Site lista 7 dicas para driblar o cansaço e aumentar a libido


Depois de um longo dia de trabalho e acúmulo de problemas rotineiros, algumas mulheres se sentem desestimuladas para o sexo ao chegar em casa. Claro, há noites em que tudo o que você quer é apenas deitar e dormir hora seguidas, mas quando isso vira hábito o relacionamento pode esfriar. Por isso, para driblar o cansaço e aumentar o desejo sexual, o siteHealth.com listou sete dicas. Confira a seguir e aproveite a noite com ele.

Dê abraços longos
Sabe aqueles abraços de até três segundos? Prolongue-os. De acordo com um estudo, um abraço com mais de 20 segundos aumenta os níveis de hormônios ligados à sensualidade. “Abraçar proporciona sentimentos de profundo apego, o que muitas vezes leva ao desejo sexual”, explica a pesquisadora Helen Fisher.

Mantenha seu coração acelerado
Seja com corrida ou musculação, fazer exercícios aumenta sua confiança com a silhueta e, consequentemente, o desejo sexual. Se tiver preguiça, faça uma caminhada para intensificar o fluxo de sangue no corpo. "Mulheres que se exercitam têm maior autoestima sexual", afirma a pesquisadora Tina M. Penhollow.

Aguce seus sentidos
Concentre-se em tudo o que vê, sente e ouve. Mulheres sensitivas têm mais satisfação sexual, segundo um estudo do jornal Sexual Medicine. Para adquirir este hábito, escolha uma refeição do dia e observe a textura, o aroma e o sabor com atenção. Dessa forma, você será capaz de captar melhor as sensações.

Mude o tom da conversa
Tudo bem que vocês precisam dividir algumas angústias, mas conversar apenas sobre trabalho e problemas familiares afasta os desejos sexuais. Por isso, divida seus pensamentos picantes e relembre noites marcantes. De acordo com a especialista em relacionamento Yvonne K. Fulbright, ele ficará mais apaixonado ao ouvir frases como: “lembra quando fizemos isso na cozinha?".

Olhe uma foto dele
Segundo um estudo da Universidade de Rutgers, exames de ressonância magnética mostraram que quando uma pessoa olha para foto de outra por 30 segundos, há uma atividade do cérebro que aumenta o desejo sexual. Por isso, olhe uma foto dele no caminho do trabalho. Os sentimentos gerados nos 30 segundos irão se prolongar até você chegar em casa.

Redescubra seu lado sexy
Você já tentou acender velas e colocar uma música sexy, mas mesmo assim, depois de um longo dia de trabalho, é difícil entrar no clima. "As mulheres fazem malabarismos, tanto que podem colocar sua sexualidade em segundo plano e perder a conexão com o lado sensual", diz Marianne Brandon, autora do livro Recuperação do Desejo. A dica é não desistir e sempre tentar novas táticas para descobrir a mulher sexy que há em você.

Não aposte em lingeries sexys
Claro, se você se sentir atraente dessa forma, siga em frente. Mas algumas mulheres usam peças sensuais apenas para agradar o parceiro. O segredo é usar roupas que aumentem sua autoestima e libido. “Use o que faz você se sentir sensual, não o que seu parceiro pensa que é quente. A sensualidade faz parte de quem você é”, explica Marianne Brandon.

Amor e sexo

Regina Navarro Lins, escritora e jornalista
Uma das mais respeitadas psicanalistas e sexólogas do Brasil, Regina Navarro Lins, escritora e jornalista, está deixando os conservadores de cabelo em pé. Entre suas colocações está a de que o relacionamento extraconjugal não pode ser visto como uma traição, recusando-se a empregar o termo infidelidade quando fala sobre o assunto: “As pessoas precisam se sentir bem quando estão sozinhas, parar de achar que está faltando um pedaço. É como se o parceiro tivesse o papel de suprir suas necessidades”. Na sua concepção, o que leva à separação é o fato de o casal começar a fazer concessões até que as frustrações aumentam e fica insuportável estar junto. Ou seja, é preciso mudar a mentalidade até na educação dos filhos.

Regina indaga por que as pessoas não têm tempo para nada, como administrar dois relacionamentos: “Os padrões de comportamento estão mudando, as pessoas estão percebendo que não é preciso ficar 24 horas grudadas. Elas podem abrir um espaço e encontrarem-se uma ou duas vezes na semana. Mas criar modelos é que está errado, todo mundo fica meio parecido, as singularidades dançam. Como o amor é romântico, povoa as mentalidades há muito tempo - é a maior propaganda do Ocidente - todo mundo acha que tem que achar a sua metade e isso gera sofrimento”.

Para ela, esse comportamento teria que ser aprendido na infância, como os orientais, que estão melhores do que os brasileiros nesse aspecto porque desenvolveram a capacidade de estar sozinhos, meditando: “As pessoas costumam até responder que estão bem, mas ficar sozinha é como se fosse um empecilho para ser feliz. Essa mentalidade tem de ser mudada, a pessoa não pode se sentir diminuída por conta disso. Em caso de precisar de amor, os amigos podem tirar essa ideia de que é preciso um alguém ao seu lado”.

A pergunta mais recorrente é se sexo e casamento são incompatíveis: “Os padrões de comportamento estão mudando e as pessoas ficam um pouco assustadas porque não há modelos em que se apoiar. É assim que elas têm chance de descobrir a forma como querem viver, sem copiar ninguém. Sexo e casamento só geram sofrimento no modelo de casamento que está aí, mas, daqui a alguns anos, as pessoas irão optar por um outro caminho, que pode não ser o de uma vida a dois, simplesmente não existirão leis. A falta de sexo no casamento é um problema sério, porque as pessoas precisam de sexo. À medida em que vão aumentando o carinho e a solidariedade, o desejo diminui. Muitas mulheres adoram o marido, mas não querem mais fazer sexo, e a outra parte sofre muito quando um dos dois não quer. Sente-se rejeitada.

