Amor e sexo sobre cadeira de rodas: uma relação delicada

Milhares de pessoas torceram pela primeira noite de amor entre Luciana (Alinne Moraes) e Miguel (Mateus Solano) em Viver a Vida. Até experimentar o sexo na condição de tetraplégica, a personagem foi acometida por inúmeras dúvidas por acreditar que não poderia sentir ou dar prazer ao namorado. Um retrato fiel do que acontece com a maioria dos cadeirantes.

Se as limitações físicas nem sempre são um entrave óbvio, o lado psicológico pode limitar uma relação que tem tudo para ser saudável.

– É maravilhoso e assustador ao mesmo tempo – diz o músico Marcelo Yuca, ex-Rappa, paraplégico após levar três tiros num assalto, há 10 anos. – As barreiras psicológicas são muitas. Durante seis meses, não tive qualquer sensibilidade e acreditava que jamais teria uma vida sexual novamente.

A redescoberta do sexo não foi rápida, e muito menos fácil.

– A cadeira, querendo ou não, causa certo constrangimento. Mas nunca tive problema em me relacionar. Mesmo assim, chega uma hora em que você pensa: "Já tô saindo com essa menina há algum tempo. Em algum momento ela vai querer transar!". Entrava em pânico quando isso acontecia.

Yuca se lembra bem da primeira vez em que teve uma relação sexual após a cadeira de rodas. Com a ajuda da namorada, na época, encontrou novas formas de prazer:

– Quando finalmente transamos, disse: "Opa!". Mas não foi num sentido sexual apenas, foi de estar completamente agradecido àquela mulher que, com sensibilidade e carinho, me devolveu o que eu pensava ter perdido. Costumo dizer que antes dos tiros fazia sexo. Hoje, faço amor – conta ele, aos 43 anos, que namora a advogada Carmela, quase 20 anos mais nova, de Porto Alegre.

Para a fisioterapeuta Sheila Salgado, que trata há mais de 30 anos de portadores de deficiência, a relação entre Luciana e Miguel deveria servir de exemplo para muitos casais: ele não é assistencialista e desperta nela o que despertaria em qualquer mulher, cadeirante ou não.

– As pessoas têm que saber que não vão se relacionar com um cadeirante só para ajudá-lo a se locomover. Mas para amá-lo como pessoa normal que é - opina ela, casada pela segunda vez com um cadeirante: – Meu marido é completamente independente. As dificuldades de uma relação não estão nas limitações físicas, mas na convivência. E isso acontece com quem anda também.

Assim como Yuca, Sheila observa que ainda existe certo preconceito contra as mulheres deficientes.

– Muitas amigas minhas, bonitas, interessantes e inteligentes, estão sozinhas. No Brasil, principalmente, existe um culto exagerado ao corpo perfeito. E o que é diferente nem sempre é bem visto – avalia.

A atriz Vanessa Romanelli, que interpreta Camila em Viver a Vida, sabe bem o que é o preconceito. Numa cadeira de rodas há sete anos, por conta de uma doença genética que causa atrofia espinhal, mas não a perda de sensibilidade, ela não viu dificuldades em ser paquerada, mas hoje sabe distinguir as intenções de quem se aproxima.

– Sei quando o interesse é genuíno e quando vêm até mim com certa pena. Outro dia, um cara me perguntou como eu aguentava estar numa cadeira de rodas. Contei, e ele disse que preferia morrer porque gostava muito do próprio corpo. Pensei: "Será que ele acha que não tenho um corpo?" – conta Vanessa, que comemora o fato de a novela estar proporcionando uma visão diferente. – As pessoas acreditam piamente que somos assexuados, que não temos desejos e vontades.

Acostumado ao assédio feminino desde que apareceu no BBB 2, o modelo Fernando Fernandes, paraplégico após um acidente de carro em 2009, também redescobriu valores além do sexo numa relação:

– Descobri outros prazeres. As dificuldades existem, mas não dá para valorizá-las o tempo inteiro sem ver prazer nas coisas.

Depois de mudar de sexo, filha de Cher aparece com namorada

Getty Images  /Agência

Chaz Bono está feliz da vida depois de sua cirurgia de mudança de sexo, feita em 2009. A filha da cantora Cher apareceu na noite do sábado, 17, com a namorada Jennifer Elia na premiação GLAAD Awards (Aliança Contra a Difamação de Gays e Lésbicas).

Pedofilia versus Homossexualidade

É certamente com a maior estupefacção e surpresa que todos temos vindo a acompanhar as várias declarações de membros da Igreja Católica acerca dos casos recentemente divulgados de abusos sexuais de crianças por parte de membros do clero.

