Bissexualidade praticada

Homens, vocês não são mais os mesmos, e muito menos vocês, mulheres. Cada vez mais percebo mudanças significativas nos comportamentos entre os sexos. O que sempre foi justificado como uma guerra entre homens e mulheres tornou-se uma exacerbação e predominância do sexo frágil, se ainda podemos dizer isso. E, querem saber, de fato, sempre foi assim.

“Por trás de um grande homem existe uma grande mulher”. Esta antiga frase é muito apropriada se pensarmos que decisões foram e são tomadas pelas mulheres. Os homens acreditam que suas vontades são prioritárias, mas na verdade executam as delas. É difícil pensar, por exemplo, que os reis possuíam uma autonomia e não consultavam suas rainhas antes de uma tomada importante de decisão. Inclusive, as mulheres possuem papel central em muitos momentos históricos, e seu poder de decisão foi fundamental. Cleópatra, soberana no Egito; Joana d'Arc, combatente francesa que liderou o exército em vários momentos; Anita Garibaldi, a heroína dos dois mundos; Evita Peron, política argentina; Margareth Tatcher, a Dama de Ferro inglesa; e a nossa primeira presidente mulher, Dilma Rousseff. Ficaria um bom tempo aqui lembrando de tantos outros nomes.

Só que não é das mulheres em si que gostaria de discutir, mas sobre o efeito feminino nos homens e as consequências dessa influência. O lado feminino nos homens, enfim, passa a ser admitido, e, se não o é, nitidamente o comportamento, hábitos e costumes masculinos se metamorfosearam por conta dessa releitura.

Os homens têm se cuidado mais. Idas frequentes ao cabeleireiro, depilações, cremes para as mãos, pés, rosto. Produtos de cosméticos e de higiene próprios para o público masculino. Os pelos já não são mais uma marca da virilidade e da masculinidade. Virilidade essa que já é rediscutida nas clínicas sobre fertilidade. Os homens estão admitindo seu grande pesadelo: a impotência sexual. E, o mais significativo: buscam ajuda. Deixam o constrangimento de lado e reconhecem que precisam de orientação. As clínicas de cirurgia plástica são outro exemplo. Constatamos que os homens também se sacrificam em busca de um modelo de beleza. Ora, isso é admitir que outros homens são bonitos. E, o melhor, podemos dizer isso e não ter nossa orientação sexual questionada.

A nova condição masculina vem sendo recriada pela feminilidade, e, com isso, os homens evidenciam suas fragilidades, suas dores e anseios. Estamos emocionalmente transformados, a ponto de não precisarmos reprimir essa afetividade, que ainda é escravizada pela cultura e a educação do macho. Já repararam que falamos e discutimos a homossexualidadecada vez mais? Um dos alicerces para tal emancipação da verdade é a atmosfera feminina.

Os homens estão explorando mais sua sexualidade, experimentando novos prazeres e se permitindo mais uma subjetividade e desejos adormecidos. Sensíveis, choram por um amor, sofrem por ciúmes e temem a rejeição. Precisam de aprovações. Eles querem ser bonitos, desejados, são vaidosos, deixam de ser egoístas no sexo. Estão aprendendo, enfim, a escutar os benefícios do diálogo. Intervenção das mulheres.

Muito se fala das mudanças masculinas, mas a metamorfose feminina acompanha esse momento entre os sexos. É nítida a emancipação e a autonomia delas. Homens, admitam, elas são guerreiras. Trabalham, cuidam de casa, dos filhos, dos maridos com maestria. Independentes e bem resolvidas, elas fazem acontecer. Talvez esta mesma autonomia, cada vez mais em evidência, seja o motivo de tantos crimes cometidos contra as mulheres, pois a sociedade ainda apresenta uma dificuldade muito grande em aceitar e se adaptar ao novo e já consolidado momento sociocultural.

Homens e mulheres apresentarão sempre diferenças, algumas imutáveis, mas a essência masculina e feminina são muito parecidas, porque experimentamos o fenômeno da igualdade. Neste sentido, somos bissexuais, e o melhor de refletirmos sobre tudo isso é que essa simbiose provoca uma constante aprendizagem, que tende a se ramificar, originando muitas outras vertentes sociais e metamorfoseando as relações interpessoais.

Proponho, inicialmente, pensar na bissexualidade, não na perspectiva do desejo sexual mas na maneira como cada um integra em seu caráter características masculinas e femininas e, num segundo momento, a questão mais importante: enaltecer esses fenômenos sociais e culturais como oriundos e proporcionados pelo universo feminino.

É notório que as diferenciações de gênero não têm a ver apenas com posicionamentos sexuais mas com aspectos construídos e perpetuados na história da humanidade. Paradigmas e tabus que, hoje, caem por terra. É preciso compreender que os opostos se completam. Atenuar as diferenças e aceitar cada vez mais as semelhanças é a realidade inevitável entre mulheres e homens. O respeito e o crescimento individual acontecem à medida que colocamos essa nova percepção em prática.

Breno Rosostolato é professor de psicologia da Faculdade Santa Marcelina (SP)

ÍNDIA: Escândalo em Kerala - cerca de 10% dos rapazes são homossexuais.

O estado de Kerala, no sul da Índia, está chocado com os resultados de um estudo sobre sexualidade na adolescência: cerca de 10% dos rapazes são "ativamente homossexuais".

Embora o sexo entre pessoas do mesmo sexo tenha sido descriminalizado no país em 2009 pelos vistos o "pequeno" estado de Kerala com mais de 30 milhões de habitantes parece não querer acompanhar a visão moderna da sexualidade que o poder judicial defende.

Um estudo relizado junto de mais de 5000 estudantes do ensino secundário chegou à conclusão que 1 em cada 10 dos rapazes é "ativamente homossexual".

