Nos EUA, educação sexual chega ao mundo digital

Grupos de educação sexual usam tecnologia
para se aproximar dos alunos
Programas permitem que alunos mandem perguntas por mensagem do celular e evita constrangimentos.

Enquanto se dirigiam para a escola no ano passado, Stephanie Cisneros, uma caloura do ensino médio nos Estados Unidos, e algumas amigas discutiam como Doenças Sexualmente Transmissíveis podem ser passadas adiante.

Cisneros sabia que poderia resolver suas dúvidas em sala de aula, mas não levantando sua mão. Enquanto seu professor de biologia falava sobre moscas, Cisneros colocou seu celular embaixo da mesa de laboratório e digitou uma mensagem para ICYC (In Case You're Curious, ou Caso Esteja Curiouso), um programa de chat de texto dirigido pelo grupo de Planejamento Familiar das Montanhas Rochosas.

Cisneros disse que gosta do imediatismo e confidencialidade do programa. "Você pode fazer uma pergunta aleatória sobre sexo e não se sente estúpida", disse Cisneros. "Mesmo que seja uma pergunta tola, eles não podem julgá-la já que não sabem quem você é. E seria nojento perguntar sobre essas coisas aos meus pais."

Educação sexual é um assunto delicado para a maioria dos sistemas escolares, apenas 13 Estados especificam quais componentes devem ser incluídos nos programas.

Orçamentos reduzidos e assuntos acadêmicos concorrentes têm ajudado a minimizar a pioridade da educação sexual no currículo escolar americano. Em reação, algumas organizações de saúde e distritos escolares estão desenvolvendo sites e serviços de mensagens de texto como formas de educar os adolescentes em um lugar onde faltar não é um problema: a Internet.

Muitos serviços, como Sexetc.org, um site nacional dirigido por e para adolescentes, oferecem privacidade e comunidades onde os adolescentes aprendem sobre sexualidade e relacionamentos, especialmente em dispositivos móveis, fugindo do controle dos pais.

"Quando perguntamos aos jovens qual é a sua fonte No. 1 de aprendizado sobre sexo, eles dizem: 'Google'", disse Deb Levine, diretora executiva do ISIS Inc., uma organização sem fins lucrativos que administra serviços de mensagens de texto e conteúdo médico. "Mas na maioria das vezes a melhor informação não é obtida através destas pesquisas."

Os responsáveis por tais programas digitais simplesmente querem que os adolescentes tenham informações precisas para ajudá-los a tomar boas decisões. Mesmo que a cultura popular esteja saturada com o sexo, fatos e aconselhamento podem ser difíceis de encontrar.

Leslie Kantor, vice-presidente para a educação da Federação de Planejamento Familiar da América, anunciou que o programa de chat será ampliado para que os adolescentes possam acessá-lo através de dispositivos portáteis. A organização está tentando incorporar conteúdos com termos de pesquisa usados por adolescentes, ela explicou.

Confira 9 estudos estranhos sobre sexo feitos em 2011

Sexo e relacionamento são temas sempre comentados e noticiados na mídia. Pesquisas são feitas com o intuito de descobrir como acontece a relação humana e, por vezes, ajudar a melhorar a situação. Alguns estudos, porém, são um tanto quanto excêntricos e são estes que fazem parte da lista feita pelo Your Tango.

Veja a seguir dez pesquisas estranhas sobre sexo feitas em 2011.

Mulheres pensam mais em comida do que em sexo: uma pesquisa com 5 mil pessoas mostrou que as mulheres são mais preocupadas com o que estão comento do que com a vida sexual. O estudo descobriu que 25% delas pensam sobre comida a cada 30 minutos, contra apenas 10% que pensam sobre sexo. Quatro em cada 10 mulheres dizem que estão sempre em busca de dietas e/ou preocupadas com o peso.

25% das pessoas atendem o telefone durante o sexo: uma pesquisa feita pela empresa My Phone Deals questionou diversos itens aos voluntários, entre as perguntas estava se alguma vez a pessoa havia atendido o telefone durante o sexo. O resultado foi de que 25% dos entrevistados faziam a interrupção para atender chamadas.

Universitários preferem ouvir elogios do que fazer sexo: as pessoas podem ligar a vida na faculdade à promiscuidade, mas de acordo com um artigo publicado no Journal of Personality, os alunos preferem receber elogios e boas notas do que ter relações sexuais.

Orgasmo da mulher depende de forma vaginal: o professor de psicologia Stuart Brody, da Universidade do Oeste da Escócia, disse que pode discernir a capacidade da mulher para atingir o orgasmo só de olhar para os lábios das partes íntimas dela. Segundo ele, o orgasmo é mais prevalente entre as mulheres com um tubérculo proeminente no lábio superior, ao contrário das que têm os lábios finos.

Universitários prefere livros do que sexo: os estudantes podem fazer festas e bagunça quando estão na universidade, no entanto, todos têm o objetivo de estudar. Uma pesquisa divulgada pela empresa de software Kno, Inc., informou que um em cada quatro estudantes universitários desistiria do sexo por um ano de concessão de livros. Apenas 506 alunos participaram do estudo.

