Segredos do orgasmo

Quase todos o procuram. É puro prazer físico. Há uns tão intensos que provocam um pequeno apagão, uma "petite mort", um momento de descontrolo que... sabe tão bem. Orgasmo, sim obrigado.
Segredos do orgasmo

Numa boa partida de futebol há golos. Às vezes muitos. As equipas querem ganhar o jogo, despir a camisola, suar, gritar alto e levar a taça. Alguns jogos ficaram para a história mesmo quando o resultado foi um empate, mas com satisfação para ambas as partes. O mesmo se passa na cama. No jogo dos lençóis todos querem ganhar. O orgasmo é a taça, o ponto sublime, e poucas vezes a equipa chega ao empate. Há vitórias, derrotas, cartões amarelos e até expulsões. O que todos querem é ter muitos e memoráveis golos.

Mas nem todos são pontas-de-lança. Há quem nunca marque, nem tenha prazer com isso, mas também há quem queira sempre mais e mais. Dados recentes revelam que 27% das mulheres portuguesas raramente ou nunca atingem o orgasmo. Um número demasiado alto em comparação com o residual 1% de homens que não chega ao ponto máximo de prazer.

Estes indicadores resultam de um estudo coordenado por Nuno Monteiro Pereira sobre as disfunções sexuais dos portugueses residentes em Portugal Continental, a que chamou de "Episex dos Portugueses". Para o investigador, isto explica-se porque fisiologicamente os homens estão mais aptos a ter orgasmos e atingem-nos de forma mais rápida. "Eles têm um orgasmo, em média, ao fim de três minutos de iniciarem a relação sexual, enquanto elas precisam de oito." É, aliás, este o motivo que leva mais de um quarto das portuguesas a não atingirem o auge.

À escala global poderão ser milhões as mulheres que têm uma vida sexual insatisfatória. E, nesta matéria, a bola está do lado deles. Em regra, eles são mais dependentes do orgasmo, têm-no de forma mais frequente, estão obcecados com o coito e excitam-se facilmente. Chegam ao fim muito mais depressa. E nem sempre esperam por elas, nem sabem como ajudá-las a ter um orgasmo. Pensemos no homem como um interruptor on e off e na mulher como um ferro de engomar. Nele basta ligar e desligar, ou seja ter uma erecção para que tudo corra bem.

nquanto a mulher precisa de algum tempo para aquecer. "Elas demoram mais a chegar a um estado de excitação, a estarem suficientemente lubrificadas e preparadas para o coito", explica a terapeuta sexual Marta Crawford, que neste momento apresenta na TVI 24 o programa semanal "Aqui há sexo". É importante que os homens saibam que o clítoris é a zona do corpo que dá mais prazer à mulher. "Aliás, a sua única função é dar prazer sexual. E se não for estimulado durante o sexo, provavelmente elas nunca atingirão o ponto mais alto do prazer. O orgasmo é clitoriano e não vaginal."

O principal problema que leva os casais ao 'divã' da terapeuta é a falta de desejo. Logo seguido da preocupação feminina quando não consegue obter um orgasmo durante o coito. "Ainda há a ideia de que é só através dele que o sexo faz sentido. E quem não tem prazer com isso acha que não é normal. É um disparate. O sexo é muito mais do que a penetração.

Deve ser encarado como uma paleta de cores, com várias tonalidades, subtilezas e cambiantes para explorar a dois." Talvez assim o cobiçado orgasmo simultâneo aconteça. Mas não desespere no seu encalço. Ele é um assunto tornado mito através das falsas ideias veiculadas pelas revistas femininas. Consegui-lo é bem mais difícil do que parece.

O truque é investir nos preliminares. Cumplicidade, afecto, carícias, beijos e toques serão um bom caminho para que a mulher chegue ao mesmo estado de excitação do homem. E assim juntos poderão desfrutar do clímax em simultâneo ou em tempos muito próximos. Mas se é preciso complicidade para que as mulheres consigam acompanhar o homem no contra-relógio do prazer, elas têm uma arma de que eles não se podem gabar. Chama-se fingimento e algumas usam-no para "protegerem o ego dos seus homens. Todavia, a médio prazo, não resultar". Quem o afirma é o sexólogo Júlio Machado Vaz.

Segredos do orgasmo

Ficou famosa a cena do filme "Um Amor Inevitável", de 1989, em que Meg Ryan simula um espectacular orgasmo num restaurante, perante um Billy Crystal embaraçado. A cena é um ícone da história do orgasmo no cinema. Perante um homem incrédulo, a actriz demonstra como uma mulher é capaz de simular prazer, entre duas garfadas, no meio de um restaurante cheio. É algo adquirido, conhecido de cor pelas mulheres. Ao longo da história muitas mulheres já usaram esse truque para ludibriar os seus parceiros.

Uma artimanha que aos homens está vedada. Hoje as mulheres já não fingem tanto. De acordo com a experiência clínica de Marta Crawford, o sexo feminino já não está para isso. Também elas querem ter prazer e exigem mais. É esse um dos motivos que leva os terapeutas a afirmarem que na última década tem aumentado o número de homens a solicitar ajuda médica. "Quando vejo entrar no meu consultório homens com menos de 30 anos, das duas uma, ou vêm queixar-se da falta de desejo, e então trata-se de casos quase sempre ligados ao ecstasy, uma droga altamente destruidora da líbido e irreversível. Ou então entram por aqui adentro angustiados, por se sentirem diminuídos perante as exigências da sua parceira. Actualmente os homens estão mais preocupados com a sexualidade delas. E isso perturba-os imenso", esclarece Nuno Monteiro Pereira, andrologista e terapeuta sexual.

Essa realidade era bem visível na série televisiva americana "O Sexo e a Cidade", de Candance Bushnell, onde quatro amigas se tornaram populares pelas suas numerosas conquistas e devaneios sexuais, sem pudores, limites ou tabus. A provar que nos tempos que correm, em matéria de sexo, as mulheres podem desejar e actuar como os homens. A loura e fogosa Samantha Jones, a personagem interpretada pela quarentona Kim Cattrall, é o paradigma da mulher moderna e cosmopolita. Emancipada, profissional e sexualmente muito activa.

Fora dos sets de filmagens, a actriz que deu corpo a Samantha falou da sua experiência íntima e pessoal no livro "Satisfação - A Arte do Orgasmo Feminino", onde se propôs, em conjunto com o ex-marido, ensinar os segredos para se chegar ao ponto mais alto do prazer. "No início dos meus trintas, o sexo queria dizer ser fisicamente dominada por um homem e ter algum prazer através da penetração, mas nunca chegar ao orgasmo com os meus parceiros. Cheguei aos quarenta e tinha passado por duas décadas de relações sexuais insatisfatórias."