Algumas regras precisam ser mudadas, começando pela exigência de exclusividade sexual, porque, mesmo sem verbalizar, já está explícito que quem se casa deve exclusividade sexual ao parceiro. Mas as pessoas precisam entender que amor e sexo são distintos, inclusive que amar não significa ser só um. Regina acrescenta: “Os casamentos encurtaram depois que o amor entrou na história. Durante muitos séculos, as uniões duravam porque não existia expectativa de romance ou de prazer sexual. Ninguém se decepcionava, ou seja, o marido tinha de prover e respeitar, ao mesmo tempo em que a esposa tinha que ser dona de casa e boa mãe. Mas no momento em que se passou a procurar realização afetiva e prazer, o casamento melou”.

Sob o impacto da AIDS, Regina deixa bem claro que, em toda a história da humanidade, o sexo só foi livre no período da pílula, ressaltando que prevalece uma negação da doença: “Todo mundo sabe que ela é contagiosa e fatal, mas, no entanto, milhares de mulheres aceitam transar sem camisinha. Mesmo que elas exijam camisinhas, depois de um mês de namoro, já liberam. Mas não foi só a AIDS que travou a liberdade sexual. Houve, sim, um movimento de repressão do sexo. Mas um dos problemas da AIDS, hoje, são os maridos que têm relações bissexuais e contaminam suas esposas, mas a culpa não é da bissexualidade, e sim da monogamia hipócrita que faz o homem não usar camisinha com a mulher em casa”.
Apesar de tudo, as mulheres se queixam da solidão e Regina explica: “Eu montei um grupo de trabalho com 10 pessoas que se sentiam sozinhas, e dessas, oito eram casadas, uma solteira e outra viúva. As pessoas adoram afirmar que antigamente era melhor. Não era! Hoje o idoso tem muito o que fazer, ou seja, ter ou não um parceiro não tem nada a ver com a solidão.

Afinal, como desvincular a realização afetiva e prazer sexual? “Durante muitos séculos, mulheres não encontravam a satisfação sexual dentro do casamento. Homens casavam para ter uma esposa e filhos e perdiam os bordéis, enquanto as mulheres consideravam o sexo uma obrigação”. Se hoje o homem não espera a mulher estar excitada e não se preocupa com ela na relação, imagina como era há algum tempo. Mas as coisas mudaram e mesmo que exista relação afetiva com prazer sexual, não se prolonga. Todo mundo se separa porque existe amor no casamento e antes era só um contrato, mas é possível se casar para ter prazer na companhia um do outro, sem desejo. É um peso muito grande para a pessoa satisfazer o outro em todos os aspectos.

Uma das soluções, sem dúvida nenhuma, para a psicanalista, é morar separado. E Regina esclarece: “Morando junto ou separado, se não houver respeito ao espaço do outro, não funcionará. Cada um tem o direito de fazer da sua vida o que quiser, e inclusive há quem more separado e ainda assim controle a vida do outro por telefone. O fato de ser obrigado a dormir com a pessoa todo dia é uma boa ideia e pode ajudar um pouco, mas, ainda assim, tem que haver respeito à liberdade do próximo. Não é uma solução, mas pode ser um facilitador”.

Quanto ao amor romântico ela afirma que funciona por um tempo, mas se é calcado na idealização, deixa de dar certo. Mas se o casal não tiver muito contato, funcionará bem. Mas é no dia a dia que se conhece a pessoa com quem se está relacionando de fato. “As pessoas precisam se sentir bem sozinhas, parar de achar que está faltando um pedaço. Quando a pessoa encontra outra, o casamento cria simbiose e elas ficam dependentes. É como se o parceiro tivesse o papel de suprir suas necessidades, e aí começam a fazer as concessões, até que as frustrações irão aumentando ficando insuportável estar junto”.

Concluindo, a maioria das pessoas sabe que tem de mudar, e que ninguém é condenado por não querer vestir a mesma roupa todo dia.

Confira sete regras para o sexo casual mais seguro

Mesmo com toda a liberdade sexual conquistada pela mulher moderna, a ala feminina ainda treme quando o assunto é o sexo casual, daqueles sem compromisso. Ir para a cama com alguém que você não conhece, não sabe o que pensa ou como se comporta envolve coragem e discernimento. Coragem, sobretudo, para se colocar em uma situação até mesmo de risco. "Analise bem se vale a pena e busque discernimento para tentar, naquele pouco tempo do encontro, estudar sua paquera atentamente buscando elementos que possam deixá-la mais à vontade com o que deseja fazer", explica a sexóloga Regina Racco. 

"Para sentir-se mais segura, tenha uma amiga ou amigos por perto e apresente-o para eles. Dessa forma, o cara saberá que outras pessoas estão em sua companhia e isso garante certa proteção", recomenda a sexóloga. Segundo Regina Racco, a mulher tem tanto direito quanto o homem de desejar um encontro leve, gostoso e sem compromisso algum, mas deve tomar cuidado para extrair desse encontro apenas prazer. 

Se você pretende apostar no sexo sem compromisso, confira algumas regras básicas elaboradas pela sexóloga Regina Racco para tornar mais segura a prática desse tipo de relação. 

Abordagem 

Partindo do ponto de que vocês já foram apresentados e estão conversando, a abordagem vai ocorrer naturalmente Basta perceber como ele se comporta em relação a você. Se há interesse por parte dele. Dê alguns empurrãozinhos no papo (demonstrando interesse) e certamente ele fará o convite. 

Casa ou motel? 

Sem dúvida o motel é a opção mais segura. Lembre-se que você não o conhece o suficiente para colocá-lo dentro de sua casa. Esse local deve ficar reservado para o caso de rolarem novos encontros, para quando vocês tiverem mais intimidade e confiança. 

Dormir juntinho ou dar o fora? 

Essa é sua opção. Gostou? Está confortável na situação? Fique! Não foi legal? Pegue seu saltinho e saia discretamente. Se preferir, e para não ficar indelicado, pode deixar um bilhete do tipo 'precisei sair, falamos depois', e deixe o telefone. Se ele ligar pedindo explicações, seja sincera. Se não ligar, caso encerrado. 

Não revele detalhes da sua vida 

Se a conversa for rolando depois da transa, não revele detalhes íntimos de sua vida. Fale apenas de fatos superficiais para alimentar o papo e tente fazê-lo falar escutando com atenção. Quem sabe esse primeiro momento pode se tornar algo mais sério? Mas não coloque expectativa: apenas deixe acontecer naturalmente, preservando-se, claro. Não se esqueça disso: o sexo pode ter sido bom, mas vocês dois continuam estranhos. 