De todos estes, a nível nacional há que salientar as declarações que ouvi na Antena 1 do Cardeal Saraiva Martins, com a sua voz, timbre e dicção tão peculiares..., em que remete os factos para uma maquinação dos media contra a pessoa do Papa, e aproveitando, como habitualmente, para nos confundir chamando para a conversa, o casamento entre pessoas do mesmo género! Mais tarde, e reportando-nos agora ao âmbito internacional, tomei conhecimento das declarações do cardeal Bertone, o número 2 da hierarquia do Vaticano, nas quais pretendia correlacionar a Pedofilia com a Homossexualidade, baseando-se numa ciência que aparentemente só ele conhece, pois toda a literatura científica prova o contrário!

Sabendo nós que a hierarquia da Igreja Católica conta com muitos seres pensantes, cultos e informados, perguntei-me de imediato, como profissional dedicado à Sexologia Clínica, o porquê desta colagem entre a pedofilia e a homossexualidade. Mas como homem que acredita e valoriza os valores Cristãos, perguntei-me de seguida o porquê desta aparente desvalorização dos crimes cometidos por membros da Igreja contra crianças, remetendo-os para uma montagem mediática para atacar o Papa ou desvalorizando-os ao ponto da Conferência Episcopal ter decidido, ao fim de 4 dias de reunião em Fátima, não promoverem a denúncia dos casos que tenham conhecimento às autoridades judiciais! Mas Portugueses, estejam descansados, porque o Cardeal Saraiva Martins declarou que não existem casos em Portugal... O problema é que a minha cabeça "perversa" fugiu logo para o Rio de Janeiro onde se continua a passear impune o Padre Frederico...Mas voltemos à "colagem" entre pedofilia e homossexualidade. Porque é que o Vaticano e seus porta-vozes mentem? Porque é que confundem os povos (facilmente confundíveis e tementes a Deus e à Igreja) com inverdades como estas? Porque é que até preferem admitir que elementos do clero não praticam a castidade, são homossexuais (algo que o establishment do Vaticano tanto repudia, e o cardeal Saraiva Martins apelidou de anormais em Fevereiro de 2009) e como tal ou em consequência de, abusam de crianças, do que dizer a verdade sobre a inexistência de correlação entre pedofilia e homossexualidade?

Porquê? Talvez porque assim matem 2 coelhos de uma só cajadada, ao tentar "ganhar" a guerra (será Santa?) contra os homossexuais e simultaneamente a guerra contra quem os ataca (os media), já que não me consta que tenham iniciado qualquer batalha contra os abusadores sexuais de crianças...Esta é mais uma das muitas páginas negras que a Igreja Católica tem escrito, uma vez mais servindo-se da ignorância popular, do temor a Deus e aos Seus representantes na Terra, do poder que indevidamente ainda tem e cujos Estados e Governos estão muitas vezes à mercê, independentemente da tão proclamado e nunca visível, separação Estado-Igreja.Penso muitas vezes o que aconteceria se Cristo voltasse à Terra. Dantes pensava que a Cúria do Vaticano provavelmente o silenciaria mas hoje penso que não, que morreria de desgosto... E agora, caso alguém se interesse por factos científicos, aqui deixo uma breve explicação sobre o fenómeno da pedofilia e sobre a homossexualidade: Pedofilia:Atracção sexual por crianças pré-púberes, isto é, com 13 anos ou menos. A maioria dos abusos sexuais cometidos por pedófilos é heterossexual, isto é, com crianças do sexo oposto, sendo a maioria destes abusos cometida no seio da família por pais, padrastos, tios, avós, etc) ou por próximos destas (vizinhos, professores, etc).Nem todos os pedófilos são abusadores sexuais (há quem procure ajuda para nunca passar ao acto) assim como existem abusadores sexuais de crianças que não são pedófilos.

