Conhecida por narrar sua vida sexual livre e muito intensa, a escritora francesa Catherine Millet se roeu de ciúme ao descobrir que o marido seguia a mesma regra. Ela fala sobre esse conflito, que é tema de seu segundo livro Por Amarílis Lage. “A liberdade sexual é uma utopia”
Conhecida por narrar sua vida sexual livre e muito intensa, a escritora francesa Catherine Millet se roeu de ciúme ao descobrir que o marido seguia a mesma regra. Ela fala sobre esse conflito, que é tema de seu segundo livro Por Amarílis Lage. A crise econômica americana pelo olhar de uma prostituta ...!
O título em português talvez tente apimentar uma história que nada tem de apelativa - no original, chama-se "The Girlfriend Experience". Ela se passa durante a eleição presidencial que levou Obama ao poder contra McCain e, claro, em meio à crise econômica nos EUA, que então se desenhava de maneira catastrófica. Estamos no epicentro do capitalismo e Soderbergh monta o seu posto de observação a partir do olhar dessa garota que tem gente de Wall Street e em outras esferas do poder econômico entre seus clientes.
Sexo casual para as mulheres, só se ele for muito atraente
Os homens interessam-se muito mais pelo sexo casual do que as mulheres. Enquanto um homem precisa ser excepcionalmente atraente para levar uma mulher a considerar o sexo casual, os homens são muito menos seletivos. Estas descobertas, feitas pela equipe do Dr. Achim Schützwohl, da Universidade de Brunel (Reino Unido), foram publicadas no jornal Human Nature.
A pesquisa mostra que os homens são mais propensos do que as mulheres a relatar que tiveram sexo casual e eles expressam muito mais interesse em experimentá-lo do que as mulheres. E também que as mulheres, mas não os homens, elevam seus padrões de atratividade para um parceiro sexual casual.
Beleza e sexo casual O Dr. Schützwohl e seus colegas estudaram a influência da atração física de um paquerador ou paqueradora imaginários sobre a propensão que teriam homens e mulheres de aceitarem três ofertas distintas: sair, ir para seu apartamento e ir para a cama com o paquerador ou paqueradora.
Um total de 427 homens e 433 mulheres, estudantes dos Estados Unidos, Alemanha e Itália, responderam o questionário. Foi pedido que eles imaginassem estar sendo abordados por uma pessoa do sexo oposto, descrita como "ligeiramente não atraente," "moderadamente atraente," e "excepcionalmente atraente." Os estudantes então davam notas equivalentes a como eles provavelmente reagiriam a cada uma das três propostas.
Diferenças culturais
Os autores descobriram que a aparência do paquerador ou paqueradora afetaram homens e mulheres de forma diferente. Em todos os três níveis de atração física, os homens se mostraram mais propensos a sair, ir para o apartamento e ir para a cama com a mulher que os convidava. Os homens alemães se mostraram menos propensos a ir para o apartamento e ir para a cama com a paqueradora do que os norte-americanos e os italianos, e os italianos se mostraram mais prontos a aceitar o convite para ir para a cama do que os norte-americanos. Essas variações ressaltam diferenças culturais nas preferências e na moral sexual de cada país.
"Se ela não for muito feia, eu topo" Para cada uma das três ofertas, os homens se mostraram mais propensos a aceitar o convite quando a mulher hipotética era moderadamente ou excepcionalmente atraente do que quando ela era ligeiramente não atraente. Mas a diferença entre moderadamente e excepcionalmente atraente não alterou o nível de aceitação do convite pelos homens.
"Se ele for lindão, eu topo" As mulheres também deram mais importância à aparência do candidato, mas elas se mostraram mais propensas a aceitar os convites de ir para o apartamento e ir para a cama quando o convite vinha de um homem excepcionalmente atraente. Elas se mostraram menos sensíveis ao convite quando ele vinha de homens apenas moderadamente atraentes ou ligeiramente não atraentes. "Embora os homens não sejam inteiramente insensíveis à beleza daquela que lhes faz o convite, as mulheres têm padrões mais elevados e são mais abertas a aderir ao sexo casual com um homem excepcionalmente atraente do que com outro que não tenha tanta beleza," concluem os pesquisadores.
