Novos passaportes australianos prevêem terceiro género sexual “indeterminado”

 (Jason Reed/Reuters)
Os australianos poderão começar a assinalar nos seus passaportes um terceiro género sexual, para além do feminino e masculino. Os cidadãos com um género ambíguo e todos aqueles que aguardam cirurgias de mudança de sexo poderão declarar nos seus passaportes terem um género “indeterminado”, assinalado com um X.


Anteriormente, todos aqueles que nasciam com órgãos sexuais diferentes daqueles que realmente sentiam como os correctos para si tinham de fazer cirurgias de mudança de sexo antes de poderem fazer alterações aos seus documentos oficiais, incluindo o passaporte.



Agora, o governo australiano determinou que “uma operação de mudança de sexo não é um pré-requisito para ser emitido um passaporte num novo género”. “Pode ser emitido um passaporte [...] com um M (“male”, masculino), um F (“female”, feminino) ou com um X (indeterminado, sem especificação, hermafroditas)”, lê-se no comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros australiano.



Esta nova lei tem como objectivo a não discriminação de nenhum cidadão.



A senadora australiana Louise Pratt - cujo parceiro nasceu com os órgãos sexuais femininos e que agora se identifica como um homem - disse aos media que este é “um enorme passo em frente”. “Tem havido muitos casos de pessoas detidas em aeroportos pelos serviços de imigração em países estrangeiros porque os seus passaportes não reflectem as suas aparências”, disse Louise Pratt a uma rádio australiana.


“Isto é muito perturbador, altamente inconveniente e, francamente, algumas vezes até é perigoso”, acrescentou a mesma responsável.



Amor e sexo são disciplinas obrigatórias no ensino da China

Durante uma aula de educação sexual, uma escola de Pequim, na China, usou um método inusitado na última segunda-feira (12) para mostrar aos alunos como os bebês nascem. O objetivo é ensinar as crianças desde cedo sobre a importância do controle da natalidade.


A disciplina de "psicologia do amor e do sexo" serão obrigatórias nas universidades chinesas em virtude das novas exigências de saúde mental publicadas pelo Ministério da Educação do país asiático, informa nesta quarta-feira o jornal Beijing Times.


Os cursos foram desenvolvidos para ajudar os estudantes a "aprender sobre a fisiologia e a psicologia sexual, compreender a psicologia da paixão e do sexo, e ajudar a manter uma consciência saudável sobre o sexo e as perspectivas no amor", informa o jornal.


Apesar das reformas econômicas e das rápidas mudanças que a China vive, sua sociedade é ainda muito conservadora quanto à família. Nas últimas décadas, no entanto, aumentaram o número de relações antes do casamento e também o índice de gravidez entre as jovens, por isso os centros educativos superiores começaram a incluir nos últimos dez anos algumas matérias sobre educação sexual.


A nova matéria está sendo implantada depois que o Ministério da Educação detectou entre os estudantes universitários sete problemas psicológicos, entre os quais destaque para a "psicologia do amor e do sexo" e as relações interpessoais.


As outras dificuldades encontradas são relacionadas à dura concorrência entre os estudantes em busca de um bom emprego, como "o planejamento dos estudos e da carreira, o desenvolvimento de habilidades, a psicologia da aprendizagem, o controle do estresse e como enfrentar as frustrações".

Exercício físico pode melhorar desempenho sexual ?

A prática de atividade física além de contribuir para saúde e boa forma, deixa as pessoas mais dispostas ao sexo.
 
 
Quando as pessoas com mais de 40 anos pensam em desempenho sexual sempre relembram seus 20 anos, quando o vigor da juventude estava à disposição. Mas o tempo passa para todos. As responsabilidades aumentam, a rotina do dia-a-dia desgasta e as atividades prazerosas acabam sendo colocadas de lado ou até esquecidas. Porém, há tempo para mudar. É possível, por exemplo, manter o desempenho sexual em ótimo nível adotando práticas mais saudáveis.


A principal delas é mandar o sendentarismo para o espaço e fazer atividades físicas com regularidade. Ao contrário do que muita gente pensa, não é preciso ser atleta ou frequentar academias sofisticadas para melhorar a saúde e, consequentemente, o desempenho sexual. Uma simples caminhada diária já proporciona melhoras.

Quando se pratica esportes, o corpo libera serotonina - substância presente no cérebro que age como neurotransmissor, permitindo a comunicação entre as células nervosas do cérebro, os neurônios. Esta comunicação é fundamental para a percepção do ambiente e para a capacidade de resposta aos seus estímulos.


A serotonina desempenha importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como liberação de alguns hormônios, regulação do sono, do apetite, da atividade motora e das funções cognitivas. Ela ajuda a melhorar o humor, causando sensação de bem-estar.
 
