Estudo compara a importância e a frequência do sexo nos casamentos de hoje e do passado

Em entrevista ao Donna, Peter N. Stearns, professor de História na Universidade George Mason, nos Estados Unidos, e autor de História da Sexualidade, recém-lançado no Brasil pela editora Contexto, compara a importância e a frequência do sexo nos casamentos de hoje e do passado.

Donna – O sexo é considerado hoje parte essencial do relacionamento e indicativo de qualidade de vida. O senhor acredita que as pessoas hoje dão mais importância ao sexo do que em épocas passadas?

Peter Stearns – Não há dúvida de que, na maioria das sociedades, a importância do sexo aumentou – tendo mais ênfase (em relação a fatores econômicos, por exemplo) no que caracteriza um relacionamento e mais ainda na cultura de muitos países. Pode-se presumir que sexo sempre foi importante para a maioria dos casais: no que diz respeito ao êxito de um casamento, a procriação bem-sucedida era o critério-chave da atividade sexual, embora muitas culturas recomendavam também o prazer, como o islamismo. No entanto, os casamentos eram usualmente baseados em critérios econômicos (propriedade e capacidade de trabalho), e não em compatibilidade sexual.

Donna – Muitas pessoas se queixam de que falta tempo e ânimo para o sexo na correria da vida contemporânea. Em comparação às condições de vida no passado, como o senhor avalia essa questão?

Stearns – Não vejo evidências de que a frequência sexual no casamento tenha diminuído – ao contrário, a despeito da agenda de trabalho. As pessoas têm hoje melhor saúde e há mais ênfase no sexo: um exemplo claro são os esforços para que pessoas mais velhas possam manter a atividade sexual, com o uso de medicamentos. Mas as expectativas muitas vezes ultrapassam a realidade, então muitas pessoas se preocupam quando os índices de atividade sexual caem à medida que o casamento e a idade avançam.

Essas expectativas provavelmente cresceram mais rápido do que os índices de atividade sexual.

Donna – No passado, era comum que famílias de trabalhadores dividissem o mesmo quarto, sem privacidade sequer para o sexo – situação ainda comum em famílias de baixa renda. Hoje, muitos casais dispõem de privacidade, mas na companhia da TV, do computador e do celular no quarto. Como o senhor compara essas duas situações?

Stearns – Boa pergunta. Obviamente, muitas pessoas no passado conduziam sua atividade sexual mesmo com as crianças presentes no quarto. Mas há certamente muitas distrações modernas, e elas podem interferir mais do que as crianças podiam. É sempre interessante perceber que, durante as quedas de energia, aumenta a atividade sexual.

Estes depoimentos foram enviados anonimamente para o caderno Donna via site.

“Sou casado há 14 anos. Com o passar do tempo, a frequência e a qualidade das relações sexuais têm se alterado profundamente. Além dos problemas naturais que as pessoas têm como trabalho e compromissos, percebo uma acomodação e um desinteresse de minha parceira. Conversamos muito sobre isso e até já fizemos terapia, mas nada mudou. Isso me afeta muito, até transtornos de autoestima já tive. Hoje estou mais conformado, porém nossa frequência chega em alguns momentos a ser de duas vezes ao mês, e isto é pouco para mim. As razões que a esposa relata são, em geral, o cansaço da rotina de trabalho e estudo, mas principalmente, a falta de desejo. Cheguei à conclusão de que o sexo é para mim comoum remédio contra o estresse, já, para ela, o estresse é o maior inimigo da vida sexual, sendo esta a razão da nossa assimetria nos desejos sexuais. Compreendo que a frequência sexual só será problema se as necessidades forem diferentes entre o casal, senão, viverão felizes mesmo que sem sexo.”
Alexandre, 43 anos, funcionário público

“Que bom saber que não sou a única a ter angústia por isso. Sou casada há menos de um ano e me sinto “pressionada” pelas amigas mais velhas a ter uma vida sexual superintensa! E fico pensando “Será que eu devia estar transando mais?”. Eu e meu marido somos professores, trabalhamos 40 horas, revezando entre os três turnos. Ele viaja pelo interior do Estado duas vezes por semana. Ou seja: em alguns dias, quase não nos vemos. Ao longo da semana, com tudo de trabalho e compromissos que assumimos, o sexo, infelizmente, acaba ficando em segundo, terceiro plano... Normalmente transamos duas vezes por semana. Obviamente: sábado e domingo. Ambos nos “culpamos” por isso, mas a culpa é do cansaço!”
Lucia, 24 anos, professora

“Sexo no casamento é realmente uma sorte, porque rotina, trabalho, casa, filhos e contas a pagar atrapalham tudo. Namoro é fase de conhecimento, em que tudo é novidade. Estou casada há apenas seis meses e transo no máximo uma vez por semana com meu marido, e isso me incomoda demais. Tento de várias formas deixar isso transparecer, mas parece que não me faço entender e que as minhas necessidades não são saudáveis e vitais.”
Caroline, 34 anos, advogada

“Sou casada há 23 anos e sempre tivemos fases, às vezes de muito sexo, outras de menos frequência. No momento estamos transando uma vez por semana ou até menos. Cansaço, correria, outros compromissos, tudo parece ocupar o primeiro lugar na lista do que fazer. Estou preocupada com essa baixa frequência. Parece que quanto menos você transa menos quer, ou também parece que perdemos o jeito. Tenho lido sobre o assunto mas não encontrei o que realmente me ajudasse. Fico pensando se com outros casais isso também acontece e que maneiras encontram para mudar.”
Cristiane, 45 anos, secretária

“Sou casado há dois anos. Certamente, eu teria vontade de ter relações diariamente, mas essa frequência não passa de uma a duas vezes por semana. Muitas vezes, eu mesmo sou o culpado, por cansaço, estresse ou até mesmo preguiça. Além da frequência, há nitidamente um decréscimo da qualidade, especialmente em relação a variações sexuais, aventuras, sensações e experiências. Mas a mulher tende a ditar a vida sexual do casal, e esta é muito influenciada pela gravidez e pela maternidade e pela própria de sensibilidade emocional feminina. A maioria dos meus amigos casados gostaria de uma frequência maior e especialmente de uma melhora na qualidade da relação. A grande maioria consegue fazer um balanceamento de satisfação com a estabilidade e os filhos. Alguns ainda buscam fora do casamento a satisfação sexual, muito parecido com gerações passadas, às vezes com a conivência silenciosa das esposas, prova de que em alguns pontos não evoluímos muito dos nossos avós.”
João, 38 anos, cirurgião plástico