Uma em cada cinco mulheres gostam mais do Facebook do que de sexo: de acordo com um levantamento entre 2 mil mulheres, feito pela revista Cosmopolitan, uma em cada cinco mulheres preferem atualizar o status, postar vídeos engraçados, perseguir ex-parceiros na rede social à começar uma relação sexual.

Mulheres ficam mais bissexuais conforme envelhecem: um estudo mostrou que as preferências sexuais femininas rendem a sofrer um período confuso. Pesquisadores da Boise State University descobriram que em um grupo de mulheres heterossexuais, 60% eram fisicamente interessadas em outras mulheres; 45% já havia se relacionado com o mesmo sexo no passo; e 50% tinham fantasias de relacionamentos homossexuais.

Laptops podem prejudicar esperma: uma pesquisa da revista Fertility and Sterility descobriu que homens que colocam os laptops no colo têm a qualidade dos espermatozoides afetadas. Os pesquisadores chegaram ao resultado testando amostras de sêmen de 29 homens saudáveis. Colocaram gotas de esperma sob um laptop que foi conectado à Internet via Wi-Fi. Em seguida, eles baixaram alguma coisa. Dentro de quatro horas, um quarto das amostras já não estavam nadando ao redor.

Mulheres "nerds" fazem mais sexo: as mulheres que passam horas jogando videogames, no computador ou smartphones têm relações sexuais mais frequentes do que as demais mulheres, de acordo com uma pesquisa feita pela Harris Interactive. Este perfil de mulheres também é mais feliz em um relacionamento sério.

Depois da Revolução Sexual, jovens optam pela castidade no namoro

O final do século XX foi marcado pela vontade da juventude de se libertar sexualmente e ter domínio do próprio corpo. A onda da "Revolução Sexual" envolvia o desnudamento dos corpos, principalmente os femininos, e a vontade de transformar os costumes tendo como base a efervescência cultural, ideológica e política. Hoje, na segunda década do século XXI, já é visto um movimento inverso.

Preocupados com a banalização da sexualidade, movimentos, em especial os religiosos, tentam retomar a vivência da castidade e preservação do ser virgem até o casamento. Em Londrina, estão sendo distribuídas nas paróquias a cartilha "O verdadeiro Amor espera" da Comissão de Defesa da Vida da arquidiocese.

Membro do grupo desde 2004, o advogado Carlos Augusto Costa, conta que a iniciativa surgiu depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, concedeu uma liminar dando a uma mulher o direito de abortar um bebê anencéfalo. Em Londrina, seis mil pessoas apoiaram um abaixo-assinado contra a decisão, que foi enviado ao STF, mostrando a desaprovação.

Em uma reflexão contínua de sete anos, a comissão sabe que o aborto deve ser prevenido e crê na castidade como resposta. "O sexo é a coisa mais linda e maravilhosa que Deus criou, mas houve uma desestruturação. Aquilo que foi criado para unir o homem e a mulher e transformá-los em família, acabou sendo utilizado para o simples gozo", comentou.

Costa acredita que os jovens precisam ser informados da opção pela castidade. "Eles estão sendo vítimas de desinformação, pois ninguém fala a eles sobre o benefício de ser casto. Eles vêem apenas que se pode fazer sexo com camisinha. Eu já dei mais de dez palestras na Escola Estadual Nilo Peçanha e sempre pergunto aos meninos se eles gostariam de casar com uma menina que já esteve com dois, três homens e a resposta é unânime. Aí eu digo para as meninas: eles querem brincar com vocês, mas para casar eles querem uma virgem", contou.

E no namoro?

Em uma época de hormônios explodindo e da maturação do corpo, viver a castidade em um namoro pode ser difícil, como confirma o casal de namorados, Júlia Martins, 20 anos, e Rodolfo Carvalho, 19. Participantes da Juventude Apostólica de Schoenstatt e juntos há um ano e cinco meses, escolheram se casar virgens.

"A minha decisão surgiu da vontade de se guardar para aquela pessoa que realmente me merece, que vai me amar e ficar comigo para o resto da vida. O sexo não pode ser banalizado, pois não é como beber água, mas é um ato de amor", disse Júlia.

Para Rodolfo, a castidade vinha como um desejo interno de dar um presente à futura esposa. "Eu me imaginava com a pessoa certa e sabia que poderia ser uma ofensa à companheira, caso tivesse uma outra experiência sexual", contou.

Para os jovens, a castidade só poder ser vivida com muito diálogo. "Tem que ter cumplicidade, companheirismo e amizade", colocou Júlia. "Você não pode manter a sexualidade como um assunto fechado porque pode virar uma bomba. Mas tem que conversar e crescer junto, porque apesar das dificuldades, o namoro se aprofunda", defendeu Rodolfo.

A banalização do sexo no Twitter

Começo este artigo com receio de ser rotulada de hipócrita ou falso moralista, mas vou arriscar conseguir algumas aprovações pela minha opinião sobre como o sexo tem se tornado tão banal para as novas gerações. Hoje, quarta-feira, 21 de dezembro, estava procurando no Twitter um dos assuntos mais comentados para tentar produzir um texto, já que o dia está sem muitas pautas, e vejo a hashtag #20pessoasquequerotransar, isso mesmo, as vinte pessoas que você quer transar!