A conclusão é vista pelos média locais como "pertubadora" e teve direito a explicações pela Dra Gracy Thomas. Segundo a diretora do programa Adolescence Reproductive Sexual Health a situação deve-se à exposição dos rapazes a mensagens de caráter sexual pelos média, e como não têm raparigas disponíveis, viram-se para os rapazes... também aponta o abuso sexual por adultos das crianças como a causa: "eles não nascem homossexuais, são abusados por adultos", conclui.

Em Julho de 2009 o Supremo Tribunal de Nova Deli anulou a lei que criminalizava o sexo consensual entre homens neste país asiático com mais de mil e duzentos milhões de habitantes. No entanto a sociedade indiana ainda é marcada por fortes preconceitos sociais relativamente às pessoas LGBT em geral, e a prática de crimes de honra em particular, ainda são demasiado frequentes. Em Abril de 2011 o mesmo poder judicial recomendou medidas "implacáveis" para ultrapassar a situação.

Como fazer o seu namorado melhorar no sexo oral?


A leitora Garota Fogosa me escreve um e-mail.
Este:
“João, tudo bem? Seguinte: curto, grosso e delicioso: meu namorado é o máximo! Tem pegada, é gente fina, lindo, muito tesão e ousadia na cama. Ele é quase perfeito… Mas tem esse quase. E o quase em questão é o sexo oral. Nossa, eu não sei onde ele aprendeu, mas sei que ensinaram errado. Muito afobado, não dá tempo de eu começar a sentir e daí já muda completamente o ritmo, o local, o estilo. Às vezes, na afobação, até me machuca um pouco. O que eu faço? Acho estranho tocar no assunto numa conversa. Tenho receio de que ele vá se ofender e deixe de fazer. E eu simplesmente amo uma boca na botija. Ele vai se ofender, João? O que fazer?”
Meninas, a Garota Fogosa, sendo fogosa, tem na boquinha e à mão, a solução. Já escrevi algumas vezes e cheguei até a batucar um Pequeno Manual do Sexo Oral. O segredo do dilema da Garota Fogosa não é segredo algum.
Como fazer seu homem entender os complicados caminhos da zona do agrião feminina?
Falar ou não falar?
Eu direi:
Depende. Falar ou não falar vai de cada caso, de cada um, de cada dois. Há casais completamente desabotoados de frescurinhas e vergonhinhas. Uma dupla que fala de tudo, pede de tudo, acerta em tudo. Esse casal é um casal feliz. Mas não é a regra. A Garota Fogosa desconfia, e desconfia bem, quando pensa que seu rapaz pode se ofender com a sugestão do seu desastre lingual. Capaz que ele se ofenda. Pode ser que não. Não sei. Só a Garota Fogosa sabe. O que eu sei é que não precisa de nada disso.
UM MAPA DOS PAÍSES BAIXOS
Homens são mesmo sensíveis a críticas na cama. Antes de apelar para a DR sexual, há um macete que é batata. Batata, não… Há um macete que é batata frita na orientação da cegueira masculina. Porque saibam, meninas, dar prazer a vocês, com beijinhos e lambidinhas íntimas, taí um baita troço complicado.
Vocês não sabem, mas eu sei o quanto os homens suplicam por uma migalha, por um farelo de orientação. Qualquer sujeito que surgir com um farolete e, numa taboa, os 10 mandamentos de como fazer um bom sexo oral numa mulher, esse sujeito dividirá o ribeirão preto.
Porque, eu repito: moços costumam iniciar um relacionamento completamente ceguetas. Ele não faz ideia do que você gosta, de como funciona a sua Holanda. Nos Países Baixos de vocês, tudo émistério, tudo é desafio. Cada uma prefere de um jeito. Algumas são sensíveis, gostam de bitoquinhas. Outras curtem o estilo serrote. Sei daquelas que apreciam o método picolé, e já ouvi, numa rara conversa de bar, um amigo contar que, um dia, foi orientado a utilizar o estilo Mentex – a moça curtia umas sopradinhas e depois umas sopradonas na hora do prazer.
No desespero, existem caras que partem pro pot-pourri. Tentam todas as técnicas que alguma vez deram certo. Tudo ao mesmo tempo, sem pausa, com todo o medo de ser feliz. Perdoai esse rapaz, meninas. Ele não sabe o que faz.
SINAIS ERRADOS
No sexo oral, um homem teme aquele tapinha no cocuruto. Sabe? Aquele suave croque dado pela menina na nossa cuca. Um cascudinho que significa “Ô, tio. Já deu! Chega!”.
Ah, a dor e a reprovação ao receber esse sopapo…
Saibam: toda primeira noite de um homem com você é um pesadelo de indecisões. Ele precisa apostar num dos estilos, qualquer estilo, acreditar e depois rezar que acertou. E como vocês em geral são doçurinhas educadas; como vocês em geral têm os mesmos freios que a nossa amiga Garota Fogosa tem de corrigir o rapaz; como tudo isso acontece, seguimos todos assim: eu finjo que acertei, você finge que gostou.
Não precisa.
E PRECISA DO QUÊ?
Moças, se falar abertamente está fora de questão, existe o método infalível, a suprema esperança, a única tática conhecida pelo universo masculino: a sua gemida!
Nossa, vocês não imaginam como a gente sonha, como a gente espera a abençoada orientação de uma gemida! Sim! Você gemendo é você vestida de orientadora de trânsito, é você vestida de dourado, é você com fone de ouvido, com colete e bandeirolas comandando o nosso pouso destrambelhado nesse seu lindo lago de amor.
Meninas, gemam. É na gemida que a gente se orienta. Sabe, nós somos meio morcegos. Precisamos do barulho que esclarece e ilumina.
O cara tá errando, tá um desastre? Silêncio.
Opa! Ele acertou, ele tá acertando? Gemam.
A gente, garanto, vai pescar a deixa (NOTA: se o cara não pescar, se fizer ouvidos moucos, se for desses que desprezam deixas, daí, minhas doçuras, esse aí, você insistindo, vale uma conversa sim. Sem medo. Se não melhorar, é preguiça dele. E aí, é roubada. Fuja).
Ah, sim! Lembrei. Meninas e Garota Fogosa, não esqueçam! Uns movimentinhos rítmicos da cintura também auxiliam no nosso entendimento da velocidade de que você gosta. Uma leve orientação manual na nossa cabeça ajuda a gente a saber o local correto. E pronto. O resto é barulho.
Com suspiros e vogais uma mulher faz no seu garoto todo um alfabetizado sexual.
Gemam.

