Quando vira vício, a busca pelo prazer se torna escravidão. Ana, advogada, chegou a se prostituir para ter sexo rápido. Mariano, mesmo transando 20 vezes por dia, queria mais. Eles contam seu drama ao PINK HOT SEX. Do imperador Calígula ao ator Michael Douglas, e mais recentemente o astro Ron Wood, guitarrista dos Rolling Stones, que seriam viciados em sexo, conhecemos rasteiramente o perfil do dependente sexual: o sujeito que não consegue passar um dia sem ter suas fantasias realizadas, busca prazer incansavelmente, coleciona aventuras eróticas. Compulsão sexual, dependência de sexo, transtorno sexual não-especificado ou impulso sexual excessivo são algumas definições da literatura médica para o problema discutido desde relatos da Antigüidade, mas ainda pouco estudado. Em que ponto um comportamento sexual vigoroso atravessa a linha que separa o prazer da dependência? 'Ter vida sexual exuberante não significa ser dependente', diz o psiquiatra Aderbal Vieira Jr., da equipe do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 'O que chamamos de dependência não-química, na falta de denominação melhor, começa a se manifestar quando a pessoa sofre algum prejuízo em diversas áreas da vida.'
REPORTAGEM | O Outro Lado do Sexo
Quando vira vício, a busca pelo prazer se torna escravidão. Ana, advogada, chegou a se prostituir para ter sexo rápido. Mariano, mesmo transando 20 vezes por dia, queria mais. Eles contam seu drama ao PINK HOT SEX. Do imperador Calígula ao ator Michael Douglas, e mais recentemente o astro Ron Wood, guitarrista dos Rolling Stones, que seriam viciados em sexo, conhecemos rasteiramente o perfil do dependente sexual: o sujeito que não consegue passar um dia sem ter suas fantasias realizadas, busca prazer incansavelmente, coleciona aventuras eróticas. Compulsão sexual, dependência de sexo, transtorno sexual não-especificado ou impulso sexual excessivo são algumas definições da literatura médica para o problema discutido desde relatos da Antigüidade, mas ainda pouco estudado. Em que ponto um comportamento sexual vigoroso atravessa a linha que separa o prazer da dependência? 'Ter vida sexual exuberante não significa ser dependente', diz o psiquiatra Aderbal Vieira Jr., da equipe do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 'O que chamamos de dependência não-química, na falta de denominação melhor, começa a se manifestar quando a pessoa sofre algum prejuízo em diversas áreas da vida.'
Anne Hathaway teria confessado preferência pelo sexo anal
A atriz Anne Hathaway, uma das estrelas de “O Diabo veste Prada”, teria confessado à revista “Esquire” que sua preferência na cama é pelo sexo anal. Anne teria dito que toda mulher deveria experimentar e, se não fizesse, estaria perdendo algo maravilhoso. A moça ainda teria contado que a penetração anal fazia se sentir feminina de um modo muito especial. Para completar, Hathaway teria salientado que, para a primeira vez, é muito importante encontrar um parceiro de confiança.Grazi fala sobre sexo e amor: "Vale tudo"
Grazi Massafera não consegue separar sexo de amor, como revelou em segredo ao PINK HOT SEX. E a atriz completa: "Se você está com quem ama e tem certeza daquilo, vale tudo.""Não condeno quem faz sem amor, mas não consigo. Sexo pra mim só com amor, é um complemento do amor. A mulher bem amada é diferente", continua Grazi. A atriz namora Cauã Reymond e já revelou que sente ciúme quando vê o amado em cenas calientes com outras atrizes na TV. Feliz com o romance, ela declara: "Agora só falo de casamento na presença dele. Quero três filhos. Tendo um casal, o terceiro é brinde." Chefs indicam receitas afrodisíacas para esquentar o sexo
" As ostras são ricas em zinco, um mineral ligado à produção de testosterona "
- As ostras são ricas em em zinco, um mineral ligado à produção de testosterona. Pesquisas recentes mostraram que ostras, assim como mexilhões e mariscos, contêm ácido aspártico e N-metil-D-aspartato, dois compostos que propiciam a liberação de hormônios sexuais como a testosterona e o estrogênio. Só que pesquisadores ainda não determinaram se há quantidade suficiente desses compostos nos frutos do mar para realmente fazer alguma diferença - explica a especialista.
