O 3D chegou ao sexo sem maturidade

Sex and Zen 3D não poderia cumprir melhor com as expectactivas que o primeiro filme erótico em 3D levanta: tem sexo, muito. E as boas notícias ficam-se por aqui. Ao princípio até se fala mais do que se faz, mas no fim saímos sem qualquer vontade de fazer seja o que for que implique nudez ou contacto genital.

O realizador Christopher Sun decidiu presentear o mundo do cinema com um filme cheio de mulheres nuas, adereços masculinos e orgias intermináveis. Vemos tantas cenas de sexo ao longo do filme que conseguimos pensar que afinal o desejo carnal é a coisa mais monótona no mundo.

O filme lança o repto de que amar é o mais importante, embora apresente uma visão do sexo feminino perfeitamente dispensável. A banda sonora limita-se a gemidos incessantes, no feminino, e a ideia é simples: a mulher busca o falo perfeito, ou seja, o maior. Será um grito de ajuda de alguém que nunca se envolveu intimamente?

A história. Wei (Hayama Hiro) é um estudante convencido mas que não consegue mais do desastres atrás de desastres na hora de se envolver sexualmente com a sua recém-esposa Tie (Leni Lan).

Ignorando os conselhos de um centenário casal, Wei deixa o sexo destruir um casamento feliz e parte então em busca de um milagre: tornar-se um grande amante. Esta viagem condu-lo a uma improvável torre das raridades, propriedade do príncipe de Ning (Tony Ho), e que se vai revelar mais próxima dos clubes de swing da década de 70 do que de algo que se poderia esperar encontrar numa China imperial.

Aqui, o filme começa rapidamente a cair no absurdo, mas é quando Wei conhece um oráculo travesti (perdoe o meu francês) cujo grande conselho é que esse arranje um pénis maior (visto que, como o filme nos faz o favor de mostrar, o dele é verdadeiramente ridículo), que o filme se transforma num exercício visual perfeitamente excusado.

Não querendo estragar nenhuma surpresa, digamos que uma operação de imaginário equestre corre mal e a teimosia conhecida de qualquer burro dá lugar a um mergulho no vazio carnal. Confuso? Imagine em 3D. E imagine agora o plano A a voar, literalmente, contra si. 

Crhistopher Sun tem o mérito de limitar a nudez ao mínimo, deixando, mesmo assim, alguma sensualidade às suas filmagens. Contudo, a ideia de que o sexo desperta violência é muito mal trabalhada e até os melhores momentos que a primeira meia hora oferece esvanecem-se nas práticas idiotas que vemos na hora e meia seguinte.

Tiago Pacheco Ribeiro

Táxis compartilhados dão o tom da revolução sexual no Irã

Jovens iranianos estão apelando à criatividade para contornar as restrições do regime islâmico sobre suas vidas privadas. A jornalista iraniana Kamim Mohammadi, por anos radicada no exterior, conta que o uso de carros compartilhados, entre outras estratégias, impulsiona uma revolução no comportamento sexual do país, que poderá trazer mudanças ainda mais profundas no futuro do Irã.

Veja o relato:

O Irã, em sua longa história, já conheceu vários momentos de repressão e ditadura. Os iranianos, no entanto, rapidamente desenvolveram o dom de prosperar em fases de dificuldade, de encontrar uma maneira de superar obstáculos, com imaginação e criatividade.

Esse modo criativo e imaginativo fica mais claro do que em qualquer outro lugar na relação entre homens e mulheres.

Antes de retornar ao Irã, após quase 20 anos de ausência, uma amiga muito informada me disse: ''''Eles não bebem ou fazem sexo antes do casamento no Irã''''.

Assim que eu cheguei ao Irã, especialmente após haver ido várias vezes ao país, percebi que esse comentário não poderia estar mais longe da verdade.

Em todo lugar que eu ia me era oferecido ''''um drinque de verdade'''' por iranianos que se tornaram especialistas na produção doméstica de bebidas, transformando lúpulo em cerveja ou uvas em vinho nos porões de casa. Alguns até aprofundaram seus conhecimentos, à medida que se torna mais fácil encontrar bebidas no mercado negro.

Quanto a namorar e fazer sexo, o que se poderia esperar de uma população predominantemente jovem?

Cerca de 70% dos iranianos têm menos de 35 anos. Esse exército de jovens cresceu sob restrições e aprendeu a contornar as regras. E o Estado segue jogando, mas agora em desvantagem.

Na primeira vez que visitei o Irã, em 1996, resolvi andar pela rua com um amigo. Minha mãe julgou se prudente vir junto, caso fossemos parados e tivéssemos de explicar qual era nossa relação. Com o passar dos anos, minhas andanças com esse mesmo amigo mostram como o regime vem sofrendo mudanças.

Apenas dois anos após minha primeira visita, eu e meu amigo já caminhávamos por Teerã sem ninguém por perto. Nossas visitas eram a internet cafés, na época recém-inaugurados. Nesses lugares, garotos e garotas dividem as cabines sem medo. Os sites mais populares são salas de bate-papo onde se pode conhecer e até marcar encontros secretos antes impensáveis.

Pela primeira vez na história iraniana, as pessoas contam com um espaço particular - um quarto só delas, ainda que no ciberespaço - onde se pode interagir, geralmente com alguém do sexo oposto, sem que ninguém possa observá-las, restringi-las ou puni-las.

Regras jogadas fora

No Irã, além de táxis particulares, existem os veículos compartilhados, conhecidos como savaris - onde o passageiro divide a corrida com outras pessoas que seguem para o mesmo destino. As regras habituais da República Islâmica - estritas em assegurar a segregação dos sexos - são jogadas pela janela, com o motorista espremendo tantos passageiros quanto possa acomodar.

Apesar de as pessoas tentarem se acomodar de modo que homens e mulheres não tenham contato físico tão próximo, meu amigo e eu ficamos tão encostados que podíamos sentir o bater do coração um do outro.

Uma amiga, nascida no Irã e criada no Ocidente, assim como eu, me contou que teve um romance com um jovem de Teerã que consistiu, unicamente, de passeios apertados nos táxis compartilhados. Eles iam de um lado a outro da cidade, pedindo ao motorista que não pegasse outras pessoas quando queriam conversar. Quando queriam ficar mais próximos, pediam então ao condutor que pegasse outros passageiros, para que tivessem a desculpa para se encostarem um no outro.

No Irã de hoje em dia, o carro se tornou um espaço neutro, um lugar onde as pessoas - não apenas os jovens - podem escapar dos olhares constante da família, da sociedade e do regime.