Site permite que jovens ofereçam sexo em troca do financiamento para a faculdade

Estudantes que desejam ter sua faculdade financiada estão encontrando sucesso em um site chamado Seeking Arrangement (ou Dando um Jeitinho, em português). O site consiste em criar uma "relação de troca" entre seus usuários. 

Homens e mulheres que acessam o Seeking Arrangement procuram uma "relação mutuamente benéfica", isto é, ganhar dinheiro em troca de sexo. Muitos estudantes que não tem mais o apoio dos pais estão procurando o site para encontrar homens e mulheres mais velhos, que estejam dispostos a financiar a faculdade e seus gastos, em troca de relações sexuais.

Em entrevista, uma aluna de 22 anos que não quis ser identificada, membro do site, disse que pede de 10 a 20 mil dólares por mês. "Já deram carros, viagens, joias. Esses caras me levam para sair e me apoiam financeiramente. Meus sonhos se tornaram realidade depois que meus pais deixaram de me apoiar quando eu tinha 18 anos. Eles têm dinheiro e querem me ajudar", disse.

O site começou em 2006 e seu fundador Brandon Lee insiste que não é um tipo de prostituição. “Nós não permitimos acompanhantes ou prostitutas para usar o site. Não é disso que se trata. Devido à forma como nossa sociedade funciona, é estranho alguém perguntar para outra pessoa se ela gostaria de se envolver em um relacionamento de troca. É aí que entra o SeekingArrangement.com”, diz o fundador.

Ele também afirma que os termos da relação são estabelecidos pelos dois adultos em um acordo e as trocas são monitoradas de perto pelos administradores do site.

Cinco preliminares aumentam o prazer do sexo rápido

Em um mundo idealizado, a grande maioria das mulheres prefere uma noite romântica, com direito a jantar, luz de velas, um homem carinhoso e que tudo termine com horas de prazer. Aí elas acordam e percebem que na vida real uma relação sexual se resume a alguns minutos e que, muitas vezes, as preliminares nem existem. Diversas pesquisas, inclusive, já mostraram que a maior parte dos casais prefere que o sexo dure não mais do que 15 minutos. 

Entretanto, sexo rápido não precisa ser sinônimo de sexo sem prazer. A revista Health Magazine elaborou uma listinha de cinco preliminares que podem fazer desses poucos minutos momentos de pura excitação para você e seu parceiro. 

Confira: 

Não pare de beijar: Beijinhos e beijões durante as tarefas comuns aumentam a velocidade com que você e o parceiro ficam excitados, pois o organismo já começa a se preparar para o sexo. Além disso, o gesto fará com que vocês se sintam mais íntimos, sem que a rapidez deixe uma sensação de vazio depois. 

Mantenha-se vestida: Por que perder minutos preciosos tirando a roupa? Além disso, deixar uma peça aqui e ali é uma poderosa forma de excitar o parceiro. É como se ambos não pudessem esperar em segundo para curtirem o sexo. 

Mudem de lugar: Cinco minutos de sexo na cama provavelmente não a deixará tão feliz. Mas cinco minutos durante o banho? Ou na mesa da cozinha? A novidade é sempre um poderoso aliado para aumentar a excitação, especialmente quando há o risco de serem flagrados por alguém. 

Fantasie: Quando você está tentando entrar no clima o mais rápido possível, fantasiar com cenas excitantes pode ajudar - e muito! - no processo. Isso porque o cérebro irá reagir às imagens e preparar o corpo para o sexo. Além disso, você irá ficar mais concentrada no parceiro, o que já é por si só uma excelente preliminar. 

Converse: Não, não estamos falando de discutir a relação em pleno sexo. Fale com seu parceiro durante o ato. Sussurre, grite, fale coisas doces ou apimentadas. Isso ajuda ambos a manter o foco um no outro e a lembrar do que os dois têm de especial que os mantém atraídos.

Entenda o que as fantasias sexuais dizem sobre a sua personalidade

Você já pensou em fazer uma surpresa para o seu parceiro ou parceira? As fantasias eróticas quebram a rotina e podem esquentar a sua transa. 

Fantasias todo mundo tem. Colocar em prática depende de vários fatores: local, oportunidade, disposição e até a sorte de encontrar alguém que tope participar. Mesmo que fiquem restritas à imaginação, as fantasias são inerentes à sexualidade e é saudável tê-las. "Elas exprimem algo reprimido ou remetem a algum desejo que, por várias circunstâncias, não pode ser declarado", diz a terapeuta sexual Isabel Cabral Delgado, do Rio de Janeiro.

Há algumas fantasias que são comuns –transar com um desconhecido, por exemplo– mas a história de vida e os planos de cada um é que podem revelar, com precisão, o que há por trás delas. "As fantasias sexuais podem dizer não só o que desejamos, mas que estamos lutando contra determinado anseio", diz a psicóloga Arlete Gavranic, do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática. As fantasias triviais, porém, funcionam como um exercício de autoconhecimento. Por isso, confira a análise de especialistas* e entenda melhor os seus desejos:

Transar com "ex" e atual ao mesmo tempo
Há a hipótese de que o término esteja mal resolvido. Mais provável é que quem tem essa fantasia sonha em mostrar que pode se dar bem com outro parceiro na cama, como uma espécie de exibicionismo ou vingança. A fantasia também pode indicar necessidade de controle e sentimento de posse, além de uma vontade de demonstrar que faz sexo muito bem e que é capaz de dar prazer a quem quiser.

