Mães lésbicas: contar ou não contar?

Quando a culpa não fala mais alto.

Recebi, de uma leitora, uma pergunta sobre um assunto que andava pensando em comentar: “As mães homossexuais”. Contar ou não contar a nossas filhas que somos lésbicas?

Ao enviar a resposta a essa leitora, decidi que realmente devia escrever sobre isso, já que, segundo ela, há diversos textos falando sobre filhas homossexuais, mas nunca sobre pais gays e mães lésbicas.

Ressaltei para ela que não pretendia dar nenhum conselho, mas emitir a minha opinião e contar meu caso pessoal.

Transcrevo, a seguir, um trecho da resposta que dei a essa leitora:

“Como esperar confiança de um/a filha, se não confiarmos nela? Como querer que ela se abra para você, contando as angústias, pedindo conselhos, se não fazemos o mesmo?

Eu sempre fui absolutamente sincera com o meu filho desde que ele se entende por gente. Quando ele perguntava se ia tomar injeção, eu dizia que sim. Se ele perguntasse se ia doer, eu dizia que poderia doer sim, mas que depois ia passar, ele ia ficar bom e faríamos aquele passeio desejado. Eu sempre tive essa atitude, pois nunca desejei que ele perdesse a confiança em mim. Falei (e ainda falo) sobre todas as coisas, com sinceridade, para que ele se sinta à vontade para fazer o mesmo comigo.

Sou mãe dele, mas também sou amiga e quero que ele sinta o mesmo.

Muitas pessoas (inclusive muitas de nós) encaram a homossexualidade como algo associado exclusivamente ao sexo, portanto, ficam em dúvida se contam ou não aos filhos. Afinal, jamais comentaríamos com eles as nossas posições preferidas, ou os “brinquedos” que temos nas gavetas de nossas mesinhas de cabeceira.

Acontece que a homossexualidade envolve muito mais que apenas sexo. Envolve afetividade, postura diante da vida e da sociedade. Envolve nossos próprios conflitos, nossos medos. Envolve possíveis situações constrangedoras a serem enfrentadas. É muita coisa importante para ser escondida das pessoas que são tão importantes (se não as mais importantes) para nós.

Ao nos negarmos a discutir isso com nossas filhas, estamos, de certa forma, excluindo-as de nossas vidas e isso, não é, absolutamente, justo com elas, nem conosco.

Sempre tive a preocupação com o fato de meu filho vir a sofrer preconceito por minha causa, por uma “escolha” de vida minha. Contudo, depois de muitos anos, eu cheguei à conclusão que isso faz parte do aprendizado da vida dele. Ele (agora com 15 anos) chegou para mim no outro dia e disse que não tem o menor problema em relação a isso. “Se algum colega se afastar de mim por conta disso, não merece ser meu colega.”

Uma lição de vida. Ele escolheu a verdade, a falta de preconceito, o amor, o apoio, a mãe. Fico muito feliz por isso. E desejo a você a mesma felicidade.”

Depois de enviar essa resposta, eu, como boa escorpiana, fiquei remoendo o assunto. Ultrapassando o questionamento das relações entre mãe e filh@, existe um fato que nos inibe a ponto de fazer com que muitas de nós resolvam ocultar nossa homossexualidade (o que é perfeitamente possível, já que, ao contrário do nosso sexo biológico e da cor da nossa pele, por exemplo, não está escrito na nossa testa: “Sou lésbica”): a culpa.

A aceitação dos limites de comportamento impostos pela sociedade como “normais” está diretamente relacionada à culpa que o sujeito considerado “diferente” assimila e mantém dentro de si. A certeza de que “está errado”, ou pior, de que “é anormal”, faz com que ele se conforme com a necessidade de se ajustar a todo custo. O esforço do sujeito “diferente” para se adaptar reforça, para a sociedade, a “certeza” de que ele é um indivíduo “inferior”. Daí, maior será o reforço da culpa para o “diferente” e assim por diante, ad aeternum.

O caminho para se sair desse círculo vicioso está na aceitação que cada um/a tiver de sua “diferença”. Precisamos parar de incorporar a idéia de que esses conceitos sociais são os únicos corretos.

Fico impressionada com a maneira pela qual muitas mulheres falam de sua homossexualidade, quase pedindo desculpas por existirem.

Antes de querermos ser vistas de maneira natural, precisamos ter a certeza de que somos mulheres absolutamente comuns, como as heterossexuais. Temos que nos desvencilhar desse véu de preconceito vestido por nós mesmas, por não questionarmos o suficiente a sociedade opressora que teima em dizer o que fazer, o que vestir, como se portar, como amar.

Entendo que, para muitas pessoas, é difícil mostrar a própria homossexualidade. Há casos em que a pessoa corre riscos mais ou menos sérios. Não julgo ninguém. Penso que cada uma deve fazer o que achar melhor. No entanto, sei que, na maioria dos casos, a reação de quem escuta dependerá da naturalidade e da segurança de quem fala.

Digo isso por experiência própria. Nunca cheguei para alguém e “contei” que era homossexual. Mas todos os que convivem comigo acabam sabendo disso, pois comento com a maior naturalidade sobre meu fim de semana com a minha companheira e meu filho, conto fatos que acontecem conosco, como qualquer um faz no trabalho, por exemplo.