Além da serotonina, é importante ressaltar que a prática de esportes deixa as pessoas mais dispostas ao sexo. O círculo de amizade aumenta, a auto-estima melhora, o nível de estresse e de ansiedade é reduzido, além de outros benefícios. Exercícios feitos regularmente, como andar de bicicleta ou caminhar, melhoram a eficiência do coração, pulmões e sistema circulatório, permitindo que o corpo transporte mais oxigênio e proporcionando maior resistência do organismo.
 
Lógico que o sedentário não deve sair por aí fazendo exercícios. Antes de mais nada é preciso procurar um médico para uma avaliação clínica.
 
É essencial começar devagar, respeitando os limites do organismo. Depois que o seu corpo estiver adaptado, é só aproveitar os benefícios que o novo ritmo de vida proporciona.
 

Márcio D. Menezes, médico e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual

Sexo exige menos do coração que esteira, diz pesquisa

Sexo é exercício? E faz bem para o coração? Uma pesquisa publicada no periódico da Harvard Medical School testou os efeitos das atividades sexuais no coração em comparação com uma caminhada na esteira. E a esteira se provou mais extenuante que o sexo.


Pesquisadores monitoraram os batimentos cardíacos e a pressão arterial de voluntários (13 mulheres e 19 homens com 55 anos, em média) durante caminhadas em uma esteira no laboratório e em casa, durante as atividades sexuais com penetração e orgasmo. Cerca de três quartos dos homens eram casados, 70% sofriam de alguma doença cardiovascular e 53% tomavam beta-bloqueadores. Apesar disso, eles disseram fazer exercícios quatro vezes por semana e sexo em média seis vezes por mês.


Numa escala de intensidade de 1 a 5, os homens avaliaram o exercício na esteira como 4.6 e o sexo como 2.7. Durante o ato sexual, os batimentos cardíacos masculinos raramente ultrapassaram 130 batidas por minuto e a pressão sistólica sempre ficou abaixo de 170. Para as mulheres o sexo se mostrou uma atividade ainda mais leve.


Sexo queima quatro calorias a mais que assistir a um programa de TV


Sexo queima cerca de cinco calorias por minuto — quatro a mais que assistir TV e quase o mesmo que uma partida de golfe. Ou seja: se um homem pode subir dois ou três lances de escada, tem que estar em forma para o sexo. A excitação mental e física aumenta os níveis de adrenalina e pode desencadear ataques cardíacos e arritmias e, na teoria, o sexo pode fazer isso também. Mas, na prática, é muito incomum, principalmente durante sexo convencional com o parceiro de sempre.


Para um homem saudável de 50 anos, o risco de sofrer um ataque cardíaco é de cerca de um em um milhão. O sexo dobra esse risco, mas ainda assim é um risco de dois para um milhão. Para homens com doenças cardíacas, o risco é dez vezes maior e, durante o sexo, sobe para parcos 20 em um milhão.


E mesmo com medicamentos para disfunção erétil — como Viagra e Cialis — o sexo é seguro. Desde que a hipertensão esteja controlada e a doença cardíaca esteja estável.

Mulher Melão revela que gosta de homem com pegada e que não nega fogo

Em entrevista à Playboy, a mulher fruta faz confissões a respeito de homens, sexo e revela o que prefere: o tesão ou o dinheiro.


Renata Frison, a Mulher Melão, é a próxima capa da Playboy e sua edição chega às bancas na próxima quarta-feira, 21 de setembro. Além de fotos nuas para a revista, a cantora de funk dá uma entrevista exclusiva e fala abertamente sobre sexo.

Segundo informações do jornal O Dia, Mulher Melão conta qual é seu tipo de homem preferido para a Playboy. “Aquele que tem pegada forte, que sabe dominar uma mulher, e gosto de homens poderosos”, afirma a próxima capa da revista. A cantora de funk também confessa suas preferências no sexo: “Na cama, o parceiro precisa ter pique. Não gosto de pedir mais e ter um parceiro que negue fogo”.


Renata Frison conta que já transou com um fã e que foi uma ótima experiência. “É maravilhoso transar com quem te admira. Já chega na disposição pra te surpreender”, diz a cantora, que ainda conta qual a sua técnica para conseguir com que os caras paguem tudo para ela. Assim como na letra do funk “Você quer?”, Renata abusa de seu charme para conquistar os homens.


“A conquista é um jogo e cada um joga com o que tem na mão. Uns têm presentes, mimos e agrados. Outros têm pegada, tesão e potência”, acredita Mulher Melão. Quando perguntada sobre quem ganha, o dinheiro ou a pegada, ela responde: “Vou assumir que nesse jogo me ganha quem chega na disposição e me faz querer mais… Vence sempre o tesão!”.

Confira dicas sexuais do Irão, ensina até a saber se a mulher teve orgasmo

Em Teerão, capital iraniana, o blockbuster do verão é uma produção local. Não se trata de nenhuma produção de Abbas Kiarostami, mas de um filme sobre sexo chamado “A amada companhia”. O clipe, aprovado tanto pelo Ministério de Cultura e Orientação Islâmica quanto pelo Ministério da Saúde locais, é vendido nas farmácias por US$ 4, somente para maiores de 18 anos.



