Dê uma folga à cama: Guia para o sexo em cada canto da casa

Saia da rotina e turbine a relação mudando de cômodo na hora do sexo. As consultoras sexuais Fatima Mourah, Lu Riva e Elis Angela Medeiros criaram um roteiro sexual para você dar um descanso ao seu colchão. Confira algumas dicas:

Na sala
Se o filme que você e seu amor estão vendo na sala lhe deu ideias picantes, economize o caminho até o quarto e parta para o ataque ali mesmo.

Sofá: ajoelhe-se de frente para o encosto e apoie seu peito no móvel. Empine o bumbum para facilitar a penetração. O bonitão deve ficar de pé, bem atrás de você. O sofá também é um local perfeito para fazer e receber sexo oral.

Chão: para evitar os roxinhos pelo corpo, prefira transar sobre um tapete macio. O companheiro deve ficar sentado com as costas apoiadas na parede, as pernas retas e abertas. Ajoelhe-se de costas para ele e reveze movimentos de sobe e desce.


Banho de orgasmo
Transar no chuveiro é uma delícia e, com um pouco de criatividade, outros espaços em seu banheiro também podem contribuir muito para seu prazer.

Box: além de excitante, é uma ótima opção para “aqueles” dias, pois o fluxo da água diminui o sangramento. Apoie suas mãos na parede, jogue o tronco para frente e eleve o bumbum para ele penetrá-la por trás.

Pia: de frente para a torneira, peça que o rapaz fique atrás de você. Ele pode segurá-la pela cintura enquanto pega em seu cabelo e beija seu pescoço. Se estiverem em frente ao espelho, ele conseguirá apreciar suas expressões de prazer.

Parede: encoste suas costas e, de frente para o moço, abrace a cintura dele com uma perna para possibilitar a penetração. Se for forte, ele pode erguê-la enquanto você o enlaça com as duas pernas.


Degraus do desejo
Já é hora de colocar em prática a fantasia de fazer amor numa escada. Se não for em sua casa, tome cuidado para não ser flagrada.

Escada: comece com amassos, usando o corrimão como apoio, ou com um sexo oral caprichado. Peça para o gato sentar-se em um degrau e se encaixe de costas para ele, aproveitando o desnível para uma penetração profunda.


Paisagem do prazer
Seu apartamento ou casa tem uma vista linda da sacada? Então, espere a madrugada e aproveite o cenário de um jeito delicioso.

Sacada: coloque uma camisola ou vestidinho leve, sem calcinha, para apreciar a noite. Deixe o corpo levemente inclinado para frente e peça para seu parceiro abraçá-la por trás. Ele pode cobri-la de beijos no pescoço enquanto a penetra.


Encontro gastronômico
Comece com um jantar inocente e, depois, mostre a ele suas verdadeiras intenções.

Mesa ou bancada: certifique-se de que é resistente e livre-se do que estiver sobre ela. Sente-se na beirada e incline o corpo para trás, enquanto o gato a penetra, de pé. Enlace a cintura do bonitão com as pernas ou apoie-as nos ombros dele. Em último caso, eleve o bumbum para estimular ainda mais seu ponto G.

Cadeira: enquanto ele fica sentado, você pode premiá-lo com striptease ou sexo oral. Então, sente-se de frente ou de costas, controlando os movimentos.

Sexo com homens das cavernas garantiu aos humanos salto imunológico, diz estudo

Visitantes observam estátua de um homem de Neandertal,
em exibção no Museu Naconal da Pré-História da França
(AFP/Arquivo, Patrick Bernard)


As relações sexuais com humanos arcaicos, como os neandertais, geraram filhos que herdaram genes-chave que ajudaram os humanos modernos a combater males e doenças, indica um estudo publicado na edição desta quinta-feira da revista Science.






"O acasalamento interracial não foi apenas um evento ocorrido ao acaso, legou algo útil à reserva genética dos humanos modernos", disse Peter Parham, da Universidade de Stanford, principal autor do estudo.



Dotados de conhecimento sobre o genoma dos neandertais e dos hominídeos de Denisova, dos quais um dente e o osso de um dedo foram descobertos em uma caverna da Rússia, no ano passado, cientistas vasculharam os dados em busca de pistas sobre quais genes se combinaram.



Os cientistas já sabiam que cerca de 4% do DNA do neandertal e até 6% do DNA do hominídeo de Denisova estão presentes em alguns humanos.