O abuso sexual de crianças ou menores dependentes é um crime (artigos 171 e 172 do Código Penal), assim como os actos sexuais com adolescentes (artº 173) e, apesar de estar inscrito na lista de doenças psiquiátricas, o abusador é imputável pelo seu crime na medida em que a passagem ao acto é totalmente consciente e responsável. Homossexualidade:Define-se como a atracção física, emocional e estética entre seres do mesmo sexo. Uma das melhores definições é da autoria de um Português, o Psiquiatra Afonso de Albuquerque: preferência erótica por pessoas do mesmo sexo, tanto nos pensamentos e emoções, como nos comportamentos sexuais, quando está presente a possibilidade de escolha.É uma das variantes da sexualidade humana, retirada em 1973 da lista de doenças psiquiátricas pela APA (Associação Americana de Psiquiatria), logo a seguir do Código Internacional de Doenças (ICD) e em 17 de Maio de 1990 pela Assembleia-Geral de OMS (Organização Mundial de Saúde). Desde os estudos de Alfred Kinsey que se admite que 10% da população seja homossexual. A homossexualidade é apenas uma das 3 orientações sexuais possíveis (hetero, homo ou bissexualidade), não sendo nenhuma delas uma escolha ou opção do indivíduo (ao contrário do que se ouve muitas vezes, infelizmente até por técnicos de saúde!).

Artigo de Opinião de Pedro de Freitas, MD, PhD MédicoSexologista Clínico(American Board of Sexology) Doutorado em Sexologia Clínica(AACS - Maimonides University) Professor Associado(American Academy of Clinical Sexologists)

Cinema erótico, novidades do mercado e sexo ao vivo são atrações em feira

Cinema erótico, novidades do mercado e sexo ao vivo são atrações em feira

São Paulo, 16 abr (EFE).- O cinema erótico, as novidades do mercado e exibições de sexo ao vivo são algumas das atrações da 16ª Erotika Fair, uma feira de negócios que reúne este fim de semana em São Paulo empresas nacionais e estrangeiras da indústria sexual.

Por segundo ano, a feira realiza o "Erotika Vídeo Awards", uma mostra de cinema erótico que premia a produção internacional e local do cinema adulto.

Por dois fins de semanas consecutivos, os pavilhões do Expo Mart Center de São Paulo esperam receber cerca de 20 mil pessoas atraídas pela indústria do sexo.

A Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico (Abeme), fundada em 2002, apontou que o setor movimentou no último ano negócios no valor de R$ 1 bilhão, um crescimento de 15%.

Bichos de pelúcia com genitais humanos, um jogo de cartas "Trunfo" com valores sexuais, masturbadores masculinos em forma de vagina, bonecas infláveis de cyberskin (material que imita a pele humana), pinturas eróticas, videogames sexuais e peças íntimas femininas extragrandes, são algumas das novidades.

Os vibradores para o público gay, doces e sobremesas eróticos, um bingo sexual para pessoas da terceira idade e uma demonstração de sexo ao vivo com técnicas orientais de erotismo são outras das atrações da peculiar feira.

Detetive faz sexo com homens casados para desmascarar adúlteros


Janette Jones é uma detetive particular. Seu trabalho é descobrir homens que traem suas esposas. E para ter sucesso, ela vai fundo em cada caso, e aceita até fazer sexo com os maridos para desmascarar um adúltero.

A investigadora tem 45 anos, é mãe de quatro filhos e já tem até netos. E segue sexy e atraente. Com um treinamento especial, se tornou uma máquina de caçar cafajestes em Londres, na Inglaterra. Nos últimos 12 meses ela averiguou mais de 60 casos - e dormiu com os maridos de 15 clientes. O sucesso, segundo ela, ocorreu em 100% dos casos: sempre rolou pelo menos um beijinho.

Quando um beijo não é prova suficiente, a detetive vai para a cama. Mas, apesar de seu trabalho envolver sexo, ela recusa qualquer comparação com uma prostituta, de acordo com o “The Sun“. Transar com os adúlteros faz parte da investigação e garante provas irrefutáveis.

Todas as transas são autorizadas (e pagas) pelas esposas. A cliente - a corna traída - desembolsa valores entre duas mil e 10 mil libras. Se o caso envolver “caso”, ou seja, a contratante quiser sexo entre o marido e a detetive, o valor é de, no mínimo, oito mil libras. Além do pagamento em dinheiro, muitas esposas pagam Janette com gratidão, enviando cartões com mensagens como “obrigado por dormir com meu marido. Sem você, eu não teria conhecido a verdade“.

E será a detetive realmente boa no seu trabalho? Digo em todo ele, inclusive na parte do sexo? Porque, se ela for boa de cama, os maridos também devem um cartão de agradecimento às esposas.

Semenya anuncia regresso ainda sem sexo confirmado

A sul-africana Caster Semenya, ausente da competição desde que foi campeã mundial nos 800 metros, no ano passado, em Berlim, anunciou nesta terça-feira o regresso às pistas.

«Tenho a honra de anunciar publicamente o meu regresso às competições de atletismo», afirmou Semenya, de 19 anos, que não falava publicamente sobre o assunto desde Agosto.

