Mitos sobre o sexo anal

Ter prazer no sexo anal ainda tabu para muitas mulheres.


Por desconhecimento ou por terem ideias pouco esclarecidas sobre o assunto, as parceiras acabam se privando dessa outra fonte de prazer.

"Há cerca de cinquenta anos (1955), o sexólogo Kinsey disse que a região anal tinha um significado erótico para 50% da população americana. Em pesquisa de leitores da revista Playboy, 47% dos homens e 61% das mulheres admitiram ter realizado coito anal", comenta Dr. Celso Marzano, urologista, sexólogo e terapeuta sexual.

Para ajudar as mulheres a apostarem sem medo no sexo anal, o Vila Mulher conversou com o terapeuta sexual João Borzino e com o Dr. Celso Marzano, que também é diretor do CEDES -SP (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade) e professor da Faculdade de Medicina do ABC. Eles esclarecem várias dúvidas e contam que se a penetração anal for realizada com os devidos cuidados, pode resultar em bons momentos de prazer para os casais.

Sexo anal dói
Mito: "Sexo anal bem feito é como o sexo vaginal bem feito. Tem de haver lubrificação e relaxamento da musculatura, de forma que ambos sintam prazer e não haja dor", afirma Dr. João. Dr. Celso comenta que sempre que existir dor significa que algo está inadequado naquele momento. Como o ânus é uma região muito inervada, pode levar à dor. "No sadismo sexual, a dor é uma fonte de muito prazer", diz.
E completa: "Quando ocorre qualquer possibilidade de penetração anal (com o dedo, objeto ou pênis) ocorre um espasmo (contração) dos músculos locais como se fosse uma defesa para a não penetração. Haverá dor se os parceiros não esperarem até que estes músculos relaxem". Este relaxamento, segundo o especialista, depende da cumplicidade, confiança e do carinho. "Desta forma, haverá ausência de desconforto local, relaxamento maior e regressiva dor muscular, o que facilitará a penetração".

A prática provoca fissuras e hemorróidas
Para o Dr. Borzino, isso é mito. "O sexo anal, se praticado de maneira errada, ou seja, sem o relaxamento esfincteriano (músculo que regula a saída da massa fecal) e a lubrificação devida pode provocar fissuras".

Dr. Marzano completa: "Quando ocorre uma penetração com os músculos dos esfíncteres contraídos, pode ocorrer trauma com ruptura de fibras musculares, gerando dor ou sangramento", explica. Nem mesmo a hemorróida é motivo para evitar a prática. "Porém, as inflamadas podem ser as causas mais comuns de desconforto durante o sexo", finaliza.

No sexo anal há tantos riscos de contrair doenças sexualmente transmissíveis quanto no sexo vaginal
Verdade. "O sexo anal deve sempre ser praticado com preservativos, pois o risco é o mesmo, além do fato de que as bactérias que povoam a flora intestinal causam infecções nas vias urinárias (tanto no pênis como na vagina). Portanto se deve trocar o preservativo quando se desejar praticar sexo vaginal após o anal", orienta Dr. Borzino.

Todo homem que gosta de penetração anal é homossexual
"Mito! Muitos homens têm prazer anal e pedem para suas parceiras introduzirem o dedo, vibradores e fazerem sexo oral anal. A diferença é que quando é homossexual, deseja que tudo isso seja feito por um homem. Além disso, nem todo gay gosta de ser passivo, ou seja, tem muito gay que não curte prazer anal", esclarece Dr. João.

O orgasmo anal não é tão intenso quanto o vaginal
Mito: "A intensidade do orgasmo depende do que cada um fantasia e portanto, da sua preferência de estímulo", diz Dr. Borzino. "As formas de prazer podem incluir desde o toque até a penetração do dedo ou de acessórios sexuais (plugs anais ou vibradores). Algumas pessoas (homens e mulheres) gostam da sensação da penetração do dedo (o seu próprio ou do parceiro sexual), com rotações delicadas", completa Dr. Celso.

O urologista diz também que beijar ou lamber a região anal pode provocar "nojo" para alguns, mas também é uma prática comum. Neste caso especial a higiene previa é importante, para evitar a contaminação da boca com resíduos de fezes. "Uma minoria das mulheres e dos homens chega ao orgasmo somente com o sexo anal, sem a estimulação genital concomitante. A excitação aumenta quando os participantes estão envolvidos em muita fantasia e imaginação. No entanto, a estimulação direta genital tem o papel importante para se chegar ao clímax quando o sexo anal está sendo praticado".

Os lubrificantes podem ser substituídos por vaselina, creme hidratante ou manteiga
Dr. Borzino define essa afirmação como mito grave. "Os lubrificantes à base de água são os indicados, o resto é bobagem pura!", alerta.

Sexo anal afrouxa as pregas anais
Mito: "Sexo anal deve ser prazeroso, a pessoa tem de estar com o esfíncter relaxado", conta Dr. João. "Nos casos de estupro ou introdução de acessórios de grosso calibre no ânus, de forma violenta, sempre há lesões de maior ou menor grau. Se experiências traumáticas como estas forem repetitivas, ocorrerá lesão grave e permanente dos músculos levando à perda de fezes de forma involuntária. Mas estes casos são raros", afirma Dr. Celso.

Bienal de São Paulo só para maiores de 18 anos

Trabalho do escultor Jeff Koons, da série "made In Heaven"
"Em Nome dos Artistas -Arte Contemporânea Norte-Americana na ColeçãoAstrup Feamley", a exposição que abre ao público amanhã na Bienal de São Paulo, inclui obras polémicas como Adão e Eva deitados com os genitais à mostra, de Damien Hirst.   