Este estudo possibilitou um estudo mais aproximado dos chamados genes classe I HLA, que ajudam o sistema imunológico a se adaptar de forma a repelir novos patógenos que poderiam causar várias infecções, viroses e doenças.



Os cientistas rastrearam a origem de um tipo deste grupo de genes, o HLA-B*73, aos hominídeos de Denisova, que provavelmente copularam com humanos que chegaram ao oeste da Ásia ao saírem da África. A variação é rara em populações africanas modernas, mas é comum nas pessoas do oeste da Ásia.



"Achamos que isto teve muito a ver com o ambiente patogênico em diferentes partes do mundo", explicou Laurent Abi-Rached, cientista francês e principal autor do estudo.



"Quando os humanos modernos deixaram a África, eles ingressaram em um novo ambiente. Isto deu a eles uma vantagem. Foi uma forma rápida de adquirir defesas", acrescentou, em declarações à AFP.



Segundo o estudo, estes genes HLA remotos se multiplicaram entre as populações modernas e hoje são detectados em mais da metade dos euroasiáticos.



"Se tudo se tratou de namoro, estamos falando de uma quantidade tremenda de genes", disse Milford Wolpoff, paleoantropólogo da Universidade de Michigan, que não participou do estudo, mas disse sustentar as descobertas.



"A isto se chama evolução multirregional. Estamos falando disso há 30 anos", afirmou à AFP.



"Muitos dos genes que encontramos estão fazendo algo útil. A única resposta para isto é seleção natural", emendou.



Os neandertais desapareceram cerca de 30 mil anos atrás. Eles e os hominídeos de Denisova partilharam um ancestral comum com os humanos modernos há cerca de 400.000 anos.



Os humanos modernos ofuscaram estes primos remotos quando nossos contemporâneos começaram a se espalhar pela Ásia e pela Europa, procedentes da África, há cerca de 65.000 anos.



Algum acasalamento deve ter acontecido, tendo em vista as evidências que permanecem em nosso DNA, mas mesmo as últimas descobertas lançaram pouca luz sobre a natureza destes relacionamentos: se foram violentos ou consensuais, curtos ou longos.



"Mesmo que tenha provavelmente havido cruzamentos, não necessariamente foram muito frequentes", disse Abi-Rached.



"Mas eles tiveram um papel importante na formação da imunidade humana moderna", acrescentou.



Abi-Rached disse esperar que futuras pesquisas revelem mais sobre o papel que os genes imunológicos podem ter desempenhado, ao dar proteção àqueles que sobreviveram, e também sobre sua relação com as doenças autoimunes que afetam os humanos hoje.



O trabalho de estudar o legado deixado por ancestrais remotos nos nossos corpos pode levar a novas opções de tratamento para doenças modernas, o que tem animado os cientistas quanto ao potencial deste campo emergente.



"A maior parte do dinheiro investido em genética se relaciona com doenças", disse Wolpoff.



"A paleoantropologia é como a política. Vai-se onde está o dinheiro", brincou.

Meninos atingem maturidade sexual mais cedo do que nunca

Um demógrafo alemão, do Instituto Max Planck (Leipzig), usou um índice de mortalidade para estudar um dos aspectos mais “vivos” do ser humano: o início da sexualidade. Baseado na taxa em que os homens adolescentes mais encaram situações arriscadas, por estar com a testosterona a níveis altíssimos, ele afirma: os jovens do sexo masculino nunca tiveram maturidade sexual tão cedo quanto atualmente.


A maturidade sexual, em meninas, é um índice facilmente mensurável. Já se sabe que atualmente elas também atingem a plenitude de sua sexualidade mais cedo do que nunca, graças à observação da menstruação e do crescimento dos seios. Em rapazes, no entanto, essa medida é um pouco mais abstrata.


Não se considera, conforme explicam os médicos, que a puberdade masculina está no apogeu logo após a primeira ejaculação, por exemplo, porque as mudanças hormonais continuam por muito tempo depois disso. É por essa razão que pesquisadores estão buscando maneiras alternativas de medir esse índice em garotos. O pico de incidência da testosterona, neste caso, é o padrão escolhido.