Sexo à força
Costuma ser mais comum entre as mulheres. Aquelas que se excitam ao se imaginar sendo forçadas a fazer sexo certamente querem se isentar de qualquer tipo de responsabilidade ou culpa em relação ao sexo. Não podendo recusar, o sexo não macularia a imagem de boa moça. Muitas garotas tiveram uma educação sexual rígida, assimilando, assim, o conceito de que o desejo é vulgar, feio ou indecente.

Dominar alguém na cama
Esse tipo de fantasia remete a uma associação equivocada de afeto e violência. Essa vontade se instala na infância e, muitas vezes, pauta o comportamento sexual do adulto, que se excita com o uso da força, porque não consegue suportar a manifestação de carinho baseada na carícia. Ela ainda pode denunciar baixa autoestima --a pessoa pode necessitar que o outro se submeta para se sentir segura. Mas essa é frequente e muito saudável, pois mostra o desejo de sentir-se importante, forte e demonstra autoconfiança ou o desejo de fortalecê-la.

Apanhar
Há diversas explicações possíveis: autopunição por achar que os desejos sexuais são impuros ou errados, fetiche masoquista de sentir prazer na dor, rebeldia e até história de rejeição familiar ou amorosa –a pessoa se sente cuidada mesmo ao levar um tapa, uma palmada ou sentir o estalo de um chicote. Se não houver um nível que caracterize violência física nem psíquica, cada um pode combinar até onde o tapinha pode chegar e brincar com a dor e o prazer com quem quiser e confiar.

Fingir que é prostituta
O fato de fingir que é prostituta permite à mulher se sentir mais livre e sedutora. Como uma profissional, ela pode sair do papel da boa moça e demonstrar interesse e prazer ao transar. Existe ainda a possibilidade da fantasia de que, encarnando uma prostituta, tudo é possível. A mulher também pode encarar o papel de que se submete ao mando e à agressividade do parceiro. Há, embutida, a vontade de investir na submissão. Apesar de mais comum em mulheres, o papel pode ser assumido por um homem, seguindo a mesma lógica.

Tratar a parceira como prostituta
Essa fantasia dá ao homem o prazer do poder oriundo da desigualdade que se estabelece entre os parceiros na relação. É a necessidade de se sentir superior. A parceira seria obrigada a fazer tudo que ele quer, pois ele está pagando. Para alguns homens, é uma autorização interna para práticas e prazeres diferentes com a mulher "de família", como sexo anal, sexo oral com ejaculação, entre outras. Mulheres também podem assumir o papel de clientes para seus homens, fantasiando que eles são garotos de programa. Os sentimentos, nesse caso, também são parecidos com os deles.

Imaginar que está com alguma celebridade enquanto transa
É uma fantasia corriqueira e inofensiva, que levanta a autoestima e faz a pessoa se sentir especial para uma pessoa famosa, que, ainda na imaginação, tem uma vida interessante e emocionante e, mesmo assim, está valorizando alguém comum --e que, no fundo, adoraria estar se sentindo assim tão especial para o companheiro ou companheira. Outra explicação é a fuga da rotina, de um parceiro convencional ou do romantismo associado ao sexo –um bom exemplo é imaginar que está transando com a vilã ou o bandido de um filme.

Transar com alguém desconhecido
Significa desvincular sexo de compromisso. Ao ir para a cama com um desconhecido, a pessoa pode se soltar completamente, sem nenhum tipo de repressão, já que não há cobranças. Essa fantasia permite deixar toda a sua história de vida para trás e reescrevê-la do jeito que achar melhor, sem passado nem culpa. Quem alimenta essa fantasia não quer que haja nenhuma avaliação prévia. Com o desconhecido, a pessoa se solta mais, aposta na bizarrice, na perversão e na vulgaridade.

Pensar em pessoas amigas ao se masturbar
Isso, obviamente, indica interesse sexual, que pode ser camuflado por razões sociais, familiares ou pessoais (dificuldade em aceitar que sente desejo por alguém do mesmo sexo, por exemplo). Há quem não o admita nem para si mesmo, o que acaba gerando angústia. Algumas vezes o simples fato de compreender, assumir e exercitar essa fantasia resolve a questão e permite que a vida siga seu curso normalmente.

GRANDE REPORTAGEM: Freiras propõem casa do sexo

Proposta não é bem recebida pelas trabalhadoras
do sexo que preferem descontar para a reforma
 
A congregação das freiras Oblatas (Obra Social das Irmãs Oblatas) e o Grupo de Activistas sobre o Tratamento de VIH/sida querem criar uma ‘safe house’ (casa segura), na Mouraria, para as trabalhadoras do sexo. 

O espaço destinado à prática de sexo seguro, sem lenocínio, seria gerido por uma cooperativa de prostitutas até que estas definissem o rumo das suas vidas. 


O Espaço iria "garantir a segurança física e psíquica destas mulheres, dando-lhes voz para que se organizem enquanto grupo", esclareceu ao Helena Fidalgo, da Obra Social. "Serão as próprias mulheres a definirem as regras da casa, visto querermos criar um sentimento de comunidade/cooperativo e de mobilização cívica", disse. 

Para as freiras, a "designação de ‘bordel’ é desadequada", pois "indicaria que as Irmãs teriam lucro com o trabalho sexual, o que é completamente irreal", concluiu Helena Fidalgo.

A proposta não está, no entanto, a ser bem recebida. "Nós queremos é receber a nossa reforma e ter os descontos. Como é que vão ali meter tanta mulher? Vai ser uma grande confusão", garantiu Inês, de 40 anos, prostituta no Intendente há 13 anos.


