Saiba quando "sexo virtual" vira doença

Pessoas que ''precisam'' desta forma de estimulação, e deixam outras atividades para se dedicarem a sexo virtual, já fazem uso patológico.
 
Existem psicopatologias que fazem uso do mecanismo chamado sexo virtual, produzindo situações de dependência emocional desses mecanismos. Assim, o problema já existe, apenas faz uso da tecnologia. Não é o mecanismo do sexo virtual que é o problema.

Pessoas que ''precisam'' desta forma de estimulação, e por conseguinte deixam outras atividades para se dedicarem a sexo virtual, já fazem uso patológico. Um agravante é que o bem-estar e prazer obtidos com essas situações são percebidos como validando o ato de usar a internet como meio correto. O organismo se equivoca e não permite uma correção de rumos, sempre considerando que se houve prazer, a ação foi correta.

Quando uma pessoa aprende que fazendo uso constante da internet com objetivos de se estimular eroticamente e apenas com a excitação sexual decorrente já se satisfaz, será um problema nos relacionamentos reais.

Será um problema quando o relacionamento real é percebido como mais exigente, para o qual se tem que despender mais tempo e energia (banhar-se, vestir-se melhor, sair de casa, ira até o ponto de encontro, conversarem, jantarem, irem a outro lugar para beber e dançar, e várias horas depois, talvez, irem para a cama). E patológico quando a pessoa perde o controle sobre essas percepções de necessidade imperiosa, para a qual deixa tudo o mais de lado para se dedicar à comunicação erótica via computador.

Outras formas de patologia se expressam quando a pessoa percebe que pode fazer uso do computador para expressar as formas ilegais ou imorais da necessidade sexual. Aqui entram a pedofilia, zoofilia, etc.

Todo comportamento humano pode ser mudado!

Quando a utilização do meio informático para obter prazer sexual se encontra num grau que esteja atrapalhando a vida profissional, familiar, social, é necessário mudar de atitude e comportamento. Mudar exige reconhecer o que está errado.

O tratamento pode ser feito com psicoterapia comportamental cognitiva que se propõe, exatamente, a processar mudanças no comportamento explícito e na compreensão cognitiva que dá aquelas ordens.

A psicoterapia focalizada nessas questões sexuais pode exigir duas consultas de 50 minutos cada, por semana, e levar meses para produzir uma mudança. O paciente só mudará se realmente quiser. Muitas vezes, mesmo querendo, as necessidades exercem grande pressão e força contra a mudança. Por isso, o tratamento, mesmo tendo meios racionais e caminhos reconhecidos, poderá demorar muito mais tempo.

Oswaldo M. Rodrigues Jr. - psicólogo e terapeuta sexual

Schiavone diz que sexo antes de jogo é ótimo

Sempre irreverente, a italiana Francesca Schiavone não hesita em dizer que fazer sexo antes das partidas faz bem ao desempenho dentro de quadra.

A jogadora de 30 anos deu a declaração à revista milanesa Diva e Donna. "Sexo antes de um jogo não é só permitido para uma mulher, é fantástico", afirmou a italiana.

"Os hormônios ficam à flor da pele e o ato traz vantagens de todos os pontos de vista", acrescentou a campeã de Roland Garros.

Schiavone, após terminar sua campanha em Madri, irá a Roma tentar vencer seu primeiro título em casa, antes de tentar defender o Grand Slam.

"Depois de ganhar Roland Garros, acho que consigo suportar muita tensão e ficar mais atenta. Tenho muitos sonhos e um deles é vencer em casa".

GRANDE REPORTAGEM: Conheça 20 mitos ou verdades sobre a gravidez

Basta anunciar que está grávida para a mulher ser bombardeada com uma avalanche de crenças e crendices. Diante de tanta coisa fica até difícil saber no que realmente acreditar.

Pensando em esclarecer as dúvidas das gestantes, o eBand conversou com o ginecologista Gustavo B. Kröger, obstetra da Genics Medicina Reprodutiva e Genômica, em São Paulo, que não só desmascarou as inverdades que são espalhadas por aí como também deu algumas dicas para as futuras mamães.

Quando a gestante sente muita azia significa que o bebê será cabeludo.
Mito. Azia nos três primeiros meses de gestação são decorrentes do aumento do beta HCG, hormônio produzido pela placenta, sendo que em gestações gemelares esse efeito é maior. Azia da metade da gestação em diante são devidos à ação da progesterona, que aumenta o tempo que o estômago leva para esvaziar, assim como afrouxa as válvulas, favorecendo o refluxo.

Comer chocolate antes da ultrassonografia ajuda na hora de ver o sexo do bebê.
Mito. A identificação do sexo do bebê é melhor após as 20 semanas da gestação, quando os genitais já estão formados e com um tamanho que permite uma melhor visualização. Se o bebê estiver em uma posição fetal que dificulte a visualização e estiver se mexendo pouco, ingerir alimetos doces estimula a movimentação fetal, sendo que após se movimentar, o bebê pode assumir uma posição que facilite a visualização da genitália.

Comer bolacha água e sal alivia o mal-estar e a salivação.
Verdade. A sensação de mal-estar pode melhorar ao ingerir alimentos leves, como frutas e alimentos com pouca gordura, como é o caso das bolachas de água e sal.

O formato da barriga diz qual é o sexo da criança.
Mito. O formato da barriga depende do tamanho do bebê, da posição que ele se encontra dentro do útero, da quantidade de líquido amniótico, do número de bebês, do tamanho e formato da bacia óssea da mulher, e do formato prévio da silhueta corporal da gestante.

Durante a gestação a mulher sente menos desejo sexual.
Meio mito, meio verdade. Depende de como a mulher encara o seu corpo durante a gestação e de como a gestação está afetando o seu bem estar e qualidade de vida, pois o desejo sexual está muito mais associado ao estado emocional da mulher do que à gestação. Dessa forma, há algumas mulheres que, inclusive, afirmam sentir mais desejo, enquanto outras, dizem que sentem menos que o normal, provavelmente por estarem desconfortáveis devido às dores lombares e cólicas que podem ocorrer mesmo em gestações normais.

A penetração pode machucar o bebê.
Mito. O bebê está protegido pelo útero. Em algumas gestações quando, por exemplo, a placenta está na frente do colo uterino (as chamadas de placentas prévias) ou quando há risco de parto prematuro, a penetração é não é indicada.

Sempre após a relação sexual a mulher sente contrações.
Mito. Não necessariamente, mas ter relação sexual pode estimular o útero a ter contrações, por isso nas gestações de risco de parto prematuro a relação sexual é contra-indicada.

Quando o bebê é grande ele só pode nascer de cesariana.
Verdade. Bebês com mais de quatro quilos geralmente nascem por parto cesárea.