Não é de estranhar, por isso, que também a maioria das portuguesas (56%) confesse que gostaria de receber do parceiro mais e melhor estimulação sexual. Um resultado a que chegou Ana Carvalheira, psicóloga clínica e autora do estudo português sobre "A Resposta Sexual Feminina" a ser apresentado brevemente. Ao Expresso adiantou ainda que há uma percentagem considerável de mulheres (12%) que apenas atinge o orgasmo através da masturbação. A maioria delas toca nos genitais, outras usam uma almofada (15%) ou optam por se satisfazer com o jacto do chuveiro (21%). A investigadora reforça ainda que as mulheres que sempre se masturbaram têm uma boa relação com o seu corpo e têm tendência a ter mais orgasmos.

A mesma opinião tem Marta Crawford. A sexóloga afirma que a maior parte das pacientes que recebe nas consultas de terapia sexual com problemas em atingir o orgasmo tem algum desconforto em tocar-se. "Não se masturbaram na adolescência, nem mais tarde. Talvez devido a uma educação conservadora e asfixiante em que a masturbação era tabu ou pecado."

Esta ideia de culpa vem de há muito tempo. Até aos finais do século XIX, a masturbação era ainda mais mal vista e tida como a origem de vários males, e até causa de algumas doenças, como a tuberculose. Hoje sabe-se que o prazer solitário não tem inconveniente nenhum, desde que não interfira na relação com o outro e não atinja excessos. Machado Vaz considera, no entanto, que "acaso seja interpretada pelo parceiro como um sinal de impotência para preencher a sua vida erótica pode tornar-se um problema".

Mudam-se os tempos e as vontades. Se, no passado, falar de sexo era tabu e a cópula tinha como objectivo a procriação, hoje andamos todos obcecados com o prazer físico. Seja através do sexo ou da masturbação, a corrida à serotonina e oxitocina produzidas pelo orgasmo e à momentânea descontracção muscular constituem as drogas mais potentes e apetecíveis que possuímos. E mesmo que não tenhamos uma grande apetência para o sexo, somos diariamente alvo de uma forte pressão cultural, social e mediática para conseguirmos altas performances.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), praticam-se todos os dias em todo o mundo mais de 100 milhões de actos sexuais. Os portugueses parecem contribuir, e muito, para estas estatísticas. De acordo com o estudo "Epidemiologia das Disfunções Sexuais em Portugal Continental", promovido pela Sociedade Portuguesa de Andrologia, cerca de 50% dos portugueses têm sexo duas ou mais vezes por semana. Ao tomarmos esse número como referência e tendo em conta que a duração média de um orgasmo é de cerca de dez segundos, a maior parte dos indivíduos experimenta uns meros 20 segundos por semana. Cerca de um minuto por mês, ou um total de 12 minutos de êxtase por ano.

Segredos do orgasmo

No livro "A História Íntima do Orgasmo", do americano Jonathan Margolis, publicado em Portugal pela Bizâncio, "se considerarmos cinquenta anos um período de actividade sexual normal, numa visão algo optimista, poderemos então desfrutar umas dez horas de orgasmo em toda a vida". Parece pouco para todo o tempo que passamos a pensar, a analisar, ou a falar de sexo. Mas convenhamos que sabe bem.

O que acontece aos homens e mulheres quando atingem o orgasmo? Todos nós achamos que sabemos, mas o facto é que se desencadeia um processo físico e psicológico complexo que nos escapa. Vamos a factos. Na hora do grande Ó, apesar do espasmo durar apenas alguns segundos, muita coisa acontece. Os órgãos genitais dilatam-se com o fluxo sanguíneo, os movimentos cardíacos e respiratórios aceleram-se, os músculos contraem-se, as bocas entreabrem-se, os rostos ruborizam-se, os dedos grandes dos pés reviram-se e há aquilo a que os franceses chamam de la petite mort. Ou seja, uma espécie de apagão. Um momento de descontrolo total. Variável de pessoa para pessoa e com intensidades diferentes.

Durante muito tempo achou-se que o orgasmo feminino era menos intenso do que o masculino. Nuno Monteiro Pereira desfaz esse mito: "Os orgasmos femininos podem ser tão poderosos como os masculinos. O apagão tanto pode acontecer ao homem como à mulher. Só acontece menos na mulher porque ela tem orgasmos menos frequentes." E quando o tem resulta de uma forma mais refinada de desejo. Jonathan Margolis chega mesmo a considerar que "o orgasmo feminino é uma experiência infinitamente maior e mais expansiva do que a sensação que os homens têm quando ejaculam". O autor diz que neles a experiência se resume, descontando o aspecto emocional, "a algo semelhante ao alívio da micção de uma bexiga a transbordar, de um espirro ou de um movimento intestinal".

Mas, se no estudo "Episex dos Portugueses" se fica a saber que para esmagadora maioria dos homens (85%) o sexo é muito importante ou fundamental na sua qualidade de vida, nenhum consegue atingir aquilo que é exclusivo de algumas mulheres, os multiorgasmos. São elas que têm a capacidade de fazer durar o prazer e de voltar ao poderoso estremecimento duas, três ou mais vezes, se o estímulo persistir - mais de 20% das mulheres consegue esta proeza. Um estado de êxtase ao que parece vedado a eles. "O homem tem um período refractário a seguir a ter um orgasmo. Fisiológicamente é incapaz de voltar logo a ter outro.

Para um melhor domínio da arte do sexo o que podemos todos é tentar prolongar o prazer. Há quem o faça através da prática do sexo tântrico. Uma técnica que passou a ser mais conhecida a partir dos anos 90, quando o cantor pop Sting veio a público fazer alarde deste seu gosto. O ex-vocalista dos Police apregoava mesmo que as suas performances sexuais chegavam a durar oito horas. Uma proeza mais tarde posta em causa pelo seu amigo e músico Bob Geldof ao afirmar que Sting incluía nessa sua contagem "o jantar mais a ida ao cinema". Verdade ou mentira, talvez não seja preciso ir tão longe. "A técnica para um bom orgasmo é a tentativa de atrasar a inevitabilidade ejaculatória, prolongar o prazer e adiar o clímax", considera Monteiro Pereira.

E se nos homens o orgasmo é sinónimo de satisfação sexual, no caso feminino não é bem assim. "As mulheres têm uma coisa fantástica. Muitas vezes ficam bem, realizadas, sem atingir o clímax. Mas muitos homens não percebem isso. Eles não aceitam que as mulheres não os acompanhem no pico de prazer. O padrão é que as mulheres se sentem satisfeitas, compensadas numa relação sexual, mesmo sem orgasmo", esclarece Monteiro Pereira. Certo é que a esmagadora maioria deles e delas não dispensa o sexo. Querem sempre mais e melhor. E aquele momento fugaz, de plenitude, que provoca formigueiro no corpo todo é procurado por todos. Mesmo quando se sabe que é um fogo-fátuo.