Os celulares são outra ferramenta usadas com criatividade pelos jovens iranianos. Durante passeios noturnos com meu amigo, seu telefone não parava de tocar. Tratavam-se de pedidos de usuários de Bluetooth para se conectar ao seu aparelho e trocar contatos telefônicos. É a primeira vez que os iranianos conseguem driblar a família para escolher seus próprios pares românticos.

Outro amigo, que administra uma companhia de internet no Irã, me disse que os iranianos têm as mentes mais criativas no setor de computação. A razão, segundo ele, é que desde cedo aprende-se a romper os códigos de segurança usados para bloquear alguns sites na República Islâmica.

Revolução sexual, revolução social

Não sou profeta, mas imagino que onde uma revolução sexual acontece, uma revolução social pode vir na sequência. Os iranianos, que já enfrentaram milhares de anos de repressão, são peritos em fazer o que querem quando aparentam estar seguindo regras.

As mesmas soluções criativas para contornar as restrições aguçam as mentes e, acredito, acabarão levando à eliminação gradual das proibições do regime, até que ele se torne sem sentido.

Quando chegar o dia em que o Irã desfrutará de seu próprio modo de democracia, o talento que este constante burlar de regras deu ao caráter iraniano ajudará o país a alcançar coisas realmente grandiosas.

Mulheres chegam ao auge do sexo cinco anos antes do que homens

As mulheres são mais precoces, no quesito amadurecimento, do que os homens. Tanto no comportamento quanto no sexo, segundo afirma pesquisa realizada pela loja de produtos eróticos lovehoney.co.uk e divulgada pelo Daily Mail, as mulheres chegam no melhor sexo de suas vidas aos 28 anos, enquanto os homens ainda demoram cinco anos a mais para chegar lá.

Em termos de quantidade, os homens têm mais frequência sexual por volta dos 29 anos, enquanto as mulheres aos 25.

Ainda segundo a pesquisa, a idade média em que as mulheres perdem a virgindade é aos 17 anos, um ano antes que os homens. Para chegar às conclusões, 1281 pessoas foram entrevistadas.

Esses resultados, no entanto, vão contra estudos feitos anteriormente, que afirmavam que o ápice qualitativo da vida sexual masculino seria aos 18 e o feminino aos 30 anos. 30. "Como a maioria das coisas, o sexo melhora com a prática. Portanto, faz sentido que um homem aos 33 anos transe melhor do que aos 18. Pois leva tempo para que ele aprenda a controlar o próprio orgasmo e entenda a complexidade do órgão sexual feminino", afirma Tracey Cox, especialista em relacionamentos.

Ela ainda explicou que as mulheres entendem que o sexo melhora com o tempo. Isso reforça a ideia de que não é uma questão de quantidade e sim de qualidade que importa", garante Cox.

Slow sex: prazer sem pressa

A vida anda rápida, quase tudo pode ser feito on line. Temos horários, prazos e também pouco tempo para nós mesmos.


Até mesmo o sexo parece ter se transformado numa atividade com horário marcado para acontecer. E, às vezes, até isso precisa rolar nos momentos que sobram.

Isso não é o ideal, sabemos disso, e a solução é agendar. Isso mesmo. Reservar um final semana para fazer sexo sem pressa, e sexo quer dizer muito mais do que o ato sexual em si. Quer dizer, se tocar, se olhar e fazer tudo mais devagar, é praticar o slow sex. Se faz bem para a saúde comer devagar, porque não fazer amor devagar?

Sexólogos e pesquisadores comentam sobre os benefícios do slow sex, e um deles é melhorar o humor e vida de quem pratica. Se o sexo sempre feito com tanta pressa, comoexplorar o corpo do outro? Há coisas que nos pedem tempo, nada contra as rapidinhas, mas sexo merece tempo.

Uma dica bem interessante é prolongar as preliminares, experimente trocar carinhos com seu amado, mas sem tocar nos genitais, eles representam o último estágio do prazer. E nada de ir arrancando a roupa, faça tudo com calma. Você não está numa competição, e ninguém tem nada com isso. É o seu momento de relaxar a aproveitar a delícia da companhia de alguém que você quer.

Prepare o ambiente propício. Do que vocês mais gostam na iluminação? Meia luz? Ou tudo às claras? Uma dica de ouro é pingar algumas gotas do seu perfume num lenço ou echarpe e colocar sobre um abajur que seja fechado, para evitar acidentes. Acenda algumas velas e deixe a imaginação correr solta.

Abra uma garrafa de vinho, faça um prato de frutas e petiscos leves e deixe-os à mão. Afinal, você pretende passar muitas horas nesse ambiente.

Quando a hora do sexo, propriamente dita, começar, escolha uma posição que permita ficar de olho nos olhos do seu parceiro. E quando terminar fique por alguns momentos, na mesma posição, sinta o momento, e não deixe de provocar caso esteja disposta a mais uma rodada.

A proposta não é fazer algo tão diferente do que você já gosta de fazer. É incrementar esses momentos, com calma, com tempo, e colocar mais temperos nesse prato delicioso que é o sexo.

SHAME - Um filme sobre homens que só pensam em sexo


Muitas vezes a arte imita a vida, não é mesmo? Um belo exemplo é o filme Shame. O filme, dirigido por Steve MacQueen (seu segundo longa metragem) aborda uma realidade vivida por muitos homens em seus relacionamentos, e que, diferente do glamour que muitos possam enxergar nesta situação, trata-se de um sério problema de saúde: a compulsão por sexo, também conhecida como ninfomania. O filme retrata por meio de um drama, um homem que leva o sexo e seus excessos como um verdadeiro estilo de vida.


O filme Shame é um ótimo retrato de quem tem Satiríase ou Desejo Sexual Hiperativo (DSH)

O sexo sem limites em relacionamentos casuais e fantasias das mais diversas destrói a vida do protagonista do filme, o personagem Brandon, e traz á tona a discussão sobre até onde a relação sexual é saudável ou não. Além dos riscos de doenças, resultantes de um comportamento de risco e promíscuo, há o fator emocional. Muitos destroem família e lares por seguir este comportamento. Ao detectar esta fissura sexual e notar que funções diárias como trabalhar, estudar e outras atividades são relegadas ao segundo plano em detrimento do sexo desenfreado, é hora de admitir-se como um compulsivo sexual e procurar orientação e ajuda tanto médica quanto psicológica. Busque o equilíbrio acima de tudo.