Eu não conseguiria viver me policiando para não deixar escapar nenhuma informação que desmascarasse minha homossexualidade.

A pessoa que encobre sua homossexualidade vive em um estado de tensão constante, pois teme ser “descoberta” e ver sua vida “desabar”. Além disso, ela se sente covarde e desleal para com os seus iguais, pois, para manter o seu disfarce, não poderá reagir diante de comentários preconceituosos a respeito da homossexualidade.

É muito comum gays e lésbicas “não assumidos” ouvirem piadinhas sobre homossexuais e não fazerem nenhum comentário a respeito e até se forçarem a rir com os outros, quando na verdade sentem raiva dos comentários preconceituosos e pejorativos.

Alguns indivíduos homossexuais chegam a se casar com pessoas do sexo oposto para não despertar nenhuma sombra de dúvida sobre sua orientação sexual. Essa situação gera, invariavelmente, sofrimento para todos os envolvidos no engodo.

Não estou disposta a viver assim. Talvez diga isso por ter uma família e um trabalho onde a minha homossexualidade não me causa transtornos sérios. Talvez fizesse diferente em circunstâncias adversas. Não sei. Só sei que revelar a homossexualidade é um ato muito libertador e dividir a vida íntima, a casa, com pessoas (especialmente filhos) que desconheçam (ou finjam que desconhecem) nossa homossexualidade, deve ser extremamente castrador.

Os hindus repetem três vezes a palavra paz: “Shanti, shanti, shanti.” É preciso que se procure a paz com o meio-ambiente, com o outro e consigo mesmo. A falta de uma delas naturalmente afetará a busca das outras. Enquanto não estivermos em paz conosco, não encontraremos a paz com nada, nem ninguém.

Mulher de Tiger Woods teria visitado o atleta em clínica de viciados em sexo


Segundo o site Perez Hilton, Elin Nordegren não terminou o casamento depois de escândalo de Woods com amante.

A mulher do golfista Tiger Woods, Elin Nordegren, teria ido visitá-lo no centro de reabilitação especializado em drogas e comportamentos compulsivos, como jogo e sexo.

De acordo com o site Perez Hilton, a mulher de Woods teria ficado cinco dias com ele e participado do programa de tratamento. "O casamento não acabou. Os dois querem salvá-lo", diz uma fonte.

Tiger Woods perdeu diversas campanhas e contratos depois do escândalo de suas várias traições.

Ouça a mensagem que o golfista deixou para a amante

Viciados em sexo


Tem gente que gosta tanto, mas tanto, de sexo que acaba ficando dependente da coisa. Acredite: a compulsão por transar não é nada divertida.

Na casa da enfermeira Mislene Carvalho, 22 anos, é proibido acessar a internet. Ela e o marido, de 28 anos, recentemente trocaram a web por um videogame. A decisão foi resultado de um longo processo que começou há quatro anos, quando Mislene flagrou o companheiro se masturbando diante de um site com filmes pornográficos. “Resolvi investigar se isso acontecia com frequência e me deparei com falsos perfis dele no Orkut e no MSN. Foi um choque: descobri que meu marido se fingia de mulher para transar virtualmente com outros homens!”, conta ela.

Mislene também encontrou uma coleção de vídeos de sacanagem, além de um acervo físico com mais de cem DVDs e incontáveis revistas. O marido argumentava que “homem é assim mesmo”, mas Mislene rebatia dizendo que no caso dele havia um certo exagero. “Ele não saía desses sites! Por causa deles, foi se isolando, até o ponto de parar de vez de ver os amigos, de jogar futebol. Quando tentou parar com o hábito e não conseguiu, reconheceu ‘a coisa’ como problema.” Segundo Mislene, há cinco meses a situação ficou tão grave que o companheiro resolveu procurar um psiquiatra, que diagnosticou nele a compulsão por sexo e lhe receitou terapia e uma combinação de ansiolíticos e antidepressivos. “Depois disso, meu marido queimou todos os vídeos na minha frente, como prova da vontade de superar”, diz Mislene. “Foi o amor que me fez aguentar tudo, além da certeza de que nunca fui traída fisicamente.”

Dependência comportamental

Do ponto de vista clínico, o sexo patológico não é considerado vício – apenas as dependências químicas são. Trata-se de uma dependência comportamental, enquadrada na mesma categoria do desejo exagerado por compras ou por jogo. “A definição de dependência é a perda de controle, com comportamento intenso ou repetitivo. No caso do sexo, o prazer acaba dando lugar aos sentimentos de angústia, insatisfação e tristeza”, diz o psiquiatra Marco Scanavino, coordenador do programa de Impulso Sexual Excessivo do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (Amiti), do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

Marco explica que os compulsivos sexuais não são movidos por um “querer”, e sim por uma necessidade. Eles perdem a consciência de que seu comportamento possa ser prejudicial à própria imagem (no caso de a pessoa se expor publicamente) ou à saúde. “A impulsividade faz com que o compulsivo se descuide, não use camisinha e transe com vários parceiros”, completa.

