Eurocopa-2008: Sexo ou futebol?
Chef sugere greve de sexo para levar homens a cozinhar
O badalado chefe britânico Jamie Oliver afirmou que as mulheres deveriam fazer greve de sexo para obrigar seus parceiros a começar a cozinhar. A declaração de Oliver foi feita durante uma sessão de perguntas e respostas com o público no festival literário Hay-on-the-Wye, na cidade de Powys, no País de Gales. "Os homens são muito simples. Eles fazem tudo por sexo. Por isso, a melhor maneira de fazer os homens entrar na cozinha é se recusar a fazer sexo até que eles comecem a cozinhar", disse o chef. Além disso, Oliver afirmou ainda que "as melhores chefs do mundo são mulheres". Hábito Durante o encontro, o chef descreveu ainda sua surpresa ao iniciar as filmagens do seu mais recente programa de televisão, filmado em Roterdã, e descobrir que várias famílias não sabem cozinhar. O chef, que virou celebridade internacional graças ao seu programa de TV - e que ganhou notoriedade na Grã-Bretanha com suas campanhas por uma alimentação mais saudável nas escolas - disse que está tentando fazer com que as famílias entendam que o ato de cozinhar pode tornar a vida mais simples e reduzir o custo da alimentação. "Estou vivendo com famílias que não têm o hábito de cozinhar em suas vidas e quero que elas se apaixonem pela cozinha", afirmou Oliver. "As pessoas perderam a noção de que a comida é algo importante. As crianças deveriam poder sair da escola e saber preparar um prato simples", disse. Porcos Durante o festival, Jamie Oliver também indicou que sua próxima campanha será por uma melhoria nas condições de criação de porcos. Em janeiro, um documentário feito por Oliver sobre a indústria do frango, que mostrava o processo de criação das aves, foi transmitido por um canal de televisão britânico para incentivar a criação solta dos animais. De acordo com o chef, a opção pelos suínos se deve a escolha de sua própria audiência. Segundo ele, outros planos incluíam campanhas para melhorar o processo de criação de gado e da produção de leite.
Onde pára o desejo sexual?
O que nos faz sentir desejo? E o que pode acabar com ele? Como é diferente o desejo de mulheres e homens? O nascimento de um filho pode afectá-lo?
O nascimento de um filho não deixa nada no sítio. Tudo se altera na vida da mãe, do pai, da família, do casal. Sobretudo quando se trata do primeiro. Não é só um filho que nasce, são novas pessoas que nascem enquanto pais e mães, com uma nova identidade, com novas responsabiliddes, com novos sentimentos, com novos cansaços, dúvidas e receios. Assim sendo, é óvio que a vida sexual também será afectada, desde logo porque as rotinas se alteram, o tempo não estica e a disponibilidade que se tem para o sexo fica reduzida. O que não quer dizer que desapareça e muito menos que não nos faça falta, mesmo que o desejo pareça ter-se esvaído. Muitas mulheres sentem que o seu desejo sexual diminui na fase do pós-parto - e não se trata apenas de pós-parto imediato, mas sim de vários meses após o nascimento do bebé. Tudo no corpo da mulher acontece com fim de proteger o bebé, tanto na gravidez, como no parto e no pós-parto. O aumento da produção de progesterona faz com que a sexualidade seja um pouco posta de lado. No livro Inteligência Hormonal, do ginecologista e terapeuta sexual Eliezer Berenstein, a prolactina é apontada como grande responsável pela quebra de desejo sexual feminino no pós-parto. Esta hormona, fundamental na amamentação, tem vários efeitos, como a ausência de lubrificação vaginal, mesmo quando há excitação, a diminuição das sensações físicas e alguma fadiga, tudo sintomas que contribuem para a diminuição do desejo. Esta pode ser uma resposta biológica para evitar gravidezes muito próximas. Mas nem só a biologia e a logística familiar explicam a pouca predisposição das mulheres para o sexo no período pós-parto. Culturalmente, a maternidade tem sido sempre afastada da sexualidade e uma mãe comporta uma ideia de pureza que, por vezes, afasta o desejo e a erotização. Esse afastamento tanto pode ser sentido tanto pela mulher como pelo homem. Um problema? A falta de desejo só passa a ser um problema quando é encarada