Site permite que jovens ofereçam sexo em troca do financiamento para a faculdade

Estudantes que desejam ter sua faculdade financiada estão encontrando sucesso em um site chamado Seeking Arrangement (ou Dando um Jeitinho, em português). O site consiste em criar uma "relação de troca" entre seus usuários. 

Homens e mulheres que acessam o Seeking Arrangement procuram uma "relação mutuamente benéfica", isto é, ganhar dinheiro em troca de sexo. Muitos estudantes que não tem mais o apoio dos pais estão procurando o site para encontrar homens e mulheres mais velhos, que estejam dispostos a financiar a faculdade e seus gastos, em troca de relações sexuais.

Em entrevista, uma aluna de 22 anos que não quis ser identificada, membro do site, disse que pede de 10 a 20 mil dólares por mês. "Já deram carros, viagens, joias. Esses caras me levam para sair e me apoiam financeiramente. Meus sonhos se tornaram realidade depois que meus pais deixaram de me apoiar quando eu tinha 18 anos. Eles têm dinheiro e querem me ajudar", disse.

O site começou em 2006 e seu fundador Brandon Lee insiste que não é um tipo de prostituição. “Nós não permitimos acompanhantes ou prostitutas para usar o site. Não é disso que se trata. Devido à forma como nossa sociedade funciona, é estranho alguém perguntar para outra pessoa se ela gostaria de se envolver em um relacionamento de troca. É aí que entra o SeekingArrangement.com”, diz o fundador.

Ele também afirma que os termos da relação são estabelecidos pelos dois adultos em um acordo e as trocas são monitoradas de perto pelos administradores do site.

Cinco preliminares aumentam o prazer do sexo rápido

Em um mundo idealizado, a grande maioria das mulheres prefere uma noite romântica, com direito a jantar, luz de velas, um homem carinhoso e que tudo termine com horas de prazer. Aí elas acordam e percebem que na vida real uma relação sexual se resume a alguns minutos e que, muitas vezes, as preliminares nem existem. Diversas pesquisas, inclusive, já mostraram que a maior parte dos casais prefere que o sexo dure não mais do que 15 minutos. 

Entretanto, sexo rápido não precisa ser sinônimo de sexo sem prazer. A revista Health Magazine elaborou uma listinha de cinco preliminares que podem fazer desses poucos minutos momentos de pura excitação para você e seu parceiro. 

Confira: 

Não pare de beijar: Beijinhos e beijões durante as tarefas comuns aumentam a velocidade com que você e o parceiro ficam excitados, pois o organismo já começa a se preparar para o sexo. Além disso, o gesto fará com que vocês se sintam mais íntimos, sem que a rapidez deixe uma sensação de vazio depois. 

Mantenha-se vestida: Por que perder minutos preciosos tirando a roupa? Além disso, deixar uma peça aqui e ali é uma poderosa forma de excitar o parceiro. É como se ambos não pudessem esperar em segundo para curtirem o sexo. 

Mudem de lugar: Cinco minutos de sexo na cama provavelmente não a deixará tão feliz. Mas cinco minutos durante o banho? Ou na mesa da cozinha? A novidade é sempre um poderoso aliado para aumentar a excitação, especialmente quando há o risco de serem flagrados por alguém. 

Fantasie: Quando você está tentando entrar no clima o mais rápido possível, fantasiar com cenas excitantes pode ajudar - e muito! - no processo. Isso porque o cérebro irá reagir às imagens e preparar o corpo para o sexo. Além disso, você irá ficar mais concentrada no parceiro, o que já é por si só uma excelente preliminar. 

Converse: Não, não estamos falando de discutir a relação em pleno sexo. Fale com seu parceiro durante o ato. Sussurre, grite, fale coisas doces ou apimentadas. Isso ajuda ambos a manter o foco um no outro e a lembrar do que os dois têm de especial que os mantém atraídos.

Entenda o que as fantasias sexuais dizem sobre a sua personalidade

Você já pensou em fazer uma surpresa para o seu parceiro ou parceira? As fantasias eróticas quebram a rotina e podem esquentar a sua transa. 

Fantasias todo mundo tem. Colocar em prática depende de vários fatores: local, oportunidade, disposição e até a sorte de encontrar alguém que tope participar. Mesmo que fiquem restritas à imaginação, as fantasias são inerentes à sexualidade e é saudável tê-las. "Elas exprimem algo reprimido ou remetem a algum desejo que, por várias circunstâncias, não pode ser declarado", diz a terapeuta sexual Isabel Cabral Delgado, do Rio de Janeiro.

Há algumas fantasias que são comuns –transar com um desconhecido, por exemplo– mas a história de vida e os planos de cada um é que podem revelar, com precisão, o que há por trás delas. "As fantasias sexuais podem dizer não só o que desejamos, mas que estamos lutando contra determinado anseio", diz a psicóloga Arlete Gavranic, do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática. As fantasias triviais, porém, funcionam como um exercício de autoconhecimento. Por isso, confira a análise de especialistas* e entenda melhor os seus desejos:

Transar com "ex" e atual ao mesmo tempo
Há a hipótese de que o término esteja mal resolvido. Mais provável é que quem tem essa fantasia sonha em mostrar que pode se dar bem com outro parceiro na cama, como uma espécie de exibicionismo ou vingança. A fantasia também pode indicar necessidade de controle e sentimento de posse, além de uma vontade de demonstrar que faz sexo muito bem e que é capaz de dar prazer a quem quiser.