A aprovação do vídeo numa república conservadora islâmica, onde o sexo é tabu, surpreendeu. No Irão, filmes estrangeiros e nacionais são completamente censurados para a retirada de qualquer cena de nudez ou palavreado inadequado. E jovens não casados são proibidos de circular juntos. Especula-se que o governo tenha concordado em liberar o vídeo porque a taxa de divórcio no país está crescendo demais (triplicou entre 2000 e 2010), e a educação sexual poderia ser um caminho para uniões mais duradouras.



O filme começa com uma dança sensual entre duas flores e imagens de espermatozoide ao som da trilha sonora de 2001: Uma Odisseia no Espaço. E segue para conselhos de especialistas, entre eles o psiquiatra Mohammad Majd, professor da Universidade de Teerã.



Alguns dos conselhos são válidos em todos os lugares: “A raiva e o estresse prejudicam a atividade sexual” e “Na relação, não é só o homem que se movimenta, enquanto a mulher está lá deitada. Mexa-se junto. Mulheres, se vocês querem ter um orgasmo, têm que mexer também.”
Outros, no entanto, são bem mais controversos. O GlobalPost publicou alguns trechos traduzidos do persa que reproduzo aqui.


Para os homens, sobre as preliminares:
“Use sua língua para tocá-la. Ouçam, homens, a pele atrás e ao lado das orelhas, o pescoço e a bochecha são as partes mais sensíveis da mulher.” (Não está exatamente errado, mas acho que todo mundo consegue pensar em partes tão ou mais sensíveis do que as do guia iraniano)


Como iniciar o ato sexual:
“Depois dos passos preparatórios, a relação começa com os dois olhando um para o outro. Não se mexa [por alguns segundos]. Apenas os órgãos sexuais dos dois devem se encontrar.” (Eles até incentivam o sexo – mas deixam a naturalidade de lado e passam longe do kama sutra)


Como saber se uma mulher teve um orgasmo:
“Tente carregar a mulher depois do sexo, e você verá que ela parece mais pesada. Isso é um bom sinal, indica que ela está satisfeita.”
No começo do vídeo, o dr. Majd explica que os conselhos sexuais vêm de várias fontes, inclusive religiosas. Isso explica muita coisa, não é mesmo? O vídeo é um avanço para uma nação conservadora como o Irão, é verdade. Mas seria um progresso ainda maior ainda se os conselhos viessem da ciência…

Erasmo Carlos: Clipe de 'Kamasutra' choca Brasil com cenas picantes de sexo

O músico brasileiro Erasmo Carlos lançou um novo disco, mas está a dando o que falar por causa do videoclip polémico do tema ‘Kamasutra’.


O teledisco é dirigido pelo cineasta Cacá Diegues e foi colocado no site oficial do músico. A razão de queixa prende-se com as cenas 'picantes' de sexo, muitas imagens eróticas, acasalamento animal e, inclusivamente, um casal em pleno ato sexual num hotel.


O tema 'Kamasutra’ foi escrito por Erasmo Carlos em parceria com Arnaldo Antunes, conhecido também por participar no projecto Tribalistas, ao lado de Marisa Monte e Carlinhos Brown.
A canção é o primeiro single do álbum ‘Sexo’, lançado em Agosto.~


Este é o 27º registo da carreira do compositor. Erasmo Carlos completou recentemente 50 anos de carreira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e é um dos músicos brasileiros mais respeitados.


De onde vem o orgasmo feminino?

Alguns pesquisadores dizem que ele serve para estimular a reprodução, outros, que é subproduto do masculino.


Há 40 anos, biólogos evolucionistas tentam responder a essa questão. Em geral, os pesquisadores giram em torno de duas hipóteses: assim como o masculino, o orgasmo das mulheres serviria para estimular o sexo e, portanto, a reprodução e a outra linha diz que o orgasmo delas seria um subproduto do masculino. A mesma ideia que explica por que homens têm mamilos, que não servem para nada. Eles são tão importantes para as mulheres que a natureza “achou” melhor equipar os a todos com eles, não houve pressão ecológica para que os mamilos não existissem nos dois sexos.

A pergunta é complexa. Para tentar mais uma vez clarear a dúvida, pesquisadores da Universidade de Queensland (Austrália) e Turku (Finlândia) realizaram uma pesquisa com 10 mil gêmeos e irmãos comuns. Se o orgasmo das mulheres for só um subproduto, eles acham que os mesmos genes estariam envolvidos na sensação em ambos os sexos. Se o resultado com irmãos mostrar que eles são mais parecidos entre si do que não parentes, a característica estudada tem grandes chances estar relacionada aos mesmos genes.