Vale tudo ou há limites? 

No sexo casual valem os seus limites. Afinal, você desejou essa experiência, portanto, mantenha as rédeas e somente permita o que lhe traga prazer e não tenha medo de dizer não ou encerrar o encontro na hora que desejar. 

O dia seguinte 

A eterna dúvida depois de uma noite de sexo casual é: ligo para ele ou não? Se gostou e foi agradável para os dois, não tem nada demais ligar, afinal, ambos sabem que quiseram o encontro. E, embora fazendo todo o charminho que toda mulher faz, você sabe que conduziu a situação, portanto, pode ligar, se é isso que deseja. 

Riscos de uma paixão 

Você pode estar encantada e os riscos são inevitáveis. Você ligará para ele e ele poderá não ligar de volta. Paciência! Não esqueça que aquele momento, para ambos, não passou de sexo casual e casual não é compromisso. Mas, quem sabe ele também não se encante e vocês possam continuar seguindo para algo mais sério? Viver envolve riscos e com o sexo acontece a mesma coisa. (Fonte: Tempo de Mulher)

Um estudo afirma que 12% das mães americanas estão ao telemóvel enquanto fazem sexo.


Um estudo afirma que 12% das mães americanas estão ao telemóvel enquanto fazem sexo.

Há uma nova definição de menage à trois: eu, tu, e o telemóvel. Ao que parece, fazer amor só por si já não é nada de excitante por aí além, e portanto vamos mas é ligar a alguém: a sondagem 'Millennial Moms', da Meredith Parents Network, descobriu que 12% das mães entre 18 e 35 anos são obcecadas com telemóveis e computadores, e não aguentam muito tempo sem estarem ligadas a um ecran.

A sondagem não respondeu a algumas questões importantes como por exemplo, o que fazem ao certo as mulheres com o telemóvel: ligam a alguém, tiram fotografias, navegam na net, estão no Facebook, ou outros.

21% das mulheres que responderam à sondagem afirmaram ainda usar o telemóvel na casa de banho.

Segundo a sondagem, as mães mais novas são 'omnívoras de media', o que significa que usam todos os meios ao seu alcance em qualquer sitio e a qualquer hora. 8 em 10 também afirmavam usar o Facebook (embora não especificassem em que alturas) mas 72% sentiam-se confusas com os novos formatos e detestavam que lhes entupissem os murais com mensagens e publicidade.

A sondagem causou polémica nos Estados Unidos: há quem defenda que usar telemóvel durante o sexo se trata de 'multi-tasking', há quem diga que é pura e simplesmente falta de educação e de respeito para com o companheiro.

De qualquer maneira, a sondagem confirma os resultados já obtidos por um estudo da cellphones.org. Este defende que 15% dos americanos de ambos os sexos já interromperam o ato sexual para atenderem o telemóvel.

Sexo seguro (com camisinha) parece ser um sinônimo perfeito para algo ruim


Sexo seguro (com camisinha) parece ser um sinônimo perfeito para algo ruim, como aponta pesquisa do Instituto Guttmacher, que mostra que 25% dos homens e mulheres entrevistadas nos Estados Unidos consideram sexo com camisinha chato.

No Brasil, não é diferente. Segundo estudo do Ministério da Saúde, o brasileiro passou a fazer mais sexo casual (sem relacionamento fixo) entre 2004 e 2008, mas fez menos uso do preservativo. Apenas 46,5% dos brasileiros utilizavam camisinha.

Mas ainda existe esperança. Pesquisa recente da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, revela que o prazer sexual obtido com o uso da camisinha masculina depende de vários fatores, como, por exemplo, do conforto do(a) parceiro(a), o que depende, inclusive, do tamanho adequado da camisinha.

Por isso, tudo que você tem que fazer é escolher a camisinha certa para você, testar o que lhe faz melhor, e ter confiança.

“A ideia de que usar camisinha diminui a sensitividade ou a diversão do sexo é completamente errada”, afirma a médica Devon Hensel, autora do estudo norte-americano. Mesmo assim, atitudes contra o uso da camisinha ainda são amplamente vistas.

Melhora no sexo seguro

Hensel coletou dados de mais de 1.500 homens e dedicou especial atenção aos relatos diários de suas atividades sexuais.

Em 85% das relações sexuais, os pacientes utilizaram camisinha. Entre esses casos, os homens mais velhos reportaram experiências mais prazerosas.

De acordo com o estudo de Hensel, quanto maior a estimulação oral e manual, maior a satisfação. Fica a dica.

Música para sexo


Se nossa vida merece uma trilha sonora o que dirá o momento em que nos esquecemos de todos os problemas, relaxamos e temos alguns segundos no paraíso? A pequena morte, como dizem os franceses, merece uma música a altura.

Comecei a pensar nisso depois de encontrar uma "fuck playlist" em um computador emprestado — e é claro que fui ver quais músicas apareciam ali —, depois lembrei de um amigo antigo que carregava no carro um CD com o mesmo nome. E por fim lembrei de um filme que fala sobre o assunto.

Cada tipo de sexo merece uma música diferente e faz com que a gente tenha uma sensação, uma lembrança e aquela música fique marcada pra sempre. Escolhi, com a ajuda de amigos, algumas canções para acompanhar um dos momentos mais gostosos do dia.

Sex and Violence
Sexo selvagem, suor, música alta, corpos enlouquecidos. É a isso que essa música remete. Aquela coisa de primeira vez de um casal que tem tesão pelo outro há séculos. Muita pegada forte, puxão de cabelo e unhas arranhando as costas.

Namorinho de portão
A primeira vez tem essa trilha. Ninguém sabe muito bem o que fazer, como fazer, onde tocar e a segurança não é exatamente uma companheira. Mas é doce, é gostoso, cheio de beijos e com uma pessoa que marcará sua vida pra sempre — pelo bem ou pelo mal.

