Sexo na rua é bom: partilhe e conheça os locais ideais para rapidinhas

O site Lovingplaces.com dá-lhe a localização de mais de 7 mil locais em 37 países para fazer amor fora de casa.
Em Portugal já há 209, de norte a sul.
Sexo. Sexo ao ar livre. Sexo. Agora que temos a atenção do caro leitor, passamos a explicar do que se trata. Não se preocupe, não foi uma mera armadilha para que nos desse atenção: este texto é mesmo sobre sexo. Na verdade, sobre sítios ideais para a prática do amor fora de portas, experimentados e recomendados por pessoas de todo o mundo.

Chama-se Lovingplaces.com e com a ajuda do Google Maps é possível encontrar bons locais para sexo rápido e urgente. Não se esqueça que provavelmente o fará ao ar livre ou dentro do carro - óleos de massagem e velas estão fora de questão.

Neste site não só é possível descobrir locais como adicionar os que quiser (e que já tenha experimentado), com comentários para que os casais depois de si saibam exactamente o que os espera. Mirones, ladrões, ar fresco, ervas venenosas ou observações tão pirosas como "dá para ver todas as estrelas do céu" ou "tem uma vista linda para o mar". Depende de cada um. Cada lugar pode ter um comentário de quem experimentou, grau de privacidade e paisagem.

Como se isso não bastasse, o site disponibiliza a aplicação para iPhone e Android, para que possa decidir para onde ir mesmo em cima do acontecimento. Se não for o orgulhoso dono de nenhum destes objectos, não se preocupe: o loving places também tem Twitter, para que esteja sempre a par das últimas descobertas geográfico-sexuais.

Este site é baseado no espanhol Mis Picaderos, que conseguiu que Espanha tenha já uns redondos 7180 locais para sexo fora de casa.

São 7975 locais em 37 países diferentes. Portugal está em segundo lugar, com 209 sítios. Seja o 210.o e partilhe com os restantes utilizadores aquela clareira tão linda onde quase foi apanhado pela polícia em posições constrangedoras.

http://www.lovingplaces.com/

Sexo com pessoas do mesmo sexo

Uma geração de mulheres e homens enxerga as experiências eróticas como algo mais fluido, menos delimitado. Sem culpa (e também sem alarde), eles se entregam a relações com alguém do mesmo sexo – podendo voltar ao universo hétero no momento seguinte, até casando e tendo filhos.

Pode parecer moderninho demais, um comportamento de gueto, algo distante da nossa realidade. Nem tanto assim. Se você perguntar a amigos na faixa dos 20 aos 35 anos sobre relações eróticas entre iguais vai notar que homens e mulheres estão transitando mais livremente entre os sexos. Haverá quem diga que nunca manteve relação homossexual, mas já pensou em experimentar. Outros admitirão que trocaram carícias intensas com alguém do mesmo sexo sem que isso significasse uma mudança na orientação sexual. Estamos falando de adultos que, sem culpa ou juízo de valores, se permitem fazer o teste e repetir a dose. São bissexuais? Não necessariamente, dizem os especialistas.

A bissexualidade estaria ganhando novas faces? Essas e outras perguntas aguçam o debate e ajudam a entender que há uma tendência se consolidando. “Como hoje não é mais um bicho de sete cabeças se declarar homossexual, a sociedade está mais tolerante e as pessoas se permitem conhecer o desconhecido, o que é saudável”, diz a educadora sexual Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan de Sexualidade.

A naturalidade é maior para falar no assunto e também na busca do par. A mulher se dispõe mais do que o homem à nova experiência. Faz isso sem alarde, porque não precisa se autoafirmar como os adolescentes que se engalfinham no shopping, garotos com garotos. Mas por que elas querem ter prazer em companhia feminina? Solidão? Há menos homens disponíveis? Eles estariam tão acuados, por questões sociais e emocionais, a ponto de ter a masculinidade balançada, e com pouco apetite? Nada disso. “Uma pessoa não deseja outra do mesmo sexo só por estar carente ou desiludida com o oposto. A descoberta surge com a oportunidade e advém da maturi dade”, diz Maria Helena.

A explicação para a investida nessa sea ra está ligada, segundo ela, à queda do pre conceito. Quando ele diminui ou sai da jogada, rompem-se barreiras internas. Tudo fica mais fácil; a aceitação é maior. Uma mulher que revela desejo a outra já não espera ser julgada, mesmo que não seja correspondida.

“Mulheres têm um histórico de companheirismo e carinho, o que contribui para que essas relações aconteçam”, afirma o sexólogo e apresentador de TV Jairo Bouer. Amigas viajam juntas, divertem-se, trocam confidências, associam-se na compra de bens durá veis e às vezes dividem o namorado. No meio de tanta par ceria, po dem descobrir que se completam num patamar além do convencional. “É algo normal, sempre existiu. O que mu dou foi a coragem da sociedade para encarar o tema e se arriscar”, diz o psiquiatra Alexandre Saadeh, profes sor da PUC de São Paulo.

Ele lembra que, quando existiam colégios internos só de meninos ou de meninas, era comum a iniciação com alguém do mesmo sexo. De pois, nunca mais tocavam no assunto, um motivo de ver gonha. “Hoje, a experimentação ocorre mais tarde.”  

Pesquisador afirma: trocar compras por sexo ajuda a economizar

Economizar dinheiro quase sempre está associado a viver com menos qualidade e diversão. E é essa uma das razões pelas quais muita gente acaba gastando mais do que pode.

Um livro lançado pela editora Saraiva, "As 100 melhores ideias para gastar com inteligência", propõe soluções que pretendem superar essa contradição. O autor, o britânico Richard Templar, deu o subtítulo "Como gastar menos sem parecer pão-duro", numa tentativa de mostrar que a vida pode ser boa mesmo com cortes no orçamento.

Entre as dicas, ele lembra que uma pechincha de R$ 50 não é uma pechincha se você não precisa mesmo do produto. Serão apenas R$ 50 a mais de seu orçamento que vai gastar sem necessidade.

Outra sugestão é ficar algumas noites sem ir à balada. Mas ninguém quer ficar em casa e sem vida social. Templar sugere que convide os amigos, prepare bebidas, peça que cada um leve algo para comer. Assistam a um jogo de futebol ou à final de um reality show. Revezem as casas, para mudar o cenário.

Richard Templar escreveu diversos livros de desenvolvimento pessoal e profissional, baseado no comportamento humano. Com mais de 30 anos de experiência no mundo dos negócios, desempenhou funções de gestão em muitas empresas.

"As 100 melhores ideias para gastar com inteligência"
Ricard Templar

Polêmica: como falar de poligamia com seu parceiro?