Para cada dez homens, há uma mulher

Para cada dez homens que buscam ajuda para se livrar da compulsão, há uma mulher apenas. Considerando-se a população brasileira em idade adulta, a proporção de compulsivos sexuais é de três em cada cem pessoas, segundo dados da psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) da USP. “Esse número considera, obviamente, apenas os doentes em tratamento”, completa a doutora. “Ou seja: com certeza ele é bem maior.” A média de idade em que acontece a procura por ajuda médica é 34 anos. “É preciso lembrar que uma dependência não acontece de um dia para o outro... Ela vai se instalando gradativamente”, diz o psiquiatra Aderbal Vieira Jr., coordenador do programa de Dependência Sexual do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Ninguém chega para mim dizendo: ‘Doutor, acho que estou viciado em sexo, e é tão gostoso!’. A pessoa só reage quando percebe que existem consequências ruins relacionadas aos seus atos.”

A confusão entre vigor sexual e compulsão atrasa a busca por um diagnóstico. Só para ter uma ideia, a comunidade “Sou Viciado em Sexo”, do Orkut, reúne quase 500 participantes que afirmam com orgulho não conseguir parar de transar. Até as celebridades colaboram com os mal-entendidos. A apresentadora Adriane Galisteu, por exemplo, afirmou em uma entrevista, há cinco meses, que vem de uma família de viciados – o pai era fissurado em álcool; o irmão, em drogas; a mãe, em bingo – e disse em tom de piada ter ficado com “a melhor parte”, ou seja, o vício em sexo.

O ator Jack Nicholson vira e mexe justifica sua solteirice com o argumento de que por ser viciado na coisa (detalhe: com diagnóstico médico) não consegue ser fiel a uma mulher só. Apesar de não ser regra, a infidelidade costuma ser comum entre os compulsivos. “A maioria nem tem relacionamentos fixos porque é complicado, então faz sexo com muitos parceiros casuais”, diz o doutor Marco.

E o que há por trás da dependência? Os psiquiatras explicam que há uma influência genética. Se alguém da família, pai ou mãe, sofre desse ou de outro transtorno de impulso, a probabilidade de que ele se manifeste é maior. Outros comportamentos familiares favorecem o desenvolvimento da doença, como o abuso sexual na infância ou adolescência. O compulsivo é tratado por meio de terapia (na qual se investigam as causas do comportamento) e, nos casos mais extremos, são receitados remédios para diminuir a urgência sexual. A terapia é importante porque o que deve ser tratado é o problema em si, não o seu sintoma (no caso, desejo sexual exagerado).



Os sintomas da compulsão

- Transar cada vez mais, buscando uma satisfação que tinha no passado e que parece ser impossível alcançar de novo;
- Na falta de sexo, sentir-se ansioso, inquieto ou com mau humor;
- Dedicar muito tempo e energia à procura e ao exercício de sexo;
- Ter relações familiares, profissionais ou de amizade prejudicadas pela excessiva dedicação ao sexo;
- Tentar controlar seus impulsos e não conseguir.



Mitos do amor: estudo derruba certezas sobre amor, união e sexo

Quem entende o amor?

Tido por muitos como a força que move o mundo, ele é debatido, estudado, virado, revirado e vivido intensamente, mas ninguém consegue compreender os mecanismos que guiam esse intrincado sentimento. Por essa aura de mistério que o cerca e porque ele é um dos temas que mais fascinam os homens desde o início dos tempos, não param de surgir teorias e especialidades criadas com o intuito de tentar explicá-lo. Sem sucesso, diga-se de passagem.

Mas da ânsia pelo esclarecimento do que parece ser incompreensível e das infinitas discussões do assunto surgem consensos. E, baseados quase exclusivamente na observação do comportamento humano, eles viram senso comum. “Os homens dão mais valor à parte física das mulheres e as mulheres ao status social dos homens”; “relações proibidas são empolgantes”; “o convívio antes do casamento prepara o casal para a vida conjugal”; “para os homens, masculinidade se afirma com vigor físico e sexual”; “biologicamente, nós, humanos, não fomos feitos para a monogamia”. E se todas essas afirmações fossem mitos?

Nos últimos anos, um sem-número de cientistas se debruçou sobre o comportamento de milhares de voluntários para analisar suas reações nas diferentes etapas do relacionamento afetivo: quando queriam conquistar, no momento em que gostariam de ser conquistados, na hora em que decidiam morar juntos, quando traíam ou envelheciam, entre outros. Com as pesquisas, uma série de mitos caiu por terra.

É só comprovar o que dizem os estudos nos quadros ao longo desta reportagem. Nove conceitos consagrados sobre relacionamento afetivo são derrubados, um a um. São teses acadêmicas de respeitadas instituições de ensino do Exterior que se sustentam em investigações e experimentos genéticos sobre monogamia e psicológicos que se debruçam sobre a atração sexual e o fim da paixão, entre outros. “Uma coisa é o que as pessoas dizem que fazem”, explica Marcelo Lercher, sociólogo e professor da Universidade de Brasília. “Outra é o que elas fazem de fato.” É dessa diferença que surgem os mitos. Não é de hoje que o mito ocupa um lugar de destaque nas sociedades.