“Sou casada há dois anos e ultimamente tenho tempo e disposição pra transar mais nos finais de semana – quando acontece durante a semana não passa de uma vez. Sinceramente, acho pouco, até sinto necessidade de transar mais vezes, porém tem vários fatores para que isso não ocorra: trabalho e estudo, chego tarde, faço janta, lavo roupa e, quando deito, caio no sono rapidinho. Outro fator é o companheiro querer ir direto pra hora H, sem preliminares, isso tira a vontade completamente.”
Márcia, 33 anos, assistente administrativo

“Eu me preocupo bastante com a qualidade e a quantidade do sexo. Nossa frequência é no mínimo duas vezes por semana... Nossa rotina é bem corrida, pois meu marido tem dois empregos, sai de casa às 8h da manhã, volta pro almoço, leva as crianças na escola, sai novamente pra trabalhar às 14h e só retorna à meia-noite. Eu estudo pela manhã, trabalho à tarde, busco os filhos na escola às 17h e cuido deles até meu marido chegar. Brincamos um pouco todos juntos e á pela 1h da manhã coloco as crianças na cama, porque meus filhos se negam a dormir antes do pai chegar. Vou dormir lá pelas 3h, pois já deixo almoço, mochilas etc. prontos para o outro dia. Sendo assim, muitas noites caio “morta” na cama, outras vezes meu marido está tão cansado que não acorda pra “nada”. Mas me considero feliz e satisfeita, pois nosso sexo é recheado de amor e carinho.”
Aline, 28 anos, advogada

“Fui casada 15 anos com um ejaculador precoce e me separei justamente por achar que o sexo no casamento tinha perdido o prazer. Meu marido estava mais para irmão do que para tesão. Me separei e fui à luta, convencida de que queria prazer. Conheci meu atual marido, estamos juntos há seis anos. No começo tudo “flores’’, sexo selvagem todos os dias, mas, depois, dia a dia a coisa foi decaindo: quanto mais amor e relacionamento sério... menos sexo. Pirei, gosto muito de sexo, mas também gosto de estar casada, e esta é uma dupla muito difícil de andar junto. Atualmente temos uma frequência quase semanal: tem semanas que não rola e outras, duas ou três vezes. Tá Tudo Bem, Mas Não Posso Negar Que Falta...”
Helena, 48 anos, professora

“Transo só uma vez por mês... Que horror, né? Meu marido não quer transar, por motivos ridículos e, quando transa, dura alguns minutos somente. Não admito um homem não querer sexo com uma mulher bonita, saudável e inteligente. Temos uma filha de dois anos que chora à noite, acorda bastante e nos dá muito cansaço. Mas isso acontece com milhares de famílias, todos os dias, e não justifica o fato de ele não querer transar como antes. Ele diz que eu reclamo muito dele, mas quem não brigaria com esse baita motivo que tenho? Tenho que reclamar, né?”
Carla, 43 anos, funcionária pública

“É muito difícil conciliar trabalho X casamento X sexo X filhos X casa. E quando um ou os dois estudam é ainda pior: acaba faltandotempo para se fazer o mínimo. Isso faz com que a frequência e qualidade do sexo no casamento caia muito comparado ao tempo de namoro... Estou casado há seis anos, e a frequência sexual é de uma a duas vezes, principalmente nos finais de semana – ou melhor, quase nunca durante a semana. É preciso muita cumplicidade do casal para superar isso, surpreender a parceira com um jantar, fazê-la sentir-se importante e lembrarse que a cama é pra dormir e que a casa tem outros lugares pra fazer amor...”
Diego, 30 anos, técnico em Segurança do Trabalho

“Somos casados há dois anos e meio. Durante a semana, nossa rotina se resume em trabalhar, academia e jantarzinhos na casa dos pais e amigos. Algumas vezes, devido ao cansaço, temos dormido abraçados, deixando o sexo para depois, mas isso não é motivo para brigas: somente conversamos e combinamos de transar outra hora. Então, optamos muitas vezes por acordar mais cedo, tomarmos banho juntos ou fazer amor em horários fora do comum. Temos uma grande cumplicidade um com o outro e gostamos de experimentar lugares diferentes, o que ajuda a não deixar cair na rotina. E o fato de, às vezes, ficarmos sem fazer nada por uns dias, faz com que a próxima vez seja ainda mais especial, pois você está com saudade e cheio amor pra dar! “
Camila, 21 anos, técnica em sistemas de informática

PATRÍCIA ROCHA

Novidades sobre sexo que toda mulher deve saber

Acredite, há surpresas sob os lençóis! Confira dicas de especialistas e de pessoas comuns para apimentar sua relação.

Formas originais de experimentar o proibido

Uma das mais inusitadas é a calcinha vibratória com controle remoto, como a que o advogado Antônio, 43 anos, deu para a mulher. "Parece um golfinho, e o bico fica na região da vagina", descreve ele.

"A primeira vez que usamos foi em um restaurante. Era aniversário de um conhecido e o lugar estava cheio. Em dado momento, me afastei do grupo de amigos, fiquei de frente para minha mulher e liguei o troço. Podia sentir seu prazer pelo olhar, pela forma como passava a língua nos lábios... Naquela noite transamos muito em casa."

Antes de as famosas volta e meia serem flagradas sem calcinha, a vendedora Maria, 43 anos, já usava a tática com os namorados. "Quando percebem que estou sem nada por baixo do vestido, ficam acesos na hora."

Conheça a "personal sex trainer"


Para se soltar mais na cama, mulheres como a hair stylist Ana, 32 anos, estão apostando nos conselhos de uma expert em sexo. "Me casei muito nova e quando me separei, com 31 anos e um filho pequeno, fiquei perdida", afirma Ana. Então, bateu na porta da personal sex trainer indicada por uma amiga.

"No curso de um mês, a professora se propôs a resgatar a deusa dentro de mim. Ela me ensinou a me vestir, falar, me comportar e andar, tudo para adquirir uma postura sensual sem cair na vulgaridade", explica. Logo depois, Ana começou a namorar e praticar o que aprendeu. "Me soltei e foi o máximo."

Novos lubrificantes desmistificam o sexo anal


Essa forma de penetração não é tabu para o funcionário público Luciano, 40 anos, e a namorada. "Ficou ainda mais gostoso quando descobrimos alguns lubrificantes com efeito anestésico", diz. Um dos preferidos do casal é um gel mentolado. "Nunca tive preconceito, mas doía mesmo", afirma a vendedora Elaine, 30 anos. "Agora, a brincadeirinha deixou de ser um prazer só de meu namorado. Comecei a curtir também."

Preliminares na tela do computador

Navegar na rede antes de ir para a cama é obrigatório para muitos casais. Um programa baixado da web que mostra filmes pornôs apimenta as noites do web designer Saulo, 33 anos, com a namorada: "É excitante ficar com ela escolhendo os filmes, vendo as cenas".