Uma pintura de Jeff Koons onde o artista norte-americano aparece a fazer sexo oral com Cicciolina; uma vaca e um bezerro cortados ao meio a flutuarem dentro de um tanque conservados em formol, natureza-morta do britânico Damien Hirst: ou peças sobre sexo e sida da fotógrafa Nan Goldin, são algumas das provocatórias obras de arte que integram a exposição que abre ao público amanhã na Bienal de São Paulo.

A explosiva mostra "Em Nome dos Artistas -Arte Contemporânea Norte-Americana na Coleção Astrup Feamley", já apresentada em Oslo e inaugurada na passada terça-feira para convidados, leva à cidade brasileira de São Paulo 51 artistas, norte-americanos na sua maioria, e 200 obras que ocupam o pavilhão na sua quase totalidade.

Dado reunir obras controversas como a série "Made in Heaven" - que retrata várias posições sexuais do escultor Jeff Koons com a sua então mulher Cicciolina (ex-atriz de cinema porno) -, a instalação "Adam & Eve Exposed", com genitais à mostra, um autorretrato da fotógrafa Cindy Sherman como a Virgem lactante, e muitas outras obras com conotação sexual (também presentes no trabalho de Paul Chan, Matthew Ronay e Richard Prince), a imprensa brasileira já comentou que a exposição "tem uma série de obras proibidas para menores de 18 anos".

"Em Nome dos Artistas -Arte Contemporânea Norte-Americana na Coleção Astrup Feamley" celebra os 60 anos da Bienal paulista. Será uma espécie de "aquecimento" para a 30ª edição da Bienal Internacional (que já tem sido alvo de polémicas em edições anteriores.), que só acontece em 2012.
Artistas excêntricos, obras controversas


 Todas as obras que compõem a mostra fazem parte do acervo de 1500 peças do empresário e colecionador de arte norueguês Hans Rasmus Astrup, que em 1993 criou o Astrup Fearneley Museum of Modern Art de Oslo para expor a sua coleção particular, avaliada em 1,5 mil milhões de dólares.

De acordo com o curador Gunnar Kvaran, diretor do museu norueguês, muitos dos artistas nunca tiveram as suas peças expostas no Brasil.

Até 4 de dezembro, quem visitar a Bienal de São Paulo poderá conhecer também os trabalhos, entre outros, da fotógrafa Cindy Sherman, as instalações de Doug Aitken ou as peças de Richard Prince, o artista que reinventa o cowboy da Marlboro.

Uma das obras mais controversas é a "Mother and Child Divided", uma vaca e um bezerro cortados ao meio e expostos dentro de vitrinas com formol, do britânico Damien Hirst, que levou ao brasil uma outra peça polémica, a caveira "Fate of Man".

Com a instalação "Adam & Eve Exposed", em que se veem apenas os genitais de dois corpos aparentemente reais, Hirst faz referência aos causadores do pecado original.

Matthew Barney, marido da cantora Bjork, está também presente na exposição com a sua famosa série "Cremaster". E Nan Goldin apresenta fotos "cruas e duras" que retratam o sexo e a sida.
Provocação à solta


De Jeff Koons, estão presentes, também, peças como a escultura em aço inoxidável de Piu Piu, personagem de banda desenhada, entre muitas outras desse escultor que coloca lado a lado a arte e o kitsch, e abusa dos símbolos pop no cinema e na televisão para discutir o consumismo nos EUA.

Outro artista provocatório, entre tantos, é o chinês Terence Koh (famoso pelas suas obras feitas com esperma e fezes do próprio banhadas a ouro), radicado em Nova Iorque, que para São Paulo não levou nenhuma peça escatológica mas sim animais cobertos com ouro e purpurina. Foi Koh quem, no ano passado, cobriu o rosto de Lady Gaga com 88 pérolas para a festa de gala de uma ONG norte-americana que arrecada fundos para pesquisas contra a sida.

O Pavilhão Ciccilio Matarazzo, também conhecido como Pavilhão da Bienal Internacional de São Paulo, palco da "Em Nome dos Artistas -Arte Contemporânea Norte-Americana na Coleção Astrup Feamley", fica no parque do Ibirapuera e foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Amizade Colorida

Amizade Colorida reforça a teoria de que é difícil manter uma relação estritamente sexual com um amigo, alguém próximo, com quem já se tem um mínimo de intimidade, sem outras consequências.

A história é batida e muitas vezes começa pelo mesmo motivo, após o término de um longo namoro, ou para quem já está há muito tempo sozinho: carência. Daí surge a ideia de satisfazer algumas necessidades, nesse ponto justificadas "físicas", como sexo, com alguém que não vá cobrar, ou pelo menos não deveria, muito mais do que isso. Sexo casual, amigos com "benefícios".

A tendência é confundir as coisas, embaralhar os sentimentos, ou porque, apesar do sexo, a carência ainda perpetua, sente-se a necessidade do carinho, da pessoa sempre por perto, ou então porque o sentimento sempre existiu além da amizade, mas fora ignorado ou simplesmente passou despercebido.

Nas telonas, os bonitos e, diga-se de passagem sarados, Justin Timberlake e Mila Kunis são os responsáveis por explicitar esses dilemas, além de outras coisas a mais. Os dois protagonizam cenas de sexo na sala, no quarto, pegadas na cozinha, no corredor, na casa dos pais e em todos os cantos das próprias casas. Isso sem falar nos olhares pra lá de sensuais, nas jogadinhas de charme a nas quebradinhas de pescoço, dicas para o "vamos para a cama".