Obama confunde plateia suposta piada sobre sexo oral de primeira-dama


Presidente dos EUA, Barack Obama, fala sobre economia na Casa Branca
Uso de expressão de duplo sentido fez parecer que presidente sugeriu ato sexual entre Michelle e apresentadora de TV; não ficou claro se trocadilho foi intencional.

Um comentário do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, envolvendo a primeira-dama e a atriz e apresentadora Ellen DeGeneres, despertou gargalhadas efusivas da plateia durante um evento eleitoral da comunidade gay de Los Angeles. 

Na imprensa americana, questionou-se se a gafe foi uma piada intencional ou um mal-entendido. 

Durante um discurso a centenas de pessoas da comunidade LGBT em Beverly Hills, o presidente mencionou uma rivalidade entre Michelle Obama e a atriz, que é abertamente lésbica e serviu como mestre de cerimônias apresentando o político à plateia. 

Pouco após receber a palavra, Obama disse que Ellen é "uma grande amiga que aceita ser provocada pelo fato de que Michelle ganha dela em matéria de flexões", fazendo menção a uma aparição da primeira-dama no programa de DeGeneres para promover sua campanha de exercícios contra a obesidade.

"Mas acho que ela diz que Michelle não foi totalmente até embaixo", disse Obama logo depois, despertando risadas na plateia. Em inglês, a expressão "to go down" serve tanto para indicar o movimento de abaixar como para descrever o "sexo oral".

Muitos acreditam que o presidente tenha deixado o "trocadilho" no ar de propósito, para causar polêmica ao sugerir "sexo oral" entre a primeira-dama e a atriz e apresentadora lésbica.

O site de notícias Politico diz que Obama mostrou certo constrangimento pouco depois, dizendo "foi isso que eu ouvi" e acrescentando que Michelle ganha dele também em questão de flexões. Já outros sites de notícias sugeriram que o presidente fez a piada de forma intencional.

Compulsão sexual atrapalha relacionamento

Quarenta e sete vezes durante o dia. Este foi o número exato de masturbações de uma analista contábil, 36 anos, de Vila Velha (ES). Mãe de três filhos e divorciada, ela sofre de um problema grave: compulsão sexual.

Pode acreditar, a história acima não é fictícia. A mulher em questão ganhou o noticiário no ano passado, quando a Justiça lhe concedeu o direito de se masturbar no trabalho. 

Agora, ela tem direito a intervalos de 15 minutos a cada duas horas trabalhadas. O juiz do trabalho local, inclusive, permitiu que a mulher usasse o computador da empresa para acessar imagens eróticas.

O caso da analista de sistemas ilustra bem o tema da coluna ‘Tudo de Sexo’ de hoje. 

Problema / A compulsão sexual acontece quando o doente mantém relações sexuais e não se satisfaz completamente. Não controla seus impulsos e o desejo por sexo ocupa a maior parte do tempo. 

Quem é afetado pelo problema, seja homem ou mulher, sente-se sem controle de suas vidas. Acabam infelizes no namoro ou no casamento.

O sexólogo Carlos Eduardo Paiffer Esteves, nosso convidado de toda semana, explica que o sexo se torna um problema quando há repetição, mas nunca satisfação.

Especialista /“O desejo sexual, em princípio, é inconsciente. O desejo, em geral, apresenta-se como uma surpresa para o indivíduo e pode passar a ocupar a mente humana com uma certa frequência, podendo chegar a se tornar obsessivo”, afirmou o sexólogo. 


“Passa a ser obsessivo quando se torna um círculo vicioso. Nunca há uma satisfação e tende a repetição. Na vida sexual do casal, uma das partes percebe que o parceiro (a) está com um comportamento obsessivo, o que causa desconforto na relação conjugal”, completou.


Vale destacar que compulsão sexual, ao contrário do que muitas pessoas imaginam, é bem diferente de ‘gostar de sexo’, o que é perfeitamente saudável para o ser humano. 


Este, claro, não é o caso da analista de sistema de Vila Velha, que se masturbou 47 vezes num só dia.

10 tipos de sexo para tentar pelo menos uma vez na vida

A a idéia de ser pego em flagrante pode ser muito
empolgante, mas isso não significa que você tem que
ser um exibicionista para se divertir
Quantos tipos de sexo você já teve? Pensando nisso o site da revistaGlamour reuniu 10 possibilidades para esquentar a relação a dois. As dicas, aprovadas por especialistas do sexo, contam quais são os melhorres tipos e porque vale a pena tentar novas experiências.

Deixe a fantasia rolar: "Todos nós temos fantasias", diz o especialista em sexo Lora Somoza. "Se você está em um relacionamento e se pegar sonhando com um policial com algemas, não tenha vergonha e divida o desejo com seu parceiro." A dramatização permite que você tenha a emoção de dormir com pessoas diferentes. "Se você não sabe por onde começar, tente fingir que você e seu amante não se conhecem", sugere Somoza. Isso lhe dará a liberdade para assumir uma nova personalidade e fazer coisas que você normalmente não faria, mas sempre quis.

Escolha um lugar luxuoso: Já notou como ficar em um hotel de luxo aumenta o desejo? A especialista Tracey Cox explica porquê: "Poucos de nós têm a oportunidade de experimentar o luxo todos os dias, então, quando vamos ficar em um hotel chamativo, é muito emocionante", diz ela. Mesmo se você não puder pagar umas férias de cinco estrelas, aproveitar apenas uma noite de sua próxima viagem em um hotel de luxo ou um lugar chique em sua cidade vai ajudar no resultado dentro de quatro paredes.

Pense no sexo em local público: A idéia de ser pego em flagrante pode ser muito empolgante, mas isso não significa que você tem que ser um exibicionista para se divertir. "Tente encontrar um estacionamento abandonado ou experimente última fila no cinema para carinhos mais salientes", diz Somoza.

Invista no sexo na praia: Se há uma bebida em sua homenagem, tem que ser bom, certo? Expanda sua idéia de sexo na praia para além da areia para incluir cadeiras, a sua varanda do hotel ou até mesmo debaixo de água.

Proibido é mais gostoso: "Se o best-seller 50 Shades of Grey nos diz alguma coisa, é que as mulheres gostam de um homem de posição", diz Somoza. Portanto, independentemente de quem veste as calças na relação, é possível decidir quem vai encarar esse papel no quarto. "Talvez você queira amarrá-lo para que ele faça coisas sujas para você", diz ela. Mas se você prefere mostrar quem é que manda, sugira que ele seja seu escravo sexual durante a noite e diga que a única regra é que ele não pode dizer não.

