Até as "sex-shop" são abastecidas pela China


Mais de dois terços dos vibradores e outros "brinquedos sexuais" vendidos em todo o mundo são fabricados na China, país onde há menos de vinte anos não havia sequer uma "sex-shop" .

Só em Pequim, onde em 1993 abriu a primeira "sex shop" da China, há hoje mais de duas mil lojas do género, noticia esta terça-feira o o jornal China Daily, a propósito do filme "Red Light Revolution", realizado pelo austrialiano Sam Voutas e cuja ação decorre na capital chinesa.


Apelidada "fábrica do mundo", a China tem "10.000 empresas de brinquedos sexuais" e produz anualmente "centenas de milhões de preservativos", refere o China Daily.

O filme - com Tess Liu, Vivid Wang, Tian Huimin e Ji Qing nos principais papéis - estreou a semana passada em Nova York.

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Francês acionou judicialmente o Facebook, em tribunal de Paris


origem mundo
“A Origem do Mundo”, do pintor francês Gustave Coubert
Um usuário francês acionou judicialmente o Facebook, em um tribunal de Paris, exigindo que a empresa se justifique pela exclusão de seu perfil.


O homem teve sua conta apagada, no último dia 27 de fevereiro, após usar a pintura “A Origem do Mundo”, do pintor francês Gustave Coubert, como imagem de seu avatar. O quadro de Coubert reproduz a vagina de uma mulher de pernas abertas.

Na época, o advogado do francês exigiu que o Facebook indenizasse seu cliente e reativasse a conta. Porém, não obteve resposta da empresa.


O incidente aconteceu às vésperas do aniversário do usuário, o que impediu que os seus cerca de 800 contatos lhe enviassem felicitações. O advogado pede, pelo menos, 20 mil euros de indenização pelo transtorno provocado.


Essa não é a primeira vez que o Facebook remove uma página ou suspende um perfil por infração de seus termos de uso.

Em julho do ano passado, o Facebook censurou a capa do disco “Night Work”, da banda Scissor Sisters, por considerá-la “inapropriada e demasiado explícita".

Em fevereiro deste ano, foi a vez de uma psicóloga chilena ter sua conta encerrada após publicar uma foto amamentando seu filho. O episódio gerou um “mamaço”, promovido por mulheres de diversas partes do mundo para protestar contra o Facebook.



O sexo está condicionado a fatores sociais, e não só biológicos

Acabei de ler o resumo de um artigo científico que destrói alguns estereótipos do comportamento sexual construídos a partir das diferenças físicas entre o homem e a mulher. Ele casa bem com o que eu falei na semana passada, sobre a geração de mulheres que, dizem, está avançando sobre os homens. A conclusão é que o comportamento sexual depende muito mais de fatores sociais (ambiente, educação, ideologias, status social) do que biológicos (ex: o homem é mais forte que a mulher, portanto deve dominá-la sexualmente).

O estudo, publicado na última edição do Current Directions in Psychological Science, da Association for Psychological Science, lembra que a literatura científica mais que destrinchou as diferenças entre os gêneros. No entanto, poucos trabalhos examinaram, na prática, em quais condições essas diferenças podem ser eliminadas. A pesquisa liderada por Terri D. Conley, da Universidade de Michigan, diz que o sexo é uma delas. Terri desafia os mitos mais comuns sobre os papéis de homens e mulheres na cama.

A ideia que a motivou é velha, mas ainda vigora: “os homens são loucos por sexo e as mulheres são sexualmente pudicas”. “Acreditamos que essas descrições não retratam fielmente como os homens e as mulheres normalmente se comportam”, ela disse em entrevista a uma publicação de divulgação científica.

A relação, os desejos e o pensamento sexuais seguem os estereótipos de gênero? Nem sempre. A mulher gentil e delicada como uma flor, tímida na cama e controlada pelo homem existe. Mas não pode servir de exemplo – nem a mulher devoradora de homens. Para mim, isso significa diversidade; ainda bem.

Os fatores sociais – financeiros, profissionais, afetivos, psicológicos, de relações de poder, de identidade… – são mais importantes que diferenças simplistas de gênero quando se fala em sexo. Se as pessoas já fazem isso na prática, deveriam parar de disseminar mitos conservadores. Afinal, a gente não é bicho. Não é mesmo?

Orgias sexuais repletas de sexo, cópulas, coitos e fornicações

Admito que um jornalista não saiba muito sobre economia, fraqueje na história, hesite na ciência política. Mas recuso ser posto ao corrente da actualidade por pessoas que não sabem o que se faz numa orgia. Há um mínimo de cultura geral de que uma sociedade civilizada não pode abdicar.


O caso das orgias promete ser ainda mais orgiástico do que parecia. Ora ainda bem. Não há nada como uma boa orgia para animar um povo, e o nosso bem precisa que o animem. Uma rápida pesquisa na internet revela que os jornais Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Sol e a revista Lux noticiaram o caso, fazendo referência, não a orgias, mas a "orgias sexuais". Preocupados com a confusão que sempre se estabelece quando se fala de orgias, vários meios de comunicação puseram um rigor especial nas notícias: as orgias de que se fala são mesmo de carácter sexual. Uma confirmação para aquela gente de horizontes limitados, que não conhece orgias de outro tipo; uma desilusão para todos os que esperam há anos uma boa orgia contabilística: uma dessas festas de que tanto se ouve falar, em que os convivas comparecem com dossiês e facturas e desatam libidinosamente a calcular o IRS uns dos outros.

Chamar "orgia sexual" a uma orgia constitui uma orgia lexical reveladora de uma orgia de significados. Por um lado, talvez os jornalistas sintam a necessidade de esclarecer que aquilo que se vê no vídeo é mesmo sexo. É possível que se trate de uma orgia tão canhestra que não cumpra os requisitos das orgias a que os jornalistas estão habituados. Por outro lado, pode dar-se o fenómeno inverso. Esta, sim, é a verdadeira orgia, com sexo a sério, que se distingue das pífias orgias do costume a ponto de requerer o qualificativo de orgia sexual. A terceira hipótese, e mais preocupante, é a que aponta para o facto de os jornalistas desconhecerem que uma orgia é, por natureza, sexual. Analisemos cada uma das hipóteses, que o caso merece estudo amiudado.