Barry White
Qualquer música dele deixa aquela sensação de sexo culpado. É aquele casinho que você nunca pensou em ter, aquele cara com quem você tomou uns drinks a mais e ele era tão sedutor que quando notou já estava na cama dele. Não importa a letra, se Barry White cantar parabéns a você pode conseguir uma fila de mulheres soltinhas sem que elas tenham essa intenção.

I Touch Myself
Não preciso falar muito, né? O tipo de sexo mais íntimo que você vai poder provar na sua vida: a masturbação. Você apenas com você e seu prazer. Essa versão da música, cantada pela Pink, ainda tem uma performance mega sexy. Pura inspiração.

Sexo de meninas
É quase um espelho. O corpo é igual, você sabe onde e como tocar, e tem toda aquela coisa sensual e delicada que só corpos femininos têm. Essa música dá o tom desse sexo que além de ser doce é cheio de olhares, unhas, carícias, conversas no pé do ouvido e confissões.

Sexo de meninos
Sexo visceral, cheio de desejo, tesão e prazer sendo buscado a cada instante. O sexo entre meninos é aquela coisa física que todo mundo gostaria de conseguir provar, mas sem deixar de lado o envolvimento emocional — que por mais que eles queiram negar, de vez em quando rola. Essa música foi dica de um amigo que entende do assunto!

You sexy thing
Você se sente sexy. A pessoa que está com você te acha extremamente sexy. Você está tão segura que até faria uma dancinha sensual para animar o momento. É isso aí que essa música nos faz sentir, não?

Let's get it on
É o típico sexo de casado. É uma delícia, cheio de cumplicidade, sexy, mas meio silencioso pra não acordar as crianças que estão no quarto ao lado. É todo sussurrado. Mas não deixa nada devendo aos outros tipos.

Para assistir sozinha
O filme "9 Canções" pode ser considerado um pornô feminino, já que tem história, rola sentimento e o sexo não é aquela coisa falsa que chega a nos ofender como nos pornôs comuns.
É a história de um casal que tem meio que uma trilha sonora sexual de acordo com o momento da relação. É lindo, mas as cenas de sexo acontecem o tempo todo. O mais curioso é que nada foi "de mentirinha", os atores transaram de verdade e o sexo é bem explícito.
Entre as fuck songs do filme estão "C'mon, C'mon", do The Von Bondies ; "Movin' On Up", do Primal Scream; "Jacqueline", do Franz Ferdinand; e "Love Burns", do Black Rebel Motorcycle Club.

E pra você, qual a música perfeita pra acompanhar o sexo?

Vício em sexo prejudica relações interpessoais

Que o sexo faz bem à saúde e aumenta a intimidade entre o casal não é nenhuma novidade. Quanto à frequência, ainda que seja diferente entre os pares, também não torna ninguém mais experiente no assunto. Mas então, qual o limite entre o normal e a hipersexualidade, a dependência sexual vista como uma doença entre os especialistas?

Para entender a diferença, o psicoterapeuta sexual e diretor do Instituto Sexual Paulista, Dr. Oswaldo Rodrigues Jr., explica: “O sexo em si não é o problema, e sim deixar de dedicar-se às outras áreas necessárias para manter a saúde geral e psicológica, como o afastamento de contexto familiar, a ausência de vivência religiosa, a diminuição extrema dos contatos sociais, a falta de atividades físicas regulares, e quando o sujeito permite que as atividades sexuais se sobreponham ao trabalho, prejudicando-o”.

A hipersexualidade é baseada na manifestação de uma pessoa na direção do coito mais intenso, permanente, e qualquer hábito relacionado ao sexo, masturbação, fantasias com conteúdo erótico e explícito, pensamento, sonho e dedicação extrema ao assunto caracterizam o dependente. Na grande maioria dos casos, os homens são os que mais procuram ajuda para o problema e assumem transar com um elevado número de parceiras. Em geral, a dependência se intensifica ao longo dos anos, tendo início na fase adulta.

Comumente, este paciente estará exposto a alguns riscos tanto físicos quanto psicológicos. A transmissão das Doenças Sexualmente Transmissíveis, DST`s, é a consequência mais observada entre os portadores, visto que a prevenção e proteção dessas doenças são esquecidas durante o frenético momento em que o sujeito pensa apenas no sexo e em mais nada. O grau de ansiedade e do estresse também aumenta, levando à frustração e ao desejo mais notório do ato.

“A situação doentia envolve sofrimentos e falta de controle sobre seu comportamento. Geralmente a causa da hipersexualidade está relacionada à falta de mecanismos adaptativos com os quais as pessoas se defendem de algumas situações de adversidade na vida, encontrando no sexo excessivo uma maneira de aliviar sua insatisfação”, revela o psicoterapeuta.

Para que os viciados não vejam o sexo como a única fonte de prazer da vida, existe o tratamento baseado na terapia cognitivo-comportamental, que é longo e, geralmente, feito duas vezes por semana nos centros de tratamento, em que o paciente relata suas experiências e a maneira como se sente em relação à doença. Segundo o Dr. Oswaldo Rodrigues Jr. , não há como evitar o surgimento deste comportamento, mas o essencial é que o indivíduo busque ajuda quando perceber que o sexo domina sua vida.

Internet é vilã?

A fácil interação entre os usuários da web permite que pessoas desconhecidas sejam amigas em sites de relacionamento ou programas de conversação instantânea. A busca pelo prazer por meio da internet facilita o hipersexual no sentido de interagir com o maior número de parceiras e procurar uma diferente a cada dia para que seu apetite sexual seja completo. No entanto, o Dr. Oswaldo Rodrigues Jr. salienta que, mesmo antes da tecnologia, a conduta existia. “Muitos já agiam desta maneira há milênios”.

Hipersexualidade no Brasil

Não há um estudo oficial relatando a porcentagem de brasileiros que sofrem com a doença, mas a boa notícia é que o problema tem cura. O viciado não deixará de fazer sexo, mas aprenderá a controlar esse súbito desejo, desenvolvendo outras atividades que tragam novamente o prazer de viver sem que o sexo seja o personagem central de seu mundo. O acompanhemento profissional visa minimizar o drama dos pacientes e traz novas opções para melhorar a qualidade física, mental e social.