Na cultura ocidental, os primeiros registros surgiram na Grécia Antiga. Lá, algumas histórias representativas da cultura daquele tempo criaram moldes para o que se julgava certo e errado – o que torna o mito um fenômeno intimamente ligado à época e ao local em que ele surge. O amor e o ser amado na Grécia Antiga, por exemplo, eram como objetos inalcançáveis, perfeitos e pelos quais se justificava uma busca quase obsessiva. “É uma aspiração do menos perfeito ao mais perfeito”, explica Arlindo Ferreira Gonçalves Júnior, professor de filosofia e psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP).

O sentimento é mais desejo e idealização do que prática. “O amor surge como uma vontade que nunca se sacia”, resume Gonçalves. É nesse momento que nasce o mito do amor platônico, ícone daquele sentimento que se restringe à idealização e que é pleno só quando não é correspondido.

Uma coisa é o que as pessoas dizem que fazem. Outra é o que elas fazem de fato. É dessa diferença que nascem os mitos

Já no primeiro milênio da era cristã, com a consolidação do cristianismo como religião representativa no Ocidente, a noção grega de amor sofreu uma mudança radical – e, com ela, mudaram os mitos. Na religião de Jesus Cristo, o sentimento perde esse forte componente de carência porque Deus, o grande objeto de adoração, também ama. Nesse sentido, desaba a noção de amor ideal como o não correspondido forjada na Grécia Antiga e, no lugar, entra uma nova percepção do sentimento.

Se Deus assume o posto máximo de ser amado, ele abre espaço para exigências mais terrenas de um companheiro ou companheira. Esse movimento em direção à humanização do sentimento também ganha força no Ocidente a partir das Cruzadas, no século XII.

Durante as investidas ao Oriente, os europeus se deparam com noções de amor sensual até então desconhecidas ou esquecidas, principalmente depois da queda do Império Romano, no velho continente. Uma vez de volta a uma Europa em ascensão, eles ressurgem em movimentos literários influenciados pela cultura absorvida nessas viagens. Nessa época, aparecem diversas variações de mitos do guerreiro herói que, impelido pelo amor, resgata uma princesa pura e dá a ela a vida eterna com o seu sentimento.

Trata-se de uma concepção mais abrandada da idealizada platônica: ela já acontece no plano terreno e envolve pessoas com qualidades humanas. São as sementes do amor cada vez mais pessoal e carnal que se consolidará na Europa. Até o final do século XIX, as mudanças culturais e mitológicas já enumeradas demoravam décadas, até séculos para acontecer. Isso mudou de maneira determinante no século XX, quando tudo se acelerou.

Duas grandes guerras mundiais, a ascensão e queda do comunismo e o turbilhão dos anos 60 foram mais do que suficientes para fragilizar consensos e mitos até então bem alicerçados, como o de que um casamento só funcionaria com os papéis de homem e mulher bem estabelecidos. Daí conceitos que o senso comum consagrou foram perdendo a credibilidade. Não é a toa que um dos mais respeitados historiadores da atualidade, o inglês Eric Hobsbawm, batizou essa centena de anos de “breve século XX” e falou em uma era de extremos para identificar o período.

É nesse contexto que se criou boa parte das afirmações que são desmistificadas pelos estudiosos. Especialistas e pesquisadores procuraram explicar a origem dessas máximas, com base em estudos e teses acadêmicas recentes, de centros de excelência no Brasil e no Exterior. E, principalmente, porque hoje elas podem ser consideradas mitos. Mas, como vivemos uma época de mudanças que ocorrem com cada vez mais rapidez, amanhã elas podem voltar a ser consideradas verdades absolutas, para depois ser derrubadas novamente...

Os primeiros registros de mitos sobre o amor surgiram na Grécia Antiga. Um deles fala da paixão platônica

“A concepção que temos do amor é a essência das nossas relações pessoais, mas hoje vivemos no tempo do amor líquido”, reforça o professor Gonçalves, da PUCCAMP, valendose de uma imagem comumente usada por um dos grandes teóricos da modernidade atual, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, também professor, só que das Universidades de Varsóvia, na Polônia, e de Leeds, na Inglaterra. “Essa é a era da impermanência e da volatilidade das relações humanas e isso tem reflexos inevitáveis no nosso entendimento de tudo. Inclusive do amor.”

Sexo tântrico: prazer milenar bem pertinho de você

A filosofia

O sexo tântrico promete noites intensas de prazer por horas e horas. Mas isso é possível? Como sugerir ao namorado que ele transe com você por horas sem poder chegar ao orgasmo? Antes de desfazer estas dúvidas, é preciso entender a filosofia que envolve a prática.

O tantra é uma filosofia que nasceu na Índia há milênios em oposição ao hinduísmo, que é muito rígida. O tantra instituiu o culto ao feminino, à felicidade e à arte de amar. O sexo tântrico faz parte disso tudo e a mulher é o coração do tantra, é considerada uma deusa. Para se familiarizar, Shakti é o nome que se dá a energia feminina. Shiva é a polaridade masculina, a consciência que respeita e reverencia Shakti.

Preparando o ambiente e o corpo
A preparação do ambiente faz parte do ritual: incensos, flores e música dão um toque especial. A iluminação deve ser feita com velas, nunca no escuro. Tome um banho demorado e escolha a roupa pela textura. Não há preocupação nem ansiedade com o desempenho no sexo.

