:

- Tireoide: as disfunções na tireoide, glândula responsável pela produção de hormônios, podem acarretar queda na disposição sexual. A boa notícia é que o tratamento, normalmente feito com medicamentos, regulariza o quadro.

- Período da menopausa: a chegada da menopausa caracteriza-se por uma queda brusca nos níveis de estrogênio no organismo feminino. Produzido pelos ovários, o hormônio é responsável pela elasticidade e lubrificação da vagina. É importante lembrar que isso não é uma regra. Há mulheres que continuam com a vida sexual ativa e satisfatória na menopausa. Para as que não têm a mesma sorte, há maneiras eficazes para evitar os sintomas relacionados ao período. Um dos tratamentos mais conhecidos é a terapia de reposição hormonal (TRH), que visa a regularização dos níveis hormonais no organismo feminino.

- Prolactina: depois que engravida, a mulher passa a secretar uma quantidade maior de prolactina, substância que estimula a produção do leite materno e reduz o apetite sexual. Esse distúrbio também pode ser controlado com a ajuda de medicamentos.

- Pílulas anticoncepcionais: em algumas mulheres elas podem prejudicar o desejo sexual. Isso acontece porque um dos componentes da pílula é o estrogênio, que aumenta a produção de SHBG em inglês Sex Hormone Binding Globulin, a principal proteína transportadora de hormônios sexuais. Por sua vez, isso reduz o nível de testosterona no sangue, o que pode afetar a libido de determinadas pessoas. Para estes casos é recomendado uma pílula com dosagem menor de estrogênio ou até mesmo trocar o método contraceptivo.

- Medicamentos que agem no sistema nervoso central (SNC): a hipófase, glândula localizada no cérebro, é responsável por produzir hormônios importantíssimos para o funcionamento adequado do corpo inteiro. Por isso, qualquer remédio que iniba o SNC (como antidepressivos e calmantes) pode provocar uma verdadeira bagunça nos níveis hormonais, tendo como uma das consequências a perda de libido. Para esse problema, existe a possibilidade de passar para um remédio com menos efeitos colaterais ou usar um medicamento que atue como uma espécie de antídoto para bloquear o desconforto provocado pelo antidepressivo.

4 dicas fáceis para atingir o orgasmo


Para algumas mulheres, atingir o orgasmo não é tão simples quanto para os homens. Por isso, o site Your Tango listou quatro dicas para que elas consigam chegar lá com facilidade. Confira a seguir.

Aprenda a relaxar: esse é o ponto mais importante para você atingir o orgasmo. É comum que as mulheres fiquem ansiosas e tensas quando sentem que não estão chegando lá. Mas isso torna tudo mais difícil. Aprender a relaxar e parar de se preocupar é vital para chegar ao clímax. Por isso, aproveite para tomar um banho longo e relaxante antes do sexo e escolha um lugar confortável e seguro para ficar com o seu parceiro. Outra dica que funciona é dizer para que ele deixe de ter orgasmo só por uma noite - pedidos como esse ajudam a ter mais vontade da relação.

Prolongue as preliminares: preliminares bem feitas geram orgasmos mais fortes tanto para eles quanto para elas. O ideal é que dure, no mínimo, 20 minutos, mas esse momento pode ser prolongado. Afinal, se você beijar, trocar carinhos e massagear o parceiro por uma hora, vocês ficarão mais excitados e relaxados do que se fizerem isso por apenas três minutos.

Desligue as luzes e ligue uma música: se você é insegura com suas curvas, optar por uma relação no escuro é uma boa pedida. Como seu parceiro não pode ver seu corpo e nem o que está fazendo, isso vai deixá-la menos pressionada durante o sexo. Ouvir música também é ótimo na hora H. Além de abafar os sons que vocês estão fazendo, é uma forma de deixar o clima mais gostoso.