A pesquisa, de autoria do demógrafo Joshua Goldstein, se baseia em um conceito sociológico, chamado de “accident hump” (literalmente, significa “cume dos acidentes”), que indica o ponto na vida de um homem jovem onde o excesso de testosterona mais afeta sua cautela. Ou seja, o momento em que o adolescente mais se deixa levar pelos hormônios e coloca a vida em perigo em situações arriscadas. Como este índice de mortalidade está atrelado à quantidade de testosterona, tal relação foi aproveitada por Goldstein.


Para usar esse índice, foi necessária uma ampla pesquisa histórica. Os pesquisadores analisaram o estilo de vida dos homens adolescentes na Suécia, Dinamarca, Reino Unido e Itália desde 1751. O objeto em questão era a mortalidade relacionada ao “accident hump”. Os resultados indicaram que essa mortalidade vem caindo 2,5 meses por década desde então. Isso significa, segundo os pesquisadores, que a cada década desde a metade do século XVII o homem está amadurecendo dois meses e meio mais cedo.


De acordo com esses cálculos, como explicam os cientistas, o rapaz de 18 anos de hoje é como o de 22 anos em 1800. Um exemplo prático disso é a mudança de voz. Os pesquisadores analisaram registros do coral de uma catedral alemã, na metade dos anos 1700. Na época, os garotos mudavam de voz aos 18 anos. Estudos recentes, na Grã-Bretanha, indicam que os garotos estão ganhando voz de homem logo aos 13.


As razões para esse amadurecimento rápido, no entanto, ainda não estão muito claras. Uma das teorias seria o aumento da qualidade de vida: como o adolescente de hoje é mais nutrido e tem menos doenças do que o rapaz de 300 anos atrás, mais recursos do corpo podem ser direcionados ao amadurecimento sexual. E as mudanças físicas, segundo o demógrafo, mostram certo “amadurecimento social”. Embora atinjam o ápice da sexualidade antes, os jovens de hoje tendem a escolher carreiras, casar e ter filhos mais tarde do que antigamente.

Mulheres preferem animal de estimação a sexo, diz estudo

O livro Money Honey:The Power Of Capital Erotic investigou pesquisas internacionais sobre o desejo sexual entre homens e mulheres e a conclusão foi que 42% das mulheres preferem ter um animal de estimação do que uma vida sexual. Estudos em toda a Europa apontam que cerca de um terço das mulheres têm o desejo sexual baixo ou inexistente. As informações são do Daily Mail.

Apenas um quarto delas disse que o sexo as faz extremamente feliz. O estudo avaliou 12 mil mulheres em 21 países, em 2008.

Outra pesquisa, feita em 58 países, revelou que as mulheres se preocupam mais com a aparência do que com ter relações sexuais. Até os 30 anos, mulheres e homens têm a libido praticamente igual. Mas depois desta faixa, a mulher começa a perder o desejo sexual e fica bem atrás do homem.

O ambiente também interfere: pesquisas mostraram que as pessoas de sangue quente, que vivem nos países do Mediterrâneo, são sexualmente mais ativas do que as que vivem em regiões frias. Em alguns países africanos, os casais fazem sexo, em média, 440 vezes por ano. Em contraste, nos países ocidentais o índice é de pouco mais de 200 vezes anuais.

De acordo com a pesquisa, o interesse da mulher por sexo diminui após dois anos de relacionamento.

O livro menciona uma pesquisa com 100 casais australianos submetidos ao desafio de manter relações sexuais diárias, por nove meses. Segundo o estudo, as mulheres começaram a usar o sexo para controlar o marido e conseguir o que queriam.

As pesquisas reunidas na obra mostram que enquanto o desejo sexual do homem permanece linear ao longo da vida, o da mulher segue em declínio após os 30 anos de idade.

Em Portugal «35 mil prontos a trair em troca de sexo»

O site Second Love promove encontros entre comprometidos e já tem 35 mil inscritos em Portugal. 70 por cento deles têm formação superior e a maioria tem entre 35 e 50 anos. 
O site chegou em Abril a Portugal, depois de ter feito sucesso em vários países da Europa, como Holanda, Bélgica e Espanha.

Nos inscritos, a proporção é de sete homens para três mulheres, «mas elas estão a aderir cada vez mais».

Sexo é cena comum em área VIP da Festa do Peão de Barretos, diz Folha de S.Paulo

Segundo informações do jornal, o espaço, que é uma propriedade rural, conta com homens tomando banho ao ar livre, mulheres nuas, bebidas, drogas e remédios para disfunção erétil.