GRANDE REPORTAGEM: Delitos papais. A vida sexual nada santa dos papas

Na história da Igreja há Papas violadores, homossexuais, fetichistas, incestuosos e até zoofílicos.

São mais de 300 páginas com centenas de histórias pouco santas sobre a vida sexual dos Papas da Igreja Católica. O livro do jornalista peruano Eric Frattini, recém-chegado às livrarias portuguesas e editado pela Bertrand, percorre, ao longo dos séculos, a intimidade secreta de papas e antipapas, mas não pretende causar "escândalo". Apenas "promover uma reflexão sobre a necessária reforma da Igreja ao longo dos tempos".

O escritor admite, aliás, que alguns dos relatos possam ter sido inventados, nas diferentes épocas, por inimigos políticos dos sumos pontífices. Lendas ou verdades consumadas, no livro "Os Papas e o sexo" há de tudo. Desde Papas violadores e zoofílicos a Papas homossexuais e fetichistas, além de Santos Padres incestuosos, pedófilos ou sádicos, passando por Papas filhos de Papas e Papas filhos de padres.

Alguns morreram assassinados pelos maridos das amantes em pleno acto sexual. Outros foram depostos do cargo, julgados pelas suas bizarrias sexuais e banidos da história da Igreja. Outros morreram com sífilis, como o Papa Júlio II, eleito em 1503, que ficou na história por ter inventado o primeiro bordel gay de que há memória.

Bonifácio IX deixou 34 filhos, a que chamava, carinhosamente, de "adoráveis sobrinhos". Martinho V encomendava contos eróticos, que gostava de ler no recolhimento do seu quarto.

Paulo II era homossexual e Listo IV, que cometeu incesto com os sobrinhos, bissexual. Inocêncio VIII reconheceu todos os filhos que fez e levou-os para a Santa Sé. Um deles tornou-se violador. João XI (931-936) cometeu incesto com a própria mãe, violava fiéis e organizava orgias com rapazes.

Sérgio III teve o infortúnio de se apaixonar por mãe e filha e não esteve com meias medidas: rendeu-se à prática da ménage à trois. Bento V só esteve no Governo da Igreja 29 dias, por ter desonrado uma rapariga de 14 anos durante a confissão. Depois de ser considerado culpado, fugiu e levou boa parte do tesouro papal consigo.

João XIII era servido por um batalhão de virgens, desonrou a concubina do pai e uma sobrinha e comia em pratos de ouro enquanto assistia a danças de bailarinas orientais. Os bailes acabaram quando foi assassinado pelo marido de uma amante em pleno acto sexual. Silvestre II fez um pacto com o diabo. Era ateu convicto e praticava magia. Acabou envenenado.

Dâmaso I, que a Igreja canonizou, promovia homens no ciclo eclesiástico, sendo a moeda de troca poder dormir com as respectivas mulheres. Já o Papa Anastácio, que tinha escravas, teve um filho com uma nobre romana, que se viria a tornar no Papa Inocêncio I (famoso pelo seu séquito de raparigas jovens). Pai e filho acabaram canonizados.

Leão I era convidado para as orgias do Imperador, mas sempre se defendeu, dizendo que ficava só a assistir. Mesmo assim, engravidou uma rapariga de 14 anos, que mandou encerrar num convento para o resto da vida. Bento VIII morreu com sífilis e Bento IX era zoófilo. Urbano II criou uma lei que permitia aos padres terem amantes, desde que pagassem um imposto.

Alexandre III fazia sexo com as fiéis a troco de perdões e deixou 62 filhos. Foi expulso, mas a Igreja teve de lhe conceder uma pensão vitalícia, para poder sustentar a criançada.

Gregório I gostava de punir as mulheres pecadoras, despindo-as e dando-lhes açoites. Bonifácio VI rezava missas privadas só para mulheres e João XI violou, durante quatro dias, uma mãe e duas filhas. Ao mesmo tempo.


1. João Paulo II
Acusado de ter um filha secreta

Em 1995, o norte-americano Leon Hayblum escrevia um livro polémico, em que dizia ser pai da neta de João Paulo II. Durante a oupação nazi da Polónia, Wojtyla terá casado, secretamente, com uma  judia. Do enlace nasceu uma rapariga, que o próprio pai entregou, com seis semanas, a um convento local. No seu pontificado especulou-se muito sobre as namoradas que teve antes do sacerdócio. O Papa admitiu algumas, mas garantiu nunca ter tido sexo. No Vaticano, fazia-se acompanhar por uma filósofa norte-americana, Anna Teresa Tymieniecka, com quem escreveu a sua maior obra filósofica. Acabaram zangados, supostamente por ciúmes.

2. Paulo VI Homossexual?

Assim que chegou ao Vaticano, Paulo VI mostrou-se muito conservador em relação às matérias ligadas à sexualidade. Em 1976, indignado com as declarações homofóbicas de Paulo VI, um historiador e diplomata francês, Roger Peyrefitte, contou ao mundo que, afinal, o Papa era homossexual e manteve uma relação com um actor conhecido. O escândalo foi tremendo: Paulo VI negou tudo e o Vaticano chegou a pedir orações ao fiéis do mundo inteiro pelas injúrias proferidas contra o Papa. Paulo VI morreu em 1978, aos 81 anos, depois de 15 pontificado, vítima de um edema pulmonar causado, em boa parte parte, pelos dois maços de cigarros que fumava por dia.

3. Inocêncio X
Amante da cunhada

Eleito no conclave de 1644, Inocêncio X manteve uma relação com Olímpia Maidalchini, viúva do seu irmão mais velho – facto que lhe rendeu o escárnio das cortes da Europa. Inocêncio X não era, aliás, grande defensor do celibato. Olímpia exercia grande influência na Santa Sé e chegou a assinar decretos papais. A dada altura, o Papa apaixonou-se por outra nobre, Cornélia, o que enfureceu Olímpia. Mesmo assim, foi a cunhada quem lhe valeu na hora da morte e quem assegurou o funcionamento do Vaticano quando Inocêncio estava moribundo. Quando morreu, em 1655, Olímpia levou tudo o que pôde da Santa Sé para o seu palácio em Roma, com medo de que o novo Papa não a deixasse ficar com nada.

4. Leão X
Morreu de sífilis

Foi de maca para a própria coroação, por causa dos seus excessos sexuais. Depois de Júlio II ter morrido de sífilis, em 1513 chega a Papa Leão X, que gostava de organizar bailes, onde os convidados eram somente cardeais e onde jovens de ambos os sexos apareciam com a cara coberta e o corpo despido. O Papa gostava de rapazes novos, às vezes vestia-se de mulher e adorava álcool. “Quando foi eleito tinha dificuldade em sentar-se no trono, devido às graves úlceras anais de que sofria, após longos anos de sodomia”, escreve Frattini. Estes e outros excessos levaram Lutero a afixar as suas 95 teses – que lhe garantiram a excomunhão em 1521. Leão X morreu com sífilis aos 46 anos.