Bom, não que as pessoas não devam transar com 20 pessoas durante sua vida, eu acho um exagero, mas há quem goste de somar. Porém, você ter em mente 20 pessoas com quem você transaria por esses dias... como assim? Quem é que sabe as 20 pessoas, possíveis, com quem quer transar? Soa promiscuo demais.

E, olhando as pessoas que aderiram a brincadeira, percebi que não sou a única a não concordar com tamanha “falta do que fazer”. Um dos usuários da rede social escreveu um comentário interessante: “colocam #20pessoasquequerotransar nos trends brasil e depois reclama [sic] que gringo so vem pra ca pela putaria”. Pois é. Se nosso país já tem fama de local propício para a prostituição, muita bunda e mulher pelada, ainda inventam mais besteiras para que façamos por merecer a fama.

Certamente um monte de gente vai me perguntar: Mas tia, você não anda em balada, você não transa, você não tem vontade de transar com ninguém? Sim para todas as respostas. Porém, tornar o assunto totalmente banal só me responde algumas questões que as vezes me pego indagando, tais como: Porque os meninos não levam mais as meninas a sério? Porque tem tanta gente com AIDS, com tantas formas de prevenção?

A questão não é não falar em sexo, não é não ter vontade ou nunca ter cometido uma “doideira” vez ou outra na vida. A questão é a forma como o assunto tem sido tratado em redes sociais, onde pessoas muito jovens, que ainda estão formando suas opiniões e caráter têm livre acesso e podem acabar achando que transar com 20 pessoas seja algo normal. Não, não é. Assim, premeditado, tendo vontade de simplesmente transar com um monte de gente, uma por dia, por semana talvez? Como assim?

Além das doenças, existe a gravidez indesejada, abortos, pílulas do dia seguinte, que deveriam ser tomadas em caso apenas de estupro – na minha opinião – são tomadas como remédio para dor de cabeça. Uma bomba de hormônios equivalente a meia cartela de pílula anticoncepcional.

Enfim, o sexo é bom, quem diria o contrário? Mas, para as meninas que querem ser amadas pelo seu caráter, revejam seus conceitos, principalmente na balada, quando a chave do carro na cintura do cara e uma bebida importada são suficientes para tirar a roupa pra ele. E aos meninos, reparem que quando vocês transam com "20 pessoas" no fim de semana, como você acorda com uma sensação de que está sempre sozinho. Pelo menos é o que alguns amigos meus dizem quando estão sóbrios.

E às pessoas do Twitter, que antes era uma rede tão culta e divertida, vamos parar com a futilidade um instante ou será que outra rede social apenas para selecionados terá que ser inventada novamente?
 

Sexo na história

Por séculos, a relação sexual serviu só para procriação, por isso, era reservada para depois do casamento.

A virgindade representava pureza e a fidelidade era primordial. Para ter certeza de que não haveria traição, as mulheres durante a Idade Média usavam cinto de castidade - acessório metálico ajustado na cintura para cobrir a vagina - enquanto os maridos iam para as Cruzadas (batalhas cristãs). O objeto era trancado com chave, que ficava com ele.

Com o tempo, a forma de tratar a sexualidade mudou, principalmente após a década de 1960. A época foi marcada por lutas pelos direitos das mulheres, dos homossexuais, entre outros. É quando surge a pílula anticoncepcional, que dá mais controle do corpo à mulher.

A partir de então novos questionamentos aparecem: por que o homem pode mais?
Por que precisa reprimir os sentimentos?
Por que homossexuais são perseguidos?

"Na tentativa de responder se fez muito barulho e mobilizaram-se multidões", explica Larissa Pelúcio, antropóloga da Unesp. As mudanças continuaram nos anos 1980, com o surgimento da Aids. "Cria-se verdadeiro pânico moral em torno das sexualidades e do uso dos corpos, culpando e perseguindo grupos, sobretudo os que não atendiam à moral conservadora."

Os jovens também sofreram com isso, principalmente porque a relação deles com o sexo sempre foi tratada como algo perigoso.

Em geral os alertas giram em torno dos cuidados com as Doenças Sexualmente Transmissíveis e gravidez indesejada. "Dizer que hoje se fala sobre sexo abertamente é ingênuo. Em geral, é abordado de maneira muito superficial e não como algo que dá prazer e permite conhecer melhor a si mesmo", afirma Larissa.

ONU pede proteção mundial a direitos dos homossexuais

Homossexuais e transexuais enfrentam discriminação e violência por causa da sua orientação sexual em todas as regiões do mundo, o que inclui assassinatos, estupros e torturas - além do risco de pena de morte em pelo menos cinco países -, disse a ONU na quinta-feira.

O primeiro relatório oficial da entidade sobre o tema pede aos governos que protejam gays, lésbicas, bissexuais e transexuais (LGBTs), que punam as violações graves e revoguem leis discriminatórias.

"A violência homofóbica e transfóbica já foi registrada em todas as regiões. Tal violência pode ser física (incluindo assassinatos, agressões, sequestros, estupros e violência sexual) ou psicológica (incluindo ameaças, coerção e privações arbitrárias da liberdade)", diz o relatório de 25 páginas assinado pela alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay.

O texto foi encomendado em junho pelo Conselho de Direitos Humanos, que na época reconheceu os direitos iguais de LGBTs, e condenou toda forma de violência ou discriminação com base na orientação sexual. Países ocidentais consideraram a decisão histórica, ao passo que governos islâmicos a rejeitaram firmemente.