Apesar da proibição de atos obscenos, informa a Folha, sexo é cena comum no camping VIP. Policiais e seguranças não passam por ali.

A Festa do Peão de Barretos é um evento popular realizado na cidade do interior de São Paulo com rodeios de touros, cavalos e apresentações musicais.

Este ano, ocorre entre os dias 18 e 28 de agosto com expectativa de 950 mil pessoas.

O tabu do sexo oral

Alice, 34 anos, está separada há quatro. Recentemente, iniciou um namoro com Sandro, mas não está nada satisfeita. “Chego mais facilmente ao orgasmo com o sexo oral, mas ele parece não estar muito interessado em me dar esse prazer. Ele quer que eu faça sexo oral nele e sempre evita fazer em mim. Fiquei tão preocupada de estar com mau cheiro, ou qualquer outro problema, que fui à ginecologista. Não tenho nada. Mesmo assim, antes de transarmos me lavo várias vezes. Mas não tem jeito. Será que ele tem nojo de mim?”

Em Roma, há dois mil anos, havia três interdições sexuais para o homem: dormir com a própria irmã, dormir com uma sacerdotisa, ser passivo no sexo anal. Essas três práticas foram atribuídas a tiranos como Nero e Calígula, mas os romanos acreditavam que fundamental era ser o ativo; era preciso sempre dominar. O sexo oral não era bem visto, considerado uma desonra para o homem por colocá-lo a serviço da mulher. Entretanto, muitas mulheres também evitam o sexo oral.

A americana Shere Hite, na sua pesquisa sobre a sexualidade feminina, constatou que a maior preocupação da mulher quanto ao sexo oral é o cheiro. Algumas respostas de mulheres obtidas nesse estudo: “Eu ainda não superei a ideia de que sou suja lá embaixo”; “Se eu fosse homem, nunca faria isso!”; Eu sempre fico preocupada se estou cheirando mal ou com uma aparência nojenta ali”; “Eu sinto que não cheira bem, não tem bom gosto.

Tenho vergonha.” O sexo oral é alvo de dois tipos de preconceito: imoralidade e falta de higiene. Na nossa cultura judaico-cristã qualquer prática que não leve à procriação sempre foi condenada, e os genitais são, para muita gente, considerados uma parte suja do corpo, por sua proximidade com os órgãos de excreção. Claro que nada disso tem fundamento. É sabido que a grande maioria do sexo que se pratica não é para a procriação, e com a higiene comum os órgãos sexuais podem ficar tão limpos e cheirosos como qualquer outra parte do corpo.

Além disso, em condições normais, o pênis e a vulva contêm muito menos germes do que a boca. Uma mulher pode ter sensações variadas com a boca do parceiro na sua vagina. Mas ao invés de relaxar e se entregar às sensações de prazer muitas ficam tensas imaginando o que ele está achando do gosto ou do cheiro, se está fazendo aquilo só por obrigação.

REGINA NAVARRO LINS

Pink diz no Twitter que sente vontade de fazer sexo ao ouvir Sade cantando



Pink publicou em seu Twitter, na madrugada deste sábado, 20, que sente vontade de fazer sexo ao ouvir Sade cantando.



A cantora se apresentou na noite desta sexta-feira no Staples Center, em Nova York, EUA.





"Eu tenho certeza que todos aqui no Staples Center já fizeram sexo ouvindo uma música da Sade. Alguma coisa na voz dela me faz querer fazer sexo agora mesmo", revelou Pink no microblog.

Como as mulheres chegam ao orgasmo




O psicólogo americano Barry Komisaruk, contrariando Sigmund Freud, conseguiu entender o que se passa na cabeça das mulheres – pelo menos no momento do orgasmo. O pesquisador da Universidade Rutgers recrutou 11 mulheres – bastante desinibidas, diga-se de passagem – para que elas se estimulassem sexualmente (uma de cada vez) dentro de um aparelho de ressonância magnética.



Komisaruk e sua equipe registraram quais áreas do cérebro eram ativadas quando as mulheres tocavam a vagina, o clitóris e o colo do útero, com os dedos ou brinquedos sexuais. As voluntárias, que tinham entre 23 e 56 anos, ganharam US$ 100 para participar das sessões da pesquisa, que duravam entre uma e duas horas. As imagens do funcionamento do cérebro das mulheres foram publicadas no final do mês passado no jornal da Sociedade Internacional de Medicina Sexual. Ganharam o apelido de “mapa do prazer feminino”.



