Calculadora sexual


"Se você já dormiu com mais de 20,
perdeu a chance de encontrar o amor da sua vida"
“Prefiro carne bem passada”, me escreve uma amiga sobre suas preferências sexuais e as aventuras anteriores do namorado (ex-garanhão inveterado). “Mas confesso que me incomoda saber que ele transou tanto assim”. Pergunto a ela se, em vez desse cara incrível na cama, preferia um rapaz semi-virgem. Desses que procurariam o clitóris dela na região entre o joelho e o calcanhar. E concluo: se tivesse de escolher entre um homem que invadiu mais de cem latifúndios e outro que conhece apenas um território… ficaria com o desbravador. Assim, sem dúvida.

Mas desconfio que os homens não pensam como eu. Na hora de escolher que mulher querem ao seu lado, preferem um currículo zerado à vasta experiência. Mais de um amigo já me contou ter perdido a ereção e o rebolado diante de uma moça mais desinibida. Você, querido leitor, como reagiria se descobrisse que a sua ficante já transou com um número maior de pessoas que você? Qual o limite para assumi-la como namorada? Dois, dez, vinte?

Na semana passada, a FOX lançou em dvd o filme “What’s Your Number?” (em tradução livre, “Qual Seu Número?”). A comédia traz a atriz Anna Ferris no papel de Ally, uma garota inteligente, moderna e divertida que vive uma fase de desencanto – não tem o emprego, o amor ou a vida com que sempre sonhou. Até que ela lê um artigo de revista com o alerta: “pessoas que já transaram com mais de 20 perderam a chance de encontrar o amor verdadeiro”. Ally faz as próprias contas e chega ao número 19.

Não assisti o longa-metragem, mas fiquei bastante interessada por uma pesquisa realizada pela FOX durante a produção dele. Mil pessoas foram entrevistadas, em 23 países, sobre o assunto. A média mundial é de 12 parceiros sexuais: os homens declararam ter feito sexo com 15 pessoas e as mulheres, com 8. As dinamarquesas se mostraram as mais experientes, tendo dormido, em média, com 16. E os homens brasileiros (adivinhem!) responderam que já transaram com 27. Como a grande maioria deles adora contar vantagem, olho com certa descrença para esses números. E lanço um desafio: sem mentir nem arredondar para cima, você me diria com quantas pessoas já transou?

Pare de procurar o ponto G

Se em 60 anos de estudos nem os cientistas o encontraram, por que você ainda está pensando nisso?
Desde 1950, quando o médico alemão Ernst Gräfenberg descreveu o ponto G pela primeira vez, cientistas, médicos e mulheres tentam encontrar esta área da vagina que, uma vez estimulada, seria responsável por altos níveis de excitação sexual e levaria ao orgasmo com facilidade.

Um grupo de pesquisa da Universidade de Yale, nos EUA, liderado pelo urologista Amichai Kilchevisky, se propôs a analisar artigos científicos publicados entre 1950 e 2011 em busca de evidências do ponto G. Revisaram então todos os estudos que destacassem algum dos seguintes termos: "ponto G", "ponto de Gräfenberg", "inervação vaginal", "orgasmo feminino", "zona erógena feminina" e "ejaculação feminina". A conclusão não poderia ser mais clara: após 60 anos de estudos, ainda não há evidências científicas sobre a existência do ponto G. "Anatomicamente ele não existe. A gente faz cirurgias, dissecções, e esse ponto não existe", afirma a ginecologista e terapeuta sexual Junia Dias de Lima.

Apesar disso, pesquisas indicam que a maioria das mulheres acredita no ponto G, mesmo as que nunca conseguiram localizar a tal área mágica em suas próprias vaginas. "Algumas mulheres vêem no ponto G uma espécie de tábua de salvação. Quando não conseguem ter prazer com seus parceiros, querem uma justificativa biológica, querem saber como achar o ponto G. Mas o sexo não é apenas biológico, é biopsicossocial. Costumo dizer que o ponto G está entre os ouvidos da mulher, fica no cérebro", diz o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Júnior, professor e médico do ambulatório de sexologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A busca pelo ponto G, em vez de resultar em prazer, pode causar frustração. "A mulher passa a achar que ela é a errada e diferente das demais. As pessoas são exibicionistas, gostam de falar que têm muitos orgasmos, mas não falam de seus problemas sexuais. Falamos de problemas de saúde diversos, dizer 'tenho enxaqueca' é até chique, mas dos problemas sexuais ninguém fala abertamente. A mulher que não consegue sentir prazer se sente muito frustrada", explica Junia.

Mas se o ponto G não existe e o caminho do prazer não é apenas biológico, o que a mulher deve fazer para ter relações sexuais gostosas e alcançar o orgasmo?

"Tem uma questão filosófica: as mulheres têm que entender que não devem tentar alcançar o orgasmo para agradar o homem. O prazer é individual, o outro não sente as suas sensações. Então a busca do prazer é para ela, não para o outro", diz Junia. "Cada pessoa tem um mapa erógeno, as áreas em que sente mais prazer, mas muita gente não sabe explorar sua individualidade", completa.

A psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, coordenadora do Projeto Ambsex, afirma que o autoconhecimento e a masturbação são bons aliados. "A mulher precisa conhecer seu corpo, se tocar, fantasiar, ter um tempo só para ela, para descobrir as sensações que pode ter", explica Carla. "É muito eficiente estimular o clitóris, seja por fora da vagina, onde ele fica visível, ou por dentro, em direção à sua base".

E o parceiro, como fica nesta busca pelo prazer? "A mulher deve procurar uma boa pessoa para se relacionar – um homem, outra mulher, como preferir. Deve ser um companheiro interessante e interessado", diz Mendes Júnior. "O outro não deve cobrar, questionar se a mulher gozou ou não gozou. Isso gera ansiedade. O parceiro precisa ajudar a mulher a relaxar e se entregar ao sexo", aconselha Carla. "O sexo tem que ser bom para os dois. Tanto o homem como a mulher devem aceitar o outro como é, compartilhar e buscar juntos os caminhos do prazer", encerra Junia.