No último dia 6, em discurso no Conselho de Direitos Humanos, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse que "nunca deveria ser crime ser gay".

O relatório de Pillay diz que pessoas vistas como homossexuais podem sofrer violência espontânea "nas ruas", ou então abusos mais organizados, "inclusive por extremistas religiosos, grupos paramilitares, neonazistas e nacionalistas extremistas".

A violência contra LGBTs tende a revelar "um alto grau de crueldade", com mutilações e castração, segundo o relatório, que critica também os "assassinatos por honra" cometidos por parentes e membros de comunidades onde vivem os homossexuais.

O texto cita casos de assassinatos de gays na Suécia e na Holanda, a morte de uma transexual em Portugal, e crimes contra mulheres lésbicas, bissexuais ou transexuais em El Salvador, Quirguistão e África do Sul.

Outro caso destacado no relatório aconteceu no Brasil, onde um casal de lésbicas teria sofrido agressões em uma delegacia e sido obrigado a fazer sexo oral.

Atualmente, acrescenta o relatório, há 76 países com leis usadas para criminalizar comportamentos com base na orientação sexual e identidade de gênero. O texto não cita os países que impõem a pena de morte, mas ativistas dizem que são eles: Irã, Mauritânia, Arábia Saudita, Sudão e Iêmen, além de algumas regiões da Nigéria e Somália.

A vagina envelhece? Entenda causas e consequências do problema

Atrofia, ressecamento e afinamento da mucosa
são consequências do envelhecimento vaginal.
Dizem que o tempo é cruel. Afinal de contas, ele passa para todas as pessoas e traz consequências que são sentidas no físico e até no emocional. A passagem dos anos marca o corpo de maneira singular, vincando a pele que era viçosa e transformando os cabelos negros em fios grisalhos. Mas outras partes do nosso organismo também sofrem com o envelhecimento e nem todo mundo se dá conta disso. A vagina, por exemplo, sofre diversas alterações físicas e fisiológicas que interferem nas saúdes sexual e urológica.

Vagina atrofiadaUma das principais ocorrências que o tempo traz para as mulheres é a menopausa, época em que cessa a produção de hormônios no organismo. E é justamente a falta do hormônio estrógeno que causa diversas mudanças na vida sexual e na vagina. Débora Pádua, fisioterapeuta uroginecológica da Clínica Dr. José Bento, da capital paulista, contou que a queda hormonal altera a espessura do canal vaginal, tornando-o mais fino e causando fissuras durante a penetração, o que causa muito incômodo durante o ato sexual. "O desconforto é sentido pelo casal, tanto pelo homem quanto pela mulher e muitas têm preconceito em usar lubrificantes e querem até desistir do sexo por causa da dor", contou.

Maria Luiza Mendes Nazar, ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, da capital paulista, disse que o ressecamento e a perda da capacidade de se contrair também são consequências que surgem da redução hormonal. "Assim como a pele envelhece, por falta dos hormônios a vagina sofre uma atrofia. O ressecamento é mais sentido durante o ato sexual, mas mulheres que não tem uma vida sexual ativa reclamam de uma coceirinha, como se a pele estivesse ressecada mesmo", contou.

Embora a palavra atrofia seja bastante forte, o problema pode ser tratado e as mulheres que têm dúvidas se a vagina está atrofiada ou não pode consultar o ginecologista para conferir o problema. Segundo Maria Luiza, o exame de Papanicolau, que é recomendado uma vez ao ano para todas as mulheres, em idade fértil ou não, costuma acusar o problema. "Muitas mulheres sentem também que a vagina está mais curta", contou a ginecologista.

Perda urináriaO envelhecimento vaginal prejudica consideravelmente a vida sexual, mas não apenas ela. Outra consequência da passagem dos anos nas partes íntimas é o afinamento da mucosa, que fica menos resistente, e o encurtamento da uretra. "Muitas pacientes chegam ao consultório se queixando de perda de urina em atividades simples, como espirrar ou tossir", contou Maria Luiza. Essa perda urinária não está relacionada às perdas anatômicas ou à quantidade de partos normais pela qual passou a paciente. É, sim, um distúrbio fisiológico e que tem tratamento.

"Elas não precisam sofrer com o problema. Se houver a queixa da perda urinária e o Papanicolau acusar a atrofia vaginal, a primeira coisa a ser feita é contestar seu médico sobre a possibilidade de usar cremes vaginais com hormônios, que costumam solucionar o problema", falou Maria Luiza.

Malhação "nas partes"Além dos cremes hormonais e o uso de lubrificantes aquosos durante o ato sexual, um dos tratamentos que podem ajudar significativamente o tratamento do envelhecimento vaginal é a fisioterapia uroginecológica. "Por meio de exercícios perineais, conseguimos estimular as glândulas de Bartholin, que são responsáveis pela lubrificação vaginal, para melhorar o ressecamento e exercícios para evitar a atrofia", contou Débora, que é também autora do livro Prazer em conhecer: você acha que sabe tudo sobre sexo?.