Explore seu corpo: relaxar, apagar as luzes e prolongar as preliminares são dicas fundamentais. Mas para sentir prazer é preciso conhecer o próprio corpo. Passe algumas noites sozinha para descobrir o que você gosta, quais são seus pontos mais sensíveis e conte para o seu parceiro depois. Quando descobrir como chegar ao orgasmo facilmente, nunca mais vai esquecer.

Sexo anal: pode ser bom para os dois

Coisas que todo homem precisa saber para tornar a prática mais gostosa para ele e para ela.

Desejo e fantasia de grande parte dos homens, o sexo anal é visto com reservas por muitas mulheres. Mesmo tendo vontade de praticá-lo, algumas acabam desistindo com medo de sentir dor ou mesmo de se machucar na hora, entre outros receios.

De acordo com especialistas, se o parceiro tem consciência desses temores femininos e sabe lidar com eles, o sexo anal tem muito mais chances de ser prazeroso para elas – prazer esse que não deve ser confundido com ter orgasmos com a penetração anal. Também ajuda quando se entende melhor como funciona o corpo e o desejo das mulheres.

Para os homens tomarem consciência desses receios, no entanto, é preciso que as mulheres também consigam falar sobre eles. “Não precisa ser uma conversa séria, pode ser um bate-papo informal. Aliás, falar de maneira descontraída ajuda a diminuir a tensão que o assunto provoca”, aconselha Maria Cristina Romualdo Galati, psicóloga e terapeuta sexual da Universidade Federal de São Paulo e do Instituto Kaplan. 

Dica para ela: sexo anal não é presente

Débora Pádua, fisioterapeuta uroginecológica e orientadora sexual, diz que, antes de tudo, a mulher deve fazer sexo anal porque deseja e não pelo motivo errado. “Não pode ser um ‘prêmio’ para o marido só que porque é aniversário de casamento do casal, por exemplo. E o homem, por sua vez, tem que entender que é muito mais prazeroso quando a parceira está à vontade com a situação”, explica Débora, dizendo em casos como esses acabam resultando em ansiedade e numa posterior frustração.

Dica para ele: delicadeza é indispensável

O homem deve estar bem consciente a respeito de uma diferença fundamental. “Ele não pode penetrar no ânus da mesma maneira que faz na vagina. É preciso lembrar que a região anal não tem lubrificação própria como a vaginal”, avisa Maria Cristina.

A terapeuta sexual recomenda ainda que o homem não tenha pressa neste momento, caprichando nas carícias antes da penetração. Em consequência disso, a mulher ficará mais relaxada e excitada para a penetração anal. “Ele pode passar a glande do pênis no ânus e ao redor dele para estimular”, exemplifica Maria Cristina.

Uma boa possibilidade é começar a penetração incialmente com os dedos. “Primeiro, com calma, o homem coloca um dedo. Depois, quando a mulher estiver mais relaxada, coloca dois dedos de uma vez”, indica a terapeuta. “A mulher pode aproveitar e ir treinando a contração da região anal, contraindo e relaxando logo em seguida. Isso vai ajudá-la ter mais controle”, completa.

Dica para os dois: lubrificante e camisinha

Na hora da penetração em si, também não precisa ter pressa, mantendo o ritmo lento e progressivo recomendado pelas especialistas. “O homem pode inserir primeiro a glande, quando a mulher estiver mais segura, coloca um pouco mais e assim vai seguindo”, propõe Débora, lembrando que o uso da camisinha e do lubrificante a base de água é indispensável neste momento, já que o ânus é uma região sem lubrificação e é povoado por bactérias que são nocivas quando em contato com outras partes do corpo.

Débora não indica o uso de pomadas anestésicas. É perigoso. “Muitas vezes, elas tiram demais a sensibilidade. O homem acaba introduzindo o pênis de qualquer maneira e a mulher não percebe quando a penetração está machucando, o que pode acabar provocando fissuras no ânus”, esclarece a fisioterapeuta.