Feira do sexo está "mais didática" e quer ser terapia face à crise

A quinta edição do Eros Porto abriu hoje as portas do pavilhão multiusos de Gondomar a um público que, ainda escasso ao longo da tarde, deu de caras com uma edição mais educativa perante o sexo.

Em termos de conteúdos, o festival erótico "até tem crescido", disse à Lusa Júlio Simón, da organização, sobretudo porque acabou por ser "o único evento deste género em Portugal este ano", pelo que "todas as energias que há entre o Porto, Lisboa e Portimão concentraram-se em 2012 em Gondomar".

Mas esta edição prima sobretudo pelo seu cariz "didático" que proporciona verdadeiras aulas práticas de educação sexual no 'stand' da Escola de Sexo, uma empresa espanhola que demonstra vários "truques", segundo Júlio Simón, para uma maior "contenção e controlo durante o sexo", assim como para "coincidir com o parceiro ou parceira, ou simplesmente ter um prazer maior."

"Queremos que se veja esta coisa e não só que a expliquem", prosseguiu o organizador, para concluir que "uma imagem vale mesmo mais que mil palavras", pelo que "o público poderá sair do evento a saber mais uma ou duas coisas sobre a sua sexualidade que desconhecia ao entrar".

"O que fazemos é ensinar um pouco como se roda um filme, mas também posturas sexuais, sexo oral, um pouco de tudo e para toda a gente", explicou Raquel Abril, representante da "Escola de Sexo", para quem "o erotismo ajuda pelo menos a viver a crise de outra maneira, com mais tranquilidade - o sexo sempre relaxa".

Apesar de admitir que a indústria do sexo teve também que se adaptar aos tempos, Esmeralda Rose, prestes a regressar a mais uma sessão de 'strip-tease', garante à Lusa que sobrevive "bastante bem".

A atriz e bailarina exótica espanhola tem que afastar-se um ou dois passos para que o seu peito não atinja o microfone durante a entrevista, mas consegue explicar à Lusa que "desde que deixaram de fazer vídeos para DVD como faziam, agora que toda a gente tem internet, as 'webcams' acabaram por se transformar num recurso muito importante para as atrizes pornográficas".

"As pessoas podem interagir connosco, pedir que façamos coisas, tudo sem sair de casa, incluindo nós", concluiu, para voltar a contorcer-se no varão. "Comecei nesta indústria há cerca de ano e meio e desde então nunca mais parei, entre festivais, espetáculos, tem sido tudo perfeito, na verdade", conta à Lusa Carolina Abril, enquanto ajeita a pequena 'lingerie' em que passeia pelo recinto. "Devo ter uma estrela que me segue, porque não me tocou em nada a crise, menos mal", conclui.

Também para a porta-voz do evento, Erica Fontes, "o sexo não tem crise", até porque o seu objetivo será fazer "com que as pessoas a esqueçam", algo que Júlio Simón corrobora ao considerar que "o papel da indústria do sexo e do erotismo é fundamental em tempos de crise, não porque vá solucionar algo, porque não vai, mas para o bem-estar psicológico das pessoas".

Esmeralda Rose, ainda a debater-se com o tamanho do próprio peito, confirma: "o sexo nunca está em crise. E nunca deveria estar. É certo que a falta de recursos económicos fazem com que as pessoas consumam menos, mas o sexo vai vender sempre."

O Eros Porto prossegue até dia 12 de fevereiro com mais de 700 espetáculos previstos, divididos por dez palcos.

Lusa

Sexo oral em quatro passos...tabu?

Não tem segredo: sexo oral é como chupar sorvete. Com um pouco mais de cuidado, um pouco mais de malícia e muito mais tesão. Mas a brincadeira é a mesma: passar a língua, colocar na boca.

E nada de ter nojo, o sexo não consegue ser bom se você sentir nojo, essa é a maior verdade sobre isso. Nada, nem sexo oral, nem penetração, nem masturbação são bons se você achar nojento.
Se você preferir, sugira um banho antes e lave você mesma o pênis do querido enquanto o masturba. Agora você tem certeza de que está tudo cheirosinho e limpinho. Todas nós concordamos que cheio ruim, que pode vir dos pelos, por causa de suor, brocham até a gata mais dedicada.

Agora, com tudo do jeito que a gente gosta, é hora de se divertir. Aproveite a experiência e permita-se descobrir que fazer sexo oral pode ser prazeroso pra ele, mas você também se diverte bastante!

Use as mãos
Se você acha que não vai conseguir colocar tudo na boca, um truque é segurar a parte inferior do pênis com a mão, sem apertar muito, mas com firmeza. Isso, além de ajudar você a não se engasgar, vai funcionar como um anel peniano, prolongando o prazer do gato.
Além disso, quando a boca cansar e precisar parar um minutinho, masturbe seu parceiro. Uma mudança leve na brincadeira surpreende e quando você voltar com a boca ele vai ficar ainda mais excitado.
E não se esqueça dos arredores. Passe as mãos pelas coxas dele, arranhe, segure com vontade. Tudo ali está preparado para receber prazer, aproveite!

Use a língua
Ela é sua maior aliada! Conheça o pênis dele com sua língua, passeie por todo o comprimento, passe pela cabeça e conheça cada curva dali. Sinta as veias e os contornos. Pode parecer que tudo isso é apenas pra ele, mas também é pra você. Quando você descobrir pequenos prazeres no sexo oral, vai pensar como pôde demorar tanto tempo para se interessar por isso!