Sem dúvida, o chocolate pode ser um poderoso afrodisíaco, principalmente para as mulheres. Pesquisadores do Instituto de Neurociência em San Diego, na Califórnia, descobriram que o chocolate contém um neurotransmissor chamado anandamida, que se liga a receptores no cérebro e causa euforia e relaxamento.
- Diz a lenda que o imperador asteca Montezuma bebia 50 taças de chocolate todo dia para melhorar sua capacidade sexual. O chocolate contém feniletilamina e serotonina, duas substâncias químicas que causam bem-estar que ocorrem naturalmente no corpo e são liberadas pelo cérebro quando estamos felizes ou apaixonados. Ou seja, o doce causa a mesma euforia que sentimos quando estamos apaixonados.
" O chocolate contém feniletilamina e serotonina, duas substâncias químicas que causam bem-estar que ocorrem naturalmente no corpo e são liberadas pelo cérebro quando estamos felizes ou apaixonados "
A chef Manoela Zappa, do curso Prosa na Cozinha, garante que metade do sucesso de um prato afrodisíaco está em sua montagem. Ela, que dá aulas mensais de culinária afrodisíaca no sex shop Madame Blanchye, aposta nos pratos coloridos e picantes.
Excessos pode ter efeito contrárioTamara Mazaracki lembra que antes do sexo, o ideal é se alimentar sem encher demais o estômago. Isso evita a sensação de letargia que muitas vezes acompanham as refeições mais elaboradas.
- Comer demais acaba com a libido. Uma refeição leve à base de proteínas marinhas, como peixes e frutos do mar, uma salada regada com um bom azeite, uma taça de vinho seco, e uma bela sobremesa no final, tipo morangos com chantili, ou uma musse de chocolate é o ideal. Depois é só namorar muito - ensina a médica.Por último, nada de exagerar na bebida alcoólica:
- O álcool é um clássico exemplo de alimento considerado afrodisíaco por muita gente, mas que quase sempre causa um efeito oposto ao desejado. Uma pequena quantidade diminui a inibição e aumenta a disponibilidade para o ato sexual, mas quem exagera sente o efeito contrário - diz Tamara, enfatizando que no homem as bebidas alcoólicas podem prejudicar a ereção e, nas mulheres, os drinks a mais inibem o orgasmo.
Namorada teme que Lindsay Lohan perca o interesse por ela
"Ela ama sexo, e Samantha fica com medo de não conseguir satisfazê-la", diz uma fonte. Mesmo com as freqüentes declarações de Lindsay Lohan de que está cada vez mais envolvida com a namorada, Samantha Ronson, a DJ ainda alimenta uma certa insegurança. De acordo com a edição online de quarta-feira (24) revista britânica Closer, Samantha pretende ficar o máximo de tempo possível com a atriz para que elas aprofundem ainda mais o namoro. “Lindsay ama sexo, e Samantha fica com medo de não conseguir deixá-la satisfeita por muito tempo”, afirmou uma pessoa próxima das garotas. Depois de terem sido vistas aos beijos e de não se desgrudarem, elas assumiram o romance recentemente, em conversa com um DJ americano. “Estamos juntas há um bom tempo”, disse Lohan, que contou estar morando com Samantha desde o mês de maio. Para as mulheres: O que é "fazer tudo na cama?"
Como seduzir o leitor
A americana Katryn Caskie escreve romances históricos recheados com amor e sexo. Ela é best-seller no Brasil e nos EUA com seus “romances sentimentais”Histórias românticas, heroínas inteligentes e heróis maravilhosos, encantadores diálogos e um enredo intrigante. A americana Kathryn Caskie é uma estrela desse gênero. O lançamento dos dois últimos livros de Kathryn - “Como seduzir um duque” e ”Como conquistar um conde” -, apresentados na Bienal Internacional do Livro de São Paulo (realizada em agosto passado), foi recebido como um maiores acontecimentos do evento. Em termos de presença e interesse do público, diga-se de passagem. Acontecimento, logicamente, ignorado pela grande mídia. Discreta, Kathryn reuniu no estande da editora Nova Cultural dezenas de leitores e falou a jornalistas, numa entrevista coletiva, sobre seu processo de criação. Kathryn fez questão de frisar que escreve tanto para o público masculino, como para o feminino. Questões de gênero, afinal, são coisas do passado. Reforça que todos os seus livros têm um final feliz, como em qualquer conto de fadas. “Isso ajuda muito” - explicou. Os heróis de Kathryn enfrentam muitos desafios, passam por momentos difíceis, mas ao final da trama sempre encontram a felicidade. “Acho que o ´final feliz´ é o que atrai o público”, reitera. Respondeu a muitas perguntas, algumas debochadas. Uma repórter chegou a lhe perguntar como se encontra um ´príncipe encantado´. Ela respondeu com um sorriso maroto. Depois, desfechou: “Leia o meu livro que você encontrará a resposta”.