Dica para eles: não esqueça o resto do corpo

Mesmo quando está penetrando o ânus, o homem não deve esquecer as outras partes do corpo da mulher. “Tocar a vagina, especialmente o clitóris, deixa a mulher mais excitada e mais relaxada”, pontua Maria Cristina. “Ela também não precisa ser passiva e pode se masturbar, enquanto é penetrada”, acrescenta a terapeuta sexual. Essa estimulação dupla favorece o orgasmo.

Aliás, sobre a controvérsia se a mulher pode ou não ter um orgasmo anal, Débora diz que ainda não há nenhum estudo científico que comprove essa possibilidade. “Mas não importa de onde vem o prazer, porque não só as áreas genitais que estão envolvidas no orgasmo e sim o corpo todo”, avalia a fisioterapeuta.

Dica para os dois: existe uma posição ideal?

“Muitos homens têm como referência os filmes pornôs, achando que a mulher tem que ficar ‘de quatro’ em cima da cama na hora do sexo anal, sendo penetrada freneticamente. Mas essa não é a posição mais confortável para ela”, pondera Débora.

“Para começar, talvez seja melhor ficar na posição de conchinha ou com a mulher por cima do homem, cavalgando. Essa disposição dá mais controle da situação para a mulher, que não fica tão vulnerável”, finaliza a expert.

Lutadora americana fala de sexo nos Jogos e ataca Phelps



Ronda Rousey sem papas na língua.


Ronda Rousey é uma das atuais referências de MMA (artes marciais mistas) nos Estados Unidos da América. A lutadora destaca-se pela agressividade competitiva, pela beleza e por não ter papas na língua.

Em entrevista informal durante esta semana, Ronda recordou a sua experiência nos Jogos Olímpicos de Pequim e aconselhou todos ao atletas a levarem preservativos para a competição, na linha do que tem sido sugerido ao longos das últimas semanas, e atacou ainda Michael Phelps.

Segundo a mordaz Ronda Rousey, Michael Phelps não convive com os outros atleta norte-americanos. «Acha-se o maior, mas só nada. Isso até eu fiz, antes de ser lutadora», lembra.

Uma personagem que deve conhecer.

Confira 10 sinais de que ela está pensando em ir para cama com você

Se está interessado em ir para a cama com a mulher que acaba de conhecer, saiba que pequenos detalhes podem indicar que ela está interessada em você e, quem sabe, em algo a mais. Fique atento a sinais como vestuário, cabelo e como ela move os lábios. Até mesmo a posição de seus pés pode ajudar a descobrir se ela esta a fim de você. “Os pés sempre apontam para a área de interesse”, afirma João Oliveira, mestre em cognição e linguagem e autor do livro Saiba Quem Está à Sua Frente - Análise Comportamental pelas Expressões Faciais e Corporais (Wak Editora). 

Sexo casual ainda é um tabu entre as mulheres e um grande desejo para boa parte dos homens. Afinal, por que o sexo masculino tem tanta necessidade de levar a mulher o quanto antes para a cama? “Vivemos em uma cultura patriarcal e os homens são condicionados a provar que são machos, apesar de que muitos já se libertaram disso”, explica a psicanalista Regina Navarro Lins, autora dos dois volumes de O Livro do Amor(Record).

Para Oliveira, o sexo no primeiro encontro para homens nada mais é que uma questão de competição. “Na verdade, homens que estão acompanhados de outros homens na balada competem entre si para saber quem é o mais capaz de levar uma mulher para cama no primeiro encontro”, afirma.

Hoje as mulheres querem tanto sexo quanto homens, segundo Lins. “Não são diferentes quanto ao desejo sexual, é o fator cultural que faz com que muitas se reprimam”, afirma a psicanalista.