Jamie (Mila Kunis) é uma jovem recrutadora de Nova York, que convence um cliente em potencial, Dylan (Justin Timberlake), a deixar seu emprego em São Francisco para trás e aceitar um emprego em NY. Apesar da atração mútua, ambos sabem que estão fugindo de um relacionamento ¿ porque se consideram traumatizados ou inacessíveis ¿ e decidem se tornar amigos com benefícios. O arranjo até parece perfeito, mas depois eles começam a perceber que não há nada melhor do que estar "amarrado" a alguém.

Em meio a passeios pelo Central Park, lindas vistas do alto de prédios em Nova York, a própria muvuca da cidade, e também das belas paisagens de Los Angeles, Jamie e Dylan vão testar se vale ou não o clichê de que só os homens realmente acreditam na amizade colorida. As mulheres, na maioria dos casos, fingem que acreditam, ou até acham que acreditam nisso no começo, mas depois elas querem mais. Os homens querem sexo.

O argumento básico de uma comédia romântica é que duas pessoas se conhecem mas, apesar da atração óbvia que existe entre elas, não se envolvem romanticamente por algum fator interno ou por alguma barreira externa, como o fato de um deles ter uma relação amorosa com outra pessoa, ou de não querer se envolver com ninguém, por exemplo.

Amizade Colorida se encaixa assim, sem sombra de dúvidas, no gênero comédia romântica, com um final um tanto clichê, mas que faz rir do começo ao fim com cenas que mexem com o espectador, seja por semelhança ou por total estranhamento da questão.

Ainda vale destacar a trilha sonora e os flash mobs inseridos na trama. Músicas até antigas como Closing Time, do Semisonic, ou Jump do duo americano de rappers Kris Kross empolgam aqueles que se lembram dos hits ou ainda fazem balançar na companhia de Timberlake, que se sacode pra lá e pra cá, relembrando os tempos de N'Sync.

Tatuagem de serpente era código que dava acesso a orgias em Portugal

De acordo com a edição de hoje do Correio da Manhã, as mulheres que participavam nas orgias «organizadas nos luxuosos hotéis de Cascais e do Algarve» nas quais José Castelo Branco também esteve presente tinham em volta do tornozelo a tatuagem de uma serpente.

Como nem todas as pessoas se conheciam, a marca da serpente no tornozelo esquerdo tinha como objectivo identificar as mulheres que pertenciam à rede sexual e que estavam dispostas a ter sexo.

De acordo com o diário, a mulher de João Ferreira, responsável pela denúncia que despoletou a investigação deste caso, aparece em imagens exibindo a tatuagem da serpente.

Fortuna ou estatuto de figura pública eram pré-requisitos para fazer parte da rede de sexo que foi denunciada pela mulher do empresário de Famalicão, João Ferreira. A mulher acusa o marido de a ter forçado a ter relações de sexo violento contra a sua vontade, inclusive com José Castelo Branco.

O CM teve acesso a um vídeo de 19 minutos onde Castelo Branco e o casal Ferreira têm sexo no decorrer de uma dessas festas. A gravação, onde o marido de Betty Grafstein aparece envolto num páreo da marca Channel, data de 7 de Maio de 2006 e decorre num luxuoso hotel.

Sexo depois da briga apimenta a relação?

Sexo é bom e quase tudo mundo gosta. Mas e quando a transa é precedida por uma discussão? Independente do motivo da briga há quem adore e quem deteste! Os que gostam dizem que apimenta a relação. E aqueles que odeiam dizem que não substitui o diálogo.

Segundo a Dra. Laurice Cury, essa é uma questão muito individual. "Não podemos falar de forma generalizada, nem mesmo ‘o casal’. Pode ser que ele gosta e ela não, ou o contrário.

Patrícia Cavalheiro, pedagoga, 25 anos, faz parte do grupo que acha sexo ótimo para selar a paz. "Quando transamos depois da briga é como se toda a emoção, raiva ou sei lá o que se transformasse em libido", desabafa. "Meu namorado fica muito mais atencioso. É como se ele se esforçasse, ainda mais, para me agradar. Sinto-me recompensada", brinca a pedagoga.

"Há vários motivos que levam uma pessoa a fazer essa escolha. Conheço quem provoque uma briga só para fazer sexo depois. Sem motivos aparentes, outras não podem nem pensar em manter relação sem um bom diálogo antes", diz a psicóloga.

O engenheiro Marcelo V., 34 anos, revela que não consegue sentir tesão após uma briga: "Não gosto de discussões. Sei que na maioria das vezes elas acontecem por problemas de comunicação/compreensão ou por carências de algum dos parceiros. Essas carências levam a coisas como ciúmes, que geram outras discussões. Sejam quais forem os motivos, não tenho menor vontade de transar com minha parceira após uma discussão."

O rapaz conta que muitas vezes, mesmo com vontade de sair de casa ou se isolar após a briga, não abre mão de ficar abraçadinho com a parceira. "Mas nesses momentos raramente passa disso, não tenho tesão para algo mais", diz.

Independente das preferências, a especialista diz que o mais importante é saber que sexo não é remédio. Uma boa vida sexual é consequência de uma relação saudável, nunca o contrário. "A ansiedade é um dos fatores que podem levar alguém a procurar por sexo, mesmo quando estão brigados", esclarece a psicóloga.

Estudo: aumenta número de jovens que dispensam preservativo

O número de jovens que mantiveram relações sexuais sem o uso de preservativo no Ocidente teve uma forte alta nos últimos dois anos, aponta uma pesquisa da Fundação Parenthood divulgada nesta segunda-feira. O dado preocupa profissionais da área de saúde.

O estudo mostra um aumento do sexo desprotegido principalmente entre adolescentes dos Estados Unidos e da Europa. Entre os americanos, a porcentagem subiu de 38% em 2009 para 53%, enquanto a França registrou um aumento de 19% para 40%.