Sexo à força
Costuma ser mais comum entre as mulheres. Aquelas que se excitam ao se imaginar sendo forçadas a fazer sexo certamente querem se isentar de qualquer tipo de responsabilidade ou culpa em relação ao sexo. Não podendo recusar, o sexo não macularia a imagem de boa moça. Muitas garotas tiveram uma educação sexual rígida, assimilando, assim, o conceito de que o desejo é vulgar, feio ou indecente.

Dominar alguém na cama
Esse tipo de fantasia remete a uma associação equivocada de afeto e violência. Essa vontade se instala na infância e, muitas vezes, pauta o comportamento sexual do adulto, que se excita com o uso da força, porque não consegue suportar a manifestação de carinho baseada na carícia. Ela ainda pode denunciar baixa autoestima --a pessoa pode necessitar que o outro se submeta para se sentir segura. Mas essa é frequente e muito saudável, pois mostra o desejo de sentir-se importante, forte e demonstra autoconfiança ou o desejo de fortalecê-la.

Apanhar
Há diversas explicações possíveis: autopunição por achar que os desejos sexuais são impuros ou errados, fetiche masoquista de sentir prazer na dor, rebeldia e até história de rejeição familiar ou amorosa –a pessoa se sente cuidada mesmo ao levar um tapa, uma palmada ou sentir o estalo de um chicote. Se não houver um nível que caracterize violência física nem psíquica, cada um pode combinar até onde o tapinha pode chegar e brincar com a dor e o prazer com quem quiser e confiar.

Fingir que é prostituta
O fato de fingir que é prostituta permite à mulher se sentir mais livre e sedutora. Como uma profissional, ela pode sair do papel da boa moça e demonstrar interesse e prazer ao transar. Existe ainda a possibilidade da fantasia de que, encarnando uma prostituta, tudo é possível. A mulher também pode encarar o papel de que se submete ao mando e à agressividade do parceiro. Há, embutida, a vontade de investir na submissão. Apesar de mais comum em mulheres, o papel pode ser assumido por um homem, seguindo a mesma lógica.

Tratar a parceira como prostituta
Essa fantasia dá ao homem o prazer do poder oriundo da desigualdade que se estabelece entre os parceiros na relação. É a necessidade de se sentir superior. A parceira seria obrigada a fazer tudo que ele quer, pois ele está pagando. Para alguns homens, é uma autorização interna para práticas e prazeres diferentes com a mulher "de família", como sexo anal, sexo oral com ejaculação, entre outras. Mulheres também podem assumir o papel de clientes para seus homens, fantasiando que eles são garotos de programa. Os sentimentos, nesse caso, também são parecidos com os deles.

Imaginar que está com alguma celebridade enquanto transa
É uma fantasia corriqueira e inofensiva, que levanta a autoestima e faz a pessoa se sentir especial para uma pessoa famosa, que, ainda na imaginação, tem uma vida interessante e emocionante e, mesmo assim, está valorizando alguém comum --e que, no fundo, adoraria estar se sentindo assim tão especial para o companheiro ou companheira. Outra explicação é a fuga da rotina, de um parceiro convencional ou do romantismo associado ao sexo –um bom exemplo é imaginar que está transando com a vilã ou o bandido de um filme.

Transar com alguém desconhecido
Significa desvincular sexo de compromisso. Ao ir para a cama com um desconhecido, a pessoa pode se soltar completamente, sem nenhum tipo de repressão, já que não há cobranças. Essa fantasia permite deixar toda a sua história de vida para trás e reescrevê-la do jeito que achar melhor, sem passado nem culpa. Quem alimenta essa fantasia não quer que haja nenhuma avaliação prévia. Com o desconhecido, a pessoa se solta mais, aposta na bizarrice, na perversão e na vulgaridade.

Pensar em pessoas amigas ao se masturbar
Isso, obviamente, indica interesse sexual, que pode ser camuflado por razões sociais, familiares ou pessoais (dificuldade em aceitar que sente desejo por alguém do mesmo sexo, por exemplo). Há quem não o admita nem para si mesmo, o que acaba gerando angústia. Algumas vezes o simples fato de compreender, assumir e exercitar essa fantasia resolve a questão e permite que a vida siga seu curso normalmente.

GRANDE REPORTAGEM: Freiras propõem casa do sexo

Proposta não é bem recebida pelas trabalhadoras
do sexo que preferem descontar para a reforma
 
A congregação das freiras Oblatas (Obra Social das Irmãs Oblatas) e o Grupo de Activistas sobre o Tratamento de VIH/sida querem criar uma ‘safe house’ (casa segura), na Mouraria, para as trabalhadoras do sexo. 

O espaço destinado à prática de sexo seguro, sem lenocínio, seria gerido por uma cooperativa de prostitutas até que estas definissem o rumo das suas vidas. 


O Espaço iria "garantir a segurança física e psíquica destas mulheres, dando-lhes voz para que se organizem enquanto grupo", esclareceu ao Helena Fidalgo, da Obra Social. "Serão as próprias mulheres a definirem as regras da casa, visto querermos criar um sentimento de comunidade/cooperativo e de mobilização cívica", disse. 

Para as freiras, a "designação de ‘bordel’ é desadequada", pois "indicaria que as Irmãs teriam lucro com o trabalho sexual, o que é completamente irreal", concluiu Helena Fidalgo.

A proposta não está, no entanto, a ser bem recebida. "Nós queremos é receber a nossa reforma e ter os descontos. Como é que vão ali meter tanta mulher? Vai ser uma grande confusão", garantiu Inês, de 40 anos, prostituta no Intendente há 13 anos.