Piadas

Sobre o tema "sexo" muitas piadas circulam na Internet. Eis uma lista de vários tipos de orgasmo:

O matemático: Mais, mais, mais, mais... O religioso: Ai! Meu Deus! Ai! Meu Deus!... O ateu: Oh! Que diabo! O suicida: Ai que eu morro, ai que eu morro... O homicida: Se parares agora, eu maaatooo-teeeeeeeeee!!! O exigente: Agora! Agora! Agora! O enfadado: Hum! O guloso: Que delícia, que delícia... O bondoso: Oh! É bom! É bom! O masoquista: Bate-me, bate-me! O sádico: Toma, toma, toma! O negativo: Oh! Não... Não... Nãoooooo!... O positivo: Oh! Sim... Sim... Simmmm!... O egocêntrico: Estou-me a vir! Estou-me a vir! O asmático: Uhh... Uhhh... Uhhh... O geógrafo: Aqui, aqui, aqui, aqui... O sôfrego: Outro, outro. Mais! Mais! O inseguro: É meu? É meu? O possessivo: É meu! É meu! O acidental: Ups! O paternal: Oh! Sim, bebé! O desinformado: O que é isto? ....o que é isto? O cozinheiro: Mexe... Mexe... Mexe... O analista de sistemas: OK! O rápido: Já está! O asneirento: F#&#=ee!

Tabus, falsas crenças e mitos

Ao longo dos séculos muitos foram os tabus, falsas crenças e mitos em redor do sexo. Subsistem ainda hoje algumas superstições. Os especialistas afirmam que a culpa é das revistas femininas.

1. Até ao século XIX acreditava-se que as mulheres não tinham orgasmos e que as que desfrutavam o sexo eram mentalmente doentes, moralmente degeneradas ou ambas as coisas. Pelos médicos eram chamadas histéricas. 2. O único sentido que o sexo tinha para a maior parte das pessoas era que o homem devia ejacular o mais rápido possível, com vista a despachar o 'serviço' - e, de preferência, emprenhar a mulher. 3. A masturbação era vista como um pecado, psicologicamente corrosivo e perigoso para a saúde. Aliás, no século XIX consideravam que era a causa directa de algumas doenças, como a tuberculose. 4. A maior parte das mulheres desconhecia que possuía um clítoris ou onde se situava. 5. O orgasmo que valia a pena ter era o simultâneo e conseguido através do coito. 6. Durante décadas acreditou-se que o orgasmo feminino era vaginal. 7. O orgasmo clitoriano era próprio das mulheres imaturas. 8. Todas as mulheres são capazes de ter orgasmos múltiplos. 9. Não há sexo sem penetração. 10. As mulheres que não têm um orgasmo não são sexualmente felizes. 11. Se um homem tem falta de desejo por uma mulher é homossexual. 12. As mulheres têm dois tipos de orgasmo: vaginal e clitoriano. 13. O sexo só é bom quando há orgasmo simultâneo. 14. Ejaculação e orgasmo são sinónimos. 15. É possível um homem ter multi-orgasmos. 16. No homem não é possível atingir o orgasmo sem ejaculação.

Depressão diminui o desejo sexual feminino

O Estudo Mosaico Brasil, realizado pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, confirmou que a depressão diminui a libido feminina. A pesquisa, realizada em 2008, analisou o comportamento afetivo-sexual de mais de 8.200 brasileiros, sendo 49% do sexo feminino.

O resultado mostrou que 22,6% das mulheres entre 41 e 50 anos que faziam tratamento para depressão apresentavam inibição da libido, contra 15,4% das mulheres que não estavam em tratamento. A coordenadora da pesquisa, Carmita Abdo, explica que a depressão afeta diretamente a produção e liberação de hormônios sexuais, diminuindo assim o desejo sexual.

Saiba as manias que podem atrapalhar a sua vida sexual

Todo mundo tem hábitos ruins no dia-a-dia. Manias que são acumuladas ao longo dos anos e que na grande maioria das vezes, não possuem muita lógica, mas que podem trazer malefícios para diversas áreas sociais, profissionais e pessoais, sem esquecer das relações sexuais também. Para cada novo parceiro ou parceira, um novo recomeço e uma inédita chance de fazer tudo dar certo desta vez. Porém, se você é daqueles que mantêm um comportamento padrão em cada união, precisa ler urgentemente esta reportagem.
O problema: Preguiça Esse é típico dos casais que estão há muito tempo juntos. Você já sabe fazer de olhos fechados, o que agrada mais o seu parceiro. Beijos, mordidas e outras ações que o levam ver estrelas em poucos segundos. Aí é que está o problema. A partir do momento em que se descobre o que fazer e como fazer, vira um costume, deixa as surpresas de lado e parte-se logo pra o piloto automático. Isso acomoda a relação. Mas existe uma forma de salva-lá do tédio da rotina. Apimente as coisas com um velho jogo de ‘Gato Mia’, por exemplo. Na completa escuridão do quarto ou com vendas nos olhos, você e sua companhia poderão descobrir novos toques e formas de atiçar as coisas sem a mesmice de sempre.
O problema: Muita bagagem Essa é fácil de abordar e muito comum. Lembra quando você fez auto-escola de direção e o orientador disse que precisava tirar os vícios do passado? É mesma coisa. Não importa a idade ou quantos relacionamentos teve. Quem já está na corrida por um grande amor, possui algumas manias próprias que são complicadas de tirar e também uns pensamento auto destruidores que atrapalham na performance sexual com um novo companheiro. Renegue seu passado o quanto puder. De nada adianta ir para a cama com fantasmas e medos que não existem mais. Um exemplo disso é achar que se já foi traída uma vez, será novamente. Esqueça e bola para frente. Na sua cama só deve ser você e seu atual. Não visite o cemitério dos ex.
O problema: Sempre servir Se ele quer, você quer na hora também. Se ele diz que não tá a fim, você vira para o lado e dorme. Quem age conforme as vontades do outro perde completamente o respeito dentro de um relacionamento. É lógico que ceder é uma das regras do sucesso para qualquer união, mas fazer isso rotineiramente torna-se um perigo para ambos os envolvidos no caso. Para quem ‘manda’, perde o interesse, a vontade de domar um desafio. Quem obedece, acaba por ver diminuída a vontade de tomar iniciativas e de descobrir o que realmente deseja. Homens ou mulheres que sempre servem seus parceiros, possuem altas doses de insegurança. Pensam erradamente que, realizar tudo e em qualquer momento é sinônimo de ganhar um comprovante de bom amante. Mantenha sua individualidade e seu poder de dizer não.
O problema: Péssima imagem Esse é o item mais comum entre a população feminina. Querer que durante a sessão quente de beijos e amassos, fique com o visual impecável, perfeito como os das estrelas nas capas de revistas. Normal, todo mundo tem encanações com o próprio corpo, mas é completamente inaceitável ressaltar esse tipo de neura entre quatro paredes. Para que o sexo role de forma prazerosa e naturalmente, é preciso amar primeiramente a sua figura. Quem moderadamente sente-se o ‘último biscoito do pacote’, consegue repassar essa mesma imagem para os próximos.
O problema: Sensação de culpa Assistir filmes românticos demais ou ter a mão livros com historias amorosas simplórias é um passo para ver a vida sexual despencar em instantes. Quem se inspira com coisas ingênuas, tende a achar que manobras mais ousadas são sinônimo de imoralidade ou pecado. Sentir culpa por fantasias e desejos é renegar o próprio prazer. Aceite seu estilo sexual do jeito que for e tudo ocorrerá de maneira natural, com plenitude e satisfação.