Os pesquisadores tentaram medir o que chamaram de “orgasmabilidade”, que seria a suscetibilidade de sentir um orgasmo. O questionário perguntava aos homens sobre o momento do orgasmo e, à elas, a pergunta era sobre a frequência e facilidade com que tinham a sensação.

Os resultados mostraram que gêmeos idênticos do mesmo sexo tinham mais semelhança do que os não-idênticos do mesmo sexo, o que evidenciaria o papel dos genes e a ideia de que é um subproduto masculino. No entanto, para contrariar essa hipótese, os pesquisadores viram que os gêmeos e irmãos de sexos opostos não tinham semelhanças na “orgasmabilidade”.

Esses resultados sugerem que os genes que influenciam o orgasmo em homens e mulheres são diferentes. A função e o caminho percorridos pelo orgasmo nos dois sexos, também. E a ideia do subproduto estaria errada. Apesar das evidências, quem defende a ideia do subproduto, diz que a pesquisa deveria ter avaliado os critérios em homens e mulheres. O estudo não apresenta nenhum resultado conclusivo, só aprofunda o debate entre pesquisadores. A única certeza é que o orgasmo feminino é ainda uma questão complexa e misteriosa.

Corinthians agora terá patrocínio de preservativo na camisa

Para "estimular a prática do sexo seguro", a camisa do Corinthians passará a estampar a partir do jogo contra o Fluminense, neste domingo, no Rio, pelo Campeonato Brasileiro, uma empresa de preservativos.


A Jontex pertence ao grupo Hypermarcas, assim como os desodorantes Bozzano (peito e costas) e Avanço (axilas), e terá seu logotipo na omoplata (ombros) do uniforme de jogo da equipe.


"Até o final do ano traremos grandes novidades para o mercado e a parceria com o Corinthians, que tem uma das maiores torcidas do país, colabora para aumentar a visibilidade e destaque da marca", diz Gabriela Garcia, diretora executiva da Hypermarcas.


E ela conclui, em nota publicada também no site oficial corintiano: "Associá-la ao esporte mais adorado pelos brasileiros também é uma oportunidade de reforçar a importância do sexo seguro e mostrar que somos um fabricante de preservativos modernos e sofisticados, que visa também estimular o prazer nos relacionamentos".

Estrelas pornô têm preferência para registrar sites .xxx

A empresa ICM Registry, a responsável legal por administrar o TLD .xxx, abriu uma janela de 50 dias.


Quase tudo está pronto para que o TLD .xxx comece a ser usado no mundo. Isso significa que, num futuro próximo, sites relacionados a sexo terão a alternativa de um domínio terminado em .xxx, sufixo criado especificamente para esse fim. E os astros e estrelas do pornô têm prioridade para registrar os endereços.


A empresa ICM Registry, a responsável legal por administrar o TLD .xxx, abriu uma janela de 50 dias na qual atores e atrizes de vídeos pornográficos podem requerer um site do tipo. Dessa forma, cria-se a preferência para que pessoas envolvidas na indústria do entretenimento adulto garantam sites .xxx antes dos demais.


O mesmo vale para as produtoras de filme pornô, bem como companhias que por ventura licenciem os direitos de exibição de conteúdo adulto.


Para reservar um domínio .xxx é preciso provar que é uma pessoa ou empresa com representação na indústria da pornografia.


Da mesma forma que os envolvidos nesse ramo da economia têm preferência na criação dos endereços terminados em .xxx, os usuários poderão solicitar que seus nome nunca sejam associados a um domínio do tipo. Para tanto, seria necessário pagar a tarifa única que varia de US$ 150 a US$ 300.


A secretária de estado Theresa May, do Reino Unido, poderia muito bem que seu nome seja protegido de registros .xxx, enquanto a estrela pornô Teresa May deve estar altamente inclinada em ganhar um site novo com TLD voltado para sexo.

As doenças que você pode pegar transando na praia ou no mar

Médicos alertam: mulheres estão mais expostas do que homens e a proteção da camisinha jamais deve ser descartada.

Não há quem não se lembre do episódio em que a modelo e apresentadora Daniella Cicarelli foi flagrada trocando carícias no mar com o namorado.


Neste mês, a atriz Giovana Ewbank, mulher do galã global Bruno Gagliasso confessou à revista Playboy que adora fazer sexo na areia. Na mesma edição, Bruna Lombardi admitiu já ter transado várias vezes na praia.


Parte da fantasia (ou da realidade, como admitiu Lombardi) de muitos casais, o sexo na areia da praia ou dentro do mar não está livre de riscos. Especialistas em saúde feminina e masculina fazem o alerta: sexo nesses ambientes deixa o casal mais propício a doenças sim.