Casa de sexo seguro em Lisboa? Não com esta lei
A presidente da associação O Ninho afirmou esta quinta-feira que o enquadramento legal nacional não permite criar uma safe house na Mouraria, acreditando que a Câmara de Lisboa não avançará com esta proposta, da qual a instituição discorda «frontalmente».

A criação de uma safe house - uma casa para a prática de sexo seguro e sem lenocínio, a ser gerida por uma cooperativa de prostitutas - é uma proposta incluída no Programa de Desenvolvimento Comunitário da Mouraria, apoiado por algumas dezenas de parceiros e entregue em fevereiro à autarquia.

Na quarta-feira, o presidente da câmara, António Costa, afirmou que a sugestão será estudada pelo município, nomeadamente quanto ao seu enquadramento legal. «Não há enquadramento legal para permitir esta proposta. Todas as convenções internacionais que Portugal assinou e o nosso ordenamento jurídico não permitem que isto venha a acontecer, a não ser que se criem leis específicas para isto», afirmou à Agência Lusa Inês Fontinha, presidente da associação, que apoia mulheres prostitutas.

A representante recusou que a Câmara de Lisboa possa avançar com esta proposta. «Acho que o presidente da câmara não concordará com isto, porque, pelo que conheço dele, é contra a violência exercida contra as mulheres. Não o vejo de modo algum a apoiar uma iniciativa como esta», admitiu. 

A responsável mostrou-se «admirada pelo facto de duas organizações [Obra Social das Irmãs Oblatas e o Grupo Português de Ativistas sobre Tratamento do VIH/SIDA] que em princípio conhecem as causas e percursos das mulheres em situação de prostituição defenderem a continuidade da violência». 

Considerando que esta acaba por ser uma «forma camuflada de tentar legalizar a prostituição», a presidente da associação afirmou-se «frontalmente contra» este projeto, afirmando que «não traria vantagem nenhuma» para acabar com a prostituição ou resolver os problemas a ela associados.

«Não podemos pedir às mulheres que imponham o uso do preservativo ao homem. Quem detém o poder é quem paga. Ela põe o preço, naturalmente, mas negoceia. E se o cliente oferece mais dinheiro para não usar, ela não vai usar», defendeu, referindo-se ao objetivo de sexo seguro da safe house.

Quanto à inexistência de lenocínio, Inês Fontinha sustentou que «é necessário perceber que o proxeneta é, muitas vezes, a componente afetiva das mulheres, o companheiro». Por isso, o proxenetismo continuaria mesmo nesta safe house liderada por uma cooperativa, referiu, «uma vez que as prostitutas continuariam a necessitar dos afetos dos companheiros proxenetas».

Além disso, a presidente de O Ninho recordou que «o proxenetismo organizado está muito interessado na legalização da prostituição para deixar de ser visto como organização criminosa».


‘Foursquare do sexo’ é utilizado em campanha para uso de preservativo

Usuários ajudam site a fazer mapeamento de quando e onde fizeram sexo com segurança.

Tenha orgulho de usar proteção! Com esse slogan, Universidades dos Estados Unidos encontraram um jeito curioso de incentivar jovens a praticarem sexo com segurança : distribuíram preservativos marcados com códigos de barras, em que o usuário consegue, com seu smartphone, registrar onde e quando usou a proteção. 

Os usuários são encorajados a fazer a varredura do código antes e depois de fazer sexo, num procedimento semelhante ao Foursquare. Os dados vão diretamente para o site Where did you wear it? (Onde você usou isso?, em tradução livre) e automaticamente são utilizados para compor um ‘mapa do sexo seguro’. 

A iniciativa já está virando mania e é patrocinada pela empresa Planned Parenthood, que, em comunicado oficial, esclarece a intenção da campanha: “Claro, a abstinência da atividade sexual é a única forma realmente segura de evitar a gravidez e a propagação de doenças sexualmente transmissíveis. Mas, lembre-se: sexo acontece. Por isso, estamos encorajando as pessoas a se protegerem mais.”

Saiba se falta sexo em sua vida

 

Uma pesquisa realizada recentemente na Inglaterra com o objetivo de monitorar o avanço da Aids quis saber de 8 000 homens e 10 000 mulheres qual o número de parceiros sexuais que haviam tido, em média, na vida.

Os homens responderam dez. As mulheres, três. Trata-se de um típico exemplo de conta que não fecha. Pelo simples motivo de que, excetuando-se a ocorrência de relações homossexuais, toda vez que um homem tem uma parceira sexual, isso significa que uma mulher também teve um parceiro.

Como a população inglesa apresenta um número parecido de homens e mulheres – e como os pesquisadores cuidaram para que todas as faixas etárias, classes sociais e estados civis estivessem representados na pesquisa— as respostas dos dois gêneros deveriam ficar próximas da coincidência, o que não ocorreu.

A conclusão a que os cientistas chegaram foi óbvia: a de que muita gente falseou suas respostas A maioria das pesquisas sobre comportamento sexual apregoa que, no mundo todo, as pessoas têm, em média, duas relações sexuais por semana (os brasileiros, mais animados, teriam três). Falso novamente, segundo onze de doze especialistas entrevistados para a reportagem de capa de VEJA desta semana.

Curioso para saber se está faltando sexo na sua vida?

Magia sexual

Conheça a prática que busca a realização de desejos através do sexo, pregada pelo polêmico mago inspirador de roqueiros como Raul Seixas.