O Homem que mudou o jeito de olharmos o sexo completa 83 anos

Hugh Hefner sempre é visto em eventos ao lado de suas  playmates

Hugh Hefner sempre é visto em eventos ao lado de suas playmates

Na última quinta-feira, dia 10, foi aniversário do homem mais invejado do mundo: Hugh Hefner, o criador da revista Playboy. Em 1953, o ex-funcionário da revista Esquire, resolveu passar o chapéu entre os familiares e após juntar US$ 8 mil lançou a publicação com a megastar Marylin Monroe na capa (em fotos que ela fez em 1949 para um calendário). "A revista não tinha número nem data na capa, porque eu não acreditava que teria uma segunda edição", disse Hefner anos depois. O resultado foram 50 mil exemplares vendidos e a descoberta de um filão de ouro que iniciaria um império envolvendo programas de TV, clubes, bares e mais do que isso, a filosofia de vida que sexo era uma coisa normal.

Em 2003, em uma entrevista, Hefner brincou que as três maiores invenções da humanidade foram o fogo, a roda e a Playboy. Segundo ele, antes da revista ser lançada, ninguém fazia sexo. Na realidade o empresário teve sua iluminação criativa em uma época em que sexo começava a sair do escuro e do proibido para entrar nos lares americanos, especialmente depois do controverso relatório Kinsey, que expunha a sexualidade e manias da classe média. A grande sacada é que mais do que uma revista de sexo, a cria de Hefner era uma publicação voltada para um estilo de vida onde sexo era apenas um dos componentes. Não só mostrava a garota da porta ao lado, nua, como também em suas páginas desfilavam grandes escritores, cronistas, matérias interessantes e tudo o que o jovem solteiro da época queria ler para se tornar um homem mais completo. E dentro da visão de Hefner, a revista também alavancou o movimento feminino justamente por mostrar que meninas boazinhas também transavam. Era uma quebra total de paradigmas vigentes na época, onde havia dois tipos de garotas: as virginais e as liberadas, e apenas as primeiras eram consideradas produto para um casamento ou relação de longo prazo. A atual presidente do grupo, Christie Hefner, filha de Hugh, corrobora essa visão na introdução do livro O Mundo de Playboy. "Reconhecemos que mulheres podem ser patrões, e companheiras de bebidas ou mentores ou colegas. A revista escreve sobre isso, sobre ambas as possibilidades e complexidades na relação homem-mulher". Até mesmo um dos mais radicais representantes da direita americana, William F. Buckley Jr, que faleceu em fevereiro de 2008, foi colaborador da revista por mais de 40 anos. Era a idéia de Hefner dar abertura aos vários lados da mesma história, mesmo que este lado fosse, em princípio, contra sua filosofia. Quando perguntado certa vez qual seria a solução para o crescimento populacional, Buckley disse: "faça as pessoas pararem de ler Playboy!". Outro exemplo foi uma visão diferenciada de Cristo, escrita por um pastor batista anti-Playboy, Harvey Cox, que saiu na revista na década de 70 e ainda foi premiada. A brincadeira de que as pessoas compravam Playboy pelas reportagens e entrevistas não era tão infundada assim. Foi nas páginas de Playboy que leitores conheceram a história de Ron Kovic, depois transformada no filme Nascido em 4 de julho ou o texto do hoje diretor, Cameron Crowe, que virou o filme Picardias Estudantis com Sean Penn, leram a última entrevista de John Lennon, a visão de Fidel Castro sobre o mundo nos anos 70 e viram o puritano presidente americano Jimmy Carter discorrer sobre suas fraquezas. A revista investia também em artistas de primeira para ilustrar suas matérias e também não se esquecia da música, quando os leitores participavam de eleições de melhor músico do ano em várias categorias, começando com jazz nos anos 50 e 60 e incorporando o rock depois. Hoje Hefner vive na mansão Playboy com suas muitas mulheres e ainda tem um prestígio inigualável entre políticos e artistas. E quer mais um motivo para invejar o homem? Quando ele entrou na terceira idade, o Viagra foi lançado. Parabéns, Mr. Hefner.

Oito passos para a mulher revolucionar a vida sexual

Se a sua vida sexual anda um pouco monótona ou se você só gosta de sempre ousar mais, vale conferir o que há de novo no universo erótico. Inspire-se no relato de outros casais:
1. Uma ideia para experimentar o proibido
A calcinha vibratória com controle remoto pode ser um divertimento solitário ou uma fantasia para o casal. O advogado Antônio resolveu dar uma para a mulher e conta: “A primeira vez que usamos foi em um restaurante. Era aniversário de um conhecido e o lugar estava cheio. Em dado momento, me afastei do grupo de amigos, fiquei de frente para minha mulher e liguei o troço. Podia sentir seu prazer pelo olhar, pela forma como passava a língua nos lábios... Naquela noite transamos muito em casa.”
2. Com a ajuda da personal sex trainer
Para se desinibir na cama, mulheres como a hair stylist Ana estão apostando nos conselhos de uma expert em sexo. “Me casei muito nova e quando me separei, com 31 anos e um filho pequeno, fiquei perdida”, afirma Ana. Uma amiga indicou então a ela uma personal sex trainer. “No curso de um mês, a professora se propôs a resgatar a deusa dentro de mim. Ela me ensinou a me vestir, falar, me comportar e andar, tudo para adquirir uma postura sensual sem cair na vulgaridade”, explica. Logo depois, Ana começou a namorar e praticar o que aprendeu. “Me soltei e foi o máximo.”
3. Lubrificantes com anestésico desmistificam o sexo anal
Além de eliminar a dor, os géis lubrificam a região e quebram o tabu dessa forma de penetração. “Nunca tive preconceito, mas doía mesmo”, afirma a vendedora Elaine, 30 anos. “Agora, a brincadeirinha deixou de ser um prazer só do meu namorado. Comecei a curtir também.”
4. Os cinco sentidos vitaminam o sexo
Que tal seguir um ritual? Coloque uma venda nos olhos do gato. Comece pela audição, com uma música que crie um clima sensual. Aguce o olfato do parceiro borrifando no ambiente um pouco do seu perfume. Umedeça os lábios com um licor e aproxime-os da boca dele, roçando levemente, instigando o paladar. Depois provoque o tato, acariciando o corpo dele com uma pluma. Finalmente, tire a venda e mostre-se arrasadora numa camisola sexy – de preferência dançando.
5. Vibrador não serve só para o prazer solitário
Cada vez mais casais vão juntos aos sex shops para comprar o brinquedinho. E ele pode divertir ambos se trouxer acoplado um anel peniano e/ou um estimulador de escroto. “Ganhei um aparelho desses do meu namorado. O estímulo é surreal e os orgasmos, fantásticos”, diz a funcionária pública Tais.
6. Aumenta a busca por cirurgias de estética íntima
Retoques estratégicos podem produzir efeitos espetaculares. Uma das intervenções disponíveis é o preenchimento dos grandes lábios da vagina com gordura retirada das coxas, técnica de embelezamento que melhora a autoestima e acaba com a inibição de muitas mulheres.
7. Crossdressing aguça o desejo
A onda de se vestir como o sexo oposto agrada a ambos os sexos. “Não significa que sejam homossexuais, mas sentem prazer em se produzir como o outro”, explica a psicóloga Arlete Gavranic. A estudante Cássia garante que o troca-troca de figurino pode fazer maravilhas na cama. Uma vez ela encontrou calcinhas numa gaveta de um ex-namorado. “Ele disse que, às vezes, gostava de usá-las”, conta. “Pedi que vestisse e me deu um tesão enorme ver aquele homem alto, cheio de pelos nas pernas, com uma calcinha lilás de florzinha. Não resisti à vontade de usar a cueca dele. Foi uma das melhores transas da minha vida”.
8. A Internet esquenta a fantasia
Navegar na rede antes de ir para a cama é uma ótima receita para muitos casais. Um programa baixado da web que mostra filmes pornôs apimenta as noites do web designer Saulo com a namorada: “É excitante ficar com ela escolhendo os filmes, vendo as cenas”.