5. Alexandre VIO Insaciável

Gostava de orgias e obrigou um jovem de 15 anos a ter sexo com ele sete vezes no espaço de uma hora, até o rapaz morrer de cansaço. Teve vários filhos, que nomeou cardeais. Assim que chegou ao Papado, em 1431, trocou a amante por uma mais nova, Giulia. Ela tinha 15 anos, ele 58. Foi Alexandre VI quem criou a célebre “Competição das Rameiras”. No concurso, o Papa oferecia um prémio em moedas de ouro ao participante que conseguisse ter o maior número de relações sexuais com prostitutas numa só noite. Depois de morrer, o Vaticano ordenou que o nome de Alexandre VI fosse banido da história da Igreja e os seus aposentos no Vaticano foram selados até meados do século XIX. 

6. João XXIII
Violou irmãs e 300 freiras

Não aparece na lista oficial de Papas e acabou preso em 1415. O antipapa conseguia dinheiro a recomendar virgens de famílias abastadas a conventos importantes. Mas violava-as antes de irem. Tinha um séquito de 200 mulheres, muitas delas freiras. Criou um imposto especial para as prostitutasde Bolonha. Tinha sexo com duas das suas irmãs. Defendia-se, dizendo que não as penetrava na vagina e que por isso não cometia nenhum pecado. Foi julgado, acusado de 70 crimes de pirataria, assassinato, violação, sodomia e incesto. Entre outros factos, o tribunal deu como provado que o Papa teve sexo com 300 freiras e violou três das suas irmãs. Foi deposto do cargo e preso. Voltou ao Vaticano, anos mais tarde, como cardeal.

7. Bento IX
Sodomizava animais

Chegou a Papa em 1032 com 11 anos. Bissexual, sodomizava animais e foi acusado de feitiçaria, satanismo e violações. Invocava espíritos malignos e sacrificava virgens. Tinha um harém e praticava sexo com a irmã de 15 anos. Gostava, aliás, de a ver na cama com outros homens. “Gostava de a observar quando praticava sexo com até nove companheiros, enquanto abençoava a união”, escreve Eric Frattini. Convidava nobres, soldados e vagabundos para orgias. Dante Alighieri considerou que o pontificado de Bento IX foi a época em que o papado atingiu o nível mais baixo de degradação. Bento IX cansou-se de tanta missa e renunciou ao cargo para casar com uma prima – que o abandonaria mais tarde.

8. Clemente VI
Comprou bordel

Em 1342, com Clemente VI chega também à Igreja Joana de Nápoles, a sua amante favorita. O Papa comprou um “bordel respeitável” só para os membros da cúria – um negócio, segundo os documentos da época, feito “por bem de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Tornou-se proxeneta das prostitutas de Avinhão (a quem cobrava um imposto especial) e teve a ideia de conceder, duas vezes por semana, audiências exclusivamente a mulheres. Recebia as amantes numa sala a poucos metros dos espaços em que os verdugos da Inquisição faziam o seu trabalho. No seu funeral, em Avinhão, foi distribuído um panfleto em que o diabo em pessoa agradecia ao Papa Clemente VI porque, com o seu mau exemplo, “povoara o inferno de almas”.

9. Xisto III
Violou freira e foi canonizado

Obcecado por mulheres mais novas, foi acusado de violar uma freira numa visita a um convento próximo de Roma. Enquanto orava na capela, o Papa, eleito em 432, pediu assistência a duas noviças. Violou uma, mas a segunda escapou e denunciou-o. Em tribunal, Xisto III defendeu-se, recordando a história bíblica da mulher que foi apanhada em adultério. Perante isso, os altos membros eclesiásticos reunidos para condenar o Papa-violador não se atreveram a “atirar a primeira pedra” e o assunto foi encerrado. Xisto III foi, aliás, canonizado depois de morrer. Seguiu-se-lhe Leão I, que também gostava de mulheres mais novas e que mandou encarcerar uma rapariga de 14 anos num convento, depois de a engravidar. 

10. João XII
Morto pelo marido da amante

Nos conventos rezava-se para que morresse. João XII era bissexual e obrigava jovens a ter sexo à frente de toda a gente. Gozava ao ver cães e burros atacar jovens prostitutas. Organizou um bordel e cometeu incesto com a meia-irmã de 14 anos. Raptava peregrinas no caminho para lugares sagrados e ordenou um bispo num estábulo. Quando um cardeal o recriminou, mandou-o castrar. Um grupo de prelados italianos, alemães e franceses julgaram-no por sodomia com a própria mãe e por ter um pacto com o diabo para ser seu representante na Terra. Foi considerado culpado de incesto e adultério e deposto do cargo, em 964. Foi assassinado – esfaqueado e à martelada – em pleno acto sexual pelo marido de uma das suas várias amantes.

Rosa Ramos i

Alexandre Frota: ‘Já fui do luxo ao lixo’

Alexandre Frota envolveu-se em tantas polémicas e acções judiciais, sobretudo relacionadas com incumprimentos contratuais, que lhe custaram a fortuna que ganhou que, hoje, já não tem nada em seu nome, para não perder o pouco que ainda lhe resta.

Quem o admitiu foi o próprio Alexandre Frota em entrevista a um jornal brasileiro, durante a qual fez algumas revelações curiosas. “Já fui do luxo ao lixo, do céu ao inferno. Hoje só solto o pino da granada quando eu quero”, comentou o actor carioca de 47 anos, que tanto deu que falar em Portugal aquando da sua participação no reality show ‘Quinta das Celebridades’.

“Ganhei muito dinheiro a fazer filmes pornográficos. Comprei um apartamento, fiquei rico. Mas gastei muito na noite com mulheres e aluguer de jactos privados... Já fiquei rico duas vezes, como fiquei pobre duas vezes. Mas sou um fénix, estou sempre a renascer. Hoje não tenho muita coisa. Perdi muito dinheiro com processos. Colecciono uma série deles, por brigas, contratos que não cumpri... Por isso não tenho mais nada no meu nome”, revelou Alexandre Frota, que não se importa com o que dizem de si, bem ou mal, desde que falem nele. E quanto mais, melhor. “Adoro a fama, mas hoje só solto o pino da granada quando eu quero”, admitiu.