"Nos homens, são mais comuns as reações alérgicas, já que o órgão sexual masculino é externo. Nas mulheres o mais comum são as infecções", afirma a ginecologista Flavia Fairbanks, de São Paulo.
A poluição da água é a principal fonte de doenças. O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges explica que o mar é cheio de bactérias e coliformes fecais, que são empurrados pelo pênis para dentro da vagina no momento da penetração. Ele ressalta também que as partículas de areia e o sal presentes na água podem causar irritação.


"Nesse meio, a lubrificação fica prejudicada, o atrito é maior e a probabilidade de aparecerem machucados e fissuras também", afirma.


Essa é a principal porta de entrada para infecções oportunistas como a candidíase, completa a ginecologista Denise Coimbra.


A candidíase é uma infecção causada por fungos. Os principais sintomas são corrimento, dor na relação sexual ou ao urinar, coceira e queimação na vagina e inchaço e vermelhidão na vulva. Outra complicação possível é a cistite, uma infecção do trato urinário causada por bactérias que entram pela uretra. Ardência ao urinar e urgência frequente de ir ao banheiro são os principais sintomas.


Piscina e cloro
A mesma preocupação é válida para piscinas. A presença de cloro na água não é suficiente para reduzir os riscos e pode até desequilibrar o PH vaginal, deixando a mulher mais suscetível a doenças. "A possibilidade de infecção permanece, a água vai ser empurrada para dentro da região", diz Borges. Ele adverte para o que considera ainda mais preocupante: as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis. "Cloro não mata esperma e nem afasta o risco de DST."


Proteção sempre
No mar ou na piscina, os especialistas reforçam o uso de preservativo. A recomendação é colocar a camisinha antes da penetração, de preferência com o pênis ainda limpo, sem areia, e utilizar um lubrificante à base de silicone, que não é solúvel em água. Mesmo com esses cuidados, os médicos afirmam que a durabilidade do preservativo fica comprometida.
"É uma relação menos segura. Costumo aconselhar: comece as brincadeiras na água, mas tenha a relação no seco. É mais confiável", adverte Borges.


Vale a pena ainda observar alguns cuidados posteriores ao sexo. A ginecologista Flávia Fairbanks recomenda uma higienização simples. "Lavar a região com água e sabão neutro." Denise Coimbra relembra que a qualquer sinal de irritação ou dor na região, deve-se procurar um médico.

É uma doméstica? Não, é uma prostituta

Descubra as diferenças entre estas mulheres e as «outras». Campanha irlandesa quer lutar contra o preconceito.


Quem olha para os cartazes vê, acima de tudo, mulheres comuns. Os posters mostram modelos sorridentes com a frase «I chose the job that suits my needs», que, traduzido, quer dizer «escolhi o emprego que se adapta às minhas necessidades».


Até podiam estar a fazer anúncios a detergentes da loiça ou da roupa, mas não. Esta campanha só vende uma coisa: quem aluga o corpo não merece ser discriminado. Na verdade, todos os cartazes têm textos que descrevem actividades quotidianas realizadas por uma mulher que, no final, se revela como prostituta. «Preciso deixar meu filho no treino de futebol, levar a minha filha na aula de dança irlandesa, pagar a renda e as contas, e sou uma profissional do sexo».

Conheça aqui essas mulheres.


A campanha «Turn Off the Blue Light ou «Apague a Luz Azul» surge em reacção a uma outra, intitulada a «Turn Off the Red Light» ou «Apague a Luz Vermelha», que pedia a criminalização para acabar com o tráfico de mulheres no país.

Os organizadores da campanha querem mostrar versão equilibrada e realista da profissão, sem vitimizar ou vangloriar os homens e mulheres que optam pela atividade.
Segundo estes, tanto as representações negativas da prostituição quanto as positivas são nocivas.

Segundo a BBC, a prostituição é uma actividade legal na Grã-Bretanha e República da Irlanda, desde que praticada por pessoas maiores de 18 anos.No entanto, algumas actividades associadas à prostituição são proibidas, como oferecer serviços sexuais nas ruas.

Deseducação Sexual: Boneca vs. Sapo

"Vamos tirar o sexo brejo e o casamento do pântano!"
No meu tempo de adolescente não se falava em sexo ― o que já é lamentável ―, salvo em algumas aulas de educação sexual, na escola. Nelas, era ensinado como não engravidar nem contrair DSTs. E só.


Hoje em dia, em vez de não ter educação sexual, a garotada recebe deseducação sexual nos lugares mais impróprios ― como nos vídeos pornográficos da internet, e nas novelas e em filmes que assistem com a família. Ainda hoje, com tanta informação circulando, ninguém fica sabendo que uma energia sexual saudável é importante para a saúde do corpo, para a autoestima, a beleza e a longevidade. Aliás, feliz do casal que realmente sabe o que é um sexo gostoso, e que tem energia para praticá-lo...