Muitas questões podem ser levadas em conta quando alguém decide fazer sexo assim que conhece uma pessoa, mas não há critério para essa decisão. "Existe bom senso, mas isto é profundamente pessoal. Se alguém vai para a cama no primeiro encontro e não se incomoda com isso, tudo bem", diz Oliveira. Já para Ailton Amélio da Silva, autor do livro Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela(Publifolha), a consciência de cada um é um fator decisivo. "Se a pessoa é religiosa e acha que deve ficar virgem até casar, ao infringir o que considera correto, pode se sentir mal, ter culpa. A maior medida é sempre o lado psicológico da pessoa".

Apesar dessa mudança social e cultural, que faz com que cada vez mais mulheres busquem o sexo casual, a maioria ainda espera por um relacionamento sério. “Estudos já mostraram isso. Uma teoria é que as mulheres liberam mais substâncias que são propícias ao envolvimento que os homens”, afirma Amélio da Silva. “Isso está mudando, mas ainda existem mulheres que, depois do sexo casual, dizem que se frustram, se sentem vazias. Mas isso não é pelo sexo, mas porque esperavam continuidade”, completa Regina Lins.

Veja abaixo 10 itens que podem te ajudar a descobrir se ela está disposta a ir para a cama com você, listados pelos psicólogos Ailton Amélio da Silva e João Oliveira. Lembre-se que, ao identificar esses sinais, nada de pular etapas e sugerir sexo verbalmente. Seja natural, demonstre interesse na conversa. Após beijos e abraços mais quentes, convide-a para ir a um lugar mais tranquilo. Que tal? 

Pesquisa comprova: perda saudável de peso melhora a vida sexual

Perda de peso aumenta o prazer sexual de homens e mulheres. 

A Universidade de Duke, nos Estados Unidos, acaba de divulgar um estudo na revista científica Obesity (Obesidade, em português), confirmando que estar muito acima do peso piora a qualidade do sexo. "A obesidade está associada à falta de desejo e de prazer sexual, dificuldade de performance e à negação de encontros sexuais. A qualidade do sexo fica ainda mais comprometida para as mulheres", diz o estudo.

Segundo os pesquisadores, pessoas obesas que desejam emagrecer se queixam 25 vezes mais sobre esses problemas do que aquelas que têm um peso normal. Os homens reclamam mais de disfunção erétil, enquanto as mulheres lamentam a falta de parceiros e a baixa autoestima associada ao peso.

A boa notícia é que a perda saudável de peso tem um impacto positivo e bem rápido na vida sexual de homens e mulheres. Segundo outra pesquisa divulgada no site Psychology Today (Psicologia Hoje), elas ficam ainda mais animadas com os resultados. "A maioria das mulheres que perdeu peso afirma que tiveram um aumento na frequência e na qualidade do sexo, além da atratividade e da autoestima", conta o psicoterapeuta William Anderson em sua coluna no jornal online Huffington Post.

Hope Solo: «Há muito sexo na aldeia olímpica»


Hope Solo
Guarda-redes da seleção feminina dos EUA faz revelações bombásticas.

A fotogénica guarda-redes da seleção feminina dos Estados Unidos, Hope Solo, fez revelações bombásticas numa entrevista à revista ESPN em que fala de sexo nos Jogos Olímpicos. Não é a primeira vez que se fala em sexo na aldeia olímpica, mas a atleta norte-americana vai mais longe e diz mesmo que é mesmo uma prática corrente, pelo menos, de quatro em quatro anos.

«Há muito sexo na aldeia olímpica. É uma experiência única, mesmo tirando a parte sexual, é uma festa constante. Cheguei a ver pessoas a fazer sexo ao ar livre. Na relva, entre edifícios, as pessoas tornam-se promiscuas», conta a guarda-redes de trinta anos.

A atleta norte-americana dá mesmo um exemplo que se terá passado com ela na última edição, em Pequim. «Não deveria falar sobre isto, mas conhecemos muitas celebridades durante a competição. O ator Vince Vaughn festejou connosco. O comediante Steve Byrne também. E há alturas em que levamos estas pessoas para a aldeia olímpica. Distraímos os seguranças com as nossas medalhas e introduzimos estranhos sem credenciais. Eu própria posso ter levado uma celebridade para o meu quarto, mas esse é o meu segredo olímpico», contou.