Se você ainda não tem intimidade com o poder da deusa Shakti, imagine essa energia feminina como uma cobra adormecida na base da coluna vertebral. Quando acordada, ela sobe até o alto da cabeça, nutrindo os chacras da coluna, unindo consciência e prazer. Deve-se praticar uma espécie de meditação a dois, um treinamento físico e espiritual para atingir a consciência suprema.

Prepare o sistema nervoso, pratique posturas, respirações, mantras e visualizações. Revigore o corpo para que seja capaz de sentir, de se emocionar e de pulsar por inteiro. Comece a transformar a relação. Só tenha olhos para o seu namorado, caminhe de mãos dadas, beije-o com ternura, troque carícias. Vocês são criaturas sagradas, e o corpo é um templo.

Como pedir ao namorado
Difícil pensar que o seu namorado topa transar com você sem gozar, né? Na verdade, o ato de ejacular e o orgasmo não estão interligados, segundo a filosofia. A sensação de gozo vem do cérebro e a ejaculação é algo físico, é a expulsão do sêmen.

É possível, de acordo com a filosofia do sexo tântrico, atingir o orgasmo sem ejacular. Portanto, um dos argumentos é o prazer prolongado e a intimidade que vocês dois podem adquirir juntos. O sexo tântrico é um ritual de dedicação, cuidado. É amar devagarinho. Se vocês se amam, é uma boa maneira de transcender o comum.

Luxemburgo pode aprovar casamento entre pessoas do mesmo sexo

E a Europa avança cada vez mais em matéria de direitos humanos. Luxemburgo, pequena nação vizinha da Bélgica e da Holanda, pode ser a próxima a aprovar a união civil entre pessoas do mesmo sexo. O ministro da Justiça do país, François Biltgen (foto), declarou que é muito provável que a lei, dos partidos Democrata e Verde, seja aprovada.

No entanto, o Partido Social-Cristão é contra a adoção de crianças por casais de mesmo sexo. A proposta, que tem chances de se tornar lei, é que a adoção de crianças estrangeiras seja proibida por casais de gays e lésbicas. Como o país é minúsculo, seria o mesmo que vetar qualquer tipo de adoção.

"Homens procuram mais por companhia do que sexo", diz Dr. Carrion


Especialista comenta resultados da pesquisa sobre sexo com prostitutas.

O site Donna publicou nesta quarta-feira uma extensa reportagem do The Guardian sobre os motivos que levam os homens a pagar por sexo. O levantamento internacional focou nas respostas dadas pelos entrevistados britânicos aos pesquisadores.


Pedimos ao psiquiatra Carlos Carrion, especialista responsável pelas perguntas do consultório virtual Dúvidas Entre Lençóis, que comentasse os resultados comportamentais descritos na reportagem. Confira os principais tópicos avaliados por Dr. Carrion:

"A pesquisa citada pelo Guardian está baseada uma determinada realidade que é bem diferente da nossa realidade no Brasil. Na nossa cultura (Porto Alegre, homens de classe média e alta), os sentimentos de culpa, vazio ou de jogar dinheiro fora aparecem numa minoria (cerca de 30%). Muitos são solitários e estão mais atrás de companhia do que de sexo propriamente dito."

"É importante notar que algumas garotas de programa relatam – e até reclamam – de homens que só querem conversar, ou querem mais é conversar."

"Os motivos que levam homens a procurar garotas de programas no Brasil também são diferentes. A gurizada vai em busca de uma experiência diferente, ou para 'treinar' e não parecerem desajeitados ou inexperientes para suas namoradas. Já os mais maduros (25 a 40 anos ) vão fazer sexo pelo sexo, para terem prazer sem compromisso, ou ainda pela 'sacanagem'."

"A turma dos 40 a 55 anos costuma frequentar prostitutas para pôr em dia as diferenças entre os ritmos deles e das esposas (quando é o homem que tem mais apetite) ou para fazerem aquilo que as esposas não gostam ou não topam fazer – sexo anal ou fantasias) ou para terem experiências que não tiveram antes, tipo sexo a três ou com mais pessoas. Isso também acontece para 'matarem a saudade' de um corpo jovem, que os aceita velhos."

Na enquete realizada durante todo o dia de ontem no site Donna, foi questionado aos internautas homens se eles costumam procurar sexo por dinheiro. Confira o resultado dos mais de 2 mil votos da enquete:

Pergunta: Você, homem, já pagou por sexo?
- Sim, algumas vezes - 56,97%
- Sim, frequentemente - 13,16%
- Não - 29,88%

Sexo faz bem ao coração, indica estudo publicado nos EUA

MASSACHUSETTS - Um estudo publicado esta semana no "American Journal of Cardiology" garante que o sexo não faz bem apenas para o relacionamento. As relações sexuais também ajudam a proteger o coração. No levantamento feito por médicos do New England Research Institutes, homens com uma vida sexual menos ativa tinham uma incidência maior de distúrbios como a disfunção erétil, o colesterol alto e hipertensão. (leia mais: ginecologista ensina como lidar a perda de libido)


Segundo a pesquisadora Susan A. Hall, coordenadora do estudo, fazer sexo de duas a três vezes por semana pode ter um efeito protetor para o coração por alguns motivos. Além de poder ser considerado um exercício de intensidade moderada, os hormônios liberados após a ejaculação ajudam a equilibrar uma série de funções metabólicas. Para os pesquisadores, homens com mais disposição para o sexo costumam ser menos sedentários e cuidam melhor da saúde.