O anúncio de Caster Semenya foi feito no mesmo dia em que a ASA, entidade que regula o atletismo na África do Sul, informou que a atleta voltará às competições oficiais após a divulgação dos resultados dos testes médicos a que foi submetida após os Mundiais de Berlim e que a IAAF, que tutela o atletismo mundial, garantiu estar na iminência de concluir o processo.

«Estou convencida que não há impedimento para eu disputar competições de atletismo. Vou, no entanto, continuar a ajudar a IAAF em tudo o que possam necessitar para seus próprios processos e, neste sentido, dei instruções à minha equipa jurídica e médica para trabalhar em estreita colaboração com eles», afirmou, ainda, a campeã mundial.

A sexualidade de Semenya foi posta em causa durante os Mundiais de Berlim, mas a IAAF nunca confirmou nem negou as especulações de que a atleta seria hermafrodita (possuidora dos dois órgãos sexuais, o masculino e o feminino).

O que fazer depois do sexo. Confira aqui todas as dicas

Quando o assunto é sexo, difícil encontrar aquela mulher descolada, que exige boas preliminares, mas dispensa o carinho após o sexo. Essa mulher, sonho de muitos homens, quase não existe por aí.

Para agradar e dar sempre a melhor impressão, os coitados não podem nem pensar em dormir depois do rala-e-rola. E nem criticar a atuação da parceira. "O que detesto é aqueles que se gabam do ‘ótimo trabalho’ e nem se lembram de elogiar", fala Manuela, de 28 anos.

Outra atitude desprezível para algumas mulheres é quando o homem já logo liga a televisão, sem nem perguntar se ela quer assistir. "Alguns tem uma necessidade de ficar com o controle remoto na mão que irrita. Depois do sexo, então, é para acabar com qualquer clima", fala Luana, 32. "Custa abraçar, fazer carinho, conversar com delicadeza sobre o que é bom?"

Os que levantam e logo vão para a cozinha, sem perguntar se a parceira quer alguma coisa fazem parte do grupinho ‘cúmulo-do-egoísmo’ para muitas mulheres. Pior do que isso é quando mal terminam o ‘serviço’ já inventam desculpas para ir embora imediatamente. "Uma vez recebi um ‘namoradinho’ em casa na madrugada, conversamos horas, fomos pra cama e, nem bem o fôlego tinha sido recuperado, ele estava juntando as coisas, dizendo que precisava ir embora. Me senti péssima", afirma Suzana, 27. Os dois nunca mais se falaram, depois daquela noite.

Fora tudo isso, mulher adora puxar papo e não suporta que o homem fique calado depois do sexo. Muitas, durante a entrevista, reclamaram desse silêncio mortal. Mas o que elas esquecem é que, realmente, o corpo do homem se esforça de maneira brutal para atingir o orgasmo - e cansam mais do que a gente. Se ele ficar quietinho, anime-se! Ele está ao seu lado e é bem provável que esteja sem forças para elogiar o que foi uma delícia.

Pornô na vanguarda da web

No mundo dos sites adultos, clones do YouTube e do Second Life são lucrativos.

Enquanto gravadoras e estúdios se digladiam com a internet, uma indústria milenar vem ganhando bilhões com a inovação. “Escolhemos a diversificação em vez de lutar uma batalha que já está perdida. Vamos sempre incorporar tecnologia ao que estamos fazendo.”

A frase, que poderia ser de qualquer diretor de gravadora ou estúdio de cinema, foi dita na verdade por Larry Flynt, lenda viva do mercado de revistas masculinas e ícone da luta pela liberdade de expressão. Flynt é um dos muitos empreendedores do mercado de diversão para adultos que embarcaram de cabeça nas tecnologias da web e têm alcançado bons resultados.

Ok, vários dos sites com conteúdo pornográfico são repletos de software nocivo e propaganda indesejada. Só que no meio dessas armadilhas há um mercado que movimenta 5 bilhões de dólares por ano e dita tendências que, cedo ou tarde, podem ser incorporadas pelo resto da web. “O vídeo por streaming, os sistemas de pagamento online, o gerenciamento de gargalos, a remuneração por publicidade baseada nos cliques ou na exposição dos anúncios começaram nos sites pornográficos”, afirma Jason Tucker, CEO da Falcon Enterprises, uma das maiores distribuidoras de fotos eróticas da rede.