Os exercícios praticados durante a fisioterapia não têm contraindicação e podem ser praticados por mulheres de todas as idades, em especial aquelas com vida sexual ativa. Segundo a fisioterapeuta da Clínica Dr. José Bento, tais exercícios seriam os mesmos do pompoarismo, sendo que este é aplicado durante o ato sexual. "A partir dos 40 anos, as mulheres perdem fibras musculares e, com isso, há a queixa de frouxidão vaginal por causa da musculatura que fica flácida, comprometendo o prazer", contou a fisioterapeuta, que explicou que os prolapsos, que são relatados como "quedas" da bexiga, útero e intestino também podem se tornar mais frequentes por causa da flacidez dos músculos vaginais. "Não dói. Muitas mulheres reclamam de um peso no pé da barriga e se ela não se olha, só descobre o problema quando o órgão está visível, quando sai e aí precisa fazer cirurgia para corrigir o problema."

A resposta ao exercício físico varia de acordo com a idade e as atividades são feitas especificamente para o períneo e o canal vaginal. "Ninguém vai saber que ela está fazendo o exercício. Para quem nunca tentou, pode aprender prendendo o jato de urina, mas depois que estiver craque, não deve mais interromper a urina, apenas fazer a contração. Com isso, melhora-se muito a atrofia vaginal, a musculatura do canal vaginal e até a lubrificação", concluiu Débora.

Conheça os 10 melhores exercícios para a sua vida sexual

Alguns exercícios aumentam o humor, o desejo sexual, e melhoram a saúde geral.

Alguns deles tiram seu pensamento de que você está trabalhando duro para queimar algumas calorias. Segundo o site Health, esses exercícios ajudam a sintonizar o corpo de forma sensual e, por isso, faz com que as pessoas se sintam mais interessadas ​​em sexo.

Veja uma lista com 10 exercícios que melhoram a vida sexual:

Pole dancePole dance deixou de ser apenas para dançarinas exóticas. Estúdios particulares oferecem aulas e você não precisa ter nenhuma experiência. O exercício pode agir como tratamento e as sessões podem envolver horas de trabalho de força.

Aulas de salsaAs aulas de salsa podem queimar até 200 calorias em meia hora. Você não precisa ser um grande dançarino para começar a ter aulas. Para realmente atiçar, tenha aula com o seu marido ou namorado. Estudos mostram parceiros que tentam algo novo juntos têm grandes benefícios tanto dentro como fora da cama.

StripteaseVocê não precisa tirar todas as peças de roupa. Apesar de parecer algo intimidador, isto pode ser sexy e você pode tirar tudo se estiver a vontade. Participar de uma aula com um coreógrafo pode ajudar a aprender alguns passos.

Dança na cadeiraMuitos DVDs ensinam coreografias para serem feitas na cadeira. Além disso, há um benefício para o corpo durante os exercícios. As atividades incentivam um bom resultado para as pernas, glúteos e barriga.

Dança do ventre
Muitas academias de dança oferecem aulas que fazem você queimar até 350 calorias em uma hora. Além disso, para alguém que ainda não está muito confortável com algo mais sensual, esta pode ser uma maneira mais modesta de fazer um exercício sexy.

Yoga nuaFãs de yoga dizem que tirar a roupa torna a prática relaxante e ainda mais calmante. Além disso, muitas posições da yoga usam os quadris as pernas e fortalecem o músculo pélvico.

ZumbaA palavra zumba significa mover-se rapidamente. Esta dança colombiana se espalhou para as academias do mundo inteiro. É uma mistura de movimentos aeróbicos e hip-hop. Você não tem que ser um profissional para dançar. Novos participantes são encorajados a dançarem no seu próprio ritmo, pegando os movimentos à medida que avançam.

Dança BollywoodBollywood, dança de inspiração indiana, também tem um "quê" sexy. Em meia hora de dança dá para queimar cerca de 200 calorias. Muitas das danças contam histórias de romance ou amor perdido.

Acrobacia aéreaPopularizado por acrobatas de circo, este treino é indicado para quem já tem alguma prática. Aprender exercícios entre os tecido pendurado no teto favorecem o alongamento e fortalecimento dos membros. Alguns estúdios estão incorporando diferentes tipos de aulas antigravitacionais.

BambolêEste esporte não é só para crianças. Além de divertido, o babolê fortalece a barriga e afina a cintura. Em um treino de 30 minutos é possível queimar até 250 calorias. O exercício faz as pessoas se interessarem em atividades físicas e sensuais.

Novo preservativo promete melhorar vida sexual

Embora não combata a disfunção erétil, um novo preservativo promete melhorar a vida sexual dos homens que tenham problemas em manter a ereção. O novo produto contém uma substância vasodilatadora que prolonga e melhora a ereção. O lançamento na Europa está previsto para o final do ano.

No seu site oficial, o laboratório britânico Futura Medical, que desenvolveu o novo preservativo, afirma que já obteve licença das autoridades europeias para o comercializar em 29 países da Europa.

Neste novo preservativo, o pénis entra em contacto com o gel vasodilatador depositado na extremidade do produto, o que leva a que haja um aumento do fluxo sanguíneo para o órgão sexual. Assim, o pénis aumenta a sua firmeza e a ereção é prolongada por mais tempo.

A Futura Medical explica que os resultados foram avaliados através de um estudo que comparou o novo preservativo com o preservativo tradicional. A maioria dos homens afirmou que conseguiu uma maior duração da ereção. As mulheres, que também foram envolvidas no teste, confirmaram o resultado.