Intensidade importa
Comece devagar, acelere, diminua de novo o ritmo. O sexo oral nada mais é do que a reprodução da penetração e a maior parte dos caras adora sentir que está mesmo fazendo sexo com a sua boca — por mais estranho que isso pareça.
Encontre uma posição confortável e que seja fácil para controlar os movimentos sem se cansar ou ficar com torcicolo — de joelhos não é uma delas!. Uma opção é ele ficar deitado e você ao lado.
E aí é hora de se divertir! Escute a respiração dele, vá percebendo quando ele respira mais forte e repita o que você fez naquele momento outras vezes. Curta o que está fazendo! Crie atrito deixando a boca mais tensa e deixe tudo "apertadinho", ele vai gostar!
Ah, mas se o cara achar divertido empurrar sua cabeça e você não estiver curtindo, tire a mão do gato dali. Se ele insistir, pare. Você está fazendo sexo oral e não tentando induzir o vômito, certo? Além de prazer, sexo oral, como tudo, pede respeito. ;)

Cospe ou engole?
A verdade é que você não precisa passar por esse momento de dúvida! Sabe por quê? Porque você vai ter colocado uma linda camisinha no pênis do gato. Isso mesmo, você vai fazer sexo oral de camisinha.
Ok, agora começam os comentários de que é horrível, nojento e demora mais pra gozar. E aí eu te digo: imagina pegar uma DST na boca? Imagina que legal ter que ir para o trabalho com uma ferida bem feia no cantinho do lábio? Ou pior, imagina descobrir que agora você é HIV positivo porque sexo com camisinha não é tão divertido? Pois é!

Existem camisinhas perfeitas para isso! Algumas com gostinho, cheirinho e outras sem nada. Fuja daquelas com espermicida, POR FAVOR! Imagina que gosto horrível? Eca! E lembre-se de fazer o sexo oral até o fim ou trocar de camisinha quando for rolar penetração — os preservativos com sabor podem causar irritação na sua vagina, coisa que ninguém quer!

E aí, ao fim de tudo, quando a dúvida do cospe ou engole surgiria, é só dar um nó na ponta e jogar no lixo. Vai dizer que não é muito mais simples assim?

Qual o motivo que leva as mulheres a fazerem sexo?

O amor e a atração física não estão entre os principais motivos.

Para compor o livro “Why Women Have Sex?” dois psicólogos da Universidade do Texas entrevistaram mais de mil mulheres ao redor do mundo para descobrir quais são suas motivações quando vão para a cama com parceiros. Ao final da pesquisa, puderam identificar exatamente 237 razões diferentes. Surpreendentemente o amor não está entre elas.

Entre pesquisas e confissões, as entrevistaram disseram que fazem sexo por razões psicológicas, materiais e emocionais: para melhorar a autoestima, para segurar seus amantes, para conseguir uma promoção, por dinheiro, por drogas ou porque elas são simplesmente forçadas ou violentadas.

De acordo com os pesquisadores e autores do livro Cindy Meston e David Buss, as mulheres estão lutando contra sua genética e usando o sexo para experiências novas e também para renovar o que elas já vivem. Muitas entrevistadas, por exemplo, afirmaram que o sexo é o jeito mais simples de fazer o parceiro acreditar que a vida conjugal vai bem. A compaixão, a vingança, o agradecimento e o tédio também estão entre as principais motivações femininas.

Essa realidade desmistifica de vez a visão de que as mulheres são movidas por amor e, se ela te parece assustadora, para os psicólogos esse resultado já era esperado. A mudança de comportamento da mulher de alguns anos para cá representa uma luta contra o que os psicólogos chamam de “benefícios genéticos”.

David Buss, um dos autores do livro, explicou em entrevista ao The Guardian que geneticamente, um parceiro atraente sexualmente para a mulher era aquele rapaz bem sucedido e com corpo definido, capaz de lhe dar filhos saudáveis e garantir o sustento das crianças. Porém, hoje as mulheres estão sendo conduzidas menos por instinto e mais pela razão.

GRANDE REPORTAGEM: 11 fatos que você não sabia sobre sexo

Os anos passam, e as pesquisas relacionadas ao sexo em seres humanos continuam sendo temas relevantes. Você talvez já tenha lido muito do que já foi escrito sobre o assunto, mas é provável que não conheça estas onze verdades a respeito da relação entre as pessoas e o ato sexual.

11 – Genética influencia a idade da primeira vez das meninas
Um estudo da Universidade do Estado da Califórnia, em Fullerton (EUA), fez uma análise conjunta da vida sexual de irmãs gêmeas univitelinas, de várias idades. E descobriram que uma irmã tende a perder a virgindade mais ou menos na mesma época que a outra. É claro que fatores pessoais, sociais e culturais também influenciam nesse quesito, mas os pesquisadores afirmas que os genes não podem ser deixados de lado.

10 – O clitóris é mais interno do que externo
Nas aulas de biologia, o clitóris fica famoso por ser aquele pequeno apêndice arredondado logo acima da entrada da vagina, como um órgão externo e visível. Este órgão, na realidade, é composto de mais de 8.000 fibras nervosas, e se enrola ao redor da vagina. Quando a mulher fica excitada, ele tende a ficar ereto e o prazer sexual da mulher aumenta automaticamente. Embora o homem não possa ver nada disso, conforme explicam os pesquisadores, é possível sentir.

9 – O esperma é nutritivo
Durante uma ejaculação, a quantidade média de esperma liberado pelo homem tem aproximadamente a mesma quantidade de proteínas que um ovo grande, além de vitamina C, vitamina B12, cálcio, potássio, magnésio e zinco.

8 – Sexo ajuda a manter a saúde
Cientistas afirmam que existem benefícios reais à saúde relacionados ao sexo. A atividade sexual aumenta os níveis de imunoglobulina A, um poderoso anticorpo que previne gripes e resfriados antes de começarem, além de combater alguns vírus na entrada da boca e do nariz, impedindo que entrem no corpo. O sexo, enfim, é um ótimo auxiliar do sistema imunológico.

7 – O simples ato sexual torna as mulheres mais atrativas
A atividade sexual feminina dobra os níveis de estrogênio pelo corpo, o que torna o cabelo mais brilhante e a pele mais macia. Pesquisadores defendem que este hormônio pode ser tratado como a “fonte da juventude” das mulheres. Além disso, o orgasmo feminino envolve uma reação em que as bochechas ficam mais rosadas e os lábios mais vermelhos, especialmente em temperaturas altas. É quase como um tratamento de beleza completo sem sair do colchão.

6 – Se você é sexualmente ativo, provavelmente vai contrair DST
O número pode assustar: 80% dos adultos sexualmente ativos contraem alguma doença sexualmente transmissível em algum ponto da vida. Boa parte deste contingente, no entanto, pega uma das 25 variedades de doenças que não deixam sintomas visíveis, ou seja, a pessoa geralmente nem fica sabendo que contraiu nada. Estes índices, no entanto, tendem a baixar com o advento de novas vacinas, como a que combate o perigoso vírus HPV.