Sexo no banheiro: O cômodo mais subestimado da casa quando o assunto é ter relações sexuais é o banheiro. Porém, ele pode reservar grandes surpresas. "Graças aos espelhos, o cara começa a assistir toda a ação, o que torna ainda mais quente." Outras opções? "Use a banheira para sustentar-se em posição", sugere sexo educador Jamye Waxman, M.Ed. Você pode até acender velas e criar algum vapor sexy do chuveiro para adicionar atmosfera extra.

O poder da emoção: Sabe quando você está brava com o parceiro, mas também acha que ele está extremamente atraente? Quando você realmente quer arrancar suas roupas, mas também quer resistir, porque você acha que deve ensinar-lhe uma lição? Não resista. "Fazer mistério mantém o sexo quente e carregado com toda a emoção pela qual você acabou de passar", diz Somoza. Se você está a fim de reatar uma relação ou apenas fazer as pazes depois de uma briga, deixe a carga elétrica, que raramente se sente em circunstâncias normais, tomar conta da situação.

Sexo matinal: O sexo não tem que sempre ser uma explosão de sentimentos. A próxima vez que você estiver dormindo em um fim de semana, casualmente, remova todas as suas roupas e, em seguida, aconchegue-se com seu homem para que ele possa sentir o seu corpo nu. Os homens têm níveis elevados de testosterona na parte da manhã.

Que venha o barulho: Partilhar uma garrafa de vinho pode te levar a fazer coisas que nunca faria como pedir um tapinha ou exigir que ele lhe dê um orgasmo do jeito que você quer. Em vez de mentir sobre suas sensações durante oral, seja ousada e não se acanhe de fazer ruído. Vale até fazer um esforço para ser ainda mais alto do que o habitual (isso só vai aumentar a sensação física).

Aproveite os pontos turísticos: "Praticar sexo em um cartão-postal vira uma experiência incrível”, diz Cox. "Você ainda não está realmente convencido de que você está lá, então tudo parece surreal". Então, ter relações na sua varanda do hotel com vista para o letreiro de Hollywood, tirar uma casquinha em uma escadaria tranquila do Louvre ou manter suas mãoes ocupadas em sua caminhada para o Grand Canyon são boas opções.

Sexo a três foi causa de morte e família da vitima é indenizada pelo cardiologista.

Se essa moda pega... Uma família ganha na justiça US$ 3 milhões em indenização devido ataque cardíaco de um homem durante um ménage à trois - sexo à três, e quem diria, é o cardiologista do morto, que vai ter de pagar. O argumento utilizado, foi de que o médico não avisou sobre a necessidade do homem evitar atividade física.

William Martinez, 31 anos, casado e pai de dois filhos, teve relações sexuais com uma amiga e uma outra mulher, que segundo relatos, não era sua esposa. Ele morreu em março de 2009 devido à "emoção" do ato. Uma semana antes, Martinez visitou um cardiologista em Lawrenceville, Geórgia (EUA), reclamando de dores no peito e do braço amortecido. Ele deveria retornar para alguns exames na semana seguinte, mas a oportunidade da orgia surgiu um dia antes da data marcada para a bateria de exames, e ele acabou morrendo durante o sexo.

Os advogados da família de Martinez apresentaram um processo de negligência médica, argumentando que seu cardiologista não deu a recomendação para que o homem não realizasse atividades físicas intensas antes do exames. A pressão arterial elevada, assim como o risco de entupimento das artérias, iria colocá-lo em risco.

A indenização requerida foi de US$ 5 milhões, mas os jurados diminuíram o valor para US$ 3 milhões, ao entender que Martinez era 40% responsável por sua morte. Os advogados do cardiologista Sreenivasulu Gangasani disseram que iriam recorrer da sentença.

Falta desejo ao seu casamento?

Marque na agenda: ‘hoje é dia de fazer sexo’. Pode parecer estranho, mas planear o tempo para estarem juntos aumenta o desejo. Quem o diz é a psicoterapeuta belga Esther Perel, em entrevista à ACTIVA, onde acaba com mitos que destroem o desejo e aponta soluções para que a paixão regresse aos lençóis.

A paixão tem prazo de validade, dizem os cientistas. Ano e meio a dois anos, na melhor das hipóteses, e a culpa é da nossa própria química cerebral. Então e o que resta depois disso? Companheirismo, intimidade, amizade, cumplicidade, amor maduro, dirá a maior parte. O facto é que não se encontram muitos casais que, ao fim de dez ou 20 anos de vida em comum, se beijem nos transportes como adolescentes ou mal consigam esperar para fazer amor, arrancando selvaticamente a roupa um ao outro, ainda no patamar das escadas. Será que o preço a pagar pela intimidade, por partilhar alegrias e tristezas, é uma vida sexual mais morna?

Esther Perel é psicoterapeuta especializada em casais. É belga, está radicada nos EUA, é docente na Universidade de Colúmbia e já foi convidada de programas como o ‘Oprah Winfrey Show’ ou ‘CBS News’. Ao longo de anos, trabalhou com centenas de homens e mulheres que se amavam profundamente, comunicavam de forma espantosa, se admiravam e respeitavam mutua-

mente, que criaram belas famílias e que, no entanto, perderam o fio à meada do erotismo. A culpa, diz, é de mitos que criámos à volta da figura do casamento. Foi por isso que escreveu ‘Amor e Desejo na Relação Conjugal’, [Editorial Presença] onde explora o tema da perda de desejo sexual no matrimónio e aponta soluções para fugir às suas armadilhas.

O mito da intimidade

Temos de conhecer tudo sobre o nosso companheiro de cama? E se não soubermos tudo, isso significa que ele não nos ama verdadeiramente? “Acho que nunca chegamos a conhecer, na totalidade, a pessoa que partilha a cama connosco. É um mito da psicologia moderna achar que temos de saber de tudo, tudo contar e tudo partilhar com o parceiro, porque uma boa intimidade garante uma boa sexualidade. Faz-nos sentir mais seguros darmos o parceiro por garantido e achar que não seremos surpreendidos por ele amanhã. E depois queixamo-nos de tédio na relação…”, ironiza a terapeuta. “Mas nem sempre uma maior proximidade cria mais desejo. Se o amor floresce num ambiente de mutualidade e proximidade, o desejo necessita de espaço e diferença. Quando as pessoas se fundem – quando de dois fazem só um –, a ligação deixa de ser possível porque deixa de haver com quem a estabelecer. Se nos mantivermos abertas a esse mistério que há na outra pessoa, temos mais possibilidade de manter o desejo.”