A empresa britânica que desenvolveu o produto espera que o novo preservativo ajude também a promover o sexo seguro. O preservativo vai ser comercializado pelo grupo Reckitt Benckiser, responsável também pela marca Durex.

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Devo falar com meu filho sobre sexo?

As curiosidades e dúvidas das crianças, quando atendidas, contribuem para um melhor desenvolvimento afetivo e intelectual.

A sexualidade é fundamental para a vida do ser humano e os indivíduos a expressam de várias maneiras. Na infância, é gostoso tocar partes do corpo, as primeiras sensações de prazer advêm dos cuidados maternos e paternos, quando ainda somos bebês. Nesse período, as crianças exploram as sensações agradáveis, fazendo investigações a respeito da sexualidade, tocando o próprio corpo e o corpo dos outros. As crianças perguntam e têm idéias, teorias e fantasias relacionadas à sexualidade. 

Porém, é sempre importante lembrar que as perguntas das crianças sobre sexualidade devem ser ouvidas, investigadas e respondidas dentro dos limites do seu interesse. As curiosidades e dúvidas sexuais das crianças, quando atendidas, contribuem para um desenvolvimento afetivo e intelectual mais harmônico. O carinho, o abraço e o beijo são manifestações da sexualidade do ser humano desde a infância. 

Entre as crianças existem vários jogos e brincadeiras que fazem parte da curiosidade e do desenvolvimento da sexualidade infantil (papai e mamãe, casinha, médico, etc.). Os jogos de imitação de comportamentos adultos e de cenas sexuais veiculadas pela mídia podem estar entre as brincadeiras sexuais infantis. 

Uma das formas de os seres humanos expressarem sua sexualidade e sentirem prazer é pela masturbação. Meninos e meninas se masturbam porque é gostoso. O toque, a manipulação e a masturbação são formas de a criança conhecer e pesquisar o próprio corpo e sensações. Outros comportamentos frequentes nas crianças são as fantasias. As crianças têm fantasias sexuais e constróem teorias a respeito da sexualidade e essas fantasias podem ou não ser acompanhadas por manipulações do próprio corpo. 

Mitos e Verdades 

- É mito achar que a masturbação faz mal ou que causa problema físico e mental. 

- Fantasiar não é a mesma coisa que fazer acontecer. Quando a masturbação impede a socialização e dificulta a aprendizagem da criança, ela pode indicar um problema emocional.

Como dizer ao parceiro que você quer mais sexo

Dicas de como conversar quando o parceiro quando você está insatisfeita sexualmente.


Está sempre no pique para o sexo, mas nem sempre é correspondida... Para virar o jogo, você precisa entender como anda sua relação. Saiba como conversar com o parceiro.

Pisando em ovos
Tocar nesse assunto com seu amado está longe de ser fácil. Ele pode se sentir intimidado e pular fora da conversa - sem contar que homens, por natureza, já não se empolgam com DRs. Se ele não fala e você também não toca no assunto, há grandes chances de a relação azedar. Também é preciso estar preparada para respostas evasivas no início. Mas não existe outra saída. "Seja enfática, tenha personalidade e não se submeta: vocês precisam, sim, conversar", diz o ginecologista Amaury Mendes Júnior, especialista em terapia sexual e de casal. Sem fazer drama, diga que sente falta de fazer sexo com ele e deixe-o falar.

Por que ele não está a fim?
Fatores hormonais (baixa de testosterona ou de hormônios ligados à tireoide), doenças crônicas (diabetes, obesidade, hepatite C), ingestão de medicamentos que alteram o desejo (antidepressivos), alcoolismo ou uso abusivo de drogas podem diminuir o tesão do seu parceiro, além de stress e angústia em relação a desemprego, problemas financeiros e perdas afetivas e paternidade. Mas, se ele se afasta sem motivo toda vez que você tenta um carinho mais íntimo ou está sempre cansado, é sinal de que está em uma crise de desempenho (dificuldade de achar seu papel de homem na sociedade), de que a relação caiu na rotina ou de que seu companheiro não se sente mais atraído por você - por mais duro que seja, esteja preparada para ouvir isso. Nos dois casos, a ajuda de um terapeuta é bem-vinda.

Dê uma mãozinha
Atitudes simples, como combinar uma viagem longe dos problemas cotidianos (e dos filhos, se vocês tiverem) e colocar uma roupa sexy em casa para se mostrar disponível, podem reaproximar vocês. Para o seu próprio bem, só não coloque as expectativas lá em cima. "Às vezes, você resolve vestir uma roupa ou fazer uma surpresa que envolve toda a sua energia e o homem não responde do jeito que se espera", avisa a terapeuta sexual Ana Canosa.

Invista na brincadeira
Você mesma pode tentar também alguns joguinhos indicados pelos terapeutas sexuais. "Estabeleça um contato corporal sem ser genitalizado para tirar o receio da penetração: por exemplo, na cama, espalhe óleo na palma das mãos dele e guie pelo seu corpo, ensinando onde gosta de ser tocada, e deixe que ele faça o mesmo", sugere Mendes Júnior. Aos poucos, vá incrementando a brincadeira. A ideia em todos esses casos é aumentar a intimidade do casal e, assim, despertar o desejo adormecido dele.

