Mulher Melancia simula fazer sexo com o parceiro em novo funk

Andressa Soares, a Mulher Melancia, quer levar seus fãs à loucura nos shows. Em seu novo funk com o MC Biju, A Dança do Aviãozinho, a morena simula fazer sexo com o parceiro. Ela rebola até o chão, enquanto Biju finge fazer sexo com ela. No palco, Andressa ainda mostra a "velocidade sete", mas sem tocar o sucesso do MC Créu. Confira um trecho do batidão: "Vem... Vem ver o batidão do funk/ Vem ver a chapa esquentar / Vem com a criativa mix/ Venha pra cá zuar /No rala quente bem gostoso / Vou fazer tu delirar".

Sexo fraco ganhou força | Mulheres de combate

  • O sexo fraco ganhou força mas persistem diferenças entre homens e mulheres. É no campo laboral que a equidade entre géneros mais deixa a desejar. Mas algumas contrariaram o estereótipo ao entrarem nas esferas de decisão. Estão na Política, na Bolsa, na Saúde ou na Justiça. E dessas contamos também as suas histórias.
Se a mulher foi feita a partir de uma costela de Adão, os ossos nem sempre foram sinónimo de igualdade. Ainda não o são, apesar da emancipação social e económica e de, em muitos casos, elas vestirem as calças tão bem ou melhor do que eles. As estatísticas estão longe de ser uma bíblia mas não deixam margem para dúvidas de que a equidade de género deixa ainda muito a desejar. Mesmo que o poder das saias, dos saltos altos e da afirmação pessoal sejam efusivamente pregadas pelo ‘quarteto fantástico’ da saga ‘O Sexo e a Cidade’. 'A segregação sectorial e ocupacionalporgénero não está a diminuir. Indicadores como o salário e o número de mulheres em posições de chefia e decisão não mostram aumentos significativos há vários anos. Desde 2003, o fosso nos vencimentos mantém-se nos 15%', revela o relatório 2008 da Comissão Europeia sobre a equidade entre homens e mulheres, que se baseia em dados de há dois anos. Se a taxa de empregabilidade das mulheres tem vindo a aumentar de ano para ano, quantidade não é sinónimo de qualidade. 'O facto de haver uma discrepância levanta questões, nomeadamente tendo em conta que as jovens mulheres têm mais sucesso académico do que os homens', lê-se ainda. Confere. Três quintos (58%) dos diplomas universitários concedidos na União Europeia estão nas mãos das mulheres. Dados de 2001 colocam Portugal no topo da lista. Neste aspecto, somos o país que está mais perto da paridade de toda a União. A somar às boas notícias, a taxa de emprego das mulheres em Portugal atingiu os 61,9% em 2007, mais 3,6 pontos percentuais que a média dos 27 países da União Europeia, segundo dados do Eurostat, divulgados esta semana, mas menos 0,1% do que em 2006. Embora Portugal seja um dos Estados da UE com maior proporção de mulheres no mercado de trabalho, os valores vão baixando à medida que se sobe na escala hierárquica. Mais do que organizada, a luta contra a desigualdade é individual. E quotidiana. 'Não gosto de ser rotulada pelo meu sexo. Historicamente, a parte da Humanidade que tem este rótulo tem sido muito discriminada. Ainda o é muito pelo Islão. Cá, fizeram-se progressos, mas não chega, basta ver o caso das corticeiras', lembra Maria Filomena Mónica. Nesta indústria, por exemplo, só agora patrões e sindicatos acordaram atenuar as assimetrias na folha dos ordenados. Ainda hoje, um largo grupo de mulheres trabalha diariamente lado-a- -lado com homens executando as mesmas tarefas. Sem que isso represente igualdade salarial. Entrando na esfera privada do lar, também aqui as partilhas são pouco salomónicas. 'Impus sempre equidade na distribuição dos trabalhos domésticos'. Missão cumprida? 'Só ao terceiro casamento. Os homens ajudam mais, mas o mais difícil ainda é o tratamento dos filhos', acrescenta ainda a socióloga. Das fraquezas se foram fazendo forças ao longo dos anos, mas a marcha para o progresso da condição feminina é lenta e cheia de solavancos. Segundo o relatório Social Watch de 2005 da organização Oikos, não existe, actualmente, um único país do Mundo onde as mulheres gozem das mesmas oportunidades que os homens. Através do Índice de Equidade de Género utilizado para classificar 134 países numa escala de 1 a 12, verifica-se que os países com maior pontuação são a Austrália, Finlândia, Islândia, Noruega e a Suécia. Os países com pior desempenho são o Iémen, Costa do Marfim, Egipto, Paquistão e Togo, seguidos da Arábia Saudita, Argélia, Guatemala, Índia, Líbano, Nepal, Síria, Sudão e Turquia. Apesar do progresso em algumas áreas nos últimos anos 'a equidade de género está longe de ser alcançada. As possibilidades abertas aos homens e às mulheres de todo o Mundo são desiguais. Quase 70 por cento dos pobres no Mundo são mulheres. As iniquidades mais evidentes observam-se nas esferas política e económica', assinalou então Katrina Batthyány, coordenadora da equipa de investigação. A exclusão das mulheres é visível nos grandes centros de decisão. Apesar de representarem mais de metade da população mundial, apenas 15% das mulheres têm assento nos parlamentos no Mundo, ficando aquém do peso necessário para exercer real influência, 30%, de acordo com estudos internacionais. Há excepções. A Finlândia, por exemplo, foi pioneira na Europa há um século ao votar em mulheres deputadas. Há oito anos elegeu a sua primeira presidente, Tarja Halonen. E continua a ter um Governo maioritariamente feminino, reflectindo uma sociedade que faz da igualdade de género uma das suas bandeiras mais esvoaçantes. A presença de mulheres nos centros de poder de decisão política é o único indicador de equidade de género que não varia segundo a pobreza do país. Em alguns dos países mais ricos do Mundo como o Japão, as mulheres ocupam menos assentos do que as mulheres na África subsariana, a região mais pobre do Mundo. Recuando no tempo e na História, a década de 60 é a mais marcada pela reflexão do papel das mulheres na sociedade. As diferenças sexuais, laborais, sociais, e a discriminação em relação às mulheres nos diversos campos da sua vida, são pretexto para discussão. É também nos finais da década que a mulher surge como problema teórico na investigação sociológica, na ressaca do revolucionário ‘O Segundo Sexo’ de Simone de Beauvoir. O sexo feminino mantém-se como objecto de estudo. Em Portugal, em 1999, nascia a ‘Ex aequo’, uma revista científica, semestral, com um conselho editorial que integra docentes de diversas universidades. O projecto, da Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres, visa o desenvolvimento, a visibilização e a legitimação do conhecimento produzido no âmbito dos estudos sobre as Mulheres, estudos de Género e estudos Feministas. Porque os desafios, também com novos contornos, se mantêm. 'As mulheres têm de se assumir como pessoas intervenientes em todas as áreas da sociedade com plena igualdade de direitos, introduzindo aspectos novos no pensamento sobre a ciência e sobre a forma de viver em sociedade: as questões do 'cuidado' como uma responsabilidade de todos, o ambiente e a preservação do planeta, os direitos humanos e de saúde sexual e reprodutiva, nomeadamente os cuidados de prevenção na saúde, como o combate ao VIH/SIDA, e a forma de fazer política, tendo sempre em consideração que as mulheres não são um todo homogéneo, mas que apresentam diferenças segundo a classe social, a idade, a etnia ou a orientação sexual', defende a UMAR, em vésperas do terceiro Congresso Feminista (ver caixa). No nosso País estamos já tão distantes como próximos da castradora ditadura. Décadas depois dos ventos progressistas que acompanharam a implantação da República, os ecos libertadores do 25 de Abril demoravam, ainda, a fazer-se escutar. ‘Profissão? Doméstica’. 'A mulher não deve trabalhar profissionalmente. Quando trabalha profissionalmente faz concorrência ao homem, disputando lugares que lhe pertencem por direito. O trabalho profissional é incompatível com o tempo e as atenções que deve a seu marido e com a função maternal. A mulher não deve ganhar tanto como o homem, porque o seu salário é apenas integrado do salário do marido e porque produz menos'. Em 1967 são estes os princípios que traduzem a imagem tradicional imperante, condensados em 'A Imagem da Mulher na Sociedade', de Maria Palmira Duarte. 48% dos homens desejaria que a mulher tivesse uma profissão. Deste grupo, 16% recomenda a dedicação à costura. As mulheres demoram a aprender a coser o destino profissional com outras linhas. No final do século XX, em meados dos anos 80, as pequenas grandes revoluções ganharam outro significado. E elas ganharam terreno no processo de decisão, emancipando-se de espartilhos sociais e culturais com muitos anos de vida. A reprodução, o trabalho doméstico, tomar conta dos filhos. As únicas funções implícitas ao papel feminino perdem o exclusivo. O direito ao voto, o ingresso nas instituições escolares, o trabalho fora de casa, por exemplo, são vitórias alcançadas apenas nas décadas de 30 e 40 do século passado, embora afastados dos moldes actuais. A II Guerra Mundial tem especial relevo na expansão da importância dada ao papel feminino no mundo laboral, incumbido de assegurar novos meios de sustento. A presença da mulher no mercado de trabalho tornou-se decisiva para a evolução da economia. Do seu país e da sua casa. Com o fim do conflito, a mulher regressa às funções do lar e o homem evidencia-se como sexo forte. O pára-arranca e os ‘volte faces’ na divisão de papéis não são uma novidade. Classicamente confinada à manutenção do lar e ao cuidado dos filhos na Grécia e Roma antigas, a mulher granjeia acesso a certas profissões e direito à propriedade na Idade Média. O Renascimento e o mercantilismo trazem retrocessos nos direitos civis e envolvimento no mundo do trabalho. A revolução francesa permite uma lufada de ar fresco, com a instauração do casamento civil e a legislação do divórcio. No século XIX, no contexto da Revolução Industrial, o número de mulheres empregadas aumenta significativamente. Sem com isso diminuir o abismo salarial entre os sexos, sob pretexto de que as mulheres teriam quem as sustentasse. O movimento feminista ganha forças como um aliado do movimento operário. Conquista mudanças decisivas nas sociedades ocidentais. O direito ao voto, o crescimento das oportunidades de trabalhoparamulheresesalários mais próximos aos dos homens, muito longe ainda de oportunidades e promoções equiparadas, o direito ao divórcio, o controle sobre o próprio corpo em questões de saúde, nomeadamente quanto ao uso de preservativos e ao aborto. Casa, carreira, filhos (ou a tripla jornada de trabalho), moral, ética, educação, corpo e beleza. Estes e outros tópicos continuam sobre a mesa apesar das lascas na estrutura patriarcal defamília.Odivórcio,osavanços tecnológicos e os novos relacionamentos redefinem os papéis. Escutam-se mesmo críticas ao nível do privilégio concedido a mulheres em disputas legais, do tipo custódia das crianças em caso de divórcio, ou em casos de assédio sexual. Há 151 anos, no dia 8 de Março de 1857, teve lugar aquela que terá sido, em todo o Mundo, uma das primeiras acções organizadas por trabalhadores do sexo feminino. Centenas de mulheres das fábricas de vestuário e têxteis de Nova Iorque iniciaram uma marcha de protesto contra os baixos salários, o excesso de carga horária e as más condições de trabalho. A manifestação foi violentamente dispersada pela polícia. Mas não a data. Desde 1975 é considerada pelas Nações Unidas como o Dia Internacional da Mulher. Em 2005, 47 países-membros dessa mesma ONU continuavam sem assinar ou ratificar a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher. Outros 43 fizeram-no. Com reservas. IRENE PIMENTEL Galardoada com o Prémio Pessoa 2007, a historiadora Irene Pimentel não tem dúvidas de que a sua (boa) relação com a História vem de cedo – 'tive óptimos professores no Liceu Francês'. Antes de fazer carreira na área, Irene, 58 anos, começou a fazer História por gosto, 'o que é logo bom sinal'. Quando resolveu fazer a licenciatura tinha 30 anos; antes disso trabalhou em livrarias, no Teatro ‘A Barraca’ e passou uma temporada em Paris. 'A ler, a absorver'. Agora tem sido altura de mostrar o que aprendeu e pesquisou, nomeadamente sobre o Estado Novo. 'Quis ver se os medos que eu tinha em relação à PIDE, que era um papão para mim, eram verdade', confessa Irene, que na altura do 25 de Abril 'era activa politicamente'. MANUELA FERREIRA LEITE Manuela Ferreira Leite 'aproveitou os feriados para ir a Londres ver a filha e o neto', conta Dias Ferreira, o irmão da primeira mulher a liderar o PSD em 34 anos. É com a imagem de avó extremosa que Ferreira Leite esbate (no plano familiar), aos 67 anos, o epíteto de ‘dama de ferro’, que lhe foi dado quando foi ministra da Educação e numa comparação à ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher. A economista, enquanto tinha os três filhos pequenos, 'colocou sempre as relações familiares em primeiro lugar', conta o irmão. Levada para o PSD por Cavaco Silva, Dias Ferreira acredita que este é o maior desafio político de Manuela Ferreira Leite. 'Espero que ela inove mais para o País do que para o PSD.' MANUELA MOURA GUEDES Regressar à apresentação do ‘Jornal Nacional’ às sextas – de onde foi afastada pela Prisa em 2005 – 'foi uma vitória profissional'. Já na vida privada, garante, 'não há vitórias, há alegrias e satisfações'. Casada com o director da TVI, a estação onde é subdirectora de Informação, Manuela, 52 anos, passou pela Faculdade de Direito de Lisboa no fim dos anos 70 - 'dei aulas ao 2.º ano de Direito Civil, mas os alunos acotovelavam-se e diziam:‘olha a menina da televisão’, por isso não continuei'. Preferiu o jornalismo, que diz não ter de ser 'justiceiro' mas de 'fazer justiça'. De cantar não abdicou, trauteia em casa. No passado é que a família 'não tinha paciência' para a ouvir cantar. Assobiar é uma das suas manias. MARIA JOSÉ MORGADO Desde que integrou a equipa que coordena o ‘Apito Dourado’, Maria José Morgado, 56 anos, passou 'a ter o apoio' de alguém que a transporta. Uma medida de segurança que a tem afastado do metro e dos autocarros - os transportes de eleição. 'Sou totalmente adepta dos transportes públicos, não me agrada a ideia do transporte individual', garante a coordenadora do DIAP, que não tem carta de condução. 'Eu? Não, isto não é só falar, temos que ser coerentes com o que defendemos', explica Maria José, que se licenciou em Direito pela Universidade de Lisboa e ingressou na magistratura do Ministério Público em 1979. A filha, de 30 anos, é instrutora de ioga, mas a procuradora nunca experimentou. 'Não temos que fazer as coisas só porque a família faz', considera. MAFALDA MENDES DE ALMEIDA A idade com que o BI apresenta Mafalda Mendes de Almeida é 'muito sábia' e a agenda preenchida já a prejudicou 'inevitavelmente' a nível familiar, confessa a directora da Mandala – a empresa que fez nascer em 1989 e que criou o bem-humorado ‘Contra Informação’. Se acaso fosse feito um boneco de Mafalda no ‘Contra’ seria um 'boneco gordo e imponente, sempre a tentar fazer dieta', graceja a produtora para quem 'cada projecto novo é o desafio mais compensador'. A fotografia, a jardinagem e o golfe ocupam os tempos livres de Mafalda, que percebeu que estava no caminho certo pouco antes de criar a produtora. Mas facilmente ela se imaginaria – e de bom grado – a 'dirigir um hotel cultural/biológico no meio da Natureza'. MARIA CARRILHO Ministra da Defesa. Já por mais de uma vez Maria Carrilho, deputada socialista eleita pelo círculo da Emigração, foi tida como a escolha mais provável para o cargo. Ela não perde tempo a pensar nisso. 'Interesso-me por fazer coisas. É por isso que estou na política', sublinha a socióloga licenciada em Roma e autora de uma tese de doutoramento sobre o papel dos militares na vida política portuguesa. Maria Carilho tem 66 anos e se não lhe interessasse tanto a política, provavelmente ter-se-ia dedicado às artes plásticas. MARIA CÂNDIDA SILVA Os 64 anos de Maria Cândida Silva, que foi em 1981 a primeira corretora de bolsa portuguesa, 'foram muito bem vividos'. Maria Cândida é a presidente da LJ Carregosa, a corretora mais antiga de Portugal, e onde ela começou a trabalhar – na altura era detida em 50% pelo seu pai. A corretora considera que foi 'um caminho natural'. Em 1981 abriu a Bolsa de Valores do Porto e foi aceite. 'Os primeiros anos foram uma travessia do deserto', diz Maria Cândida que sente que 'passaram séculos', em vez de décadas, desde então. Divor-ciada, tem nas duas filhas -uma economista e uma farmacêutica - o seu grande orgulho. 'São uns amores'. ISABEL JONET Quando, em 1994, Isabel Jonet deixou Bruxelas – onde trabalhara como intérprete da Comissão Europeia – e regressou a Lisboa, a ideia era ficar em casa para acompanhar o crescimento dos três filhos, em particular do mais novo, ainda bebé. Sim, a ideia era essa, mas ela julgou que não fazia mal oferecer-se como voluntária para trabalhar duas tardes por semana no Banco Alimentar Contra a Fome de Lisboa. Três meses depois participava na direcção da instituição. 'Estava longe de imaginar que ficaria 15 anos à frente do Banco Alimentar.' Os filhos estão criados e, além do BA de Lisboa, existem outros 12, que Isabel Jonet também criou. Isabel, 48 anos, é licenciada em Economia, ciência que estuda a administração de recursos escassos. Nunca tão escassos como quando se lida com a pobreza. Por isso é ainda mais importante saber administrá-los...

Mulher é peça-chave no sucesso do tratamento do homem com ejaculação precoce

  • " A mulher que tem um parceiro com ejaculação precoce acaba saindo com outros homens só para provar que é capaz "

O homem só supera o fantasma da ejaculação precoce quando encontra a mulher ideal. É o que acredita o ginecologista especializado em terapia sexual Amaury Mendes Junior, que conduziu uma pesquisa com seus pacientes e percebeu que os homens que tinham parceiras preparadas para lidar com o problema tinham uma taxa mais alta de cura. Estatísticas do Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas em São Paulo indicam que 30% dos brasileiros sofrem com a ejaculação precoce. Para Mendes Junior, a maioria lida com a situação em silêncio e só procura tratamento quando inicia um relacionamento sério. Em entrevista ao PINK HOT SEX, ele ensina como as mulheres devem abordar o tema com o parceiro. Por que a ejaculação precoce não é um problema exclusivo dos homens? Tanto o homem quanto a mulher ficam frustrados quando a ejaculação acontece nos primeiros segundos da relação ou até mesmo antes da penetração. E, ao mesmo tempo que um homem que sofre do problema e lida com fantasmas como a insegurança e o medo de criar vínculos, a mulher pode intensificar o distúrbio se adotar uma postura castradora, mandona ou autoritária. O homem pode se tratar sozinho, mas só vai ter sucesso mesmo quando encontrar o apoio de uma mulher que realmente entende e quer ajudá-lo a superar a situação. Como a mulher pode ajudar o parceiro? Antes de tudo, sugiro a prática de exercícios eróticos que desvinculem o sexo da penetração. O casal pode treinar o 'start stop', aquele joguinho de começar e parar carícias sem chegar ao orgasmo para ir aumentando cada vez mais a excitação. Outra dica é iniciar uma relação sem a pretensão de chegar ao final, ou seja, um dia o casal pode ficar só no sexo oral, no outro pode investir em banhos ou massagens sensuais. A idéia é tirar o foco do pênis e estimular o homem a reconhecer outras sensações. Muitas vezes, o homem com ejaculação precoce não repara que gozou ou não sente nenhum prazer com a ejaculação. Como a ejaculação precoce do parceiro afeta a mulher? Ela costuma ficar com a auto-estima péssima. A mulher sempre se sente culpada pelo problema, até porque é raro um homem chegar e falar que isso sempre aconteceu com ele. Ela começa a se achar pouco atraente, acha que não tem jeito para o sexo, que não sabe dar prazer ao homem de que ela gosta. Em muitos casos, a mulher que tem um parceiro com ejaculação precoce acaba saindo com outros homens só para provar que é capaz. É um problema que vai minando a relação. O que a mulher deve saber antes de discutir o assunto com o parceiro? o inicio de uma nova relação, é comum o homem ejacular mais rápido ou ter uma ejaculação precoce sem necessariamente ter um problema. Isso acontece por causa da ansiedade, da novidade e mais uma série de fatores. Mulheres que fazem da cama um palco, que querem mostrar que entendem tudo do assunto ou que são mais desinibidas também assustam o parceiro. Muitas vezes, a ejaculação precoce é causada pela pressão que o homem sente para agradar a mulher. Além disso, a ejaculação precoce no sexo sem vínculos também é muito mais comum. Uma relação sem um mínimo de intimidade quase nunca é satisfatória tanto para o homem quanto para a mulher. Mas, se existe intimidade e envolvimento e ainda sim o problema está presente, é preciso conversar para arrumar soluções.

" A mulher pode intensificar o distúrbio (no homem) se adotar uma postura castradora, mandona ou autoritária "

Como conversar sobre o assunto? Em primeiro lugar, nunca fingir que nada está acontecendo. O homem sabe que tem um problema, mas muitas vezes não quer admitir. O ideal é sentar para conversar, sem oprimir, sem criticar. Muitas mulheres falam que têm vergonha de tocar no assunto. Mas se ela não tem vergonha de ir para cama com aquele homem, tem que ter coragem para ser franca e lidar com aquilo que está incomodando. Só não vale tapar o sol com a peneira e fingir que o sexo está ótimo. A mulher que só faz sexo para agradar o homem vai estar sempre insatisfeita. A terapia de casal funciona nesses casos? Sim, se os dois participarem de sessões individuais também. Quando o casal resolve encarar o problema de frente, a taxa de sucesso é de 93%. Só que a terapia também pode mostrar que o casal não deve ficar junto. O homem e a mulher devem estar preparados para expor ressentimentos e angústias e avaliar se vale a pena investir naquela relação.

HIV: o vírus da discórdia

Esta semana ocorreu em Nova York uma conferência global sobre Aids patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com uma observadora crítica e bem informada – a epidemiologista americana Elizabeth Pisani (foto) – foram duas as principais conclusões do encontro. A primeira, divulgada por alto-falante, é que os médicos estão tendo enorme sucesso em tratar e manter vivas as pessoas contaminadas. A segunda conclusão, murmurada pelos corredores, é que a prevenção de novas infecções tem sido um fiasco. Logo, raciocina Pisani, há mais gente doente no mundo, vivendo mais, com uma noção decrescente de risco e ajudando a infectar outras pessoas. “A Organização Mundial da Saúde não quer falar sobre isso”, diz ela. “Mas o fato é que as novas infecções estão crescendo entre homens gays porque as pessoas estão jogando fora as camisinhas. Estamos investindo errado em prevenção”. Pisani, que é também jornalista e escritora, autora de um livro controverso (e não disponível em português) chamado A sabedoria das putas – burocratas, bordéis e o grande negócio da Aids, faz parte de um grupo barulhento de dissidentes que discorda da forma como o establishment global da saúde pública, ligado ao Departamento de Aids da OMS, vem combatendo a epidemia. Ela sustenta, essencialmente, que há duas epidemias de Aids – uma na África Sub-Sahariana e outra no resto do mundo – e que a OMS vem tratando o resto do mundo como se fosse a África, com perda de recursos e maus resultados. Na África Sub-Sahariana, como se sabe, os níveis de infecção são elevados – 5% da população adulta têm HIV, comparado, por exemplo, com 0,5% da população no Brasil – e a doença atinge, indiscriminadamente, homens e mulheres de todos os grupos sociais. No resto do mundo, sustenta Pisani, a epidemia está concentrada em homossexuais masculinos, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo e seus clientes. “É nesses grupos que temos de focar o trabalho de prevenção”, diz ela. “Mas não é isso que a OMS está fazendo.” Junto com Pisani, na contramão da OMS, está James Chin, um epidemiologista americano de origem chinesa com credenciais impecáveis. Professor de Berkeley, ele acompanha a evolução da Aids desde o seu surgimento nos anos 80 e – assim como Pisani – trabalhou por muitos anos em Genebra, na sede da OMS. É de Chin boa parte da metodologia estatística usada pela organização para avaliação e controle da doença. Pois Chin afirma que a OMS exagera os números e os riscos globais da Aids, acusa a instituição de ter um entendimento “politicamente correto” da doença e (o mais espetacular) sustenta que, fora dos grupos de risco tradicionais – homossexuais masculinos, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo –, não há possibilidade real de epidemia. “O vírus HIV continua concentrado em populações de comportamento de alto risco e é incapaz de provocar uma epidemia na vasta maioria das populações heterossexuais”, diz Chin. Atenção: isso não quer dizer que não haja risco pessoal de contaminação pessoal – eu, você, ele ou ela – mas, apenas, que é virtualmente impossível que a doença transborde em larga escala para fora das chamadas populações vulneráveis. A exceção, claro, é a África Sub-Sahariana, onde isso já aconteceu. Na semana passada, essa discussão explodiu na imprensa mundial depois que o chefe do departamento de Aids da OMS – Kevin de Cook – disse ao jornal inglês The Independent (no domingo 7) que seria “muito improvável que houvesse uma epidemia heterossexual (de Aids) em outros países“ (fora da África Sub-Sahariana). A declaração reverberou, causou furor entre especialistas no encontro de Nova York e provocou um desmentido oficial do próprio Cook, quatro dias depois. “Globalmente, o HIV ainda é largamente impulsionado pela transmissão heterossexual” escreveu ele. Foi um desmentido pela metade. Linhas depois, na mesma nota oficial, ele explica que “a transmissão homossexual continua a impulsionar a epidemia entre profissionais do sexo, seus clientes e os parceiros de seus clientes”. Isso não é substancialmente diferente do que diz Chin – fora da África a epidemia está confinada a grupos específicos – e revela ambivalências no topo do Departamento de Aids da OMS. O que isso tem a ver com o Brasil? É possível haver divergências sobre números tão categóricos? Sim. Pisani diz que as estatísticas de Mariângela não descrevem a realidade global. “Chin está certo quando trata da epidemia global e Mariângela está correta no que diz respeito ao Brasil”, diz Pisani. “Seu país é uma exceção mundial.” Depois de se desdobrar em elogios ao trabalho do governo brasileiro no combate a Aids – capaz, segundo ela, de conter a expansão da infecção e ao mesmo tempo dar assistência aos doentes – Pisani explica que, a seu ver, o Brasil é único quando se trata da doença. Aqui, ela acredita, misturam-se padrões de comportamento sexual parecidos com os da África com atitudes de risco típicas de outras partes do mundo ocidental. O resultado, diz ela, é um padrão de epidemia intermediário entre a África e o resto do mundo. “Se o governo brasileiro não agisse de forma tão eficiente na prevenção, o Brasil poderia ter um cenário de Aids como o da África”, diz ela. Comportamento sexual de tipo africano significa que as pessoas – homens e mulheres – mantêm simultaneamente vários parceiros sexuais. Quando muita gente faz isso, sem proteção (isto é, sem preservativos) a probabilidade de infecção generalizada cresce enormemente. É simples de entender: se um homem casado tem sexo regularmente com uma colega de trabalho e com uma garota que conheceu na rua, pode infectar três mulheres diferentes. Se elas também fazem sexo desprotegido com outros parceiros, amplia-se a possibilidade de introdução do vírus HIV no circuito. Pior: se o parceiro de uma delas for bissexual, a chance disso ocorrer aumenta, porque entre homens que fazem sexo com outros homens a possibilidade de contaminação é 11 vezes maior do que numa relação.
Por que, então, o cenário africano não se materializou no Brasil? Primeiro, porque não se sabe se o comportamento das pessoas corresponde ao descrito no parágrafo acima. A liberação sexual do país é um fato, mas as pessoas podem ser muito mais monogâmicas do que o imaginário nacional (e internacional) supõe. A outra possibilidade é que, ainda que mantenham múltiplos parceiros, os brasileiros e brasileiras aprenderam a lição e estão usando preservativos. “Eu penso que uma das grandes vantagens do Brasil na prevenção é que as pessoas são orgulhosas da sua sexualidade”, diz Pisani. “Em países dominados pela moral vitoriana, as pessoas dizem uma coisa e fazem outra, e isso torna tudo mais difícil.” Qualquer que seja a situação, ajuda muito na contenção da doença o fato de que o HIV não é um vírus muito infeccioso. Pisani diz que ele é difícil de pegar em relações sexuais normais (que não envolvam sexo anal, por exemplo), se uma das partes não estiver com grandes quantidades de vírus no organismo. E quando isso acontece? O período mais virulento de transmissão é nos dois ou três meses seguintes à contaminação, quando o vírus está se replicando furiosamente e o corpo ainda não começou efetivamente a combatê-lo. Passado este período, há um intervalo de cinco a 10 anos em que a quantidade de vírus é baixa e a possibilidade de infecção menor. Mais tarde, quando o HIV vence as barreiras do sistema imunológico e volta a se multiplicar, o perigo aumenta – mas, então, a pessoa estará magra e doente, e não terá chance de contaminar muita gente. Em Nova York, quando falou a ÉPOCA por telefone, Mariângela Simão estava preocupada com a possibilidade de que prevalecesse, na mídia e na população em geral, a percepção de que não há risco de Aids para heterossexuais. “Essa é uma idéia perigosa”, diz ela. A diretora do programa nacional de Aids teme que a direção da OMS esteja se inclinando para posições que ela considera erradas – e que estão presentes nos artigos de James Chin. Uma dessas posições é a “medicalização” do combate à epidemia, representada, por exemplo, pela idéia da circuncisão em massa. Ela foi apresentada em um texto recente da revista The Economist como panacéia universal contra a transmissão do HIV. Estudos mostram que a circuncisão reduz a possibilidade de infecção em populações com índices elevados (mais de 15%) de prevalência de HIV. “Alguém acha que é possível baixar um avião cheio de médicos e circuncidar milhões de pessoas na África?”, pergunta Mariângela. A outra tendência detectada pela médica brasileira é a de combater a epidemia com a pregação da abstinência sexual. Isso foi tentado pelo governo Bush nos Estados Unidos, diz ela, e não funcionou, mas continua voltando à agenda por trás de argumentos sobre o “comportamento sexual” das pessoas. “Há juízos morais por trás dessas coisas”, diz ela. Exemplo de sucesso no mundo inteiro, a campanha brasileira de combate à Aids assume que as pessoas farão sexo quando, como e com quem quiserem – e insiste com uma mensagem simples e fácil de entender, a da proteção permanente. Os números de São Paulo, capital nacional da epidemia, sugerem que esse método funciona. Em 1995, no auge da crise, foram notificados 4 112 novos casos de Aids na cidade. Em 2007 eles foram 1 693 – 34% a menos do que no ano anterior. De acordo com Mariângela Simão, diretora do Programa Nacional de Aids do Ministério da Saúde, quase nada. No ano passado, apenas 13% dos novos casos de Aids no país envolveram homossexuais. “Há um crescimento evidente do número de casos entre heterossexuais”, diz ela. “Isso é tão claro que dizemos que epidemia está se feminilizando.” Vinte anos atrás, havia no Brasil 27 homens infectados por HIV para cada mulher. Hoje, essa proporção caiu para 1,6 homens por mulher. A tendência é clara, diz a epidemiologista brasileira – e é a mesma em toda parte. Os gráficos da OMS mostram que entre 1990 e 2007 cresceu o número de mulheres infectadas em todas as partes do Terceiro Mundo e da Europa Oriental. Na África ao Sul do Sahara, as mulheres são 60% dos doentes. Na América Latina e na Europa Oriental o percentual está por volta de 26% – 14 pontos percentuais acima de 1990.

Cathouse - O Rancho das Coelhinhas

Para a maioria das pessoas, o termo ‘prostituta’ está associado à imagem de uma menor de minoria étnica com uma mini-saia a fumar crack numa esquina. Queremos destruir esse mito', afirma Dennis Hof, proprietário do mais famoso bordel dos EUA, o Moonlite Bunny Ranch, em Carson City, no Nevada, um dos estados norte-americanos onde a prostituição é legal. É aqui que decorre a acção de ‘Cathouse – O Rancho das Coelhinhas’, uma série documental da HBO filmada ao estilo de reality show que acompanha o quotidiano no bordel e que a SIC Radical estreia ainda neste mês. ‘Cathouse’ utiliza câmaras ocultas para daraconhecer tudooquese passa no Bunny Ranch.Nos primeiros episódios podemos ver uma mãeque leva o seu filho de 22 anosao bordel para que este perca a virgindade, dois irmãos que querem compartilhar a mesma rapariga, um casal que se diverte com duas prostitutas em quartos separados e loucas despedidas de solteiro, algumas delas com celebridades. Mas ‘Cathouse’ não destaca apenas o lado ‘profissional’ do bordel. Nos momentos de ócio, as prostitutas conversam sobre os prós e os contras dos seios de silicone, partilham as fantasias mais excêntricas dos clientes, discutem preços e tão depressa se envolvem em brigas como se divertem às compras. 50 ANOS DE SEXONEGÓCIO DE MILHÕES O Moonlite Bunny Ranch existe desde 1955 na Moonlight Road, n.º 69. Foi comprado em 1993 por Dennis Hof, um cliente habitual que tornou a casa célebre ao oferecer sexo grátis aos soldados regressados do Iraque. O negócio tornou-se tão rentável que estrelas da pornografia trocaram os filmes pelo rancho.

Ilusão de sexo livre atrai turistas na China

O povo mosuo, um grupo que vive às margens do Lago Lugu, no sudoeste da China, tem uma sociedade centrada nas mulheres. Para muitos casais mosuo, viver em casas separadas e ter outros parceiros sexuais é normal e até fortalece os relacionamentos. Os mosuo são cerca de 30 mil pessoas e vivem principalmente nas províncias de Yunnan e Sichuan. "Não temos nenhuma promessa de passar a vida juntos. Não há necessidade", afirma Ah Ke Da Ma, que tem um filho de 7 anos com um amante. "Nós só vivemos da melhor maneira possível, porque, na nossa sociedade matriarcal, mudamos de amantes, mas parentes de sangue nunca mudam." "Estamos juntos há sete ou oito anos, mas ainda sinto a mesma coisa por ela", diz o amante de Da Ma. "Passaram-se vários anos, mas ainda estamos apaixonados." Alguns dizem que são justamente os hábitos diferentes dos mosuo que fazem a sociedade ter praticamente criminalidade zero, embora não existam estatísticas ou estudos para confirmar a teoria.

Ninguém vive sem sexo!

No Dia dos Namorados, o blog Assim Como Você, do jornalista Jairo Marques, fala sobre sexualidade de pessoas com alguma deficiência física. "Os motéis lotados, beijos ardentes, e o Assim como Você no clima de amor, sexo, romance, flores e vinhos (e também algumas cadeiras de rodas, muletas, próteses, bengalas...)" O jornalista comenta que é comum pessoas sem deficiência física acharem que alguém com limitações, sobretudo a paralisia, seja impotente. Marques esclarece que algumas pessoas que tiveram lesões medulares graves [devido a um acidente, por exemplo] podem perder a sensibilidade, mas há medicamentos que resolvem alguns dos problemas --e mesmo quando eles não funcionam, há ainda outra saída, diz o jornalista: "Corro o sério risco de cair no lugar comum falando isso, mas, acreditem, transar e transar deliciosamente é algo muito, muito além de apenas juntar 'aquilo' com 'aquilo'." "É possível ter imenso prazer com um carinho no tocar de um mamilo, com unhas percorrendo as costas, com um carinho no rosto, com um perfume acertado, com um beijo bem beijado", comenta. "Um deficiente bem resolvido descobre que o corpo tem pontos que podem despertar emoções explosivas."

Inspire-se nas cenas de cinema e apimente o sexo

Não é de hoje que o cinema desperta fascínio em seus espectadores. A possibilidade de vislumbrar na tela cenas que são desejadas na realidade ou que por serem fictícias permitem que as pessoas vivam suas emoções sem medos atraem fãs de todo o mundo. E se o cinema é tão bom como forma de entretenimento, por que não se aproveitar dele para buscar inspiração na hora da transa? Certamente a beleza dos atores, figurinos, cenários e mesmo as trilhas sonoras contribuem para que as cenas de sexo explícito ou mesmo as que apenas dão a entender que a transa está acontecendo sejam tão excitantes. E nada impede que você pegue emprestado de Hollywood e também do cinema nacional um pouco de inspiração para que o clima esquente entre as quatro paredes. São filmes, cenas e posições para todos os gostos. Aprecie e veja qual é a transa que mais combina com seus desejos e fantasias.

O Sexo ou a Pátria ?

A ilha da polémica. Lesbos, terceira maior ilha grega, com 90 mil habitantes, está na origem do termo lésbica, que designa as mulheres lá nascidas e as que assumem a sua homossexualidade. Entre as primeiras, e respectivos familiares, há quem não goste da partilha. O duelo de significados segue esta semana num tribunal de Atenas "Grupo de residentes na ilha grega de Lesbos leva lésbicas a tribunal". Para muitos - ou, pelo menos, para muitas - será a sétima maravilha do Mediterrâneo. Para todos, é a sétima maior ilha do Mediterrâneo. Lesbos, pedaço de terra (1630 quilómetros quadrados) alojado no Nordeste do mar Egeu, deve a sua fama à interpretação dos poemas de Safo, mulher a quem se atribuem amores homossexuais e que se calcula ter ali nascido entre 630 e 612 a. C., mais precisamente em Eressos, cidade costeira. Tendo Lesbos, segundo a mitologia, sido o deus patrono da ilha grega, e assim dado nome aos seus habitantes, Safo foi quem a celebrizou no mundo, inspirando a aplicação do termo lésbica para designar mulheres homossexuais. Sobre o mito, então, outro mito se criava: o de Lesbos como "santuário" das lésbicas. A abençoá-lo, a coincidência simbólica de dois picos montanhosos de altitude semelhante, como seios, dominarem o seu terreno de origem vulcânica e hoje coberto, a 40%, por oliveiras e árvores de outros frutos e, a metade dessa percentagem, por florestas de pinheiros e carvalhos. Há acasos fantásticos.Claro está que, do ponto de vista turístico, a ideia (de alguém, não se sabe quem) trouxe proventos. Mas, como todas as ideias vivas, também trouxe maus ventos. Por um lado, a ilha ter-se-á convertido, para algumas lésbicas de todo o mundo, no que o túmulo de Jim Morrison representa para alguns fanáticos dos The Doors, ou seja, um local de visita obrigatória. Por outro, a sua colagem a uma orientação sexual que esse mesmo mundo nunca confiou verdadeiramente ao domínio da "normalidade" tornou-se um peso contínuo sobre os ombros de alguns habitantes, em particular de alguns homens casados e respectivas mulheres, pais e respectivas filhas, irmãos e respectivas irmãs. Espanta é que, tendo isto tanto tempo, e estando o planeta numa era de abolição de fronteiras (geográficas, raciais, religiosas, sexuais, etc.), tal peso venha hoje, em pleno século XXI, à tona judicial e, logo, mediática. Mas aconteceu, recentemente. Foram três os naturais de Lesbos que levaram um grupo de defesa dos direitos homossexuais a tribunal por usar a palavra lésbica para definir mulheres que desejam sexualmente mulheres. Um deles, Dimitris Lambrou, queixou-se de que a irmã "não pode dizer que é lésbica", explicando não ser o recurso à justiça "um acto agressivo contra as mulheres homossexuais", mas apenas uma reivindicação para que aquele grupo, especificamente, retire a incómoda referência do seu título (chama-se Comunidade Lésbica e Homossexual da Grécia).A justificação de Lambrou radica na História. "A nossa designação geográfica foi usurpada por certas mulheres que não têm ligação de espécie alguma a Lesbos", reclama. Para ele, nem mesmo Safo as... safa: "Ela não era gay, mas, mesmo que fosse, como podem as pessoas da ilha ser consideradas, por isso, homossexuais? Nós somos lésbicos há milhares de anos, ao passo que essa conotação é recente." O caso vai à barra de Atenas a 10 de Junho. Portugal que se cuide, não vá o Diabo tecê-las...Humor à parte, é de amor que se fala. De amor próprio. De amor à liberdade. De ambos os lados: se umas (e uns, em sua defesa) lutam por se desprender de um estigma, outras (e outros, em sua defesa) lutam por se desprender de outro. Umas querem ser lésbicas no significado afectivo/sexual, outras querem sê-lo no significado patriótico. Umas querem o contrário das outras. Uma palavra divide-as. Pelos vistos, uma palavra também pode valer mais que mil imagens.

Casais estão interessados em fazer sexo no espaço

Cientistas estão ficando preocupados com o crescente número de casais interessados em ter relações sexuais no espaço. "Várias pessoas estão buscando informações", disse Will Whitehorn, presidente da Virgin Galactic, ao jornal Daily Star. A empresa planeja enviar turistas ao espaço no ano que vem. "Um casal perguntou sobre a possibilidade de um vôo fretado para que eles possam ser os primeiros a fazerem sexo no espaço e entrarem para o Livro Guinness dos Recordes. Também recebemos propostas de pessoas querendo fazer um filme no espaço", disse Whitehorn. Mesmo que existam boatos de que dois tripulantes do Shuttle Nasa 1996 já tenham realizado a experiência, o especialista em medicina espacial James Logan insiste que a falta de gravidade tornaria difícil a execução do ato sexual no espaço. Ele também acredita que os primeiros turistas estarão mais interessados em apreciar a incrível vista. "A relação sexual com gravidade zero seria um exercício bastante descontrolado, honestamente. Já o sexo com a gravidade de Marte pode vir a ser bastante interessante", disse Logan. A primeira missão para Marte deverá ocorrer em algum momento deste século.

Orgasmo, tire todas as suas duvidas!

  • O tema é orgasmo e quem responde às questões das leitoras é a psicóloga Bella Cirá, cordenadora do projeto PINK HOT SEX no Brasil.
Uma questão de... cheiro! Respire fundo e responda rápido: o cheiro do seu parceiro atiça a sua libido? Parece que nem tudo se explica pela famosa "química de pele". Mais vezes do que imaginamos, as coisas acontecem -ou não- por causa dos cheiros. Depois de analisar o comportamento de 76 casais, psicólogos da Universidade de Londres verificaram que o número de relações sexuais aumentou depois que essas pessoas passaram a usar perfumes à base de feromônios -substâncias liberadas pelo suor que teriam a capacidade de despertar nosso instinto sexual. 1. Eliane (Rio Grande do Norte)Transo com meu namorado há dois anos e nunca tive um orgasmo. Ele me pressiona e eu me sinto cada vez mais frustrada. O que devo fazer? Essa dificuldade é comum: cerca de 30% das brasileiras com vida sexual ativa nunca tiveram um orgasmo durante a relação sexual. Antes de se preocupar com o relacionamento ou com ele, pense em você. Tente descobrir a origem do problema: às vezes, a ausência de orgasmo tem relação com alguma questão emocional -ter vivido num ambiente de culpa com relação ao sexo, por exemplo. O motivo também pode ter a ver com uma desilusão amorosa, com uma experiência anterior ruim, com o desconhecimento do próprio corpo, com ansiedade, com princípios religiosos rígidos etc. Investigue-se e, se for o caso, procure ajuda de um psicólogo especializado em sexualidade. 2. Luciana (Piauí)Não consigo prazer na penetração como o que tenho com o sexo oral. Por qué?
É simples: durante a penetração, o contato com o clitóris é indireto. Músculo e mucosa separam o pênis do corpo do clitóris (que fica na parte interna da vagina). Durante o sexo oral ou com o toque manual, você recebe um estímulo direto na "cabecinha" do clitóris (que se localiza na parte externa da vagina). Esse contato direto provoca uma sensação muito mais intensa. E não tem por que se sentir mal, ao contrário -o que importa é que você encontrou um canal de prazer. 3. Marina (Acre)Tenho orgasmo várias vezes quando transo. Isso é normal?
Isso é normal e ótimo! O fato de ter vários orgasmos numa única relação indica que você está entregue e inteira no momento do sexo. 4. Cris (Recife)Na transa, meus orgasmos não são tão fortes como os que sinto com o vibrador. É melhor mesmo? Não dá para dizer que é melhor, mas, sem dúvida, é diferente. Com o vibrador, você conduz a situação, controla a intensidade, o ritmo, a posição, o ponto em que deseja ser tocada. Talvez relaxe e até se sinta mais à vontade para fantasiar. Em compensação, a transa tem o olho no olho, o contato, a "pegada"do parceiro... De jeitos diferentes, as duas experiências podem ser prazerosas. 5. Ju (São Paulo)Sinto desejo, gosto de sexo, mas acho que nunca tive um orgasmo. Como saber se gozei ou se apenas estou lubrificada? A sua pergunta sugere que, provavelmente, você nunca teve um orgasmo. Apesar de durar poucos segundos, a sensação é intensa e vem acompanhada de um relaxamento profundo. Você não teria dúvidas... Gostar de sexo é importante; sentir desejo, mais ainda. Mas talvez você precise se soltar mais -sentir-se à vontade com o parceiro é essencial para ter prazer. Se essa dificuldade persistir, procure um especialista. 6. Joice (Santa Catarina)Tenho vontade de fazer sexo sempre, todos os dias. Percebo que meu marido fica um pouco incomodado com esse meu querer em excesso... Tem como tornar o sexo menos importante para mim? Que bom que o sexo é importante para você! E também deve ser para o seu parceiro, só que ele, como muitos homens, provavelmente aprendeu que a iniciativa tem que ser dele na maior parte das vezes. É possível que ele esteja assustado com o seu comportamento que, aliás, não tem nada de errado. Tente entender as razões dele, e deixe claro que você gosta de transar com ele. Por trás desse incômodo, talvez exista um medo de que o seu desejo a faça querer transar com outros homens. 7. Célia (São Paulo)Não sei se meus orgasmos são muito rápidos ou pouco intensos. Dá para ser melhor? A intensidade do orgasmo varia de pessoa para pessoa, mas também depende do dia, das circunstâncias etc. Há momentos em que estamos mais excitadas e propensas a sentir um orgasmo mais forte. Na hora do sexo, tente se concentrar nas suas próprias sensações em vez de ficar tão preocupada com o orgasmo. Se você mergulhar e curtir a relação, um orgasmo intenso será conseqüência. 8. Sandra (Bahia)Costumo demorar para ter um orgasmo. Às vezes, meu parceiro cansa de esperar e acaba ejaculando antes. Tem algum jeito de chegar lá em menos tempo? Em primeiro lugar, que bom que você chega lá! Em vez de ficar preocupada em atingir o auge mais rapidamente, converse com ele sobre o seu ritmo. Às vezes, uma brincadeira nova muda o clima do sexo e ainda pode ajustar essa sintonia entre vocês. Que tal lançar mão de um banho a dois ou de uma massagem erótica, com géis especiais para aumentar a sua excitação e deixá-la mais preparada para o orgasmo no momento da penetração? O único cuidado, nesse caso, é não massagear diretamente o pênis -evite tocar o órgão genital dele, pois a brincadeira pode acabar surtindo efeito contrário, antecipando mais ainda o prazer dele. Independentemente disso, esse é o caso de se perguntar: será que você está demorando muito ou é ele que está ejaculando rápido demais? Se chegar a essa conclusão, converse com ele e procurem a orientação de um especialista 85% das leitoras acham que uma transa deve durar entre dez e 20 minutos. Toda a calma dessa hora não bate com o resultado divulgado pelo Journal of Sexual Medicine, sobre uma pesquisa recente e que concluiu: uma relação sexual satisfatória dura entre três e 13 minutos.

Atriz pornô dá dicas de sexo para todos os gostos.

Aos 26 anos, Bruna Ferraz - que iniciou sua carreira no extinto Teste de Fidelidade - não resistiu ao terceiro convite para protagonizar um filme pornográfico para a produtora Brasileirinhas. "Sou atriz pornô há alguns meses. Já havia sido convidada para participar de filmes, mas agora não consegui recusar por causa do cachê que foi bem alto", contou.Entretanto, a morena não teve de fazer grandes esforços para atuar. "Gosto de fazer sexo até demais", explica. Não é à toa que suas cenas com Júlia Paes, a ex-namorada de Thammy, no longa-metragem A garota da web sex ficaram picantes e pra lá de excitantes. "Consegui ter prazer nas gravações, porque tenho manha com as câmeras", diz.O sexo homossexual não é problema para ela, aliás, é umas das opções praticadas por Bruna. "Adoro beijar a três. Já transei com um homem e uma mulher, mas gosto mesmo de ver meu parceiro fazendo sexo com outra", afirma.Para deixar uma mulher com tesão durante a transa, a atriz aconselha a tratá-la com muito carinho, fazer carícias bem devagarinho e dar beijos aqui e ali. "Com meu jeitinho já dei prazer a mulheres que diziam não gostar de sexo lésbico", diz.O sexo oral, segundo Bruna, fica ainda mais gostoso quando há brincadeiras com leite condensado e mel. E para enlouquecer um homem na cama, a dica da morena é comandar sem deixar de ser manhosa. "Os homens ficam loucos de tesão quando eu gemo fazendo caras e bocas".Mas, o anal é a prática de sua preferência. "Sinto tanto prazer quando eu sinto o pênis lá dentro", afirma. Bruna diz que o segredo para um anal delicioso é caprichar nas preliminares, porque o tesão vem à tona. "As melhores posições são ficar de quatro ou de lado. Usar gel facilita, porque quando você se dá conta já rolou".A atriz ainda conta como levá-la ao êxtase. "Gosto de comandar, mostrar ao outro o que quero. Apesar de adorar transar de quatro, prefiro ficar em cima. E o que me deixa excitada é quando o parceiro fala besteiras e me chupa durante o sexo", diz.

Confira aqui todas as razões para fazer sexo com muito prazer

  • Desfrutar de um ou dois orgasmos por semana significa mais que algo prazeroso. Segundo pesquisa apresentada pelo médico Eusebio Rubio durante o IV Congresso Brasileiro de Educação, Orientação e Terapia Sexual, as relações sexuais freqüentes podem diminuir significativamente a possibilidade de um homem de mais de 20 anos sofrer alguma enfermidade coronária. No entanto, eles não são os únicos beneficiados. Para as mulheres, o sexo não somente significa prazer, mas também é o responsável por deixá-las mais belas e atrativas.
Perda de peso 1- É possível queimar até 560 calorias em uma relação sexual. 2- O sexo é um dos exercícios mais completos que existe, já que entram no jogo todos os músculos do corpo.Mais feliz 3- A prática do sexo ajuda a curar as depressões leves, pois faz circular a endorfina por meio do sistema sangüíneo, o que produz uma agradável sensação de euforia e bem-estar. 4- Um encontro sexual ajuda a aumentar a auto-estima, uma vez que a pessoa se sente muito desejada. Relaxe 5- A desculpa de que "hoje não porque estou com dor de cabeça" é uma grande mentira. Fazer amor relaxa a tensão que comprime os vasos sanguíneos cerebrais, por isso, alivia as dores de cabeça. 6- É um ótimo remédio contra a insônia, já que com as mudanças bioquímicas que ocorrem durante o ato sexual o corpo relaxa e entra em um estado de sono profundo.Menos irritada e mais atraente7- Um corpo sexualmente ativo agrega maiores quantidades de feromônios - os hormônios da atração. 8- Fazer amor alivias as tensões nervosas. E por estar menos irritada, você consegue desempenhar melhor as atividades de sua rotina. Saúde mental em dia. 9- O sexo é o melhor tranqüilizante do mundo, muito mais eficiente que qualquer prescrição médica. 10- A prática com regularidade melhora notavelmente sua saúde mental, já que o sexo permite a liberação do excesso de adrenalina. Beleza acentuada. 11- Ao se envolver no ato sexual, a mulher produz o dobro da quantidade de estrógenos - hormônio responsável por manter a pele macia e o brilho no cabelo. Além do mais, retarda o processo da osteoporose e protege contra a hipertensão. 12- Suar (resultado inevitável do sexo) é saudável para a pele, pois contribui para a limpeza dos poros. Além de eliminar as possíveis dermatites, erupções e manchas cutâneas. Lábios e pernas mais lindas. 13- Beijar com freqüência permite que os lábios melhorem sua forma, cor e aparência. 14- Fazer amor ajuda a prevenir as celulites, uma vez que ativa a circulação dos fluídos linfáticos, que são os encarregados de eliminar bactérias, toxinas e outras substâncias que se acumulam especialmente nos músculos. Treino desportivos. 15- O sexo é divertido, excitante e, acima de tudo, grátis.16- As relações sexuais freqüentes melhoram o condicionamento físico. 17- O sexo é um antihistamínico natural: pode desbloquear narinas congestionadas. Cura de todos os males. 18- A prática do sexo protege contra os problemas digestivos. Mas isso sempre e quando não venha logo depois de uma "atração gastronômica". 19- As relações sexuais constantes podem aliviar as dores de artrite, melhorar a circulação e a produção de glóbulos vermelhos.

Britânico que trocou de sexo casa com ex-esposa

Uma escritora britânica que mudou de sexo nos anos 70 se casou novamente com a mulher com quem havia se casado quando era homem, há 60 anos. Jan Morris, que nasceu James Humphrey Morris, se divorciou da mulher Elizabeth em 1972, depois de uma operação para mudar de sexo. Apesar do divórcio, as duas continuaram a viver juntas em Llanystumdwy, no País de Gales. Morris, que foi considerada pelo jornal The Times como a 15ª mais importante escritora britânica do pós-guerra, fez o anúncio de seu novo casamento no programa Bookclub da Radio 4 da BBC, quando falava sobre o seu mais recente livro. "Eu acredito que eu tenho uma vida completa - até agora tem sido assim e ficará ainda mais completa por duas razões", disse Morris. "Uma delas é que eu escrevi um livro para ser publicado depois de minha morte e que já consegui vender aos editores. A outra é mais emocionante e eu ainda não contei prá ninguém." "Eu tenho vivido com a mesma pessoa por 58 anos. Nós éramos casadas quando eu era jovem...daí essa mudança de sexo aconteceu, então nós obviamente nos divorciamos, mas nós continuamos a viver juntas." "Então eu queria fechar essa história de uma maneira bonita e, na semana passada, nós realizamos uma união civil", completou a escritora. Antes de se tornar escritora, Morris era jornalista e cobriu a conquista do Everest em 1953. Ela escreveu um livro sobre a história do Império Britânico enquanto o procedimento para mudança de sexo ainda estava sendo concluído. Morris também é conhecida por seus livros de viagem. Ela escreveu sobre lugares como Hong Kong, Veneza e Oxford.

Beijo e Sexo como atividade física?

Engana-se quem pensa que só os músculos da boca e a língua trabalham durante o beijo. Todo o seu organismo entra em ação, além dos seus cinco sentidos: paladar, olfato, audição, visão e tato e do coração, que também dispara. Se normalmente ele dá de 60 a 80 batidas por minuto, na hora do beijo acelera em até 150 batidas por minuto; -Nada menos do que 29 músculos faciais fazem hora extra por causa de um simples beijo 'selinho' Um beijo mais demorado, de língua, cehga a exercer uma pressão de 12 quilos sobre os lábios. Um beijo que se dá num bebê pode ser pesado em gramas. Segundo os estudiosos, um beijo intenso de 10 segundos de duração, é capaz de queimar 12 calorias. Sexo como Desporto? A atividade sexual é um dos muitos parâmetros utilizados para aferir o nível global de saúde de um adulto. Em teoria, quanto maior a quantidade e a qualidade do sexo que você pratica, mais saudável você está. A atividade sexual é um dos muitos parâmetros utilizados para aferir o nível global de saúde de um adulto. Em teoria, quanto maior a quantidade e a qualidade do sexo que você pratica, mais saudável você está. É uma conseqüência fisiológica das coisas: o objetivo de sua programação genética é a procriação, principalmente se estiver com saúde. E para tanto você deve se envolver em relações sexuais. A importância da atividade sexual em nossas vidas é inquestionável (não estaríamos aqui se não fosse por ela). A atividade sexual pode ser útil para queimar calorias? Dez minutos de relação sexual consomem cerca de 45 calorias, quase a mesma quantidade de energia que você gasta para ficar de pé, dormir, estudar ou falar ao telefone por meia hora. Mas os especialistas afirmam que o prazer destas atividades pode não ser tão intenso, justificando tranqüilamente sua escolha pela primeira alternativa. Se contabilizarmos a a fase de aquecimento dos motores, e considerarmos que seus 10 minutos de sexo foram precedidos por 10 minutos de preliminares, o gasto mal atinge 70 calorias menos do que o necessário para arrumar os móveis da sala. Fazer compras, buscar as crianças na escola, preparar a janta e colocá-las para dormir é uma rotina capaz de consumir mais de 200 calorias. Em valores totais, seria algo como manter 5 relações sexuais completas no intervalo de poucas horas. Não surpreende que ao final do dia você sinta toda aquela fadiga e nem pense em culpar o trânsito! Deixando de lado a vida doméstica e partindo para a academia, para uma pessoa média atingir um estágio sarado será necessária pelo menos uma hora de malhação, 4 vezes por semana, durante 1 ano. Isso significa um investimento de 70.000 calorias, o equivalente a 1.600 relações sexuais ou cerca de 260 horas de sexo ininterrupto. O Atletismo Sexual, portanto, não deveria sequer constar na lista das 100 melhores práticas desportivas de todos os tempos, pelo menos não do ponto de vista de gasto energético ou de condicionamento cardiopulmonar. A explicação para o resultado desta pesquisa é bem simples: quando lidamos com Sexo, não estamos falando de controle da obesidade, queima de calorias ou reengenharia de músculos, mas da celebração máxima da cumplicidade afetuosa entre dois seres humanos. Isso, sim, é o que verdadeiramente importa.

Acessórios e softwares facilitam sexo virtual

Os cientistas sabem que a mente humana é obcecada pelo sexo. E se ele for combinado com a tecnologia, ampliam-se as variantes possíveis para o prazer. Alguns acessórios conectados ao computador estão marcando o caminho de como poderá ser a sexualidade em um futuro não muito distante.O iBuzz é um brinquedo sexual que se conecta ao iPod e funciona como um vibrador. Seus criadores miram o mercado feminino, mas não descartam homens que busquem uma estimulação mais prolongada. Para acelerar o movimento deste aparelho, deve-se subir o volume do tocador. Ou seja, sexo ao ritmo da música. O iBuzz tem sete modos de vibração e pode ser conectado a qualquer aparelho portátil de música. Já o "OhMiBod" é uma variação do gadget para tocadores dedicada aos telefones celulares. Quando o celular toca, o aparelhinho começa a se movimentar e pára quando se desliga o telefone. O inventor Eric White quis ir além ao criar uma espécie de chapéu que denominou "Máquina de sexo virtual" (MSV). É um aparelho que dá prazer mediante uma combinação de aspirador frontal, que opera com um motor, e um estimulador posterior que, segundo White, lhe dá "uma apimentada a mais". O aparelho conta ainda com uma pequena tela que se coloca, como se fossem lentes, que permite sincronizar filmes pornôs em um DVD externo. Inclusive, White procurou produtoras que pudessem criar vídeos especialmente para o MSV. "Quero ser lembrado como o homem que inventou o sexo virtual", disse ele. Uma dose de realidade, ou o que mais se aproxime dela, parece ser fundamental no sexo virtual. Assim, surgem diversos sites e softwares voltados ao chamado "sexo 3D", que consiste em dar vida a um personagem próprio que vai interagir com outro. O "Virtual Reality Interactive Sex Women" tem como protagonista "Eve", que é capaz de realizar 16 posições. Diferentemente de outros jogos similares, aqui é o usuário que controla a situação mediante posicionamento de câmeras para dirigir a ação. "3D Sex Games" é outro site neste estilo, tendo várias mulheres virtuais. E homens também. Aqui, o usuário pode escolher o cenário onde se desenrolará a trama, criar novos personagens e escolher joguinhos e acessórios para a fantasia virtual.