Por outro lado, uma vida sexual pouco ativa pode sinalizar a fase inicial de problemas físicos, em especial os ligados ao sistema cardiovascular, como infartos, derrames e pressão alta. A capacidade de ter relações sexuais pode ser um marcador para a saúde em geral. E dizem que, provavelmente, os homes ativos sexualmente têm relacionamentos íntimos, com parceiros regulares, o que ajuda a reduzir o estresse.

O resultado do estudo mostrou que homens que fazem sexo em média uma vez ao mês têm o dobro dos problemas de saúde dos homens que fazem sexo duas ou mais vezes na semana, independente da idade. Estudos anteriores já demostraram que uma vida sexual pouco ativa pode indicar doenças silenciosas como a diabetes.

A pesquisa, parte do "Massachusetts Male Aging Study", foi feita com 1.165 homens com idade média de 50 anos, sem histórico de doenças no coração no início do estudo. Os participantes foram acompanhados por 16 anos, em média. Para Susan Hall, o estudo é um alerta para os homens.

"A perda da libido masculina e a disfunção erétil costumam estar associadas à fase inicial de algumas doenças crônicas perigosas. Por isso, se o desejo diminuiu, o ideal é procurar um médico para descobrir a causa do problema e receber o tratamento adequado", escreveu a pesquisadora no artigo.

Estudo: pouco sexo facilita doença cardiovascular em homens

Um alerta para os homens: ter vida sexual pouco ativa pode favorecer o aparecimento de doenças cardiovasculares. O principal motivo seria a redução do estresse provocada pelo sexo. A conclusão é de pesquisa publicada na Revista Americana de Cardiologia e coordenada por Susan A. Hall, do departamento de epidemiologia do New England Research Institutes.


O estudo foi feito com 1.165 homens, com idade média de 50 anos, sem doença cardiovascular, como acidente vascular cerebral. Desses, 213 tinham disfunção erétil, e todos foram acompanhados por 16 anos.

Pacientes que relataram atividade sexual uma vez por mês ou menos tinham risco 45% maior de doenças cardiovasculares do que os que tinham atividade sexual duas vezes por semana ou mais.

Para os autores, a capacidade de ter relações sexuais pode ser um marcador para a saúde em geral. E dizem que, provavelmente, os homens ativos sexualmente têm relacionamentos íntimos, com parceiras regulares, o que ajuda a reduzir o estresse.

Estudos anteriores já relacionaram disfunção erétil e doenças cardiovasculares, mas a pesquisa é a primeira a considerar a frequência de atividade sexual e o risco cardíaco, independentemente da impotência sexual.

«Igreja nunca aceitará casamento entre homossexuais» – D. José Policarpo

A Igreja «nunca aceitará» o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, garantiu o cardeal patriarca de Lisboa, esta sexta-feira. D. José Policarpo mantém que a família se baseia no «contrato entre um homem e uma mulher», «onde acontece a procriação».

Na primeira intervenção pública depois da polémica em torno da inclusão de casais homossexuais nos casamentos de Santo António – que os serviços camarários chegaram a admitir, mas que o presidente da câmara, António Costa, negou depois –, o cardeal vincou a posição oficial dos católicos.

«Ajudar a família é, antes de mais, respeitá-la na sua dignidade e na sua natureza antropológica de instituição baseada no contrato entre um homem e uma mulher, que origine uma comunidade específica, onde acontece a procriação e a caminhada em conjunto na descoberta da vida», disse, citado pela TSF.

«Nessa participação no bem-comum da cidade, a Igreja está com os seus valores próprios», continuou. «A Igreja nunca aceitará a equivalência ao casamento das uniões entre pessoas do mesmo sexo, seja qual for o enquadramento legal que, porventura, lhe venha a ser dado», disse.

O cardeal entende que «o projecto de lei, recentemente votado na Assembleia da República, em ordem a reconhecer que uniões entre pessoas do mesmo sexo são casamento e fundam uma família, altera a dignidade da família natural, levará ao enfraquecimento da sua auto-estima e contribuirá para o enfraquecimento da comunidade familiar».

Cura de Woods exige 18 semanas sem sexo


Número um do 'ranking' mundial vai estar internado durante seis semanas. Poderá regressar à competição no Masters de Augusta.

O golfista americano Tiger Woods estará internado numa clínica especializada no tratamento da adição sexual, localizada em Hattiesburg (Mississipi, no Sudeste dos Estados Unidos), segundo duas televisões e o autor de um livro sobre o tema.

As estações WJTV e WLBT, que cintam fontes não identificadas, o número um do ranking mundial de golfe encontra-se internado na Pine Grove Behavioral Health and Addiction Services Center, onde a segurança foi reforçada.

Benoit Denizet-Lewis, autor de um livro sobre adições sexuais, escreveu no seu blogue que Woods estava a ser tratado nesse estabelecimento, onde esteve a fazer pesquisas para o seu livro.

Os responsáveis da clínica recusaram-se a confirmar a presença do jogador americano às estações de televisão.

De acordo com o jornal britânico The Sun, o golfista, de 34 anos, vai permanecer seis semanas na clínica e o tratamento implica uma abstinência sexual de 18 semanas.