A primeira hipótese é provável, até porque não há, até hoje, notícia de um vídeo caseiro de orgias que seja satisfatório. Por azar, são quase sempre filmes protagonizados por gente que não fazemos questão de ver vestida, quanto mais nua. As figuras públicas que realmente gostaríamos de ver num vídeo deste tipo, por descuido ou maldade nunca filmam a sua participação em orgias - sexuais ou outras.

A segunda hipótese parece inverosímil. Ficaria muito surpreendido se empresários do Norte e figuras do jet-set soubessem protagonizar uma orgia decente. Não duvido da sua capacidade de deboche, atenção. A minha intenção não é ofender. Limito-me a não acreditar que sejam capazes de deboche de qualidade.

Finalmente, a hipótese da ignorância dos jornalistas, que é intolerável. Aceito que um jornalista, no âmbito do seu trabalho, por ter de se debruçar sobre vários assuntos, não possa ser especialista em todos. Admito que um jornalista não saiba muito sobre economia, fraqueje na história, hesite na ciência política. Mas recuso ser posto ao corrente da actualidade por pessoas que não sabem o que se faz numa orgia. Há um mínimo de cultura geral de que uma sociedade civilizada não pode abdicar.

Ricardo Araújo Pereira
Boca do Inferno
VISÃO

8 coisas básicas no sexo a 2

Lingerie bege é super prática, mas para uma noite mais
sensual, melhor deixá-la no armário
Sexo é um dos maiores prazeres que um homem e uma mulher podem sentir juntos. Além de agregar diversas conquistas para o relacionamento, o sexo relaxa, acalma e deixa nós, mulheres, muito mais bonitas também!


Porém, existem regras e limites para tudo, e na hora da relação sexual não é diferente.


Para a administradora de empresas e colunista de futebol do site "Donas da Bola", Priscila Vieira, 33 anos: "Não aceito de jeito nenhum violência, nem aquelas práticas bizarras sadomasoquistas". E não pára por aí não, listamos para vocês alguns cuidados e regrinhas básicas para não fazer durante o sexo. Anota aí:


Calcinha bege - Uma das coisas mais instigantes para o homem é descobrir como é a lingerie que a mulher está usando. Se deparar com uma calcinha bege vai ser, no mínimo, broxante.

Depilação - Por favor, meninas, as pernas, virilha e axilas têm que estar depiladas! Seja cera quente, fria ou gilete. A mulher é delicada e higiênica.

Mentir orgasmos - Se você mentir, o homem vai pensar que está fazendo a coisa certa!

Ignorar as preliminares - O tesão não vem de pronto e muitas vezes se já tem uma faísca deve ser transformado em uma labareda antes da relação acontecer de fato. Pode usar e abusar da língua, de carícias e mordidinhas nas zonas erógenas. E lembrem-se: é dando que se recebe!

Chamar a pessoa de outro nome - Esse é, talvez, o maior erro que se pode cometer na cama, pois não tem como arrumar ou voltar atrás. Fazer algo do tipo é provar que seu corpo está com o parceiro, porém sua mente em outra pessoa e geralmente não tem perdão.

Alcoolizada - O álcool pode desinibir sim, porém, não é necessário encher a cara. Bêbada você pode piorar seu desempenho sexual, se esquecer dos preservativos e ainda acordar no dia seguinte sem se lembrar de nada.

Posições - Cuidado com as posições meninas, vocês estão fazendo sexo e não aula de yoga! Tanto para o homem quanto para a mulher algumas poses podem machucar e ser até constrangedoras.

Contar para todo mundo - É claro que para a rodinha de amigas íntimas vai ser normal e até saudável alguns comentários sobre a noite anterior. Porém, sair contando para meio mundo é indiscreto e mostra insegurança tanto por parte do homem quanto por parte da mulher.

Tudo sobre etiqueta sexual (sim, isso existe!)



Já á quase toda a gente cometeu alguma gafe entre os lençóis Ou antes dos lençóis, ou mesmo depois dos lençóis. Mas também é certo que é daquelas situações em que queremos que tudo seja perfeito.


"Perguntaram-me se o sexo é sujo. Respondi: só se for bem feito." A célebre piada de Woody Allen pode ser pretexto para falar de sexo e etiqueta. Sexo selvagem e boa educação combinam? Ou, em linguagem mais básica, será possível conciliar uma lady na mesa com uma louca na cama? E se for ao contrário? Mas mesmo quando nem tudo é perfeito, há sempre forma de ultrapassar as situações da melhor maneira.


- O dia da cueca sem elásticos


Pois. Aquelas cuecas velhinhas que vestimos sempre que queremos estar confortáveis. Ou aquelas com a cara da Cinderela que comprou porque a sua sobrinha de 7 anos insistiu imenso. Ou as tamanho XL. É precisamente nesses dias que o nosso príncipe resolve bater à porta. Metade da nossa alma está na emoção do momento, a outra metade está nos elásticos que faltam às cuecas. Como resolver: ou tem tempo para ir à casa de banho trocar de indumentária ou nem sequer fale nisso. Os homens são seres básicos, e quando não se fala nisso, eles geralmente nem reparam. 


De qualquer maneira, o objectivo é mesmo despir. Empurre-as subtilmente para baixo da cama.- O dia mesmo mesmo antes da depilaçãoEle a achar que tem uma princesa nos braços e nós só pensamos que parecemos um clone do Abominável Homem das Neves. Solução: Nem pense em dizer que não teve tempo para ir à depilação. Como foi dito atrás, faça como se não fosse nada consigo.

Baianas descobrem os segredos dos cursos eróticos

A atriz Luiza Vianna enfatiza a autodescoberta das
leituras e cursos eróticos. (Marco Aurélio Martins / AG. A TARDE)

Homens, vamos aprender algumas regrinhas básicas sobre a mulher, ok?