Grávidas não podem ter contato com gatos.
Meio mito, meio verdade. Grávidas devem no começo da gestação colher sorologia para toxoplasmose, doença infecciosa decorrente do contato com frutas e verduras mal lavadas e do contato com as fezes de gato. Se elas ainda não entraram em contato com a toxoplasmose são susceptíveis. Em geral a infecção passa por uma gripe ou resfriado, mas durante a gestação pode acarretar em roblemas como malformações nos bebês.

Se houver risco na barriga significa que o bebê será moreno.
Mito. A cor da pele ou do cabelo depende da herança genética recebida dos pais. O escurecimento da linha que corre do umbigo para baixo é decorrente de efeitos hormonais da gestação, o mesmo efeito que pode favorecer o aparecimento de manchas no rosto. Por este motivo a grávida deve se proteger do sol e usar protetor para não favorecer o aparecimento das manchas.

Se a grávida soprar a nuca do marido enquanto ele dorme passa o enjoo para ele.
Mito. Não há nenhuma forma de se passar enjoo para alguém. O enjoo melhora com alguns cuidados, como evitar muito sal e alimentos gordurosos, evitar deitar logo após a refeição, não consumir chá, café e chocolate.
A grávida não deve passar sabonete nem hidratante nos mamilos.
Mito. A gestante pode passar sabonete e hidratante nos mamilos, mas deve usar o menos possível, evitar banhos muito quentes e muito prolongados, pois gestantes são mais sujeitas a desenvolver irritação na pele.

Os batimentos cardíacos do bebê aceleram quando a mãe fuma.
Verdade. Após a mãe fumar, a nicotina passa para o bebê, o coração desse acelera e tende a se movimentar menos. O fumo na gestação está associado a abortamentos, malformaçoes fetais, menor peso ao nascimento e mais partos prematuros.

A mulher deve tomar bastante cerveja escura para ter mais leite.
Mito. Havia na Inglaterra, antes da Segunda Guerra Mundial, um tipo de cerveja chamada Stout, na qual era adicionada lactose, o açúcar do leite, a "milk stout". Por esse motivo surgiu o mito, porém não tem fundamento nenhum.

Ficar sem se alimentar aumenta o enjoo.
Verdade. Se a gestante ficar sem comer por muito tempo pode aumentar o enjoo e mal-estar. É importante que a gestante se alimente de maneira frequente, com refeições leves e com pouca gordura.

Mulheres grávidas de gêmeos só podem ter relações sexuais até o sétimo mês de gestação.
Mito. Gestações gemelares apresentam maior risco de prematuridade. Em geral, as gestantes não se sentem confortáveis para ter relação pelo maior desconforto causado pelo tamanho da barriga. No entanto, não há uma data certa para se proibir ter relações sexuais independente do número de bebês, e sim o conforto e o risco de parto prematuro de cada gestação.

Não se pode tomar nada diet durante a gravidez.
Meio mito, meio verdade. Alguns estudos com animais mostraram que uso de adoçantes pode estar associados a malformaçoes nos bebês, mas ainda não há pesquisas suficientes para poder proibir o uso. É de bom senso evitar alimento diet, se possível.

Pele de grávida mancha se ficar exposta ao sol.
Verdade. Pode manchar mais que o normal, pois as alterações hormonais associadas à gestação favorecem o aparecimento de manchas.

Durante a gestação o cabelo da volta ao estado natural independente de qualquer tratamento que a mulher tenha feito.
Mito. O que acontece é que alguns tratamentos capilares não podem ser feitos na gestação, assim as mulheres tendem a apresentar o estado natural do cabelo.

Durante a amamentação não há risco de engravidar.
Mito. Geralmente esse efeito acontece apenas nos três primeiros meses após o parto e se a alimentação do bebê for por amamentação exclusiva, mesmo assim não há garantias de que a mulher não engravide um mês após o parto. O mais recomendado é que a gestante converse com seu obstetra para associar algum anticoncepcional.

A Cama na Varanda: A falsa liberdade

Já ouvi muita gente dizer que hoje o sexo é livre, que não há mais nenhuma repressão. Mas apesar das aparências, na vida de cada um, liberdade sexual é objetivo difícil de ser atingido.

O sexo é alvo da maior perseguição na área dos costumes e fonte de grandes sofrimentos. A maioria se reprime e está sempre pronta a criticar o outro por sua conduta sexual. Homens e mulheres padecem por conta das próprias fantasias, desejos, culpas, medos e frustrações sexuais.

O psicanalista W.Reich tinha razão quando, em meados do século 20, denunciou a miséria sexual das pessoas. Ele lutou a vida inteira, apesar dos ataques sofridos, para convencer a todos de que a sexualidade, quando expressa de modo adequado, é a nossa principal fonte de felicidade. E quem é feliz está livre da sede de poder. Ele dizia que, se alguém tem a sensação de uma vida viva, alcança uma autonomia que se nutre das potencialidades do ‘eu’.

Influenciado por essas ideias, surgiu na década de 1960 um movimento de contracultura, que propunha uma cultura erótica onde se pudesse, através da experiência sexual, abrir nova perspectiva para o espírito. O que aconteceu então? O escritor Luiz Carlos Maciel, que viveu intensamente essa época, acredita que o sistema conseguiu anular os esforços desse movimento, reprimindo, absorvendo e distorcendo seus objetivos. Apesar de os preconceitos terem diminuído, a maioria das pessoas não vive o sexo como algo natural, bom, desejável.

Controlar a sexualidade das pessoas significa controlar as pessoas. Esse controle se inicia na infância e continua por toda a vida. Os valores repressores são absorvidos de tal forma que, não percebendo sua existência, as escolhas pessoais, predeterminadas no inconsciente, assumem aparência de escolhas livres. Esse é o grande perigo da repressão sexual e o principal motivo da baixa qualidade do sexo praticado. O psicoterapeuta J.A.Gaiarsa afirma que quanto mais a pessoa amplia, aprofunda e diversifica sua vida sexual, mais corajosa ela se torna. Vive com mais vontade, mais alegria, esperança e decisão. Pode vir a representar perigo do ponto de vista da ordem estabelecida.

Por ser arriscado, muitos renunciam à sexualidade e ficam quietos no seu canto e vão se apagando de vida, de corpo e de espírito. Será que não está na hora de mudar essa mentalidade?

Loucos por sexo: compulsão é doença e deve ser tratada

É preciso tomar cuidado para que o transtorno não
deixe a vida social abalada.
Antes de começar a discutir qualquer questão a respeito da compulsão sexual, é preciso primeiro esclarecer que existe uma enorme diferença entre ser compulsivo e gostar muito de sexo. Quem alerta é a psicóloga dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Liliana Seger.