Hope Solo já conta com mais de cem internacionalizações e deverá ser titular na equipa norte-americana em Londres. Em 2011 foi eleita como melhor jogadora do Campeonato do Mundo.

Site quer arrumar "sexo fácil e sem compromisso" para nerds

Um site "diferente" está dando o que falar no mundo dos fãs de jogos. Shag a Gamer (Transe com um Gamer, em tradução livre) tem o propósito de arrumar sexo sem compromisso e fácil para os nerds e geeks.


"Quis criar uma plataforma onde gamers com mais de 18 anos tivessem a chance de se encontrar para simplesmente arrumar alguém para fazer sexo", disse Tom Thurlow, criador do site.


A iniciativa não é o primeiro movimento em prol da vida amorosa dos nerds de Thurlow, ele é dono também do Date a Gamer (Namore um Gamer), outro site de relacionamentos.

"Sexo seguro é ainda a melhor prevenção a Aids", diz médico

O medicamento para prevenir a Aids aprovado pelo órgão regulatório dos Estados Unidos não é totalmente seguro e ainda pode ter efeitos colaterais de longo prazo. Além disso, o infectologista José Valdez Madruga, responsável pela área de pesquisa clínica de novos medicamentos do Programa Estadual de DST/ Aids de São Paulo, não acredita na popularização do Truvada para este fim.

O médico ressalta que o medicamento não é vendido no Brasil. "O Truvada é um composto de emtricitabina e tenofovir, e o laboratório não pediu a aprovação no Brasil de um dos remédios presentes. Temos aqui só um primo consanguíneo da emtricitabina, o lamivudina, que poderia ser usado na prevenção", explica.

"É importante deixar claro que a pesquisa, na qual foi baseada a aprovação do remédio para prevenção, não mostra 100% de eficácia. A principal prevenção ainda é o sexo seguro com preservativo. O medicamento diminuiu as infecções, mas também houve infecção", destacou Madruga. Assim, para ele, o medicamento não deve ser usado em larga escala como prevenção.

O infectologista lembra que o Truvada possui efeitos colaterais de longo prazo como a perda óssea, com osteopenia e osteoporose, e alteração da função renal. Também por isso, seu uso é indicado apenas para pessoas com comportamento de risco.

Para ter acesso ao remédio no Brasil é preciso importá-lo, com receita, e, segundo o médico, o preço passa de 1 mil dólares por mês. "Para funcionar, o remédio deve ser usado pelo parceiro ou parceira da pessoa contaminada com o HIV diariamente, e ainda assim não é 100% de sucesso. É a chamada profilaxia pré-exposição".

O remédio, um antirretroviral, age na enzima transcriptase reversa, que combate o vírus circulante e evita que ele entre na célula do indivíduo em caso de contaminação.

Madruga lembra de um recente estudo da Suíça em que homens tinham carga viral zerada no sangue, mas que apresentavam um percentual de 10% de vírus no líquido seminal. "Este é mais um fator preocupante para a liberação do sexo só com o antirretroviral".

Pesquisas de prevenção da Aids com antirretrovirais usados no tratamento da doença são comuns na área. Esta foi a primeira vez que a Agência Federal de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos, a FDA, aprovou um medicamento para prevenção da Aids.

Um em cada três solteiros trocaria sexo por comida

Dá para imaginar um ano inteiro sem sexo? E sem aquela torta de chocolate sensacional? Segundo o site Match.com, se fosse preciso escolher, um a cada três solteiros acharia melhor passar um ano sem sexo a dispensar o prato de comida preferido.

E as mulheres aparecem como as mais propensas a dar preferência à comida. Entre as entrevistadas, 39% dispensariam o sexo – entre os homens, apenas 16% tinham a mesma opinião.