Primeiro, para elas o orgasmo nem sempre é o objetivo central do sexo, por isso foco no processo e não no resultado. Segundo, é completamente comum mulheres precisarem de estímulos físicos para terem desejo sexual. E por fim, não esqueça: homens e mulheres são bem diferentes. Se tudo isso lhe pareceu meio óbvio, parabéns, você está no caminho certo.

Se não, tudo bem: ainda há tempo. Saiba que essas são verdades ecentes até mesmo para a Ciência. Foi preciso que uma mulher resolvesse pesquisar sobre o assunto para que a comunidade médica descobrisse que o caminho do prazer sexual para homens e mulheres é diferente. Uma revolução que só aconteceu há pouco mais de dez anos com a publicação de artigos pela psiquiatra canadense Rosemary Basson.

Agora, atenção, se por um lado cientistas ainda engatinham nas descobertas sobre o prazer feminino, as interessadas no assunto não estão nem um pouco dispostas a esperar: na Bahia, é cada vez maior a procura feminina por cursos, palestras e workshops com temática erótica. “De quatro meses para cá, a população em Salvador começou a aderir a esse serviços. Temos alunas fiéis que estão presentes em todos os eventos e quando acaba um já buscam se inscrever em outros”, comentou a diretora comercial Guiomar Santos da empresa M & Fersan, especializada no ramo.

Na lista de serviços oferecidos estão aulas de strip-tease, danças sensuais, massagem erótica, pompoarismo e técnicas de sedução. No público, o perfil é de mulheres casadas e solteiras, com idades entre 20 e 60 anos.

Depoimento - “Se a mulherada tivesse conhecimento do próprio poder o mundo seria diferente”. O depoimento é da atriz e escritora Luiza Vianna, 57 anos, que já participou de aulas de strip tease, pompoarismo e lap dance (performance em que a mulher interage com o parceiro sentado em uma cadeira). Entusiasta do assunto, Luiza indica o auto-conhecimento e a leitura para quem também quer investir na sensualidade.

“Tive uma educação bastante rígida, mas ainda assim podia me esconder em qualquer cantinho para ler sobre o assunto. Hoje, com o pompoarismo por exemplo, aprendi a ter independência sexual. A mulher com ou sem parceiro pode preparar seu corpo para o amor”.

A técnica que ensina a mulher a contrair voluntariamente os músculos da pélvis por meio de exercícios físicos - o pompoarismo - está entre os queridinhos das soteropolitanas. “Em média são 50 pessoas a cada curso oferecido geralmente de três em três meses. Já tivemos mulheres de 15 a 80 anos”, contabiliza a ginecologista Rita Oliveira, que ministra as aulas de pompoar pela Hífen Maison há cinco anos.

Durante o curso, há exposição de vídeos e orientações, mas a prática mesmo fica por conta das mulheres em casa. Com exercícios diários de quinze minutos, que podem ser feitos até enquanto se dirige ou assiste tv, os primeiros resultados aparecem com um mês de prática, segundo informações da ginecologista. Algum dos movimentos são feitos com ajuda de objetos como bolinhas e pesinhos que são introduzidos na vagina para facilitar o controle das contrações.

Para saber mais, conhecer acessórios e manuais, além de dicas de exercícios sobre pompoarismo, acesse: www.pompoarte.com.br.

Saiba tudo sobre os lubrificantes

O produto ajuda na penetração e facilita a chegada do orgasmo.

Muitas mulheres têm pesadelos quando pensam em sexo. Isso porque elas sentem dores no momento da penetração e o ato sexual se transforma em um verdadeiro tormento. Pensando nisso, o mercado disponibiliza uma solução simples para facilitar o ato: trata-se do lubrificante.

O Portal Band procurou uma especialista para tirar dúvidas sobre o uso correto desses produtos, que são recomendados a partir do momento que a mulher ou homem inicia a vida sexual. Eles auxiliam na diminuição do hormônio chamado esterogênio, responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher, e vai até a menopausa.

Segundo a ginecologista e obstetra do hospital e maternidade São Luiz e membro da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo) Luciana Taliberti, é extremamente importante que a mulher que sente dificuldade em sentir orgasmo utilize o lubrificante durante o sexo e também para romper o hímem, pois vai ajudar na penetração e diminuição das dores. Além disso, é recomendado para as senhoras que possuem vaginas ressecadas e sofrem de sangramento no órgão genital.

Janaína Bressan, que utiliza o produto há cerca de cinco anos, revela que o lubrificante ajuda mais no sexo anal, pois ela tem menos lubrificação nessa região .A jovem prefere aqueles que possuem cheiro e gosto.

Luciana também fala sobre a importância de utilizar o lubrificante durante o sexo anal por ser uma região bem mais sensível,porém, não deve esquecer-se do essencial: utilizar também a camisinha, já que o ânus possui diversas bactérias. Luciana recomenda somente os lubrificantes à base de água e alerta os pacientes à evitarem usar outros tipos do produto, pois pode causar reação alérgica ou desconforto.

Rachel Azevedo usa com frequência o produto nas relações sexuais e, aliás, vendeu por muito tempo produtos eróticos e lingeries femininas. Questionada se já teve algum problema causado pelo lubrificante, ela afirma que já sentiu coceira, mas não procurou um médico, passou somente uma pomada.

Os riscos daqueles que utilizam os “tipos” que esquentam, com gosto, entre outros, é a reação alérgica ou desconforto nos membros, por exemplo, ardor, vermelhidão e coceira. Por isso, a ginecologista pede que, nesses casos, a pessoa lave com água e sabonete líquido e procure o pronto socorro imediatamente. Em seguida, marque uma consulta com o especialista.

Homens x Mulheres: 6 principais diferenças físicas explicadas


“Dimorfismo sexual” é o termo científico para as diferenças físicas secundárias na reprodução entre os machos e fêmeas de uma espécie. Existem alguns exemplos extremos de dimorfismo, como o macho pavão, que tem caudas coloridas que são ausentes nas fêmeas – que por sua vez são atraídas pelas mais belas plumagens.