Falar sobre infidelidade com seu parceiro pode ser uma tarefa difícil. Um dos lados pode ficar com a cabeça quente ou levar mágoas da discussão. Mas, ao contrário da crença popular, é possível discutir temas como monogamia, poligamia, sexo e traição de uma maneira racional e aberta com seu parceiro – sem ferir alguma das partes.

Um tema ainda muito engessado e que várias pessoas evitam discutir é o da monogamia. O jornalista Dan Savege é um fervoroso crítico dessa opção sexual. Para ele, a monogamia funciona com alguns casais, mas para outros ela não é a escolha ideal.

Crer que o homem anseie uma relação monogâmica pode ser precipitado, de acordo com Savege. Já foi aceito em nossa sociedade que o homem tivesse amantes e acesso a prostitutas. A revolução feminina, ao invés de permitir que as mulheres também pudessem se relacionar com vários homens, teria reprimido a liberação sexual com a instituição dos casamentos igualitários e monogâmicos – que por esse mesmo motivo, muitas vezes acaba de maneira desastrosa.

Algumas pessoas não esquentam a cabeça com relações que envolvam várias pessoas, mas para outras essa é uma situação difícil de engolir. Caso você tenha feito uma proposta de poligamia para seu parceiro é essencial não pressionar ou jogar a responsabilidade em cima de quem não aceitou o relacionamento não convencional. Para algumas mulheres, é mais fácil dizer “sim” do que “não, eu não quero isso, vamos tentar outra coisa” justamente pela opressão que elas temem sofrer.

Há mulheres felizes em ter pequenos casos enquanto o marido está viajando. A diferença é no modo em que o casal vê isso. Pode variar de “não diga nada” e “eu não quero saber” para “traga ele para casa para apimentar nossa relação”.

Parece óbvio que os parceiros tenham que falar sobre suas expectativas de exclusividade sexual ou a falta dela e descobrir uma maneira de relação que funcione para ambos. Isso parece simples, mas tem gerado debates improdutivos sobre o que as mulheres desejam, o que os homens precisam, o que é certo, o que é errado e o que é normal. Não seria mais fácil aceitar o fato de que cada relacionamento é único e funciona de maneira diferente?

Alguns convictos na poligamia consideram as relações monogâmicas ilusórias, inseguras e chatas. Mas insistir na questão com quem não concorda com ela pode não ser produtivo, já que pode reabrir feridas de pessoas que já foram traídas e não gostaram nada disso (quem não tem lembranças sobre infidelidade é muito sortudo ou deve ter menos de 15 anos de idade).

Um dos maiores problemas é a forma como as pessoas estão acostumadas a enxergar a situação. Quem já sofreu com a infidelidade pode se tornar inseguro por isso e passar a enxergar quem convive com as relações múltiplas como uma pessoa pervertida. Não precisamos desejar uma relação poligâmica, mas é importante aceitar quem vive com ela. Todos merecem respeito, sejam monogâmicos, poligâmicos ou alguma coisa entre isso, certo?

GRANDE REPORTAGEM: Livro usa a ciência para responder a dúvidas sobre amor

Em algum momento, todo mundo já quis ter uma fórmula para escolher o melhor parceiro, para chegar a um pretendente e para decidir manter ou terminar um relacionamento. Mas o que aprendemos é que, para as coisas do coração, não há regra nem ciência.

Não é o que pensa a médica Luisa Dillner, autora do livro Os números do amor (BestSeller), recém-lançado no Brasil. Ela decidiu aplicar o princípio da “medicina baseada em evidências” ao amor. Ou seja, reuniu as últimas pesquisas científicas para responder a perguntas de leitores sobre tópicos como qual a melhor cantada, quando ter a primeira relação sexual com um parceiro e como evitar o tédio nos relacionamentos longos.

A dra. Dillner, que escreve a coluna Love by Numbers no jornal britânico The Guardian, diz que não se conformava com o “achismo” dos conselheiros amorosos. Perguntava-se: “Como essas pessoas podem dizer que isso é melhor? Que provas têm?”

Contra o que ela considera amadorismo, Luisa oferece pesquisas, números, médias, tendências. Mas deixa para o leitor a tarefa de concluir o que fazer – se seguir a maioria ou fugir à regra. É por isso que ela afirma que seu livro não é de auto-ajuda.

Selecionei três perguntas do livro para compartilhar com vocês. Depois de lê-las, o que vocês acham: a ciência é melhor conselheira no amor do que a intuição?

Sinto atração por homens convencionalmente bonitos que têm egos enormes e tenho medo de nunca encontrar alguém com quem possa ter um relacionamento sólido. Os homens por quem me interesso saem correndo quando percebem que eu gostaria de ter um relacionamento duradouro com eles. Será que os homens com egos grandes conseguem amar alguém além de si mesmos?

A maioria das mulheres sente atração por homens bonitos – nenhum mistério até então. O problema é o ego tamanho família. Embora uma boa percepção de si mesmo seja vantajosa, qualquer coisa que beire o narcisismo não propicia um relacionamento sólido. As pesquisas mostram que quem ama demais a si mesmo, por mais fascinante que seja e por mais interessado que pareça no início, em geral acha que no próximo bar encontrará alguém ainda melhor para a sua imagem. Os homens que você descreve (e também há mulheres assim) não mudam de comportamento quando envolvidos em um relacionamento, porque não veem nenhuma vantagem nisso. Eles certamente não querem intimidade. Eca!

Pesquisadores da University of Georgia realizaram um estudo para ver se as pessoas narcisistas alguma vez pensaram que seus parceiros estavam menos interessados do que eles no relacionamento. Entrevistaram 154 estudantes do sexo feminino que estavam envolvidas em um relacionamento, pedindo-lhes para listar razões pelas quais seus parceiros poderiam estar mais ou menos comprometidos com elas.

As que alcançaram mais pontos na escala de narcisismo tinham duas vezes mais dificuldade de imaginar motivos pelos quais o parceiro poderia estar infeliz, em comparação com motivos pelos quais ele poderia estar satisfeito. Elas se sentiam muito bem no relacionamento, por mais infeliz que o parceiro estivesse. Mas isso acontece principalmente porque elas não conseguem imaginar como alguém poderia estar menos do que encantado por elas.

Esse tipo de pessoa pode mudar? Talvez somente em filmes de Hollywood: ao levar um tiro ou sofrer uma hemorragia cerebral, quando estão lutando pela vida, percebem que foram egoístas e estúpidos e se transformam em companheiros dedicados. Mas eu não contaria com isso.