Alexandre Frota já foi um galã das telenovelas da Globo e também um viciado em drogas. Participou em três reality shows, posou nu quatro vezes para uma revista gay e fez 12 filmes porno, entre os quais um com Rita Cadillac e outro com a transexual Bianca Soares.

Nesses filmes, fez sexo com 78 mulheres. Pelo menos é o que consta nos créditos, porque quanto ao resto não faz ideia, embora confesse que é um ‘mulherengo’ e um viciado em sexo. “Quando quero uma gata, vou à caça. Adoro sexo, sem essa história de fazer amor”, rematou.

Só dá Lady Gaga: Camille Paglia detona, Courtney Love homenageia

Para a escritora, Lady Gaga é a morte do sexo. Para Courtney, uma boa maneira de chamar atenção.

Roupas de carne, oito prêmios no MTV Video Awards e, bem, mal começamos a semana e Lady Gaga já garantiu assunto para os próximos sete dias. Amada tanto quanto odiada, Gaga causou a ira da escritora feminista Camille Paglia que em artigo publicado ontem no jornal Sunday Times indagou "em que ponto a homenagem [que Lady Gaga faz a Madonna nas suas músicas e clipes] vira roubo?" e acusa a cantora de tratar o sexo como um objeto de decoração ou modo de aparecer sem realmente "pegar fogo" como Madonna fazia no começo dos anos 80. No fim do artigo (que pode ser lido aqui em inglês) Paglia pergunta: "É a morte do sexo?". Agora é esperar uma resposta de Lady Gaga, que não tem deixado nada barato.

Enquanto isso, a cantora Courtney Love, líder da banda Hole, formada nos anos 1990 e em turnê desde o começo deste ano quando lançou o disco Nobody’s Daughter, que vem surpreendendo a platéia em cada show com covers inusitados como de Jeremy, clássico da banda americana Pearl Jam, liderada pelo seu inimigo número 1, o vocalista Eddie Vedder, tentou engatar ontem durante um show a música Bad Romance, hit de Gaga. Tentou. Sem ensaiar nem saber a letra de cor, terminou pouco depois de começar a versão, que ganhou aplausos da platéia. Veja no vídeo abaixo.

A cada 16 dias, uma pessoa troca de sexo no Brasil

Carla Amaral, 37 anos, espera pela cirurgia de mudança de sexo
 "desde que nasceu" (Foto: Geraldo Bubniak/ Fotoarena)




Quando ela passa, os homens esticam os olhos para tentar acompanhar por mais tempo o andar cheio de gingado, que tenta equilibrar a cintura fina, o quadril largo e os seios fartos. O corpo feminino de Carla Amaral não desperta só interesse. A mesma “gatona” também já escutou que é uma “aberração”, só um dos exemplos de violência que enfrentou.

Carla não nasceu Carla, mas sempre soube que era mulher, apesar do registro indicar “sexo masculino”. O último resquício que carrega da identidade que nunca assumiu é o pênis, que garante ser usado, de forma desconfortável, só para urinar. “Hoje está até atrofiado”, diz. Ela, há 13 anos, espera que o bisturi torne mais adequada a anatomia que reconhece como errada desde a maternidade.

A cada 16 dias, o procedimento cirúrgico tão aguardado por Carla é realizado em um paciente do Sistema Único de Saúde (SUS). A chamada cirurgia de mudança de sexo foi um dos últimos atos cirúrgicos reconhecidos pelo governo brasileiro e entrou para a lista de procedimentos gratuitos só em 2008. De lá para cá, 57 cirurgias foram realizadas, sendo 10 no primeiro ano, 31 em 2009 e 16 até junho de 2010. A estatística é crescente, mas ainda irrisória perto da fila de espera formada por pessoas que, assim como Carla Amaral, sentem ter nascido no corpo errado.

Mulheres na alma

Eles não são travestis, homossexuais, drag queens ou transformistas. O nome é transexual, condição reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um transtorno de gênero. Não há nenhuma doença psíquica associada. Os que fazem parte deste grupo nascem com um órgão sexual que não condiz com a sua personalidade, explica o psiquiatra da PUC de São Paulo Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório de Transtorno de Identidade, de Gênero e Orientação Sexual.

São “mulheres na alma” (dizem todas), mas que têm pênis. “Homens na cabeça” que nascem com vagina, tentam explicar assim. Desde que o mundo é mundo, eles tentam corrigir o equívoco de nascença com técnicas arriscadas, que envolvem automutilação, silicone industrial, hormônios proibidos e isolamento social. Carla Amaral foi vítima de todos estes perigos nos anos 80, 90 e 2000.

Carrinhos, bonecas e princesa

Era a segunda gravidez da mãe que já tinha um primogênito. A vontade de um “casalzinho” fez Maria Amaral desejar uma menina durante os nove meses da gestação. O nascimento, em 1973, trouxe ao mundo mais um varão aos Amaral. Mas daquela vez parecia ser diferente. A confirmação das diferenças veio com a chegada do terceiro filho, mais um menino. As semelhanças só surgiram após o nascimento da quarta filha, desta vez uma garota. “Eu era diferente dos meus dois irmãos e muito parecida com a minha irmã”, conta hoje Carla.

“Usava modelos de roupa unissex, cabelos na altura dos ombros e quando ouvia a pergunta ‘o que você quer ser quando crescer/?’, imaginava sempre uma mulher alta, com seios grandes, feminina e poderosa.”

Se quando criança, o problema maior era ter de brincar com carrinhos e bola quando a vontade era ninar bonecas e vestir-se como princesa, na adolescência a vida ficou ainda mais complicada. O nome de batismo – que Carla se nega até hoje a pronunciar – foi virando ofensa. O relacionamento com o pai já havia “subido no telhado”. Ele não aceitava ter um filho tão parecido como uma filha. A mãe já não assistia à postura feminina do seu segundo garoto com naturalidade, mas a vontade de ser mulher parecia aflorar em Carla. A entrega sexual precoce aos 13 anos para um vizinho só reforçou que a homossexualidade não era explicação suficiente para aquela condição.

“Mais do que gostar do sexo masculino, eu queria morar num corpo parecido com a minha mente.”

Sem dinheiro e sem apoio, Carla procurou o silicone industrial e passou a tomar doses de hormônio por conta própria. “Sabia dos riscos, sabia que podia morrer por causa daquilo, mas juro que tudo parecia menos ofensivo do que continuar com o corpo de homem.”

Mick Jagger é "predador sexual", diz sua ex-mulher

A ex-modelo Jerry Hall afirma em uma recém-lançada autobiografia que o cantor Mick Jagger é um verdadeiro "predador sexual".

"Ainda no começo do nosso relacionamento, meus instintos diziam que ele não conseguia parar de se envolver com outras mulheres", conta no livro, que foi tema de uma reportagem no tabloide britânico “Daily Mail”.