Ao contrário desses animais completamente desiguais de acordo com o sexo, os homens e mulheres são fisicamente mais semelhantes do que diferentes. No entanto, existem algumas distinções fundamentais em nossos corpos.

Algumas delas são projetadas para atender as necessidades de cada sexo no papel que desempenham na reprodução, enquanto outras servem para nos ajudar na atração mútua. Descubra abaixo o motivo das principais diferenças entre o corpo dos homens e das mulheres.


1 – Seio x Peito





As mulheres são as únicas primatas que ficam “peitudas” o tempo todo, mesmo quando não estão amamentando. A maioria dos cientistas acredita que os seios são um truque evolucionário para atrair os homens – embora eles estejam cheios de gordura, e não de leite, eles sinalizam a capacidade de uma mulher de alimentar seus filhos.

Seios também ajudam os homens a descobrir com quem podem alcançar sucesso na reprodução. Meninas que ainda não passaram pela puberdade não desenvolveram os seios, e os seios das mulheres pós-menopausicas muitas vezes são encolhidos ou caídos. Seios fartos podem, portanto, demonstrar fertilidade.

Os homens não precisam tentar enganar as mulheres fazendo com que elas acreditem que eles vão amamentar seus filhos, por isso não tem mamas. Mas então, por que é que eles têm mamilos?

Isso acontece porque os genes que codificam o desenvolvimento dos mamilos no útero fazem isso em um estágio embrionário muito precoce – antes mesmo dos genes que nos transformam em homens ou mulheres entrarem em ação.


2 – Vozes finas x grossas





Homens e mulheres têm cartilagem ao redor da laringe, mas como os homens têm a laringe maior (por isso tem a voz mais grossa), os pedaços de cartilagem se projetam mais. Com isso surge uma saliência no pescoço, conhecida como pomo-de-adão.

Mas por que os homens têm a voz mais grossa? O tom de voz de um homem se relaciona com a quantidade do hormônio masculino testosterona que ele tem, e seu nível de testosterona por si só indica a sua qualidade genética e sua aptidão sexual.

Como as mulheres evoluíram para procurar homens com todos os indicadores de aptidão sexual e de saúde, para poder produzir filhos saudáveis, vários estudos demonstram que elas tendem a ser mais atraídas por homens que não tem voz fina.


3 – Rostos de todas as formas





Os hormônios sexuais controlam as divergências de nossas características faciais. Quanto mais testosterona um homem tem, mais robusta é sua testa, maçãs do rosto e o queixo. Enquanto isso, quanto mais estrogênio uma mulher tem, maior é seu rosto, mais cheios são seus lábios e maior sua sobrancelha.

Níveis elevados de testosterona também são relacionados com força muscular e agressividade, assim como vigor energético. Talvez por isso, estudos mostrem que as mulheres julgam os homens com rostos mais angulares mais dominantes do que os homens com rostos mais redondos e afeminados.

Elas também tendem a taxar homens com traços mais brutos como mais atraentes, especialmente quando estão ovulando e (inconscientemente pelo menos) procuram um parceiro sexual que vai produzir bons filhos.

Quando elas estão à procura de um parceiro de longo prazo, por outro lado, estudos mostram que as mulheres preferem homens com características mais efeminadas, que tem menos testosterona e são mais susceptíveis a ser parceiros leais e pais dedicados.


4 – Questão cabeluda





Enquanto a maioria das mulheres odeia pelos em excesso pelo corpo e faz o máximo para acabar com eles, nos homens esse fator pode atrair parceiras e indicar masculinidade.

A partir da puberdade, os pelos começam a aparecer nos corpos dos meninos em uma quantidade realmente grande, ainda mais do que nas mulheres. Isso acontece porque o hormônio sexual chamado andrógeno, que estimula o crescimento dos cabelos, está presente em maior quantidade nos homens.

Mas quando o assunto é pelo e cabelos pelo corpo, o que mais diferencia os homens sem dúvida é a barba. A maioria dos evolucionistas acredita que a barba se tornou predominante porque, no passado, as mulheres achavam os homens com pelos faciais mais atraentes. Os barbudos tinham mais chances de se acasalar dos que os homens de rosto liso.

Essa atração pode surgir por dois fatores: primeiro porque barbas significam altos níveis de testosterona, e segundo porque elas significam maturidade sexual – da mesma forma que os seios nas mulheres. Barbas encorpadas também podem dar a impressão de que a mandíbula de um homem é maior.

Mas nem tudo são flores para os barbudos. A mesma testosterona que faz surgir cabelo e pelos por todo corpo também os leva a ficar careca um dia.


5 – Eles preferem as loiras, elas os negros. Será?





Já ouviu a história de que homens bonitos são negros e que o estereotipo de mulher perfeita é aquela loira de pele clara? Parece que esse é o gosto das culturas anglo-europeias, mas esses estereótipos não estão limitados a esses locais.

Essas preferências podem refletir do fato que, a partir da puberdade, as mulheres tendem a ter a pele, cabelo e olhos mais claros que os homens. Assim, os ideais que surgem sobre como deveria ser cada gênero podem decorrer das pigmentações mais comuns em cada um deles.

A clareza da pele de uma mulher está relacionada também com a quantidade de estrogênio a qual era foi exposta no útero. Estudos sugerem que esse hormônio também pode clarear o cabelo.


6 – Músculos x Curvas



Existem mulheres incrivelmente musculosas, mas em geral, os homens são mais musculosos que as mulheres. As mulheres costumam ter apenas pouco mais da metade da força dos homens na parte superior do corpo, e cerca de dois terços de força nos membros inferiores.

Enquanto o metabolismo masculino queima calorias mais rápido, o metabolismo feminino tende a converter mais alimento em gordura. Elas armazenam a gordura extra em seus seios, coxas, nádegas e na camada inferior da pele – dando a pele feminina uma sensação de maciez.