Caso Tiger Woods

Talvez o caso mais bombástico sobre hipersexualidade que envolve famosos é o do golfista bilionário Tiger Woods que, em dezembro de 2009, perdeu dezenas de contratos publicitários depois de sua mulher, Elin Nordegren, descobrir uma série de traições do atleta e todos os problemas de sua vida vieram à tona. Na época, Woods chegou a se desculpar publicamente para a família e admitiu ser viciado em sexo. Ele se afastou por um tempo do esporte e se internou em uma clínica para dependentes sexuais. Após o escândalo, a mulher do esportista pediu o divórcio.

Casos como o de Woods demonstram a dimensão que o problema pode levar à vida do dependente, uma vez que as relações familiares, profissionais e sociais são afetadas. Sexo em excesso é doença e deve ser tratado o mais rápido possível, tendo em vista a cura e a retomada de uma rotina saudável tanto para o viciado quanto para os envolvidos.

Lições para deixar o sexo oral ainda mais gostoso

Em uma pesquisa realizada pelo Delas, saber fazer um bom sexo oral ficou entre as cinco atitudes caracteristicas de uma mulher boa de cama . 

Para melhorar a performance neste quesito, ou para se inspirar para uma próxima transa, conversamos com especialistas no assunto e pedimos dicas de como fazer um sexo oral no parceiro ainda mais gostoso. Confira as lições das especialistas abaixo:

Faça com vontade

Não adianta nada fazer sexo oral nele sem estar animada. É preciso fazer com gosto: “Primeiro a mulher tem que querer fazer, tem que estar excitada. Não vale fazer nada só para agradar o parceiro”, explica a personal sex trainer Fátima Moura. A ex-garota de programa e escritora Vanessa de Oliveira aconselha a demonstrar seu desejo com palavras: “Fale o quanto você gosta e sente prazer em fazer sexo oral nele”. 

Não vá direto ao prato principal 
Uma sessão de sexo oral bem feita tem de ser realizada com calma e lentamente. “Antes de ir direto ao pênis, é uma boa ideia beijar o abdome, a virilha, ir excitando o parceiro”, ensina Fátima. 

Que tal um banho a dois?
Para evitar qualquer constrangimento quanto a cheiros e gostos, a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello tem a solução: “Para começar a brincadeira, a parceira pode sugerir um banho a dois”. Fátima dá uma dica para apimentar este momento: “Faça uma massagem enquanto lava o pênis dele, aproveitando a espuma para masturbá-lo”. 

Peça para ele aparar os pelos
Assim como as mulheres se preparam para o sexo com sessões de depilação, hidratação, escolha da lingerie ideal, os homens também deveriam se preparar: “Incentive-o a aparar os pelos. Sem pelinhos as carícias com a língua ficam muito mais gostosas” , diz Vanessa de Oliveira. 

Mantenha contato visual
Existem várias posições para fazer sexo oral, mas, segundo as experts, as mais excitantes para o homem são aquelas que possibilitam que ele admire o visual: “Procure uma posição em que ele possa ver o seu rosto, sua expressão de prazer”, aconselha Fátima. “Olhe dentro dos olhos dele antes, durante e depois do sexo oral. E não precisa se preocupar se você fica bonita neste ângulo. Pode ter certeza que, para ele, você está perfeita”, endossa Vanessa. 

Hidrate-se
Sexo oral bem feito pede boca e língua sempre bem molhadinhas. “Como a glande é uma região bastante sensível, quanto menos atrito seco, melhor. A saliva ajuda a deixar tudo mais excitante e escorregadio”, ensina a ex-garota de programa. 

Dê atenção especial à glande
Esta é a parte mais sensível do homem, a cabeça do pênis, então se dedique. Fátima Moura ensina um truque: “Contraia os lábios na glande e não mova mais a boca. Mexa a cabeça em círculos e deslize suavemente”. Ainda na região da glande, explore o freio do prepúcio: “Vale dar uma olhada em livros de anatomia ou fazer uma pesquisa na internet para saber a localização exata dessa área”, recomenda Vanessa de Oliveira. 

Segundo a especialista, essa é uma microrregião da glande extremamente prazerosa: “Há duas maneiras diferentes de estimular o freio do prepúcio. A primeira: com a língua umedecida e rígida, friccione o freio, apenas com a ponta da língua. Brinque de percorrer o curto comprimento do freio do prepúcio e também na transversal. A segunda: com a boca envolvendo toda a glande, acaricie o freio do prepúcio, só que com a língua flácida”. 

Mostre quem está no controle 
Apesar de parecer que a mulher está numa situação de submissão enquanto faz sexo oral no homem, é ela quem está no controle: “Se o pênis for muito longo, ela deve ajudar com as mãos a controlar a penetração para que não vá muito fundo”, alerta Carla Cecarello. Para o sexo oral ser gostoso para ele, tem de ser gostoso para você em primeiro lugar. 

Não use os dentes
Carla recomenda: “É melhor fazer sexo oral com preservativo. Previne contra doenças sexualmente transmissíveis e deixa a mulher mais tranquila”. Uma forma excitante de colocar a camisinha é desenrolando-a no pênis com a boca: “Mas é preciso ter muito cuidado com os dentes para que o preservativo não rasgue e para não ferir o pênis”, frisa a especialista. 

Brinque com sabores e sensações
Hoje em dia é possível encontrar uma infinidade de géis aromatizados, feitos especialmente para o sexo oral, à venda na internet e em sex shops. “Esses produtos servem como lubrificante. Caso aconteça penetração depois, não fica melado como fica com alimentos”, explica Fátima Moura. Aliás, aquela bala forte de eucalipto anda fora de moda: “O gel comestível causa a mesma sensação refrescante”, endossa Vanessa de Oliveira. Tomar um golinho de chá quente antes também é válido.

Surpreenda e tome a iniciativa
Homens adoram ser surpreendidos por uma sessão de sexo oral espontânea, pode ser enquanto ele fala ao telefone ou naquele estacionamento deserto. “É divertido, o parceiro está numa situação que tem que prestar atenção em outras coisas. É muito excitante, pois está totalmente nas mãos dela”, conta Carla Cecarello. 