De acordo com ela, o fato da pessoa ter uma vida sexual intensa, de maneira alguma é um sintoma da compulsão sexual. "Ter muita vontade de transar não caracteriza um transtorno. A diferença é que o compulsivo não consegue resistir aos pensamentos e desejos, que precisam ser saciados no mesmo momento, não importando com quem", explica.

De verdade, a compulsão sexual, definida por muitos como ninfomania, é um transtorno psiquiátrico do impulso em que o indivíduo tem pensamentos e atos obsessivos envolvendo o sexo.

Esse transtorno está intimamente relacionado à ansiedade e, não raro, a outros transtornos obsessivos compulsivos. "Quem sofre desse problema tem dificuldade de pensar e se concentrar em coisas que não estejam relacionadas ao sexo. Além disso, outra característica do compulsivo é agir por impulso, sem premeditar", afirma.

O grande problema de lidar com essa doença, conforme explica a especialista, é o fato de que o sexo envolve prazer. Nesse sentido, a compulsão não incomoda e, a princípio, não parece fazer mal. Por isso é bastante comum que o compulsivo sexual conviva com esse transtorno por muitos anos, antes de perceber que se trata de um problema sério. "Essas pessoas geralmente só buscam tratamento quando já estão com a vida social totalmente abalada, convivendo com problemas na família, no casamento e até no trabalho", diz Seger.

E como o próprio compulsivo tem dificuldade de perceber que sofre de um transtorno do impulso, geralmente os primeiros que notam os sintomas são os familiares, amigos e colegas de trabalho. "A pessoa começa a apresentar modificações relevantes no comportamento: vai constantemente ao banheiro para se masturbar, deixa de conviver com outros indivíduos nas horas livres, e por aí vai", afirma.

Seger revela ainda que a compulsão sexual, em 95% das vezes, se manifesta em homens e, geralmente, a partir dos 30 anos. Para piorar, a própria sociedade acaba endossando esse comportamento, quando considera o homem que se dedica tanto ao sexo como viril e machão. Já em relação às mulheres, esse tipo de atitude é muito menos aceita.

É possível tratar?

Para os pacientes que sofrem de compulsão sexual, a médica recomenda terapia sexual, que se baseia na busca pelo controle do comportamento. Em associação ao processo terapêutico, geralmente também são administrados antidepressivos, que colaboram para inibir o desejo. "O indivíduo percebe que é dependente e que não está mais no controle das suas vontades e desejos. O importante é que ele entenda em quais situações fica mais ansioso e, a partir daí, possa aprender a se controlar", esclarece.

(Fonte: Minha Vida, Saúde, Alimentação e Bem-estar)

Sexo e o Vaticano: Livro revela vida de orgias, abortos, prostitutas e homossexualismo dentro do Vaticano

O jornalista italiano Carmelo Abbate vai lançar um livro que já provoca alvoroço nos bastidores da Santa Fé porque revela a vida clandestina de padres e freiras de congregações de vários países com representação no Vaticano e em algumas cidades da Itália.

O livro se chama “Sexo e o Vaticano, viagem secreta ao reino dos castos”.

A viagem, no caso, foi a convivência de vários meses que Abbate teve, como infiltrado, entre sacerdotes e religiosas heterossexuais e homossexuais com intensa atividade sexual.

O jornalista apresenta relatos de orgias, de encontros com amantes, visitas a prostíbulos, sacerdotes com união estável e filhos, abortos e outros casos considerados pecados graves pela Igreja Católica.

Há também informação sobre as aventuras de padres homossexuais em casas noturnas.

Piemme, a editora do livro, adiantou que Abbate conta como sacerdotes se dividem “entre as austeras salas da Via della Conciliazione (avenida de acesso ao Vaticano) e a movimentada Roma by night”.

O Vaticano não quis comentar o livro e negou que existam padres homossexuais na Santa Fé. O vaticanista Marco Tosatti admitiu existir padres “com tendência homossexual”, mas, segundo ele, são poucos.

Abbate criticou a cultura de sigilo do Vaticano e a insistência da igreja em negar a existência dos desejos sexuais dos sacerdotes.

Ex-actriz pornográfica concorre a autarquia na Catalunha

A ex-actriz pornográfica espanhola, Maria Lapiedra é candidata à presidência do município de Borges Blanques, na província catalã de Lérida e já prometeu o nudismo condicionado na cidade e o acesso ao sexo gratuito dos homens solteiros uma vez por mês.

Lapiedra ficou famosa por percorrer de biquíni as ruas de Madrid, em 2010, reinvindicando a independência da Catalunha. A peripécia valeu à antiga actriz pornográfica o afastamento do partido Solidariedade Catalã criado pelo antigo presidente do Barcelona, Joan laporta.

No programa eleitoral de Lapiedra, esta promete que irá defender o nudismo na cidade, entre a meia noite e as seis da manhã; o acesso gratuito dos homens solteiros a uma sessão de sexo (ou de masturbação) por mês, assim como, pretende liberalizar os actos de amor na via pública apenas em horário nocturno.

Veja aqui o vídeo em que a ex-actriz porno aparece de biquíni nas ruas de Madrid reinvindicando a independência da Catalunha:

Musculatura pélvica forte proporciona mais prazer

Treinamento e exercícios contribuem para uma relação mais agradável e com menos risco de frustrações.
Desempenho sexual é algo bastante individual. Não existem duas pessoas com o mesmo desempenho, pois isto depende de uma infinidade de variáveis físicas, psicológicas e comportamentais, que por sua vez dependem dos anseios pessoais e da experiência adquirida, da prática e do treinamento.

Mas há formas de melhorar esse desempenho. Duas das variáveis físicas, que apresentam papel mais do que fundamental no desempenho sexual da mulher, são a força e a coordenação motora dos músculos do assoalho pélvico (MAP). O grau de força e de coordenação influem radicalmente no prazer sexual tanto da mulher quanto do parceiro, no intercurso do ato sexual e na duração e intensidade do orgasmo.

A hipotonia (''flacidez'') da MAP reduz substancialmente o prazer. Por outro lado, uma musculatura bem tonificada não só mantém o prazer em índices gratificantes por praticamente toda a vida, como também pode - desde que bem treinada - proporcionar experiências incríveis para o casal.

Quanto à coordenação motora, sua carência pode provocar contrações indesejáveis durante o ato sexual, podendo levar à chamada Síndrome do Vaginismo.