Em geral, as mulheres até querem, mas não sabem como curtir de verdade. Tudo bem que, às vezes, o problema está nelas mesmas, que simplesmente não aprenderam a se entregar ― de verdade ― ao marido. Aí caem no truque do prazer fingido, e isso é péssimo para ambos, pois a mulher pode começar a cobrar do marido de outras formas: por exemplo, se irritando com ele e criticando-o em situações que nada tem a ver com a cama.


Por outro lado, o marido ― que antes parecia ter uma dúzia de mãos cheias de desejo, passa a concentrar tudo na "etapa final", deixando a esposa meio frustrada. A pressa, a falta de cumplicidade, de companheirismo e de carinho transformam o que poderia ser puro amor em uma cena daquelas de filme erótico da pior qualidade... Com um agravante: mulher nenhuma sente o que as atrizes do gênero "interpretam" nesse tipo de filme. Sem conseguir dar prazer à esposa, o sujeito começa a achar que ela é "fria". Mas é ele quem traz o freezer para sua própria cama...



E qual é a mulher que tem coragem de dizer ao marido, com todas as letras, que ela não tem vocação para atriz de filme pornô? Isso significaria, para a grande maioria dos homens, um tiro no ego. Descobrir que o príncipe virou sapo não é pra qualquer um, não. Tem que ser muito macho para reverter a situação!



O que é preciso para se ter uma cama sempre quente?


Segundo a diretora da Escola do Feminino no Brasil, é muito importante a correta escolha do parceiro, pois a mulher precisa de segurança ― mesmo dentro do casamento. Para a diretora, a mulher precisa aprender a ser seletiva, reconhecer o bom parceiro e dele não ter medo, se entregar, e ter confiança. "Se a mulher não souber escolher o parceiro adequado sempre estará em estado de alerta, esperando alguma traição ou abandono, e neste estado não pode haver sexo bom", diz a especialista.



Alguns maridos não entendem essa necessidade feminina. Depois de alguns anos de casamento, não percebem que atitudes como indiferença, grosseria gratuita (que pode ser gerada por fatores externos ao ambiente familiar), falta de carinho e atenção, como nos tempos de namoro ou primeiros meses depois da lua-de-mel, afetam a capacidade de entrega das suas esposas. E só enxergam o que fica faltando: um jantar especial, mais visitas ao salão de beleza, renovação das roupas íntimas, casa arrumadinha... Voz doce e o mínimo possível de reclamação! (Tudo isso se reflete na, e é reflexo da, cama.)


Na cama do casal, os sentidos (audição, paladar, olfato, visão, tato) precisam estar aguçados. Marido e mulher devem estar presentes de corpo e alma, e não mergulhados nas suas preocupações ou em sonhos particulares. Só que, em situações de estresse e de insegurança, quando a mulher sente que passou a ser vista como uma "boneca inflável", é exatamente isso que o esposo vai encontrar na cama: o corpo dela estará sob os lençóis - mas seus pensamentos estarão muito, muito distantes...


Toda esta informação já é um grande diferencial, tanto para os homens como para as mulheres ― já que nos tempos da minha avó, como dizem, as mulheres aprendiam a ter medo do sexo oposto, o que tornava a cama um local de sacrifício para a mulher, e um prazer medíocre para o homem.


Hoje não precisa ser assim. Vivemos em tempos de comunicação aberta, informação gratuita e à disposição de todos. Resta decidir ter uma boa educação sexual, ou continuar aprendendo a fazer tudo errado ― o que pode colocar em cheque um casamento que poderia ser feliz...


Rituais de sedução


Segundo especialistas, o ato sexual, quando bem preparado, bem intencionado e com um parceiro compatível, acende a chama da energia vital, tornando a mulher mais radiante, mais bela, magnética e jovial.


A troca de energia sexual entre marido e mulher vai além do sexo em si. A sintonia pode ocorrer em uma simples conversa, compartilhando atividades, troca de olhares... Toques de carinho, massagens...


Não é porque se está casado há mais de cinco anos que os rituais de paquera, encanto e sedução estão dispensados. Muito pelo contrário. Sem aquela adrenalina da paixão ― que não dura a vida toda ― esses rituais tornam-se mais necessários do que nunca. Para o casal, é muito importante intimidade e confiança, mas ao mesmo tempo não deve haver uma rotina que acabe transformando o sexo em algo mecânico, e até entediante. (Também se recomenda um certo mistério e renovação contínua.)


A mulher necessita ter admiração pelo seu parceiro, pois sem essa não há desejo. E como admirar alguém que a trata com grosseria ou que não toca em seu corpo com carinho? (Ninguém gosta de se sentir uma boneca-inflável...)


Para o homem, é muito importante que a mulher saiba recebê-lo, com paixão e ternura, sem competição, nem exigências. Como ter ternura por uma mulher que só sabe reclamar e gritar? E ambos devem pensar no bem estar do outro, saindo do próprio egoísmo...