Antes que leitores do sexo masculino se entusiasmem, é preciso avisar que as descobertas de Komisaruk não se traduzem em sugestões para satisfazer as parceiras. Mas dão pistas sobre onde começar. Os estímulos na vagina e no clitóris acionam áreas diferentes do cérebro, o que provaria que os orgasmos ligados a essas duas regiões não são iguais. “Ao contrário do que dizem muitos sexólogos – que o clitóris é responsável pela maior parte do prazer feminino –, os estímulos vaginais também produzem ativações fortes no cérebro”, disse Komisaruk a ÉPOCA.



A conclusão mais interessante do estudo é sobre a sensibilidade dos mamilos, uma área frequentemente menosprezada por homens que vão direto ao ponto sul, e não ao norte. Os pesquisadores descobriram que estimulá-los ativa as mesmas zonas cerebrais ativadas pelo toque na região genital, embora com intensidade menor. Isso explicaria por que algumas mulheres, segundo relatos colhidos pelos cientistas, podem ter orgasmos pela estimulação do mamilo (#ficaadica).

Clube espanhol lança campanha com zumbis e sexo para atrair sócios

O Getafe lançou uma campanha polêmica para atrair novos sócios. Em um vídeo pra lá de nonsense, o clube da capital espanhola, “primo pobre” do Real Madrid, mistura zumbis, mulheres seminuas e, claro, sexo.
O comercial conta a história de um doador de esperma que, ao chegar a uma clínica, recebe um filme erótico sobre o clube espanhol onde aparecem “zumbis sensuais”. A ideia seria facilitar a doação de esperma para que, no futuro, o estádio da equipe se encha com sócios do Getafe. José António Cuétera, diretor de marketing do clube espanhol, classificou o vídeo como “polêmico, mas muito bom”.
“Temos que contar uma ação, mover uma massa social de torcedores para semear sócios do Getafe pelo mundo de uma forma simpática.

O objetivo é criar um sentimento, não há público específico, só aquele que tenha bom humor. Somos nove mil sócios, mas temos de ser mais”, afirmou Ángel Torres, criador da campanha, em declarações publicadas pelo “Diário de Notícias”de Portugal.


Sexo na gravidez só traz benefícios para a mulher e o casal

Sexo é sempre um assunto colocado como tabu pela sociedade.

Quando associado à gravidez, momento em que a mulher está em um momento de plenitude e fragilidade, o tema ganha outras vertentes e é reprimido por questões sociais e psicológicas. Segundo especialistas, sexo na gravidez só traz benefícios para a mulher e o casal.

“Além de preservar a auto estima da mulher também estimula o relacionamento do casal”, explica Renata Weltman, médica assistente do ambulatório de ginecologia e obstetrícia do hospital Santa Helena.Segundo a médica, o sexo na gravidez depende fundamentalmente de como o casal se relaciona. “Tudo depende de como o casal encara a sexualidade e a situação”, conta.

As alterações físicas da mulher durante a gestação também refletem quando a libido – desejo da mulher em praticar sexo. Segundo Renata é normal que seja decrescente a libido da mulher. “O normal é que o desejo da mulher em praticar sexo diminua pelas mudanças físicas, por ela se sentir feia, porém há casos em que ele aumenta”, explica a médica.

Conta indicação
Apesar de trazer benefícios o sexo nem sempre pode ser praticado durante a gestação por motivos médicos. Quando a paciente apresenta sangramentos, placenta com inserção baixa ou bolsa rota – rompimento prematuro da bolsa, que pode causar o nascimento antecipado e até mesmo levar a morte do bebê.

Ele não quer transar?

Ao contrário do que diz a lenda, homens não estão sexualmente disponíveis todo o tempo. As mulheres casadas sabem disso, as namoradas sabem disso, até as amantes, depois de algum tempo, descobrem que é assim.

Não estou falando da ansiedade do primeiro encontro, quando o sujeito, muitas vezes bêbado, acha que tem de improvisar uma performance que supere, ou pelo menos iguale, as incontáveis proezas sexuais que ele, desde os 14 anos, ouviu narradas por amigos e inimigos.

Não.

O objeto do meu interesse é a falta de desejo no interior da relação, quando o livro chegou à página 50 ou 100, quando as coisas estão tranquilas, e, subitamente, aquele sujeito que costumava jogar a mulher na parede e embasbacar-se com seu corpo nu parece mais propenso a jogar-se no sofá e abrir um livro – ou apertar, sem pressa, os botões do controle remoto.