No início, filmes que tinham strip e beijo eram catalogados como pornográficos

Nem bem os irmãos Lumière avisaram ao mundo que um novo meio de comunicação passava a existir, e o cinema adulto, ou pornográfico, já começava a existir também. Na ocasião, porém, o material adulto era composto de cenas de strip-tease ou mesmo de beijos. No final do século XIX, nem mesmo o fato de ser mudo, de a barba do ator cair durante a filmagem ou mesmo de o câmera interceder e tirar a perna de uma atrizes do meio da cena atrapalhou o sucesso do filme ‘Free Ride’, revela o site IMDB (especializado em arquivos de cinema). O que importava era ver o que até então só aparecia em parcas páginas de revistas, em panfletos ou dentro de um quarto com um parceiro (a). “A pornografia existe em todos os meios e já foi descoberta até em civilizações antigas”, disse Jéssica Vaccaro, diretora de Comunicações do Museu do Sexo de Nova York (EUA), por e-mail. Em grego, "porn" significa ‘prostituta ou aquele que se prostitui, depravado’, segundo o dicionário Houaiss. Não há registro de quem, como e onde começou a pornografia. Ela surge basicamente onde o homem está. E não importa se o país é governado por censores rígidos ou se existe liberdade total. O tema é sempre bem procurado. “O filme pornô chama atenção pelo sexo em si. O sexo é uma coisa que causa uma certa curiosidade, e tem um pouco de voyeurismo. Assistir a cenas de sexo muitas vezes instiga as pessoas”, afirma a terapeuta e sexóloga da Unifesp, Mara Pusch.


Séculos atrás, indianos já mostravam o que sabiam sobre o sexo e principalmente sobre a pornografia. Depois, ele chegou a ser usado inclusive como forma de crítica política, como revela o livro ‘A invenção da pornografia’, de Lyn Hunt (editora Hedra). O que vem a seguir, pode ser considerado como uma espécie de ‘aparar as arestas’. Na verdade, o sexo saiu de esculturas e poucas obras em papiro e virou uma febre mundial. Principalmente depois da chegada da Revolução Industrial e de suas máquinas gráficas. A partir daí, o que era feito manualmente e levava meses ou anos para ficar pronto passou a ser feito em horas, minutos ou mesmo segundos. E em grandes quantidades. “A partir de 1880, outros países (além de Inglaterra e França) passaram a produzir literatura pornográfica, fato que sugere a relação entre pornografia e democracia”, revela a obra ‘A invenção da pornografia’.

Nas telas

O filme americano ‘Free Ride’ ou ‘Grass sandwich’ (‘sanduíche de grama’) foi um dos primeiros a ser catalogado como ‘adulto’. Mas, antes dele, até filme com beijo na boca chegou a ser registrado como pornô. Em 1896, 'The May Irwin Kiss' (veja o video aqui no site do YouTube) , mostra o beijo (ou o que seria quase um ‘selinho’ nos tempos de hoje) de May Irwin e John Rice. No ano seguinte, porém, aconteceu quase uma ‘revolução’ na indústria pornográfica. O francês 'Après Le Bal' (1897) ou After the Ball, como foi traduzido para o inglês (‘Depois do baile’ em português), também foi um curta mudo. Com duração de 72 segundos, mostra uma mulher entrando em uma banheira e sendo ajudada pela empregada. O que o tornou pornô, na ocasião, foi justamente o strip da patroa. Também mudo, o alemão 'Am Abend' (1910) mostrou provavelmente o primeiro ato de masturbação feminina e, em seguida, cenas de sexo com um homem. A partir da década de 1920, os filmes pornôs começaram a ganhar som. Mas, por ser um material tido como 'proibido' na sociedade, muito dele ficou perdido. Só a partir dos anos 1960, com a chegada da chamada ‘revolução sexual’, o cinema pornô passou a ter destaque e até premiações. Com cenas cada vez mais picantes, os filmes começaram a ganhar astros e estrelas (muito) bem pagos. A partir de 1980, os Estados Unidos passaram a abrir salas de cinemas só com esta finalidade. Desde então, o videocassete e o DVD só ampliaram a comercialização. Atrizes entraram para o mundo político (caso da italiana Ilona Staller, mais conhecida como Cicciolina). E celebridades de outras áreas passaram a ser convidadas para os filmes pornôs.

Como o caso da Miss EUA 1991 ou mesmo de atores e cantoras brasileiras que passaram a figurar a lista de mais vendidos no país, mostrando que a indústria do pornô parece que não vai parar tão cedo.

Foto: Reprodução

Japoneses criam lata que simula o sexo oral

Peça está no mercado para suprir a deficiência de brinquedos eróticos para os homens, dizem os fabricantes do Tenga.

A lata de Tenga à esquerda; à direita, maquete do interior

A lata de Tenga à esquerda; à direita, maquete do interior

Revoltado com o fato de os sex shops venderem mais brinquedos eróticos para o prazer delas do que para o prazer deles, um grupo de japoneses criou uma peça um tanto inusitada para o sexo individual. Trata-se da lata Tenga, que, segundo seus fabricantes, é capaz de simular os prazeres do sexo oral. O pênis deve ser inserido na peça - veja imagem da lata acima - e as movimentações são iniciadas quando o botão de ligar é acionado. No site da Tenga é possível comprar a lata de sexo oral com várias intensidades.