como tal, sobretudo no contexto de uma relação estável. Quando é sentida apenas por um, como acontece frequentemente, a forma como o outro reage é crucial. Os homens queixam-se mais da falta de desejo das mulheres do que da própria, mas até esse indicador pode ser afectado por preconceitos culturais que vêem a masculinidade como um sinónimo de desejo constante. «A forma como o outro reage à diminuição do desejo é fundamental na forma como se supera essa fase», afirma Ana Beato. «Não existe "normalidade" e o que pode parecer um problema só o é porque o parceiro assim o entende. Ou seja, a mesma frequência de relações para um casal pode ser satisfatória e prazerosa e para outro ser um problema.» A complexidade do desejo feminino Ana Beato clarifica que o desejo das mulheres não é menor do que o dos homens, simplemente é diferente porque é mais afectado por factores exteriores do que o deles: «Após a gravidez e o parto, é frequente haver uma diminuição no desejo sexual das mulheres. Há mais flutuações no desejo feminino, até porque elas têm muito mais alterações hormonais ao longo da vida e o desejo é condicionado pelas hormonas sexuais. A produção de testosterona, nos homens, é muito mais estável.» Mas o desejo também se joga, e muito, na cabeça. E nesse aspecto, também as mulheres são muito mais complexas e sujeitas a flutuações. «Para uma mulher, o desejo não ocorre descontextualizado, ela não dissocia o contexto em que se encontra da predisposição para o sexo, enquanto o desejo masculino é muito mais independente de outras variáveis», explica Ana Beato.Factores como o cansaço, o local em que se encontra, a rotina ou falta de surpresa, o stresse, o estado de humor, a qualidade da relação no momento condicionam o desejo feminino. «Uma mulher dificilmente desvaloriza o facto de se ter aborrecido com o companheiro, é difícil estar predisposta para uma relação sexual se está chateada com ele por algum motivo» exemplifica a terapeuta. «O desejo feminino está associado a inúmeras variáveis e depende de um equilíbrio a vários níveis», acrescenta. Um estudo demonstrou, por exemplo, que após quatro anos numa relação estável o desejo feminino tende a ter uma quebra, enquanto que os homens não sentem este declínio. O que não quer dizer que sintam que a sua vida sexual é satisfatória, simplesmente o seu desejo não é afectado pela insatisfação que possam sentir, enquanto que o desejo feminino é. «O desejo feminino sofre flutuações até ao longo de um mês», explica Ana Beato. «A resposta sexual do homem é, sem dúvida muito mais estável e previsível». A importância da comunicação Na opinião da terapeuta Ana Beato, o importante numa relação estável, seja após o nascimento de um bebé ou em qualquer fase da vida, é que haja uma boa base de comunicação e diálogo. «Numa relação tudo depende da forma como cada um encara as diferenças que vão aparecer. Nem sempre vão estar os dois com vontade ao mesmo tempo. Mas tem de haver uma boa comunicação para que não haja falsas atribuições. E é isto que falha em muitos casos: ele sente-se falhado porque ela já não o deseja ou ela pensa que ele tem outra relação porque já não a deseja como antes e começa a haver problemas de relacionamento. Quando há problemas sexuais, geram-se desconfortos e pode instalar-se um sofrimento individual muito grande. E, afinal, talvez tudo pareça pior e mais grave do que na realidade é porque, simplesmente, não se conversou o suficiente. O corpo e a auto-estima Estar bem consigo própria é uma das variáveis que também surge associada ao desejo. E pode ser outro dos factores que contribui para a quebra de desejo no pós-parto. O corpo mudou muito e por vezes a auto-estima é afectada. Se uma mulher não se sente bem no seu corpo, também não se sente desejável e isso condiciona a sua vontade e o seu à-vontade. «Se não se sente bonita, atraente, isso vai condicionar a forma como está com o seu companheiro», explica Ana Beato. «Habitualmente, por razões culturais, as mulheres valorizam mais o facto de serem desejadas do que sentirem desejo. Mas é tão importante desejar como ser desejado para uma sexualidade satisfatória. Transmitir ao outro o seu