Siga seus instintos
Não existe um guia ou manual para fazer um sexo oral perfeito. O importante é não ficar se apegar muito a roteiros e acabar esquecendo-se de ter prazer: “A parceira pode começar com toques sutis, masturbação, explorar toda a área com a ponta dos dedos, dar beijinhos e depois sexo oral. Daí se entregue, faça do seu jeito e aproveite”, finaliza a personal sex trainer Fatima Moura.

Workshop dá dicas de engate e sexo em espaços públicos

Como posso engatar ou ser engatado? E ultrapassada essa questão: como ter uma aventura sexual num espaço público sem ser visto? A estas e outras questões promete dar respostas o primeiro workshop sobre engate e sexo em Portugal, esta segunda-feira à noite, em Lisboa, inserido no movimento 'Primavera Global'. 

"Fazer cidades democráticas também é preservar os espaços de engate e de sexo em locais públicos, mas discretos. E você, quer vir hoje ao parque?". O convite partiu de uma filósofa, Anabela Rocha, e um sociólogo, Fernando André Rosa, do coletivo 'Panteras Rosa', que decidiram associar ao protesto global que decorre em 250 cidades mundiais - sete das quais portuguesas - tal formação.

A dupla promete fazer desfilar os formandos, a partir das 21 horas e gratuitamente, pelas zonas de circulação e arborizadas do Parque Eduardo VII, em Lisboa, habitualmente usadas para aventuras sexuais. E, ali, entre um arbusto e outro ou atrás de uma árvore, fora da visibilidade pública, ensinar não só técnicas de abordagem e prática sexual em locais públicos, como alertar para casos de violência que tem ocorrido sobre os adeptos destas práticas.

Segundo Anabela Rocha, este singular workshop surge como forma de preservar a história deste local como "zona de excelência de engate e de fantasias eróticas, especificamente urbanas, de interação com um estranho".

"É necessário refundar as cidades numa perspetiva mais democrática. Este é o nosso contributo nesse sentido. Há aqui uma herança 'queer' (identidades sexuais não normativas) que é necessário não ficar estigmatizada mas antes obter visibilidade e impor-se no mapa da cidade", refere.

"A prática de engate 'queer' nos parques favorece as interações sem necessidade de consumir, sem barreiras linguísticas ou de classe", acrescenta.


"Occupar o engate" - assim se chama a formação - parte junto à acampada dos elementos que ali se fixaram no sábado à tarde, após a marcha pela Avenida da Liberdade, contra as medidas de austeridade.

Além de engatados e quem já engatou, o workshop conta ainda com o contributo do geógrafo Paulo Jorge Vieira, cuja área de investigação incide nesta temática.





Raul Castro apoia união homossexual, afirma sua filha

A sexóloga dirige o Centro Nacional de Educação Sexual (AFP, Str)
HAVANA — O presidente de Cuba, Raul Castro, apoia os direitos dos homossexuais, incluindo a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo, disse neste sábado sua filha, a sexóloga Mariela Castro, que lidera a cruzada contra a homofobia na ilha.

"Ele fez algumas defesas quanto à necessidade de avançar nos direitos relacionados à orientação sexual e à identidade de gênero", afirmou Mariela Castro à imprensa, ao responder à pergunta sobre se seu pai apoiava sua campanha para que o Parlamento legalize as uniões de pessoas do mesmo sexo.

A sexóloga, que dirige o Centro Nacional de Educação Sexual, ressaltou que Raul Castro se "manifestou sobre o assunto em várias ocasiões", inclusive no congresso do Partido Comunista, em abril de 2011, e no Parlamento, além de outras pequenas reuniões.

"O presidente de Cuba (...) tem falado sobre o tema, mas ele não tornou isso público, certamente faz parte de sua tática e estratégia", acrescentou Mariela, depois de liderar uma conga em massa (dança popular cubana de origem africana) contra a homofobia nas ruas de Havana.

"Ele mesmo disse que, como socialismo, não podemos progredir se continuarmos a viver com esses preconceitos", relatou.

Na terça-feira, durante a abertura da Quinta Jornada Cubana contra a Homofobia, que acontecerá até o final do mês, Mariela Castro disse esperar que neste ano o Parlamento aprove a legalização de casamentos homossexuais.

A proposta não abrange o casamento, somente as uniões consensuais amparadas pela legislação.

A homossexualidade, tradicionalmente estigmatizada em Cuba, foi reprimida após o triunfo da revolução de Fidel Castro em 1959, com internamentos em campos de trabalho e marginalização, principalmente nas décadas de 1960 e 1970. Raul Castro substituiu em 2006 seu irmão, Fidel.

Em janeiro, a primeira Conferência Nacional do Partido Comunista concordou em acabar com toda forma de discriminação, incluindo contra a orientação sexual.

Capital da Ucrânia quer combater comércio sexual durante Eurocopa

Objetivo do governo ucraniano é combater o turismo sexual,
em ascensão desde a queda da União Soviética
A capital da Ucrânia, Kiev, lutando para livrar-se da reputação de novo destino para o turismo sexual, está tomando medidas para coibir a prostituição durante o campeonato de futebol europeu, informou o governo da cidade nesta sexta-feira.

A Ucrânia espera que cerca de um milhão de torcedores de futebol estrangeiros visitem o país durante a Euro 2012, que a nação sedia junto com a Polônia no próximo mês, e na final em Kiev, no dia 10 de julho.

O governo da cidade de Kiev se reuniu com autoridades do Ministério do Interior e do serviço de segurança do Estado (SBU) nesta semana para discutir medidas para coibir o comércio sexual, que é ilegal na ex-república soviética, disse um alto funcionário municipal nesta sexta-feira.

"Ordenamos a polícia e o SBU para evitar tais atividades", afirmou Anatoly Holubchenko, vice-chefe do governo da cidade, a repórteres.

Folhetos promocionais produzidos por editoras privadas e entregues aos turistas em locais como aeroportos e hotéis de Kiev muitas vezes apresentam anúncios de casas de massagem e outros pontos da indústria de sexo.

"A prefeitura não tem nada a ver com guias que oferecem serviços sexuais", disse Holubchenko ao apresentar um guia oficial para os torcedores da Euro, que convida os visitantes a ver as antigas igrejas cristãs ortodoxas, museus e monumentos de Kiev.