Sexo sem camisinha é bom para a saúde mental
As pessoas que fazem sexo sem camisinha têm, em geral, uma saúde mental melhor do que aquelas que se protegem durante a penetração vaginal. Em Berlim, o mercado do sexo se adapta à crise
Nos bordéis alemães, legalizados no país desde 2002, a crise financeira faz aumentarem os "descontos" oferecidos para manter os clientes.
Espanholas oferecem serviço doméstico sexual
Sexo «tipo» rodízio na Alemanha
Na Alemanha a prostituição está legalizada mas, mesmo assim, parece haver limites ao negócio. Para combater a crise, surgiu um novo tipo de bordel que oferece, em troca de um valor fixo (70 euros), «sexo ilimitado». Ou seja, «tipo rodízio». A notícia é avançada pelo site da BBC.
Os anúncios publicitários a estes espaços fizeram levantar um coro de protestos, lê-se na mesma notícia. Incluindo o próprio secretário de Justiça do Estado de Baden-Württemberg, Ulrich Goll, que se mostrou indignado: «Se levarmos o anúncio a sério, podemos concluir que há uma violação da dignidade humana das prostitutas que lá trabalham». Várias entidades de defesa dos direitos humanos e até representantes da Igreja também já criticaram este tipo de oferta.
Polícia no terreno
Perante as criticas e as suspeitas de que haveria uso de prostitutas «ilegais» levou a polícia a realizar uma grande operação, no passado domingo. Mais de 700 polícias passaram a pente fino vários bordeis, em quatro cidades alemãs. Foram detidas 10 pessoas.
Dois dos espaços foram fechados por falta de condições sanitárias e um por «prostituição forçada».
Os bordeis «Pussy Club» são os principais defensores da nova fórmula de negócio e o slogan é claro: «Sexo com todas as mulheres, quantas vezes quiser e como quiser».Máquinas de sexo

A Justiça do Rio de Janeiro liberou um Guia Turístico, onde as mulheres cariocas são apresentadas como “máquinas de sexo”. O Guia diz também que elas são “bundudas e gostosas”.
Para se ter uma idéia, um dos trechos do livro diz: “As popozudas são máquinas de sexo. Elas malham, vestem calças apertadas que entram no bumbum, pintam o cabelo de louro e fazem de tudo para ficarem lindas. Bom investimento, já que o motel é sempre uma possibilidade com estas gatas…se você também é sarado”.
O guia, que é editado em inglês, também afirma que as mulheres acima de 30 anos gostam de se divertir, dançar e beber. Resumo da ópera: o Guia vende sexo, vende as mulheres cariocas, como se todas fossem de “programa”.
A Advocacia Geral da União tentou proibir o Guia, alegando que o texto viola a dignidade humana e expõe o povo brasileiro à situação vexatória, mas a Justiça carioca decidiu ontem que pode divulgar isso, sim senhor!
Mostre ao mundo... você acabou de fazer sexo!
Apesar de bizarro, esta é uma boa idéia. Um mapa de todo o mundo que mostra em tempo real as pessoas que acabaram de fazer sexo.
Qualquer pessoa pode ir lá e, sem nenhum cadastro, pode deixar registrado seu ato sexual. Se você acabou de fazer sexo, não deixe de dizer ao mundo, anonimamente, claro.E se... humanos tivessem só um sexo?
Mais Eva do que Adão O humano de sexoúnico seria parecido coma mulher de hoje Nem tão feminina Nós não teríamos o hormônio testosterona, abundante nos homens e que, nas mulheres, está ligado à libido sexual. Assim, o ser de sexo único teria poucos pêlos e voz fina. Já o corpo seria musculoso, resultado das atividades físicas diárias Coisa da sua cabeça O ciclo reprodutivo seria muito parecido com o que conhecemos. Tudo começaria com o hipotálamo e a glândula hipófise liberando hormônios que seriam levados pela corrente sanguínea até o “clonário” Casa de clone No lugar de dois ovários, um “clonário”. Ali se desenvolveriam as células reprodutivas. Elas já estariam “fecundadas” quando atingissem a maturação Ponto Zero Sem precisar copular, o novo ser humano não teria necessidade de prazer sexual. Não haveria clitóris, zonas erógenas ou ponto G No automático Se não houvesse um anticoncepcional para impedir a auto-reprodução, teríamos um filho por ano. O remédio poderia atuar no hipotálamo, impedindo o início do ciclo gestacional, ou no “clonário”, impedindo que o “nóvulo” se desenvolvesse Sem YO “nóvulo” teria 46 cromossomos e nenhum Y. Sem muitas trocas genéticas seríamos clonezinhos de nossas mães. Quer dizer, pais. Quer dizer, pães. Enfim, do(a) nosso(a) gerador(a)
Dezenove mil formas de fazer sexo
Catherine Millet fala sobre sexo e ciúmes na Flip
Libertina escritora francesa conta sobre o ciúme que sentiu do marido. Domingo (5) foi o último dia da Festa Literária Internacional de Paraty.