Fazer sexo pode matar
O sexo é uma actividade saudável, no entanto, pode causar danos cerebrais. Foi a esta conclusão que chegou o médico que elaborou o relatório de uma mulher, de 35 anos, que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) depois de ter relações sexuais, segundo noticia a CBS. No entanto, não se assuste porque os danos cerebrais são pouco habituais. Para que tal aconteça, é necessária a combinação de vários factores que, em condições normais, raramente acontecem ao mesmo tempo. «O coito produziu um adormecimento no lado esquerdo da cara da mulher, transtornos na fala e dificuldades em mover o braço esquerdo», afirmou o professor de neurologia da Universidade de Chicago, José Biller, que adiantou que a vitima estava a ter um ataque de pânico. Derivado do ataque, a mulher sofreu um derrame cerebral. Os médicos que a assistiram implementaram-lhe um cateter de modo a tentar solucionar o problema. Segundo relatam, foi uma decisão delicada e arriscada. No entanto, a rapidez da intervenção permitiu à mulher recuperar rapidamente, tendo perdido apenas alguma mobilidade na mão esquerda.Não preciso de ter um pénis para ser um homem
Há 15 anos, era uma mulher. Agora, é um homem. Actor e produtor pornográfico, Buck Angel é a personagem principal da curta-metragem Schwarzwald: The Black Party, de Richard Kimmel, que passa hoje 27 de Setembro no Cinema São Jorge, no âmbito do Queer Lisboa, festival de cinema gay e lésbico
"Olá, sou Buck Angel, o homem com vagina." É assim que ele se apresenta no seu site pornográfico. Nos EUA é uma estrela porno. Na Europa é conhecido nos circuitos alternativos dos clubes de sexo gay. Nasceu em Los Angeles há 38 anos. Trabalhou como manequim quando era mulher e sempre se sentiu preso num corpo que não era o seu. Até descobrir que podia mudar de sexo, viveu em permanente revolta e chegou a tentar o suicídio. Hoje é um homem, mas nunca quis operar os órgãos genitais. Nem acha que isso seja importante.
A conversa decorre ao telefone, uma vez que o actor não vai estar presente no festival. Desde que atende até que desliga, a cordialidade e a voz de adolescente são a marca de Buck Angel. Isso e a preocupação em sublinhar que é um homem. Transexual no género e pansexual na orientação, ele desafia todas as convenções. É uma pessoa e uma personagem. Não se lhe conhece outro nome que não seja o que usa como actor. "Buck é um nome forte, de macho, como eu", diz. Angel é o apelido da sua mulher.
Há cerca de dois anos decidiu ir viver para o Iucatão, no México. É mais fácil ser pornógrafo no México do que nos EUA?
Sem dúvida. Estava a tornar-se difícil continuar o meu trabalho como pornógrafo. O governo de Bush não me interessa, acho que deu cabo dos EUA. Estavam de olho em tudo o que eu fazia e criaram leis sobre obscenidade que praticamente lhes permitem entrar em minha casa e prender-me. Há dezenas de julgamentos nos EUA por causa de vídeos que o governo considera obscenos. Mas eles não dizem o que é a obscenidade. É uma palavra em que cabe muita coisa, portanto, sem uma definição clara, podem levar a tribunal quem quiserem. É assustador, é nazi. Sou um criativo, não posso viver num país que me limita através das leis.
Acha que a mudança de governo que se anuncia para os EUA vai ser positiva para o seu trabalho?
Estou desejoso que Obama vença as eleições e espero que sim, que ele mude muita coisa nos EUA. Se perder, vou ficar em estado de choque.
Pensa regressar?
Nunca. Só vou aos EUA para votar. Tenha uma vida maravilhosa aqui.
Os seus vizinhos no Iucatão sabem que vive da pornografia?