Um antigo paciente que frequentou a clínica explicou ao diário britânico que "não se pode ter sexo, nem ficar excitado. Isso verifica-se durante 90 dias desde que temos alta".

Woods terá também de assinar um "contrato de celibato" e escrever "uma carta de simpatia" à mulher, Elin Nordgren, de 30 anos.

Benoit Denizet-Lewis refere que "se eles querem seriamente reparar o seu casamento, ela terá de passar algum tempo do tratamento com ele".

Recorde-se que Woods suspendeu a sua carreira profissional em Dezembro depois de terem sido conhecidos vários casos de infidelidade. O jogador reconheceu que tinha traído a mulher e que revelou que iria consagrar-se à família.

Entretanto, o australiano Geoff Ogilvy estimou ontem que Woods terá de explicar-se publicamente antes do seu regresso à competição.

"Penso que terá de explicar-se ao público e não entrar num torneio de golfe. Primeiramente, por respeito a todos os outros jogadores, e em segundo lugar para evitar todo o circo à volta do caso antes de voltar verdadeiramente a um torneio de golfe, ainda haverá euforia, mas a faceta tablóide terá passado", declarou Ogilvy, na véspera do início do torneio de Abu Dhabi.

O australiano considera ainda que o melhor torneio para Woods regressar à competição será o Masters de Augusta, que se realiza entre 5 e 11 de Abril.

Homens sexualmente ativos vivem mais


MASSACHUSETTS _ Homens que praticam pouco sexo apresentam maior risco para doenças cardiovasculares. É o que indica pesquisa publicada na "Revista Americana de Cardiologia" e coordenada por Susan A. Hall, do departamento de epidemiologia do New England Research Institutes.

O estudo incluiu 1.165 homens, com idade média de 50 anos, sem história de doença cardiovascular (como problema cardíaco, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica) no início da análise. Dos participantes, 213 tinham disfunção erétil, e todos foram acompanhados por 16 anos, em média.

Os pacientes que relataram atividade sexual uma vez por mês ou menos tinham um risco 45% maior de doenças cardiovasculares do que o grupo que mantinha atividade sexual duas vezes por semana ou mais.

Estudos anteriores já demonstraram o vínculo entre a disfunção erétil e as doenças cardiovasculares, mas a nova investigação é a primeira a considerar a freqüência de atividade sexual e o risco cardíaco, independentemente da impotência sexual. Para os autores, a capacidade de ter relações sexuais pode ser um marcador para a saúde em geral. E dizem que, provavelmente, os homes ativos sexualmente têm relacionamentos íntimos, com parceiros regulares, o que ajuda a reduzir o estresse.

Quatro dicas para ela ter prazer com sexo anal. Confira!

Considerado um tabu em certas zonas do globo, o sexo anal começa cada vez mais a fazer parte da vida sexual de muitos casais.


No entanto para muitas mulheres o inicio nesta nova pratica pode ser dolorosa. No entanto, não existe necessidade para isto. Quando acabar de ler este artigo irá ter na sua mão 4 dicas que o ajudarão a tornar o sexo anal algo inesquecível tanto para si como para a sua parceira.

1 - Não insista com a penetração
Apesar de ser difícil de acreditar, você não necessita de inserir os seus dedos ou o seu pénis no interior do ânus para que a sua parceira sinta as sensações associadas ao sexo anal.

Simplesmente por pressionar o seu pénis contra o anus ou fazer movimentos como se de uma borracha se trata-se ela irá retirar prazer.

2 - Faça com que seja bom de todas as vezes
Apesar de todas as minhas amigas me dizerem que a primeira vez delas, ou até mesmo a terceira, doeu como tudo! Isto não têm que acontecer! E quando digo isto estou a falar a sério!

Agora se ela não estiver calma, vai doer. Se você insistir em colocar o seu pénis no interior do ânus todo de uma vez, vai doer. Se não utilizar lubrificante, vai doer!

Você necessita de falar sobre isto com a sua parceira, e ambos têm que concordar em fazer sexo anal, de boa vontade! Alem de que você deve deixar que seja ela a indicar o caminho durante o sexo! Deixe que ela pegue no seu pénis e o introduza lentamente, sendo ela quem decide.

3 - Estimule a região anal enquanto estiver a fazer outras coisas
A sensação de você a tocar unicamente no ânus dela, pode ser pouco confortável para a sua parceira. No entanto junte-lhe sexo oral ou penentração, e de repente pode-se tornar extremamente agradável.

Por exemplo enquanto estiver a realizar penetração vaginal, pode introduzir um pequeno brinquedo sexual no ânus da sua parceira, dando-lhe a sensação de dupla penetração.

4 - Obdeça às regras de higiene
Existe uma razão para as mulheres se limparem da frente para trás. As bactérias do ânus podem causa infecção na vagina. E esta mesma regra aplica-se ao sexo anal!

Se você coloca os seus dedos ou pénis dentro do ânus da sua parceira, não pode simplesmente voltar a introduzi-los na vagina dela. No entanto existem soluções para este problema. Pode sempre descartar-se do preservativo para sexo anal, e introduzir um novo. Quanto para os dedos, você pode sempre ter por perto toalhitas para bebe e limpar os seus dedos.

Lembre-se você pode ir da vagina para o anus, mas não nunca ao contrario!