Os corpos de homens e mulheres representam bem o papel de cada sexo nas sociedades primitivas. Mulheres têm seus corpos preparados para transportar uma criança e para seu nascimento, e tem os quadris mais largos para manter gordura extra para a gravidez. Homens, livres das exigências do parto, têm o benefício de serem tão fortes e ágeis quanto possível, pois precisavam ir em busca de alimento e competir por ele com outros homens. [Life'sLittleMysteries]

Mulheres são mais aventureiras na cama, diz pesquisa


Uma nova pesquisa mostra que as mulheres são mais aventureiras e experimentais quando o assunto é sexo. No estudo feito pelo site K-Y's Good in Bed sex, elas apareceram não só como mais inclinadas a experimentar, mas também donas de fantasias mais sujas do que as presentes nos homens. As informações são do Daily Mail .

Enquanto os entrevistados - todos que estavam em relacionamento - disseram que gostavam de sexo com a luz acesa, lingerie e de fazer sexo em diferentes áreas da casa, mais mulheres do que homens se mostraram mais dispostas a ir mais longe do quarto.

O resultado muda o conceito puritano representado pela mulher, segundo o diretor da pesquisa, Kristen Mark MS.

Ser sexualmente aventureira está, talvez, ligado à satisfação sexual de ambos os parceiros. Em uma pesquisa anterior, o site revelou que as mulheres são mais entediadas nos relacionamentos do que os homens, apesar de serem sexualmente mais satisfeitas.

Sexo com animais: por que fingir que isso não existe?

Cristiane Segato
O câncer, felizmente, deixou de ser tabu. Raramente ouvimos alguém dizer que tem “aquela doença” ou uma “coisa ruim”. No caso do câncer de pênis, porém, a regra ainda é o silêncio. Quem teve não conta. Quem tem se desespera. Quem procura um posto de saúde raramente recebe orientação adequada.



Apesar de raro (2,9 a 6,8 casos por 100 mil habitantes), ele costuma provocar mutilações terríveis. Quando células cancerosas atingem a virilha e o abdome, a amputação parcial ou total do pênis é quase inevitável.



Até hoje, a principal causa conhecida é a falta de higiene. Desleixo no banho ou a presença de fimose aumentam o risco de câncer. O acúmulo de secreções na glande ou em outras regiões do pênis causa uma inflamação crônica que pode desencadear o tumor.



Se falar sobre a doença pode pegar mal, imagine o que é falar sobre a prática de sexo com animais, um hábito que começa a ser relacionado ao câncer de pênis...Aberração? Mau gosto? Ousadia demais?



Como a ciência é feita de ousadia e a defesa da saúde precisa estar acima de julgamentos morais apressados, esta coluna estará sempre aberta aos assuntos proibidos.



Fazer sexo com animais é uma prática bem conhecida nas áreas rurais do Brasil. É uma questão cultural. O menino faz isso por curiosidade, por brincadeira ou para afirmar sua virilidade diante do grupo. O hábito pode ser passageiro ou durar várias décadas - mesmo depois que o homem já está casado ou não tem dificuldades de encontrar parceiras.



Na maior parte dos casos, porém, a prática fica restrita à juventude. Os homens mais velhos se lembram dela como uma travessura adolescente, uma brincadeira divertida e transgressora como matar passarinho com estilingue. Eles não têm, necessariamente, os distúrbios psiquiátricos conhecidos como zoofilia ou bestialismo.




Em 1979, o então sindicalista e hoje Ex-Presidente da Républica Brasileira, Inácio Lula mencionou a prática à revista Playboy. Aqui, um trecho: 


Playboy - Com que idade você teve sua primeira experiência sexual?

Lula - Com 16 anos.

Playboy - Foi com mulher ou com homem?

Lula (surpreso) - Com mulher, claro! Mas, naquele tempo, a sacanagem era muito maior do que hoje. Um moleque, naquele tempo, com 10, 12 anos, já tinha experiência sexual com animais… A gente fazia muito mais sacanagem do que a molecada faz hoje. O mundo era mais livre…


O sexo com animais é um costume milenar. Condenado pela Bíblia, representado em inúmeras obras de arte e citado pela literatura. Talvez a maioria das pessoas o considere abjeto, mas isso não impede que continue sendo praticado. Mais do que podemos imaginar.


O primeiro estudo completo sobre o assunto, um trabalho inédito no mundo, foi coordenado pelo urologista Stênio de Cássio Zequi, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo.


O artigo científico foi aceito para publicação pelo The Journal of Sexual Medicine, o periódico mais respeitado nessa área. Deve ser divulgado nas próximas semanas.



Aqui você sabe antes.

O estudo reuniu 118 pacientes com câncer de pênis e 374 homens sadios entre 18 e 80 anos. Todos cresceram na zona rural. As entrevistas foram realizadas pessoalmente.


A pesquisa revelou que 31,6% dos homens sadios e 44,9% daqueles com câncer de pênis tiveram uma ou mais relações sexuais com animais a partir da adolescência.


Várias espécies foram citadas: éguas, mulas, vacas, cabras, ovelhas, porcas, cadelas etc. A maior parte (59%) dos homens declarou ter feito sexo com animais por um período de um a cinco anos. A frequência das relações variou:


Uma única vez na vida (14%)
Duas vezes ao mês (17%)
Uma vez por mês (15,2%)
Três vezes por semana (10%)
Duas vezes por semana (9,4%)
Uma vez por semana (10,5%)
Dia sim, dia não (5,3%)
Diariamente (4,1%)
Outras (14,5%)


“As taxas que encontramos nesse estudo são alarmantes, mas verdadeiras”, diz Zequi. “Essa prática ainda é comum nas áreas rurais, mesmo entre a população jovem”.



O trabalho reuniu pesquisadores de 16 centros que tratam câncer em 12 cidades brasileiras (São Paulo, Campinas, Barretos, Itapevi, Carapicuíba, Curitiba, Belo Horizonte, Teresina, São Luís, Natal, João Pessoa, Rio Branco).