A escritora e crítica de arte francesa de Catherine Millet, autora do livro 'A vida sexual de Catherine M.', emque contava em detalhes sua vida de 'serial lover'. Na mesa 'As sem-razões do amor', com a participação de Maria Rita Kehl, fala sobre sexualidade e a crise de ciúmes do marido, com quem vive um relacionamento aberto, e que rendeu o livro 'A outra vida de Catherine M.'
A psicanalista Maria Rita Kehl precisou se conter para não transformar a mesa As sem-razões do amor numa sessão de psicanálise: Cathérine Millet é um prato cheio para qualquer divã. É verdade que, em alguns momentos, Maria Rita não resistiu à tentação de enveredar por um jargão ligeiramente fora de lugar, cheio de “interditos” e “recalcados”, o que me parece uma forma involuntária de fugir do assunto que, afinal de contas, realmente interessa nos livros da escritora: as suas aventuras sexuais. Ainda assim, Cathérine, cuja expressão angelical não cansa de me impressionar depois do que li, disse coisas interessantíssimas, a propósito de seus dois livros, A vida sexual de Cathérine M. (surpeendentemente esgotado: me parece que a editora comeu mosca) e A outra vida de Cathérine M. (Jour de souffrance, no original). Exemplos: “A minha crise de ciúme passou quando me dei conta de que ela me dava um prazer masoquista.”
“Não existe ciúme verdadeiro que não seja sexual. A crise não teve nada a ver com amor, sentimento que não estava em questão na minha relação.”
“Sempre tive um duplo olhar sobre as coisas: quando eu tinha relações sexuais, eu via os meus parceiros, mas também via a mim mesma na cena. Isso cortava um pouco o meu prazer, porque penso que o prazer sexual intenso depende de um abandono total. Mas talvez esse outro olhar que me acompanha sempre seja, justamente, o olhar do escritor.”
“Pratiquei muito sexo grupal, em clubes ou com grupos de amigos, mas continuei tendo meus tabus. Justamente imaginar Jacques Henric fazendo amor com outra mulher era algo inconcebível. Mas era nisso que eu pensava quando me masturbava.”
“Não escrevo para me curar de alguma coisa, mas para me desembaraçar de mim mesma. A escritura apaga a memória primária das coisas, a ponto de eu não ter mais certeza de ter vivido tudo aquilo sobre o que escrevi.”
“A liberdade sexual foi algo natural para mim, entrei nela como num jardim cheio de flores perfumadas. Meus pais brigavam muito, e minha mãe tinha um amante. Desde cedo percebi que a família não era um valor absoluto. Então não se tratou de uma transgressão contra pais tradicionais”.
Estou grávida da minha namorada

Munira Khalil El Ourra não vai dar à luz, mas é mãe de duas crianças que vão nascer até a primeira semana de maio. Quem está na 31ª semana de gestação é sua companheira, Adriana Tito Maciel. A barriga é de Adriana. Os óvulos fecundados que grudaram no útero dela pertenciam a Munira. Os bebês já têm nome: Eduardo e Ana Luísa. Serão paridos e amamentados por Adriana, de pele marrom e cabelo que nasce crespo. Mas terão a cara de Munira, branquinha e de cabelo liso.
Para a lei, mãe biológica é quem carrega a criança no ventre. Mas um exame de DNA mostraria o contrário. Nem Adriana nem Munira pretendem disputar na Justiça a guarda das crianças. O que elas querem é sair da maternidade juntas, com um documento que permita registrar as crianças no cartório com o sobrenome de cada uma e o nome das duas mães na certidão de nascimento. Como qualquer família normal.