“Estamos mudando a natureza da internet e remodelando o futuro da humanidade”, diz Brian Shuster, presidente do Red Light Center.com, uma espécie de Second Life pornô que atingiu a marca dos 4 milhões de usuários registrados em 2009. Os depoimentos de Tucker, Flynt e Shuster fazem parte do surpreendente documentário Porndemic, do diretor canadense Robin Benger. O filme mostra como as distribuidoras de conteúdo para adultos estão prontas para invadir celulares, combater a pirataria online e experimentar novas formas de interação digital — sempre inovando e alcançando altos lucros.

Android com conteúdo adulto

O mercado pornográfico digital envolve cifras de fazer inveja a muita startup do Silicon Valley. Recentemente, a editora da tradicional revista Penthouse comprou o serviço Adult Friend Finder por 500 milhões de dólares. A rede social para quem procura por sexo casual está longe de ser o único case de sucesso da web só para maiores de 18 anos. “Na Europa e na Ásia, a venda de vídeos e de fotos eróticas para celulares já é um grande negócio”, diz Tucker. Prova dessa popularidade é o lançamento do Mikandi, plataforma que servirá como uma loja só para conteúdo adulto dentro do sistema operacional Android. Com planos para se espalhar para outros sistemas, a Mikandi oferece uma base para produtores venderem vídeos e aplicativos apimentados.

Outro bom exemplo de distribuição sofisticada de conteúdo para adultos é o mundo virtual Red Light Center. Lá, avatares praticam as mais variadas modalidades sexuais e experimentam drogas capazes de alterar o metaverso. Embora sejam polêmicas, experiências como essa vêm ganhando a aceitação de um público mais amplo, incluindo as mulheres. “Soldados que estão servindo no exterior usam o Red Light Center rotineiramente para interagir com suas namoradas”, diz Shuster. O empreendedor afirma que as novidades do pornô digital não vão parar por aí. “Em dez anos, prevemos o uso do tele-touch, roupas especiais com sensores que reproduzem o toque do parceiro que está longe.”

O fenômeno do X-tube

Não tão distante da efervescente cena de empresas de web 2.0 da baía de São Francisco está a cidade de San Fernando, também na Califórnia. Apelidada de San Pornando, devido ao grande número de sites e produtoras pornográficas instaladas por lá, a cidade pode servir como inspiração para as sempre inovadoras empresas da região do Silicon Valley.

O site de vídeos eróticos X-tube, por exemplo, dá acesso gratuito a boa parte de seu acervo, mas, para se manter, cobra alguns centavos de seus usuários de acordo com a duração do vídeo.

Outro problema superado pelos sites para adultos é o controle de material com direitos autorais protegidos. “Criamos o nosso próprio software para varrer a internet em busca de fotos nossas que estão sendo publicadas sem autorização. O programa encontra as fotos e nós tomamos as providências jurídicas”, diz Jason Tucker.

Tecnologia à parte, o pessoal de San Pornando aplicou na prática uma das teorias do jornalista e guru da web Chris Anderson: a diversificação da cauda longa. Os sites eróticos investem em gêneros cada vez mais específicos com dezenas de categorias e, assim, podem cobrar pelo conteúdo divulgado mesmo que a audiência não seja grande. Isso é possível graças ao baixíssimo custo para entrega do conteúdo. “Uma das razões para o sucesso da indústria pornográfica na internet é que seus produtos, essencialmente imagens, são produzidos sob medida para a distribuição digital”, diz Frederick Lane, autor de Obscene Profits, ainda sem versão em português.

A concorrência de empresas grandes contra pequenos produtores locais que oferecem conteúdo gratuito não assusta muito os gigantes já estabelecidos por décadas na indústria pornô. “Qualquer um pode pegar uma filmadora e algumas modelos para fazer um vídeo. Mas quando você age como amador, produz algo amador. As empresas que realmente estão lucrando com esse negócio mantêm o foco na qualidade e não no lixo”, afirma Larry Flynt. Será?


Porndemic na web

A produtora Congent/Benger criou um hotsite sobre o documentário Porndemic (www.cogentbenger.com/docs/porndemic ). Também dá para baixar o filme na íntegra, com legendas em inglês, pelo Google Vídeos, no endereço http://tinyurl.com/porndemic

Sexo no Carnaval

É impossível não perceber a sensualidade solta e a excitação brilhando no olhar das pessoas durante o Carnaval. Desejo de beijar, de fazer sexo, mas com muita urgência; afinal, o tempo é limitado. À pergunta: “Você já fez sexo com algum(a) desconhecido(a) no Carnaval? Como foi?” obtive várias respostas no meu site. Selecionei algumas:

“Foi inesquecível. Começamos no sábado de Carnaval e repetimos no domingo, na segunda e na terça. Depois, ele voltou para a cidade dele e nunca mais nos vimos. Vou guardar para sempre essa ótima recordação.”; “O sexo em si foi ótimo. Mas eu me senti culpada, preocupada com a imagem que ele ficou de mim. Acho que não valeu a pena, todas as vezes que ele me procurou depois, foi só pra transar.”; “Foi ótimo. Trocamos um beijo no baile e fomos para um motel. Para dizer a verdade, eu nem sabia o nome dela. Quando acordamos é que conversamos um pouco. Acho que me apaixonei naquela noite; estamos juntos há sete meses.”; “Quando a bebedeira passou, me senti mal, um pouco vazia. Acho que foi porque não me lembrava bem o que tinha dito ou feito.

Para ser sincera, eu não me lembrava bem da pessoa com quem passei uma noite no motel.”; “Foi delicioso, louco, e quer saber, acho que foi o melhor sexo que já fiz nesses meus 40 anos. Pena que não voltou a acontecer, eu queria ter repetido outras vezes. Às vezes, tenho vontade de encontrá-lo, mas não sei nem aonde.”; “Foi muito legal e gostoso e o melhor foi que me casei com ela e estou vivendo muito feliz.”; “A gente se conheceu no baile, num clube da cidade em que moro. Ela estava de férias e, acho que por não conhecer ninguém, logo que começamos a dançar me puxou para passear no jardim. Fizemos sexo no gramado, atrás de umas árvores. Foi emocionante.

Nunca mais a vi, mas penso sempre nela.”; “A sensação foi muito estranha. Quando acordei percebi que havia um homem desconhecido na minha cama. Aí vieram as culpas, o medo de ele me achar uma mulher fácil. Quanto à transa, na verdade não me lembro de nada. Acho que eu tinha bebido muito.”; “Foi a primeira vez que fiz esta loucura, e não me arrependo. Me apaixonei naquele instante. Depois disso fomos nos conhecendo aos poucos. Ele dizia que eu o tinha enfeitiçado. Isto aconteceu há seis anos, e ainda estamos juntos até hoje.”

Pelos relatos acima, observamos que o Carnaval funciona como um período em que homens e mulheres dão uma trégua à censura que se impõem durante o ano.

Há mais coragem para experimentar o sexo casual e tudo ser esquecido na quarta-feira de cinzas.

O ciúme é diferente para mulheres e homens?

Pesquisa norte-americana aponta que há homens que consideram a infidelidade emocional mais angustiante do que a sexual.

Pesquisas já divulgaram que o ciúme masculino é diferente do feminino. O deles seria mais ligado à infidelidade sexual e o das mulheres à infidelidade emocional. Porém, um novo estudo norte-americano revela que não é somente o gênero masculino ou feminino que influencia o tipo de ciúme, a personalidade e o histórico de cada um são decisivos para o sentimento aparecer ou não.

Anteriormente, estudos revelaram que a maioria dos homens sentia mais ciúme quando o assunto era a traição sexual, enquanto as mulheres sofriam mais com a traição emocional. A teoria se mantinha principalmente por duas justificativas: o homem se preocupava mais com o sexo porque não tinha como ter certeza absoluta sobre a paternidade de seus filhos, e a mulher, por outro lado, se ocupava mais com o lado emocional por querer um parceiro que estivesse comprometido a criar uma família.

Entretanto, os autores da nova pesquisa, a dupla de cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, Kenneth Levy e Kristen Kelly, questionaram a explicação, principalmente por constatar a existência de um número considerável de homens que consideram a infidelidade emocional mais angustiante do que a sexual.

Os pesquisadores suspeitavam que o que mais influenciava os indivíduos a terem mais ou menos ciúmes em relação aos diferentes tipos de infidelidade era a conexão emocional que tinham com o parceiro ou parceira e o perfil de cada um, independentemente do gênero.

Para eles, algumas pessoas são mais seguras da importância de seus relacionamentos enquanto outras tendem a desconsiderar a necessidade de ter uma estreita relação amorosa. Estas, afinal, foram as características mais importantes a serem consideradas para compreender o ciúme da traição sexual ou emocional, hipótese confirmada com a pesquisa.

O estudo descobriu que aqueles que dispensam relacionamentos mais íntimos e priorizam mais a liberdade, sendo eles homens ou mulheres, ficavam muito mais chateados com a infidelidade sexual. Em contrapartida, aqueles mais ligados a relações amorosas achavam a infidelidade emocional mais dolorosa.