Tenho uma vida recatada e viajo muito. As pessoas querem saber, claro, e a minha empregada diz-lhes apenas que trabalho na indústria do cinema. Não quero que se saiba, ninguém tem nada a ver com isso. O mais engraçado é que vou ao ginásio e algumas pessoas reconhecem-me. Mas, como toda a gente tem receio de meter conversa com quem trabalha na indústria do sexo, nunca me dizem nada.
Tem orgulho no que faz?
Muito. Se alguém me perguntar directamente, respondo.
Quantas vezes por semana vai ao ginásio?
Umas cinco vezes, desde há dez anos. Não é possível ser actor porno sem estar em boa forma. Quando me tornei homem, era importante ter um aspecto muito masculino e musculado. Era essa a imagem que eu tinha do que é ser homem. As pessoas hoje olhem para mim, ficam espantadas e perguntam-se: "Como é que ele já foi uma mulher?"
A sua masculinidade preocupa-o?
É passado. Sou um homem a 100 por cento. Às vezes, posso ter aquilo a que se chama intuição feminina, porque vivi muitos anos como mulher. Mas, de resto, sinto-me muito confortável, não me importo que haja quem me chame mulher. Sei que sou um homem.
É por isso que não quer fazer a operação de mudança de sexo?
Exactamente, não preciso de ter um pénis para ser um homem. O que importa é a forma como me sinto em relação a mim, não a forma como os outros acham que devo parecer ou me devo sentir. Se tivesse feito a operação, não a estaria a fazer por mim. Seria só para mostrar aos outros. Todos os homens que sentem desconforto com a minha imagem estão apenas a pensar naquilo que tenho entre as pernas, em mais nada.
Como é que a sua transformação aconteceu?
Nasci mulher e vivi grande parte da minha vida como mulher. Era uma "maria-rapaz". Só queria andar de calças, jogar futebol, fazer coisas de rapaz. Por isso, tive muitos problemas com drogas e álcool na adolescência. Não era feliz. Mas naquela época ninguém falava de transexualidade. Como era mulher e me sentia atraído por mulheres, achavam que era lésbica.
Qual era a reacção dos seus pais?
Levaram-me a vários psicoterapeutas, mas eu desistia sempre e bebia muito, envolvia-me em confusões. Agora que olho para trás, sinto-me muito triste por eles. Não sabiam como lidar comigo. Eu estava fora de controlo, cheguei a tentar o suicídio várias vezes. Quando me apareceu a menstruação e começaram a crescer os peitos, nem queria acreditar. Queria ser um rapaz, os rapazes não têm nada disto. Acho que nunca morri porque estava destinado a contar a história da minha vida e a poder ajudar outras pessoas com o mesmo problema.
Como é que descobriu a possibilidade de mudar de sexo?
Foi através de um documentário. Estava no cinema com um amigo e de repente uma mulher transforma-se em homem. Pensei: "Como é que nunca ninguém me disse que isto era possível?" Depois fui a uma livraria gay, encontrei um pequeno livro sobre transexuais, que era apenas sobre homens que se tornam mulheres [male to female, ou MtF, na designação inglesa], não havia nada sobre mulheres que se transformam em homem [female to male, FtM]. No livro estava o contacto de um médico em Los Angeles que dava injecções de hormonas a homens. Liguei-lhe, ele disse-me que nunca tinha trabalhado com FtM, mas, mesmo assim, marquei consulta. Foi um homem fantástico. Ele trabalhava com MtF há mais de 30 anos e eu fui o primeiro caso de FtM que lhe apareceu. Ensinou-me a injectar testosterona e a partir daí a minha vida mudou por completo. Foi há uns 15 anos.
Se nasceu numa grande cidade, como é que nunca teve acesso a essa informação?
Há 20 anos era tabu, especialmente para os psiquiatras. Uma das minhas psiquiatras era lésbica e só sabia que eu era lésbica, era só disso que falava. Não tinha conhecimentos suficientes para me dizer que eu me podia transformar num homem. É chocante, mas é verdade. Tive de fazer tudo sozinho. E perdi todas as amigas lésbicas que tinha, elas achavam que eu estava maluco por querer mudar de sexo.
Que é que sentiu quando o seu corpo começou a mudar?
Foi como se uma pedra enorme me tivesse saído de cima das costas. Sabia que a minha vida ia mudar por completo e foi isso que aconteceu. Antes disso, usava sempre um boné de basebol na cabeça e olhava a medo para as pessoas. Deixei de usar boné, comecei a sentir maior alegria de viver e de conhecer pessoas. Hoje não sou a mesma pessoa que era, mas sou a pessoa que sempre sonhei que viria a ser.
A seguir à testosterona fez alguma operação?
Ao fim de dois anos a tomar hormonas, encontrei um médico para me remover os seios. Queria ter um peito igual ao dos outros homens. Fui a dez cirurgiões diferentes e todos me diziam que ia ficar com grandes cicatrizes por baixo dos seios e eu não queria, claro. Por fim, encontrei um cirurgião em Beverly Hills que trabalhava com homens que sofrem de ginecomastia, que têm mamas. Ele fez um trabalho muito bom, não deixou uma única cicatriz.
E abandonou o álcool e as drogas.
Há 18 anos que não toco em nada.
É verdade que antes da transformação chegou a ser manequim profissional?
Nem sei bem como é que isso aconteceu. Estava algures e veio ter comigo um homem que me tirou uma fotografia e pediu os contactos. E uns dias depois estavam a ligar-me de uma agência de modelos a perguntar se queria ser manequim. Pensei que era uma brincadeira, mas aceitei. Na verdade, não gostava nada daquilo. Maquilhavam-me a cara, obrigavam-me a vestir vestidos, mas eu andava noutro planeta, por causa das drogas. Durou cerca de um ano, depois desisti.
Depois disso tornou-se logo actor porno?
Ainda trabalhei durante oito anos numa loja de roupa. Depois cansei-me. Comecei a filmar cenas porno de dominação e outros fetiches. Aprendi na Internet. Depois passei a trabalhar para um site com filmes de mulheres transexuais e percebi que a indústria pornográfica não produzia nenhum filme de homens transexuais, como eu.
Porquê?
A maior parte dos homens transexuais tem vergonha de aparecer e não quer mostrar os órgãos genitais. Mas eu estava tão feliz por ser eu que queria partilhar isso com o mundo. Acho que sou tão sexy como outra pessoa qualquer e há muita gente sexualmente interessada em homens como eu. Nunca me quis transformar num freak [monstro], não queria ser um número de circo.
A indústria pornográfica tratava-o assim?
No início, tentaram. Uma empresa que me quis contratar disse: "Buck, vamos fazer um filme em que te apresentamos como Buck, o Animal do Circo". E eu perguntei: "Vocês estão completamente doidos?" Acenavam-me com dinheiro, claro, mas eu não queria apenas dinheiro. Para mim, era sobretudo uma questão de orgulho.
Por isso é que criou a sua própria empresa de pornografia?
Exacto, a Buck Angel Entertainment apareceu como uma resposta ao tratamento que a indústria pornográfica me dispensava. Tudo o que hoje existe relacionado como o nome Buck Angel fui eu que construí. E já conquistei o respeito da indústria que me quis tornar um freak. Ganhei um prémio que nenhum homem como eu alguma vez ganhou na história da indústria pornográfica [Prémio Transsexual Performer of the Year 2007, atribuído pela empresa de pornografia AVN, com sede na Colifórnia].
Diz-se que é um dos actores pornográficos mais bem pagos do mundo.
Ainda não sou milionário, mas já estou próximo. Diria que sou provavelmente a mais famosa estrela transexual neste momento.
Vê-se como porta-voz dos transexuais?
Não, sou porta-voz das pessoas que não encaixam na norma. Nós é que decidimos como é que queremos viver a nossa vida. Nem todos temos de ser heterossexuais, brancos e católicos.
Quando faz um filme, está a pensar na dimensão política do seu corpo ou é apenas um negócio?
No princípio, era apenas um negócio, mas ao crescer mudou. Claro que ainda é para fazer dinheiro, é com isso que ganho a vida, mas tem também a mensagem de que o sexo é bom e positivo. Quem me vê nos filmes, percebe que estou a gostar de estar ali, não importa que não tenha pénis. Há muitas inibições relacionadas com o sexo, há quem só tenha sexo de porta fechada ou de luz apagada e eu quero mostrar o contrário disso.
Como é que funciona a sua produtora? Escolhe com quem quer trabalhar, escreve as histórias?
Comecei a fazer filmes pensando em mim, naquilo que eu próprio gostaria de ver. E ainda é assim que trabalho. No início, tinha uma câmara e filmava-me a mim a ter sexo com outras pessoas. Depois, passei a ter operadores de câmara, a elaborar um pouco mais a história, a ter ideias para cenários. É preciso dizer que 80 por cento das pessoas que compram os meus filmes são homossexuais masculinos. Eles não querem ver histórias, querem acção. Por isso, normalmente faço quatro ou cinco cenas diferentes, com quatro ou cinco homens diferentes.
Como é ter relações sexuais frente às câmaras?
Acho que sou exibicionista. Adoro, sinto-me muito bem e às vezes esqueço-me de que elas estão lá. Nunca finjo, tenho mesmo prazer nos filmes em que apareço. Se o meu parceiro não me agrada e se não existe energia sexual entre nós, não o contrato, porque o resultado seria falso.
É como o sexo que se tem com um desconhecido ou exige mais envolvência?
É como um encontro ocasional. Não há envolvência. Vamos, temos relações sexuais e tentamos excitar-nos ao máximo.
Em quantos filmes já entrou?
Acho que em 30. Agora, como viajo muito, só tenho feito dois por ano.
No resto do tempo faz animações em discotecas e clubes de sexo?
Sim, sobretudo na Europa. Costumo ir ao Hard On e ao Torture Garden, em Londres, e ao Cock Ring, em Amesterdão. Estive há pouco tempo em Toronto e já tenho coisas agendadas para o Brasil. As pessoas gostam de me ver.
Recebe muitos e-mails de pessoas com problemas de identidade sexual?
Muitos. Acho que sou um modelo para muita gente. Às vezes, escrevem-me adolescentes, com 15 ou 16 anos, e a esses não respondo. Sou pornógrafo, não me sinto à vontade para dar conselhos a menores. Podia arranjar problemas.
Considera-se bissexual?
Gosto de homens e mulheres, mas não sou bissexual, sou sexual, apenas.
Mas é casado.
Com uma mulher.
Portanto, tem um casamento hetero e no resto da sua vida é pansexual?
A minha mulher é muito aberta e muito boa pessoa, não temos problemas com isso.Cliente compra celular, e acha fotos pornôs de funcionários de loja
Aparelho de última geração continha 49 imagens 'impróprias'. 'Fiquei revoltada', diz estudante que comprou aparelho.Uma moradora de Cairns, na Austrália, teve uma surpresa desagradável ao ligar seu telefone celular de última geração pela primeira vez. Ela descobriu que o aparelho já havia sido usado para fotografar uma sessão de sexo entre dois funcionários da loja onde o aparelho foi comprado. "Fiquei revoltada, é nojento imaginar o que eles fizeram com esse aparelho", afirmou a estudante ao jornal australiano "The Cairns Post". "O que teria acontecido se esse aparelho tivesse sido vendido para uma criança, disse a jovem, que não teve sua identidade revelada. Ela tentou ainda vender o aparelho - com as fotos inclusas - pela internet, mas o site eBay não permitiu o anúncio por causa do conteúdo pornográfico. De acordo com a estudante, o aparelho tinha 49 fotografias gravadas, a maioria de uma funcionária do sexo feminino. Havia também uma foto de um funcionário do sexo masculino, nu. Um porta-voz da rede de lojas Dick Smith Electronics afirmou que a empresa está investigando o incidente, e os funcionários serão punidos. A loja ofereceu também o reembolso do valor pago pelo aparelho telefônico, e está debatendo com a cliente o pagamento de uma indenização.Carol Miranda aceita filmar pornô e já começa na próxima semana
Sobrinha de consideração de Gretchen começa a rodar filme no fim de semana. Carol Miranda topou. Mas em partes. Depois de receber uma proposta de R$ 500 mil da produtora "Sexxxy World" para ter sua primeira transa em frente às câmeras, a sobrinha de consideração de Gretchen aceitou fazer o pornô. Mas não vai perder a virgindade no longa-metragem, de 90 minutos.A MC assinou a proposta para filmar "Fiz Pornô e Continuo Virgem" na sexta-feira, 19, e já grava sua primeira participação no próximo fim de semana, em São Paulo. De acordo com sua assessoria de imprensa, Carol só aparece em uma cena e só fará sexo anal no filme, cujo tema são os anos 80.
O interesse por Carol surgiu depois que a produtora promoveu uma pesquisa em seu site para saber quais mulheres o brasileiro queria ver estrelando filmes pornôes. A sobrinha de Gretchen ficou em segundo, perdendo apenas para a modelo Viviane Araújo.
Internautas procuram menos sexo e mais sites de relacionamento na web
“O Ronaldo não é viciado em sexo”
Afinal, pode ser só fama sem proveito. Quem desmistifica Cristiano Ronaldo é Letizia Filippi, a actual conquista do craque do Manchester. A modelo italiana revelou numa recente entrevista que, afinal de contas, o ‘puto maravilha’ não é nada viciado em sexo como já tantas vezes se escreveu. "Não me parece que isso seja verdade. O Ronaldo é um rapaz querido, engraçado e cavalheiro", disse Letizia, que conheceu Ronaldo em Julho. A modelo esclareceu ainda que a relação com o jogador português está a crescer a olhos vistos de dia para dia e revelou que acredita ser a mulher que Cristiano Ronaldo andava à procura. "Ele liga-me todos os dias e acredito que eu seja a primeira mulher que ele realmente ama. Ainda não sei se estou verdadeiramente apaixonada por ele, mas sei que gosto muito de estar perto do Ronaldo", adiantou a modelo, de 30 anos, que ainda não se considera a namorada do craque. "Ele chama-me Amorinio, que quer dizer amorzinho e eu chamo--lhe bebé. Ele ri-se e responde-me: eu não sou nenhum bebé." Conheça a mulher que tem 200 orgasmos em apenas um dia
Um jovem britânica está entediada com a sua vida sexual porque tem 200 orgasmos por dia. O chacoalhar de um trem em seus trilhos, o rugir de um secador de cabelos, o zumbido de uma copiadora são todas razões suficientes para fazer que Sarah Carmem tenha um orgasmo.
A moça de 24 anos sofre da Síndrome da Excitação Sexual Permanente (SESP), que aumenta o fluxo sanguíneo nos órgãos sexuais.
“Algumas vezes eu faço tanto sexo para tentar me acalmar que eu acabo ficando enfastiada dele. E os homens com os quais durmo não parecem se esforçar muito porque eu alcanço o clímax muito fácil”. Sarah, de Londres, desenvolveu SESP depois de tomar antidepressivos aos 19 anos. Ela acredita que os medicamentos são responsáveis pelo seu problema.
“Em apenas poucas semanas eu comecei a ficar mais e mais excitada e durante mais tempo e eu passei a ter orgasmos sem fim”, ela disse.
“Eu comecei na cama onde as sessões de sexo duravam horas e meu namorado ficou impressionado com a quantidade de orgasmos que eu tinha. Então começou a acontecer depois do sexo. Eu começava pensando sobre o que nós tínhamos feito na cama e ficava ruborizada, então eu ficava excitada e atingia o clímax. Em seis meses eu estava tendo 150 orgasmos em um dia e hoje são 200”, ela completou.
Carmen disse que a síndrome da qual ela sofre faz com que ela tenha orgasmos a qualquer hora do dia. “Qualquer coisa pode me excitar. Mesmo secadores de cabelo causam pulsos através de meu corpo”, ela disse.
“Como uma esteticista eu tenho que usar ferramentas que vibram o tempo todo para micro dermo-abrasão e elas, às vezes, me excitam.”
“Se eu fico nervosa eu tenho menos chance de ficar muito excitada. Por isso algumas vezes eu tento me estressar e me preocupo para controlar meus orgasmos.”
“Alguns dos meus clientes sabem do meu problema. Mas com novos clientes é difícil de explicar.”
Eu já estive no meio de um tratamento quando tive um orgasmo e tive que continuar. Eu estava fazendo uma depilação-biquini e você deve se concentrar muito para manter suas mãos muito firmes, e as minhas tremem um pouco quando tenho um orgasmo. Eu tive que fingir que tive uma câimbra no meu pé e fiquei ali me contorcendo no mesmo lugar e segurando meus gemidos até que terminasse”, ela completou. 'Já fiz sexo em todos os 50 estados norte-americanos', diz Eva Mendes
Atriz conta que sua pior transa foi no Alasca. Depois de causar tititi ao posar nua para uma campanha de perfume, agora Eva Mendes causou furor com declarações quentíssimas sobre sua vida sexual. "Já fiz sexo em todos os 50 estados norte-americanos", disse ela, segundo o blog "Celebitchy". A atriz garante que essas 50 vezes não foram com 50 pessoas diferentes. "A maioria foi durante viagens, quando eu era mais nova", contou. Onde teve a melhor transa? Arizona e Colorado. "Talvez tenha sido o ar puro, o silêncio ou o céu desses lugares. Só sei que foi muito, muito bom". E o pior sexo? "Foi no Alasca. Adoraria ter uma nova chance por lá", disse Eva, que, junto com o namorado, o produtor George Augusto, está lançando uma linha de roupas de cama para uma loja de departamento americana. O "Celebitchy", aliás, levanta a lebre: seria isso tudo puro marketing para vender lençol? Lançada biografia dos GunsN´Roses detalhes íntimos da banda
Isso porque o guitarrista, que tem cobras como animais de estimação, mantém um padrão de vida estranho até mesmo para um rockstar.
– Fizemos edições por telefone de qualquer lugar onde ele se encontrasse no mundo, entre três e oito da manhã. Acho que não vi a luz do dia nos últimos dois meses de trabalho – conta Bozza ao Jornal do Brasil, de Los Angeles.
Ele garante que Slash leu e aprovou cada parágrafo. Melhor assim, porque as 450 páginas do livro realçam uma vida regada a sexo, drogas e rock'n'roll.
Filho de artistas, Slash se considera fruto de uma criação liberal, e, com 13 anos, já tinha fumado maconha e feito sexo com uma “ficante”. Natural que, ao se transformar em guitarrista, fosse parar numa banda como o Guns N'Roses, nos anos de ouro do hard rock oitentista.
– Tivemos que tirar algumas coisas, porque poderiam ferir terceiros, mas tudo que escrevemos é verdade – acredita o autor. – O Slash é um cara muito aberto sobre o seu uso de drogas e quis ser bem honesto sobre isso.
É possível ler (e imaginar) passagens curiosas, como a que Slash flagra o sisudo vocalista do Metallica, James Hetfield, recebendo sexo oral de uma fã mais atirada. Ou quando confirma a história segundo a qual Axl Rose decide transar com a namorada em pleno estúdio para registrar os gritos dela na música Rocket queen, do primeiro álbum da banda. Há também as menos agradáveis: Slash foi procurado pela polícia, teve problemas cardíacos por causa do vício em heroína – hoje aparentemente controlado – e viu amigos morrerem de overdose bem ao seu lado, por mais de uma vez.
Nota-se em todo o texto que o cuidado maior foi na hora de citar a relação (e as desavenças) com Axl Rose.
– Eles estiveram envolvidos em processos judiciais por 11 anos, mas resolveram as pendências. Ele teve cuidado com o que disse por causa disso. Além do mais, o Axl tem um histórico de processos bem grande – explica Bozza.
O que não impediu que Slash deixasse bem claro como os excessos de estrelismo de Axl é que colocaram o Guns N'Roses no buraco. No auge da megalomaníaca turnê dos álbuns Use your illusion, Axl ficava sempre separado da banda, e, depois dos shows, bancava festas faraônicas para celebridades. Isso depois de se atrasar para as apresentações em cerca de, no mínimo, uma hora, o que em geral resultava em quebra-quebras e mais processos por parte dos organizadores. Com o tempo, Axl manipulou tudo para que o Guns N'Roses passasse a ser – legalmente – uma banda de sua propriedade, e os integrantes meros contratados. Foi a senha para Slash dar o fora, sem dizer adeus.
Hoje à frente do Velvet Revolver, que procura um substituto para o vocalista Scott Weiland, Slash parece estar pegando leve. Casado e com dois filhos, “só” mantém o hábito de fumar um baseado e continua bebendo e usando cocaína “socialmente”.
– Ele estava totalmente limpo durante o processo de escrever o livro – garante Bozza.
Mas, espera aí. Se ele precisa de um vocalista, e Axl Rose não consegue manter uma formação intacta à frente do Guns, não seria óbvio o retorno da formação clássica?
– Não acho que isso aconteceria, mas coisas estranhas têm ocorrido – despista Bozza, a despeito de Slash, no livro, deixar claro, falando em tom de comunicado aos fãs, que esse retorno jamais vai acontecer.