Com estreia nos cinemas prevista para 23 de março, o filme ‘Raul — O Início, o Fim e o Meio’, sobre Raul Seixas, vai jogar holofotes não só no Maluco Beleza, mas também em outros personagens que faziam parte de sua vida. Um deles, o mago inglês Aleister Crowley (1875-1947), fez tanto a cabeça de Raul — e de mais um punhado de gente, incluindo roqueiros do naipe de Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin, e John Lennon — que inspirou sua ‘Sociedade Alternativa’ e é citado nominalmente na canção.

Entre os assuntos que rondam o polêmico Crowley, está o uso do sexo como uma ferramenta na magia. Mas, afinal, o que é essa tal de magia sexual?

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação


“Magia é uma forma de direcionar sua vontade para alcançar um objetivo. Existem várias maneiras de facilitar essa canalização do pensamento, como a meditação. A magia sexual substitui a meditação pelo sexo, valendo-se da energia liberada no orgasmo, que é o momento em que a mente se desloca da matéria”, teoriza Johann Heyss, autor de ‘Aleister Crowley — A Biografia de Um Mago’.

“Já tive experiências nesse sentido, algumas até assustadoras. Uma vez, no momento exato em que consegui desfazer uma magia, a calopsita da minha mãe cortou um pedaço de sua própria asa de uma maneira muito sinistra. Existe a história de um cara que usou a magia sexual para ganhar uma quantia de dinheiro. Ele sofreu um acidente, ficou paraplégico e ganhou o dinheiro do seguro”.

Fundador do fã-clube oficial do Led Zeppelin no Brasil, Luiz Claudio Rocha, o Lula Zeppeliano, também já experimentou a magia sexual. Seu ídolo — de quem acabou tornando-se amigo —, o guitarrista da banda, Jimmy Page, é um dos maiores divulgadores da obra de Crowley.

“Quando apertei a mão dele pela primeira vez, logo vimos que éramos dois thelemitas (seguidores da doutrina Thelema, propagada por Crowley). Conhecer o Page foi fruto de uma vontade que mentalizei. Hoje, porém, não uso mais a magia sexual porque passa a ser algo sem limite, de achar que tudo que eu quero, eu posso. Apesar de que, uma vez que você entra na magia, nunca mais a magia deixa de estar com você”, filosofa.

Coautor do livro ‘Raul Seixas — Uma Antologia’ e amigo pessoal do cantor e compositor, Toninho Buda travou contato com a magia sexual na época do ‘amor livre’. 

“Buscávamos o crescimento espiritual, com o desapego e a libertação do outro. Raul fez a música ‘A Maçã’ falando dessa libertação. Mas o que a gente queria tinha mais a ver com transar com o maior número de mulheres sem aborrecimento ou compromisso! Na verdade, esse papo de magia sexual era maravilhoso para disfarçar a nossa molecagem inata!”, entrega. 

'São as cenas mais chocantes do filme'

Toninho Buda é coautor, junto de Antônio Guedes, do filme de propaganda da Sociedade Alternativa ‘Contatos Imediatos do IV Graal’, de 1979, e que tem algumas cenas incluídas em ‘Raul — O Início, o Fim e o Meio’.

“São as cenas mais chocantes do documentário, as pessoas que já viram ficam horrorizadas. A cena ‘O Sacrilégio de Baphomet’ representa a morte do deus Pan, das florestas, da natureza. Pena que esta cena esteja sendo interpretada como magia negra, pois ela representa exatamente o que a sociedade está fazendo com a natureza”, lamenta Buda.

Sexóloga do Altas Horas escreve livro para adultos

Laura Müller ainda não terminou, mas já tem prazo e data de lançamento.

Laura Müller
Laura Müller não tem a menor timidez em falar sobre sexo com os adolescentes que comparecem semanalmente à plateia do Altas Horas, de Serginho Groismann, na Globo, mas já confessou que não faria um ensaio sensual, nem mesmo sambaria no Sambódromo do Anhembi com o pequeno biquíni como a maioria das musas fazem.




Agora, ela conta para O Fuxico que está com um novo projeto que é um livro direcionado aos adultos, algo bem diferente do que faz no Altas Horas.


“Estou escrevendo um livro sobre sexo para adultos. Este será minha quarta obra! É a primeira vez que escrevo para adultos, os outros eram mais voltados para adolescentes. É muito diferente escrever para adultos. Eles estão focados em problemas sexuais como disfunção erétil e problemas na cama”, comenta.


Acostumada com a cabeça dos adolescentes, Laura já escreveu Altos papos sobre sexo dos 12 aos 80 anos, 500 perguntas sobre sexo do adolescente e 500 perguntas sobre sexo e agora enfrenta o novo desafio.


“Os adolescentes ficam com dúvidas sobre masturbação, primeira vez e por aí vai. O livro para adultos ainda não tem nome, mas tenho de entregá-lo até o final de maio para a editora para que ele seja lançado na Bienal do Livro em São Paulo, que acontece em agosto.”


Já o quadro semanal que tem no programa de Serginho Groismann permanece sem grandes alterações a não ser pelos novos brinquedinhos sexuais que ela tem descoberto e levado à atração.


“O quadro continua este ano no programa e sempre que vou viajar para o exterior, procuro sempre trazer algo de diferente de sex shops para levar.”