5 – Métodos anticoncepcionais pioram a libido
Trata-se de um complicado caso psicológico. Mulheres que tomam pílula anticoncepcional, por exemplo, tendem a achar seus parceiros menos atraentes e menos satisfatórios na cama justamente porque identificam neles um homem que deseja um relacionamento duradouro, e não apenas um momento de luxúria carnal. Tais mulheres, por outro lado, tendem a apreciar mais seus companheiros justamente pelos aspectos não sexuais da relação. Os números parecem comprovar essa tese: um estudo recente mostra que os relacionamentos das mulheres em uso de pílula duram cerca de dois anos a mais do que as que não usam.

4 – Dieta influencia o sabor do sêmen
Os adeptos de sexo oral podem se interessar por essa dica: o sabor do esperma é condicionado de acordo com o que o homem costuma comer. Frutas doces como abacaxi, kiwi e melancia, por exemplo, tendem a deixar o sêmen com um sabor mais leve, enquanto cerveja e café fazem o contrário. Além do sabor, pode haver mudanças na textura: carnes em geral podem tornar a ejaculação mais “amanteigada”. Já as frutas cítricas e ácidas tornam o esperma um pouco mais doce.

3 – Não há consenso sobre orgasmo feminino
Já perdemos a conta de quantos experimentos, teses e postulações tentaram definir se existe ou não a ejaculação feminina, e como ela acontece de fato. Alguns cientistas argumentam que a parede vaginal, analisada cuidadosamente, mostra que não existe nenhuma zona mais sensível ao toque ou especialmente cheia de nervos direcionados a proporcionar o orgasmo. O líquido que as mulheres supostamente “ejaculam” nos momentos de prazer também é tratado de forma diferente em cada pesquisa: alguns chegam a considerar que tal substância não passa de urina.

2 – Apenas recentemente o orgasmo feminino é investigado
A ciência de um passado não muito distante deixou de lado, em geral, os estudos sobre ejaculação e orgasmo nas mulheres, além da busca pelo chamado ponto G. Isso aconteceu, conforme explicam os pesquisadores, porque estas coisas nada têm a ver com reprodução, estão relacionadas estritamente ao prazer. E nem sempre o ato sexual foi visto sob essa perspectiva. Isso sem falar na mãozinha que a tecnologia tem dado, com novas formas de investigar o corpo da mulher.

1 – O Ponto G não existe
Ao longo da história, muito se falou sobre a busca de uma suposta zona erógena que deixa as mulheres automaticamente em estado de excitação: seria o chamado ponto G. Estudos recentes, no entanto, garantem ter vasculhado todas as regiões da vagina e não encontrado nenhuma área em particular com essa função. Existem, no entanto, várias partes em que a estimulação sexual causa efeitos observáveis, embora o homem não precise procurar incessantemente por elas.

Você já teve uma experiência sexual no carro?

Aventura, falta de dinheiro ou desejo incontrolável?  Pessoas relatam momentos picantes dentro de veículos.

Um beijo seguido de uma 'pegada' mais forte... Logo o clima em lugares, como o carro, começa a motivar o casal a ir além. Falta de dinheiro, pressa, desejo falando mais alto ou até uma opção podem ser um dos motivos dessa escolha. Mas até quando isso se torna perigoso ou atraente?

Segundo a psicóloga e especialista em sexualidade humana Carla Cecarello, transar dentro do carro pode facilitar algumas posições por ter suportes para ajudar, como, por exemplo, o teto. Além disso, a especialista diz que, geralmente, os casais optam por fazer sexo no carro para economizar o dinheiro do motel, ou por sentirem uma adrenalina e apimentarem o relacionamento. "É uma forma de se exercer a função sexual de forma quente, diferente e, muitas vezes, até engraçada”.

Carla afirma que o sexo dentro de um carro não permite que o casal exercite as preliminares. "O sexo é mais rápido e, portanto, pode dificultar a obtenção do orgasmo feminino e estimular o homem a desenvolver a ejaculação precoce, justamente porque ele precisa ser mais rápido devido às condições."

Segundo a especialista, os benefícios variam muito do que o casal procura. "Mas podem ser desde uma ‘quebra’ da rotina, experimentar posições e lugares diferentes e, além disso, existe e possibilidade de colocar ' aquela música' para apimentar ainda mais o momento”.

Outra desvantagem, segundo a especialista, é o perigo das pessoas serem assaltados, até porque geralmente os casais costumam parar o carro em lugares sem muito movimento.

Drive-in

Frequentadores de drive-in (tipo de garagem privativa) podem comemorar. Os estabelecimentos estão cada vez mais equipados. Antes eram apenas cubículos, fechados com um portão, onde era possível aproveitar os carinhos do namorado somente no aperto dentro do veículo. Agora, os espaços estão modernos.

Para a psicóloga, a única desvantagem de fazer sexo no drive-in é o fato do espaço ser mais limitado, no entanto, segundo Carla, é mais seguro do que fazer sexo no carro estacionado na rua. "Nesses estabelecimentos existe a chance de se ter uma transa mais picante, diferente, pois foge do convencional que é a cama".

Carla diz que, geralmente, por ser mais barato que motel e pelo fato de que muitas vezes o casal está em dúvida se deve ou não ter uma relação sexual, o drive-in pode funcionar como um preparo para o motel. O casal pensa: "vamos ver primeiro como é".

Sexo no carro é crime?

Os casais que gostam de ter experiências sexuais em automóveis estacionados em lugares públicos devem lembrar que a atitude é crime. A advogada Rita de Cássia afirma que fazer sexo em local público pode responder por ato obsceno, artigo 233 do Código Penal. As pessoas podem ser condenados de três meses a um ano de prisão.

Pessoas contam histórias picantes

O produtor de televisão Gabriel (nome fictício), de 30 anos, conta que na época de faculdade, durante uma festa, um amigo pegou a chave do seu carro emprestado e transou na rua. "Quando fui embora do evento, vi os vidros do carro todo embaçado. Quando abri a porta meu amigo e uma conhecida estavam no banco do passageiro. Ela sentada no colo dele, bêbada. Eles foram capazes de me pedir mais um tempo para acabarem a relação. Fiquei esperando uns 15 minutos até eles encerrarem. Ela não sabia onde enfiar a cara. Trabalhávamos no mesmo lugar. Até hoje, nunca mais tocamos no assunto."