Estas contrações indesejáveis são comuns na primeira relação sexual da mulher, onde o receio inicial e a falta de conhecimento do próprio corpo podem fazer com que a MAP, e nos casos mais extremos até a musculatura dos glúteos e coxas, se contraiam, dificultando e tornando dolorida a penetração e o intercurso. Estes transtornos podem ser contornados por meio de exercícios de auto-conhecimento e consciência corporal, focados não só na MAP mas em toda a região genital.

O prazer durante o ato sexual depende da fricção do pênis no canal vaginal. Existe uma pressão interna, própria da vagina, notada principalmente após os primeiros centímetros da entrada do canal. Esta pressão é fundamental para que o sexo seja efetivamente prazeroso, mas normalmente ela reduz bastante com o passar dos anos, especialmente com o envelhecimento e a menopausa.

É a MAP que dá esta sensação de pressão interna na vagina, sentida tanto pela mulher quanto pelo parceiro, ou seja, enquanto a MAP estiver forte, esta pressão existirá. Em outras palavras, MAP fortes deixam a vagina sempre ''apertada''.

Com a musculatura enfraquecida esta sensação é reduzida, podendo as vezes nem ser percebida. Como é de se imaginar, o prazer sexual reduzido na relação pode desencadear os mais diversos graus de problemas entre o casal.

Por outro lado, pelo fato de o orgasmo ser um fenômeno vascular (dependente da circulação), MAP exercitados de maneira constante garantem uma boa circulação sanguínea e linfática de toda a região, favorecendo as condições necessárias para a obtenção de orgasmos mais satisfatórios.

Como para qualquer outra musculatura do corpo, a força da MAP pode ser aumentada através de exercícios de fortalecimento com carga progressiva (exercícios cada vez mais pesados conforme o condicionamento).

De modo semelhante ao aumento de força, o incremento na coordenação motora da MAP pode ser conseguido tanto por exercícios de contração simples quanto através pelo uso de acessórios.

Larissa Gregório, fisioterapeuta

Sexo, hormonas e Facebook

Bizarro, mas científico: um professor da Universidade de Claremont, chamado Paul J.Zak, conseguiu descobrir uma correlação entre a hormona oxitocina, ligada ao sexo, e as redes sociais como o Facebook e o Twitter.

Segundo o portal espanhol eleconomista.es, o estudo terá atestado, através de análises ao sangue, que os 'twitters' e os 'facebookers' libertam um alto nível da chamada 'hormona dos abraços e beijos', a tal oxitocina, depois de utilizarem as redes sociais.

Entretanto, o que o estudo do neurocientista norte-americano (www.cgu.edu/pages/473.asp ) não diz, nem teria de dizer, é quantos relacionamentos reais vão ao ar com a ajuda do Facebook, o tal que 'ajuda' estabelecer pontes nos relacionamentos, nos abraços e nos beijos virtuais.

Nem explica como se proteger de relações 'on-line', digamos, mais complicadas, que já resultaram - pasme-se! - em 28 milhões de divórcios até à data (http://www.agenciafinanceira.iol.pt/media-e-tecnologia/facebook-separacoes-divorcios-divorcio-redes-sociais-agencia-financeira/1228157-2974.html ).

Realmente, assim, 'é complicado' para quem é enganado, não pela tal oxitocina, mas por quem usa a rede para outros fins. Digo eu. Seja como for, nunca será demais usar protecção...

GRANDE REPORTAGEM: Sexo Tântrico

O sexo tântrico é uma filosofia de comportamento que permite atingir um êxtase de prazer infindável e muito mais intenso que um orgasmo comum.

Isto é hiperorgasmo o que não é um espasmo de alguns poucos segundos, mas um estado de êxtase iluminado. Mas é possível a qualquer pessoa alcançá-lo?

Não é preciso ser nenhum atleta sexual para atingir o hiperorgasmo. Mas algumas condições básicas são necessárias. Sensibilidade, sutileza, desinibição, concentração, capacidade de se esquecer do tempo e das obrigações são indispensáveis. Além disso, é preciso renunciar à pressa, às comidas gordurosas, às bebidas alcoólicas, ao fumo e, em especial, não focalizar no orgasmo como único foco importante do sexo.

É preciso um mínimo de três horas para cumprir com sucesso as diversas etapas e alcançar um estado tal de hiperestesia erógena (alta sensibilidade), que se transforme no tão desejado hiperorgasmo. É como ultrapassar o prazer físico até uma dimensão que supere exatamente os limites físicos. O hiperorgasmo não é um espasmo físico, mas sim o ponto mais alto do prazer, com uma duração bastante acima do comum. Quem já experimentou garante que dura horas, embora provavelmente seja mais certo falar de minutos. O estado de prazer é tal que pode incluir a perda de consciência.

Um maremoto de prazer Os defensores do sexo tântrico descrevem assim o orgasmo comum: "os simples mortais imaginam que o máximo do prazer é alcançar um orgasmo comum. A verdade é que experimentaram apenas um espasmo nervoso acompanhado de um pequeno prazer durante um curtíssimo espaço de tempo". E eles mesmos definem o hiperorgasmo como "um maremoto de prazer indescritivelmente melhor do que um orgasmo comum, que mantém o êxtase por tempo ilimitado". Quem já experimentou as carícias tântricas, o sexo tântrico e o hiperorgasmo, diz que essas práticas mudaram suas vidas. A vida fica mais alegre, a produtividade aumenta.

Os praticantes também argumentam que se tornam mais sábios, porque alcançaram uma nova dimensão do ser humano. O hiperorgasmo depende exclusivamente da vontade de cada um, mas há algumas condições básicas que devem ser cumpridas para chegar a esse estado superior do prazer. O importante é o caminho A primeira condição é romper com a idéia ocidental contemporânea de praticar sexo. Essa é uma idéia primária e instintiva, com foco na reprodução. A finalidade do sexo no Ocidente é chegar ao orgasmo. O sexo tântrico, ao contrário, tem como objetivo o prazer da prática em si mesma, sem objetivo final. Se a relação dura menos de uma hora, o tantrismo a considera ejaculação precoce.

O carinho mútuo e a sensibilidade compartilhada são fundamentais nessa prática. A pressa está proibida e, nas várias horas que deve durar a relação, é preciso esquecer-se do mundo. É importante sentir-se leve, ágil e livre. Por isso, é preciso alimentar-se de maneira saudável, sem nenhum excesso, sem álcool, fumo, carnes vermelhas, gorduras ou doces. O ambiente precisa ser tranqüilo, acolhedor, com música suave. Deve-se dar importância a todos os rituais. A prática tântrica precisa ser compartilhada pelo casal. Deve ser uma oferenda vital, a ser realizada com os olhos e o coração bem abertos. As várias horas de atividade devem ser alternadas com períodos de descanso, para relaxar os sentidos e alcançar mais prazer. O tantrismo crê que a ejaculação é um desperdício de energia vital, por isso ensina o homem a controlá-la e adiá-la. Calma, paciência, doçura, olhos nos olhos, sem pressa... condições básicas para passar das carícias tântricas ao sexo tântrico e deste ao hiperorgasmo, o auge do prazer sexual.