Sexo para esbanjar saúde! Conheça os benefícios

Ato instintivo e natural, o sexo além de causar prazer é também muito benéfico para a saúde do ser humano. Estudos revelam que tanto homens quanto mulheres ao desfrutarem desta ação, elevam o bem-estar do organismo. Veja baixo com o Na Mira alguns dos pontos positivos do sexo para o corpo e aproveite cada segundo deste que é provavelmente o remédio mais antigo da nossa sociedade: Queima calorias Todo o roçar, beijar, abraçar, apertar e outras ações a mais do sexo queimam muitas calorias no organismo humano. Na realidade, uma seção de 30 minutos equivale a mesma perda de calorias feitas em uma caminhada. Ou seja, quanto mais intenso entre quatro paredes, menos malhação você terá que fazer. Melhora a aparência Uma pesquisa realizada na Escócia destacou que a prática sexual eleva a quantidade de estrógeno, hormônio responsável por firmar a pele e dar brilho aos cabelos.
Cabelos, pele, unhas... Sexo é beleza também!
Previne a osteoporose O sexo fortalece os ossos graças ao aumento do nível de estrogênio e da testosterona na mulher e no homem respectivamente. Ambos são responsáveis por manter tudo saudável em nossos membros. Combate enxaqueca Como é diretamente relacionada a liberação de endorfina no corpo, a relação sexual tem uma ação potencializada quando se trata de anestesiar o organismo. O orgasmo é em si um analgésico natural para todos as outras dores. Previne gripes e resfriados Sexo feito ao menos uma vez por semana, ajuda a manter o sistema imune à estas doenças. Ajuda a dormir Toda a ‘ação’ fornece a corpo um estado de relaxamento satisfatório que o leva a liberar tensão e outros estresses do dia-a-dia. Sendo então, mais facilitada a hora de pegar no sono.
Até dores de cabeça podem ser resolvidas com uma boa seção sexual
Fortalece o coração Durante a relação sexual dá-se uma descarga de adrenalina que aumenta a frequência cardíaca. O sangue circula por todo o lado, estimulando a irrigação. Na altura do orgasmo, a libertação de endorfina relaxa as paredes dos vasos, o que facilita a fluidez do sangue e diminui o risco de enfartes e derrames provocados pelo entupimento das veias. Nesta fase, as artérias dilatam-se absorvendo maior quantidade de oxigênio enquanto a frequência cardíaca chega aos 120 batimentos por minuto.

John Lennon quis sexo com a mãe e Paul McCartney diz nova biografia

"Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas não sou o único" escreveu John Lennon na música "Imagine." Eram sonho e imaginação que moviam mesmo a vida do ex-beatle. Sonhos que se revelavam também como desejos. Desejo de fazer sexo com a mãe e de sentir atração homossexual por amigos, incluindo Paul McCarteney.
A nova biografia do cantor - JOHN LENNON, A VIDA (Companhia das Letras, 851, páginas) inova nesse sentido: o de revelar os sonhos sexuais daquele que se eternizou por sua obra. É o que vai ajudar a vender o livro, pois o resto já se sabe. Foi a mulher Yoko Ono que disse ao escritor e jornalista Philip Norma, que o cantor desejava a mãe. "Ele me disse que, adolescente, costumava ficar no quarto de Julia quando ela tirava uma soneca à tarde. E que sempre lamentara nunca ter podido fazer sexo com ela" disse Ono. Os desejos homossexuais começaram na adolescência. John Lennon, segundo o livro, via o amigo da escola de arte em Liverpool, Stuart Suttcliffe, além de um amigo. Lennon comparava a beleza de Suttcliffe a de James Dean. Quando o amigo morreu por hemorragia decorrente de um traumatismo craniano, o cantor escreveu: "eu admirava Stu. E dependia dele para me dizer a verdade." Baseado em entrevistas com Yoko Ono e Paul McCarteny, o autor recebeu críticas dos mesmos por revelar os segredos da sexualidade de Lennon. O escritor também teve acesso a documentos de Mimi, irmã de Júlia - a mãe de Lennon - que cuidou dele depois da morte dela quando o cantor tinha 18 anos. Sobre a atração que Lennon tinha por ele, Paul McCarteney disse desconhecer isso. Ele contou que dormiam sempre juntos nas turnês, mas que nunca percebeu.

Ilha britânica possui o primeiro resort de sexo do mundo

Você já decidiu onde vai passar suas próximas férias? Para quem gosta de experiências exóticas e pouco convencionais, o Viking’s Exotic Resort oferece dias extremamente emocionantes. Para quem não sabe, o Viking’s Exotic Resort é um legítimo resort do sexo. Localizado numa paradisíaca ilha britânica, o hotel oferece vários pacotes que deixam o cliente livre para escolher sua aventura, desde um pacote ’standard’, que inclui a companhia de uma moça para todos os dias (e noites, claro), até o ‘Viking´s Ultimate Fantasy Package‘, onde duas moças ficam absolutamente disponíveis por todos os dias de estadia. De acordo com o Wallstreet Fighter, por módicos US$ 7,900, além de duas garotas, o cliente tem direito a 4 dias e 3 noites incluindo: alojamento em uma suite VIP, massagens complementares, recepção VIP no aeroporto e uma pré-seleção de garotas durante um coquetel de boas-vindas.

Pesquisa diz que sexo na hora de acordar melhora a aparência

Todo o mundo já ouviu dizer que fazer sexo deixa a pele boa e os cabelos lindos e maravilhosos. E parece que quando o rala e rola acontece pela manhã esses efeitos "embelezadores" aumentam ainda mais. Segundo um estudo gringo, o sexo logo ao acordar ainda melhora o funcionamento de diferentes órgãos, reforça as defesas do nosso organismo, melhora a circulação e diminui a pressão. Além disso, permite queimar calorias, reduz o risco de diabetes, fortalece ossos e músculos, e ajuda a aliviar a artrite e dores de cabeça. Quer melhor maneira de ficar com a saúde - e todo o restante - em dia? Entre outras descobertas, o estudo mostrou que os casais apaixonados que já começam o dia cheios de disposição na cama têm melhor aparência porque o sexo aumenta os níveis de estrogênio e de outros hormônios diretamente relacionados ao brilho e textura da pele e do cabelo. A pesquisa ainda sugere que os homens produzem mais testosterona quando fazem sexo de manhã. Já para a mulherada, um outro estudo mostrou que aquelas que fazem amor de manhã melhoram bastante seu ânimo e têm menos tendência à depressão.