Você não é capacho, para gostar de homens egocêntricos. Esses homens são populares. São atraentes porque acreditam imensamente em si mesmos e têm personalidades sociáveis. Porém, não querem um relacionamento de fato, preferem um caso rápido. Eles talvez nem compreendam quanta dor provocam, estando tão envolvidos consigo mesmos. Embora não seja culpa sua achar esse tipo atraente, você pode usar o freio. Cuide de permitir que o relacionamento cresça no próprio ritmo, partindo da atração inicial, passando pelo “isso é absolutamente fascinante”, e chegando à realidade de ser um casal. Um compromisso não é uma coisa que uma pessoa normal assuma depois de apenas alguns encontros. Os pesquisadores da University of Denver criaram uma escala para medir o grau de compromisso, dividindo-o em: dedicação (quero fazer este relacionamento funcionar para nós dois), limitação (por que procurar outra pessoa se tenho você?) e satisfação. Descobriram que os casais podem estar profundamente comprometidos, porém não muito satisfeitos com o relacionamento. Portanto, mesmo que haja um compromisso, ainda é preciso se esforçar pela felicidade mútua.

É provável que você encontre o homem certo para um relacionamento duradouro e saberá quando isso acontecer porque ele se comportará como quem está comprometido. Portanto, seja mais seletiva. Procure um homem normal – a maioria deles é realmente capaz de amar alguém além de si mesmo.

Há quatro semanas conheci um rapaz no casamento de uma amiga e nos divertimos demais, dançando e bebendo juntos. Naquela noite, fomos para a cama e, embora de manhã ele tenha dito que iria telefonar, não telefonou. Eu não queria que fosse só uma ficada. Você acha que ele não gostou de irmos para a cama tão depressa?

Você pode telefonar para ele perguntar. Sexo no primeiro encontro não exclui a possibilidade de uma vida de felicidade conjugal. Mas se você está perguntando se é uma boa ideia transar no primeiro encontro, a resposta é não. A menos que esteja havendo um bombardeio e você ache que não haverã amanhã.

Essa abordagem rígida é uma questão de autopreservação, porque sexo no primeiro encontro costuma ser influenciado por um dos três fatores: bebida, drogas ou desespero. O sexo não é um atalho para cimentar um relacionamento. A menos que você tenha um doutorado em causar prazer sexual, não irá se tornar mais desejável como parceira se for para a cama com alguém que você conhece há algumas horas. É raro haver prazer e pode ser embaraçoso depois.

Um ficante espera que o relacionamento termine antes do meio-dia do dia seguinte. Esse sexo sem compromisso é bom se os dois estão de acordo, mas as pessoas não costumam combinar isso antes. Uma pesquisa de opinião realizada pela parceira Observer/ICM, envolvendo mil britânicos, descobriu que em 2008 mais da metade deles tinha ficado só por uma noite, mas outras pesquisas obtiveram resultados entre 10 e 50%. Quando existe a percepção de que todo mundo está transando com todo mundo imediatamente, a realidade é diferente. Uma enquete da MORI envolvendo 1790 adultos mostrou que a maioria esperou de uma a três semanas para transar com o parceiro atual. De acordo com a mesma pesquisa, só um entre dez homens e 3% das mulheres transam no primeiro encontro.

Você se arrependeria se não fosse para a cama com ele? Um estudo da Arizona State University sobre arrependimentos eternos de 120 homens e mulheres mostrou que muito mais homens do que mulheres se arrependem de não terem “forçado a barra para transar” com alguém. As mulheres têm uma mistura equilibrada de arrependimento sobre com quem ficaram e com quem não ficaram. Talvez isso aconteça porque algumas mulheres, entre elas você, acham que sexo é mais do que uma atividade recreativa.

Com isso não quero dizer que sexo não possa ser uma atividade recreativa, mas a opinião pública ainda é contrária a essa ideia. Uma pesquisa recente da Sheffield University com 46 mulheres entre 20 e 83 anos, realizada pela doutora Sharon Hinchliff, descobriu que 90% delas achava errado o sexo sem compromisso e que ele era praticamento mais por necessidade do que por liberação sexual. Algumas mulheres mais jovens eram ainda mais severas do que as mais velhas, e somente 10% das mulheres admitiram ter ficado uma única vez com alguém e reprovavam a prática tanto quanto as que não o fizeram. As opiniões dos homens provavelmente não menos rígidas. Outra pesquisa de opinião pública vem de um questionário da Texas Tech University, publicado no Personal Relationships. Esse estudo com 148 homens e 148 mulheres descobriu que, embora mulheres e homens desprezassem quem transa no primeiro encontro, pensavam igualmente mal de homens e mulheres, o que representa algum progresso.

Portanto, aparentemente transar no primeiro encontro ainda é objeto de um estigma que Sex and The City não dissipou. Mas, isso não dá a seu ficante o direito de pensar mal de você – afinal, ele também estava lá.

Os opostos se atraem? Minha namorada adora viagens e ópera e, politicamente, tende para a direita. Viajar é uma boa, detesto ópera e sempre fui de esquerda. Nós nos damos muito bem, mas será que essas diferenças não ficarão importantes com o passar do tempo?

Os opostos só se atraem nos ímãs. A pesquisa sobre relacionamentos diria que está definitivamente provado que o semelhante atrai o semelhante. O termo “acasalamento preferencial” se refere à ideia de que existe um padrão sistemático na maneira como os indivíduos escolhem um parceiro, e a maioria parece escolher alguém com quem se assemelhe. Ao mensurar esse fenômeno, a maioria dos pesquisadores comparou as características de um parceiro com as de outro. Foi descoberto que os parceiros em geral compartilham crenças religiosas e políticas e têm idades próximas. Eles são muito semelhantes em escolaridade, inteligência e opinião sobre o que é importante na vida. A maioria dos indivíduos procura alguém com uma aparência tão boa ou tão sem graça quanto a sua própria (à exceção dos ricos que, naturalmente, são todos bonitos). Nossa escolha de parceiro é parcialmente justificada pelo conjunto de pessoas que conhecemos. No trabalho, na academia, na festa de um amigo, provavelmente iremos encontrar pessoas como nós.

Contudo, talvez você conheça a expressão “o amor é cego”, que sugere a possibilidade de alguém se apaixonar por qualquer um, se tiver a chance de conhecê-lo. No entanto, os psicólogos afirmam que isso é temporário: depois de três meses, você recupera a visão e, em geral, termina a relação. Existe um impulso muito forte de encontrar semelhanças em alguém que consideramos atraente, mesmo que elas não existam. Um estudo pequeno e não muito científico realizado na década de 80 pela University of Maine pediu a sessenta homens que respondessem a um questionário atribuindo pontos ao grau de semelhança de uma mulher com eles próprios. Os que consideraram a mulher atraente tiveram uma probabilidade duas vezes maior de achá-la notavelmente semelhante a eles mesmos, em comparação com os que não se sentiam atraídos por ela. Outro estudo da University of Notre Dame, publicado no periódico Personal Relationships, recrutou casais de estudantes universitários com média de idade em torno dos 20 anos. Os pesquisadores perguntaram aos 301 entrevistados o quanto eles se pareciam com sua caras-metades. Perguntaram ainda sobre a capacidade de cada um para sentir proximidade emocional com o outro, sobre seu grau de autoconfiança e se achavam que o parceiro os compreendia. O resultado mostrou que os casais que se sentiam mais próximos eram aqueles com maior probabilidade de pensar que o parceiro era idêntico a eles, mesmo quando obtinham resultados muito diferentes nos testes psicológicos.