Manual do sexo tântrico
Nada de ejaculação precoce nem pressa: o sexo tântrico busca o prazer máximo e duradouro com os cinco sentidos. Se você quer experimentar o chamado hiperogamso... tome nota! Carícias Uma relação sexual comum dura por volta de 15 minutos. O sexo tântrico deve durar ao menos duas horas. Caso dure menos de uma hora, é considerado ejaculação precoce. O sexo tântrico tem uma duração mínima, mas não uma máxima: quanto mais tempo durar, mais prazer proporcionará. O tantra encoraja o homem a fazer com que sua companheira se sinta divina. Sem dúvida, os norte-americanos não praticam o sexo tântrico: 70% deles ejaculam apenas dois minutos depois da penetração.

O sexo tântrico tem como proposta exatamente o contrário: evitar a penetração rápida e brusca, para que a ejaculação não seja o único motivo da relação sexual. O sexo tântrico leva em conta que nossa pele possui cerca de 600 mil pontos de sensibilidade. A ejaculação é considerada um desperdício de energia vital e por isso deve-se aprender a adiá-la. Começando Faz parte do ritual tântrico iniciar o sexo com uma contemplação e adoração mútuas, com palavras doces e carícias, fazendo amor com os olhos bem abertos, sem dispersão ou agressividade, sem pressa e com sentimento. Depois das carícias tântricas, o passo a seguir é o sexo tântrico, cujo objetivo principal é prolongar a excitação sexual do casal. O pênis do homem deve penetrar a vagina de sua companheira, mas apenas cerca de dois centímetros e meio. O homem mantém o pênis dentro um minuto, depois o retira e o descansa sobre o prepúcio do clitóris da companheira antes de voltar a penetrar.
Esse jogo deve ser mantido por cerca de vinte minutos, quando se iniciam as dez posições básicas do sexo tântrico. Essas devem ser executadas seguidamente ao longo de duas horas. Devem ser alternadas por descansos e pausas para que o casal descanse, a ereção se distensione e os corpos reponham forças bebendo ou comendo algo leve. As posições. Depois da introdução, o sexo tântrico começa com o casal sentado, os dois levemente inclinados para trás e se apoiando o peso nos braços. A penetração é lenta e os movimentos pélvicos circulares. A seguir acontece a penetração profunda. A mulher deve abrir bastante as pernas, quase em forma de V. Compensando o esforço físico anterior, o sexo segue com o casal sentado, cara a cara, os corpos erguidos e as pernas entrelaçadas. É uma postura para abraçar-se, acariciar-se e deixar que circulem os sentimentos.

A postura clássica do missionário é a quarta etapa. O homem deve procurar a todo momento retardar e refrear sua ejaculação, porque a quinta etapa o levará a uma postura mais cômoda: com o homem deitado, a mulher se senta agachada sobre ele em plenitude completa, ambos unidos pelas mãos, fazendo movimentos pélvicos circulares. Um momento de descanso. A sexta posição é uma variação da anterior: o homem coloca algum apoio (almofadas) sob as costas, nos quais pode apoiar-se. Assim, a mulher pode mostrar-lhe seu corpo e oferecer-lhe seus seios para que ele os beije. O sétimo passo obriga ambos a se olharem nos olhos e a deter a marcha da relação. É um passo difícil, mas é obrigatório para conservar a energia até o final. Para isso, uma postura clássica com o homem recostado sobre ela é o ideal. Depois do instante de relaxamento, a oitava etapa coloca o homem em cima, por trás da mulher, ambos estirados, com penetrações profundas.

O nono momento é o das tesouras. É uma postura atípica, na qual ela recebe quase de costas, passando uma perna sobre a cintura do parceiro, que a penetra profundamente, entrelaçando os corpos. É o prelúdio da última postura: ele está semi-incorporado e ela e se senta sobre ele, dando-lhe as costas e deixando-se penetrar suavemente enquanto ele lhe acaricia os seios e beija o pescoço. Todas as etapas do sexo tântrico foram cumpridas e a excitação dos amantes é absoluta. Este é o momento de viver algo difícil de narrar: o hiperorgasmo.

Jovens vêem 2 horas de pornografia por semana

Um estudo britânico revelou que os jovens do sexo masculino vêem pelo menos duas horas de conteúdo pornográfico por semana.

Quanto às meninas, gastam 15 minutos por semana com este conteúdo.

Neste estudo participaram 1000 jovens com idades entre os 18 e 24 anos. Os resultados estão a preocupar os médicos uma vez que este comportamento tende a tornar-se compulsivo.

Um em cada três jovens diz que tem problemas na relação amorosa por passar tempo de mais a ver conteúdo pornográfico.

"Os jovens estão mais preocupados com eles próprios, com o que eles estão a ver e relatam mais problemas no relacionamento que mantém", Heather Wood médica na clínica de Portman.

Masturbação está relacionada ao equilíbrio interno

Obter a satisfação sexual sozinho pode se tornar hábito ou vício; especialista afirma que distância entre os termos está ligada ao emocional.
Fiquei refletindo sobre a masturbação por causa de um paciente de 16 anos que me contava de sua excessiva tensão, acompanhada de dificuldades para adormecer, sono entrecortado, repleto de sonhos associados aos seus problemas diurnos.

Como tensão e tesão são palavras muito próximas, e como a tensão é o oposto do relaxamento, estado que frequentemente ocorre após a satisfação sexual, a conversa derivou para esse lado.

Dizia-me ele que imediatamente após sua única relação sexual ''completa'', ou seja, na qual houve penetração, sentiu-se ''leve'', aliviado e que, quando se masturba - ele o faz frequentemente - não tem a mesma sensação de alívio.

O garoto descrevia sentir-se melhor, um pouco aliviado, mas que se percebia ainda muito tenso após a masturbação.

Não se pode associar a diferença de reações entre o seu ato ''completo'' e a satisfação solitária à existência de um conteúdo afetivo, pois sua iniciação sexual ocorreu com uma prostituta.

Bem, se não é isso, se sua relação sexual não estava associada a uma paixão, a um amor, ou a uma fantasia amorosa, qual é o complicador? Teoricamente a descarga orgástica deveria oferecer-lhe um nível de satisfação muito próximo quando praticasse a masturbação.