Casa de sexo seguro em Lisboa? Não com esta lei
A presidente da associação O Ninho afirmou esta quinta-feira que o enquadramento legal nacional não permite criar uma safe house na Mouraria, acreditando que a Câmara de Lisboa não avançará com esta proposta, da qual a instituição discorda «frontalmente».

A criação de uma safe house - uma casa para a prática de sexo seguro e sem lenocínio, a ser gerida por uma cooperativa de prostitutas - é uma proposta incluída no Programa de Desenvolvimento Comunitário da Mouraria, apoiado por algumas dezenas de parceiros e entregue em fevereiro à autarquia.

Na quarta-feira, o presidente da câmara, António Costa, afirmou que a sugestão será estudada pelo município, nomeadamente quanto ao seu enquadramento legal. «Não há enquadramento legal para permitir esta proposta. Todas as convenções internacionais que Portugal assinou e o nosso ordenamento jurídico não permitem que isto venha a acontecer, a não ser que se criem leis específicas para isto», afirmou à Agência Lusa Inês Fontinha, presidente da associação, que apoia mulheres prostitutas.

A representante recusou que a Câmara de Lisboa possa avançar com esta proposta. «Acho que o presidente da câmara não concordará com isto, porque, pelo que conheço dele, é contra a violência exercida contra as mulheres. Não o vejo de modo algum a apoiar uma iniciativa como esta», admitiu. 

A responsável mostrou-se «admirada pelo facto de duas organizações [Obra Social das Irmãs Oblatas e o Grupo Português de Ativistas sobre Tratamento do VIH/SIDA] que em princípio conhecem as causas e percursos das mulheres em situação de prostituição defenderem a continuidade da violência». 

Considerando que esta acaba por ser uma «forma camuflada de tentar legalizar a prostituição», a presidente da associação afirmou-se «frontalmente contra» este projeto, afirmando que «não traria vantagem nenhuma» para acabar com a prostituição ou resolver os problemas a ela associados.

«Não podemos pedir às mulheres que imponham o uso do preservativo ao homem. Quem detém o poder é quem paga. Ela põe o preço, naturalmente, mas negoceia. E se o cliente oferece mais dinheiro para não usar, ela não vai usar», defendeu, referindo-se ao objetivo de sexo seguro da safe house.

Quanto à inexistência de lenocínio, Inês Fontinha sustentou que «é necessário perceber que o proxeneta é, muitas vezes, a componente afetiva das mulheres, o companheiro». Por isso, o proxenetismo continuaria mesmo nesta safe house liderada por uma cooperativa, referiu, «uma vez que as prostitutas continuariam a necessitar dos afetos dos companheiros proxenetas».

Além disso, a presidente de O Ninho recordou que «o proxenetismo organizado está muito interessado na legalização da prostituição para deixar de ser visto como organização criminosa».


‘Foursquare do sexo’ é utilizado em campanha para uso de preservativo

Usuários ajudam site a fazer mapeamento de quando e onde fizeram sexo com segurança.

Tenha orgulho de usar proteção! Com esse slogan, Universidades dos Estados Unidos encontraram um jeito curioso de incentivar jovens a praticarem sexo com segurança : distribuíram preservativos marcados com códigos de barras, em que o usuário consegue, com seu smartphone, registrar onde e quando usou a proteção. 

Os usuários são encorajados a fazer a varredura do código antes e depois de fazer sexo, num procedimento semelhante ao Foursquare. Os dados vão diretamente para o site Where did you wear it? (Onde você usou isso?, em tradução livre) e automaticamente são utilizados para compor um ‘mapa do sexo seguro’. 

A iniciativa já está virando mania e é patrocinada pela empresa Planned Parenthood, que, em comunicado oficial, esclarece a intenção da campanha: “Claro, a abstinência da atividade sexual é a única forma realmente segura de evitar a gravidez e a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Mas, lembre-se: sexo acontece. Por isso, estamos encorajando as pessoas a se protegerem mais.”

Saiba se falta sexo em sua vida

 

Uma pesquisa realizada recentemente na Inglaterra com o objetivo de monitorar o avanço da Aids quis saber de 8 000 homens e 10 000 mulheres qual o número de parceiros sexuais que haviam tido, em média, na vida.

Os homens responderam dez. As mulheres, três. Trata-se de um típico exemplo de conta que não fecha. Pelo simples motivo de que, excetuando-se a ocorrência de relações homossexuais, toda vez que um homem tem uma parceira sexual, isso significa que uma mulher também teve um parceiro.

Como a população inglesa apresenta um número parecido de homens e mulheres – e como os pesquisadores cuidaram para que todas as faixas etárias, classes sociais e estados civis estivessem representados na pesquisa— as respostas dos dois gêneros deveriam ficar próximas da coincidência, o que não ocorreu.

A conclusão a que os cientistas chegaram foi óbvia: a de que muita gente falseou suas respostas A maioria das pesquisas sobre comportamento sexual apregoa que, no mundo todo, as pessoas têm, em média, duas relações sexuais por semana (os brasileiros, mais animados, teriam três). Falso novamente, segundo onze de doze especialistas entrevistados para a reportagem de capa de VEJA desta semana.

Curioso para saber se está faltando sexo na sua vida?

Magia sexual

Conheça a prática que busca a realização de desejos através do sexo, pregada pelo polêmico mago inspirador de roqueiros como Raul Seixas.

Com estreia nos cinemas prevista para 23 de março, o filme ‘Raul — O Início, o Fim e o Meio’, sobre Raul Seixas, vai jogar holofotes não só no Maluco Beleza, mas também em outros personagens que faziam parte de sua vida. Um deles, o mago inglês Aleister Crowley (1875-1947), fez tanto a cabeça de Raul — e de mais um punhado de gente, incluindo roqueiros do naipe de Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin, e John Lennon — que inspirou sua ‘Sociedade Alternativa’ e é citado nominalmente na canção.