Certifique-se que o sexo anal é divertido ao fazer com que a sua parceira se sinta confortável com ele. Mantenha em mente de que o sexo anal é extremamente perigoso é uma boa forma de se transmitirem doenças. Sendo assim se não esta numa relação monogoma, em que ambos efectuaram exames para detectar doenças sexualmente transmisiveis, mantenha barreiras de latex!

Governo sul-coreano ordena: vá para casa fazer sexo

Os funcionários do Ministério da Saúde da Coreia do Sul vão ser obrigados, a partir de hoje,  a saírem mais cedo do trabalho, avança a BBC. Esta ordem pouco comum deve-se ao incentivo à natalidade do governo de Seul. O objectivo é que as pessoas passem mais tempo com os seus parceiros para procriarem.

A Coreia do Sul tem uma das taxas de natalidade mais baixas do mundo, inferior mesmo á do Japão, cuja população é das mais envelhecidas do mundo.

O envelhecimento da população leva ao declínio da força de trabalho e, ainda, ao aumento dos gastos com a saúde. O ministro da Saúde daquele país é o responsável pela tarefa de aumentar a natalidade e pretende dar o exemplo com os seus próprios funcionários. Até já há quem brinque com a situação e lhe chame “o ministro do encontro de casais”, informa a BBC.
Segundo a imprensa sul-coreana, o governo de Seul está a avaliar outras medidas de incentivo à natalidade.

Recordista mundial de sexo é estrela no Salão Erótico do Porto!

É a última grande novidade do Eros Porto – Salão Erótico do Porto 2010 que vai decorrer de 4 a 7 de Fevereiro, no Pavilhão Multiusos de Gondomar.

Segundo comunicado da organização, Diana Ramos, “a super ninfomaníaca que ficou conhecida do grande público por ter feito sexo com 700 homens em apenas 48 horas, é uma das grandes atracções do Salão Erótico do Porto 2010”.

No comunicado pode ler-se ainda que a actriz brasileira, de 27 anos, vive actualmente em Itália “onde, graças à mentalidade aberta dos transalpinos, há mais oportunidades na indústria pornográfica”.

A notoriedade de Diana Ramos foi conseguida no Festival Internacional de Cinema Erótico de Barcelona (FICEB), onde tentou “bater o recorde de Gang Bang, ao fazer sexo com 700 homens em apenas 48 horas”.

No Salão Erótico do Porto, Diana ramos vai participar em shows de lesbianismo, com a italiana Melissa Conti, e estará presente no Estúdio X, que oferece aos visitantes a oportunidade de assistir à realização de um filme para adultos ao vivo.

Actrizes portuguesas dão autógrafos e beijinhos

O Salão Erótico do Porto conta ainda com Erica Fontes, “a promissora estrela do universo erótico português”, como convidada de honra, anuncia a organização, acrescentando que para além de Erica Fontes, o Eros Porto contará ainda com a presença das actrizes portuguesas Ana Monte-Real e Sylvie Castro que “animarão todos os visitantes com shows de grande sensualidade e distribuirão autógrafos e beijinhos pelos seus já inúmeros fãs”.

Nesta terceira edição do Salão Erótico do Porto, o público pode ainda assistir ao regresso de universo fetish, visitar uma área exclusivamente dedicada ao sushi erótico, assistir a workshops de apresentação das principais novidades em artigos.

O salão Erótico do Porto tem ainda áreas temáticas como Atelier Erótico, Swingers, Tântrica, LGBT, BDSM, Feminina, Estúdio X, Concursos, Boulevard Erótico e Restaurante Erótico Italiano.

Dia do estudante com desconto de 25 por cento

No consultório erótico, Vânia Beliz, especialista em sexologia, está disponível para aconselhar os visitantes de forma objectiva, desmistificando as dúvidas apresentadas.

O Eros Porto 2010 vai estar aberto de quinta-feira a sábado, das 15h00 às 02h00, e domingo, das 15h00 às 22h00.

Os bilhetes custam 20 euros, mas no dia 4 de Fevereiro, considerado dia do estudante, é oferecido um desconto e 25 por cento!


Uso crônico de cocaína priva do prazer do sexo, diz estudo

Pesquisa comprova que droga afeta neurônios responsáveis pela sensação durante o ato sexual.




Cocaína pode ter efeitos mais negativos do que as pessoas imaginavam. Um estudo da "Sinai School of Medicine", uma universidade de Nova York, apontou que a sensação provocada pela droga priva o cérebro dos prazeres provindos do sexo.


O resultado da pesquisa foi divulgado na revista "Nature" e constatou que quanto mais o homem aumenta a dependência pela droga, a sensação de prazer no sexo vai diminuindo. Com o passar do tempo, as relações sexuais vivenciadas pelo usuário deixam de oferecer qualquer deleite.

Como amostra do estudo, os pesquisadores utilizaram dois grupos de ratos que comprovaram os efeitos do uso crônico da droga.

"Este estudo nos ajuda a entender por que o consumo de drogas causa repetidas mudanças a longo prazo. Isso acontece por causa dos distúrbios nos neurônios", afirmou Nora Volkow, diretora do National Institute on Drug Abuse (Instituto Nacional no Abuso das Drogas), responsável por financiar o estudo.