Ocorre que esse jovem tem de si uma auto-imagem muito depreciativa; é muito inteligente e tem consciência disso, mas apresenta dificuldades de relacionamento social, justamente por ser muito questionador, reprime seus sentimentos agressivos, por considerar que não tem o direito de magoar as pessoas e por estar acima do peso imagina que ninguém do sexo oposto vá interessar-se por ele.

Sua auto-estima, portanto, está em baixa. Ora, vamos considerar estes aspectos, aqui apresentados esquematicamente: se sua auto estima está rebaixada, isso significa que ele não se percebe como alguém que tem direito de usufruir de umas tantas coisas que lhe dariam satisfação, como dizer uns tantos desaforos, como é próprio dos adolescentes, a uma irmã que o provoca, ou a sair para a balada com um grupo de jovens de sua idade, ou a ter sexo não-pago.

Não nos esqueçamos que foi-se o tempo que os meninos eram, necessariamente, levados à ''zona'' pelo pai ou por um tio - agora a coisa está mais liberada, mas não para ele.

Por que? Porque não se sente capacitado a conquistar uma jovem e desfrutar com ela de uma relação amorosa que resulte em intimidades sexuais. Mas quando se paga, quando se procura uma prostituta, adquire-se um bem do qual podemos desfrutar plenamente - estas são as regras do mercado da sociedade capitalista. Podemos pensar, portanto, que neste caso, ocorre uma relação de compra e venda que valida a satisfação e que autoriza o prazer.

A masturbação, por prescindir deste elemento, é apenas parcialmente satisfatória, pois se fosse o contrário, não sustentaria a premissa básica de seu funcionamento psíquico: que ele não merece coisas boas. Mais uma vez podemos ver como sexo e psiquismo estão intimamente ligados. Se não há equilíbrio interno, não há também satisfação sexual plena.

Yara Monachesi - psicóloga e psicoterapeuta

Pesquisa revela que casais deixam sexo de lado por cansaço

Somando alguns anos de convivência, com a correria do trabalho, o cuidado com os filhos, com a casa e as contas a pagar, tudo vira prioridade diante da vida sexual de um casal.

Uma pesquisa norte-americana comprovou que a maior parte de quem vive nessa rotina está cansada demais para o sexo.

Cerca de 600 famílias participaram do estudo, e o resultado foi que 60% de pais e mães que trabalham tiveram redução na libido.

Segundo a psicóloga do Portal Educação, Denise Marcon, a rotina corrida e exaustiva é um fator que diminui a frequência de relações sexuais.

Contudo, a especialista alerta que o sexo é fundamental para a manutenção de um relacionamento saudável.

O casal precisa manter o companheirismo e, com certeza, o diálogo sobre o assunto para que o casamento não venha a se desgastar no decorrer do tempo, levando em consideração que o sexo é um elemento fundamental para o vínculo do casal — reforça.

A pesquisa também atestou que 25% dos casais chegaria a trocar o atual emprego por um que rendesse menos dinheiro se, em contrapartida, trouxesse mais flexibilidade a suas vidas.

Não deixe a relação esfriar

Não permita que a rotina ocupe todo o tempo do casal. Procure reservar um tempo na agenda para as relações;

Crie oportunidades para que o casal tenha contato em situações de lazer, não só na rotina e obrigações do dia a dia, cultivando momentos a dois como passeios, cinema ou sair para dançar;

Exercite a mente com pensamentos estimulantes ou eróticos durante momentos diversos do dia: pensar em sexo é um grande afrodisíaco;

Hábitos de vida saudáveis (dieta balanceada, atividade física) ajudam, pois, além de manterem a pessoa mais disposta, ajudam a evitar ou controlar doenças como diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial, que podem ser prejudiciais à saúde sexual;

Para a mulher, ser cortejada é importante durante toda a sua vida, mesmo após anos de relacionamento. Enviar flores, mensagens pelo celular com demonstrações de carinho ou intenções apimentadas também ajudam no estímulo sexual;

Manter o hábito de pegar na mão, abraçar, beijar, trocar carícias, mesmo que o objetivo não seja o ato sexual em si. Tais atitudes contribuem para manter a intimidade;

Caso note uma brusca mudança sua em relação ao sexo, mesmo que seja comportamental, é imprescindível procurar ajuda médica.


GRANDE REPORTAGEM: "Carlos Castro pagava a rapazes mais novos para ter sexo"

Carlos Ferreira na loja da familia em Lisboa
Carlos Ferreira, que nos anos 70 criou o travesti Guida Scarllaty, conta ao i o lado obscuro de Carlos Castro, com casos de subornos, traições e vinganças.
Carlos Ferreira criou o primeiro clube com travestis profissionais - o Scarllaty Clube - nos anos 70 e foi o primeiro a dar emprego a Carlos Castro em Portugal. Hoje é um homem amargurado pelas traições do cronista. Na loja da família, em Lisboa, recebe o i sem roupas da Guida, porque nunca sai à rua de cara pintada. Enquanto não há clientes descreve Castro como um homem "sem talento para o espectáculo de travesti", que "fazia tudo para levar a água ao seu moinho" e que "pagava a rapazes para ter sexo". Nas amizades, como nos amores e nos engates, Castro, para Carlos Ferreira, era como "uma aranha": "construía a teia para depois apanhar a vítima".

Foi a primeira pessoa a dar emprego a Carlos Castro em Portugal. Como era ele na altura?
Estávamos em 1975. O Carlos tinha chegado havia uns meses a Portugal, vivia entre Coimbra e a Figueira da Foz e vinha a Lisboa aos fins-de-semana. Eu já tinha aberto o Scarllaty Clube: o primeiro café-concerto onde se apresentou espectáculos de travestis profissionais. O Carlos apareceu-me lá numa noite como cliente: era uma pessoa simples e afável. Como muitos que regressavam das ex-colónias, estava a chegar ao país sozinho e sem nada.

E como é que lhe pede emprego?
Um dia chega-me com a ideia de concorrer à Visita da Cornélia. Incentivei-o - "vai lá que sempre ganhas umas massas" -, emprestei-lhe o guarda-roupa. É a partir daí que ficamos mais íntimos.

O que o levou a abrir o Scarllaty Clube?
Começou por ser um acidente de percurso do 25 de Abril. Estudava Belas-Artes e deixei-me de teatrices, até para fazer a vontade à minha mãe. Decidi: "Prefiro ser um bom espectador do que um canastrão no palco." Começo a trabalhar em decoração de interiores com o J. Pimenta [empresário da construção civil] e dá-se o 25 de Abril. O Pimenta e os engenheiros vão para o Brasil, eu fico com uma comissão de trabalhadores atrás. Um dia arrumei tudo numa caixa e fui embora. Andei um ano e tal desempregado, tinha algum dinheiro e é aí que penso abrir o Scarllaty.