“Na nossa amostra, vimos que transar com animais dobra o risco de desenvolver câncer de pênis”, diz Zequi. “Essa é uma novidade mundial, algo que ainda não havia sido demonstrado.”



Os pesquisadores tomaram o cuidado de isolar vários outros fatores que poderiam elevar o risco de câncer (múltiplas parceiras e doenças venéreas, por exemplo) e levá-los a uma conclusão errada.



De que forma as práticas sexuais com animais podem desencadear o câncer de pênis? Uma explicação possível:



A mucosa genital do animal é bastante queratinizada, mais dura que a humana. Pode provocar microtraumas na mucosa do homem e desencadear o câncer. Outra hipótese é a existência de elementos tóxicos na secreção animal ou de microorganismos capazes de infectar o ser humano.



“Por enquanto isso é especulação: o trabalho não nos permite afirmar se há um vírus envolvido nisso, nem se a prática pode causar danos às mulheres com quem esses homens se relacionam”, afirma Zequi.



O câncer de pênis é mais comum e devastador nas regiões mais pobres. O homem passa cinco, seis meses sem diagnóstico. Tem vergonha de falar sobre o assunto. Quando finalmente é examinado por um médico, recebe uma pomada e é mandado de volta para casa.



“Se estamos observando um comportamento cultural que causa danos à saúde das pessoas, as autoridades e os agentes de saúde precisam orientar a população”, diz Zequi. “É preciso dizer a esse público: lave o pênis, não tenha fimose, não transe com animal, use camisinha.”



Transar com animais não é um hábito exclusivo da pobreza. A internet ajudou a disseminar a prática também nos países desenvolvidos. Seja por curiosidade, seja por prazer, seja por doença psiquiátrica. Quebrar o tabu é a melhor forma de reduzir seus danos. Acredito nisso.



CRISTIANE SEGATTO
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde o lançamento da revista, em 1998. Escreve sobre medicina há 15 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo. Para falar com ela, o e-mail de contato é: cristianes@edglobo.com.br

Rod Stewart prepara autobiografia «picante»

Músico de 66 anos promete não deixar nenhuma história por contar num livro que deverá ser lançado em 2012.

Rod Stewart está a preparar uma autobiografia e promete não deixar de fora nenhum detalhe «picante» sobre a sua vida sexual.

Segundo o site da revista «NME», o cantor de 66 anos aceitou escrever sobre a sua carreira e vida privada num livro que deverá ser lançado em Outubro de 2012.

«É engraçado escrever sobre a minha vida, mas não vou deixar nada de fora. Tive uma bela vida, conheci pessoas extraordinárias e tive experiências espectaculares», disse Stewart.

«Esqueçam os esqueletos no armário, este será um livro sobre meias e cuecas debaixo da cama», acrescentou o músico inglês.

O livro incluirá histórias sobre o tempo que Rod Stewart passou no The Jeff Beck Group e nos The Faces, durante os anos 1960 e '70, e revelará ainda detalhes sobre os seus três casamentos e numerosas conquistas românticas.

Stewart tem oito filhos de cinco mulheres diferentes e namorou com celebridades como a actriz Britt Ekland ou a modelo Rachel Hunter. Actualmente, o músico está casado com Penny Lancaster, modelo com que tem dois filhos (o último dos quais nascido em Fevereiro).

É possível viver e ser feliz sem sexo?

Dizem que a castidade é uma virtude. Mas quando a abstinência sexual não é voluntária pode transformar-se num tormento e até afetar a saúde.

O sexo, ao contrário de comer e de beber, não é uma das funções vitais do ser humano, embora a Organização Mundial de Saúde inclua o sexo como um dos indicativos da qualidade de vida, ao lado de itens como atividade física e alimentação equilibrada, desde que seja seguro e prazeroso.

Mas afinal podemos ser felizes sem sexo? Ou corremos o risco de sofrer de algum transtorno físico ou psíquico? Segundo especialistas, tudo depende da importância que cada um atribui à atividade sexual.

Depressão
Um estudo publicado pelo "The Journal of Sexual Research", do qual participaram 82 homens e mulheres com mais de 30 anos que ou ainda eram virgens, ou estavam há mais de um ano sem sexo. O objetivo era saber se essas pessoas se consideravam felizes ou se sofriam de algum problema. As conclusões foram desoladoras: 100% dos pacientes apresentaram sintomas de depressão e níveis de autoestima muito baixos que se repercutiam em outras áreas, como o trabalho. Além disso, todos se sentiam infelizes.

Os autores do estudo, coordenado por Elizabeth Burgess, professora auxiliar de Sociologia na University Research of Georgia, nos Estados Unidos, concluíram que o sexo era um fator influente nesse estado depressivo. Mas não é obrigatório que seja assim. Existem abstinentes que não apresentam sintomatologias depressivas, afirma o sexólogo Júlio Machado Vaz.

É verdade que somos pessoas sexuadas e renunciar a isso equivale a cortar com um aspecto chave da nossa natureza. Isto não quer dizer que a abstinência seja uma opção ilegítima. "Se essa é a vontade da pessoa, é ela que a legitima", afirma Rosário Gomes, sexóloga e psicóloga clínica. E acrescenta: "Os problemas surgem quando a abstinência é involuntária".

Disfunções sexuais

A abstinência sexual muito prolongada e involuntária pode ser originada por diversos transtornos psicológicos.

"Pode haver uma dificuldade no âmbito da interação social, ou da abordagem com o outro e, às vezes, há dificuldade em encontrar novas pessoas. Na sociedade individualista em que vivemos, isso é cada vez mais comum", diz a sexóloga Rosário Gomes.

Mas isso não é o mais grave. "Uma abstinência forçada e prolongada pode aumentar os níveis de insegurança e ansiedade quanto ao desempenho sexual, o que, por sua vez, facilita os problemas sexuais", afirma Júlio Machado Vaz.