Entre 1990 e 1999, Jerry foi casada com o vocalista do Rolling Stones, com quem teve quatro filhos. O casal separou-se após ele ter engravidado a brasileira Luciana Gimenez.

Na biografia, também afirma que Jagger "trocou as drogas pelo sexo". Segundo ela, tentou focar o livro nas "boas memórias", mas foi tarefa complicada. "Apesar de eu o ter amado e ele ter jurado que ia me amar para sempre, eu me sentia insegura em relação a ele."

Conheça as vinte leis mais estranhas sobre sexo no mundo

As leis que protegem a população contra os crimes sexuais são muito importantes na legislação de qualquer país, mas existem algumas bem intrigantes que, apesar de não serem usadas em muitos dos casos, ainda fazem parte da constituição destes locais.

Segundo lista publicada pelo site medicalinsurance.org, o simples ato sexual pode se tornar muito perigoso e levar da cadeia até a pena de morte. Mas, algumas leis, são tão absurdas que merecem destaque nesta lista das mais estranhas do mundo todo.

01) Há homens em Guam cujo emprego em tempo integral é viajar pelo país para deflorar virgens, que pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. Razão: pelas leis de Guam, é proibido virgens se casarem.

02) A maioria dos países do Oriente Médio reconhece a seguinte lei islâmica: "Depois de ter relações sexuais com um carneiro, é um pecado mortal comer sua carne".

03) No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas os animais devem ser do sexo feminino. Relações sexuais com machos são puníveis com a morte.

04) Em qualquer lugar os Estados Unidos é ilegal o uso de espécies de seres vivos em perigo, exceto insetos, em manifestação sexual pública ou privada, espetáculos ou exposições retratando sexo entre espécies. (Pelo visto, os insetos se saíram bem em tais apresentações.

05) No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Ele só pode ver seu reflexo em um espelho.

06) Em Hong Kong, uma mulher traída pode legalmente matar seu marido adúltero, mas deve fazê-lo apenas com suas mãos. (A amante do marido, por outro lado, pode ser morta de qualquer outra maneira).

07) Em Santa Cruz, na Bolívia, é ilegal um homem ter relações sexuais com uma mulher e sua filha ao mesmo tempo.

08) No estado de Washington, há uma lei contra sexo com uma virgem em quaisquer circunstâncias, incluindo a noite de núpcias.

09) Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações sexuais com seu marido, se a primeira vez que isso ocorrer, sua mãe estiver no quarto para testemunhar o ato.

10) Nenhuma mulher pode ter relações sexuais com um homem enquanto este conduz uma ambulância dentro do perímetro de Tremonton, Uhta. Se for pego, a mulher pode ser acusada de um delito sexual e "seu nome será publicado no jornal local." O homem não é cobrado, nem o seu nome será revelado.

11) Em Romboch, Virginia, é ilegal a atividade sexual com as luzes acesas.

12) Em Nevada, é contra a lei ter relações sexuais sem preservativo.

13) É ilegal para qualquer membro da Legislatura de Nevada, durante um ato oficial, vestir-se com uma fantasia de pênis enquanto o legislador estiver em sessão.

14) No Arizona, Flórida, Idaho, Indiana, Massachusetts, Mississippi, Nebraska, Nevada, New York, Ohio, Oklahoma, Oregon, Dakota do Sul, Tennessee, Utah, Vermont, Washington e Wisconsin, a ereção que pode ser vista através da roupa de um homem é ilegal.

15) É proibido que um marido faça sexo com a esposa se seu hálito cheira a alho, cebola ou sardinha, em Alexandria, Minnesota. Se a esposa reclamar do fato, a lei diz que ele deve escovar os dentes.

16) Em Minnesota, é ilegal para qualquer homem ter relações sexuais com um peixe vivo. (Aparentemente, as mulheres estão liberadas).

17) Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária. Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou pedaço de madeira o tempo todo.

18) Uma portaria, em Wyoming,Newcastle, proíbe os casais de fazerem sexo em pé dentro de uma loja frigorífica de carne.

19) A penalidade para a masturbação na Indonésia é a decapitação.

20) Nos hotéis em Sioux Falls Dakota, cada quarto é obrigado a ter duas camas individuais, e as camas devem ficar a uma distância mínima de 60 centímetros quando um casal aluga o quarto para apenas uma noite. E é ilegal fazer sexo no assoalho entre as camas.

No Dia do Sexo, assunto ainda é tabu para a sociedade

Em nosso calendário, existe dia para tudo. Dia do amigo, da árvore, do petróleo e até dia da baiana do acarajé. Em um país onde até o ministro da saúde indica o sexo como remédio para combater a hipertensão, por que não apostar em um Dia do Sexo?
Pensando nisso, o deputado federal Edigar Mão Branca (PV-BA) propôs, no início deste ano, um projeto que cria o Dia do Sexo, a ser celebrado em 14 de fevereiro. Extraoficialmente, porém, a data que vem sendo adotada há dois anos é hoje, 6 de setembro, devido a uma grande campanha promovida por uma marca de preservativos em 2008 [confira no vídeo abaixo opiniões sobre a data].



A ideia, além de celebrar, é abrir espaço para a discussão do tema e para a quebra de tabus. "Em 1989, quando comecei a trabalhar com a terapia sexual, as pessoas chegavam no consultório bastante desconcertadas, até fragilizadas", conta a terapeuta sexual Silvana Melo. Apesar de achar que a criação de uma data comemorativa é, sobretudo, uma questão comercial, ela acredita que ainda há necessidade de discutir o assunto de forma mais natural. "Hoje, a abertura maior que existe para se falar sobre sexo favorece a busca por ajuda em muitos casos. Mas ainda há dificuldade de expressão sexual, vergonha de falar sobre os desejos, o que dar prazer a cada um", completa Silvana.

De acordo com a sexóloga, a contemporaneidade trouxe aspectos positivos quando o assunto é sexo. Hoje, por exemplo, a terapia sexual já é vista com mais seriedade, sendo inclusive recomendada por muitos médicos. Homens e mulheres, entretanto, também apresentam problemas diretamente associados ao ritmo da sociedade em que vivemos. "Na minha experiência de consultório, observo que há uma baixa nos desejos sexuais, há muitos casos de hipoatividade, principalmente devido ao estresse e à depressão, muito presentes na sociedade contemporânea", explica Silvana.

Um dos assuntos que sempre surgem relacionado ao sexo é a precocidade com que os jovens lidam com o tema. A saúde mental e física dos adolescentes é posta em prova cada vez que as relações sexuais não são tratadas com a maturidade que demandam. Há quem acredite, conta a sexóloga, que o forte tolhimento sexual presente em gerações anteriores esteja muito relacionado com essa dificuldade dos jovens em encontrar o equilíbrio nas relações. Tudo o que foi muito reprimido tende a ir para o extremo oposto, como comenta Silvana.