O publicitário Leonardo (nome fictício), de 26 anos, conta que um dos lugares preferidos para fazer sexo é o carro. "Gosto que as pessoas vejam eu transando. Uma vez, em um churrasco, comecei a fazer sexo dentro da garagem com todo mundo vendo". O jovem conta que as pessoas circulavam ao redor, e que isso aumentava o tesão.

A jornalista Soraya (nome fictício), de 23 anos, conta que ficou com um rapaz que namorava e dizia que transava sempre em um drive-in com ela. Virgem, a jovem topou ir até o estabelecimento. "Comecei a passar mal, suar, me senti incomodada", revela. A jornalista diz que assim que o clima esquentou, decidiu parar e chorou. Em seguida, acabou o clima e eles foram embora.

O sexo como “válvula de escape” para a crise? O ErosPorto acha que sim


O sexo como “válvula de escape” para a crise? A organização do Salão Erótico do Porto acredita que sim e diz que o único certame do género no país este ano vai mostrar que nem tudo está em crise.

“Quisemos concentrar os nossos esforços num único evento”, afirmou, na conferência de imprensa de apresentação da quinta edição do ErosPorto, o director do evento, Juli Simón, o que significa que não vai haver salões em Lisboa ou em Portimão.

O ErosPorto decorre no Pavilhão Multiusos de Gondomar entre 9 e 12 de Fevereiro e vai ter como lema “O teu sexo não está em crise”, o que levou Juli Simón a apresentar o sexo como melhor solução para o “tsunami no cérebro” que se cria ao ouvir todas as notícias sobre a crise económica.

A convidada de honra do certame, Nereida Gallardo, concordou: “É o único momento” para resolver o resto dos problemas.
Swing, consultório e Kamasutra

“A edição deste ano vai ter coisas diferentes dos anos anteriores, que vão ser a escola do sexo, com 2 professores a explicar os ensinamentos do Kamasutra e 3 casais que vão ser actores da indústria porno”, disse a porta-voz do evento, Erica Fontes, actriz portuguesa do cinema para adultos já com carreira desenvolvida a nível internacional, trabalhando agora nos Estados Unidos.

De acordo com Erica Fontes, vai haver ainda uma área gay, com espectáculos e festas, e um espaço para troca de casais (o chamado swing) para quem tiver “curiosidade ou até mesmo para os que já fazem”.

Para além destas actividades, um dos destaques da quinta edição do salão são as palestras de sexologia, num modelo de consultório com a sexóloga Patrícia Cunha, incluindo temas que vão desde a “iniciação ao sexo anal” à “arte do orgasmo simultâneo”.

Vai haver, ainda, uma área para os adeptos de bondage, dominação, sadismo e masoquismo (BDSM), com a primeira visita a Portugal da dominadora Mistress Minerva.

O Salão Erótico do Porto de 2012 começa no dia 9, às 15h, e os bilhetes diários custam 20 euros, com descontos para estudantes no primeiro dia do evento e para cidadãos portadores de deficiência e reformados, bem como para todos aqueles que comemorem em 2012 o seu 18º. aniversário.

«Só me despi depois de acabar com Ronaldo», Nereida Gallardo

Nereida Gallardo esteve no Porto em ação de promoção da ErosPorto, salão erótico que decorrerá de 9 a 12 de Fevereiro, no Pavilhão Multiúsos de Gondomar... sob o slogan: «O teu sexo não está em crise.»

De sorriso instantâneo sempre que se sentia alvo das objetivas, decote pronunciado e traje formal, a modelo atravessa uma fase de várias mudanças pessoais. Depois do casamento com o espanhol Pedro Sabater, Nereida Gallardo está também a trilhar o caminho de empresária de promoção de artistas.

No entanto, há algo que nunca poderá apagar da sua vida: a relação com Cristiano Ronaldo, em 2008. Quatro anos volvidos, o tema ainda é escaldante...

- A sua vida sexual está em crise?
- Nunca tive crise no sexo. Se contasse era capaz de surpreender muita gente... Vivo encantada!

- Houve crise de sexo com Cristiano Ronaldo?
- Felizmente, nunca tive crise de sexo nem com Cristiano Ronaldo, nem em qualquer dos outros relacionamentos que mantive.

- A sua vida mudou muito depois de terminar a relação com Cristiano Ronaldo?
- Abriu caminho a outros tipos de trabalhos. Essa relação terminou. Neste momento vivo uma outra, com uma pessoa ao meu lado que me apoia a 100 por cento. A felicidade que vivo não se pode comparar à do passado. Sou mais feliz.

- Foi muito criticada pelas produções ousadas quando namorava com Cristiano Ronaldo. Agora, Irina Shayk faz igualmente produções atrevidas...
- Só depois de terminar relação com Cristiano Ronaldo é que tirei a roupa. Por me terem oferecido trabalho nesse sentido e por o meu par aceitar. Ela é modelo e ele tem de aceitar o seu trabalho, tal como o contrário. Não acho que seja um inconveniente para a relação de Cristiano Ronaldo e Irinha Shayk.

- Como é estar de voltar a Portugal para ser convidada de honra do ErosPorto?
- Já tinha muita vontade de regressar a Portugal. A verdade é que me pareceu muito boa ideia. Até porque me sinto atraída pelo tema do erotismo e da sensualidade. Estou encantada por estar aqui. Estarei disponível para tirar fotografias com os meus fãs e de acompanhar pessoas durante o salão. Será a primeira experiência do género. Nunca visitei qualquer salão erótico. Não esperem que me passeie nua pelos stands, estarei sim com um vestido sensual, elegante e bonita.

- É uma louca na intimidade?
- Depende do momento. Fazer sexo selvagem ou romântico, depende das circunstâncias.

- Tem alguma fantasia?
- É uma pergunta muito pessoal... Alguma terei que possa contar... Adoraria fazer amor num avião, mas o meu marido é muito envergonhado e não quer.