Sem sexo por opção
Até o casamento ou para o resto da vida, algumas pessoas decidem abrir mão da vida sexual. Na contramão da superestimulação sexual presente nas mais diversas esferas, muitas pessoas optam, em pleno século 21, por um "namoro casto" antes do casamento, ou até pela eliminação completa da vida sexual. E isso acontece Seja por motivos religiosos, filosóficos ou até mesmo pelo simples fato de não sentirem o menor desejo: são os assexuais, comportamento que os especialistas já começam a chamar de quarta orientação sexual.

Segundo matéria publicada nesta semana pela revista Isto É, além dos héteros, homos e bissexuais, os assexuais formam uma outra vertente da sexualidade, que não é nova. Apenas as pessoas sem desejo de fazer sexo estariam finalmente assumindo um traço de sua personalidade – até como resposta à pressão por um desempenho sexual fantástico imposto pela sociedade atual.

Os assexuais (que podem ser tanto héteros quanto homossexuais) não deixam de lado os relacionamentos amorosos. Acreditam, porém, que carinho e romantismo são suficientes para levar uma relação adiante.

Terapeuta de casais há 35 anos, a sexóloga Ana Maria Zampieri, autora do livro "Erotismo, sexualidade, casamento e infidelidade", lembra que pessoas que amam o parceiro mas não o desejam sexualmente sempre estiveram presentes no consultório. "A diferença é que, no passado, isso só era revelado durante o casamento e ficava relacionado ao tempo de convivência", diz. Como hoje as pessoas casam mais tarde – ou nem casam –, a indiferença ao sexo fica evidente.

Mas antes de achar que você se enquadra neste perfil, vale lembrar que a falta de libido é uma disfunção sexual que precisa de tratamento terapêutico. "É importante uma avaliação psicológica para saber se quem se classifica como assexual não está mascarando problemas sérios", alerta o ginecologista Gerson Lopes, coordenador da Associação S.a.b.e.r. – Saúde, Amor, Bem-estar e Responsabilidade em entrevista à Isto É. De acordo com o médico, o desejo minguado pode ser patologia quando causado por traumas. Já quem se sente tranquilo e feliz ao trocar o sexo por qualquer outra atividade, não precisa se preocupar.

(Fontes: Revistas Vida Brasil e Isto É)

Estudo comprova que músicas sobre sexo vendem mais

Os psicólogos muitas vezes conseguem provar teorias que sempre suspeitamos serem verdadeiras. Um recente estudo sobre letras de música popular realizado na Universidade Estadual de Nova York mostra não só que as mensagens sobre relacionamentos sexuais dominam as músicas no topo das paradas, mas também que as canções sobre sexo vendem melhor do que aquelas sobre outros temas.


Os autores do estudo analisaram 174 canções que chegaram ao Top 10 em 2009 e descobiram que 92% delas tinham temas sexuais - agrupados em uma longa lista de 19 itens. Eles também analisaram letras de músicas dos últimos 60 anos, separando por décadas.

A natureza da música pop não mudou muito, disseram os autores Dawn R. Hobbs e Gordon G. Gallup Jr. O número e os tipos de mensagens relacionadas a namoro e a busca por parceiros permaneceu estável nos gêneros country e pop, mas no R&B houve um aumento acentuado dessas mensagens nos últimos 20 anos, descobriu o estudo.

Em geral, compositores de hip-hop e R&B falam mais sobre sexo e relações sexuais. As músicas country analisadas em 2009 tinham cerca de 340 referências a questões sexuais, mais ou menos seis por música, enquanto um número semelhante de canções R&B traziam 973 referências a esses temas, ou 17 por música. (As canções pop ficam no meio, com 513 "mensagens reprodutivas", ou nove por música.)

Além disso, os autores encontraram uma correlação direta entre o número de referências ao sexo em uma canção e queão bem ela foi nas paradas da Billboard.

Talvez o mais surpreendente sejam as conclusões do estudo sobre as diferenças entre gêneros. Os autores do estudo encontraram uma grande diferença entre as "mensagens reprodutivas" (belo eufemismo para sexo) encontradas em músicas country e aquelas no pop e R&B. Músicas country de sucesso tendem a ter mensagens sobre compromisso de longo prazo para o casamento, paternidade, fim de relacionamentos e juras de fidelidade.

Por outro lado, os três principais temas em músicas nas paradas pop foram, em ordem, o sex-appel do intérprete, a promiscuidade de alguém e relacionamentos de apenas uma noite. Nas canções de R&B que chegaram ao topo, os temas mais freqüentes foram, na ordem, o sex-appel do intérprete, elogios à riqueza do intérprete e como isso ajuda a conseguir parceiros e descrições de atos eróticos.

Em outras palavras, compositores country tendem a escrever sobre relacionamentos adultos e maduros, enquanto compositores de pop e R&B escrevem mais sobre como casos de boate. O estudo foi publicado na edição mais recente da revista Evolutionary Psychology.

Sexo em pauta - quando a transa fica em segundo plano

Imagina só cinco mulheres juntas conversando. O resultado não poderia ser nada menos do que uma bagunça divertida.


Ainda mais se o assunto for sexo! Batemos um papo com um quinteto feminino sobre a falta de sexo em suas vidas e o efeito foi uma mistura de verdades, revelações e muito humor. Sobre a falta que uma relação sexual causa em um homem, todas nós já temos uma idéia, mas agora a história inverteu. Você vai descobrir todos os segredos do universo feminino! Preparada?


As cinco tagarelas entrevistadas foram: Lívia Souza, 21 anos, Comissária Júlia Pires, 24 anos, formada em Relações Internacionais, trabalha como assistente de importação, Patrícia Mendes, 33 anos, administradora de empresas que escreve para uma coluna de futebol, Daiane Motta, 24 anos, estudante de sociologia e Karla Rosa, 22 anos, estudante e guitarrista de uma banda de rock.