Saiba como sincronizar o sexo e chegar ao orgasmo simultâneo

Qualquer tipo de orgasmo é incrível, você há de concordar, e o sexo pode ser espetacular independentemente de quem vir os fogos de artifício primeiro. Mas há quem considere o ápice dos ápices o gozo simultâneo. Confira algumas dicas e saiba como tudo pode ser ativado na mesma hora.


Pare e vá
Para vocês ficarem no mesmo ritmo, talvez seja necessário que ele vá um pouco mais devagar quando a coisa começar a esquentar. O grande lance do orgasmo sincronizado é fazer com que ele se segure até que você esteja exatamente no ponto, por isso ele terá de pisar um pouco no freio.


Sincronize
A técnica do "raso e profundo" pode prolongar e atrasar o grande estouro. Penetrações rasas estimulam a área sensível em volta do clitóris - e controlam a excitação do homem -, enquanto penetrações profundas estimulam a cabeça do pênis e aumentam a zona de prazer feminino. "Para se manter no mesmo ritmo que você, ele pode respirar profundamente ou diminuir as penetrações para ganhar tempo", diz Amy Cooper, autora do livro The Everything Orgasm Book: The All-You-Need Guide to the Most Satisfying Sex You'll Ever Have (inédito no Brasil).


Nas alturas
Pensar em algo que não seja a própria excitação também pode ajudá-la a se manter no ritmo. Ele pode se concentrar, por exemplo, na sensação dos músculos da própria perna. Quando estiverem prontos, digam um para o outro. As palavras, algumas vezes, falam mais alto do que as ações. "Além disso, a mulher tem duas zonas erógenas importantíssimas: os ouvidos. Se ela for envolvida, pode ter um grande prazer e chegar tranquilamente ao orgasmo", afirma Sylvia Marzano, terapeuta sexual. Assim que vocês atingirem a harmonia, vão querer repetir a performance.

Cientistas registam em 3D cérebro feminino durante orgasmo

Pela primeira vez na história da ciência, investigadores da Universidade Rutgers, em Nova Jersey (EUA), usaram uma sequência de imagens do cérebro para criar um filme 3D da mente feminina durante os processos de início, meio e fim de um orgasmo.

Segundo informações dos sites Time e The Guardian, para fazer a animação, os cientistas monitorizaram o cérebro de Nan Wise, uma estudante de PhD e terapeuta sexual no laboratório médico da Rutgers. A mulher, que tem 54 anos, foi submetida a um exame de ressonância magnética e, dentro do aparelho, estimulou-se sexualmente para dar início aos testes.

O filme, apresentado na Conferência da Sociedade de Neurociência (Washington), mostra mudanças de actividade em 80 regiões distintas do cérebro, através de fotografias tiradas a cada dois segundos.

Para diferenciar as reacções, foi utilizada uma tecnologia baseada numa escala de cores que começa no vermelho escuro, alcança o laranja, passa pelo amarelo e termina no branco. As tonalidades correspondem a diferentes níveis de oxigénio no sangue - cores mais claras significam mais O2 -, indicando quais partes do cérebro são/estão mais activas.

«O objectivo geral desta pesquisa é entender como o orgasmo acumula a partir da estimulação genital e quais as partes do cérebro movimentam-se mais, para finalmente chegar ao clímax sexual, além de estudar a conectividade do aparelho cerebral», explica o professor Barry Komisaruk, da Universidade Rutgers.

Na animação, a primeira actividade acumula-se em regiões sensoriais do cérebro que mapeiam os órgãos genitais. Depois, espalha-se para o sistema límbico, que contém uma colecção de estruturas cerebrais directamente envolvidas em todos os tipos de emoção e memória a longo prazo - incluindo lembranças envolvidas em fantasias ou experiências sexuais.

Quando a mulher alcança o clímax, as actividades são direccionadas para duas partes do cérebro: o cerebelo e o córtex frontal. Durante o orgasmo, os movimentos libertam uma substância química que provoca sensações de prazer e estimula o útero a contrair-se. Há também picos de actividade no «núcleo accumbens», uma área ligada à recompensa e ao prazer. Após o orgasmo, todas essas regiões acalmam gradualmente.

Com esse estudo, os cientistas visam entender como o cérebro realiza a sincronização de actividades que levam ao clímax sexual numa mulher. Além disso, a equipa de cientistas espera descobrir possíveis problemas de pessoas - incluindo homens - que não conseguem atingir o orgasmo durante o sexo.

Numa nova técnica também desenvolvida por Komisaruk e a sua equipa, as pessoas dentro do scanner de ressonância poderão ver a própria actividade cerebral num ecrã, quase que instantaneamente. Dessa forma, os utilizadores podem alterar os movimentos do cérebro, o que vai permitir o tratamento de distúrbios como ansiedade, depressão, dor e até mesmo factores ligados a vícios.

Sexo frágil: um rótulo fora de moda...

No mundo onde ainda se sente reflexos do movimento feminista do século XIX, e com a sua volta mais forte a partir de 1960, cada vez mais mulheres estão se tornando empresárias e sendo admitidas em cargos de liderança em diversas empresas, uma realidade que antes era do sexo masculino.