Nem cá nem lá

Para o especialista em relacionamentos amorosos, o psicólogo Ailton Amélio da Silva, professor do Instituto de Psicologia da USP, em São Paulo, esta nova descoberta não invalida a primeira, que relaciona o ciúme ao gênero masculino e feminino. “Cada uma destas características é contribuinte para entender o ciúme. É possível que ambas estejam corretas”, afirma.

Segundo Ailton, o que ocasiona o ciúme possui influências biológicas, pessoais e até culturais. “O ciúme é um fenômeno complexo, com vários determinantes”, diz. “Depende de muitos fatores, desde culturais a pessoais. Dependendo do tipo de amor que envolve duas pessoas, por exemplo, um indivíduo pode ser mais ou menos inseguro. Há muitas variáveis”, completa.

O psicólogo Vinícius Farani, mestre em Família na Sociedade Contemporânea, de Salvador, Bahia, alega que a identidade de cada indivíduo está realmente mais vinculada às razões do ciúme do que o gênero, mas não é possível separar as duas explicações. “Antigamente, a questão dos gêneros estigmatizava bastante o comportamento. Hoje, no entanto, é difícil identificar se um comportamento é restrito ao homem ou não. A segurança ou a insegurança, qualquer que seja, pode vir de ambos os sexos”, completa.
Renata Losso

Não importa a idade e o sexo, o sedentarismo deve ser evitado

O sedentarismo não faz bem a ninguém, não importa a idade ou o sexo. Estudos mostram que à prática regular de algum tipo de atividade física entre pessoas na faixa acima dos 50 anos de idade fazem bem ao organismo e melhoram o condicionamento físico, a saúde mental e o bem-estar geral da saúde.

A atividade física ainda aumenta a capacidade de trabalho e a proporciona maior satisfação no desempenho das tarefas diárias. Além de impedir o aparecimento de doenças crônicas que surgem, principalmente neste período da vida, como o diabetes, a obesidade e a hipertensão.

“Algumas pessoas acreditam que por estarem com idade ditas ‘avançadas’ não têm mais possibilidade de entrar em forma. Hoje, por meio de vários estudos, sabe-se que isso não procede. A cada dia mais pessoas aderem a um estilo de vida mais ativo”, alerta o educador físico e tutor do Portal Educação, Diesi Ventura.

É importante ressaltar que quando o indivíduo começa uma rotina diária destinada à prática de atividade física, com pouco tempo gera um círculo virtuoso de vontade do indivíduo em se manter ativo.

Controle a sua vida sexual pela Internet

Um novo site ainda em versão beta vai permitir a cada utilizador monitorizar a sua atividade sexual, o que demonstra o interesse crescente das pessoas em conhecerem os seus padrões de comportamento, afirmou esta sexta-feira o designer Manuel Lima, segundo informa a Lusa.

«Cada vez mais estamos interessados em conhecer os nossos padrões de comportamento», disse, em Matosinhos, o português Manuel Lima, considerado uma das 50 pessoas mais criativas do Mundo em 2009.

Manuel Lima, que trabalha em Inglaterra como designer de interactividade da Nokia, deu como exemplo o Bedpost (http://www.bedposted.com/ ), uma aplicação na Web ainda acessível apenas a testadores convidados, que permite a cada um visualizar a sua actividade sexual, depois de introduzir dados sobre duração e satisfação de cada relação.

O autor do projecto «Visual Complexity» realçou que a visualização da informação deixou de ser uma área meramente académica e passou a ser utilizada como meio de comunicação social e de utilização individual.

«A visualização é cada vez mais uma ferramenta para desvendar padrões nas redes sociais online», salientou, notando que o crescimento desta área poderá estar a fazer emergir uma nova ciência.

Manuel Lima reconheceu que, contudo, ainda falta teoria que sustente a visualização de informação como ciência, bem como uma taxonomia e critérios e entidades que façam a avaliação de projectos.

O designer destacou a diversidade de áreas de conhecimento presentes nos mais de 700 projectos já reunidos no site http://www.visualcomplexity.com/ demonstrativa da importância que a visualização da informação tem para as várias ciências.

Depois da conferência de hoje na Escola Superior de Artes e Design (ESAD), Manuel Lima será sábado o principal orador do encontro TEDX Porto, que vai reunir no edifício da Alfândega 300 especialistas e entusiastas da criatividade, tecnologia, entretenimento e design.

Sexo Seguro: Lady Gaga lança linha de preservativos

Lady Gaga vai lançar uma linha de preservativos, mas vindo da intérprete de Bad Romance, não é qualquer tipo de camisinha, não!