Vocês sabem do que se trata.

Acho que toda relação tem esses períodos de castidade involuntária. Em alguns casos, a escassez de sexo será a marca do esgotamento e do fim. Em outras, apenas uma calmaria temporária que desperta, pelo período da sua duração, enorme inquietação em quem está a bordo.

São esses intervalos de abstinência involuntária que me interessam.

Eles são chatos para todo mundo, mas especialmente para os homens. Nessas ocasiões, as mulheres reagem como se os parceiros estivessem, propositalmente, recusando algo a que elas têm direito. A ausência de sexo seria uma espécie de crueldade masculina, uma punição ostensiva ou inconsciente e, talvez pior, um tipo de negligência e abandono. Esses sentimentos femininos são extremamente dolorosos, mas, provavelmente, infundados. Eles se baseiam na percepção de que os homens funcionam sexualmente como as mulheres – o que, absolutamente, não é verdade.

As mulheres podem transar sem sentir desejo. São fisicamente capazes de tomar parte em uma transa mesmo sem estarem excitadas. É uma possibilidade anatômica que elas exercem quando acham necessário – por carinho, por pena, por ambição, por medo ou, simplesmente, para poder dormir em paz.

Por isso, eu acho, elas se abatem tanto quando os homens negam sexo. É como se eles estivessem recusando um gesto de carinho solidário que toda mulher ou namorada afetuosa é capaz de oferecer. Eu já ouvi mulheres reclamando: “Ele nem tenta! Será que ele acha que toda vez que a gente transou eu estava louca de vontade?”

Esse tipo de generosidade faz todo sentido entre pessoas que se gostam, mas ela é fundamentalmente estranha ao universo masculino - pela simples razão de que ereções não se produzem por pena, carinho ou necessidade econômica, embora cada uma dessas coisas, no contexto adequado, possa contribuir.

Homens são incapazes de doar – ou vender - sexo porque, literalmente, o sexo não pertence a eles da mesma forma como pertence às mulheres. Não existe para os homens a possibilidade de uma relação sexual completa sem que eles sintam desejo pela parceira. Mesmo as drogas contra impotência só funcionam nessa condição. Elas potencializam o desejo, não o substituem.

O que se faz, então, quando se entra num período desses de calmaria e falta de sexo?

A primeira providência, eu acho, é não hostilizar o parceiro. Lembre-se: ele não pode resolver o seu problema da mesma forma como você resolveria o dele se a situação fosse inversa. É uma impossibilidade.

Outra dica que já me serviu: ponha-se bonita, de preferência provocante, e saia com ele por aí. Numa calmaria dessas, marquei com a namorada de encontrar amigos num restaurante. Ela chegou linda, com as pernas de fora, e me deixou todo orgulhoso. Enquanto almoçávamos, percebi que, na mesa ao lado, havia três garotas lésbicas que não tiravam os olhos dela. Estavam fascinadas com a minha namorada e, de alguma forma, o desejo delas acendeu o meu. A calmaria doméstica se encerrou naquela mesma noite, em grande estilo.

A última coisa prática que eu tenho a dizer sobre isso: desligue a TV ou, dependendo do namorado, tire do ar as redes sociais. Eu fico hipnotizado diante de qualquer filme. Sei que há caras por aí que não conseguem mais desgrudar do Facebook. Você não pode exigir que o seu homem esteja em riste, mas pode lembrar a ele que aparatos viciantes não ajudam. Se ele, sistematicamente, se recusar a desligar a TV ou largar do Twitter, mesmo diante de uma crise, estará sinalizando uma escolha – que pode não ser por você.

Mas, francamente, acho que essas crises são mais emocionais do que práticas.

Em geral, por trás da inapetência do sujeito estão acontecimentos no trabalho, frustrações íntimas, tensões que estão se montando dentro dele sem que você (ou ele mesmo) perceba. O tempo e uma atmosfera relaxada costumam ajudar a dissipar essas nuvens.

Às vezes, acho que períodos assim, embora não sejam legais, podem ser úteis. Eles forçam os casais a uma relação mais carinhosa, mais terna, que, frequentemente, fica de lado em benefício da sensualidade. Na falta de sexo, os homens tendem a se desdobrar em outros tipos de demonstração de afeto. Eu já me peguei mais meigo e atencioso nesses períodos. É uma forma de compensar que tem virtudes e seus benefícios.