Segundo o terapeuta americano
Wilhelm Reich, "energia sexual é a vida em sua melhor expressão, é fonte de beleza, juventude, vigor e longevidade". Quando essa energia está em baixa, a pessoa acaba se tornando apática, cansada, sem vigor, mal humorada, cheia de dores, desinteressada pela vida e desinteressante para o outro.


Ao contrário disso, sexo feito casualmente, sem intenção ou admiração pelo parceiro, pode se tornar mecânico e ser um desperdício de vitalidade, além de perder a graça rapidamente...


Sexo bom não tem necessariamente a ver com muitas experiências, nem com diferentes parceiros (e nem de reproduzir o que se vê em vídeos...). Trata-se de conhecer-se a si mesmo e ao outro, respeitar e superar as diferenças.


Casamento deveria ser sinônimo de sexo bom e seguro, e melhor a cada ano que passa ― e não o contrário. Tem até uma campanha no exterior que fala sobre isso. Lembre-se sempre: "Faça amor, e não faça pornô!".

 
Débora Carvalho

Seu marido não quer mais fazer sexo? saiba como reagir

Dor de cabeça. A velha desculpa usada pelas mulheres para evitar o sexo indesejado já virou piada. Estranho mesmo é quando eles usam a enxaqueca ou qualquer outro motivo para fugir da relação sexual. Recentemente, na França, um homem foi condenado a pagar a sua mulher uma indenização de 10 mil euros (o equivalente a R$ 23 mil) por não manter relações sexuais com ela durante anos.



Polêmicas a parte, para o psicólogo Oswaldo Martins Rodrigues Junior, diretor do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex), tendemos a acreditar que os homens estão sempre prontos para o sexo, e isso é cultural. “As mulheres estranham quando eles não desejam sexo”, diz.


Médico especializado em sexualidade humana e diretor do Instituto Brasileiro para Saúde Sexual (Ibrasexo), Alfredo Donis Romero conta que a negativa para o sexo por parte do homem fatalmente dispara um pensamento aparentemente óbvio na cabeça de suas parceiras: “ele tem outra”. Mas nem sempre as suspeitas de traição têm fundamento. Romero diz que em pelo menos em 70% dos casos o problema pode ser de ordem psicológica ou refletir questões de saúde. “Os genitais não respondem de modo direto às ordens mentais, mas atuam por meio do sistema nervoso autônomo e, com isso, são extremamente suscetíveis às emoções", aponta Rodrigues Junior.


“Alguns homens começam a não ter mais aquela performance sexual que tinham antes, então eles ficam envergonhados e começam a evitar o sexo, mas não dizem claramente que não estão tendo uma boa ereção”, alerta o especialista. Homens com ejaculação precoce, por exemplo, começam a evitar o sexo porque sabem que a mulher vai ficar irritada por ele chegar ao clímax rápido demais.



Doenças como diabetes e arteriosclerose podem atrapalhar a ereção. Drogas, álcool, cigarro e alguns medicamentos também atuam como sabotadores do desempenho sexual. Em casos de enfermidades como essas, o melhor a fazer é procurar a ajuda de um médico especializado no assunto. Outros fatores como rotina, estresse e falta de novidade na cama também podem desencadear desinteresse sexual. Afinal, não só as mulheres têm esses conflitos internos.


Dividir problemas e encontrar soluções

Partir para acusações sobre uma possível traição é desaconselhável e, muitas vezes, injusto. Romero sugere uma possibilidade de abordagem suave e assertiva, de forma que o parceiro não fique acuado. “Eu estou percebendo que está aumentando o tempo entre as nossas relações”, exemplifica o médico, indicando um bom começo de conversa. “Quando a mulher toma essa atitude, ela passa a ser uma aliada fundamental do homem, e ele dela. Seja o problema de ordem biológica, genital ou anatômica”, analisa Romero.


Dividir os problemas com alguém pode torná-los menos pesados. “Tem que conversar de forma franca e aberta”, recomenda Romero. “Casal que não conversa é casal que se separa, é casamento que acaba”, sentencia.

Regulamentação deve garantir segurança de prostitutas

Se na Suíça a prostituição é considerada uma profissão como as outras, muitos dos problemas associados a ela, principalmente a violência, poderiam ser resolvidos mais facilmente.

Um estudo intitulado "Violência no negócio do sexo" revela que a falta de regulamentação é um grande problema para profissionais do sexo e estabelecimentos do gênero.

"Em outra profissão, os trabalhadores obtêm contratos que determinam claramente o que será feito, o preço e quanto tempo deve levar. No negócio do sexo, atualmente, esse não é o caso", conta à swissinfo.ch Eva Büschi, professora da Escola de Trabalho Social da Universidade de Ciências Aplicadas do Noroeste da Suíça.


Um problema, segundo a pesquisadora que entrevistou agenciadores e profissionais do sexo, é que os agenciadores temem ser enquadrados na lei que proíbe a promoção da prostituição.