- Como se sente na atualidade?
- Sinto-me uma mulher casada, feliz, e empresária a debater-se com a crise financeira. Quero promover artistas para dar mais projeção ao meu trabalho. Para já não me posso queixar.

Empresa de fiscalização procura candidato para fazer sexo

A ideia é simples e realmente inovadora. O escolhido terá de se descolar a inúmeras casas de alterne, ter relações sexuais com as prostitutas, e fazer um relatório no final. O objetivo passar por fechar as portas ao negócio ilegal do sexo.
Trata-se provavelmente de um dos mais insólitos anúncios de emprego desde que as pessoas trabalham, ou seja, desde sempre. Uma companhia australiana, sediada em Nova Gales do Sul, o estado daquele país com maior densidade populacional, anda à procura de uma pessoa para um cargo específico, muito específico, e estranho, no mínimo.

O sortudo (ou não) que conseguir o lugar, fará trabalho de fiscal, mas não será daqueles que inspeciona as contas das empresas, nada disso. Ser homem, é requisito principal.

O trabalho é visitar várias casas de alterne, ter relações sexuais com as prostitutas, e no final apresentar o relatório. A Lyonswood, a empresa de investigação privada que está à procura da pessoa certa, tratará depois de fechar a casa, em colaboração com as autoridades australianas, isto claro se a mesma estiver a funcionar de forma ilegal.

O salário não é referido, para já, mas a companhia do país dos cangurus informa ainda que, além das fiscalizações nas casas de alterne, o candidato deverá estar também apto para outras funções, também nos mesmos locais, como a higiene de funcionárias e clientes dentro da casa, por exemplo.

Cientistas descobrem o lado negro do amor

O amor machuca… outras pessoas, não apenas os parceiros românticos ou os amantes não correspondidos. Um novo estudo sugere que o amor também pode machucar terceiros que não estão envolvidos em um relacionamento.

Na pesquisa, pessoas que foram preparadas para pensar no quão loucamente elas são apaixonadas pelos seus parceiros desvalorizaram outros membros atraentes do próprio sexo, e são foram mais agressivas em relação a eles, em comparação com as pessoas que foram estimuladas a refletir sobre o sexo com outros significados.

“O amor é sem dúvida a mais positiva de todas as emoções humanas, mas também vem com um lado negro”, disse o pesquisador do estudo Jon Maner, psicólogo da Universidade Estadual da Flórida.

Em três estudos que envolveram 130 pessoas em relacionamentos longos, Maner e seus colegas descobriram que, para proteger seu próprio compromisso com o parceiro, as pessoas atacam possíveis ameaças – representadas por pessoas atraentes.

No primeiro estudo, pesquisadores pediram que estudantes em relacionamentos longos escrevessem sobre um tempo em que eles sentiram um intenso amor por seu parceiro ou um momento em que sentiram desejo sexual intenso por alguma pessoa. Em seguida, os estudantes olharam fotos de homens ou mulheres atraentes ou não. Eles tiveram que classificar o apelo do personagem, pergunta feita para avaliar os sentimentos dos participantes sobre o verdadeiro alvo do estudo – as imagens dos homens e mulheres.

Os estudantes também preencheram questionários sobre os seus níveis básicos de ciúme, respondendo perguntas como: “Qual é a probabilidade de você fazer uma visita surpresa ao seu namorado para descobrir quem está com ele?”

Os resultados mostraram que tanto os tipos ciumentos quanto os mais descontraídos avaliaram os personagens como igualmente atraentes quando pensavam no desejo sexual intenso pelo parceiro. Mas quando eles pensavam sobre o amor intenso que sentiam pelo parceiro, o tipo ciumento de repente se tornou muito mais negativo sobre outras pessoas atraentes, classificando-as como muito menos sedutoras.

Em um segundo estudo, as pessoas em relacionamentos de longo prazo refletiram sobre o seu amor ou desejo sexual por seus parceiros românticos. Mas desta vez, os participantes foram informados que iam jogar um jogo de computador com um outro participante do estudo em outra sala. Quem perdesse o jogo seria atingido com ruídos dolorosos, mas não prejudiciais, através de fones de ouvido. O vencedor teria que escolher quanto tempo e quão alto esses sons seriam.

Os pesquisadores então mostraram as fotos dos supostos parceiros de jogo dos participantes, que sempre eram atraentes e do mesmo sexo que a pessoa que participaria do experimento. Mais uma vez, pessoas ciumentas que foram lembradas de seu amor pelo seu companheiro amoroso trataram os adversários de jogo duramente, desejando explodir os seus tímpanos com passagens mais altas e mais longas de ruído.

Em um terceiro estudo, estudantes foram informados que os pesquisadores precisavam de sua ajuda para avaliar pessoas em um novo site de encontros, somente com pessoas de suas universidades. Em seguida, eles viram uma séria de perfis de pessoas “atraentes, interessantes, extrovertidas, divertidas, carinhosas” do mesmo sexo.

Estas fotos foram projetadas para serem as mais ameaçadoras possíveis. Afinal, as pessoas não só eram muito atraentes e interessantes, mas estavam à espreita de um companheiro e estudavam na mesma universidade que elas.

Desta vez, os estudantes que foram lembrados de seu amor criticaram pesadamente as pessoas cadastradas no site, as classificando como pouco atraentes, antipáticas e outros adjetivos insultuosos. Os resultados se mantiveram independentemente dos níveis de ciúme.

As pessoas apaixonadas podem colocar pessoas sedutoras em um patamar inferior. No estudo, quanto mais amor uma pessoa sentia por seu parceiro, mais negativamente ela tendia a julgar outros membros atraentes do mesmo sexo.

Mesmo quando as pessoas não eram lembradas de seu amor pelo parceiro, elas julgavam as outras de maneira negativa, sugerindo que o sentimento de ameaça provocado pelo lado negro do amor é realmente muito forte.

Os pesquisadores afirmam que pode não haver grandes diferenças entre pessoas muito ou pouco ciumentas. O que importa é o nível de ameaça. Em última análise, eles concluíram que o amor pode funcionar com um serviço de proteção das relações, para mantê-las por muito tempo.