Ainda que discordando em algumas áreas, inclusive religião, vocês podem ter um excelente relacionamento. As diferenças podem ficar menos importantes em função de suas personalidades. Um estudo da Iowa University, publicado no Journal of Personality and Social Psychology, investigou 291 pares de recém-casados que haviam namorado durante três anos e meio e descobriu que, em um relacionamento firme, eram as semelhantes de personalidade (por exemplo, a franqueza ou a compassividade) que mantinham os casais felizes e os ajudavam a relativizar as diferenças, como o gênero musical preferido para tocar no rádio do carro. Em geral, os casais parecem se ligar em função de semelhanças muito superficiais e depois veem se isso funciona. Você, por outro lado, pode ter escolhido com mais sabedoria: as semelhanças em suas personalidades são o que tornará a felicidade duradoura.

Letícia Sorg

"Vida a dois: Sexo em dia no seu casamento"

O sexo é um dos elementos mais importantes no casamento, contudo, nem sempre é mantido em dia. Saiba como manter a sua vida sexual em alta.

Tempo a dois

Tirem, todos os dias, um tempinho só para os dois. Nem sempre é fácil, é certo, mas é importante que tentem programar algum tempo para a vossa intimidade. Namorar é fundamental para manter viva a chama da paixão.

Criatividade é palavra de ordem

Não tornem a vossa vida sexual numa vida monótona, para isso já bastam outras circunstâncias do dia-a-dia. Sejam criativos, inovadores e ousados. Podem comprar jogos eróticos, ler livros sobre o assunto e ver filmes … enfim, a vossa imaginação não tem limites, usem-na!

Contrariar a preguiça

A inércia é um dos principais obstáculos ao arranque da relação sexual quando, na maior parte das vezes, o desejo e a disposição até lá estão.

Pensem que, como muitas coisas na vida, só custa começar porque depois … vai valer, e muito, a pena.

GRANDE REPORTAGEM: Falar de sexo sem tabus

Com certeza, essa não será nem a primeira nem a última vez que você vai ler uma matéria sobre a "primeira vez". O assunto não é virgem mesmo, mas ainda sobram léguas de águas mal discutidas por aqui, principalmente entre quatro paredes. Não do quarto, mas da sala de estar. O ponto em questão é: será que a família moderna já aprendeu a lidar com essas delicadezas? Levando em conta os pais atuais que viveram a liberação sexual, teoricamente a resposta deveria ser sim.

Muitos até foram usuários da máxima hippie: "Não tome banho e tome pílula". Depois dos Beatles, Rollig Stones nada foi o mesmo, nem o hímen. Será?

NOVAS PREOCUPAÇÕES.

Na verdade, essa carga histórica dos anos 60 chegou ao sofá na sala das melhores famílias. Com isso, a visão familiar em torno da "primeira vez" também se deslocou. "A perda da virgindade já foi assimilada. A preocupação de agora é com a falta de afetividade e de valores nesse crescimento afetivo dos filhos", afirma a psicóloga e terapeuta familiar Silvia Fontes.Você conversa sobre sexo com seus filhos? Como aborda? Outro receio: filho ou filha podem não saber lidar com as conseqüências psicológicas e físicas da vida sexual. Será que vão conseguir se refazer em caso de término de namoro? E há, ainda, a gravidez, a Aids...

A escolha do parceiro correto e a tal da "hora certa" são outros causadores de cabelos brancos. E aqui se escancara a contradição: para todas essas questões, é preciso conversa. Papo franco, sem medo e sem expressões de censura ou receio. Contudo, surpreendente, para a geração dos pais modernos falta naturalidade na hora de botar a sexualidade na mesa. Segundo pesquisa realizada recentemente pelo Instituto Futura - com 400 entrevistas na Grande Vitória - os pais conversam sobre drogas, violência, educação e o futuro dos filhos, mas sexo continua sendo um tabu para muitos deles. Entre os filhos, 42,03% disseram não se sentir à vontade para engrenar esse tipo de conversa em casa.

DESPREPARO

Não admira que o jovem brasileiro seja o segundo no mundo entre os que perdem a virgindade mais cedo. Entre os garotos, a prática começa aos 14. Entre as meninas, aos 15, segundo dados do Ministério da Saúde. Em compensação, o país fica em sétimo lugar quanto à utilização da camisinha nessa primeira relação. Pudera. quase metade dos jovens afirma não ter planejado a primeira relação, e a maioria assumiu não estar preparada para a experiência. Só 20,2% dos homens e 39,5% das mulheres se achavam prontos. A psicóloga, sexóloga e terapeuta familiar Christina Werner arrisca uma razão: "Sobra informação, mas faltam as figuras que ensinam os limites". Adivinha quem são? Os pais, os responsáveis pela educação dos desejos dos filhos. "O autocontrole do jovem é construído quando ele é criança e recebe o autocontrole externo, passado pelos pais. Só assim os filhos aprendem a refletir sobre a hora e maneira certas de iniciar a vida sexual", conclui a psicóloga. Limites, sim. Mas, como lembra a ginecologista e sexóloga Denise Galveas Terra, não adianta discutir o assunto apenas para efeito de informação, para prevenir doenças ou uma gravidez precoce. "Os filhos também precisam sentir o companheirismo dos pais, inclusive nas emoções e descobertas típicas do corpo e da vida sexual".

O NÚMERO 47% - É a porcentagem dos entrevistados, com até 24 anos, que admitem não ter planejado a primeira relação sexual. Entre os maiores de 49 anos, o índice é de 75,8%. Cabeça aberta, só fora de casa Se teoricamente, os pais modernos deveriam ser mais bem resolvidos, por que existe essa contradição? Por que, muitas vezes, a liberdade sexual só chega na filha do vizinho? Afinal, ao mesmo tempo em que existe vergonha de proibir, não há como negar o receio de permitir.Esse quebra-cabeça tem uma razão: as mudanças culturais só influenciam a relação familiar, até certo ponto. "A mudança cultural não determina uma mudança imediata nas decisões do sujeito, porque dentro de cada casa existem valores típicos próprios", ressalta a psicanalista e professora do curso de psicologia da Faesa, Adriana Gonring.Ou seja, a atitude emocional dos pais não se altera na mesma velocidade que o comportamento social. "Eles se incomodam com o tabu que existe em torno do sexo, já que ele não é mais socialmente aceito.