O sonho de ter filhos era antigo para as moças de 20 e poucos anos que se conheceram em Carapicuíba, na região metropolitana de São Paulo. A decisão de namorar sério foi influenciada por esse interesse em comum. Em poucos meses, estavam dividindo um apartamento e fazendo planos. Algum tempo depois, Adriana descobriu no ginecologista que seu útero estava ameaçado por uma doença que já lhe tinha arrancado um ovário: a endometriose. “Fiz tratamento desde os 18 anos”, diz Adriana. “Na época, achavam que era cólica menstrual e medicavam com morfina. Quando descobriram, já tinha perdido o ovário direito. E as dores continuavam.” O médico disse a ela que uma gravidez reduziria o problema em 80% e ainda lhe daria a chance de ter um filho antes que o útero ficasse inválido.
Apesar do relacionamento ainda recente, Munira e Adriana aceitaram a ideia e procuraram um especialista em reprodução humana no Hospital Santa Joana para fazer a inseminação artificial. “A gente achava que iria comprar esperma, levar para casa e aplicar com uma seringa”, diz Munira. Os planos mudaram quando o novo médico descobriu que Adriana só tinha metade do ovário esquerdo e já não podia engravidar com os próprios óvulos. Ele sugeriu que Munira cedesse os seus. Se usassem o sêmen de um homem de mesmos traços que Adriana, o filho seria parecido com as duas mães.
As duas moças se animaram com a possibilidade de ter um filho que tivesse um pouco de cada uma. Ainda hoje, Adriana se emociona ao contar essa parte da história. Tinha sido muito dolorido receber a notícia de que não poderia ter filhos do seu próprio sangue, e o gesto de Munira foi mais que bem-vindo. “Foi a maior prova de amor que ela poderia me dar.”
Decisão tomada, era preciso fazer alguns exames e começar o tratamento hormonal para estimular os ovários de Munira e sincronizar os ciclos menstruais das duas. Os óvulos de Munira deveriam estar prontos para a inseminação artificial (em laboratório) na mesma época em que o útero de Adriana estivesse pronto para fixar os embriões. Munira se queixava dos percalços do tratamento. De abril a agosto do ano passado, as injeções diárias na barriga, a oscilação de humor que parecia uma TPM constante, a ultrassonografia vaginal toda semana, o acúmulo de líquido no corpo e o ganho de peso eram o preço que ela tinha de pagar pela bênção de ser mãe. Em breve, seria a vez de Adriana suportar a gravidez.
Quando essa fase chegou, Munira diz ter sentido em seu corpo muitos dos sintomas da gravidez da companheira. “Parecia que eu tinha ficado grávida também.” Ela diz ter sentido enjoos, estrias que nunca haviam existido, mau humor, dores nas costas, dor nas pernas, cansaço de dia, insônia de noite e até desejos estranhos. Fernando Prado, o ginecologista das duas, diz não ter explicação para essa sintonia. Ele não descarta que Munira possa até mesmo ter leite quando os bebês nascerem.
Dos exames à gravidez, todo o processo funcionou até melhor que o esperado. “Eu não imaginava que daria certo de primeira”, diz Prado. Segundo ele, a chance de uma inseminação desse tipo vingar é de 50%, levando em consideração a idade das pacientes e outras condições de saúde. Como Adriana ainda tinha miomas no útero por causa da endometriose, imaginou que seria preciso retirá-los antes. Mas eles nem fizeram cócegas. Para ajudar, em vez dos dez a 15 óvulos esperados após o tratamento hormonal, Munira rendeu mais de 20.
A legislação brasileira não é a única que permanece lenta diante das mudanças na ciência e na sociedade. A chef americana Cat Cora, que comanda um programa de culinária na TV, está passando por transtorno semelhante ao das brasileiras. Ela mantém um relacionamento estável há dez anos e já tem dois filhos gerados por sua companheira, Jennifer. O segundo filho foi feito por fertilização in vitro com óvulos de Cat, mas ela foi impedida pela lei americana de registrá-lo diretamente no cartório como a segunda mãe. Foi preciso entrar com um pedido de adoção para garantir direitos e deveres de mãe sobre ele. “É injusto, mas é a lei”, disse Cat. Agora, Jennifer está grávida de novo, e Cat engravidou pela primeira vez. Desta vez, ambas retiraram óvulos para a fertilização in vitro, formando embriões que foram transferidos para as duas barrigas. Ainda não se sabe de qual delas é o DNA do bebê que vai nascer de cada uma. Para todos os óvulos, foi usado sêmen do mesmo doador anônimo. Assim, as crianças serão irmãs também por parte de pai.