Entre os 3,5 mil participantes que diziam estar em um relacionamento sério, 28% sofreriam menos com a ausência de sexo do que se fossem obrigados a não comer o prato preferido, durante um ano.

No topo da lista, o chocolate é a comida mais votada para substituir o sexo (26%). Em seguida, aparecem bifes, pizza, bolachas, sorvete – até as frutas e saladas (!) foram citadas.

Conheça as vantagens de um sexo sem orgasmo

Está na Wikipédia: Coitus reservatus, ou “karezza”, é a relação sexual na qual o homem evita a ejaculação propositalmente, interrompendo a penetração sempre que sente que está quase lá, para então recomeçar do zero. Esta orientação, que vai pela contramão do que a maioria das culturas pelo mundo define como o auge do prazer masculino durante o ato, tem sido mais defendida nos últimos tempos.

O conceito foi criado ainda no final do século XIX, por uma médica americana chamada Alice Stockham. À frente de seu tempo, Alice já externava sua preocupação quanto ao controle de natalidade, e sugeriu pela primeira vez que poderia haver benefícios em uma relação carnal sem o clímax (embora este não seja exatamente o conceito de “coito interrompido”, no qual o homem ejacula fora da vagina para evitar gravidez). Ela chegou a ser processada pela justiça americana por tentar ensinar esta prática para a população!

Karezza?

Se você imaginou que este é mais um vocabulário de um daqueles manuais de Kama Sutra, enganou-se. A palavra não tem origem oriental, mas sim italiana. “Carezza”, na língua da velha bota, significa “carícia”.

Esta é a ideia principal da, digamos, técnica: valorizar o carinho e afeição entre homem e mulher. Os especialistas afirmam que é possível condicionar o corpo para que haja mais prazer no “antes” e no “durante” no sexo, ao invés de deixar os sentidos esperando apenas o orgasmo como ponto final.
Além do prazer propriamente dito

As vantagens desse tipo de coito, de acordo com os médicos, não se restringem à sensação momentânea. Os hindus, por exemplo, o consideram como um aproveitamento espiritual e meditativo do sexo.

Por esta razão, existem correntes culturais, na Índia, na qual se valorizam posições e movimentos que dificultem a ejaculação, que chega a ser vista como sinal de fraqueza: o homem não consegue se controlar.

A técnica da “Karezza” também é vista, por alguns médicos, como possível cura para disfunção erétil nos homens e falta de desejo nas mulheres. Segundo esta linha de raciocínio, os problemas na cama de um casal já não tão jovem começam em uma limitação física, mas são agravados pelo lado emocional.

Em outras palavras, o casal não está acostumado a extrair prazer do sexo senão pela via do orgasmo. Eles desprezam o amor e envolvimento que existem durante o processo, e enxergam essa etapa apenas como um caminho até o clímax. Quando ele passa a não ser atingido tão facilmente, homem e mulher se frustram por não chegar lá. E tudo o que vem antes fica automaticamente comprometido.

Hormônio do amor

A oxitocina, o mesmíssimo hormônio responsável pelas contrações uterinas da mulher na hora de ganhar um nenê, desempenha na relação sexual um papel mais decisivo do que os cientistas julgavam há até alguns anos. Pode-se liberar, com a técnica do “Karezza”, altas doses de oxitocina pelo corpo, tanto no homem quanto na mulher. Dá tanto ou mais prazer que a ejaculação das partes.

E qual o segredo para fazer um sexo regado a oxitocina? Basta seguir a cartilha do “karezza”: valorizar no parceiro o beijo, o olhar, a respiração, fazer massagens, sentir os batimentos, acariciar as partes íntimas sem pressa e sentir o corpo do parceiro por completo.

Que a penetração não seja a protagonista, mas apenas um elemento a mais no repertório do casal. Sem ejaculação, o sexo pode ser retomado e retomado, por várias vezes. A “fronteira final”, representada pelo orgasmo, se perde, e o ato de fazer amor passa a ser uma cadeia contínua de prazer por quanto tempo o casal desejar.