Pensar em sexo te deixa mais inteligente


Pelo menos essa é a conclusão de uma pesquisa feita na Universidade de Amsterdam (Holanda). Como eles chegaram a essa conclusão? Primeiro, eles fizeram parte dos voluntários da pesquisa. Depois, todos os participantes foram convidados a fazer testes de lógica e matemática.

Segundo os resultados obtidos, quem estava com ideias sacanas na cabeça conseguiu resolver os problemas com mais facilidade. Qual a explicação?

De acordo com os cientistas, é uma estratégia de evolução da espécie humana. Quando pensamos em sexo, ativamos uma área "projetada" para ajudar na reprodução. Começamos a reparar no sexo oposto, a prestar atenção nos detalhes. Essas mudanças acabam ajudando no raciocínio e, por isso, melhorando a habilidade numérica.

Mais desporto é igual a melhor sexo, diz estudo

Exercício físico aumenta fluxo sanguíneo do clítoris.

Um novo estudo, recentemente publicado no «Journal of Sexual Medicine» poderá incentivar quem não gosta muito de exercício físico, a praticá-lo. Segundo uma equipa de investigação da Universidade de Faith (Turquia), para além de melhorar o estado físico e psíquico, prevenir doenças cardiovasculares, diabetes e a obesidade, o desporto ajuda a melhorar o sexo.

Nos homens melhora o desempenho sexual e nas mulheres, ajuda o fluxo sanguíneo no clítoris, potenciando igualmente a sua função. Omer Faruk Karatas, autor principal, disse ao diário espanhol «El Mundo» que este “é o primeiro estudo que compara atletas de lite e mulheres sãs relativamente à sua função sexual e fluxo sanguíneo do clítoris”. O objectivo foi avaliar os efeitos da prática de exercício regular em ambos os grupos”.

Na investigação participaram 25 jogadoras de andebol e voleibol, entre os 20 e 45 anos, sexualmente activas, que praticam desporto com frequência (quatro horas por dia) e outras tantas da mesma faixa etária, saudáveis, mas cuja prática não excedia um hora por semana.

Nenhuma das voluntárias usava qualquer tipo de hormonas, nem tinha qualquer tipo de doença vascular, endócrina ou teve filhos nos últimos seis meses. Após serem submetidas a um questionário que avaliou diferentes aspectos, como a lubrificação, o orgasmo, a satisfação, etc., o estudo conseguiu provar que, de facto, todas as atletas tinham uma actividade sexual mais satisfatória do que as restantes.

A prática regular de exercício físico contribui para melhorar a actividade sexual, já que aumenta as endorfinas, que funcionam como neuromodelador e aumentam o fluxo sanguíneo. O resultado é o mesmo em homens e em mulheres.

Sexo, mulher e continência

Sarah Sheeva, a primogênita do casal
Baby Consuelo e Pepeu Gomes
“Sarah resolveu mudar a vida de forma radical, deixou o SNZ para virar missionária e pastora… Hoje ela viaja o Brasil ensinando castidade e contenção sexual para mulheres que, digamos, se atiçam muito”. Com essas palavras a apresentadora Marília Gabriela apresentou Sarah Sheeva como entrevistada em seu último programa, a apresentadora ressaltou ainda que a pastora tem dois livros lançados e “virou cantora gospel”.

Antes de dar as boas vindas à entrevistada Marilia Gabriela apresenta a pastora falando de seu ministério focado na educação sexual das mulheres e ressalta o fato da pastora defender a “abstinência sexual completa antes do casamento”.

Quando a apresentadora disse que Sarah viaja pelo Brasil pregando castidade, ela fez questão de deixar claro que seu trabalho não é de evangelismo e sim um congresso de santificação: “Esse congresso eu faço pra crente e não pra gente incrédula”. Ela ressaltou também que o Brasil está lotado de programas evangélicos e que o “crentês” está na boca do povo: “Está cheio de gente falando ’glória a deus’, ’aleluia’, ’amém’ e ’tá amarrado’”, afirmou.

Sarah disse que seu trabalho é pra edificar igrejas e afirmou que “Deus está tirando uma igreja de dentro da igreja”. Ela disse ainda que “existe hoje dentro do meio evangélico muita gente hipócrita e fingida”. E ressaltou ainda ser um absurdo o IBGE ter criado o termo “evangélico não praticante”.

Sobre o assunto que mais marca seu trabalho, as palestras sobre sexo, Sarah diz em uma de suas palestras ela fala de “sexo e transferência de espíritos”, definido por ela como “uma palestra muito forte”. Ela disse ainda que não é ensinado que “o sexo tem o poder de unir espiritualmente as pessoas”.

Ex-ninfomaníaca, a pastora disse que Deus adormeceu se desejo por que ela pediu. “Eu não quero ficar passando vontade. Pra que?” completou. Ela disse ainda estar escrevendo um livro chamado “Manual de princezices” para ensinar a mulher a “deixar de ser cachorra e se tornar uma princesa”.
A pastora defendeu também as religiões falando que “a religião, seja ela qual for, contribui com a questão da família e restauração dos relacionamentos familiares”.

No fim da entrevista Sarah afirmou que quer um relacionamento no qual ela sinta prazer em ficarem horas conversando sem se tocar e completou dizendo à apresentadora: “Imagina quando colocar sexo nessa equação?”


 

Sexo a três: perdas, ganhos e relatos de quem já fez

Curiosidade, vontade de sair da rotina, saudade do frio na barriga: os motivos que levam um casal a procurar uma terceira pessoa para uma experiência de sexo em conjunto são os mais diversos. Fantasia sexual recorrente, tanto para homens quanto para mulheres, a prática pode gerar perdas e ganhos no relacionamento. Mas para o ménage à trois dar certo, alguns cuidados têm de ser tomados.