"Hoje em dia, há um conflito educacional. A geração anterior era muito reprimida sexualmente e ainda sente insegurança ao lidar com as questões sexuais de seus filhos. Educação sexual envolve educar para o amor, para o relacionamento", defende a sexóloga.

Lady Gaga celebra casamentos gay

Lady Gaga poderá, em breve, estar habilitada a celebrar casamentos, revela o ‘Daily Star’.

A cantora, que já defendeu os direitos dos homossexuais em diversas ocasiões, prepara-se para usar as suas novas habilitações para poder realizar casamentos entre os fãs gays.

De acordo com a mesma publicação, Gaga terá ficado entusiasmada com a promulgação da lei que permite casamentos entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia e tratou de fazer um curso on-line e preparar todos os documentos que lhe permitem celebrá-los.

cm | raquel luis


Homem vai trocar de sexo e fazer cirurgia para ficar igual à Lady Gaga

Tem aquela história de que 24 anos é a idade para decidir sobre a sexualidade na vida. Pois o búlgaro Penio (eu disse Penio) Daskalov fez sua escolha: vai mudar de sexo e virar menina. Mas, além disso, quer passar por cirurgias plásticas que o deixem igual à cantora Lady Gaga (o narigão nariz já é parecido).

Penio participou da versão búlgara do Big Brother, onde enganou os participantes se passando por mulher. Agora, será uma.

Com as mudanças, ele pretende alavancar uma carreira musical, e já fez contato com os representantes de Lady Gaga pedindo um dueto. Ainda não obteve resposta, conforme o “RadarOnline“.

É isso aí, cirurgia de mudança de sexo. Praticamente, Penio resolveu remover o primeiro nome.

Clooney fica constrangido com cenas de sexo

É fato que George Clooney é considerado um dos grandes galãs de Hollywood e muitas mulheres fariam de tudo para ficar pertinho do ator. Mas se você pensa que ele não se inibe na frente de uma mulher, se enganou!

Clooney protagozina o longa The American ao lado da atriz Violente Placido, que afirmou que o ator confessou ser inexperiente e ficou bastante constrangido nas filmagens das cenas de sexo.

- Ele confessou que não havia feito muitas cenas de sexo. Nós tivemos que encontrar uma maneira de torná-lo natural e deixar seu corpo falar de alguma forma, contou a atriz para a revista People.

George explicou que tem problemas para relaxar durante as cenas íntimas, mas Violente pediu para que ele ficasse calmo.

- Nós fomos muito abertos uns com os outros. Eu apenas disse: vamos confiar uns nos outros, e nós fizemos. Senti como se tivéssemos deixando acontecer.

No longa, Clooney interpreta um assassino chamado Jack, que está tentando deixar a carreira após fazer a última tarefa. Ele se esconde no interior da Itália, onde ele encontra a personagem de Plácido, Clara.

Veja como vive ex-prostituta flagrada fazendo sexo oral em Hugh Grant

Vocês devem se lembrar de Divine Brown. O nome, por si só, parece de estrela de cinema. Há 15 anos, Divine foi flagrada num carro na “zona” de Los Angeles (red-light district) fazendo sexo oral no bonitinho Hugh Grant, o ator inglês por excelência. Foi um tremendo escândalo na época em Hollywood e no mundo. Grant tinha uma namorada espetacular, Liz Hurley. O que o faria sucumbir a um comportamento transgressor, arriscando-se a ser descoberto e levado a uma delegacia, como acabou acontecendo?

O jornal inglês The Daily Mail resolveu ir atrás de Divine e saber como ela anda, agora que Hugh Grant completará 50 anos no dia 9 de setembro. O cabelão e o bocão de Divine continuam os mesmos…(julgue pelas fotos), mas é só. Hoje ela é conhecida pelo nome de batismo, Stella Thompson, é mãe de três filhos (a foto ao lado é reprodução do dailymail.co.uk). Tem um noivo e mora numa casa bacana no subúrbio. Aquele lance com Hugh Grant foi a melhor coisa que poderia ter acontecido a ela. “Foi a grande virada de minha vida”, disse ao diário inglês. “Com o evento, ganhei um milhão de dólares”. Seu trabalho de sexo oral lhe renderia 50 dólares, mas a partir dali tornou-se uma celebridade e pôde, segundo ela, tornar-se uma mulher respeitável, mãe, digna, livre de vícios. “Foi obra de Deus”, disse ela.

Parece uma história de Cinderela. Uma história para adultos. Ela se deu bem. Hugh Grant, na época o galã de 34 anos de Quatro Casamentos e um Funeral, passou por uma humilhação pública de bom tamanho. Mas é incrível como Hollywood absorve bem esses escândalos, não? Ele admitiu depois que fez “uma coisa errada”. A relação com Liz sobreviveu um tempo e depois se desfez.

Hoje, quietinha, numa casa do subúrbio de Atlanta, Georgia (EUA), ela escreve sua autobiografia. E Hugh Grant não dá o menor indício de que pretende formar uma família. Ela se lembra muito bem daquele dia em que seu destino mudou. Precisava pagar umas dívidas…E, no fim, ficou milionária, devido a entrevistas e participações em programas de televisão. Suas filhas mais velhas, Cheyenne, de 21 anos, e Brianna, de 20, puderam fazer faculdade graças aos desvios sexuais de Hugh Grant.

Ao dar a entrevista para os jornalistas do Daily Mail, calçava Prada e carregava uma bolsa Chanel. Sua casa tem três quartos e quatro banheiros, e “um jardim com flores”. Mesmo sem piscina, declarou, “agradeço ao Senhor todos os dias”.