Mas, inconscientemente, eles ainda carregam essa herança construída ao longo dos séculos", esclarece o psicólogo especialista em psicologia Junguiana, Luiz Fernando Magalhães.Resultado: só fora de casa vale o socialmente prescrito. Já dentro, prevalece a atitude emocional paterna, que é disfarçada com racionalismos - gravidez precoce, Aids, o "momento certo"... E nem é preciso dizer que as filhas são as que mais sofrem, pois os valores em torno do corpo feminino têm raízes históricas mais profundas. "Os pais tentam encobrir que têm duas medidas para o mesmo peso. O filho fica à vontade, a filha é retraída. Eles sabem que estão errados, mas não conseguem mudar. Não é racional", conclui Luiz.Você conversa sobre sexo com seus pais? Como o assunto deve ser abordado? .www.gazetaonline.com.br/agazetaCiumento assumido As conversas sobre sexo foram pingadas ao longo dos anos na família Moraes.

As perguntas e a maneira de dar as respostas, também. A clássica história da sementinha ficou mais séria com o passar do tempo, e faz Odilon, 43, aumentar a velocidade de seus passos na sala de estar. O corretor de imóveis é ciumento assumido. E sobre virgindade, ele tem um remédio: "Prefiro nem saber!". É sua esposa Anne, 50, quem cuida dessa parte do ninho. Pela mãe, as filhas Vanessa, 27 - que mora em Salvador, e se casa no fim do ano-, e a estudante Lorrayne, 19, trariam os namorados para dormir em casa. Afinal, ela só se casou depois de anos "juntada" com Odilon. Mesmo assim, ele bate o martelo: em casa, só em quartos se-pa-ra-dos. "Dei a educação. É ela que vai decidir sobre isso [virgindade]. Só não me sinto bem que seja aqui em casa", esclarece Odilon. "Acho papai radical, mas tenho liberdade de falar com minha mãe sobre virgindade e sexo quando eu quiser", diz Lorrayne.Sexo tem sexo Na família Saib, os pais Monica, 42, e Roberto, 43, falam sobre sexo com os filhos, Larissa, 17, e Victor, 19, faz tempo. "Não invado o espaço deles, só tento me manter disponível para todos os assuntos", conta o consultor de seguros. A esposa completa: "Passamos valores e colocamos os limites que são necessários.

Quando minha filha descobrir que é a hora dela, tudo bem. Que seja com a pessoa certa", diz a advogada. Larissa concorda: "Algumas amigas minhas perderam a virgindade porque outras perderam. Isso é carência. Fazem por impulso, por falta de diálogo com os pais". O casal divide tudo com os filhos, da academia à boate. Mas na hora de falar sobre intimidade, o sexo tem sexo: o pai fala com o filho e a mãe, com a filha. "Para tentar diminuir a inibição". Quando o papo extrapola a primeira vez, uma nova pergunta: "Os filhos podem dormir com namorado em casa"? A resposta vem dividida: sim e não. Roberto explica: "Meu filho já trouxe a namorada pra cá. Falei de todos os cuidados, e expliquei que isso não poderia ser para prejudicar nenhum dos dois". E se Larissa quiser trazer um namorado? "Confesso que não me sentiria bem. A gente tenta ser moderno, mas nem sempre consegue". Larissa defende a contradição explicando que "seria a primeira a não se sentir bem com isso".

Além disso, sobra uma velha questão cultural: "Ouço o que os garotos falam de algumas meninas e não quero ouvir o mesmo da minha filha. Por isso, acho que a mulher ainda precisa ser mais recatada", justifica a mãe. Vida sexual dos filhos depende do "modelo" dos pais Segundo especialistas, pode-se dizer que a alfabetização sexual dos filhos se oficializa quando a criança começa a perguntar. Mas na prática, ela começa bem antes disso, baseada no modelo de afetividade e respeito adotado pelos pais. A forma como eles encaram a sexualidade, e o quão bem resolvidos sexualmente eles são, faz toda a diferença, afirma a sexóloga Denise Galveas Terra.Isso evita que o fator carência afetiva contamine a decisão sobre o momento de "perder" a virgindade. "Não basta só falar. O jovem se baseia na conduta moral e afetiva, na relação de amor e respeito dos pais para tomar decisões, incluindo aí a da primeira vez", diz Os abraços e beijinhos dos pais são fundamentais, mas são só o começo. As perguntas (e respostas) sobre sexo, são outro pedaço indispensável. Mas tanto para as palavras, quanto para o carinho, não se deve forçar a barra.

Segundo a psicóloga, sexóloga e terapeuta familiar, Christina Werner, a dica aqui se divide em três: Primeiro: Nenhuma pergunta pode ficar sem resposta.
Segundo: "Só responda o que foi perguntado".
Terceiro: "Antes de responder, pergunte ao filho o que ele sabe sobre o assunto. Partindo daí, fica mais fácil explicar". E como puxar o assunto? Os pais podem iniciar o papo falando de um episódio da vizinhança, ou da novela. Quem nunca teve diálogo pode começar admitindo esse problema. O importante é não ignorar o tema sexualidade. "Eles precisam se mostrar disponíveis para falar sobre isso. Mas tem uma coisa: NÃO devem fazer sermão! Se o filho faz uma pergunta, o pai deve responder. Se não se sentir à vontade, peça para responder mais tarde, e faça isso, sem falta. Outra coisa importante é: nunca se deve mentir", ensina a hebiatra Christiani Laignier.Espontaneidade garante naturalidade Essa é uma história de dois nascimentos separados por 28 anos. Irene Tasso (em cima à esquerda) ficou grávida aos 17. Danielli, 29, (em cima, à direita) teve Isadora no ano passado.

O ponto em comum aqui é que as duas mães são mãe e filha. Era 1976 quando Irene ficou grávida. Ela não se casou. "Tive que parar de estudar e trabalhar mais para manter minha filha. Fui feliz, mas não é fácil. O melhor é engravidar com planejamento", conta. Danielli seguiu o conselho da mãe, só teve a filha seis anos depois de se casar. Suas irmãs, as estudantes Ingrid, 21, (embaixo, à direita) e Monigue, 18, (embaixo, à esquerda) defendem o mesmo modelo de futuro. Quanto ao tema primeira vez: "Virgindade não é hímem, mas pureza. Se ali há felicidade e respeito com os conceitos de moral delas, a decisão fica com elas", garante a mãe. As conversas sobre sexo acontecem em duas direções: entre irmãs, ou com os pais. "Sempre falamos com naturalidade sobre o assunto. Falava sobre as minhas dúvidas e eles explicavam, sem problemas", lembra Danielli.