Conversar depois é tão importante quanto o sexo

Conversar depois é tão importante quanto o sexo
Psicólogos de uma universidade na Pensilvânia, nos EUA, garantem que um relacionamento saudável não consiste apenas de sexo. Homens que caem no sono ou saem da cama logo após o ato sexual tendem a deixar suas companheiras mais inseguras e emocionalmente abandonadas do que estariam se nem tivessem feito sexo.

A importância da conversa pós-ato sexual, segundo os pesquisadores, está ligada a questões de segurança conjugal: 456 pessoas heterossexuais foram consultadas, e as mais carentes de afeição eram justamente aquelas cujo parceiro era de poucas palavras logo após a interação carnal.

Segundo os psicólogos, os homens tendem a dormir antes para evitar diálogos sobre comprometimento na relação. As mulheres, automaticamente, se sentem oprimidas quando isso acontece. É importante, de acordo com os especialistas, que o homem e a mulher fortaleçam seus laços amorosos com palavras, para dizer a si mesmos que seus relacionamentos são mais profundos do que o simples ato sexual.

Sexo casual: mulheres também gostam

A velha ideia de que as mulheres não gostam de sexo casual cada vez mais pede força. Muitas pesquisas sobre a sexualidade feminina revelam que o comportamento sexual de homens e mulheres está se aproximando.

De acordo com um artigo publicado na revista americana "Archives os Sexual Behavior", no que diz respeito a sexo, tanto homens como mulheres buscam incondicionalmente o prazer e a satisfação pessoal.

O que ainda acontece é que a probabilidade de uma mulher se satisfazer com uma relação casual ainda é menor que a do homem. Isto se deve ao fato de que as mulheres ainda se vêem um pouco atreladas a costumes e tradições nas quais elas só deveriam procurar parceiros que oferecessem estabilidade, segurança e uma vida calma para que elas pudessem criar os filhos.

A cultura do prazer toma corpo

Ao que tudo indica, a cultura do prazer aumenta a cada dia. Consciente ou inconscientemente, a liberdade para que os desejos sexuais sejam realizados cresce e se materializa.

A pesquisa revela também que a mulher é mais receptiva ao sexo casual quando está numa situação em que se sente longe de possíveis riscos e sem medo.

Peluda, peludinha ou careca. Como os pelos influenciam o sexo?

Em tempos de semanas de moda pelo mundo, nada mais justo do que falar sobre tendências, certo? Mas é claro que, por aqui, as tendências tem tudo a ver com sexo!

O Instituto Kinsey para Estudos sobre Sexo, Gênero e Reprodução, dos EUA, em parceria com a Universidade de Indiana, também na "América", realizou um estudo bem interessante sobre a influência brasileira sobre as mulheres americanas. Mais especificamente sobre a depilação de suas vaginas.

Os estudiosos — bem espertinhos na escolha do tema, né? — falaram com 2.451 mulheres sobre seus hábitos de depilação. E se você acha que a "depilação brasileira" é o sucesso do momento, está muito enganada!

Na tipo de procedimento que nossas depiladoras levaram aos EUA, um pouquinho de pelo é deixado na parte que o biquíni cobre, certo? Pois é, agora a onda é tirar tudo, não deixar nada. Ficar peladinha mesmo.

E olha só, entre 18 a 24 anos, 87,7% das entrevistadas tira tudo ou quase tudo. Foi constatado que essas mesmas mulheres tiveram maior probabilidade de observar seu próprio corpo por conta da técnica. E ainda são as que se dizem mais contentes com a vida sexual. E isso não fica apenas com as héteros, 86% das bissexuais e 74% das lésbicas fazem a mesma coisa!

A pesquisa ainda traça uma relação direta entre depilação e sexo oral. Das totalmente depiladas, 81,6% dizem ter recebido sexo oral nas quatro semanas anteriores à pesquisa, seguido por 70,8% das que deixaram apenas uma faixinha de pelos.

No Brasil a moda também pegou. Em conversa com as amigas, leitura de revistas e sites femininos, vemos que as opções são diversas. Desde tirar tudo até fazer um desenho engraçadinho, colocar glitter e até tingir os pelos.


Moldes de depilação artística

Mas o que isso tem a ver com a qualidade do sexo? Dizem que a mulher se sente mais segura sem os pelos, que sente-se mais limpa e cheirosa. Alguns médicos acham prejudicial esse tipo de depilação e alegam que o pelo é uma proteção da mulher. Outros acreditam que, com o advento dos sabonetes íntimos, não há mais problema, desde que a higiene seja feita cuidadosamente, segundo uma reportagem do jornal Folha de São Paulo.

Há ainda uma discussão de que a depilação total deixa a vagina da mulher parecida com a de uma garotinha. É, isso é bastante nojento, afinal, estamos falando de fantasia sexual ligada a pedofilia. E preferimos, nesse momento, nem aprofundar nesse assunto.

Por aqui, acreditamos que o sexo é uma das realizações pessoais de cada um, que a mulher deve se sentir a vontade e se depilar como tem vontade — e não apenas porque o parceiro prefere de um certo jeito.

Agradar a pessoa com quem você faz sexo fazendo de vez em quando uma depilação diferente, do jeito que ele sonha, pode ser muito legal. Desde que isso não a agrida.

Muitas mulheres não se sentem bem depilando-se completamente — principalmente aquelas acima dos 30 anos, aponta o estudo — e não é necessário se render à moda.

Como todas as tendências, pode ser que em pouco tempo tudo mude e a falta de depilação passe a ser um sucesso. Nunca se sabe. O importante é, com ou sem pelos, que a mulher conheça seu corpo, observe sua genitália, tenha um espelhinho para ver onde não conseguiria. Só assim a mulher conseguirá ter prazer pleno. Conhecendo-se.

Fiz ainda uma pesquisa informal, no Facebook, com alguns amigos e leitores de ambos os sexos, e o resultado foi o seguinte:




A preferência bate com a apontada pelas pesquisas, mas não deixa de mostrar que um bom número não se importa com a existência de pelos.

Se você não gosta de depilação, apare os pelos. Não precisa sofrer com a dor da cera ou a alergia da lâmina, mas também não precisa ser totalmente selvagem — se bem que há muita gente por aí que gosta das coisas ao natural.