Mas isso significa que temos de agir como se o marido fosse um estranho que tentamos seduzir? “Não! Mas a verdade é que tratamos os nossos companheiros como um velho sofá, que nos é confortável e que está sempre no mesmo lugar. Devemos manter-nos disponíveis para os momentos em que ele nos vai surpreender, em que não age de acordo com um ‘guião’.”

No seu livro, Esther Perel alerta ainda para um erro feminino, o constante apelo que fazemos aos nossos companheiros para que desabafem connosco, exponham os seus sentimentos. Mas se as mulheres são socializadas nesse sentido, os homens não. “Neste cenário, aquele que não fala é sempre pressionado a mudar, em vez de ser aquele que fala a tornar-se mais versátil.” Assim se desvaloriza a importância da comunicação não verbal na relação: os pequenos gestos de gentileza, os olhares cúmplices, os sorrisos, os silêncios partilhados sem constrangimento.

Cultive o seu jardim secreto

“Em vez de trabalharem constantemente na construção da proximidade, defendo que os casais só terão a ganhar com uma certa individualidade. Nem tudo precisa de ser revelado. O amor quer saber tudo a teu respeito; o desejo precisa de mistério”, diz Perel.

A psicoterapeuta chama a esta tarefa ‘cultivar o nosso jardim secreto’, um espaço privado para se redescobrir como pessoa e onde possa ter tempo para si e para o que gosta de fazer, sem ter, necessariamente, de o partilhar com o seu marido ou ele consigo. Esse trabalho requer tolerância, de ambas as partes. Relembre-se de quem era antes de o conhecer, quais eram os seus passatempos e sonhos, quem eram seus amigos, que não eram necessariamente os dele.

O mito da espontaneidade

Relações duradouras com sexo apaixonado são uma ideia relativamente nova, lembra Esther Perel, uma invenção dos casamentos por amor do século XX. “Antes, as pessoas tinham sexo porque queriam ter filhos ou porque tinham de cumprir uma obrigação matrimonial. Ainda ninguém sabe muito bem como cultivar o desejo dentro de casa – em alguns sentidos, isso ainda é tabu. As imagens de sexo a que somos expostos são irrealistas. Nos filmes, o sexo é sempre instantâneo, assim que se aproximam, os dois já estão excitados. A essência do erotismo é a imaginação, a sedução e a antecipação. Mas assim que se casam ou vão viver juntos, as pessoas acham que não precisam de fazer esforços porque o parceiro tem de os desejar sempre. Porquê? Só porque estão lá?!...”

Deixar que o desejo apareça só quando uma mística conjunção astral der tempo ao casal para estar junto é um engano e uma forma de negligência. Quando ansiamos pelo espontâneo, não temos de nos dar ao trabalho de preparar uma surpresa, um jantar especial a dois, dizer ‘amo-te’. “É uma maneira de evitarmos a ideia de que somos donos do nosso desejo”, observa Esther Perel. “Quando desejamos alguém, temos de aceitar o risco de dizer ‘quero-te’ e de sermos rejeitados e aceitar as consequências.”

Sexo com hora marcada

Por mais estranho que pareça, a terapeuta defende que, em muitos casos, a solução passa por planear o tempo para estar junto e o que fazer com ele: o jantar, a música, o sexo. Tirar aquela sexta-feira e deixar os miúdos na avó ou sair mais cedo do emprego. Pode ser apenas uma noite por semana, ou de 15 em 15 dias. Mas se a tivermos marcada na agenda, esperamos por ela, e desejamos que venha depressa, tal como umas esperadas férias. Mas a palavra ‘planear’ ainda é olhada com maus olhos, quando falamos de amor e erotismo, porque nos convencemos de que os gestos verdadeiramente românticos são os que caem do céu, como nos filmes. “Planear resulta com algumas pessoas, que adoram a ideia de que estão a criar um espaço sagrado. Para outras, é uma palavra associada a trabalho e, por isso, não gostam da ideia de a ligar ao sexo. Mas nunca conheci ninguém que tivesse problemas em planear uma viagem ou jantar de três pratos – e também não conheço ninguém que prefira fast food a um jantar destes. As pessoas dão valor ao ritual, à antecipação, à gentileza, ao esforço. Planear tem uma conotação de criatividade, confere valor acrescentado à relação, diz ‘és importante para mim e estou a criar uma altura e espaço especial para nós’.”

O mito ‘os filhos unem o casal’

Outra ideia errada, sustenta a psicoterapeuta. Poucas ‘coisas’ surtem um efeito de desgaste tão grande entre o casal como ter em casa um bebé, que requer cuidados e atenção constante, geralmente da mãe. “A maioria dos casais com filhos separa-se nos primeiros três anos de vida da criança. Se conseguirem manter-se juntos durante esse tempo, têm mais probabilidade de se aguentar nos próximos 15”, afirma Esther. “No passado, o facto das mulheres serem mães não era razão de frustração para o homem, que podia sempre recorrer ao bordel. Mas, agora, os homens ficam em casa e dizem ‘eu quero a minha mulher de volta’. Então, ela responde: ‘Já tenho dois filhos, não preciso de um terceiro.’”

Os filhos crescem e tornam-se, gradualmente, mais independentes. Mas, entretanto, os pais constituíram uma espécie de sociedade, a ‘Paternidade Lda.’, onde a comunicação entre marido e mulher se faz exclusivamente para resolver problemas, organizar tarefas, definir estratégias educativas, pagar contas, transmitir recados como ‘passa pelo supermercado’ ou ‘vai buscar o Joãozinho à escola’. “É como se o casamento fosse uma pequena empresa, que é preciso gerir com eficácia”, observa Perel.

Nos tempos livres, toda a energia criativa do casal é direccionada para os filhos. As crianças, diz Perel, nunca foram tão reis da casa e da família como hoje. “Vejo jovens mães e pais que, todas as semanas, procuram coisas novas para fazer com os filhos. As crianças têm direito a imaginação, brincadeira, novidade, mistério. Mas com o parceiro é sempre a mesma coisa. Quando chegamos a casa, o filho tem direito aos abraços prolongados e a toda a atenção. Mas os adultos sobrevivem a uma dieta de beijos rápidos entre si. A energia erótica está viva e de boa saúde… mas foi canalizada para a criança! Se queremos que o casamento sobreviva, temos de direccionar alguma dessa energia para a nossa relação. Caso contrário, estaremos a recrutar os nossos filhos para nos darem aquilo que deveriam ser os adultos a dar.”