Aliás, o "livro" mais consultado pelas meninas sempre foi o pai, Christovão, 68, que não tem dedos para falar sobre sexo. "A gente acha que gente mais velha é careta, mas ele sempre teve tranqüilidade pra falar sobre tudo"

Sexo duas vezes por semana garante até um ano e meio de vida

Quem acha que a prática do sexto faz bem apenas para o corpo e a mente, se enganou. A atividade ganhou mais um benefício: o aumento na expectativa de vida. De acordo com estudo inglês, quem transa duas vezes por semana pode ganhar até um ano e meio de vida.

O Ministério da Saúde recomenda que as pessoas façam sexo com frequência, já que a atividade é considerada tão importante quanto controlar a pressão arterial e estar no peso adequado. A própria atividade também garante alguns quilinhos a menos. Em meia hora de uma boa prática sexual, pode-se queimar até 500 calorias.

Durante a prática, o corpo inteiro entra em estado de alerta e sofre diversas transformações. A substância que garante satisfação e bem-estar, a endorfina, é liberada juntamente com a dopamina, que age no organismo ligada ao vício, uma das razões que explicam porque quem faz sexo costuma querer repetir a dose.

Você Já Fez Sexo Pela Internet?

Este livro é uma coletânea de relatos sobre sexo virtual. O objetivo da autora é colocar abertamente o que acontece nesse novo tipo de relacionamento sexual do Terceiro Milênio.

Você Já Fez Sexo Pela Internet? - Mônica Sampaio

São apresentados, em detalhes, os diálogos como realmente acontecem na Inter-net.A Comunicação, em todas as suas aplicações e implicações, e o comportamento humano sempre foram assuntos de interesse da autora, por isso, resolveu vasculhar o que está por trás da mais recente forma de relacionamento.Este livro não é um levantamento técnico ou estatístico que, de tão abrangente, esgote totalmente este assunto, é apenas o resultado das observações da autora, en-quanto internauta e escritora.

O que mais chamou a atenção da autora é, mais uma vez, a importância da palavra. Nesse tipo de relacionamento, sem os recursos citados de áudio e vídeo, só existem palavras! Palavras escritas na tela do computador! Palavras escritas de forma espontânea e recíproca.
 
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Como agir depois da primeira noite de sexo com ele

Você conhece um cara, sai com ele algumas vezes. Gosta do papo, do jeito, das roupas, até da maneira como dirige. Uma noite, vão jantar, depois dançar, um beijo aqui, outro mais quente ali. Trocam carinhos por baixo da mesa. Resultado: uma noite de sexo olímpico, delicioso e inesquecível. Para ter certeza de que essa noite maravilhosa de amor vai se repetir muitas vezes, descobrimos o que eles querem que a mulher faça - ou deixe de fazer - pós-sexo.

Em primeiro lugar: pegar leve

Os dois estão deitados, e você quer falar alguma coisa bonitinha no ouvido dele. Mas o fato é que nada do que você diga vai desviar a atenção de sua única preocupação: "Será que ela quer mais? Quando estarei pronto para a ação novamente? E se eu não conseguir?" Você também pode estar considerando se deve colocar a mão lá, para mostrar interesse... Não necessariamente. Alguns homens ficam fisicamente sensíveis por algum tempo depois do clímax, e o toque da sua mão não vai ser muito agradável naquele momento. Então, é bom não forçar. Conte como foi deliciosa a primeira vez. Se ele quiser mais, vai saber como pedir.

Tudo bem tirar a maquiagem

Algumas de vocês ficam tímidas na hora dos preparativos para dormir, na primeira noite em que estão com um cara. Claro que não precisam vestir aquele pijamão de flanela, nem colocar rolinhos no cabelo ou melar o rosto com cremes. Mas, se gosta de dormir com uma camiseta, tudo bem. Tire a maquiagem, também. Se prefere dormir no lado da cama em que ele está, faça cócegas, peça a vaga com jeitinho (a menos que estejam na casa dele; aí o cavalheiro tem o direito de escolher).

Um excitante despertar

Não interessa quantas vezes vocês chegaram lá ontem à noite. Alguns homens gostam de fazer sexo logo cedo, porque já acordam prontos para a ação. E pode apostar como nessa primeira manhã não vai ser diferente. Então, prepare-se. Se preferir, dê uma corrida ao banheiro antes do seu Tarzan acordar, escove os dentes, enfim, faça o que quiser e volte pé ante pé. Agora, se não estiver a fim, elogie muito a performance da noite anterior. Assim, ele não vai ficar decepcionado.

Uma longa ducha

Um cara precisa de alguns minutos sozinho para descomprimir, encontrar as meias embaixo da cama. Ele precisa de algum tempo pela manhã sem ninguém olhando, sem ter de falar uma frase inteligente ou romântica. Se estiverem na sua casa, ele certamente vai querer reconhecer o terreno, mexer nos livros da estante, bisbilhotar os porta-retratos. Dê a ele esse tempo: fique um pouco mais no chuveiro.

Nada de sair correndo

Grande parte do constrangimento pós-sexo é não saber se fica ou se vai embora. Se você dorme a noite toda, o cara pode se sentir incomodado. Se vai embora de táxi, ele talvez se magoe. O ideal é sentir o clima. Se achar que é melhor bater em retirada, diga que tem um compromisso marcado para dali a uma hora. Assim, podem namorar mais um pouco, sem embaraços.

Uma despedida inesquecível

Se o homem disser que tem de ir embora por causa de um compromisso ou algo assim, nunca se mostre decepcionada. Mesmo que ele queira zarpar no meio da noite, não demonstre que está desapontada (você pode, é claro, julgá-lo com severidade e decidir que não quer vê-lo nunca mais). No começo do relacionamento, o homem pode pular fora, se sentir que a mulher já está querendo prendê-lo. Então, aproveite para ser irresistível na despedida.

Sexo oral provoca aumento de casos de câncer de garganta

O consumo excessivo de álcool e tabaco sempre foi apontado por médicos especialistas como os maiores causadores de câncer de garganta. No entanto, nos casos de pessoas com menos de 50 anos, um fator se mostra muito mais frequente: o sexo oral. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos.

De acordo com o estudo, o vírus HPV – que pode ser transmitido por relações sexuais, inclusive sexo oral - atualmente é a principal causa da doença em pessoas com menos de 50 anos. O problema tem crescido em faixas etárias mais baixas, e dobrou nos últimos 20 anos nos Estados Unidos.

Na Europa, outras pesquisas também apontam um fenômeno semelhante. A Inglaterra identificou aumento dos casos de câncer de garganta devido ao HPV. O mesmo ocorre na Suécia, onde o índice subiu de 25% para 90% nos últimos 30 anos.