Ela não sabe de que forma Hugh Grant se lembra, hoje, daquela noite em 1995 em que a chamou de “Cherry Red“, porque o batom, os sapatos, as roupas e a lingerie de Divine eram todos da cor vermelha. Pelo sotaque britânico, afirmou, “ele me lembrava o Príncipe Charles”. No início, ela ficou com medo que ele fosse policial, porque a seguia com seu BMW branco com um boné de baseball escondendo um pouco o rosto. Não entendia por que ele a tinha escolhido, já que havia na rua mulheres mais bonitas do que ela. Depois percebeu que todas as outras eram brancas. “Ele dizia que eu era linda”. Provavelmente, acredita a ex-Divine, ele estava a fim realmente de uma mulher com a sua cor de pele, e pediu que entrasse no carro. Rodaram por 20 minutos e, no meio do ato, um policial os flagrou. Foram levados algemados para uma delegacia de Hollywood (fotos acima dos dois, fichados). Ela ainda não fazia ideia de quem ele era, apenas sabia que “era lindo”. Só depois Divine soube a identidade do inglês que mudaria sua vida para sempre. Hugh Grant não era tão conhecido nos Estados Unidos. E ela acha que o ajudou a se tornar famoso entre os americanos…

Hoje, Stella agradece a Deus por “aquela meia hora” divina que a transformou numa Cinderela contemporânea, ou numa personagem do tipo de Julia Roberts, em Uma Linda Mulher. Agradece também por ter podido pular fora de uma vida de prostituição antes que encontrasse um maníaco pela frente…E é grata porque suas filhas não são rebeldes como ela foi na juventude. Hoje, diz que sua vida se resume a sua família e seu noivo, Richie Fediccinni.

Já Hugh Grant continua solteiro, sem filhos e, no dia 9 de setembro, fará 50 anos. A ex-Divine se mostra condoída da sorte do inglês. Lamenta que ele não tenha encontrado a “felicidade” mas espera que o ator (que lhe trouxe tanta sorte na vida) encontre uma mulher que o ame e se torne pai. “Nós dois erramos”, diz, sobre ela e Grant, “éramos jovens mas podemos ser perdoados por nossos pecados e seguir adiante”.

Achei essa reportagem do Daily Mail, assinada pelas jornalistas Rebecca Hardy e Barbara McMahon, muito interessante e humana. Claro que Divine teve muita sorte mesmo. Mas, ela soube superar e se livrar do passado, dar a volta por cima – afinal, tem tanto rico e famoso por aí que resolve se drogar e jogar a vida no lixo…O que você achou da história da ex-prostituta?

Partido do Sexo apimentou eleição australiana

Candidatos defendem liberdade sexual, eutanásia e até droga de qualidade nas baladas.

Eles não têm chance de eleger o primeiro-ministro. Nem é provável que elejam parlamentares. Mas, apesar de nanico, é o Partido do Sexo que esquentou as eleições na Austrália, ocorridas neste sábado (21). Cheio de trocadilhos nas propostas, o grupo defende ideias ousadas e prazer em primeiro lugar.

Pesquisa mostra pequena vantagem do governo
No seu manifesto, o Partido do Sexo diz que é “uma resposta política às necessidades sexuais da Austrália no século 21”.
- É uma tentativa para restaurar o equilíbrio entre privacidade sexual e publicidade sexual, distorcido por ativistas moralistas e políticos pudicos.

Para a professora Anne Twomey, da Faculdade de Direito da Universidade de Sydney, “o partido não tem chances de ganhar um assento ou influenciar politicamente” o Parlamento.

- É um partido minoritário que se colocou no papel de trazer mais diversão a uma eleição muito chata.

As pesquisas mostram o partido Trabalhista, da atual primeira-ministra Julia Gillard, poucos pontos à frente da coalizão conservadora liderada por Tony Abbot.

Partido quer “droga de qualidade” nas baladas

Legalização geral do aborto, eutanásia e descriminalização das drogas são alguns dos temas polêmicos defendidos pelo Partido do Sexo.

O grupo quer ainda a liberação de heroína para usuários cadastrados no sistema de saúde.

Preocupados com a segurança dos australianos, o partido tem outra proposta polêmica: a instalação de tendas-laboratório em raves e festivais de música para testar a qualidade das drogas consumidas no local.
Pudor, aliás, não existe no partido. Seu slogan é “where you come first”, que em inglês é um trocadilho que significa tanto “onde você vem em primeiro lugar” quanto “onde você goza primeiro”.

"Propostas de arrebentar"
O partido defende total liberdade sexual, casamento gay e fim da censura a conteúdos pornográficos. Também quer mais controle aos pedófilos e mais educação sexual nas escolas.

O pacote de propostas é chamado “jerk choices”, que significa “escolhas de arrebentar”, mas também faz um trocadilho com a palavra “jerk”, em à referência ao termo inglês chulo usado para "masturbação".

Um dos candidatos é o pintor Tim Sheen, conhecido como "Pricasso". Ele ficou famoso por fazer pinturas usando o próprio pênis como pincel.

R7

Lady Gaga é supersticiosa em relação ao sexo

A cantora defende que todos devem fazer amor e não sexo.

Lady Gaga tem superstições relativas às relações sexuais, segundo noticia o «Music News». A cantora diz que o sexo diminui a sua criatividade de maneira que prefere manter os actos físicos apenas com os que lhe são mais próximos.

A música explicou a questão, em entrevista à rádio «AMP». «Tenho superstições esquisitas no sexo. Se não o fizer com alguém que se preocupa comigo ou que me ama, pode realmente lixar as minhas energias», contou.

A voz de «Alejandro» está convencida que os outros a podem prejudicar: «Penso às vezes que se és promíscua, as pessoas podem retirar-te coisas. Penso que é sempre importante fazer amor».

Seguindo uma fonte, o «Music News» diz ainda que Lady Gaga voltou para o ex-namorado, mesmo tendo este uma nova namorada. O encontro deu-se quando a artista regressou a um bar de Nova Iorque onde costumava trabalhar.

A fonte informou: «Luc gosta da que for melhor. Ele teve as mulheres mais famosas do mundo a seus pés e esta loira quente à espera. Podia ter acabado mesmo mal, mas a outra rapariga desapareceu».

«Ela sabe os gostos do Luc - ele tem todas as mulheres em todo o lado ... mas Gaga convenceu-se a si própria que desta vez vai voltar para sempre», esclareceu a mesma fonte.

Noivo do primeiro casamento gay de Mar del Plata morre durante a festa

Um dos noivos do primeiro casamento gay legalizado da história de Mar del Plata, no litoral da Argentina, morreu na madrugada desta sexta-feira ainda durante a festa, como informa o jornal local "Clarín". A união entre pessoas do mesmo sexo foi declarada legal no mês passado na Argentina, o único país da América Latina a autorizá-la em nível nacional.

Néstor Berchot, de 45 anos, teve uma crise de pressão durante a festa que marcava sua união com Gustavo Adrián García, com quem vivia há um ano. Ele morreu pouco depois de passar mal, ao ser levado ao hospital.

A Argentina celebrou seus primeiros casamentos gays após a legalização no dia 30 passado, em Santiado del Estero e em Buenos Aires. O país concede aos casais do mesmo sexo todos os direitos legais, responsabilidades e proteções contempladas nos casamentos de heterossexuais, como a possibilidade de herdar bens e adotar crianças.

Além da Argentina, na América Latina apenas a Cidade do México permite também a união entre pessoas do mesmo sexo.