A sensibilização começa nas salas de aula


De mãos dadas; o caminho para a aceitação da 
homossexualidade ainda é longo (Keystone)
A sensibilização já começa nas salas de aula. O tema da orientação sexual e da homofobia é ainda um tabu nas escolas suíças. Mesmo assim, trata-se de um problema sério: os rapazes e as moças homossexuais, por exemplo, tentam o suicídio muito mais do que os conterrâneos heterossexuais.


“Eu era pequena quando ouvi falar de homossexualidade pela primeira vez. Foi quando um tio chegou a uma festa de família acompanhado de outro homem", explica uma jovem aos seus companheiros de classe. “Eu tinha dez anos e foi com um amigo de sala", observa outro estudante. O relato de um jovem crescido em um país africano ganha contornos dramáticos: “Eu tinha 13 anos e assisti ao linchamento de uma pessoa que, segundo diziam, estava com o diabo no corpo."

Nesta tarde de fim de maio, em uma classe do centro de formação profissional em St. Imier, no cantão Berna, fala-se de sexualidade e de homossexualidade. Os debates e as discussões com os jovens são coordenados por Pascal Morier-Genoud. Ele trata desse tema já faz dez anos. Para melhorar a compreensão da plateia, com idades entre 17 e 18 anos, Pascal Morier-Genoud trouxe um jovem homossexual (leia o artigo relacionado).

"Os estereótipos homófobos se reproduzem desde a tenra idade, inconscientemente, claro. A questão da orientação sexual é algo com a qual nos deparamos durante toda a vida. Então, é uma temática essencial que ela seja apresentada na escola", explica Pascal Morier-Genoud.

A sensibilização é tão necessária quanto à descoberta que, por exemplo, em cada quatro jovens homossexuais, um(a) tenta o suicídio. Esta estatística é do ano de 2000, segundo uma pesquisa realizada pela Suíça francófona. E os dados são confirmados por outros estudos semelhantes e conduzidos em outros países.

Quando diversidade rima com discriminação 

O ambiente escolar exerce um papel importante. “Na escola, o fato de serem percebidos como diferentes conduz, quase sempre, à violência física ou verbal. Isso envolve não apenas os homossexuais, mas também os heterossexuais. Basta ser visto como diferente. Essa rejeição provoca estresse e a angústia. Como adultos, osso papel é de proteger as crianças", realça Alicia Parel, futura secretária nacional de Pink Cross, a organização suíça dos homossexuais.

Interferindo nas classes, o objetivo de Pascal Morier- Genoud é de combater os estereótipos e de abordar um tema que ainda é tabu. Sem esquecer que em cada classe pode existir um(a) jovem atraído(a) pelos companheiros do mesmo sexo e que coloca questões sobre a orientação sexual. E estas perguntas poderão ficar sem resposta.

“É verdade que os homossexuais têm uma sexualidade sem freios? Homossexualidade = pedofilia? Em uma casal homossexual tem sempre um que faz o papel de homem e outro de mulher?...". Pascal Morier-Genoud sempre responde perguntas deste tipo. 

“Não, as práticas ligadas ao homossexualismo não tem nada a ver com a orientação sexual; não, homossexualidade e pedofilia não devem ser confundidas e, além do mais, você sabe que de cada dez pedófilos nove são heterossexuais?”. Estas são as suas respostas, em geral.

Pascal Morier-Genoud tenta ainda explicar quais são os desafios de uma pessoa com a orientação sexual diferente. “Tente pensar o significado de trabalhar numa empresa, ser convidado para festas com os amigos do escritório que lhes dizem "Ah, na próxima vez traga a sua namorada". E depois de quatro ou cinco vezes que você não leva ninguém te perguntam, com o tom irônico, “mas você é uma bicha ou o quê”?". O "coming out" já é difícil e a repetição é tanto mais difícil, pois se trata de um eterno recomeço. Basta trocar de emprego. O que você deveria dizer se a cada vez tivesse que anunciar aos novos colegas de trabalho ser heterossexual?"