No mundo onde ainda se sente reflexos do movimento feminista do século XIX, e com a sua volta mais forte a partir de 1960, cada vez mais mulheres estão se tornando empresárias, embora enfrentem a grande carga tributária, a falta de capital de giro e muita burocracia, além de que a atividade empresarial interfere bem mais no ambiente familiar, nos aspectos de organização administrativa da casa e na educação dos filhos. As mulheres adquirem experiência com alguém da família que tenha um negócio semelhante ao seu ou como funcionária de uma empresa que atua no mesmo ramo, o que desperta em algumas o desejo de montar o seu próprio negócio.

Segundo dados da pesquisa internacional sobre empreendedorismo da Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2010, feita entre 17 países, o Brasil possui a maior taxa de empreendedores em estágio inicial, sendo que as mulheres representam 49,3% do total em 2010, e é um dado que vem aumentando nos últimos anos. A pesquisa conclui que a mulher brasileira é uma das mais empreendedoras do mundo.

As mulheres abrem uma empresa, que pode ser independente ou uma franquia, porque identificam uma oportunidade de negócio ou mesmo porque têm uma necessidade de sobrevivência, e cada vez mais elas recorrem a algum tipo de financiamento. Elas, quando decidem abrir uma empresa, sentem que há uma mudança na vida pessoal, já que dedicam mais tempo e dedicação para o planejamento de seu negócio. O negócio vira sua vida e a sua vida o seu negócio, havendo aí uma mistura de sua vida pessoal com a carreira. É preciso ter muito esforço e determinação para se alcançar o sucesso empresarial.
A mulher que quer abrir o seu próprio negócio, além de encarar os desafios do mundo empresarial em si, precisa ainda conciliar o papel de empresária com o de dona de casa. Mais mulheres estão ocupando cargos que antes eram ocupados apenas por homens, e não seria diferente no mundo dos negócios, onde mais mulheres estão abrindo novas empresas, contribuindo para o crescimento econômico do País.
Mas os desafios não são apenas como proprietárias de um negócio. Há também os desafios nos cargos de liderança em muitas empresas, e a cada ano mais e mais mulheres são admitidas como gerentes, supervisoras, coordenadoras, diretoras e até chegam ao cargo de presidente, em empresas públicas e privadas. Hoje, as mulheres têm um preparo maior para exercer estes cargos e o número de mulheres que têm acesso ao ensino superior só cresce. Além disso, houve uma mudança cultural em que as mulheres agora estão pensando em primeiro ter estabilidade financeira para depois construir uma família.
O estilo de liderança das mulheres é um pouco diferenciado dos homens: elas são guiadas pela intuição, são sensíveis, detalhistas, flexíveis, trabalham melhor em equipe, dentre outras características que marcam a natureza das mulheres. Ou seja, é uma liderança marcada pelo instinto maternal, elas tendem a cuidar, ao invés de controlar. Líderes como Dilma Roussef e Luiza Trajano comprovam que as mulheres também têm capacidade de liderar e de empreender.
Os desafios são grandes, mas as recompensas são maiores ainda. Mas talvez o maior desafio para nós, mulheres, é mostrar ao mundo que temos capacidade de empreender/liderar e de conseguir ter sucesso da mesma maneira que os homens, pois ainda há o estereótipo do sexo frágil, sendo que esta realidade já está mudando e a tendência é melhorar. E vamos combinar: este estereótipo já está bastante ultrapassado, não acham? A época em que a mulher apenas tinha a função de cuidar da casa e dos filhos é coisa do passado... O mundo evolui e sempre evoluiu, e as mulheres também...

Mirela Sousa é bacharel em Administração com habilitação em Comércio Exterior da Faculdade Integrada do Ceará.

Mulheres que jogam online têm mais sexo

Um estudo do site Game House revela que as mulheres que jogam online têm mais sexo do que as que não jogam.

O trabalho de pesquisa, realizado nos Estados Unidos, envolveu duas mil mulheres e confirmou 57% das jogadoras online mantêm relações sexuais com frequência.

O estudo revela ainda outro dado curioso: 38% das mulheres revelam que fazem sexo pelo menos uma vez por semana, enquanto as não jogadoras não conseguem manter essa média.

Mulheres que dirigem fazem mais sexo


Um documento entregue a autoridades do reino da Arábia Saudita sugere que mulheres que dirigem seus carros ilegalmente estão mais propensas a fazer sexo fora do casamento, afirmaram neste sábado ativistas sauditas citados pela agência de notícias Associated Press.

O documento sugere que o rei Abullah 2º mantenha a proibição de mulheres ao volante no reino islâmico conservador, apesar das críticas da comunidade internacional e dos protestos de algumas mulheres sauditas que decidiram desafiar a lei e postar vídeos no YouTube em que elas aparecem dirigindo.

De acordo com o ativista Waleed Abu Alkhair, citado pela AP, o documento foi entregue a Shura (uma cúpula que dá conselhos a monarquia saudita) pelo respeitado acadêmico Kamal Subhi. Ele afirma que uma eventual permissão para que as mulheres sauditas dirijam iria “ameaçar a tradição de noivas virgens no país”, e “permitir uma mistura entre homens e mulheres que pode promover o sexo fora do casamento”.

O rei Abdullah prometeu que o reino irá realizar reformas democráticas até 2015, incluindo permitir que mulheres participem das eleições.