Tumores

No Brasil, não há números específicos sobre câncer de garganta, mas os casos de tumores da boca cresceram consideravelmente. Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), foram registrados 14 mil novos casos em 2010.

“O aumento no número de casos de câncer de boca e garganta está ligado ao vírus HPV, sobretudo em jovens sem histórico de alcoolismo ou tabagismo”, explica Hézio Jadir Fernandes Júnior, oncologista clínico e diretor do Instituto Paulista de Cancerologia.

Segundo Fernandes, a divulgação deste tipo de pesquisa aponta uma evolução na compreensão da doença, mas não altera o conceito de tratamento e diagnóstico. “Ela é muito importante especialmente para conscientizar a população sobre os riscos de se contrair o vírus”.

Prevenção

De acordo com o médico oncologista, o método de prevenção básica é evitar ter relações sexuais de risco. “Se a pessoa frequentemente realiza sexo oral sem proteção, com vários parceiros, ela deve realizar alguns exames de avaliação. Caso seja identificada a presença do vírus, é possível realizar um tratamento antiviral”.

De acordo com Fernandes, um passo importante para o futuro seria uma campanha de vacinação massiva para meninas entrando na puberdade. “Imunizar estas pessoas, antes de elas entrarem em seu período de atividade sexual seria muito importante”.

Sintomas

Alguns sintomas podem ser identificados em pessoas que começaram a desenvolver a doença. Um deles é o surgimento de nódulos no pescoço, alteração na voz ou dificuldade para se alimentar. “Uma observação atenta da boca também é muito importante. Manchas ou sangramentos que não são curados em duas semanas podem ser um indício da doença”, explica o oncologista. “Neste caso a pessoa deve passar por uma biópsia”.

Cirurgia da próstata não significa fim da vida sexual para homem

Segundo a especialista Lorraine Grover, muitos homens acreditam que a cirurgia resultaria na diminuição do apetite sexual, impotência e consequente traição da mulher

É muito comum que se pense que uma cirurgia de próstata significa automaticamente o fim da vida sexual para os homens. No entanto, de acordo com o Centro da Próstata de Londres, este quadro não é verdadeiro. Segundo os pesquisadores, a maioria dos homens tem condições de continuar com a vida sexual depois do procedimento.

Segundo a especialista Lorraine Grover, muitos homens acreditam que a cirurgia resultaria na diminuição do apetite sexual, impotência e consequente traição da mulher. Contudo, a médica que trabalha há mais de 17 anos com pacientes com problemas de próstata, afirma que na maioria das vezes essa preocupação não condiz com a realidade.

— Em média, oito em 10 homens que passam por cirurgia de próstata continuam a ter vida sexual depois — revela.

Conforme a médica, além dos medicamentos, o aconselhamento psicossexual também é importante para que o homem retome a sua vida sexual. Este tratamento, além de garantir que o paciente fique confiante depois da cirurgia, é importante para reintroduzir a intimidade do casal, reconhecer e superar medos em relação à performance sexual e mostrar o significado do sexo no relacionamento.

Manchester United contrata padre para falar de "ética sexual" aos jogadores

Alex Ferguson preocupado com Ryan Giggs
e o restante plantel.
John Boyers já trabalhava com a formação do Manchester United, mas agora vai estar mais próximo dos craques seniores, depois dos escândalos sexuais com Giggs e Rooney.

O Manchester United quer manter os jogadores na linha, longe dos escândalos dos tablóides ingleses, e encontrou uma solução curiosa, no mínimo. Por decisão de Alex Ferguson, a partir da próxima época o reverendo John Boyers vai estar também mais por perto dos jogadores da equipa sénior para lhes ensinar "ética sexual", nas palavras do próprio ao "Daily Mail".

O reverendo já aconselhava as equipas de formação do Manchester United, desde 1992, de modo a formar os jovens jogadores. "Tento prepará-los para a vida adulta, em assuntos como a amizade, a ética sexual, o bullying e o racismo", explicou, em declarações ao jornal britânico.

Giggs e Rooney criticados por traírem as mulheres

Recentemente, os tablóides ingleses revelaram que Ryan Giggs, 37 anos, terá tido vários 'casos' fora do matrimónio (incluindo um, durante 8 anos, com a cunhada...) e o veterano jogador tem sofrido inúmeras críticas.

Wayne Rooney, 25 anos, também foi criticado depois de se descobrir que o avançado terá pago a prostitutas por sexo, enquanto a mulher estava grávida.

O reverendo John Boyers não referiu casos particulares, mas disse que ajudará os jogadores no que for necessário. "Ajudo espiritualmente em todo o clube e as pessoas já me conhecem e confiam em mim, por isso abrem-se e falam comigo sobre a vida, sobre os problemas", disse.

"Já tivemos muitas situações no futebol, desde escândalos de droga a escândalos financeiros e a escândalos de comportamentos, que comprovam que há de facto muito valor em ter aconselhamento religioso". Alex Ferguson também parece achar que sim...

OMS lança alerta sobre epidemia da AIDS entre parceiros do mesmo sexo

Nesta quinta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma inédita série de recomendações e diretrizes para o enfrentamento lançou da AIDS na comunidade formada por gays, bissexuais e homens que fazem sexo com homens.

O alerta vem acompanhado da preocupação de que entre este grupo os casos de novas infecções vem crescendo em países desenvolvidos e sobretudo nas áreas em desenvolvimento.

OMS chega a afirmar que homossexuais tem 20 vezes mais chances de se infectar com o HIV do que homens heterossexuais. O documento contem 21 recomendações e é voltado para a comunidade, políticos, profissionais de saúde e organizações não governamentais de todo o mundo.

Aos governantes, a  OMS sugere que sejam criadas leis contra a discriminação e ações de promoção dos Direitos Humanos, a fim de proteger o direito à Saúde e promover aos homossexuais e transexuais serviços de atendimento mais inclusivos; Aos funcionários da área da Saúde, a OMS recomenda que promovam o teste e orientação, além do tratamento de portadores de HIV com linfócitos CD4 abaixo de 350, conforme protocolo de 2010. Para as comunidades, é pedido o aumento das campanhas in loco de prevenção, com o preservativo, na comunidade gay. E para os portadores do HIV pede-se que usem a camisinha e não escondam a sua sorologia de seus parceiros sexuais.

A vulnerabilidade dos homossexuais por conta do preconceito foi lembrada no documento que lembra que a homossexualidade é criminalizada em mais de 70 países, impactando diretamente no atendimento médico de pessoas com orientação sexual diferente. "Não podemos reverter a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares desses grupos da população", afirmou Gottfried Hirnschall, diretor do departamento de HIV/Aids da OMS.