A loira com seu estilo excêntrico fez parceria com o fashionista Jeremy Scott, que já tem uma linha dele com a marca de preservativos Proper Attire, de acordo com o site do canal MTV.

- Não é complicado, é também uma questão de estilo. - declarou Lady.

Há pouco tempo atrás Gaga afirmou em entrevista que queria fazer o sexo seguro virar tendência, e esse já é um grande passo em sua nova missão, não é mesmo? As camisinhas são vendidas com três texturas diferentes: lisa, de bolinhas ou com listras.

Tiger Woods seguirá com tratamento contra vício em sexo e continua afastado do golfe

"Eu sinto muito". Essas foram as palavras mais repetidas pelo golfista Tiger Woods em sua primeira coletiva de imprensa após o escândalo sexual em que se envolveu.

Muito abatido, o atleta pediu desculpas à esposa Elin Nordegren e aos fãs por ter sido infiel em seu matrimônio e ter maculado a sua imagem perante todo o mundo. Woods também anunciou que voltará para a clínica na qual está realizando tratamento intensivo contra a sua compulsão por sexo.

O jogador disse ainda que tem intenção de voltar ao golfe, mas não tão cedo, descartando um possível retorno ainda este ano, e aproveitou para atacar os paparazzi que vêm perseguindo sua esposa, filhos e familiares nos meses que seguiram o escândalo. "Por favor, os deixem em paz", pediu.

"Eu espero ver meus companheiros de golfe no campo. Por fim, há muitas pessoas nesta sala e em casa que acreditaram em mim. Hoje eu quero pedir a ajuda de vocês. Eu peço que achem espaço nos seus corações para um dia acreditar em mim novamente. Obrigado", finalizou Tiger Woods, deixando o púlpito da coletiva de imprensa para dar um emocionado abraço em sua mãe, Tida

Médico explica como é feito o diagnóstico e o tratamento da compulsão sexual

O 'rehab' do sexo virou moda entre as celebridades que pulam a cerca, entre elas o jogador de golfe Tiger Wood. Para o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade pela Universidade de São Paulo, o tratamento para compulsivos sexuais é demorado, mas pode ter bons resultados se for feito com um acompanhamento médico criterioso.

Estima-se que até 6% da população tenha algum tipo de compulsão sexual, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Para ser caracterizada como compulsiva sexual, a pessoa precisa ter, além de uma obsessão por sexo, a sensação de culpa e falta de controle sobre seu desejo.
" É preciso fazer uma boa análise de cada caso para ver se a pessoa realmente tem um problema ou se a história de ser viciado em sexo é só uma desculpa para uma traição "
O tratamento, explica Saadeh, é feito como qualquer outro tipo de compulsão como a de compras ou por comida. Na reabilitação, o paciente passa por uma triagem feita por um psiquiatra, que vai definir que tipo de tratamento é o melhor para o caso. O médico pode recomendar a psicoterapia, medicamentos como antidepressivos, ou até mesmo a internação em um centro psiquiátrico.
- É preciso fazer uma boa análise de cada caso para ver se a pessoa realmente tem um problema ou se a história de ser viciado em sexo é só uma desculpa para uma traição - diz Saadeh.
Para o psiquiatra, é importante que o paciente passe por etapas que ajudam a mudar seu comportamento. Entre elas assumir o problema, explicar para si mesmo e para os outros o que e porque aquilo aconteceu, pedir desculpas e virar a página para seguir em frente.

Musa com tapa-sexo pequeno leva bronca do presidente da Vila


Rio - Pouco antes de entrar na Avenida, uma das musas da Vila Isabel, Raíssa Miure, de 21 anos, quase foi barrada pelo presidente da Escola, Wilson Vieira Alves, o Moisés. Ao fazer os últimos ajustes na fantasia, ela foi interrompida pelo dirigente por causa do tamanho do seu tapa-sexo: "Bota uma po#$% nessa bu*$#@ senão você não sai na Escola", gritou o presidente, exaltado.

Ao ser questionado sobre o incidente, Moisés disse: "Aqui nós temos regras, temos critério e não gosto deste tipo de exposição nos destaques".

Apesar da bronca, Raíssa não se mostrou preocupada em não desfilar:

"Estou tranquila. Isso são os imprevistos do Carnaval. Vai ver eu estou ofuscando alguma mulher e tem alguém incomodado com isso", disse a musa, que fez questão de mostrar a letra F destacada no seu bumbum.

"É uma homenagem a um jogador da Seleção. Ele pediu para eu homenageá-lo". Ao ser perguntada se ele estaria na Sapucaí, ela negou:

"Ele está na Europa", finalizou.