O estudo revela que a violência é uma realidade diária na profissão. Ela ocorre entre clientes, agenciadores e trabalhadoras, e entre elas mesmo.


No entanto, a pesquisadora diz que os agenciadores tendem a minimizar o problema, que consideram como um estigma social.

Abordagem pragmática

Já que a prática legal da prostituição gera um faturamento estimado em 4,4 bilhões de dólares por ano, Eva Büschi diz que a profissão deve ser abordada de forma pragmática, garantindo as melhores condições possíveis às trabalhadoras.


Pius Segmüller, bem conhecido no país por suas convicções cristãs (membro do Partido Democrata Cristão, foi durante quatro anos chefe da Guarda Papal), disse à swissinfo.ch que, embora considerasse pessoalmente a prostituição imoral, quando foi comandante da polícia de Lucerna (centro), entre 2002 e2006, teve de lidar com implicações práticas.


"Cedo ou tarde temos que dar o devido reconhecimento ao negócio do sexo para evitar que caia na criminalidade. Não podemos acabar com a profissão mais antiga do mundo relegando -a ao submundo", disse.


Segundo o ex-comandante da polícia, a prostituição é praticada de forma mais segura em clubes ou bordéis do que na rua. "Quanto mais legal, mais fácil é ficar de olho."

Condições de trabalho

Para Eva Büschi, condições adequadas de trabalho são um fator essencial contra a violência dos clientes, assim o acordo entre cliente e profissional do sexo poderia ser claramente definido desde o início.


Segmüller acha que os estabelecimentos de sexo deveriam se unir em uma associação que procurasse implementar as normas e que ajudasse na cooperação entre os diversos agentes envolvidos.


"Essa é a única maneira de realmente acabar com a violência e outros problemas", disse.


Enquanto os agenciadores reclamam que estão sendo estigmatizados, Segmüller diz que, em alguns casos, a culpa é mesmo deles. Alguns ganham muito dinheiro com prostitutas, pagando-as mal e oferecendo péssimas infraestruturas.

Autorização

Autoridades de Nidau, no cantão de Berna, já introduziram condições para a concessão de autorização para os futuros estabelecimentos de sexo. A ação está sendo considerada como um possível modelo para o resto do país.


Os estabelecimentos têm que garantir que as mulheres estão declaradas como profissionais do sexo e não como turistas, e que não estão ilegais no país. Também devem distribuir para elas folhetos nos seus próprios idiomas informando seus direitos e deveres - principalmente que são obrigadas a declarar seus ganhos à Receita Federal suíça.


Os estabelecimentos não podem cobrar um preço muito alto pelos quartos nem por taxas extras. Além disso, as profissionais do sexo devem poder ter acesso ilimitado aos centros de aconselhamento.


A Polícia pode fazer visitas sem aviso prévio aos estabelecimentos para verificar se as regras estão sendo cumpridas, e caso contrário exigir seu fechamento.

Profissionalização

O estudo propõe a profissionalização do métier para ajudar a tirar o estigma das prostitutas e traçar mais facilmente uma linha divisória entre o que é legal e o que é ilegal.


Seria mais difícil, tanto para os proprietários de bordéis como para os clientes, exercer pressão sobre as trabalhadoras, o que por sua vez lhes daria proteção extra e tornaria mais fácil enfrentar os problemas.


"Quanto maior a pressão sobre as trabalhadoras do sexo, maior é o risco que correm, por exemplo, aceitando um cliente bêbado ou prestando serviços sem preservativo", explica Eva Büschi.


Segmüller gostaria que fossem feitos exames de saúde, pois as doenças afetam tanto as prostitutas como seus clientes.


Mas para ele a sociedade - em particular na forma como as pessoas são educadas – precisa alertar as futuras profissionais do sexo sobre os perigos de se prostituir.


"Você está se vendendo, entregando-se a alguém. E embora a maioria dos envolvidos tentem negá-lo, isto é um peso difícil de carregar."


Eveline Kobler e Etienne Strebel

HUC avançam este mês com as operações de mudança de sexo

Os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) vão iniciar este mês o programa de cirurgias de mudança de sexo. Segundo António Reis Marques, diretor do Serviço de Psiquiatria dos HUC, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS, “as primeiras quatro pessoas que serão submetidas a esta cirurgia, na unidade de Coimbra, já foram selecionadas.


A decisão dos HUC de avançar com este tipo de cirurgia foi tomada no passado mês de março, depois de o único cirurgião que as realizava em Portugal, Décio Ferreira, ter deixado o serviço público de saúde.


Para desenvolver este programa foi criada nos HUC a Unidade de Cirurgia Reconstrutiva Genito-Urinária e Sexual, que reúne 15 especialistas de vários serviços.


De acordo com Reis Marques, a equipa que desenvolverá este programa de cirurgias integra três ginecologistas, três urologistas, três cirurgiões plásticos e ainda especialistas da área da Psiquiatria e da Endocrinologia.