A multiplicidade de parceiros, o desdém com a doença por causa dos tratamentos que diminuíram a mortalidade do vírus e a transmissibilidade aumentada por conta do sexo anal também são apontadas como fatores para a retomada do crescimento da AIDS na comunidade homossexual.

Depois de uma queda na epidemia entre homens que fazem sexo com homens, entre 1996 e 2000 de 5% ao ano, as taxas de infecção do HIV entre homens que praticam sexo com outros homens voltou a crescer em 3,3% ao ano entre 2000 e 2005. Na América Latina, por falta de uso do preservativo, estima-se que metade dos novos casos surja entre parceiros do mesmo sexo.

Conheça 7 tipos de sexo que você precisa ter

Diversificar os tipos de transa elevarão sua vida íntima a um novo nível de prazer. Está esperando o que para escolher qual delas experimentar já esta noite com o gato?

1. Preliminares caprichadas
"Além de prazerosas, elas reforçam a intimidade entre o casal", garante a sex trainer Rita Rostirolla. Segundo a educadora sexual Laura Muller, tais carícias são essenciais para a mulher sentir prazer na penetração e para o homem ter um orgasmo mais intenso.

Como curtir: é preciso diminuir o ritmo e prestar atenção a cada toque e sensação. Beije o moço de forma prolongada e suave. Assim ele entenderá que não precisa ter pressa. Aproveite o momento para descobrir o que o corpo dele pode oferecer e explore cada cantinho com carinhos, beijos, mordidas, lambidas...

2. Prêmio imediato
A rapidinha merece ter seu espaço garantido na vida a dois. "O gostoso nesse tipo de sexo é o fato de ele demonstrar um desejo incontrolável, que não pode esperar", defende a sexóloga Carla Cecarello. Só não vale fazer disso um hábito, praticado mesmo quando se tem uma noite toda disponível.

Como curtir: vá para o ataque - e para a penetração, sem demora! Se o tempo for muito curto, não há necessidade nem de se despirem totalmente. Saias e vestidos são mais práticos, mas a única regra é se divertir em velocidade máxima.

3. Sela paz
A adrenalina liberada durante uma briga pode ser muito excitante. Daí não ser incomum que discussões acaloradas acabem na cama. "É válido, desde que não seja uma fuga dos problemas", alerta a sexóloga Carla Cecarello. O ideal é que o sexo seja uma comemoração da paz recém-estabelecida.

Como curtir: se durante a briga sua raiva virou tesão, arrisque tascar um beijão no moço. Isso tem tudo para acabar deliciosamente bem, mas se ele ainda estiver bravo, pode não topar partir para o abraço. Se depois de solucionado o problema você quiser uma transa para lá de intensa, experimente torturá-lo, "rondando" as partes íntimas dele com carícias, mas sem tocá-las de verdade...

4. Pecado original
Por mais gostosa que seja a rotina, ela cansa. Por isso, criatividade é tão na vida sexual. Para manter a chama acesa é preciso entregar-se aos seus impulsos e desejos e fazer um sexo mais selvagem de vez em quando. "Aqui vale tudo, desde que não fira nenhum dos dois", lembra Laura Muller. Então, esqueça as regras e trate apenas de seguir as vontades de seu corpo.

Como curtir: mande um torpedo para o bonitão, revelando suas intenções para mais tarde. Ele, na certa, ficará aceso rapidinho! "Abusar de um vocabulário erótico dá um tom mais selvagem à relação", garante a consultora de artes sensuais Fernanda Pauliv. A sex trainer Rita Rostirolla dá outra sugestão: usar lugares diferentes da casa para uma transa inusitada. Tapete da sala, balcão da cozinha, banheiro...

5. Desejo de aconchego
Às vezes, nada melhor do que sexo para nos dar sensação de acolhimento quando estamos tristes ou tensos. "Homens precisam gozar para relaxar; e mulheres precisam relaxar para gozar", defende Rita. Por isso, transas reconfortantes funcionam melhor para eles. Porém, carinho, sobretudo se estamos fragilizadas, não faz mal a ninguém.

Como curtir: caso seu parceiro esteja com problemas, seja carinhosa. Ofereça uma massagem ou um cafuné. Dê beijinhos e vá acariciando o corpo dele sem forçar a barra. Agora, se é você quem está precisando de um ombro, peça a ele ajuda para relaxar com algum carinho que goste.

6. Show de estímulos
Você pode até achar difícil se masturbar na frente de seu parceiro, mas saiba que isso pode ser bom para os dois! "Os homens são extremamente visuais", ressalta Carla. Por isso, adoram fazer sexo com a luz acesa e ver cada movimento seu. Tocar-se na frente dele é uma ótima forma de ensiná-lo a lhe dar mais prazer.

Como curtir: deixe a luz total ou parcialmente acesa. Capriche na lingerie e abuse do contato visual. Então, toque seu próprio corpo sem pudores, permitindo que o bonitão aprecie cada detalhe. Vai fazer sexo oral? Deixe que ele se delicie assistindo suas habilidades!

7. Poder é querer
Há dias em que a gente acorda mais mandona e, em outros, mais submissa. Na cama, a mesma regra se aplica. Para Laura, brincar de mandar ou de obedecer às ordens e aos desejos do parceiro pode ser muito prazeroso e divertido, pois mexe com nossas fantasias.

Como curtir: quer que ele domine na cama hoje? "Sugira uma fantasia, como ficar imóvel e não tocá-lo enquanto ele usa e abusa de você vendada", sugere Rita. Mas se nesta noite é você quem manda, deixe bem claro que ele só pode tocá-la quando você permitir.

Mulher Melancia diz que gosta de uns tapinhas na hora do sexo

O quinto ensaio nu de Andressa Soares, a Mulher Melancia, vem com uma entrevista pra lá de picante, na Sexy de julho. A funkeira falou sobre sexo, vaidade e sobre posar nua mais uma vez.

Confira algumas declarações da morena, que é dona de um bumbum de 118 centímetros:

Tapinha na hora do sexo: "Pode. Às vezes me dão uns tapas bem fortes e eu nem sinto".

Posição preferida: "Ah, a clássica: de quatro".

Transa inesquecível: "Foi em uma praia na Barra da Tijuca, em cima de umas pedras. Tinha tomado um vinho, desci com o cara para um píer e nem ligamos se tinha alguém vendo".

Parte que mais gosta em seu corpo: "Gosto da bunda e das coxas. E gosto de ver. Não posso ver um espelho que olho primeiro a bunda, depois o resto.

Ensaio na 'Sexy': "Este é meu ensaio mais ousado e bonito, sem ser vulgar. Se for meu último, fechei com chave de ouro".