Se nada disso parecer uma solução ou um consolo (ups!), lembre do mantra: não somos perfeitos, nem em sexo nem em nada. Gostar significa, necessariamente, aturar imperfeições. Às vezes é falta eventual de sexo, às vezes é coisa pior. Em geral, tudo se resolve. Quando não, há sempre o mundo, vasto mundo, a nos oferecer novas rimas e soluções.

IVAN MARTINS

Sexo evoluiu por dar resistência a parasitas, afirma estudo

Experimentos com vermes e bactérias dão mais peso a uma teoria que explica a origem da reprodução sexual. É a primeira vez que se faz um estudo em laboratório da coevolução entre parasita e hospedeiro para testar as vantagens evolutivas do sexo.

Uma população que se reproduz sem sexo, duplicando todos seus genes, cresce no dobro da rapidez de outra que pratique a coisa, pois não são necessários dois indivíduos para procriar como na reprodução sexual. Essa aparente ineficiência do sexo está envolta em mistério.

Os experimentos feitos por Levi Morran e colegas da Universidade de Indiana (EUA). publicados na "Science", mostraram que o sexo permitiu ao verme milimétrico da espécie Caenorhabditis elegans produzir prole geneticamente diversa e mais resistente à bactéria causadora de doenças Serratia marcescens.

"Não sei dizer por que ninguém tentou esse estudo em particular antes do meu grupo. O campo da biologia evolutiva está só agora começando a explorar a coevolução experimental, a prática de permitir que múltiplas espécies evoluam conjuntamente no laboratório, como uma ferramenta de pesquisa", disse Morran à reportagem.

O Caenorhabditis elegans pode ser hermafrodita ou macho. Numa população selvagem, entre 20% e 30% são machos. Mas, na presença da bactéria parasita coevoluindo, a frequência de reprodução via sexo passa a ser quase 90%. Os que fazem sexo com outros indivíduos apresentaram mais resistência.

Peça em que atriz usa bandeira como tapa-sexo causa polêmica



Espetáculo está em cartaz na Coréia do Sul.

Espetáculos teatrais causam polêmica desde que começaram a ser encenados. Desta vez a confusão foi em solo sul-coreano, mais precisamente em Seil, onde um diretor foi criticado após uma das atrizes de sua peça usar uma espécie de tapa sexo com a bandeira do Japão estampada.

De acordo com o próprio diretor, a intenção que ele teve ao usar a bandeira foi comemorar a libertação da Coreia do domínio japonês, que ocorreu entre os anos 1910 e 1945.

Ainda segundo o artista, a performance será exibida até o final de agosto.

Concordo com Sandy: sexo anal dá prazer sim’, diz Melão

‘Concordo com Sandy: sexo anal dá prazer sim’, diz Melão

Renata Frisson, a Mulher Melão, vai posar para a revista "Playboy" na próxima semana, em São Paulo. Segundo a funkeira, será a primeira vez que ela vai posar totalmente nua, e está muito ansiosa. “Nas minhas fotos eu quero muito glamour e riqueza. Quero muito ouro, muita joia. Quero ficar com cara de rica e poderosa. O tema do ensaio vai ser a minha música, ‘Você quer’. Canto que a mulher quer carro importado, joia... Por isso, vou ter tudo nas fotos”.

A funkeira contou que um empresário milionário de São Paulo que ela não conhece fez um "agradinho" quando ficou sabendo que ela iria posar para a revista. “Ele deixou à disposição um jatinho particular, um helicóptero e uma Ferrari para eu usar para as fotos. Ai, vou amar entrar em uma Ferrari. Gosto de coisas boas”, diz.

“Gosto de jantar em bons restaurantes, beber vinho chique e andar com muitas joias. Mas se tiver que comer em um podrão na esquina, também como”. Quando perguntada que tipo de namorado gosta, a morena garante que o importa é a química, e não o que está dentro da carteira. “Já namorei empresário rico que me deu um bracelete de diamantes de 55 mil reais, mas também já namorei pobre que morava em favela e não tinha dinheiro nem para andar de ônibus. Para mim, o que importa é a química bater”.