Modelo usa tapa-sexo de 3,5 cm em São Paulo

A musa Viviane Castro, da X-9 Paulistana, usou um tapa-sexo de 3,5 centímetros no desfile da escola, a penúltima a entrar na avenida neste primeiro dia de desfiles em São Paulo. E não foi só!Em uma coxa, a passista pintou o presidente Lula. Na outra, o norte-americano Barack Obama. Na foto, dá pra ver que os presidentes parecem gostar da geografia da morena politizada.Viviane Castro voltou à avenida com o mesmo microtapa-sexo de 3,5 cm que desfilou no ano passado, na escola carioca São Clemente ¿ sua fantasia (ou ausência dela) fez a escola, que foi rebaixada, perder 0,5 ponto. Ela prometeu que desfilaria em São Paulo pela X-9 Paulistana com um tapa-sexo maior, mas não resistiu.
Viviane disse que se decidiu pelo acessório poucas horas antes do desfile. Coberta só pela pintura corporal, ela trazia nas coxas o rosto dos presidentes Lula e Barack Obama. "O Barack representa a venda da Amazônia, aos Estados Unidos, pelo Lula", disse. O tema da escola este ano é a Carnavalização da Amazônia. Sobre a polêmica que seu tapa-sexo pode causar - apesar de o regulamento da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo nada mencionar sobre esse tipo de acessório -, ela declarou estar tranqüila, pois não receia que irá prejudicar a escola. "No Rio, fui injustiçada. O tapa-sexo nunca caiu. E pela São Clemente eu representava uma índia sem os pêlos pubianos, por isso fiz um tapa-sexo de 3,5 cm da cor da minha pele, para ajudar na caracterização. E depois Carnaval é alegria, festa, não tem espaço para preocupação." Para compor seu visual este ano, Viviane preferiu usar um tapa-sexo verde. Devido ao grande assédio do público ao descer do carro, na dispersão da X-9 Paulistana, logo integrantes cobriram Viviane com um roupão e a tiraram rapidamente do Sambódromo.

Leite é melhor que sexo para uma boa noite de sono

Um copo de leite antes de dormir ajuda a pegar no sono, mas fazer sexo só beneficia os homens e prejudica as mulheres nesse sentido, segundo estudo. O orgasmo acelera o descanso no sexo masculino, enquanto o estímulo feminino possui maior duração. Já o leite ajuda o cérebro a secretar melatonina, substância fundamental para o sono.

Nas últimas décadas se aceleraram as pesquisas sobre a melatonina - hormônio produzido pela glândula pineal, responsável pelo sono -, principalmente a partir da observação científica dos ciclos de sono de alguns mamíferos.

Os morcegos, que dormem de dia e vivem de noite, e a longa hibernação dos ursos foram grandes alvos de observação dos cientistas na hora de pesquisar os níveis de melatonina nos animais e como estes a dosam.

Ritmo circadiano Pesquisadores do Brigham and Women's Hospital de Boston (Estados Unidos) e da Monash University, da Austrália, experimentaram um tratamento com tasimelteon, substância equivalente à melatonina.

O tasimelteon demonstrou eficácia na hora de mudar o relógio interno do ser humano e assim evitar a insônia transitória produzida pelos turnos noturnos de trabalho ou o chamado "jet lag", cansaço de viagem devido à mudança de fuso horário.

A substância ajudou a dormir melhor e a mudar os ciclos circadianos - oscilações de variáveis biológicas em intervalos regulares de tempo - dos pacientes tratados.

As desordens do ritmo circadiano são a causa mais comum da insônia e afetam milhões de pessoas, sobretudo as que trabalham de noite ou cruzam várias faixas horárias quando viajam em avião.

Tais desordens se caracterizam por alterações persistentes e recorrentes do sono, dificuldade para ficar adormecido e excessiva inércia quando se está acordado.

Leite e sexo Mas se você prefere recorrer a substâncias naturais em vez de remédios para conseguir pegar no sono, o doutor Eduard Estivill, diretor da Unidade de Alterações do Sono do Hospital Geral da Catalunha (nordeste da Espanha), recomenda um bom copo de leite antes de ir para a cama, ao mesmo tempo em que alerta para o risco de insônia para as mulheres que optam por manter relações sexuais nessa hora em vez de um gole de leite.

Na recente apresentação de um estudo sobre os hábitos do sono no mundo todo, Estivill concluiu que o sexo é positivo para o homem antes de dormir porque, após chegar ao orgasmo, tem acelerado seu processo de descanso. Já a mulher permanece estimulada por mais tempo e chega mais tarde ao relaxamento indutor do sono.

Por outro lado, o leite é bom antes de ir para a cama porque contém um aminoácido que ajuda o cérebro a secretar a quantidade necessária de melatonina para o sono.

Segundo o citado relatório, a insônia crônica - que representa a perda de sono durante mais de três semanas - é uma das patologias que tem maior prevalência nas mulheres por causa do ciclo menstrual, da gravidez, da maternidade e da menopausa.

Tal perda pode ser causada também pela síndrome do ovário policístico (SOP), um transtorno que afeta uma em cada 15 mulheres no mundo e que é consequência de um excesso de hormônios masculinos.

Do sono leve ao profundo À margem das patologias, quando homem e mulher conseguem pegar no sono reparador, a melhor forma de se despertar chega após terem passado da etapa do sono profundo para a do leve.

A luz ajuda nesse sentido, já que com ela a melatonina desaparece, até o ponto de "despertadores de luz" já serem fabricados.

Os beijos e as carícias também ajudam nesse processo de transição e, de acordo com o relatório apresentado por Estivill, brasileiros, argentinos e espanhóis são os que mais despertam com esses estímulos suaves, enquanto apenas dois em cada dez japoneses possuem esse hábito.

Aprender a pegar no sono depende quase mais de técnica e habilidade do que de uma decisão espontânea, sobretudo quando se chega a uma certa idade.

Por isso, o estresse e a ansiedade para dormir imediatamente favorecem a insônia. Antes de ir para a cama para dormir é preciso saber preparar o sono e se desligar mentalmente de forma paulatina de todas as preocupações que nos espreitam.

Ver TV ou tomar um banho podem ajudar. Também é recomendável aplicar cremes antes de dormir, pois seu efeito costuma ser relaxante. Espanhóis e italianos são os europeus que em maior percentagem o fazem. Estivill dá um argumento científico para sustentar esse costume: quando deitamos na cama, o cérebro secreta o hormônio que repara os tecidos da pele.

Esse hormônio é o mesmo que favorece o crescimento nas crianças, que, quanto mais dormem, mais crescem física e mentalmente, já que nesse momento é quando são criadas as conexões neuronais que determinam o coeficiente intelectual

Incompatibilidades físicas que atrapalham o sexo têm solução

Veja se você se identifica com alguma das reclamações e descubra como entrar em sintonia com o seu amor na cama...