A pesquisa, realizada por ocasião do Dia Mundial da Contracepção, também aponta a Tailândia como um foco de preocupação, uma vez que 62% dos jovens tailandeses fizeram sexo sem proteção com um novo parceiro. A porcentagem também foi superior a 50% na China, Coreia do Sul, Noruega e Estônia.

O estudo destaca que, em Europa, região Ásia-Pacífico, América Latina e Estados Unidos, o principal motivo para a ausência do preservativo foi não tê-lo disponível no momento da relação sexual.

"Os resultados mostram que muitos jovens têm pouco conhecimento sobre uma vida sexual saudável, têm receio de exigir o uso de preservativo, ou não desenvolveram a habilidade de negociar o uso da camisinha com o parceiro", assinala Jennifer Woodside, da Federação Internacional de Planejamento Familiar.

A pesquisa, patrocinada pela gigante farmacêutica alemã Bayer, ouviu 5.426 jovens de 15 a 30 anos em 26 países, entre abril e maio.

Médico espanhol diz que muito sexo faz bem ao coração


Dr. Josep María Caralps
Para ter um coração saudável é preciso comer bem, beber pouco, controlar o estresse, não fumar, fazer exercícios moderados e praticar muito sexo, de preferência com um parceiro estável, de acordo com o médico espanhol Josep María Caralps.

Essa é a fórmula do doutor Caralps para manter "em bom estado" a máquina perfeita que é o coração, que bate cerca de 100 mil vezes por dia e movimenta 10 mil litros de sangue. Um órgão também emocional, muito ligado aos sentimentos mais íntimos, e que foi chamado por Aristóteles de santuário da alma.

Os olhos e as mãos deste médico espanhol, que tem quatro décadas dedicadas à cirurgia cardíaca, viram e tocaram milhares de corações. Corações doentes e muito doentes, velhos e jovens, grandes e pequenos e de pessoas de todo tipo de raça, o que o permite falar com autoridade de "nosso músculo mais prezado", vital e carismático.

Josep María Caralps teve a honra de fazer o primeiro transplante de coração bem sucedido na Espanha, no dia 8 de abril de 1984, uma data que nunca esquecerá.

Tanta sabedoria acumulada sobre o coração o levaram a escrever Super Corazón (Super Coração, na tradução livre), no qual descreve suas experiências e conhecimento.

O livro, que chega neste domingo às livrarias, coincidindo com a celebração do Dia Mundial do Coração, é um guia para ajudar a conhecer como trabalha e porque o coração adoece, além de ensinar a mantê-lo em forma.

Na conversa com este premiado profissional da medicina ouvimos repetidamente a palavra moderação: "Podemos fazer de tudo, mas com moderação, precisamos aprender que a degustação de um cigarro após uma boa refeição, uma taça de vinho no jantar ou no almoço, não pode se transformar em dependência".

"Temos ao nosso alcance coisas que fazem nossa vida melhor. Mas precisamos ser capazes de discernir sobre o que é bom e o que é ruim. A saúde não está separada do prazer. Ao contrário, se não há prazer não há saúde", considerou.

Caralps fala em educar desde a infância como forma de prevenção e criar bons hábitos. "Ensinar às crianças que fumar é prejudicial, que o álcool pode ser agradável, reconfortante e, em algumas ocasiões, até necessário, mas sempre, sempre com moderação, com muita moderação", detalhou o médico.

"Não nos preocupamos com isso, porque achamos que podemos controlar nossos vícios. Mas, na realidade, não podemos. Ser moderado em tudo é quase impossível. Daí a necessidade de aprendermos desde pequeno", afirmou, acrescentando que as escolas também devem ensinar a "controlar mentalmente as emoções, a sermos mais humanos, termos mais cuidado com nós mesmos e com os outros".

Profissionais do sexo buscam nova presidente

A União Maringaense das Profissionais do Sexo (UMPS) procura uma nova presidente. Há cerca de nove meses, Arinéia Maria Martins Gonçalves, está afastada da presidência para tratamento de saúde e a entidade está praticamente desativada.

A ONG, que é ligada à Secretaria Municipal da Mulher (Semulher), promovia trabalhos de orientações, distribuição de preservativos e exames de colo de útero, para prevenção de câncer, e Doenças Sexualmente Transmitidas (DST) e HIV-Aids.

Estimativa
A Semulher calcula que em Maringá existam cerca de 150 prostitutas que trabalham na região central, mas são 50 cadastradas na ONG. Assim que a entidade voltar a funcionar, será feito um recadastramento. Dia 20, a Semulher se reuniu com os profissionais para debater a questão da nova presidência, mas ainda não foi definido um nome.
Eleição
"Precisamos de uma  presidente e estamos escolhendo um nome ainda "
Rafaela Prostituta
A secretária da Mulher, Terezinha Pereira, diz que já há algumas candidatas que têm perfil de líderes e que poderão assumir o posto. Caso contrário, estuda-se a possibilidade da ligação com uma ONG estadual voltada também aos profissionais do sexo. "Estamos conversando ainda. Isso só acontecerá se não encontrarmos uma nova líder para a ONG de Maringá", ressalva Terezinha.
Resistência
Com uma renda acima de R$ 1 mil por mês, a maioria das prostitutas da região central de Maringá resiste em deixar o trabalho.

A alegação mais frequente é que que em outras profissões elas não conseguiriam ganhar o mesmo. O faturamento médio por programa entre as mulheres do Centro de Maringá gira em torno de R$ 30.
Uma tentativa de quebrar a resistência é a oferta de cursos profissionalizantes em diversas áreas. A Semulher oferece cursos de qualificação para aquelas que querem deixar a prostituição. Na maioria dos casos, o interesse é pouco e as turmas ficam vazias. "Poucas querem deixar o que fazem, porque dizem que o ganho compensa", lamenta a secretária.
Há casos em que a família não sabe da prostituição e esse é um dos motivos pelos quais muitas evitam a ONG. "Mas a Secretaria da Mulher é uma referência para elas que buscam ajuda em caso de necessidade", completa Terezinha.