"Minha mulher e eu fizemos sexo a três duas vezes. Na primeira vez tudo deu certo", conta um empresário paulista de 38 anos. “A ideia foi dos dois juntos, conversamos sobre a possibilidade de acontecer e chamamos uma amiga dela”. De acordo com o psicólogo Diego Henrique Viviani, pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, é fundamental que haja acordo entre as duas partes antes de incluir a terceira pessoa. “Se o casal realmente busca uma nova prática sexual, ambos sentem-se à vontade com isso e a brincadeira será saudável”.

Se não há conversa nem acordo, a aventura fatalmente vai gerar um grande desencontro na cama – e depois fora dela. “Às vezes o homem e a mulher têm ideias diferentes sobre como esta relação vai acontecer. Uma das partes pode apenas observar, sem participar, ou todos podem participar ativamente. Mas se não houver diálogo e acordo antes, alguém pode se sentir deixado de lado”, explica a psicóloga e terapeuta sexual Lucia Pesca.

Foi justamente isso o que aconteceu na segunda experiência relatada pelo empresário. “Estávamos em uma festa e uma conhecida nossa começou a paquerar minha mulher. Tínhamos bebido muito, os três, e fomos para casa juntos. Chegando lá fomos para a cama. Minha mulher saiu do quarto, e quando voltou me viu transando com a outra menina. Ela ficou enciumada, nós brigamos, ninguém mais quis transar com ninguém e acabou por aí. Depois disso nunca mais fizemos sexo a três”.

Quando um não quer
Os problemas do sexo a três aparecem quando uma das partes decide experimentar apenas para atender às necessidades do outro. “Nesse momento a pessoa se sente agredida pela situação, passa a achar que seu companheiro sentiu mais prazer com a terceira pessoa, sente ciúme. No consultório a gente trata isso como um estresse pós-trauma”, explica Lucia.

“Eu nunca quis fazer sexo a três para agradar meu marido, e nunca quis que a outra mulher fizesse só para agradar também”, conta a paulista Patrícia, 44 anos, que tem um casamento aberto há cinco anos. “Só vale quando a outra também me deseja”, completa.

O sexo a três feito só para agradar pode gerar mágoas, ressentimentos, desconfianças e uma série de questionamentos. “‘Eu não sou suficiente’, ‘ele gosta mais de fazer sexo com outras do que comigo’, ‘ele só faz isso para conseguir sexo fora da relação de maneira consentida’”, lista Viviani. Além disso, o psicólogo lembra que a prática não deve ser feita para “salvar” relações ou provar capacidade de performance na cama. “Com certeza isso levará a um desencontro do casal”, alerta.

Pessoa amiga ou desconhecida?
Na hora de escolher quem será a terceira pessoa que vai para a cama é essencial haver muita conversa entre os dois. Não há regras preestabelecidas, a melhor opção varia de acordo com o perfil de cada casal.

“Minha primeira vez foi com a amiga da minha mulher, e entre a gente não teve nenhum problema, mas depois ela e a amiga se afastaram. Acho que se eu fosse fazer de novo, não faria com uma pessoa conhecida não. Eu contrataria uma prostituta”, conta o empresário paulista.

Mas a participação de prostitutas pode ser um fator intimidante para a maioria das mulheres, explica Lucia: “Em geral as mulheres têm problemas em se entregar para desconhecidos. Elas evitam beijar quem não conhecem, e o beijo é parte importante do sexo. Geralmente quando a terceira pessoa é contratada, ela entra na relação mais para dar prazer do que para receber. Os relatos que ouço são de que a mulher do casal não fez nada com a prostituta, e a prostituta foi a mais ativa”.

Apesar disso, há mulheres que preferem não levar uma pessoa conhecida para a cama, evitando assim possíveis constrangimentos. “Para mim é difícil imaginar como seria olhar para a outra pessoa depois”, diz a publicitária Rosana, que já contratou uma garota de programa para uma relação a três.

O tabu aumenta quando o terceiro é um homem, seja pelo fato da mulher estar na posição de detentora do seu desejo ou simplesmente pela tradicional competição masculina. “O homem quer ter seu pênis admirado e adorado. Quando entra outro homem na relação, acontece uma comparação, coisa que não ocorre tanto com a mulher”. Mas se essa é a sua fantasia, vale negociar com o companheiro por direitos iguais.

Para dar certo
Depois de alguns anos de relacionamento, o sexo tende a cair na rotina, e uma terceira pessoa pode apresentar novidades. “É cada vez mais comum os casais falarem comigo sobre ménage. A experiência pode dar muito prazer e enriquecer a relação”, diz Lucia.

“Quando meu companheiro propôs um ménage, ele queria que fosse comigo e uma amiga. Eu disse que assim não queria, e procurei uma garota de programa para isso. Ela virou uma espécie de conselheira sexual para mim. Para fazer sexo anal, por exemplo, ela me explicou desde como fazer uma boa higiene, até que posição dá mais prazer”, conta a publicitária Rosana. A terceira pessoa pode ajudar a quebrar constrangimentos entre o casal. “Às vezes há coisas que a mulher não tem coragem de pedir para o companheiro fazer, daí vai a terceira pessoa e faz”, conta Lucia.