A Ucrânia, tal como muitas outras nações do Leste Europeu, viu um aumento nas atividades ilegais, como prostituição e tráfico de seres humanos, após o colapso da União Soviética e a subsequente crise econômica da década de 1990.

A nação agora está tentando melhorar sua imagem com eventos como os campeonatos europeus, embora o grupo local de direitos das mulheres, Femen, famoso por seus protestos públicos com ativistas de topless, foi contra o país sediar o torneio dizendo que isso só irá impulsionar o comércio do sexo.

O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia se opôs oficialmente no mês passado a um comercial de televisão holandês que, de brincadeira, pediu aos espectadores do sexo feminino para manter seus maridos e namorados longe das mulheres ucranianas durante a Eurocopa.

Curso para profissionais do sexo

As coisa devem estar feias mesmo em terras espanholas, pelo menos é o que indica um folder publicitário distribuído em Valência onde é possível ler? "Trabalhe já!!! Curso de prostituição profissional". E esta última palavra aparece destacada em vermelho, para recalcar a seriedade da empresa promotora do curso. As facilidades são máximas, preço acessível, discrição máxima e garantia quase total de conseguir um emprego ao final do curso. O anúncio, lógico, não precisa de muita explicação.

O curso oferece uma completa formação tanto teórica quanto prática. Para entrar no negócio do sexo é importante conhecer sua história, "porque é uma coisa antiga e que todo mundo acha que conhece, mas não é bem assim", explicam na empresa; como evoluiu a atividade mais antiga do mundo com a passagem dos anos; como se pratica tanto na Espanha como pelo resto do mundo; como investir o dinheiro e os rendimentos gerados; inclusive a legislação relacionada sobre o assunto.

Superada esta primeira parte teórica, chega a hora da verdade, a prática, a que realmente capacitará os alunos, tanto homens como mulheres -lógico que todos maiores de idade (lembrem que esta é uma empresa séria)- a cobrar por seus serviços sexuais. O kamasutra, o "pai dos burros" desta profissão, deve ser obrigatoriamente adquirido para que o profissional conheça a fundo as posições mais habituais e as não tão correntes; gostos; materiais e brinquedinhos.

O número de aulas é opcional segundo as necessidades do aluno. E o preço gira em torno dos cem euros (250 reais) e inclui todo o material necessário. Se o aluno se mostrar bem aplicado possivelmente receberá muito cedo sua primeira oferta de estágio ou poderá também ser contratado para dar aulas práticas na própria escola. Após isso, a empresa assegura que ao certo abrir-se-á todo um mundo de possibilidades "porque este trabalho permite conseguir muito dinheiro rápido e fácil".

À espera de reunir um grupo o suficientemente amplo para que as aulas tutoriais sejam proveitosas, mas nem tanto para poder promover um ensino personalizado e de qualidade, a empresa anunciante está finalizando os preparativos para começar as aulas. Por enquanto, já mil e quinhentas pessoas se inscreveram.

Obama se torna o primeiro presidente americano a apoiar o casamento gay

Barack Obama disse nesta quarta-feira que é favorável aos casamentos homossexuais, se tornando com isso o primeiro presidente dos Estados Unidos em exercício a assumir esta posição, enquanto o eventual candidato republicano, Mitt Romney, reafirmou sua oposição ao matrimônio gay.

"Para mim, pessoalmente, é importante dizer que eu acredito que os casais do mesmo sexo devem poder se casar", afirmou em uma entrevista concedida nesta quarta-feira à rede ABC, ressaltando que cabe aos estados americanos se decidirem sobre o assunto.

Obama, que há tempos mantinha uma ambiguidade em torno do tema, explicou que havia chegado a esta conclusão após uma longa reflexão, depois de ter conversado "com amigos, familiares, vizinhos" e de ter visto "membros da equipe que mantêm relações homossexuais monogâmicas muito estreitas e criam seus filhos juntos".

Ele também mencionou os militares homossexuais que, apesar do fim de uma lei que os obrigava a esconder sua orientação sexual sob pena de exclusão, se sentem "limitados (...) porque não podem se unir em matrimônio".

O presidente também afirmou que havia conversado com estudantes republicanos que, mesmo manifestando suas divergências em relação a sua política econômica ou diplomática, "acreditavam na igualdade" em matéria de direitos dos homossexuais.

Ele ressaltou também que suas filhas "Malia e Sasha têm amigos cujos pais são do mesmo sexo". Tratar diferentemente os homossexuais "não tem sentido algum, para elas, e francamente, isso muda a perspectiva" sobre esse debate, considerou.

Há meses, o presidente democrata, que havia se manifestado em favor das parcerias civis em 2008, sem ter apoiado até então o casamento entre pessoas do mesmo sexo, se contentava a explicar que a sua posição a respeito deste tema estava "em evolução".

Já o provável adversário republicano do presidente Obama nas eleições presidenciais americanas de novembro, Mitt Romney, reafirmou nesta quarta-feira sua oposição ao casamento homossexual após as declarações feitas pelo chefe da Casa Branca.

Mitt Romney, cuja indicação como candidato está prevista para agosto, disse a uma emissora de TV local que "não era a favor, nem do casamento entre pessoas do mesmo sexo, nem das uniões civis que só diferem do casamento pelo nome".

O candidato republicano, considerado um moderado dentro do seu partido, afirmou considerar "apropriado dar direito ao parceiro de se beneficiar de certas ajudas ou ter direito a visitas ao hospital, mas o resto não".

"Para mim, de forma pessoal, é importante dizer que penso que os casais do mesmo sexo devem poder se casar", afirmou o presidente democrata, destacando estadounidenses expresarse sobre este tema.

No entanto, enquanto governador de Massachusetts, estado de tradição democrata, Romney teve que aceitar o direito ao casamento homossexual, o que lhe rendeu críticas dentro do partido durante a campanha das primárias.

Segundo uma pesquisa Gallup divulgada na terça-feira, os americanos estão muito divididos sobre a legalização dos casamentos gays: 50% são a favor, e 48% são contra.