Crie um espaço erótico

“Não falamos de um espaço para ter sexo, mas de um espaço de prazer, em que nós e os nossos parceiros possamos estar, sem ser como Pai e Mãe, Marido e Mulher, ou Cidadãos Cumpridores e Pagadores de Impostos. Apenas como indivíduos que gostam de estar um com o outro, e em que o sexo pode acontecer”, explica Esther Perel. “Há um conselho que dou a casais com filhos pequenos que revela ser bastante útil. Um deles vai ser cuidador da criança, a tempo inteiro, nos primeiros tempos de vida: o seu sentido de tempo e de identidade pessoal funde-se com o da criança. Mas o outro parceiro tem de ser o salvador, trazê-lo de volta à relação e dizer-lhe ‘agora é tempo de estarmos juntos’. Se o casal não conseguir fazer isto, acaba-se a família. E isso não vai ser bom para a criança.”

Aqui entra a parte do planeamento: marque na sua agenda uma noite que seja só sua e dele, inviolável e inadiável. Feche a porta do quarto e torne claro aos seus filhos, com o tempo, que os pais têm direito a privacidade e que não querem ser interrompidos quando estiverem a namorar. Há apenas uma regra a observar para esta terapeuta: evitar qualquer assunto relacionado com os afazeres da Paternidade Lda. “O que interessa saírem uma vez por semana se vão falar nos filhos o tempo todo?!”

"Feticídio feminino" preocupa asiáticos

Nas escolas, também se começa a notar o
desiquilíbrio entre os sexos.


A interrupção seletiva de gravidezes de que iriam resultar raparigas leva a um grave desequilíbrio entre sexos em países como a China e a Índia.

No espaço de uma semana, no passado mês de abril, duas bebés do sexo feminino foram encontradas abandonas na cidade indiana de Gurgaon, revelou o "Hindustan Times". Uma foi encontrada debaixo de uma árvore, a outra numa lixeira. O jornal indica que é um reflexo de que as sociedades asiáticas continuam a preferir que nasçam rapazes. 

"É um problema sério", disse ao jornal indiano Charu Walikhanna, da Comissão Nacional para as Mulheres, que está a preparar uma campanha de sensibilização "para a importância do bem-estar infantil".

A preferência por descendência masculina reflete-se de forma impressionante no fenómeno do aborto seletivo, que alguns já designam por "feticídio feminino".

Em países como a Índia e a China, é comum casais decidirem interromper gravidezes quando sabem que vão ter raparigas. Os números são claros: em Gurgaon, segundo o recenseamento de 2011, há 117 homens por cada 100 mulheres, o que representa um desvio da tendência natural.

O normal, à escala mundial, é que nasçam 105 homens por cada 100 mulheres. Com o tempo, os sexos equilibram-se, pois os homens morrem mais. Tanto assim é que, em idades mais avançadas, acaba por haver mais mulheres do que homens. Ora, não é isso que se passa na Índia e na China, por exemplo, onde as proporções são de 112 e 113 homens por 100 mulheres, respetivamente.

O aborto seletivo é conhecido há muito, tendo sido documentado por publicações tão credíveis como a revista médica "The Lancet". Jornais como o "Times of India" já incluem "feticídio" na lista de assuntos a pesquisar no seu sítio. Os especialistas indicam causas culturais (sexismo inerente à sociedade que leva os pais a preferirem rapazes), tecnológicas (é cada vez mais fácil saber o sexo do bebé em fases iniciais da gestação) e políticas (política do filho único na China, que penaliza quem tem mais do que uma criança).

Dez milhões de mulheres a menos 

Cientes de que o aborto seletivo de raparigas é uma realidade, os Estados onde ele ocorre - Vietname e Paquistão são outros dois exemplos - começam a legislar contra essas interrupções determinadas pelo sexo.

As estatísticas oficiais chinesas mostram que os rácios melhoraram desde 2004, altura em que a província de Jiangxi atingiu o recorde de 137 homens por 100 mulheres.

Na Índia não há indícios de melhoria. A situação agrava-se nas famílias em que já há uma filha. Nessas, nascem 133 rapazes por cada 100 raparigas. Nos casais que já têm duas filhas, o valor sobe para 139 por 100. O que significa que, neste pais, nascem menos 500 mil meninas por ano do que seria normal, segundo um estudo divulgado pela "The Lancet". Dez milhões de mulheres a menos no período de 20 aos abrangido por esta investigação (1985-2005).

O problema não está circunscrito à Ásia. No passado mês de maio um estudo canadiano revelou que existem desproporções entre os sexos em comunidades do sul e sudeste asiático na província de Ontário. 

Outro trabalho de 2007 indica que as comunidades indianas de locais como Inglaterra ou o País de Gales também apresentam uma desproporção entre os sexos, sempre a favor do masculino. O mesmo sucede em países europeus como a Albânia, a Arménia, o Azerbaijão (112 homens por 100 mulheres) e a Geórgia (111 por 100).
Pedro Cordeiro - Expresso

Veja os alimentos que aumentam o apetite sexual

Sorvete tem altos níveis de cálcio e fósforo, que constroem as reservas de energia e aceleram a libido.






Casais estão mais propensos a ter sexo às 23h do sábado, de acordo com uma nova pesquisa. As informações foram publicadas no The Sun.

Mais de mil mulheres responderam questionários sobre seus hábitos mais íntimos para a revista Women’s Health e 42% disseram que a falta de horários e o trabalho agitado impedem que elas façam sexo suficiente. Mas, se você precisar de uma ajudinha para ficar de bom humor, tente estes alimentos bons para a libido.

Ostras: uma equipe de pesquisadores americanos e italianos descobriu que elas são ricas em aminoácidos que provocam o aumento dos níveis de hormônios sexuais.

Aipo: é rico em feromônios que podem ajudar a atrair o sexo oposto. Um estudo recente descobriu que aqueles que mastigaram aipo se sentiam mais excitados em situações sociais do que aqueles que não mastigaram.

Canela: pesquisadores disseram que o aroma da canela é bom para o sexo. Ele aumenta o fluxo sanguíneo dos homens.

Sorvete de baunilha: tem altos níveis de cálcio e fósforo, que constroem as reservas de energia e aceleram a libido. O cálcio também pode gerar orgasmos mais potentes. Os músculos que controlam a ejaculação necessitam de cálcio.

Carne: rica em dopamina e norepinefrina, duas substâncias químicas cerebrais que aumentam a sensibilidade durante o sexo.

Mel: adoçante natural que ajuda o corpo a utilizar o estrogênio e aumenta os níveis de testosterona.