Entre os assuntos que rondam o polêmico Crowley, está o uso do sexo como uma ferramenta na magia. Mas, afinal, o que é essa tal de magia sexual?

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação


“Magia é uma forma de direcionar sua vontade para alcançar um objetivo. Existem várias maneiras de facilitar essa canalização do pensamento, como a meditação. A magia sexual substitui a meditação pelo sexo, valendo-se da energia liberada no orgasmo, que é o momento em que a mente se desloca da matéria”, teoriza Johann Heyss, autor de ‘Aleister Crowley — A Biografia de Um Mago’.

“Já tive experiências nesse sentido, algumas até assustadoras. Uma vez, no momento exato em que consegui desfazer uma magia, a calopsita da minha mãe cortou um pedaço de sua própria asa de uma maneira muito sinistra. Existe a história de um cara que usou a magia sexual para ganhar uma quantia de dinheiro. Ele sofreu um acidente, ficou paraplégico e ganhou o dinheiro do seguro”.

Fundador do fã-clube oficial do Led Zeppelin no Brasil, Luiz Claudio Rocha, o Lula Zeppeliano, também já experimentou a magia sexual. Seu ídolo — de quem acabou tornando-se amigo —, o guitarrista da banda, Jimmy Page, é um dos maiores divulgadores da obra de Crowley.

“Quando apertei a mão dele pela primeira vez, logo vimos que éramos dois thelemitas (seguidores da doutrina Thelema, propagada por Crowley). Conhecer o Page foi fruto de uma vontade que mentalizei. Hoje, porém, não uso mais a magia sexual porque passa a ser algo sem limite, de achar que tudo que eu quero, eu posso. Apesar de que, uma vez que você entra na magia, nunca mais a magia deixa de estar com você”, filosofa.

Coautor do livro ‘Raul Seixas — Uma Antologia’ e amigo pessoal do cantor e compositor, Toninho Buda travou contato com a magia sexual na época do ‘amor livre’. 

“Buscávamos o crescimento espiritual, com o desapego e a libertação do outro. Raul fez a música ‘A Maçã’ falando dessa libertação. Mas o que a gente queria tinha mais a ver com transar com o maior número de mulheres sem aborrecimento ou compromisso! Na verdade, esse papo de magia sexual era maravilhoso para disfarçar a nossa molecagem inata!”, entrega. 

'São as cenas mais chocantes do filme'

Toninho Buda é coautor, junto de Antônio Guedes, do filme de propaganda da Sociedade Alternativa ‘Contatos Imediatos do IV Graal’, de 1979, e que tem algumas cenas incluídas em ‘Raul — O Início, o Fim e o Meio’.

“São as cenas mais chocantes do documentário, as pessoas que já viram ficam horrorizadas. A cena ‘O Sacrilégio de Baphomet’ representa a morte do deus Pan, das florestas, da natureza. Pena que esta cena esteja sendo interpretada como magia negra, pois ela representa exatamente o que a sociedade está fazendo com a natureza”, lamenta Buda.

Sexóloga do Altas Horas escreve livro para adultos

Laura Müller ainda não terminou, mas já tem prazo e data de lançamento.

Laura Müller
Laura Müller não tem a menor timidez em falar sobre sexo com os adolescentes que comparecem semanalmente à plateia do Altas Horas, de Serginho Groismann, na Globo, mas já confessou que não faria um ensaio sensual, nem mesmo sambaria no Sambódromo do Anhembi com o pequeno biquíni como a maioria das musas fazem.




Agora, ela conta para O Fuxico que está com um novo projeto que é um livro direcionado aos adultos, algo bem diferente do que faz no Altas Horas.


“Estou escrevendo um livro sobre sexo para adultos. Este será minha quarta obra! É a primeira vez que escrevo para adultos, os outros eram mais voltados para adolescentes. É muito diferente escrever para adultos. Eles estão focados em problemas sexuais como disfunção erétil e problemas na cama”, comenta.


Acostumada com a cabeça dos adolescentes, Laura já escreveu Altos papos sobre sexo dos 12 aos 80 anos, 500 perguntas sobre sexo do adolescente e 500 perguntas sobre sexo e agora enfrenta o novo desafio.


“Os adolescentes ficam com dúvidas sobre masturbação, primeira vez e por aí vai. O livro para adultos ainda não tem nome, mas tenho de entregá-lo até o final de maio para a editora para que ele seja lançado na Bienal do Livro em São Paulo, que acontece em agosto.”


Já o quadro semanal que tem no programa de Serginho Groismann permanece sem grandes alterações a não ser pelos novos brinquedinhos sexuais que ela tem descoberto e levado à atração.


“O quadro continua este ano no programa e sempre que vou viajar para o exterior, procuro sempre trazer algo de diferente de sex shops para levar.”

Pensar em sexo te deixa mais inteligente


Pelo menos essa é a conclusão de uma pesquisa feita na Universidade de Amsterdam (Holanda). Como eles chegaram a essa conclusão? Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários da pesquisa. Depois, todos os participantes foram convidados a fazer testes de lógica e matemática.

Segundo os resultados obtidos, quem estava com ideias sacanas na cabeça conseguiu resolver os problemas com mais facilidade. Qual a explicação?

De acordo com os cientistas, é uma estratégia de evolução da espécie humana. Quando pensamos em sexo, ativamos uma área "projetada" para ajudar na reprodução. Começamos a reparar no sexo oposto, a prestar atenção nos detalhes. Essas mudanças acabam ajudando no raciocínio e, por isso, melhorando a habilidade numérica.

Mais desporto é igual a melhor sexo, diz estudo

Exercício físico aumenta fluxo sanguíneo do clítoris.

Um novo estudo, recentemente publicado no «Journal of Sexual Medicine» poderá incentivar quem não gosta muito de exercício físico, a praticá-lo. Segundo uma equipa de investigação da Universidade de Faith (Turquia), para além de melhorar o estado físico e psíquico, prevenir doenças cardiovasculares, diabetes e a obesidade, o desporto ajuda a melhorar o sexo.