Renata adorou o ensaio de Adriane Galisteu para a edição de aniversário da revista, mas diz que vai fazer algo muito diferente no quesito depilação. “Não me sinto bem com muito pelo. Nas partes íntimas, vou fazer o bigodinho de Hitler, pois acho bem sexy, e na perna vou deixar a coxa cabeluda e depilar a canela”, conta. Melão não está com medo de, como aconteceu com Galisteu, ter alguma entrevista bombástica em sua revista e acabar perdendo o foco das fotos. “Não tenho medo disso, pois sei que o povo me ama e está louco para me ver toda peladinha na revista. Achei a entrevista da Sandy o máximo. Finalmente ela abriu a boca. Concordo com ela: sexo anal dá prazer sim”.

Uma conversa com os pais – gravidez na adolescência

Na adolescência não se deve fazer sexo, muito menos, as meninas”. Este é um mito que caiu e, muitos pais ainda não se deram conta. A pesquisa UNESCO em 2004 já identificava a média da idade da primeira relação sexual dos meninos por volta dos 14 anos e das meninas entre 15 e 16 anos.

O sexo é uma função natural do ser humano que desperta na adolescência. Nesta fase, o corpo já consegue reagir aos estímulos sexuais, se excitar e provocar o desejo de ir mais adiante - transar. No momento, a realização do sexo é extremamente prazerosa e gratificante, independente do fato de ter sido realizado com ou sem segurança. Isto só começa a preocupar depois do fato consumado e passada a euforia da excitação. É muito difícil para o ser humano conseguir se negar a fazer sexo quando há estímulo e oportunidade de se seguir adiante.

Mas, nossos adolescentes não são, apenas, um corpo! O adolescente é uma pessoa que tem uma determinada vivência, valores, crenças, e expectativas. Por outro lado, o sexo não é só prazer: é entrega e responsabilidade com a prevenção de gravidez e DST/Aids.

E meus queridos pais, esta oportunidade existe! Mas, num ambiente liberal, numa idade em que os hormônios estão em alta e a curiosidade sexual é grande, esperar que nossos filhos resistam à motivação de fazer sexo é esperar que eles sejam super-homens e as meninas supermulheres!

A maioria dos nossos filhos está só no quesito sexo. Todas as pesquisas sobre comportamento sexual dos jovens que tenho acesso mostram os pais como uma das últimas opções na busca de informações sobre sexo, e em contra partida, os sites eróticos e os que abordam a sexualidade, são cada vez mais procurados pelos jovens. A falta de diálogo com os pais é um ponto forte na vulnerabilidade dos adolescentes à gravidez na adolescência! Os estudos mostram que as meninas que conversam com seus pais sobre sexo, engravidam menos na adolescência do que aquelas que não têm esta mesma oportunidade.

A adolescência apronta armadilhas difíceis de serem vencidas pelos jovens. Vários fatores contribuem para isto, mas, principalmente, em relação à gravidez, é muito importante que os adultos de sua confiança encarem a realidade atual da sexualidade na adolescência e promovam o diálogo como alguém que sabe ouvi-lo de verdade e respeite seus valores e atitudes. Seguem algumas dicas para os pais que queiram experimentar criar o movimento do “chega-te”:

• Comente ou leia uma matéria sobre gravidez na adolescência com seu filho ou sua filha e pergunte se isto acontece entre os amigos deles;

• OUÇA a opinião deles;

• Conte para eles o que significava na sua época de adolescente, uma garota ficar grávida e o que acontecia com o casal adolescente;

• FALE a sua opinião, justificando o seu ponto de vista e ao mesmo tempo preenchendo lacunas do pensamento deles;

• Leve sua filha ao ginecologista e apóie o uso do método contraceptivo indicado;

• Estimule seu filho a usar a camisinha, pois, esta é a única forma dele ter o controle sobre sua paternidade;

• Fale dos seus sonhos profissionais em relação a eles, mostrando sua expectativa. Mas também ouça e respeite o sonho deles, ajudando-os a enxergar as vantagens e desvantagens que ainda não consigam ver.

• Descubra e realize alguma coisa que você e seu filho(a) gostam de fazer juntos;

• Conheça os amigos, ficantes e namorados e, os deixe lhe conhecer também.

• Promova as informações sobre sexualidade e contracepção que os jovens precisam saber. Se não souber como conversar, indique a leitura de artigos. “Chega-te” e Boa sorte!



* MARIA HELENA VILELA – sexóloga e diretora do Instituto Kaplan
www.kaplan.org.br