Prevenção
A secretária conta que a maior preocupação é com o trabalho de prevenção das DSTs e do HIV, além de protegê-las da violência. "Elas contam que muitos clientes não querem usar o preservativo, por isso é importante distribuir camisinha para as profissionais. Há clientes que nem querem pagar o preservativo", observa a secretária da Mulher. A reportagem não encontrou Arinéia para falar sobre o assunto.

Sexo ajuda a vender qualquer produto, diz pesquisa

Maria posa só de calça jeans para campanha de grife| Foto: Divulgação
Imagens de lindas mulheres em poses super sexys são amplamente usadas em campanhas de publicidade, o que mostra que beleza e sexo ajudam na venda de qualquer produto. Mas agora, cientistas provaram que sexo vende, e não é porque os consumidores pensam que "se comprar o carro que eles podem ficar com a garota da propaganda".


De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, anúncios com mulheres e homens atraentes excita as áreas do cérebro que nos fazem comprar por impulso, ignorando a parte do que controla o pensamento racional.

"A descoberta reforça a hipótese de que as preferências de compras de bens e serviços podem ser moldadas por muitos fatores, incluindo anúncios que apresentam informações, lógica persuasiva e empregando essas imagens ou de texto que podem modificar o comportamento sem a necessidade de reconhecimento consciente de uma mensagem, disse o pesquisar ao jornal inglês Daily Mail.


Foto: Divulgação
Grife de bolsas colca modelos em poses sexys | Foto: Divulgação

Um anúncio de cigarro mostrando uma mulher que salta sobre um hidrante com um homem sorrindo atrás dela, reduz a nossa capacidade de fazer uma escolha ponderada. Uma mulher de boa aparência em pé com as pernas abertas para fazer propaganda de calça jeans tem grande influência devido a imagem sexy e não devivo a qualidade do produto.

GRANDE REPORTAGEM: Reprimir o Desejo Sexual faz Mal?

Sempre recebo comentários de alguns leitores de que a abstinência sexual defendida por mim e outros escritores e pastores provoca nos jovens evangélicos traumas e neuroses. Ou seja, passar a adolescência e a mocidade sem ter relações sexuais faz com que os evangélicos fiquem traumatizados, perturbados mental e espiritualmente, reprimidos e recalcados.

Esse raciocínio tem sua origem mais recente nas idéias do famoso Sigmund Freud. Para ele, o sexo era o fator dominante na etiologia das neuroses e o desejo sexual era a motivação quase que exclusiva para o comportamento das pessoas. No início, Freud falava que o ser humano, até biologicamente (todos os seres vivos, no final), viveria sua existência na tensão entre dois princípios, ou instintos, primordiais: o princípio do prazer (instintivo e ligado ao id, às vezes relacionado como a libido) e o princípio da realidade (a limitação do prazer para tornar a vida possível, princípio ligado mais ao amadurecimento e, às vezes, ao superego). Mais tarde (na publicação de Além do Princípio do Prazer, 1920), ele passou a falar em outros dois princípios mais amplos, o princípio de vida e o princípio de morte, os quais ele denominou eros e tanatos, como os dois princípios que geram a tensão que move o ego. De qualquer modo, tanto o princípio do prazer quanto eros (princípio de vida) eram, para Freud, princípios instintivos, ligados à preservação da vida e da espécie, e sempre conectados ao apetite sexual (ver Os Instintos e Suas Vicissitudes, 1915).

Nem as crianças estariam livres desse apetite sexual instintivo – elas desejavam sexualmente seus pais. Freud apelou aqui para o complexo de Édipo, em que o filho deseja sexualmente a mãe e o complexo de Eletra, a inveja que a menina tem do pênis do menino. Naturalmente, quando esses desejos sexuais eram interrompidos, resistidos, negados, o resultado eram as neuroses, os traumas. As obras mais conhecidas onde ele sustenta seus argumentos são Sobre as Teorias Sexuais das Crianças (1908) e Uma criança é espancada - uma contribuição ao estudo da origem das perversões sexuais (1919), onde ele defende o surgimento das neuroses como resultado da repressão do desejo sexual.

Em que pese a importância de Freud, seu modelo e suas idéias têm sido largamente criticados e rejeitados por muitos estudiosos competentes. Todavia, algumas de suas idéias – como essa de que a repressão sexual é a causa de todas as neuroses e distúrbios – acabou se popularizando e é repetida por muitos que nunca realmente se preocuparam em examinar o assunto mais de perto.

Vou dizer por que considero esse argumento apenas como mais uma desculpa dos que procuram se justificar diante de Deus, da igreja e de si mesmos pelo fato de terem relações sexuais antes e fora do casamento. Ou pelo menos, por defenderem essa idéia.

1. Esse argumento parte do princípio que os evangélicos conservadores são contra o sexo. Contudo, essa idéia é uma representação falsa da visão cristã conservadora sobre o assunto. Nós não somos contra o sexo em si. Somos contra o sexo fora do casamento, pois entendemos que as relações sexuais devem ser desfrutadas somente por pessoas legitimamente casadas (ah, sim, cremos no casamento também). Foi o próprio Deus que nos criou sexuados. E ele criou o sexo não somente para a procriação, mas como meio de comunhão, comunicação e prazer entre marido e mulher. Há muitas passagens na Bíblia que se referem às relações sexuais entre marido e mulher como sendo fonte de prazer e alegria. O livro de Cantares trata abertamente desse ponto. Em Provérbios encontramos passagens como essa:

Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias (Pv 5.18-19).