Com exceção de Karla e Daiane, que afirmaram que independente de qualquer coisa sempre estão a fim de sexo, todas as outras meninas já tiveram desinteresse pelo ato. "Eu namorei por cinco anos o mesmo cara e no final do relacionamento já não tinha vontade alguma", conta Lívia. "No meu caso, comecei um relacionamento com 16 anos de idade e casei com o primeiro namorado. O desinteresse foi surgindo quando aumentou a rotina. E eu ainda tinha o fator curiosidade, saber como seria com outra pessoa. O sexo já não era legal e o desinteresse pela pessoa é natural", explica Patrícia.


Os motivos que as levaram a deixar o sexo à margem de suas vidas foram unânimes: estresse, correria, decepção de um relacionamento anterior, problemas no trabalho, sono e cansaço. "O estresse do trabalho, o trânsito e a rotina acabam com o tesão", afirma Lívia. Porém, Patrícia tem outro ponto de vista: "O que pesa mesmo é a química e o encanto. Se o sexo é bom, não há rotina e nem estresse que afetam. Às vezes, o estresse até contribui, tudo o que se tem vontade é de um sexo gostoso para eliminar a correria do dia". Karla, que nunca deixou o sexo de lado, deixa bem claro: "Nada melhor que sexo pra tirar o estresse".

Masturbação ou P.A?
E quando se está sozinha, sem relacionamento algum e surge aquela vontade de transar? Por incrível que pareça, nossas meninas andam bem engajadas no assunto, tanto que não satisfeitas com a masturbação, recorrem ao "amigo colorido", ou P.A: "No meu caso amigo colorido é uma pessoa com quem eu já tive um rolo e que não evoluiu para namoro, virou amigo, mas com opcionais, digamos assim", disse Patrícia fazendo todo mundo rir. Se esses amigos arco-íris servem como um estepe para o sexo, se por um acaso entram em um relacionamento o codinome é trocado por amigo preto e branco. E por mais que essa prática pareça brincadeira, não é. Só a Daiane tem quatro!


Algumas opinaram que tomar uma taça de vinho e relaxar ajuda, além da boa e velha masturbação: "Eu não tenho "amigas coloridas", mas sempre recorro à masturbação ou procuro alguém em alguma festa, balada", afirma Júlia, que é homossexual.


Perguntar se as meninas viveriam sem sexo foi o mesmo que perguntar se algum ser humano vive sem oxigênio: "NÃÃÃOOOO!!!", foi a resposta de todas as cinco. "Jamais, eu não viveria sem sexo", disse Karla. "Não viveria nem a pau", Júlia deixa bem claro. "Depois que você conhece, vira necessidade, tipo beber água, fazer xixi. Me pego com vontade nas horas mais inusitadas", revela Daiane.

De acordo com as meninas, uma vida sem sexo seria uma vida muito problemática: Nervosismo, tristeza, ansiedade, frustração, irritação, desespero e falta de paciência foram os principais sintomas que as meninas notaram em si mesmas quando não praticavam o ato do prazer.


Chocolate?
Se existe algo melhor do que sexo? Pode ser que em outro planeta sim, mas aqui na Terra ficou provadíssimo que não: "Tem uma grande polêmica entre sexo versus chocolate, mas sinceramente não existe nada melhor que sexo", Karla afirma com todas as letras.


Mas parece que existe um quesito a mais na hora da intimidade a dois que ficou bem explicado também: o amor. "Não existe nada melhor do que sexo, porém sexo com ‘amor’ é bem melhor", opina Lívia. Patrícia partilha do mesmo pensamento: "Quando o sexo rola com tesão e amor é tudo de bom!"
Ficou bem claro que a necessidade do prazer está dentro de todas nós, só não podemos nos esquecer do elemento x: preservativos! Só assim você está 100% livre para curtir sua curiosidade e aproveitar muito as diferentes formas de satisfação que o sexo proporciona.

Sexo, ameaças e armas: leia a acusação do caso das orgias

João e Conceição estavam casados há pouco tempo, em 1999, quando começaram as ameaças e insultos. Segundo a acusação a que o SOL teve acesso, o arguido referia-se à mulher como 'porca' e acusava-a de ter perdido a virgindade antes do casamento, obrigando-a a manter relações sexuais com outros homens e até com mulheres.

De hotéis de cinco estrelas a motéis
Os parceiros eram escolhidos em sites de encontros, anúncios de jornais ou mesmo em casas de prostituição. E o Ministério Público (MP) acredita que, em algumas situações, João Ferreira chegou mesmo a apontar facas e armas de fogo a Conceição, para que esta se envolvesse em jogos sexuais com terceiros para o excitar.

Entre os prostitutos e prostitutas recrutados para estas práticas estavam alguns travestis. Aliás, segundo a acusação, o arguido mantinha frequentemente relações sexuais com outros homens durante os encontros.

Os locais das orgias variavam entre locais tão sofisticados e caros como o Hotel Miragem e o Hotel da Quinta da Marinha, em Cascais e o Ritz de Lisboa até a motéis ou residenciais.

Todas as cenas ficavam registadas em fotos e vídeos, para João ver mais tarde em casa com a mulher que, alegadamente, era obrigada nessas ocasiões a usar vibradores e outros brinquedos sexuais – que acabaram apreendidos pela Judiciária.

O MP sustenta ainda a tese de que, devido a dificuldades financeiras, João Ferreira colocava fotos de Conceição seminua na internet. Mas não explica de que forma essas imagens eram usadas para conseguir dinheiro ou se esta chegou a ser paga para ter relações sexuais com outros parceiros.

Segundo a acusação, as ameaças chegaram a ser feitas em locais públicos, como o Hotel Miragem, onde o arguido terá exibido uma arma durante um jantar, afirmando que mataria a mulher com dois tiros.

Além das 542 fotos de cenas íntimas e sexo explícito e vários vídeos suporte informático, a polícia encontrou um verdadeiro arsenal no apartamento do casal, em Vila Nova de Famalicão. Caçadeiras, revólveres, centenas de munições, facas e até material explosivo foi apreendido e suporta a acusação de 16 crimes de detenção de arma proibida, que se junta à acusação de violência doméstica.