Para Patrícia, os ganhos de uma relação a três podem inclusive ir além da cama. “É muito interessante você se ver pelos olhos de outra mulher. Você escuta coisas que não imaginava. Quando a mulher fala, você sabe que não é só conversinha pra te levar pra cama. É uma experiência muito enriquecedora”, conta.

Mas é preciso que ambos estejam seguros e confiantes na parceria. Afinal, essa é só mais uma forma de avivar o sexo, não a única.

Companhia aérea oferece oportunidade de fazer sexo nas alturas

Uma empresa aérea da cidade de Cincinnati, nos EUA, oferece aos seus passageiros a possibilidade de fazer «sexo nas alturas».


A Flamingo Air, que opera voos em jactos, promete no seu site uma experiência que o cliente «nunca esquecerá».

A ideia surgiu de uma aposta entre os pilotos da companhia aérea. Eles apostaram que ninguém conseguiria convencer sequer um casal a pagar por uma viagem de jacto.

Em 1991, passaram a oferecer o serviço «especial». Desde então, segundo a Flamingo Air, milhares de passageiros já passaram pela experiência.

A aposta acabou por transformar-se numa oportunidade de negócios. A empresa cobra 425 dólares pela suite.

Por essa tarifa, um casal tem direito à cama, espumante, chocolate e também à discrição do resto da tripulação, já que a única coisa que separa a suite da cabine do piloto é uma cortina.

No entanto, a companhia aérea afirma que a discrição é total, já que o piloto passa o tempo todo com auscultadores.


O capitão David McDonald, que pilota muitos dos voos, promete discrição total. No entanto, revelou ao site da cadeia de TV de Cincinnati WCPO que já foi atingido por um salto alto e por uma rolha de espumamante.

A empresa afirma que 90% das reservas da companhia são feitas por mulheres, que procuram uma experiência romântica diferente.

O voo dura uma hora e os clientes podem escolher entre alguns itinerários.

O desejo sexual, o amor e o apego segundo os cientistas

A primeira coisa com a qual cientistas e poetas divergem é que amamos com o cérebro e não com o coração. Mas o que acontece em nossa cabeça quando desejamos, amamos e nos apegamos?

A próxima vez que alguém te disser "te amo do fundo do meu coração", você pode desconfiar da veracidade da afirmação. Na verdade, amamos com nosso núcleo accumbens, nosso hipotálamo, nossa área ventral tegmental e outras áreas vitais de nosso cérebro. Segundo a cientista e pesquisadora da Universidade de Rutgers, Doutora Helen Fisher, o amor pode ser dividido em 3 sistemas principais do cérebro: sexo, romance e apego.

Cada sistema cerebral do amor (sexo, romance e apego) envolve uma rede de trabalho distinta; composta de diversos hormônios, neurotransmissores e outros constituintes em diferentes estágios de relacionamento.

O desejo sexual

A luxúria provém predominantemente do hipotálamo, região do cérebro que também controla necessidades básicas como comer e beber. O hipotálamo está conectado com o Sistema Nervoso Autônomo, o qual controla nossa frequência cardíaca e o quão rápido respiramos. Receptores específicos no hipotálamo para hormônios como testosterona - também presente nas mulheres - potencializa conexões a todos os tipos de reações físicas. O resultado disso é uma forte e familiar inclinação para a reprodução.

O sistema romântico

Este sistema é o culpado por todas as loucuras de amor. Estudos imagéticos do cérebro comprovam que quem recém-amantes têm alta atividade na área ventral tegmental e no núcleo accumbens, os mesmos sistemas de recompensa que são estimulados quando se usa cocaína. Cientistas também chegaram à conclusão de que a substância serotonina é baixa neste tipo de amor; assim como em situações de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC's), depressão e ansiedade. O resultado é uma perseguição obsessiva da pessoa desejada, um otimismo implacável e até um tipo de vício.

O sistema de apego

É devido a este sistema que as pessoas continuam juntas quando acaba a dose de dopamina (ou seja, quando o romance acaba). As substâncias reponsáveis pelo apego são a oxitocina e vasopressina. Estranhamente, estes hormônios calmantes são secretados pelo hitpotálamo, região que alimenta nossa luxúria.
Alguns enxergam esses 3 sistemas acima como uma progressão dos relacionamentos. Primeiramente, a luxúria, depois o romance, e então o casamento. No entanto, é importante lembrar que nenhum deles, em nenhum momento, inexiste. Por exemplo, não é porque você está com alguém há 8 anos que você não queira mais ter relações sexuais com essa pessoa.

E quando terminamos um relacionamento?

Neste caso, os cientistas também divergem dos poetas. Imagens do cérebro de alguém que acabou de passar por um rompimento, mostram que as áreas mais afetadas são aquelas relacionadas à incerteza da recompensa (áreas ventral tegmental, ventral pallidum e putamen). Este sentimento está normalmente presente após um término. Áreas do cérebro responsáveis pela raiva e comportamentos obessivos-compulsivos (córtex órbitofrontal) também são estimuladas, embora esta atividade diminua com o tempo.
É importante lembrar quão complicado é o assunto amor e afeição para nós. Nossa cultura, nossa educação e nossas vidas interferem nessas substâncias. A complexidade do amor mostra que as questões acerca da natureza do amor continuarão não somente fascinando poetas, filósofos e escritores; assim como cientistas por muitos e muitos anos.

Fazer sexo faz bem à saúde



A atividade sexual combate alguns tipos de câncer e consegue até rejuvenescer a mulher. Veja 7 razões para praticar sexo regularmente com seu parceiro.