Não, não acredito que o sexo é somente para a procriação. Não, não sou contra planejamento familiar e o uso de meios preventivos da gravidez, desde que não sejam abortivos. Sim, o sexo é uma bênção, desde que usado dentro dos limites colocados pelo Criador.

2. Esse argumento, no fundo, acaba colocando a culpa em Deus, na Bíblia e na Igreja de serem uma fábrica de neuróticos reprimidos. Sim, pois a Bíblia ensina claramente a abstinência, a pureza sexual e a virgindade para os que não são casados, conforme argumentei no post Carta a Um Jovem Evangélico que Faz Sexo com a Namorada. Se a abstinência sexual antes do casamento traz transtornos mentais e emocionais, então, de acordo com os libertinos, deveríamos considerar esses ensinamentos da Bíblia como radicais, antiquados e inadequados. E, portanto, como meras idéias humanas de pessoas que viveram numa época pré-Freud – e como tais, devem ser rejeitadas e descartadas como palavra de homem e não Palavra de Deus. Ao fim, a contenção dos libertinos é mesmo contra a Bíblia e contra Deus.

3. Bom, para esse argumento ser verdadeiro, teríamos de verificá-lo estatisticamente, na prática. Pesquisa alguma vai mostrar que existe uma relação direta de causa e efeito entre abstinência antes do casamento e distúrbios mentais, neuroses e coisas afins. Da mesma forma que pesquisa alguma vai mostrar que os jovens que praticam sexo livre antes do casamento são equilibrados, sensatos, sábios e inteligentes. Pode ser que até se prove o contrário. Os tarados, estupradores e maníacos sexuais não serão encontrados no grupo dos virgens e abstinentes.Talvez fosse interessante mencionar nesse contexto o estudo conduzido na Universidade de Minessota por Ann Meir. De acordo com as pesquisas, o sexo estava associado a auto-estima baixa e depressão em garotas que iniciaram as relações sexuais (idade média de início 15-17 anos) sem relacionamento afetivo ou romântico.

4. A coisa toda é muito estranha. Funciona mais ou menos assim. Os libertinos tendem a considerar todo distúrbio que encontram como resultado de repressão dos desejos sexuais. Mas eles fazem isso não porque têm estatísticas, experiências ou históricos que provam tal teoria – mas porque Freud explica. Em vez de considerarem que esses distúrbios podem ter outras causas, seguem sem questionar a tese de Freud que tudo é sexo, desde o menininho de um ano chupando dedo até o complexo de Édipo.

O próprio Freud, na fase mais amadurecida de sua carreira, se questiona na obra Além do Princípio do Prazer (1920):

A essência de nossa investigação até agora foi o traçado de uma distinção nítida entre os “instintos do ego” e os instintos sexuais, e a visão de que os primeiros exercem pressão no sentido da morte e os últimos no sentido de um prolongamento da vida. Contudo, essa conclusão está fadada a ser insatisfatória sob muitos aspectos, mesmo para nós.


5. Embora a decisão de preservar-se para o casamento vá provocar lutas e conflitos internos no coração e mente dos jovens evangélicos, esses conflitos nada mais são que a luta normal que todo cristão verdadeiro enfrenta para viver uma vida reta e santa diante de Deus, mortificando o pecado e se revestindo diariamente de Cristo (Romanos 3; Colossenses 3; Efésios 4—5). Fugir das paixões da mocidade foi o mandamento de Paulo ao jovem Timóteo (2Timóteo 2:22). Essa luta contra a nossa natureza carnal não provoca traumas, neuroses, recalques e distúrbios. Ao contrário, nos ensina paciência, perseverança, a amar a pureza, a apreciar as virtudes e o que significa tomar diariamente a cruz, como Jesus nos mandou (Lucas 9:23). Os que não querem tomar o caminho da cruz, entram pela porta larga e vivem para satisfazer seus desejos e instintos.

Por esses motivos acima e por outros que poderiam ser acrescentados considero esse argumento – de que a abstenção das relações sexuais antes do casamento provoca complexos, neuroses, recalques – como nada mais que uma desculpa para aqueles que querem viver na fornicação. Não existe realmente substância e fundamento para essa idéia, a não ser o desejo de justificar-se ou desculpar-se diante de uma consciência culpada, da opinião contrária de outros ou dos ensinamentos da Escritura.


Augustus Nicodemus Lopes

Mulheres podem ser viciadas em sexo ?

De acordo com o que a mídia nos diz, o vício sexual é um problema estritamente masculino – ou pelo menos isso é tudo o que ouvimos. Homens traindo suas esposas, homens saindo com prostitutas, homens indo a clubes de strip, de massagem e, claro, homens acessando conteúdo sexual online.

Isso significa que não existem mulheres viciadas em sexo? Se há mulheres lá fora tendo as mesmas práticas sexuais, onde elas estão e por que não ouvimos falar sobre elas?

Os meios de comunicação dão exemplos intermináveis de maridos que traem suas famosas esposas, muitas vezes resultando em humilhação pública para ambos. Mas e quanto às mulheres que ‘agem por fora’ com sexo e romance? Embora saibamos que as mulheres possam esconder práticas relacionadas à comida, drogas, álcool, jogos ou gastos, a verdade é que há pouca, ou nenhuma, pesquisa sobre sexo feminino e dependência de relacionamento.

O que sabemos hoje é que das pessoas que procuram tratamento para dependência sexual, aproximadamente 8 a 12% são mulheres (que curiosamente é o mesmo número de homens que se tratam para distúrbios alimentícios), mas é provável que muitas mais lutem sozinhas contra distúrbios compulsivos sexuais e de relacionamento. É menos fácil para uma mulher procurar ajuda para seu problema de comportamento sexual por uma variedade de razões – a maioria relacionada com a vergonha.