Os casamentos entre parceiros do mesmo sexo são até o momento legais em seis estados americanos de 50, além da capital Washington, mas trinta estados adotaram emendas constitucionais limitando o casamento a uma união entre um homem e uma mulher.

O último destes estados foi a Carolina do Norte, onde 61% dos eleitores se pronunciaram na terça-feira a favor desse tipo de emenda.

A Carolina do Norte é um estado do Velho Sul conservador, mas onde Obama havia vencido em 2008 e com o qual ele conta para tentar conquistar um segundo mandato de quatro anos em 6 de novembro. Sinal da importância que foi dada a essa região pelos democratas, a convenção presidencial que confirmará Obama como candidato será realizada nesse estado de 3 a 7 de setembro.

Em campanha por sua reeleição, Obama visita com frequência lares de casais homossexuais organizando atos de recolhimento de fundos. Na segunda-feira, o Washington Post indicou que um "grande doador" a cada seis da campanha de Obama é gay.

Sexo para Mulheres

Estudante de design gráfico apresenta vídeo didático e divertido sobre tabus sexuais do universo feminino em seu trabalho de conclusão de curso

Objetivo, autoexplicativo e sem nenhum tabu. É assim o vídeo “Sem Tarja Preta” da designer de 22 anos Bee Grandinetti. Este foi seu projeto de conclusão de curso na Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Com quase sete minutos de duração, a recém-formada esclarece o que chama de “pontos obscuros relacionados ao prazer no sexo para mulheres”.

O vídeo é despojado e com linguagem simples. Isso porque sexo nunca foi um assunto estranho para Bee: “Nunca tive inibições de conversar sobre o tema, o que inclusive me ajudou em termos de aprendizado. Essa abertura fez com que eu percebesse que as pessoas não eram tão felizes e bem resolvidas sexualmente como diziam”, conta.

Até o momento, a repercussão do vídeo é bastante positiva. “Eu esperava uma enxurrada de retornos negativos, pois eu falo com muita sinceridade de coisas que muita gente não quer ouvir. Mas, para a minha surpresa, até agora só tive retornos muito positivos”, comemora.

As informações que aparecem no vídeo, como números e estatísticas, são de pesquisas do ProSex, projeto de sexualidade da Faculdade de Medicina da USP, e os “pontos obscuros” foram escolhidos a partir de vídeos, artigos, livros, debates e reflexão pessoal. Bee contou com o apoio do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania GLBT da Universidade Federal de Minas Gerais.

O resultado do trabalho, academicamente, foi a nota máxima. Mas, além disso, Bee tem outras expectativas. “Eu torço muito para que o vídeo alcance o maior número de pessoas possível. Se pelo menos uma pessoa que tenha dificuldades repense seu comportamento sexual depois de ver o vídeo, já vai ter valido a pena”, completa.


Renatinha revela desejo: ‘Fazer sexo dentro de um helicóptero ou submarino’

Após a Playboy divulgar as primeiras fotos da ex-BBB Renatinha na manhã desta terça-feira (8), a revista deixou os fãs da loira com água na boca ao soltar um trecho da entrevista em que ela fala sobre elasticidade na cama. 


“Gosto de variedade. Posso estar de pé, deitada, de qualquer forma, não tenho dificuldades”, diz a Renatinha, que revelou qual pecado tem vontade de cometer. “Tenho fantasia de fazer sexo em lugares diferentes, por exemplo em um helicóptero ou em um submarino (risos)”.

A revista também divulgou uma nova imagem provocativa da ex-sister, em que aparece chupando o dedão dos pés, para aguçar ainda mais o imaginário masculino. Capa do mês de maio, a loira estrela um ensaio baseado nos sete pecados capitais.

Titica faz operação para mudança de sexo


Teca Miguel Garcia

O cantor(a) angolano "Titica", que se encontra neste momento no Brasil, esta a ser submetido a um processo para mudança de sexo que a irá tornar na primeira transexual angolana. A revelação foi avançada pela mesma, a imprensa brasileira contando que está na fase do acompanhamento psicológico para compreender o processo de mudança de sexo. “Está acontecer aos poucos”, avançou ao responder se já foi operada.

Cantora diz que está acontecer aos poucos

A constituição angolana é omissa sobre esta questão pelo que se desconhece, sobre o futuro tratamento jurídico que lhe será dada após a mudança de sexo. Desde algum tempo o cantor passou a adoptar de forma informal o nome feminino de Teca Miguel Garcia que explica ser uma homenagem ao apelido que recebeu de seus pais na infância, Tica-Tica, que significa criança peralta.


Titica que cresceu com as suas tias no Bairro Operário começou a manifestar-se desde a puberdade inclinação para tendências opostas ao sexo masculino. Há três anos atrás, quando tinha 21 anos de idade, viajou para o Rio de Janeiro para implantar prótese de silicone nos seios. Desde então passou apresentar-se como mulher e é pela sua abertura que ganhou carinho e respeito por parte da sociedade angolana.


“É uma convocação para saírem do armário (risos)”, brincou o mesmo, mudando de tom ao falar da sua sexualidade: “Assumir foi muito difícil para mim. A família não aceita, a sociedade angolana é muito fechada. Fui desprezada, apedrejada. Um dia coloquei uma saia, um brinco, depois um top”, revelou, realçando que “enfrentei muito preconceito”.

“Entendo eles [meus pais]. Eles criaram um filho não para ser da forma como sou. Mas depois eles entenderam que eu sou assim e serei assim sempre. Uma vez mulher, sempre mulher”, disse o cantor, que não despreza um salto alto de 15 centímetros, cílios postiços, maquiagem com glitter, além de enormes unhas pintadas de esmalte cintilante. Por fim, o cantor confessou que é solteira. "Estou pronta para amar", avançou. 

Depois de Titica quem se segue?

O caso Titica é inédito em Angola. Na década de 90, a homossexualidade era tida como um assunto constrangedor para as famílias levando os protagonistas a fecharem-se. Nos últimos anos, a corrente gay cresceu, embora não estejam reunidos em torno de uma associação cívica que defenda os seus direitos. A pergunta que fica nos bastidores, é, depois de Titica, quem será a próxima?