Dia Internacional da Prostituta: entre discriminação e marketing

Na Alemanha, situação geral das profissionais melhorou nos últimos dez anos, com nova legislação. Mas principais vítimas de exploração vêm do Leste Europeu. E internet traz novos perigos.

Laura, de Wuppertal, é loura, de 30 e poucos anos. Num portal online, ela atrai clientes com seu "alto nível e erotismo sem fronteiras", e admite "interesses financeiros". É pouco provável que a cor do cabelo seja verdadeira a idade, talvez. Mas ela oferece "girlfriend sex" pseudoíntimo. Em média, seu perfil alcança 18 mil cliques por ano, e paralelamente ela faz publicidade para seu serviço de acompanhantes, em seu site particular.

O Dia Internacional da Prostituta, comemorado neste sábado (02/06), também se dirige a call girls como Laura. Sua meta é tornar publicamente visíveis as profissionais do sexo, mas em especial chamar a atenção para a discriminação que sofrem e para suas más condições de vida e de trabalho mesmo na Alemanha, onde há exatamente dez anos a Lei da Prostituição garante direitos mínimos, como serviços sociais e cuidados de saúde básicos.

Desinformação

"Em especial as mulheres dos novos países-membros da União Europeia [no leste do continente] trabalham aqui sob as piores condições", relata a jornalista Chantal Louis. Ela escreve regularmente sobre prostituição forçada para a revista de política feminina Emma. "Não adianta nem falar de seguro-desemprego com elas, muitas são analfabetas. Os benefícios jurídicos passam longe delas."

Também Sybille Schreiber, encarregada de assuntos ligados à prostituição forçada e tráfico humano da ONG Terre des Femmes, constata: "A maioria das prostitutas não tem nem ao menos plano de saúde", por não conhecerem seus direitos.

Cerca de 80% das profissionais do sexo em atividade na Alemanha são imigrantes na Áustria a cifra chega a 90% , a maioria do Leste Europeu e de nações africanas. Com cerca de 20%, cada uma, a Bulgária e a Romênia encabeçam uma estatística baseada em estimativas científicas.

Dados oficiais não existem. Como na Alemanha prostituir-se não é contravenção, as mulheres não são cadastradas. As estatísticas policiais, contudo, registraram em 2011 mais de 600 casos de tráfico humano para fins de exploração sexual.

Comercialização pela internet

A ativista dos direitos da mulher Sybille Schreiber afirma que nos últimos anos a internet "transformou todo o mercado da pornografia e prostituição". Por um lado, está cada vez mais fácil para os homens entrar em contato com mulheres jovens. Por outro lado, as ofertas de ajuda alcançam com dificuldade as mulheres que se encontram no exterior. Elas são difíceis de encontrar, costumam prostituir-se em diversos países, antes de retornar às famílias com o dinheiro ganho.

A internet facilita tanto para as mulheres como para os traficantes sondar o mercado nos países vizinhos e fazer publicidade própria. Em sites especializados, as mulheres leiloam a si mesmas ou são leiloadas. "Em si, a linguagem nesses portais já é tão desumana, que nós as denunciamos frequentemente ao Departamento Federal de Investigações da Alemanha", comenta a assistente social Astrid Gabb, do centro de aconselhamento Madonna, na cidade de Bochum.

"As jovens curiosas se informam sobre as possibilidades de renda através da prostituição no exterior", diz Mara Dijeva, da associação Agisra, em Colônia. Ela presta aconselhamento a imigrantes que se tornaram vítimas do comércio sexual forçado. "As menores de idade também utilizam espaços de bate-papo impossíveis de controlar, e lá caem nas mãos de homens que seria melhor não terem conhecido."



"Loverboys" na rede

Um fenômeno que não é novo, mas que assumiu novas formas e dimensões, são os "loverboys": homens que constrangem as vítimas à prostituição empregando chantagem emocional. Através da internet, eles têm acesso fácil a grupos afins de jovens de ambos os sexos, e frequentemente menores de idade.

Mas os criminosos também travam contato através de redes sociais como o Facebook, supostamente partilham, em longos e-mails, todos os desejos, sonhos e interesses, escrevem sobre um futuro comum, durante um período relativamente longo. Até que a dependência psíquica fica forte o suficiente e há trocas de segredos.

A partir do primeiro encontro, as meninas são pressionadas com as informações que procuram ocultar de seus pais e amigos. "Num dos casos, o homem violentou a moça no primeiro encontro e filmou o ato. Com esse vídeo, ele mais tarde a chantageou e forçou à prostituição", relata Schreiber, da Terre des Femmes.

A assistente social Gabb alerta: um dos perigos da rede é que as vítimas não têm ideia de quem encontrarão mais tarde. "No bordel, elas pelo menos veem o homem, pois ele tem que fazer contato diretamente."

Autor: Johanna Schmeller (av)
Revisão: Carlos Albuquerque

Exercitar períneo melhora o sexo

Famosos por melhorarem o orgasmo das mulheres, os exercícios para o períneo — músculo que sustenta os órgãos sexuais — também podem aumentar o prazer masculino. A ginástica é simples e promete apimentar a vida entre quatro paredes, segundo os especialistas. Na mulher, o períneo começa na parte de baixo da vulva e se estende até o ânus. No homem, localiza-se entre o saco escrotal e o ânus.

— Para a mulher, os exercícios aumentam o contato da vagina com o pênis, dando mais prazer. Já para os homens, um períneo forte melhora a qualidade da ereção e permite um maior controle da ejaculação — explica a fisioterapeuta especializada em uroginecologia Mônica Lopes, da clínica Salutaire.

Apesar dos benefícios para os rapazes, muitos ainda têm preconceito com a "musculação do sexo", conta Mônica.

— Quando questiono um homem, o semblante costuma ser de espanto. Eles ainda pensam que períneo é coisa de mulher — afirma.

Avaliação física

Antes de começar a praticar os exercícios, entretanto, é importante procurar uma avaliação do períneo. A frequência dos exercícios também deve ser controlada: no máximo duas vezes ao dia. Como qualquer outro músculo, ele também pode entrar em exaustão.

A "musculação do sexo" mudou a vida de Yvete Soares, de 42 anos, e de seu marido. Eles conheceram a técnica logo depois do nascimento do primeiro filho.

— A diferença no sexo é enorme. Recomendo sempre para a amigas — conta.

Benefícios para a saúde do casal

Além do melhor desempenho na hora do sexo, os exercícios de períneo trazem benefícios para a saúde urológica do casal.