O problema, em grande parte, é a nossa referência cultural. Os homens que têm vários contatos sexuais são machões, são sinônimos de virilidade. Já as mulheres que possuem exatamente o mesmo tipo de atividade são sem vergonhas, ou ninfetas.

Este tipo de rótulo faz com que aquelas mulheres que tem problemas de comportamento sexual ou românticos sejam mais sujeitas à vergonha e ao preconceito – e, portanto, menos propensas a pedir ajuda.

Mesmo a mulher cujo comportamento lhe causa problemas profundos (na saúde, família, relacionamento, carreira, etc) não se identifica como tendo um problema sexual. Elas normalmente usam termos como: “problemas de relacionamento” ou “escolha de parceiros errados”. Isso porque as mulheres veem e experimentam a sexualidade de forma mais relacional do que os homens. E mesmo quando elas estão fazendo sexo da mesma maneira e com a mesma frequência de um viciado em sexo, não se identificam como tendo esse problema.

A causa primária da dependência sexual masculina é principalmente baseada na negligência emocional, incesto parental ou déficits de apego. As mulheres viciadas em sexo relatam um incidência muito maior de abuso na infância, negligência física e traumas muitas vezes sexuais, o que leva à dependência e problemas de intimidade na vida adulta.

Algumas dessas mulheres, inconscientemente, convivem com esses traumas tornando-se profissionais do sexo (prostitutas, strippers, mundo da pornografia, massagistas sensuais, etc), tentando criar uma sensação de “controle”. Como sua vida adulta é baseada em trocar sexo por dinheiro, por sentimentos de controle e pelo poder que o comportamento sexual lhes oferece, estas mulheres têm pouco acesso a apoio externo ou modelos para autoexame.

Nem todas as mulheres que são viciadas em sexo e relacionamento são prostitutas. Muitas são donas de casa, mulheres solteiras e até mesmo adolescentes, que utilizam o sexo e a intensidade romântica como um meio de autoestabilidade e conforto, apesar dos vários riscos associados à dependência de relações sexuais. E nisso o vício delas é muito parecido com o dos homens.

Hoje, existem alguns recursos preciosos para as mulheres viciadas em sexo como livros ou programas de recuperação que incentivam a participação do sexo feminino, oferecendo reuniões separadas pelo gênero.

O passo mais importante que essas mulheres podem tomar para se recuperar é contar abertamente e honestamente com mulheres adultas e saudáveis, não para o sexo – mas para a amizade, distração e apoio mútuo. Partilhar o passado sexual em detalhes com outras mulheres ajuda a reduzir a vergonha. Além disso, ter uma ligação não sexual com as mulheres ajuda a aliviar a necessidade de usar os homens sexualmente como calmantes.

Abaixo segue uma lista abreviada de 20 perguntas “chaves” que podem ajudar uma mulher a descobrir se ela tem esse tipo de problema. Se você responder sim a alguma delas, procure um especialista para conversar sobre o assunto.

Eu sou um viciada em sexo e amor?
Você sente que sua vida está se tornando ou está ingovernável por causa do seu comportamento sexual e/ou romântico, ou por causa da sua dependência excessiva?
Você se acha incapaz de parar de sair com uma pessoa específica, mesmo sabendo que essa pessoa é destrutiva para você?
Você sente que você não quer que ninguém saiba sobre suas atividades sexuais ou amorosas? Você sente que precisa esconder essas atividades dos outros – amigos, família, colegas de trabalho, conselheiros, etc?
Você se sente animada quando faz sexo ou quando tem uma relação amorosa e depois desaba quando essa atividade ou experiência acaba?
Você faz sexo em momentos inapropriados, em locais inapropriados e/ou com pessoas inapropriadas?
Você faz promessas ou cria regras a si mesmo a respeito de seu comportamento sexual ou romântico que você acredita que não pode seguir?
Você já fez ou faz sexo com alguém que você não quer (ou não queria) fazer?
Alguma vez você pensou que poderia haver mais coisas para fazer da sua vida se você não fosse tão impulsionada pela busca sexual e romântica?
Você se sente arrebatado pela necessidade de um amante, de sexo ou de um futuro companheiro?
Você faz sexo independentemente das consequências (por exemplo, a ameaça de ser flagrado, o risco de contrair herpes, gonorréia, AIDS, etc)?
Você acha que você tem um padrão de repetir relacionamentos ruins?
Você se sente como um fantoche inanimado se não houver alguém com quem você possa flertar? Você sente que você não está “realmente viva” a menos que esteja com o seu parceiro amoroso/sexual?
Você já ameaçou sua estabilidade financeira, sua carreira ou sua posição na comunidade na busca de um parceiro sexual?
Você já teve um relacionamento sério ameaçado ou destruído por causa de atividade sexual fora da relação?
Você sente que a vida não teria sentido sem um relacionamento amoroso ou sem sexo? Você sente que você não teria nenhuma identidade se não fosse amante de alguém?
Você se pega flertando com alguém, mesmo não sendo sua intenção?
O seu comportamento sexual e/ou romântico afeta sua reputação?
Você se sente desconfortável com sua masturbação por causa da frequência com que você se masturba, das fantasias relacionadas, dos acessórios que você usa e/ou dos lugares em que você faz isso?
Você é incapaz de se concentrar em outras áreas de sua vida por causa de pensamentos ou sentimentos que você está tendo sobre outra pessoa ou sobre sexo?
Você se sente obsessivo com determinada pessoa ou com ato sexual, mesmo que esse pensamento lhe cause dor, ansiedade ou desconforto?