Como é que as pessoas olhavam para o clube?
O timing ajudou-nos. As mentalidades abriram-se, as pessoas saíram à rua. Éramos a grande novidade. E a crítica, que era óptima, ajudou a construir a casa: durante dez anos houve sempre filas à porta.

Hoje já não se olha para o espectáculo de travesti dessa maneira...

Porque os travestis começaram a vir para a rua vestidos de mulher. Não se via o que se vê hoje no Conde de Redondo, em Lisboa. Esses rapazinhos com vontade de ser mulher, mas sem nenhum talento para representar, rebentaram com o estatuto do travesti como um espectáculo digno.

Quem entrava nesses espectáculos não era logo conotado com o mundo gay?
Só os grandes actores na época é que tinham currículo para se apresentarem vestidos de mulher. Um gajo desconhecido que se apresentasse assim em palco levava logo um chapão. Cheguei a convidar o Herman para terminar um número comigo e ele recusou, achando que era perigoso. Eu tinha noção dos riscos que ia correr. Nas entrevistas, perguntavam-me sempre se era ou não homossexual. E dizia: estou aqui como actor de travesti, a minha vida privada é a minha vida privada. Sempre fui como sou hoje: visto um par de calças antes de sair do camarim e saio de cara lavada.

Carlos Castro já tinha experiência nestes shows?
O que ele contava é que tinha escrito umas poesias. Reconheço que ele adorava aqueles espectáculos, mas não posso dizer que tivesse talento para os fazer. Deixei-o participar em números pequenos, que não prejudicavam o show. Passado três anos, quando chega a altura de fazer o Good-bye Chicago, é que a porca torce o rabo.

Despediu-o?
Ele precisava de fazer um trabalho de marcação, dançado. Estava a duas semanas de estrear e como ele não chegava lá há um dia em que tenho de o encostar à parede. Como ele ficou muito triste, tentei arranjar uma solução e convido-o então para ser o relações públicas do clube. Um dia apresentei-o à Maria Elvira Bento, da "Nova Gente". É aí que ele começa a mandar umas bocas, com o pseudónimo Daniela.

E deixou de vez o espectáculo?
Ainda fez tentativas noutras casas, mas foram fiascos atrás de fiscos.

Quando é que o despede do Scarllaty?
O Carlos nunca soube separar a condição de homossexual da vida profissional. Foi o que aconteceu na relação com o fotógrafo e, provavelmente, o que aconteceu com o Renato. Quando ele já só estava a trabalhar como relações públicas do Scarlatty, há um dia em que chego mais cedo e o encontro com um rapazinho que tinha conhecido na rua. No meu clube havia rigor e profissionalismo, não havia namoricos e engates.

Nunca mais voltaram a falar?
A nossa relação teve altos e baixos, até ele me ter feito umas partidas horríveis.

Que partidas?
De 1998 a 2006 vivi no Algarve e fui director da "Magazine do Algarve". E aí o Carlos voltou a aproximar-se. Ele não era um homem inteligente - porque se o fosse tinha tido uma outra vida -, mas era esperto. Precisava de ter visibilidade no Algarve, tinha algumas portas fechadas em Lisboa e viu ali um furo. Ele só se chegava às pessoas quando tinha interesse nelas. Durante algum tempo escreveu para lá uma página, mas começou a ser enjeitado e tive de lhe dizer que tinha de suspender a colaboração. É claro que ele ficou ofendidíssimo. Durante esse tempo, pediu--me para o apresentar a uns presidentes de câmara pois queria fazer uns espectáculos de moda. Até que um dia descubro que usou o meu nome para negociar um espectáculo. Tudo nas minhas costas. Sei que subornou chefes de divisão - oferecendo parte das receitas - para lhe conseguirem espectáculos numa altura em que não havia verbas para isso.

Depois disso ele fez uma homenagem à Guida Scarlatty num espectáculo...

Quando tinha interesse, ele fazia tudo para levar a água ao seu moinho. Hoje estava aos beijos consigo, amanhã era capaz de lhe espetar a faca nas costas.

Sempre foi assim?
No início não, mas nos últimos anos ele estava convencido de que era a grande star do jornalismo. De cronista ele não tinha nada, de mexeriqueiro sim. Cronista é um jornalista que sabe escrever bem, era uma Vera Lagoa, que mexia os cordelinhos da sociedade. Ele não mexia.

Ele já não tinha influência, ao contrário do que o Renato acreditava?
Creio que nunca teve. A Ana Salazar ou o Augustus convidavam-no para determinados eventos porque era mais uma página que saía nas revistas. Temos de ser lógicos: posso até não gostar do trabalho que faz, mas se me publicitar...

Essa influência só existia na cabeça dele?
Ele era muito pouco realista. Criou um mundo naquela cabeça. E nesta fase final da vida era muito atormentado. Talvez pela solidão, talvez por nunca ter conseguido alguém que o tivesse amado verdadeiramente, tornou-se uma pessoa com sentimentos muito mesquinhos. Fez mal a muita gente. E era um mal que nem sequer podia terminar em tribunal: eram aquelas intrigazinhas. Repare que ele no mundo gay nem foi muito chorado: a maior parte das pessoas não gostava dele pelo seu comportamento moral, pela cagança com que se assumia. A mim nunca me conseguiu afectar, apesar de ter voltado a fazer sacanices.

Que sacanices eram essas?
Em 2006 fui viver para o Brasil e, quando voltei, ele escreveu uma crónica a dizer que a monstra tinha vindo corrida, que tinha feito vigarices, que estava na miséria e teve de aceitar o contrato do Mister Gay para sobreviver. Quando uma pessoa cospe na sopa de quem lhe deu a mão é muito triste. Pode ir ao lar onde está a minha mãe e ela conta-lhe quantas vezes lhe pagou almoços e jantares sem eu saber, numa altura em que ele gastava o dinheiro todo com a rapaziada.

Carlos Castro pagava a prostitutos?
Ainda recentemente pagava a rapazes para ter sexo. Enfiava um barrete de lã, punha uns óculos e ia para o engate. Ele não era o único: é muito usual entre os homossexuais mais velhos. Um gay de 60 anos sem uma relação estável, quem é que vai com ele se não for por um interesse qualquer? Esta é a realidade, não vale a pena escondê-la. No caso dele ainda era pior porque nem sequer gostava de pessoas da idade dele. E, ainda por cima, ele era definidamente passivo e não gostava de gays, nem de bissexuais. Tinha de ser um hetero, de preferência que nunca tivesse tido relações com outro homem, isso para ele era a coroa de glória. Quem é que aos 60 tem um rapaz de 20? Não é por acaso que existem saunas gay e anúncios nos jornais: há clientela a recorrer a prostitutos. Da mesma forma que um hetero de 50 ou 60 anos recorre a prostitutas.