Nos homens melhora o desempenho sexual e nas mulheres, ajuda o fluxo sanguíneo no clítoris, potenciando igualmente a sua função. Omer Faruk Karatas, autor principal, disse ao diário espanhol «El Mundo» que este “é o primeiro estudo que compara atletas de lite e mulheres sãs relativamente à sua função sexual e fluxo sanguíneo do clítoris”. O objectivo foi avaliar os efeitos da prática de exercício regular em ambos os grupos”.

Na investigação participaram 25 jogadoras de andebol e voleibol, entre os 20 e 45 anos, sexualmente activas, que praticam desporto com frequência (quatro horas por dia) e outras tantas da mesma faixa etária, saudáveis, mas cuja prática não excedia um hora por semana.

Nenhuma das voluntárias usava qualquer tipo de hormonas, nem tinha qualquer tipo de doença vascular, endócrina ou teve filhos nos últimos seis meses. Após serem submetidas a um questionário que avaliou diferentes aspectos, como a lubrificação, o orgasmo, a satisfação, etc., o estudo conseguiu provar que, de facto, todas as atletas tinham uma actividade sexual mais satisfatória do que as restantes.

A prática regular de exercício físico contribui para melhorar a actividade sexual, já que aumenta as endorfinas, que funcionam como neuromodelador e aumentam o fluxo sanguíneo. O resultado é o mesmo em homens e em mulheres.

Sexo, mulher e continência

Sarah Sheeva, a primogênita do casal
Baby Consuelo e Pepeu Gomes
“Sarah resolveu mudar a vida de forma radical, deixou o SNZ para virar missionária e pastora… Hoje ela viaja o Brasil ensinando castidade e contenção sexual para mulheres que, digamos, se atiçam muito”. Com essas palavras a apresentadora Marília Gabriela apresentou Sarah Sheeva como entrevistada em seu último programa, a apresentadora ressaltou ainda que a pastora tem dois livros lançados e “virou cantora gospel”.

Antes de dar as boas vindas à entrevistada Marilia Gabriela apresenta a pastora falando de seu ministério focado na educação sexual das mulheres e ressalta o fato da pastora defender a “abstinência sexual completa antes do casamento”.

Quando a apresentadora disse que Sarah viaja pelo Brasil pregando castidade, ela fez questão de deixar claro que seu trabalho não é de evangelismo e sim um congresso de santificação: “Esse congresso eu faço pra crente e não pra gente incrédula”. Ela ressaltou também que o Brasil está lotado de programas evangélicos e que o “crentês” está na boca do povo: “Está cheio de gente falando ’glória a deus’, ’aleluia’, ’amém’ e ’tá amarrado’”, afirmou.

Sarah disse que seu trabalho é pra edificar igrejas e afirmou que “Deus está tirando uma igreja de dentro da igreja”. Ela disse ainda que “existe hoje dentro do meio evangélico muita gente hipócrita e fingida”. E ressaltou ainda ser um absurdo o IBGE ter criado o termo “evangélico não praticante”.

Sobre o assunto que mais marca seu trabalho, as palestras sobre sexo, Sarah diz em uma de suas palestras ela fala de “sexo e transferência de espíritos”, definido por ela como “uma palestra muito forte”. Ela disse ainda que não é ensinado que “o sexo tem o poder de unir espiritualmente as pessoas”.

Ex-ninfomaníaca, a pastora disse que Deus adormeceu se desejo por que ela pediu. “Eu não quero ficar passando vontade. Pra que?” completou. Ela disse ainda estar escrevendo um livro chamado “Manual de princezices” para ensinar a mulher a “deixar de ser cachorra e se tornar uma princesa”.
A pastora defendeu também as religiões falando que “a religião, seja ela qual for, contribui com a questão da família e restauração dos relacionamentos familiares”.

No fim da entrevista Sarah afirmou que quer um relacionamento no qual ela sinta prazer em ficarem horas conversando sem se tocar e completou dizendo à apresentadora: “Imagina quando colocar sexo nessa equação?”


 

Sexo a três: perdas, ganhos e relatos de quem já fez

Curiosidade, vontade de sair da rotina, saudade do frio na barriga: os motivos que levam um casal a procurar uma terceira pessoa para uma experiência de sexo em conjunto são os mais diversos. Fantasia sexual recorrente, tanto para homens quanto para mulheres, a prática pode gerar perdas e ganhos no relacionamento. Mas para o ménage à trois dar certo, alguns cuidados têm de ser tomados.

"Minha mulher e eu fizemos sexo a três duas vezes. Na primeira vez tudo deu certo", conta um empresário paulista de 38 anos. “A ideia foi dos dois juntos, conversamos sobre a possibilidade de acontecer e chamamos uma amiga dela”. De acordo com o psicólogo Diego Henrique Viviani, pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, é fundamental que haja acordo entre as duas partes antes de incluir a terceira pessoa. “Se o casal realmente busca uma nova prática sexual, ambos sentem-se à vontade com isso e a brincadeira será saudável”.

Se não há conversa nem acordo, a aventura fatalmente vai gerar um grande desencontro na cama – e depois fora dela. “Às vezes o homem e a mulher têm ideias diferentes sobre como esta relação vai acontecer. Uma das partes pode apenas observar, sem participar, ou todos podem participar ativamente. Mas se não houver diálogo e acordo antes, alguém pode se sentir deixado de lado”, explica a psicóloga e terapeuta sexual Lucia Pesca.

Foi justamente isso o que aconteceu na segunda experiência relatada pelo empresário. “Estávamos em uma festa e uma conhecida nossa começou a paquerar minha mulher. Tínhamos bebido muito, os três, e fomos para casa juntos. Chegando lá fomos para a cama. Minha mulher saiu do quarto, e quando voltou me viu transando com a outra menina. Ela ficou enciumada, nós brigamos, ninguém mais quis transar com ninguém e acabou por aí. Depois disso nunca mais fizemos sexo a três”.