Medo do proselitismo 

Falar desses temas nas escolas é ainda mais complicado. “Eu interfiro apenas nos dois últimos anos da escola obrigatória (15-16 anos, ndr) e somente a pedido do professor", observa Pascal Morier- Genoud.

Algumas vezes, as autoridades escolares temem ser acusadas de proselitismo por parte dos pais. Além disso, existe o consenso geral de que as questões sexuais devam ser abordadas no contexto familiar. Nos últimos anos, existe até uma uma ofensiva contra um projeto de educação sexual que deveria ser aplicado a partir de 2014 em todas as escolas dos cantões da Suíça alemã.

"Enquanto existir o medo do proselitismo, até quando valer o pensamento segundo o qual a homossexualidade é uma doença transmitida por um vírus misterioso, não resolveremos nenhum problema”, observa Alicia Parel. “A orientação sexual e, ainda menos, a identidade de gênero não se pode escolher, assim como não se escolhe a cor dos olhos ou da própria pele. São características da personalidade de cada um e não são adquiridas", acrescenta.

Diversidade em todas as suas formas 

Para evitar polêmicas estéreis, uma das pistas é a de não concentrar a atenção, exclusivamente, sobre as questões da homofobia.

“Os cantões de Genebra e Vaud (oeste) contrataram uma responsável para as questões de diversidade e de homofobia. A sua missão é, entre outras coisas, a elaboração de módulos de formação destinados aos professores, observa a futura diretora do Pink Cross. A vantagem é que se pode abordar a diversidade em todas as suas formas: os gordos, os magros e assim por diante. Resumindo: tudo aquilo que rende a experiência escolar mais difícil para certas categorias de pessoas."

"Concentrar-se apenas sobre as questões de homofobia não faz sentido, acrescenta Alicia Parel. É preciso abordar a diversidade de um ponto de vista muito mais amplo. Por que deixar de lado certas crianças que, de um modo ou de outro, são diferentes? Elas também precisam de apoio."


Daniele Mariani

Mick Jagger fez sexo com David Bowie e Eric Clapton, revela nova biografia

O jornalista norte-americano Christopher Anderson lançou hoje a biografia “Mick: The Wild Life and Mad Genious of Jagger” (em português, Mick: A Vida Selvagem e Geniosamente Louca de Jagger) que revela detalhes inéditos da vida do roqueiro Mick Jagger. O autor é famoso por publicar outras biografias polêmicas como as de Madonna, Michael Jackson, Jacqueline Kennedy e da Princesa Diana.

Segundo o site da revista Entertainment Weekly, o livro que acompanha os 68 anos de Jagger e conta com histórias inusitadas, como um suposto envolvimento sexual com David Bowie, em que além de dormir juntos, dividiam a mulher de Bowie, Angie Bowie. De acordo com o livro, Bowie e Angie não escondiam que eram bissexuais e compartilhavam namorados.


Outra revelação da biografia afirma que o cantor foi flagrado na cama com Eric Clapton e se envolveu com a modelo Carla Bruni, casada atualmente com Nicolas Sarcozy, presidente da França.


A biografia aborda histórias da infância de Jagger, como quando ele se divertia destruindo castelos de areia de outra crianças com apenas 4 anos, as rebeldias no colégio e já na adolescência quando era repreendido pelo cabelo longo e o jeans apertado.


Entre as aventuras sexuais de Jagger, o livro afirma que ele seduziu o companheiro de banda Brian Jones para usá-lo contra Keith Richards, perseguiu a atriz Angelina Jolie, enquanto ela era casada com Johny Lee Miller e segurou os seios da cantora Marianne Faithfull no primeiro encontro, além de um estranho fetiche por sapatos.