Na Espanha, a legislação é mais aberta. Com base em uma lei do Código Civil de 2005 que iguala em direitos e deveres a união estável de homossexuais ao casamento heterossexual, no final do ano passado o governo espanhol permitiu que um casal de mulheres gerasse um bebê por fertilização in vitro, usando um doador de sêmen anônimo, e o registrasse no nome das duas. Ambas são oficialmente consideradas mães biológicas porque uma doou os óvulos e a outra gestou o feto em sua barriga – exatamente como fizeram Adriana e Munira. O presidente da Comissão Nacional de Reprodução Humana Assistida do Ministério da Saúde e do Consumo da Espanha, Augusto Silva, diz que a lei garante direitos iguais a casais de qualquer gênero. “Não estamos estabelecendo uma obrigação. Mas deve ficar claro que a permissão que demos a essas mulheres vale para todos.” Silva diz que a Comissão está trabalhando pela modificação da lei de assistência reprodutiva para que não haja mais dúvidas de que, onde há casamento, há o direito à reprodução assistida.
Munira poderia ter seus direitos de mãe reconhecidos de forma mais fácil. Bastaria entrar com uma ação para adotar seus próprios filhos. Com a jurisprudência construída desde 2006, é provável que ela ganhasse uma ação desse tipo. Mas não é isso que ela e Adriana querem. Sua expectativa é ganhar a ação da maternidade e dar origem a uma jurisprudência para favorecer casos como este no Brasil. Embora não sejam ativistas, Munira e Adriana dizem que ficariam orgulhosas de abrir caminho para outros casais homossexuais. Se perderem o caso, ficarão tristes. Mas a derrota não terá efeito nenhum na forma como pretendem criar seus filhos. “Registrando ou não, elas serão mães dessas crianças”, diz a advogada Maria Berenice. “Juiz nenhum vai apagar o que já existe.”
Gravidez a duas As lésbicas Adriana e Munira serão mães biológicas dos mesmos bebês. Os embriões formados com os óvulos de uma delas estão se desenvolvendo na barriga da outra
![]() | Doador de sêmen O casal de moças foi a um banco de sêmen e procurou na ficha de doadores anônimos um que se parecesse com Adriana: pele morena, cabelo encaracolado |
![]() | Coleta dos óvulos Munira tomou hormônios injetáveis durante dez dias para estimular a produção de vários óvulos naquele mês. No consultório, o médico extraiu mais de 20 óvulos maduros dos seus ovários |
| Fertilização Dois dias depois, o médico retirou os óvulos do corpo de Munira e selecionou cinco. No laboratório, dentro de uma placa de vidro, injetou um espermatozoide do doador anônimo em cada óvulo |
![]() | Transferência de embriões Três dias depois, os embriões já estavam prontos para ser transferidos para o útero da mãe. Neste caso, de Adriana. O médico escolheu os três melhores embriões para introduzir nela pela vagina |
![]() | Gravidez Doze dias depois, Adriana fez um exame de sangue e confirmou o sucesso de dois embriões: estava grávida de gêmeos |
10 dicas para dar um upgrade na vida sexual
O divertido campeonato de sexo imaginário
O pessoal disputa quem finge o melhor orgasmo |
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É o que eu sempre falo: a capacidade do ser humano para inventar não tem limites. Por exemplo, quem será que inventou o air guitar, aquela modalidade onde as pessoas FINGEM tocar guitarra, e que tem até campeonatos ao redor do mundo?
Quando a gente acha que nada vai superar essa, eis que surge... o air sex!
E não, não tem nada a ver com transar no banheiro do avião. O air sex é a modalidade onde as pessoas fingem fazer sexo. Em público. Na frente de muitas pessoas. E são filmadas, fotografadas e devidamente registradas para a posterioridade. E competem entre si. Tipo... quem finge melhor que está fazendo sexo. Estou atonita até agora.
O campeonato mundial está rolando atualmente nos Estados Unidos. Se você estiver no Texas no próximo sábado pode participar da etapa de Austin, por exemplo. O "coito imaginário" dura dois minutos e tem trilha sonora escolhida pelo competidor - que sobe ao palco vestido, logicamente, porque air sex é um esporte família.
Tá duvidando de mim? Super entendo, eu também achei que essa história de air sex era brincadeira. Mas os caras tem até site, onde vocês podem ver mais fotos e ler pérolas como: "a hora de perder sua air virginity é agora". Corre lá e dê boas risadas!