Se você gosta de depilação, aproveite a onda. Tire tudo que quiser, mas lembre-se de reforçar a higiene. Na hora de apostar em desenhos divertidos, tome cuidado para que seu parceiro não ache tudo hilário e acabe com o clima.

E lembre-se que pelos não são sujos, não são fedidos, não são um problema. Pelos são parte do nosso corpo e se render a todas as tendências da moda pode nos deixar sem personalidade. E tem coisa mais broxante do que sexo sem personalidade?

A dica final que posso dar, por aqui, é: cuide da sua higiene. Não importa quanto pelo você tem ou qual o tipo de sexo que você curte: uma vagina limpa e cheirosa é o melhor que você pode oferecer. A você mesma!

Cérebro, o grande culpado pelo amor e sexo

Sempre que a gente fala sobre amor ou sexo todo mundo liga isso a sentimentos e esquece de pensar na parte física da coisa. O cérebro é o maior responsável por todos os nossos sentimentos, é ali que impulsos são traduzidos e nos fazem ter essas sensações loucas de frio na barriga, mãos suando ou pernas bambas.

Lendo o blog de Kayt Sukel, a autora do livro "Dirty Minds: How Our Brains Influence Love, Sex, and Relationships" ("Mentes sujas: como nosso cérebro influencia amor, sexo e relaciomentos", em tradução livre e ainda sem versão em português), encontrei alguns mitos desvendados sobre o papel do cérebro na nossa vida amorosa e sentimental.

Achei que vocês fossem gostar. Olha a listinha aí em baixo:
Amor é emoção
Pra começar, vamos acabar com esse mito. Amor não é uma emoção, um sentimento, ele é algo que nos impulsiona, nos direciona a certo comportamento. E isso quem está dizendo não sou eu, mas a cientista Helen Fisher, especializada em evolução.

Para ela, o amor é uma reação que tem uma área específica no cérebro, diferente daquela do sexo ou da que nos liga a pessoas importantes — e pode ser chamada de amor fraternal. O amor romântico, vamos dizer assim, está muito além de existir apenas para a reprodução, ele serve também para fazer com que as pessoas se relacionem entre si.

O impulso que o amor gera nos nossos cérebros pode ser comparado àquele que nos faz beber ou fazer sexo. Pode parecer menos romântico, mas essa é a verdade! Ou você ainda acredita que o coração é onde está o amor e ele tem esse formato ♥?

Homens querem sexo, mulheres querem relacionamentos
Essa é uma daquelas histórias que passam de pai para filho e vão tornando tudo mais complicado do que deveria ser. A diferença do que homens e mulheres querem só existe mesmo nessa lenda.

Cientistas mostram que a área do cérebro usada pelos dois sexos na hora de pensar sobre relacionamentos é a mesma. Sobre sexo também. Não há nenhuma evidência científica que comprove essa diferença. Tudo isso são apenas comportamentos que vão sendo impostos pra gente com o passar dos anos.

Está na nossa mão não seguir esse tipo de caminho que só atrapalha a vida a dois.

Pornografia é coisa de homem
A gente escuta muito por aí que mulheres não se importam com a imagem na hora do sexo, então filmes pornôs não são pra gente. Sabia que não é exatamente assim?

O cérebro do homem e da mulher funcionam da mesma maneira: ao ver pornografia o cérebro dá uma resposta MUITO forte. O neurocientista Thomas James diz que essa resposta é de duas a três vezes mais forte do que para qualquer outro tipo de imagem que já usou.

A diferença é que a pornografia é feita pensando nos homens, mas isso já está mudando. Já existem filmes pornôs feitos por mulheres, pensando em mulheres - vou falar sobre isso em outro post, vocês vão adorar!

Traição, para os homens, é genética
Esse é o tipo de coisa que, quando escuto, tenho dores de estômago misturadas com uma vontade imensa de rir na cara de quem disse a besteira. Se fosse assim, nunca veríamos mulheres traindo. Sabemos que não é assim!

Primeiro de tudo: genes não decidem o que alguém fará. Os genes nos deixam com uma pré-disposição maior a alguns comportamentos, é claro. É como ser filho de alcoólatras, pode ser que você tenha uma inclinação maior à bebida e que suas chances de ter o problema aumentem, mas você consegue controlar seus impulsos.

O cérebro é o responsável por esse controle e está nas mãos de cada um escolher o caminho a seguir. Então, a próxima vez que um cara a trair e explicar dizendo que isso é "coisa de homem" você pode completar com "coisa de homem sem respeito". E pronto, estamos entendidas sobre esse assunto, né?

Viu como até nas coisas mais simples há segredos? Daqui pra frente, chega de achar que as pessoas são assim porque são. Cada um pode até ter suas inclinações, mas quem tem o poder de mudar o rumo das coisas é cada um de nós.

Guru do reality "Project Runway", Tim Gunn diz que não faz sexo há 29 anos

Tim Gunn
O vídeo em que ele faz a declaração foi divulgado pelo site de celebridades E! Online. Gunn, 58 anos, ainda afirmou que, mesmo assim, se sente "perfeitamente feliz e completo".

O guru da moda e estrela do reality show "Project Runway", Tim Gunn, afirmou que não faz sexo há 29 anos. Durante um talk show sobre beleza e saúde, chamado "The Revolution", Tim Gunn revelou: "Eu não faço sexo há 29 anos. Mas eu me sinto diminuído por isso? Não, de jeito nenhum".

O vídeo em que ele faz a declaração foi divulgado pelo site de celebridades E! Online. Gunn, 58 anos, ainda afirmou que, mesmo assim, se sente "perfeitamente feliz e completo".

O consultor de moda, que homoassexual assumido, contou que um ex-namorado fez com que ele não quisesse mais se ter relações sexuais com outras pessoas.

"Eu estava em uma relação muito intensa por vários anos. Até que meu parceiro disse que estava impaciente com a minha performance sexual". Gunn, no entanto, não quer ser taxado como uma pessoa que carrega uma faixa que diz: "Sem sexo". "Eu não sei o que está por vir" declarou.