Quando um não quer
Os problemas do sexo a três aparecem quando uma das partes decide experimentar apenas para atender às necessidades do outro. “Nesse momento a pessoa se sente agredida pela situação, passa a achar que seu companheiro sentiu mais prazer com a terceira pessoa, sente ciúme. No consultório a gente trata isso como um estresse pós-trauma”, explica Lucia.

“Eu nunca quis fazer sexo a três para agradar meu marido, e nunca quis que a outra mulher fizesse só para agradar também”, conta a paulista Patrícia, 44 anos, que tem um casamento aberto há cinco anos. “Só vale quando a outra também me deseja”, completa.

O sexo a três feito só para agradar pode gerar mágoas, ressentimentos, desconfianças e uma série de questionamentos. “‘Eu não sou suficiente’, ‘ele gosta mais de fazer sexo com outras do que comigo’, ‘ele só faz isso para conseguir sexo fora da relação de maneira consentida’”, lista Viviani. Além disso, o psicólogo lembra que a prática não deve ser feita para “salvar” relações ou provar capacidade de performance na cama. “Com certeza isso levará a um desencontro do casal”, alerta.

Pessoa amiga ou desconhecida?
Na hora de escolher quem será a terceira pessoa que vai para a cama é essencial haver muita conversa entre os dois. Não há regras preestabelecidas, a melhor opção varia de acordo com o perfil de cada casal.

“Minha primeira vez foi com a amiga da minha mulher, e entre a gente não teve nenhum problema, mas depois ela e a amiga se afastaram. Acho que se eu fosse fazer de novo, não faria com uma pessoa conhecida não. Eu contrataria uma prostituta”, conta o empresário paulista.

Mas a participação de prostitutas pode ser um fator intimidante para a maioria das mulheres, explica Lucia: “Em geral as mulheres têm problemas em se entregar para desconhecidos. Elas evitam beijar quem não conhecem, e o beijo é parte importante do sexo. Geralmente quando a terceira pessoa é contratada, ela entra na relação mais para dar prazer do que para receber. Os relatos que ouço são de que a mulher do casal não fez nada com a prostituta, e a prostituta foi a mais ativa”.

Apesar disso, há mulheres que preferem não levar uma pessoa conhecida para a cama, evitando assim possíveis constrangimentos. “Para mim é difícil imaginar como seria olhar para a outra pessoa depois”, diz a publicitária Rosana, que já contratou uma garota de programa para uma relação a três.

O tabu aumenta quando o terceiro é um homem, seja pelo fato da mulher estar na posição de detentora do seu desejo ou simplesmente pela tradicional competição masculina. “O homem quer ter seu pênis admirado e adorado. Quando entra outro homem na relação, acontece uma comparação, coisa que não ocorre tanto com a mulher”. Mas se essa é a sua fantasia, vale negociar com o companheiro por direitos iguais.

Para dar certo
Depois de alguns anos de relacionamento, o sexo tende a cair na rotina, e uma terceira pessoa pode apresentar novidades. “É cada vez mais comum os casais falarem comigo sobre ménage. A experiência pode dar muito prazer e enriquecer a relação”, diz Lucia.

“Quando meu companheiro propôs um ménage, ele queria que fosse comigo e uma amiga. Eu disse que assim não queria, e procurei uma garota de programa para isso. Ela virou uma espécie de conselheira sexual para mim. Para fazer sexo anal, por exemplo, ela me explicou desde como fazer uma boa higiene, até que posição dá mais prazer”, conta a publicitária Rosana. A terceira pessoa pode ajudar a quebrar constrangimentos entre o casal. “Às vezes há coisas que a mulher não tem coragem de pedir para o companheiro fazer, daí vai a terceira pessoa e faz”, conta Lucia.

Para Patrícia, os ganhos de uma relação a três podem inclusive ir além da cama. “É muito interessante você se ver pelos olhos de outra mulher. Você escuta coisas que não imaginava. Quando a mulher fala, você sabe que não é só conversinha pra te levar pra cama. É uma experiência muito enriquecedora”, conta.

Mas é preciso que ambos estejam seguros e confiantes na parceria. Afinal, essa é só mais uma forma de avivar o sexo, não a única.

Companhia aérea oferece oportunidade de fazer sexo nas alturas

Uma empresa aérea da cidade de Cincinnati, nos EUA, oferece aos seus passageiros a possibilidade de fazer «sexo nas alturas».


A Flamingo Air, que opera voos em jactos, promete no seu site uma experiência que o cliente «nunca esquecerá».

A ideia surgiu de uma aposta entre os pilotos da companhia aérea. Eles apostaram que ninguém conseguiria convencer sequer um casal a pagar por uma viagem de jacto.

Em 1991, passaram a oferecer o serviço «especial». Desde então, segundo a Flamingo Air, milhares de passageiros já passaram pela experiência.

A aposta acabou por transformar-se numa oportunidade de negócios. A empresa cobra 425 dólares pela suite.

Por essa tarifa, um casal tem direito à cama, espumante, chocolate e também à discrição do resto da tripulação, já que a única coisa que separa a suite da cabine do piloto é uma cortina.

No entanto, a companhia aérea afirma que a discrição é total, já que o piloto passa o tempo todo com auscultadores.


O capitão David McDonald, que pilota muitos dos voos, promete discrição total. No entanto, revelou ao site da cadeia de TV de Cincinnati WCPO que já foi atingido por um salto alto e por uma rolha de espumamante.

A empresa afirma que 90% das reservas da companhia são feitas por mulheres, que procuram uma experiência romântica diferente.

O voo dura uma hora e os clientes podem escolher entre alguns itinerários.