Seria capaz de iludir um rapaz de 21 anos?
Não tenho dúvida de que ele lhe terá feito muitas promessas com a intenção de lhe dar a volta.
Mas o Renato dava troco, tinha atitudes carinhosas para com ele...
A ansiedade do Carlos em ter alguém ao pé dele deixava-o cego. Cego sobretudo pela necessidade de se assumir perante toda a gente com aquele boneco ao lado. Ele mandava qualquer coisa para a frente para segurar as pessoas. Na relação com o fotógrafo não foi diferente: o Luís começou a andar com o Carlos pelo proveito que podia tirar. Ele nem era fotógrafo, era marujo, e era dali que vinha o ordenado. Um dia, o Carlos Castro chegou a casa e encontrou a casa vazia. O Luís namorava com uma rapariga e já não devia aguentar mais aquilo.

Do que conhecia do Carlos, era possível ele estar numa relação sem sexo?Não acredito, pelo menos a partir de certa altura. Se calhar foi em Nova Iorque que o confronto se deu porque o Renato já estava mais envolvido. O Carlos era como uma aranha: construía a teia e depois punha a mão e a vítima caía. Sabia atacar nos momentos precisos. Conheci muitos casos, também com amigos, em que se ele só confronta as pessoas à última hora.

Mas ele não forçaria uma relação sexual?
Não tinha autoridade nem corpo para isso. Ele inebriava, aliciava, até as pessoas cederem por dinheiro ou conveniência.

Ele não era de relações fixas?
Nunca conseguiu ter uma relação porque tinha um comportamento muito obsessivo. Era muito aventureiro e atrevido. Uma coisa era o TT Club, uma casa de strip-tease em Campo de Ourique, onde cheguei a ir com ele. Aí paga-se e ninguém tem nada a ver com isso. Mas ele arriscava muito cá fora. Uma vez andou atrás de um segurança na torre das Amoreiras e aquilo não correu bem. Um dia o segurança quis dar-lhe uma tareia. Começou a fugir dele no centro comercial e eu atrás. Contaram-me que nesta última fase estaria mais comedido, mas houve alturas em que o vi arriscar demasiado: levava pessoas para casa dele que nem que me pagassem eu levaria.

Como era ele em relação aos amigos? Também tentava assediá-los?
Não. Ele não gostava de gays nem de rapazes versáteis que em termos sexuais tanto pudessem ser o activo como o passivo.

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Sinal de trânsito na Holanda mostra cena de sexo


Semáforo erótico. / Foto: Reprodução


Um sinal de trânsito em Nimwegen, na Holanda, chamou mais a atenção dos pedestres do que o normal. Isso porque, em vez do tradicional bonequinho verde, apareciam dois bonecos em posição erótica.

Quando o sinal voltava a ficar vermelho, o homenzinho do sinal tinha uma ereção. A mudança arrancou muitas risadas dos holandeses. O departamento de transportes da cidade ainda está investigando como hackers conseguiram acessar o sistema e alterar as imagens.



Quando o sinal fica vermelho, o bonequinho tem uma ereção / Foto: Reprodução


Músicas para fazer sexo, segundo homens e mulheres.

Sempre pensei muito nesse assunto e tive a curiosidade de saber qual tipo de música os lindos e as lindas preferem ouvir na hora do sexo.

Agora você para e me fala: “Mas Carol, isso é relativo, tem momentos que prefiro ouvir uma musica mais calma, outros to no clima selvagem e quero ouvir algo mais pesado…” Eu concordo com você, mas se fosse assim, seria praticamente impossível escrever sobre isso!

O que quero mostrar pra vocês é que existe certa preferência musical entre homens e mulheres.

Vamos ao que interessa:

Ao todo, 3700000 pessoas responderam a enquete, sendo 2100000 homens e 160000 mulheres. Dentre 9 estilos que se destacaram, os mais citados foram R&B, trip hop e rock.

Tanto homens quanto mulheres, preferem ouvir algo no estilo trip hop. Pra quem não sabe, trip hop é basicamente uma música eletrônica em downtempo, que carrega um mix de vários estilos musicais como hip hop, r&b, house, rock psicodélico e tem como principais instrumentos teclados, toca-discos, samplers, metais e instrumentos de corda.

As principais músicas citadas de trip hop foram:

Lovage – Strangers on a train http://www.youtube.com/watch?v=QKEvJ_SSX3s
Hooverphonic – Mad about you http://www.youtube.com/watch?v=0cWggYivjh8
Team Sleep – Ever ( Foreign flag) http://www.youtube.com/watch?v=90z4vJ69kwM
Massive Attack – Teardrop http://www.youtube.com/watch?v=u7K72X4eo_s

Esse estilo musical é sensual, as musicas possuem letras envolventes e acho que todos deveriam fazer sexo uma vez na vida com um belo playlist de trip hop

Outro estilo bacana para se fazer sexo é o R&B. Tem uma pegada mais blues, jazz e soul music e a maioria das musicas citadas foram calminhas, a maioria mais pop, propicias para um strip tease ou uma lap dance.

Principais cantores, segundo tuiteiros:

Robin Thicke – Lost without you http://www.youtube.com/watch?v=0DdCoNbbRvQ
Marvin Gaye – Let´s Get it On http://www.youtube.com/watch?v=BKPoHgKcqag
George Michael – Careless Whisper http://www.youtube.com/watch?v=OSRLDskFhvc
Uma pequena observação minha: Lost without you do Robin Thicke deixa qualquer clima pegando fogo.

Há quem prefira também a lounge music, que nada mais é uma musica eletrônica com batidas e vocais suaves. Esse estilo normalmente dá um Q a mais em um ambiente, seja um restaurante, motel, bares e por isso é considerado “neutro” nessa história toda.

Por ultimo, mas não menos importante, o nosso querido e amado rock. Seja ele alternativo, hard, progressivo…

Esse estilo teve 16 músicas citadas pelos tuiteiros. De Deftones até The Cure, passando por Muse, Kings of Leon, Pixies, Metallica, Led Zeppelin…

Os homens preferiram músicas com o ritmo e os vocais um pouco mais agitados e as mulheres deram preferência para músicas mais românticas, com letras que demonstrassem carinho para com o parceiro.

Normalmente as músicas conduzem o sexo de uma maneira mais bacana, te envolvem mais e ainda de quebra dão aquele climão manero na hora de surpreender o parceiro com uma dancinha no colo, num strip ou mesmo num poledance.

E convenhamos, transar ao som de forró, pagode e sertanejo ninguém merece né?