Conheça «bomba» que deu nega a Berlusconi

Foi aliciada por empresário para ter sexo com o primeiro-ministro italiano. Revelação foi apurada em escutas telefónicas.


Manuela Arcuri passou a ser uma estrela na Internet depois de ter dado uma nega a Silvio Berlusconi, que a aliciou para um encontro a troco de dinheiro. Aos 34 anos, a actriz e modelo foi assediada pelo primeiro-ministro italiano, que chegou a oferecer-lhe a apresentação do Festival de Música de Sanremo e um emprego na televisão em troca de sexo.


A tudo isto, a «bomba» italiana disse «não», segundo foi apurado nas escutas telefónicas feitas ao governante, conhecido pelas festas bunga bunga com orgias e que está a ser julgado por ter mantido relações sexuais com uma menor de idade.


Neste caso, foram as escutas a chamadas telefónicas ao empresário Gianpaolo Tarantini que revelaram o assédio a Manuela Arcuri. As referências à actriz surgiram a 1 de Janeiro de 2009. Tarantini está a ser investigado por arranjar mulheres a Berlusconi.

Os escândalos sexuais à volta da vida privada de Silvio Berlusconi levaram a oposição a pedir, uma vez mais, a demissão do primeiro-ministro.

O prazer e a autoestima

O documentário "A Dança da Vida", direção de Juan Zapata, permite um outro olhar sem preconceitos e tabus sociais sobre a retomada da vida sexual do idoso. No filme, a produção aborda o amor e o sexo a partir de entrevistas realizadas com um público eclético com idades entre 40 e 90 anos. O pudor fica guardado no bolso para dar vazão às fantasias e preferências.



Moderno demais?

Não. Mais atual do que nunca. Uma pesquisa do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo revelou que cerca de 95% dos homens e mulheres na faixa dos 50 anos têm vida sexual ativa. Isto significa que os vovôs de hoje têm mais vigor que os de outrora.


Com a atual oferta de drogas e outros procedimentos, que prometem ao homem o alcance de uma potência sexual satisfatória e à senhora em fase do climatério, muita libido. Que, por sinal, está em alta nos dias de hoje.

A redescoberta do prazer proporciona ganhos fora da cama. Até a aparência recebe novos cuidados. "Uma vida sexual ativa e de qualidade traz benefícios como a autoconfiança, autoestima e qualidade de vida. Além disso, o sexo na terceira idade diminui a chance de depressão, melhora a vida conjugal e fomenta as atividades sociais como momentos de lazer e trabalho, além do autocontrole e saúde mental", afirma o urologista Márcio de Carvalho, membro do Centro de Informações e Estudo da Sexualidade Humana de Maringá (Ciesma).


Para ele, a longevidade está ligado ao estado de espírito. "A cumplicidade, o respeito e a reciprocidade são atos de extrema importância ao ser humano", aponta.



Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?

Os Designers da PROW são especialistas dedicado a adaptar slogans de marcas bem conhecidas no contexto de preservativos. Os resultados são esses…



 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“Com Gatorade você vai mais longe!”
“Liberte a fera”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“você pode fazer isso, nós podemos ajudar.”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“É bom jogar junto.”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“ele continue indo …. e vai …. e vai”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“GOTTA CATCH ‘EM ALL”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
” De lamber os dedos”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“Ao seu gosto.”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“uma vez que você começa, você não pode parar”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?“IN-N-OUT”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“Nada é impossível”
 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?“Amo muito tudo isso”

 Isso estimularia você a fazer um sexo seguro?
“Apenas faça”

Hoje em dia é tudo pele a pele.
Qual slogan combinaria mais com você?

Sexo e álcool em alerta contra excessos no Euro-2012

Ativistas do Movimento Femen fizeram ontem uma ousada ação de alerta contra o turismo sexual, a prostituição e venda de álcool durante o Euro-2012.



As ativistas ucranianas do Movimento Femen voltaram a dar nas vistas, desta vez num protesto contra o turismo sexual, a prostituição e venda de álcool nas imediações dos estádios que vão receber o Campeonato Europeu de Futebol, em 2012.



Para chamarem a atenção da comunicação social, as senhoras da Femen voltaram a usar a ousadia como palavra de ordem e fizeram uma conferência de imprensa sob o tema "Euro-2012: Corrupção e Prostituição". As ativistas da Femen simularam cenas de sexo e bebedeiras, em tom de sátira com o que poderá vir a acontecer durante o Euro-2012, que se irá realizar na Polónia e na Ucrânia no próximo verão.


Veja toda a galeria de fotos do Movimento Femen aqui

É namoro ou só sexo? Saiba como diferenciar

Casal paquera
No encontro observe se, enquanto caminha em sua direção, ele se arruma. Vale até um simples ajeitar de roupa. "Isso demonstra preocupação em agradá-la", afirma Paulo Sergio Camargo, especialista em linguagem corporal.


· O pescoço dele geralmente fica um pouco avermelhado, as mãos suam e o moço parece mais agitado do que de costume. Afinal, considera você especial.

· Segundo Allan e Barbara Pease, autores do livro Desvendando os Segredos da Linguagem Corporal, ao querer deixar claro o direito de posse sobre alguém, a pessoa toca na outra, transformando-a quase numa extensão do próprio corpo. Por isso, é um bom sinal o moço fazer questão de andar de mãos dadas ou abraçá-la em público.

· Outra maneira de saber se realmente quer um relacionamento: perceba não apenas seu discurso mas a movimentação de seu corpo ao expor sobre o tal tema. "Quando alguém está mentindo ou inseguro sobre suas afirmações, costuma coçar o nariz, ocultar a boca e olhar para cima à direita", revela Cardoso.

· Se o momento é de sinceridade, ele abre a mão e expõe a totalidade ou parte da palma para você.

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