Se ele é muito

Se ele é muito "grande", controle a transa ficando por cima

Sexo não é tudo. Mas é boa parte do relacionamento. Se você sente que encontrou um cara perfeito em todos os sentidos, mas que alguma coisa está errada quando vocês estão na cama, não se preocupe. Um pênis grande demais ou pequeno demais e mesmo uma diferença de altura muito grande entre vocês têm solução. "O pênis é comprido demais e me machuca" A professora de ginástica Veridiana, 31 anos, usa uma tática apropriada na hora de fazer sexo com o namorado, segundo ela um típico bem-dotado: “Comando a situação e não deixo que ele me penetre totalmente. Em geral, fico por cima, mas também é maravilhoso transar de lado, encaixados”, diz. Como a parte mais sensível do pênis é justamente a área logo abaixo da cabeça, não é difícil levá-lo ao orgasmo. Em relação à vagina, as terminações nervosas se concentram nos primeiros quatro centímetros, o que facilita bem as coisas, mesmo que o instrumento seja comprido ou curto demais. "Por ser muito curto, ele não me satisfaz" Mônica, estilista de 29 anos, não conseguiu esconder a expressão de desapontamento ao fim da primeira noite de sexo com Júlio, de 35. “O pênis dele era curto, estimulava, mas não me preenchia”. Mas depois de algumas sessões, elegeu um rol de posições que nunca mais a decepcionou. “Deite-se de costas e coloque as pernas bem abertas sobre os ombros dele. Isso vai tornar a vagina mais contraída e a penetração mais profunda”, recomenda Mônica. Na segunda posição, é só permanecer deitada de costas e colocar os joelhos no peito do moço. O canal vaginal fica mais compacto e deixa o pênis pequeno em situação favorável. "Ele é muito avantajado" O pênis com circunferência maior que 16 centímetros, a princípio, parece ser um tanto desconfortável. Mas só a princípio. Logo a arquiteta Ana Maria, de 34 anos, descobriu como poderia tirar partido do atributo do namorado. “Notei que nossas relações não eram boas quando as preliminares aconteciam muito rápido”, diz. Sim, porque ela não se excitava nem ficava lubrificada o suficiente para receber o membro — volumoso — do parceiro. Quando, ao contrário, se entregava a uma introdução lânguida e calma, ficava em ponto de bala para a penetração, sem qualquer empecilho. Além de não abreviar as preliminares, também é interessante escolher posições que deixem o canal vaginal mais espaçoso, como papai-mamãe e a clássica de quatro. "É fininho demais" Clara, uma professora de 23 anos, chegou a pensar em abolir o sexo da sua vida. “Estava desesperada, tinha encontrado o meu grande amor e queria que as nossas transas fossem incríveis, mas mal podia senti-lo dentro de mim”, desabafa. “Mas aí descobri essa posição maravilhosa”. Consiste em deitar de bruços com as pernas juntas. Como você está contraindo a vagina, o pênis parece maior. Os sexólogos recomendam ainda intensificar o trabalho do chamado “músculo do amor”, aquele que faz você interromper o fluxo da urina. Deve-se praticar diariamente essa contração, para que até mesmo o pênis mais delgado se sinta estimulado. Isso vai dar prazer a ambos. "Nossa diferença de altura atrapalha na cama" A melhor forma de uma mulher baixinha fazer sexo com um homem alto é ficar por cima dele. Com o controle da situação e intenso contato visual, o prazer é garantido. Outra boa maneira é colocar o amado sentado numa poltrona e montá-lo. Se o problema dele é o peso, o ideal é se encaixar na lateral. A penetração será facilitada com um travesseiro entre os joelho.

Liberdade de amar

Se, segundo a religião católica, Deus ama todas e todos de igual forma, porque é que a Igreja, pela voz de D. José Saraiva Martins, vem a público repudiar e falar no amor homossexual como não sendo “normal”? Se, também segundo a religião católica, Deus criou o homem à sua semelhança, que moral tem, seja quem for, de afirmar-se enquanto pessoa “normal” e dizer que um outro não o é? Segundo um qualquer dicionário de língua portuguesa, “normal” é sinónimo de “conforme à norma ou à regra comum”. Também num dicionário se lê que “norma” e “regra” provêm do direito, da Lei. A Lei é produto do Homem e visa assegurar os seus direitos, liberdades e garantias. A Lei não foi feita para legislar afectos. Só o preconceito e o medo pela diferença podem explicar as palavras proferidas, na terça-feira passada, pelo cardeal D. José Saraiva Martins. Preconceito e censura a quem ama alguém do mesmo sexo não combinam com os ideais de fraternidade e benevolência tão caros ao pensamento judaico cristão. A minha liberdade acaba quando começa a do outro e o direito dos homossexuais se casarem em nada interfere com a minha liberdade individual. Pelo contrário, se eu proíbo, pela força da Lei, alguém de se casar, aí sim estou eu a interferir na liberdade do outro. Quem escolhemos como parceiro de vida é um assunto do foro privado e não pode ser considerado como uma ofensa à tão proclamada normalidade das coisas. Uma sociedade digna dá aos seus cidadãos a oportunidade de serem felizes, independentemente da sua cor, da sua religião, do seu sexo e da sua orientação sexual. A não discriminação está consagrada na Constituição da República Portuguesa que acrescenta, como direito fundamental de todas e de todos,“constituir família e contrair casamento em condições de plena igualdade”. No final do ano passado, o Bloco de Esquerda apresentou, na Assembleia da República, um projecto-lei que defendia a alteração ao Código Civil para definir o casamento como "o encontro de vontades, solenemente formalizado, de duas pessoas que pretendem constituir uma família mediante uma plena comunhão de vida", alegando a inconstitucionalidade da definição actual que apenas permite o casamento "entre duas pessoas de sexo diferente". A maioria socialista chumbou a proposta com a justificação de que o momento (político) não era oportuno. Apesar das muitas opiniões contrárias ao casamento homossexual, as vivências LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero) têm ganho maior visibilidade, quer pela acção de movimentos sociais, quer pela via mediática. Este é, com certeza, o momento para dizer basta à homofobia, transformar mentalidades na sociedade portuguesa e lutar pela igualdade e liberdade no amor e no casamento.
Maria João Sequeira

Fazer Sexo: Como e com quem?

Você está procurando um parceiro ou parceira para fazer sexo? Ou é a sua primeira vez e você quer saber como fazer sexo? Seja lá o que procura, fazer sexo é coisa séria, pois envolve uma série de consequências. E para chegar a aprender como fazer sexo é bom desenvolver maturidade e responsabilidade. COMO FAZER SEXO Nunca faça por sentir obrigação, faça se estiver a vontade com esta decisão Controle a afobação. A pressa nunca foi boa para nada, muito menos na hora de fazer sexo. Escolha um lugar no qual vocês tenham conforto e privacidade. Fazer sexo pela primeira vez com a constante preocupação se vai aparecer alguém não permite criar um clima. USE PRESERVATIVO AO FAZER SEXO. Assista os vídeos abaixo: