Andressa Soares, a Mulher Melancia, quer levar seus fãs à loucura nos shows. Em seu novo funk com o MC Biju, A Dança do Aviãozinho, a morena simula fazer sexo com o parceiro. Ela rebola até o chão, enquanto Biju finge fazer sexo com ela. No palco, Andressa ainda mostra a "velocidade sete", mas sem tocar o sucesso do MC Créu. Confira um trecho do batidão: "Vem... Vem ver o batidão do funk/ Vem ver a chapa esquentar / Vem com a criativa mix/ Venha pra cá zuar /No rala quente bem gostoso / Vou fazer tu delirar".Mulher Melancia simula fazer sexo com o parceiro em novo funk
Andressa Soares, a Mulher Melancia, quer levar seus fãs à loucura nos shows. Em seu novo funk com o MC Biju, A Dança do Aviãozinho, a morena simula fazer sexo com o parceiro. Ela rebola até o chão, enquanto Biju finge fazer sexo com ela. No palco, Andressa ainda mostra a "velocidade sete", mas sem tocar o sucesso do MC Créu. Confira um trecho do batidão: "Vem... Vem ver o batidão do funk/ Vem ver a chapa esquentar / Vem com a criativa mix/ Venha pra cá zuar /No rala quente bem gostoso / Vou fazer tu delirar".Sexo fraco ganhou força | Mulheres de combate
O sexo fraco ganhou força mas persistem diferenças entre homens e mulheres. É no campo laboral que a equidade entre géneros mais deixa a desejar. Mas algumas contrariaram o estereótipo ao entrarem nas esferas de decisão. Estão na Política, na Bolsa, na Saúde ou na Justiça. E dessas contamos também as suas histórias.
Mulher é peça-chave no sucesso do tratamento do homem com ejaculação precoce
" A mulher que tem um parceiro com ejaculação precoce acaba saindo com outros homens só para provar que é capaz "
O homem só supera o fantasma da ejaculação precoce quando encontra a mulher ideal. É o que acredita o ginecologista especializado em terapia sexual Amaury Mendes Junior, que conduziu uma pesquisa com seus pacientes e percebeu que os homens que tinham parceiras preparadas para lidar com o problema tinham uma taxa mais alta de cura. Estatísticas do Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas em São Paulo indicam que 30% dos brasileiros sofrem com a ejaculação precoce. Para Mendes Junior, a maioria lida com a situação em silêncio e só procura tratamento quando inicia um relacionamento sério. Em entrevista ao PINK HOT SEX, ele ensina como as mulheres devem abordar o tema com o parceiro. Por que a ejaculação precoce não é um problema exclusivo dos homens? Tanto o homem quanto a mulher ficam frustrados quando a ejaculação acontece nos primeiros segundos da relação ou até mesmo antes da penetração. E, ao mesmo tempo que um homem que sofre do problema e lida com fantasmas como a insegurança e o medo de criar vínculos, a mulher pode intensificar o distúrbio se adotar uma postura castradora, mandona ou autoritária. O homem pode se tratar sozinho, mas só vai ter sucesso mesmo quando encontrar o apoio de uma mulher que realmente entende e quer ajudá-lo a superar a situação. Como a mulher pode ajudar o parceiro? Antes de tudo, sugiro a prática de exercícios eróticos que desvinculem o sexo da penetração. O casal pode treinar o 'start stop', aquele joguinho de começar e parar carícias sem chegar ao orgasmo para ir aumentando cada vez mais a excitação. Outra dica é iniciar uma relação sem a pretensão de chegar ao final, ou seja, um dia o casal pode ficar só no sexo oral, no outro pode investir em banhos ou massagens sensuais. A idéia é tirar o foco do pênis e estimular o homem a reconhecer outras sensações. Muitas vezes, o homem com ejaculação precoce não repara que gozou ou não sente nenhum prazer com a ejaculação. Como a ejaculação precoce do parceiro afeta a mulher? Ela costuma ficar com a auto-estima péssima. A mulher sempre se sente culpada pelo problema, até porque é raro um homem chegar e falar que isso sempre aconteceu com ele. Ela começa a se achar pouco atraente, acha que não tem jeito para o sexo, que não sabe dar prazer ao homem de que ela gosta. Em muitos casos, a mulher que tem um parceiro com ejaculação precoce acaba saindo com outros homens só para provar que é capaz. É um problema que vai minando a relação. O que a mulher deve saber antes de discutir o assunto com o parceiro? o inicio de uma nova relação, é comum o homem ejacular mais rápido ou ter uma ejaculação precoce sem necessariamente ter um problema. Isso acontece por causa da ansiedade, da novidade e mais uma série de fatores. Mulheres que fazem da cama um palco, que querem mostrar que entendem tudo do assunto ou que são mais desinibidas também assustam o parceiro. Muitas vezes, a ejaculação precoce é causada pela pressão que o homem sente para agradar a mulher. Além disso, a ejaculação precoce no sexo sem vínculos também é muito mais comum. Uma relação sem um mínimo de intimidade quase nunca é satisfatória tanto para o homem quanto para a mulher. Mas, se existe intimidade e envolvimento e ainda sim o problema está presente, é preciso conversar para arrumar soluções.
" A mulher pode intensificar o distúrbio (no homem) se adotar uma postura castradora, mandona ou autoritária "
HIV: o vírus da discórdia
Esta semana ocorreu em Nova York uma conferência global sobre Aids patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com uma observadora crítica e bem informada – a epidemiologista americana Elizabeth Pisani (foto) – foram duas as principais conclusões do encontro. A primeira, divulgada por alto-falante, é que os médicos estão tendo enorme sucesso em tratar e manter vivas as pessoas contaminadas. A segunda conclusão, murmurada pelos corredores, é que a prevenção de novas infecções tem sido um fiasco. Logo, raciocina Pisani, há mais gente doente no mundo, vivendo mais, com uma noção decrescente de risco e ajudando a infectar outras pessoas. “A Organização Mundial da Saúde não quer falar sobre isso”, diz ela. “Mas o fato é que as novas infecções estão crescendo entre homens gays porque as pessoas estão jogando fora as camisinhas. Estamos investindo errado em prevenção”. Pisani, que é também jornalista e escritora, autora de um livro controverso (e não disponível em português) chamado A sabedoria das putas – burocratas, bordéis e o grande negócio da Aids, faz parte de um grupo barulhento de dissidentes que discorda da forma como o establishment global da saúde pública, ligado ao Departamento de Aids da OMS, vem combatendo a epidemia. Ela sustenta, essencialmente, que há duas epidemias de Aids – uma na África Sub-Sahariana e outra no resto do mundo – e que a OMS vem tratando o resto do mundo como se fosse a África, com perda de recursos e maus resultados. Na África Sub-Sahariana, como se sabe, os níveis de infecção são elevados – 5% da população adulta têm HIV, comparado, por exemplo, com 0,5% da população no Brasil – e a doença atinge, indiscriminadamente, homens e mulheres de todos os grupos sociais. No resto do mundo, sustenta Pisani, a epidemia está concentrada em homossexuais masculinos, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo e seus clientes. “É nesses grupos que temos de focar o trabalho de prevenção”, diz ela. “Mas não é isso que a OMS está fazendo.” Junto com Pisani, na contramão da OMS, está James Chin, um epidemiologista americano de origem chinesa com credenciais impecáveis. Professor de Berkeley, ele acompanha a evolução da Aids desde o seu surgimento nos anos 80 e – assim como Pisani – trabalhou por muitos anos em Genebra, na sede da OMS. É de Chin boa parte da metodologia estatística usada pela organização para avaliação e controle da doença. Pois Chin afirma que a OMS exagera os números e os riscos globais da Aids, acusa a instituição de ter um entendimento “politicamente correto” da doença e (o mais espetacular) sustenta que, fora dos grupos de risco tradicionais – homossexuais masculinos, usuários de drogas injetáveis e profissionais do sexo –, não há possibilidade real de epidemia. “O vírus HIV continua concentrado em populações de comportamento de alto risco e é incapaz de provocar uma epidemia na vasta maioria das populações heterossexuais”, diz Chin. Atenção: isso não quer dizer que não haja risco pessoal de contaminação pessoal – eu, você, ele ou ela – mas, apenas, que é virtualmente impossível que a doença transborde em larga escala para fora das chamadas populações vulneráveis. A exceção, claro, é a África Sub-Sahariana, onde isso já aconteceu.
Na semana passada, essa discussão explodiu na imprensa mundial depois que o chefe do departamento de Aids da OMS – Kevin de Cook – disse ao jornal inglês The Independent (no domingo 7) que seria “muito improvável que houvesse uma epidemia heterossexual (de Aids) em outros países“ (fora da África Sub-Sahariana). A declaração reverberou, causou furor entre especialistas no encontro de Nova York e provocou um desmentido oficial do próprio Cook, quatro dias depois. “Globalmente, o HIV ainda é largamente impulsionado pela transmissão heterossexual” escreveu ele. Foi um desmentido pela metade. Linhas depois, na mesma nota oficial, ele explica que “a transmissão homossexual continua a impulsionar a epidemia entre profissionais do sexo, seus clientes e os parceiros de seus clientes”. Isso não é substancialmente diferente do que diz Chin – fora da África a epidemia está confinada a grupos específicos – e revela ambivalências no topo do Departamento de Aids da OMS.
O que isso tem a ver com o Brasil?
É possível haver divergências sobre números tão categóricos? Sim. Pisani diz que as estatísticas de Mariângela não descrevem a realidade global. “Chin está certo quando trata da epidemia global e Mariângela está correta no que diz respeito ao Brasil”, diz Pisani. “Seu país é uma exceção mundial.” Depois de se desdobrar em elogios ao trabalho do governo brasileiro no combate a Aids – capaz, segundo ela, de conter a expansão da infecção e ao mesmo tempo dar assistência aos doentes – Pisani explica que, a seu ver, o Brasil é único quando se trata da doença. Aqui, ela acredita, misturam-se padrões de comportamento sexual parecidos com os da África com atitudes de risco típicas de outras partes do mundo ocidental. O resultado, diz ela, é um padrão de epidemia intermediário entre a África e o resto do mundo. “Se o governo brasileiro não agisse de forma tão eficiente na prevenção, o Brasil poderia ter um cenário de Aids como o da África”, diz ela.
Comportamento sexual de tipo africano significa que as pessoas – homens e mulheres – mantêm simultaneamente vários parceiros sexuais. Quando muita gente faz isso, sem proteção (isto é, sem preservativos) a probabilidade de infecção generalizada cresce enormemente. É simples de entender: se um homem casado tem sexo regularmente com uma colega de trabalho e com uma garota que conheceu na rua, pode infectar três mulheres diferentes. Se elas também fazem sexo desprotegido com outros parceiros, amplia-se a possibilidade de introdução do vírus HIV no circuito. Pior: se o parceiro de uma delas for bissexual, a chance disso ocorrer aumenta, porque entre homens que fazem sexo com outros homens a possibilidade de contaminação é 11 vezes maior do que numa relação.
Cathouse - O Rancho das Coelhinhas
Para a maioria das pessoas, o termo ‘prostituta’ está associado à imagem de uma menor de minoria étnica com uma mini-saia a fumar crack numa esquina. Queremos destruir esse mito', afirma Dennis Hof, proprietário do mais famoso bordel dos EUA, o Moonlite Bunny Ranch, em Carson City, no Nevada, um dos estados norte-americanos onde a prostituição é legal. É aqui que decorre a acção de ‘Cathouse – O Rancho das Coelhinhas’, uma série documental da HBO filmada ao estilo de reality show que acompanha o quotidiano no bordel e que a SIC Radical estreia ainda neste mês. ‘Cathouse’ utiliza câmaras ocultas para daraconhecer tudooquese passa no Bunny Ranch.Nos primeiros episódios podemos ver uma mãeque leva o seu filho de 22 anosao bordel para que este perca a virgindade, dois irmãos que querem compartilhar a mesma rapariga, um casal que se diverte com duas prostitutas em quartos separados e loucas despedidas de solteiro, algumas delas com celebridades. Mas ‘Cathouse’ não destaca apenas o lado ‘profissional’ do bordel. Nos momentos de ócio, as prostitutas conversam sobre os prós e os contras dos seios de silicone, partilham as fantasias mais excêntricas dos clientes, discutem preços e tão depressa se envolvem em brigas como se divertem às compras.
50 ANOS DE SEXONEGÓCIO DE MILHÕES
O Moonlite Bunny Ranch existe desde 1955 na Moonlight Road, n.º 69. Foi comprado em 1993 por Dennis Hof, um cliente habitual que tornou a casa célebre ao oferecer sexo grátis aos soldados regressados do Iraque. O negócio tornou-se tão rentável que estrelas da pornografia trocaram os filmes pelo rancho.Ilusão de sexo livre atrai turistas na China
O povo mosuo, um grupo que vive às margens do Lago Lugu, no sudoeste da China, tem uma sociedade centrada nas mulheres. Para muitos casais mosuo, viver em casas separadas e ter outros parceiros sexuais é normal e até fortalece os relacionamentos. Os mosuo são cerca de 30 mil pessoas e vivem principalmente nas províncias de Yunnan e Sichuan. "Não temos nenhuma promessa de passar a vida juntos. Não há necessidade", afirma Ah Ke Da Ma, que tem um filho de 7 anos com um amante. "Nós só vivemos da melhor maneira possível, porque, na nossa sociedade matriarcal, mudamos de amantes, mas parentes de sangue nunca mudam." "Estamos juntos há sete ou oito anos, mas ainda sinto a mesma coisa por ela", diz o amante de Da Ma. "Passaram-se vários anos, mas ainda estamos apaixonados." Alguns dizem que são justamente os hábitos diferentes dos mosuo que fazem a sociedade ter praticamente criminalidade zero, embora não existam estatísticas ou estudos para confirmar a teoria.
Ninguém vive sem sexo!
Inspire-se nas cenas de cinema e apimente o sexo
Não é de hoje que o cinema desperta fascínio em seus espectadores. A possibilidade de vislumbrar na tela cenas que são desejadas na realidade ou que por serem fictícias permitem que as pessoas vivam suas emoções sem medos atraem fãs de todo o mundo. E se o cinema é tão bom como forma de entretenimento, por que não se aproveitar dele para buscar inspiração na hora da transa? Certamente a beleza dos atores, figurinos, cenários e mesmo as trilhas sonoras contribuem para que as cenas de sexo explícito ou mesmo as que apenas dão a entender que a transa está acontecendo sejam tão excitantes. E nada impede que você pegue emprestado de Hollywood e também do cinema nacional um pouco de inspiração para que o clima esquente entre as quatro paredes. São filmes, cenas e posições para todos os gostos. Aprecie e veja qual é a transa que mais combina com seus desejos e fantasias. O Sexo ou a Pátria ?
A ilha da polémica. Lesbos, terceira maior ilha grega, com 90 mil habitantes, está na origem do termo lésbica, que designa as mulheres lá nascidas e as que assumem a sua homossexualidade. Entre as primeiras, e respectivos familiares, há quem não goste da partilha. O duelo de significados segue esta semana num tribunal de Atenas "Grupo de residentes na ilha grega de Lesbos leva lésbicas a tribunal". Para muitos - ou, pelo menos, para muitas - será a sétima maravilha do Mediterrâneo. Para todos, é a sétima maior ilha do Mediterrâneo. Lesbos, pedaço de terra (1630 quilómetros quadrados) alojado no Nordeste do mar Egeu, deve a sua fama à interpretação dos poemas de Safo, mulher a quem se atribuem amores homossexuais e que se calcula ter ali nascido entre 630 e 612 a. C., mais precisamente em Eressos, cidade costeira. Tendo Lesbos, segundo a mitologia, sido o deus patrono da ilha grega, e assim dado nome aos seus habitantes, Safo foi quem a celebrizou no mundo, inspirando a aplicação do termo lésbica para designar mulheres homossexuais. Sobre o mito, então, outro mito se criava: o de Lesbos como "santuário" das lésbicas. A abençoá-lo, a coincidência simbólica de dois picos montanhosos de altitude semelhante, como seios, dominarem o seu terreno de origem vulcânica e hoje coberto, a 40%, por oliveiras e árvores de outros frutos e, a metade dessa percentagem, por florestas de pinheiros e carvalhos. Há acasos fantásticos.Claro está que, do ponto de vista turístico, a ideia (de alguém, não se sabe quem) trouxe proventos. Mas, como todas as ideias vivas, também trouxe maus ventos. Por um lado, a ilha ter-se-á convertido, para algumas lésbicas de todo o mundo, no que o túmulo de Jim Morrison representa para alguns fanáticos dos The Doors, ou seja, um local de visita obrigatória. Por outro, a sua colagem a uma orientação sexual que esse mesmo mundo nunca confiou verdadeiramente ao domínio da "normalidade" tornou-se um peso contínuo sobre os ombros de alguns habitantes, em particular de alguns homens casados e respectivas mulheres, pais e respectivas filhas, irmãos e respectivas irmãs. Espanta é que, tendo isto tanto tempo, e estando o planeta numa era de abolição de fronteiras (geográficas, raciais, religiosas, sexuais, etc.), tal peso venha hoje, em pleno século XXI, à tona judicial e, logo, mediática. Mas aconteceu, recentemente. Foram três os naturais de Lesbos que levaram um grupo de defesa dos direitos homossexuais a tribunal por usar a palavra lésbica para definir mulheres que desejam sexualmente mulheres. Um deles, Dimitris Lambrou, queixou-se de que a irmã "não pode dizer que é lésbica", explicando não ser o recurso à justiça "um acto agressivo contra as mulheres homossexuais", mas apenas uma reivindicação para que aquele grupo, especificamente, retire a incómoda referência do seu título (chama-se Comunidade Lésbica e Homossexual da Grécia).A justificação de Lambrou radica na História. "A nossa designação geográfica foi usurpada por certas mulheres que não têm ligação de espécie alguma a Lesbos", reclama. Para ele, nem mesmo Safo as... safa: "Ela não era gay, mas, mesmo que fosse, como podem as pessoas da ilha ser consideradas, por isso, homossexuais? Nós somos lésbicos há milhares de anos, ao passo que essa conotação é recente." O caso vai à barra de Atenas a 10 de Junho. Portugal que se cuide, não vá o Diabo tecê-las...Humor à parte, é de amor que se fala. De amor próprio. De amor à liberdade. De ambos os lados: se umas (e uns, em sua defesa) lutam por se desprender de um estigma, outras (e outros, em sua defesa) lutam por se desprender de outro. Umas querem ser lésbicas no significado afectivo/sexual, outras querem sê-lo no significado patriótico. Umas querem o contrário das outras. Uma palavra divide-as. Pelos vistos, uma palavra também pode valer mais que mil imagens.Casais estão interessados em fazer sexo no espaço
Orgasmo, tire todas as suas duvidas!
- O tema é orgasmo e quem responde às questões das leitoras é a psicóloga Bella Cirá, cordenadora do projeto PINK HOT SEX no Brasil.
Atriz pornô dá dicas de sexo para todos os gostos.
Aos 26 anos, Bruna Ferraz - que iniciou sua carreira no extinto Teste de Fidelidade - não resistiu ao terceiro convite para protagonizar um filme pornográfico para a produtora Brasileirinhas. "Sou atriz pornô há alguns meses. Já havia sido convidada para participar de filmes, mas agora não consegui recusar por causa do cachê que foi bem alto", contou.Entretanto, a morena não teve de fazer grandes esforços para atuar. "Gosto de fazer sexo até demais", explica. Não é à toa que suas cenas com Júlia Paes, a ex-namorada de Thammy, no longa-metragem A garota da web sex ficaram picantes e pra lá de excitantes. "Consegui ter prazer nas gravações, porque tenho manha com as câmeras", diz.O sexo homossexual não é problema para ela, aliás, é umas das opções praticadas por Bruna. "Adoro beijar a três. Já transei com um homem e uma mulher, mas gosto mesmo de ver meu parceiro fazendo sexo com outra", afirma.Para deixar uma mulher com tesão durante a transa, a atriz aconselha a tratá-la com muito carinho, fazer carícias bem devagarinho e dar beijos aqui e ali. "Com meu jeitinho já dei prazer a mulheres que diziam não gostar de sexo lésbico", diz.O sexo oral, segundo Bruna, fica ainda mais gostoso quando há brincadeiras com leite condensado e mel. E para enlouquecer um homem na cama, a dica da morena é comandar sem deixar de ser manhosa. "Os homens ficam loucos de tesão quando eu gemo fazendo caras e bocas".Mas, o anal é a prática de sua preferência. "Sinto tanto prazer quando eu sinto o pênis lá dentro", afirma. Bruna diz que o segredo para um anal delicioso é caprichar nas preliminares, porque o tesão vem à tona. "As melhores posições são ficar de quatro ou de lado. Usar gel facilita, porque quando você se dá conta já rolou".A atriz ainda conta como levá-la ao êxtase. "Gosto de comandar, mostrar ao outro o que quero. Apesar de adorar transar de quatro, prefiro ficar em cima. E o que me deixa excitada é quando o parceiro fala besteiras e me chupa durante o sexo", diz. Confira aqui todas as razões para fazer sexo com muito prazer
Desfrutar de um ou dois orgasmos por semana significa mais que algo prazeroso. Segundo pesquisa apresentada pelo médico Eusebio Rubio durante o IV Congresso Brasileiro de Educação, Orientação e Terapia Sexual, as relações sexuais freqüentes podem diminuir significativamente a possibilidade de um homem de mais de 20 anos sofrer alguma enfermidade coronária. No entanto, eles não são os únicos beneficiados. Para as mulheres, o sexo não somente significa prazer, mas também é o responsável por deixá-las mais belas e atrativas.
Britânico que trocou de sexo casa com ex-esposa
Beijo e Sexo como atividade física?
Engana-se quem pensa que só os músculos da boca e a língua trabalham durante o beijo. Todo o seu organismo entra em ação, além dos seus cinco sentidos: paladar, olfato, audição, visão e tato e do coração, que também dispara. Se normalmente ele dá de 60 a 80 batidas por minuto, na hora do beijo acelera em até 150 batidas por minuto; -Nada menos do que 29 músculos faciais fazem hora extra por causa de um simples beijo 'selinho' Um beijo mais demorado, de língua, cehga a exercer uma pressão de 12 quilos sobre os lábios. Um beijo que se dá num bebê pode ser pesado em gramas. Segundo os estudiosos, um beijo intenso de 10 segundos de duração, é capaz de queimar 12 calorias.
Sexo como Desporto?
A atividade sexual é um dos muitos parâmetros utilizados para aferir o nível global de saúde de um adulto. Em teoria, quanto maior a quantidade e a qualidade do sexo que você pratica, mais saudável você está. A atividade sexual é um dos muitos parâmetros utilizados para aferir o nível global de saúde de um adulto. Em teoria, quanto maior a quantidade e a qualidade do sexo que você pratica, mais saudável você está. É uma conseqüência fisiológica das coisas: o objetivo de sua programação genética é a procriação, principalmente se estiver com saúde. E para tanto você deve se envolver em relações sexuais. A importância da atividade sexual em nossas vidas é inquestionável (não estaríamos aqui se não fosse por ela). A atividade sexual pode ser útil para queimar calorias? Dez minutos de relação sexual consomem cerca de 45 calorias, quase a mesma quantidade de energia que você gasta para ficar de pé, dormir, estudar ou falar ao telefone por meia hora. Mas os especialistas afirmam que o prazer destas atividades pode não ser tão intenso, justificando tranqüilamente sua escolha pela primeira alternativa. Se contabilizarmos a a fase de aquecimento dos motores, e considerarmos que seus 10 minutos de sexo foram precedidos por 10 minutos de preliminares, o gasto mal atinge 70 calorias menos do que o necessário para arrumar os móveis da sala. Fazer compras, buscar as crianças na escola, preparar a janta e colocá-las para dormir é uma rotina capaz de consumir mais de 200 calorias. Em valores totais, seria algo como manter 5 relações sexuais completas no intervalo de poucas horas. Não surpreende que ao final do dia você sinta toda aquela fadiga e nem pense em culpar o trânsito! Deixando de lado a vida doméstica e partindo para a academia, para uma pessoa média atingir um estágio sarado será necessária pelo menos uma hora de malhação, 4 vezes por semana, durante 1 ano. Isso significa um investimento de 70.000 calorias, o equivalente a 1.600 relações sexuais ou cerca de 260 horas de sexo ininterrupto. O Atletismo Sexual, portanto, não deveria sequer constar na lista das 100 melhores práticas desportivas de todos os tempos, pelo menos não do ponto de vista de gasto energético ou de condicionamento cardiopulmonar. A explicação para o resultado desta pesquisa é bem simples: quando lidamos com Sexo, não estamos falando de controle da obesidade, queima de calorias ou reengenharia de músculos, mas da celebração máxima da cumplicidade afetuosa entre dois seres humanos. Isso, sim, é o que verdadeiramente importa.