— O fortalecimento desse músculo evita ou até mesmo pode tratar problemas como queda de bexiga e incontinência urinária — afirma a fisioterapeuta Mônica Lopes.

Nas mulheres, o assoalho pélvico é ainda mais frágil. Principalmente após o parto, ele pode ficar flácido, o que interfere na qualidade da vida sexual. A flacidez, entretanto, também está relacionada a problemas de saúde. O ideal é que elas comecem a trabalhar o períneo logo no início da vida sexual.

— No caso das mulheres, a prática pode prevenir o vaginismo (tensão exagerada da musculatura da vagina, que pode até impedir o sexo) e a vulvodínia (ardência crônica na vulva) — orienta a especialista em uroginecologia.

A maior procura nos consultórios, entretanto, é de mulheres na menopausa. O motivo, conta Mônica, é a diminuição de alguns hormônios, o que torna mais difícil chegar ao orgasmo.

Saiba o que fazer

NÍVEL 1

Deitado de barriga para cima, coloque as mãos sobre o abdômem. Contraia os músculos do períneo como se quisesse mexer o pênis. Para as mulheres, a contração é parecida

com o movimento de prender a urina. Relaxe por três segundos e faça de novo. Repita dez vezes.

NÍVEL 2

Sentado em uma cadeira, com os pés apoiados no chão em ângulo de 90º, incline o tronco um pouco para a frente. Faça uma contração forte com o períneo, sem mexer os músculos do abdômem. Mantenha por quanto tempo for possível e relaxe. Faça o exercício duas vezes ao dia.

NÍVEL 3

Em pé, o homem ou a mulher devem colocar as mãos sobre o abdômem, na região das costelas, e contrair o períneo em direção ao osso da bacia. Podem ser feitas as contrações rápidas, com intervalo de três segundos, ou as demoradas que, neste caso, podem ser de até 20 segundos. Mas cuidado: misturar as duas séries pode causar fadiga muscular.

Confira respostas para 6 dúvidas femininas sobre sexo

Dúvidas sobre sexo sempre aparecem. Podem estar relacionadas a orgasmo, dor durante o ato sexual, queda da libido... Confira abaixo respostas de profissionais a seis perguntas femininas comuns, listadas pelo site da revista americana Shape:

“Fiz sexo inseguro e estou com medo de ter contraído uma doença sexualmente transmissível"
Infelizmente, infecções não são detectáveis ​​em seu corpo imediatamente. Terá de esperar por uma semana para ir ao médico e solicitar exames que identificam clamídia e gonorreia, segundo a ginecologista Carol Livoti, fora os três a sete dias para obter os resultados. Esses problemas podem ser combatidos com antibióticos, mas deixá-los de lado pode levar a danos, como infertilidade. Também é necessário marcar uma consulta de acompanhamento para três meses depois, quando se pode constatar a presença de hepatite, sífilis e HIV. Se não lança mão de pílula ou DIU, deve tomar pílula do dia seguinte até 72 horas após a relação sexual para evitar uma gravidez indesejada. E não se esqueça mais do preservativo. 

“Tenho 30 anos e sou virgem”
Apesar de fazer parte da minoria, não há nada de errado com a espera, especialmente se tiver ligação com questões religiosas ou porque está à procura de alguém que ame, segundo Tammy Nelson, autora de Getting the Sex You Want (em tradução livre, Consiga o Sexo que Quer). No entanto, se gostaria de ser sexualmente ativa e algo a impede e a deixa ansiosa, aposte em uma terapia. “Pode ser medo de intimidade, baixa autoestima ou problemas de infância”, listou Tammy.

“Não estou tão interessada em sexo como meu namorado”
“É normal que uma pessoa em um relacionamento queira mais sexo do que a outra, às vezes”, disse Tammy Nelson. E o desejo da mulher é mais ligado a desequilíbrios emocionais, como estresse no trabalho e questões pessoais. Ter uma baixa na libido em um determinado momento é normal, mas se o desejo sexual desapareceu há meses, pode ter alguma causa física. Muitos medicamentos, como antidepressivos, pílulas anticoncepcionais e anti-histamínicos podem ter esse tipo de efeito colateral. É possível pedir ao médico que mude o remédio. Deve-se ficar atento ainda aos níveis hormonais. Saiba que exercícios e dieta equilibrada melhoram a imagem corporal e aumentam a energia.

“Sinto dor durante a relação sexual”
A questão é mais comum do que se imagina. Até 60% das mulheres já sentiram dor durante a relação sexual, segundo um estudo divulgado na publicação Obstetrics & Gynecology. Na maioria dos casos, a causa é a lubrificação, como informou a ginecologista Carol Livoti. As pílulas anticoncepcionais, anti-histamínicos e outros medicamentos podem levar ao problema. Portanto, lance mão de lubrificante à base de água. Se o desconforto persistir, procure um médico. Entre as possibilidades estão infecção pélvica ou do trato urinário e cisto no ovário.

“Não gosto de sexo oral”
Há duas razões típicas para as mulheres não gostarem de receber sexo oral, segundo a educadora sexual Amy Levine: o companheiro não é hábil ou fica com receio sobre o cheiro e o gosto da vagina. No primeiro caso, basta guiá-lo dizendo como gosta que faça. Para a segunda questão, invista em um banho antes do sexo.

“Nunca tive um orgasmo”
Essa é a situação de 10% das mulheres, de acordo com a psicóloga Rachel Needle. “Quanto mais se força, mais difícil é se concentrar e chegar ao clímax”, disse. Conhecer o seu corpo é fundamental e a masturbação é a melhor maneira para isso. Ao descobrir como se dar prazer, basta guiar o parceiro. Saiba que nem sempre a penetração leva ao orgasmo.

Traição aumenta probabilidades de morrer durante sexo


Um estudo feito na Universidade de Florença, em Itália, deve servir de alerta para os homens que «pulam a cerca» de vez em quando. 

A hipótese de morrer durante o sexo ou logo após o sexo é maior entre os homens que traem as suas parceiras fixas. Os cientistas avaliaram estudos anteriores feitos sobre as mortes súbitas no coito produzidos até 2011.

Apesar de o índice de infidelidade admitido pelos entrevistados variar muito de estudo para estudo (indo de 15% a 50% ao longo da vida), houve uma relação entre infidelidade e maior taxa de morte súbita ligada ao sexo. As razões para isso não estão elucidadas, mas especula-se que sentimentos como culpa, stress do sigilo e maior consumo de álcool tenham influência nisso.