Quem não gosta de sexo bom sujeito não é. Ok, a frase não é bem essa, mas o sentido permanece o mesmo. Fazer sexo é realmente uma atividade prazerosa. Quem não se lembra quando o ex-ministro da saúde José Gomes Temporão recomendou aos brasileiros para que fizessem sexo pelo menos cinco dias da semana? Mal sabia ele que fazer sexo é sinônimo de saúde em dia.

Segundo uma recente pesquisa realizada no Hospital Real de Edimburgo, na Escócia, mulheres que aparentavam cerca de 10 anos a menos do que sua idade verdadeira mantinham relações sexuais pelo menos três vezes na semana. Isso sem contar que o sexo também pode combater câncer de mama, conforme um estudo francês: mulheres que praticam sexo mais de uma vez por semana têm menos chance de desenvolver a doença.

Confira oito novidades que você não sabe sobre sexo


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Quase todo mundo se acha especialista em sexo,mas não é bem assim. As pesquisas neste campo avançam dia a dia e muita informação pode passar despercebida. Se você pensa que sabe tudo sobre o assunto, confira antes uma seleção de estudos recentes - elaborada pelo pessoal da Revista Galileu - que apresentam novas perspectivas sobre o sexo. 



1) Genética pode afetar quando a pessoa irá perder a virgindade 

O melhor momento pela primeira vez é uma decisão individual. Porém, estudos recentes mostram que genética pode influenciar em quão cedo você toma essa decisão. Uma pesquisa conduzida pela Universidade da Califórnia acompanhou alguns gêmeos, separados ao nascer, ao longo de suas vidas e descobriu que há uma forte ligação genética envolvendo a decisão de perder a virgindade. 

"Não há um gene que manda ter relações sexuais em determinadas épocas, mas alguns traços genéticos, como impulsividade, afetam na decisão. Embora, é claro, os costumes sociais também desempenhem papel importante", diz uma das autoras do estudo, Nancy Segal. 

2) O clitóris é órgão mais interno do que externo 

Ao contrário do que todos pensam, o famoso órgão sexual feminino é como um iceberg: embora tenha uma parte visível, a maioria do clitóris está localizada dentro da pélvis. Quando a mulher está excitada, o clitóris envolve toda a vagina, tornando o sexo mais agradável. 

Essa descoberta é relativamente recente na comunidade médica. Apenas na década de 90, os pesquisadores puderam ver o órgão completo num aparelho de ressonância magnética e, em 2009, o mundo foi apresentado pela primeira vez a uma imagem de ultrassom 3D completa do órgão. 

3) Sêmen é nutritivo 

Um homem de meia idade ejacula o equivalente a uma colher de chá. Cada "porção" dessa contém cerca de 15 calorias, proteínas semelhantes às do ovo, vitamina C, cálcio, magnésio, potássio, vitamina B12 e zinco. 

4) Sexo ajuda melhorar a imunidade 

Uma pesquisa conduzida pela Universidade da Pensilvânia descobriu que ter relações sexuais duas vezes por semana pode fortalecer o sistema imunológico, uma vez que aumenta os níveis de imunoglobina A, cuja função é proteger o organismo de células destrutivas que queiram entrar pelo nariz e pela boca. 

Outro estudo publicado na revista Biological Psychology mostrou que atividades sexuais frequentes diminuem os níveis de cortisol no corpo e, por isso, deixa a pessoa menos estressada e com melhor equilíbrio emocional. 

5) Sexo deixa mulheres mais atraentes 

Quando as mulheres fazem sexo frequentemente, seus níveis de estrogênio aumentam e, consequentemente, o cabelo fica mais brilhante e a pele mais suave. Além disso, o aumento do fluxo sanguíneo de um orgasmo faz com que as bochechas fiquem mais rosadas e os lábios mais vermelhos. 

6) Não tem como escapar da DST 

A Associação Americana de Saúde Sexual alertou que mais de 80% dos adultos sexualmente ativos irão contrair algum tipo de DST (Doença Sexualmente Trasmissível) em algum momento da vida. 

Embora os números pareçam assustadores, a maioria das pessoas não sofrerá qualquer efeito negativo e não vão nem notar que contraíram doença sexualmente transmissível. Isso porque mais de 25 tipos de DST são assintomáticas. De qualquer forma, a prevenção é sempre indispensável. 

7) Anticoncepcionais afetam o relacionamento 

Um estudo escocês analisou o relacionamento sexual e afetivo de mais de mil mulheres do mundo inteiro. As conclusões foram que grande parte delas estão com parceiros sexualmente incompatíveis. Para conservar o bom relacionamento, as mulheres estão abdicando de suas vontades em relação ao sexo. 

Os pesquisadores acreditam que isso acontece porque a pílula anticoncepcional afeta a química do cérebro da mulher, deixando-a mais interessada em um relacionamento de longo prazo do que encontrar melhores parceiros sexuais. 

8) Alimentação pode modificar o gosto do sêmen 

Cientistas advertem: rapazes, se quiserem agradar suas parceiras sexuais, cuidem da alimentação! Isso porque estudos mostraram que frutas, especialmente melancia, kiwi e abacaxi, deixam o gosto do sêmen mais leve, enquanto cerveja e café provocam um sabor mais forte e amargo. 

Já carnes e peixes deixam o sêmen com gosto amanteigado, enquanto frutas mais ácidas e licores podem deixa-lo com sabor mais adocicado. O leite, por sua vez, contém altos níveis de bactérias e, por isso, pode deixar o sêmen com gosto ruim.