desejo é tão importante como senti-lo, tem de haver feed-back e uma riqueza na comunicação verbal e não verbal», acrescenta. Em termos físicos, a forma como decorrreu o parto é também fundamental para o restabelecimento de uma sexualidade prazerosa. «Há mulheres que precisam de mais tempo do que outras, algumas precisam de muito tempo de reabilitação», afirma a terapeuta. Na sua opinião, muitos casais não estão preparados para a verdadeira revolução que acontece nas suas vidas com a chegada de um bebé. «Ficam tão centrados no seu papel de pais que se esquecem que há uma relação entre os dois da qual é preciso cuidar», alerta Ana Beato. Alimente o seu desejo Há muitos factores que potenciam o desejo, sobretudo o feminino. - Tome nota: o cheiro o toque, que deve estar presente em todas as situações, não apenas como antecedente de uma relação sexual o envolvimento, o investimento afectivo na relação os preliminares o efeito surpresa
Sexo anal entre elas | Pouco falado, muito praticado
Ele não é divulgado nem muito discutido. Quando falamos dele, normalmente é com amigas íntimas, e com certo tom de brincadeira, para disfarçar o constrangimento. Apesar disso, muitas lésbicas fazem ou sentem curiosidade em fazer. Percebo que falar de sexo anal entre lésbicas ainda é um tabu. Talvez por ser mais íntimo que a penetração vaginal, talvez por carregar um certo tom de “submissão”, herdado do sexo anal heterossexual, e talvez por ainda ser considerado um pecado grave por muitas religiões - e isso fica no nosso inconsciente. Ser lésbica e ainda praticar sodomia (sim, sexo anal entre mulheres também é chamado de sodomia) seria um dos atalhos mais curtos pro inferno. A prática de sexo anal entre garotas, apesar disto tudo, é bastante comum. Atrevo-me a dizer, até, que é mais fácil uma mulher permitir ter o ânus penetrado pelos dedos da parceira do que pelo pênis de um homem, pois o desconforto que pode acontecer durante o início da penetração é bem menor.O começo...Quando o casal resolve praticar sexo anal, é fundamental que as duas estejam bem confortáveis e com muito tesão. O ânus não é tão elástico quanto a vagina e pode sofrer algumas fissuras quando a penetração não é realizada com cuidado. Lubrificação é essencial, seja com muita saliva, ou com lubrificantes como KY. Uma alternativa para aumentar a excitação, ajudar a relaxar e lubrificar ao mesmo tempo é, na hora do sexo oral, estimular o ânus da parceira com os dedos ou mesmo com a língua (prática conhecida como cunete), penetrando-o só quando você perceber que ela está “pronta”. Algumas posições podem ser mais confortáveis que outras, e isso varia de mulher pra mulher, portanto, só testando para saber...Não podemos esquecer nunca da higiene. Praticar sexo anal e principalmente, o cunete, sem um bom banho antes é quase inconcebível... Para muitas, realizar uma lavagem do canal retal antes (é, é feio, eu sei), vulga “chuca” (pergunte ao seu amigo gay, ele já fez ou pelo menos sabe como fazer), pode dar mais conforto e segurança na hora da penetração e evitar alguns constrangimentos. Lembrando que a repetição frequente desta prática não é muito recomendada por alguns médicos.Dedos ou acessórios?Depois da estimulação, chega a hora da penetração. O mais usual, confortável e lógico é realizá-la inicialmente com um ou dois dedos. Combinar o sexo oral com a penetração anal pode ser enlouquecedor, e daí pra frente a imaginação pode rolar solta. Mas nunca, nunca esqueça que, uma vez que você penetrou o ânus com os dedos, jamais deve voltar a penetrá-lo na vagina de sua parceira (ainda bem que temos duas mãos...). Antes, lave bem as mãos e as unhas e, se possível, use “dedeiras”, que são feitas do mesmo materialdas luvas cirúrgicas, mas que só são colocadas em um dedo por vez.Além dos dedos, podemos usar acessórios no sexo anal. Dildos e vibradores comuns podem ser penetrados tanto no ânus como na vagina. E ainda existem alguns que permitem a penetração dos dois ao mesmo tempo (é, pois é...), e outros feitos especialmente para a pentração anal. A recomedação, neste caso, é utilizar preservativos nos acessórios e tomar muito mais cuidado com a lubrificação e na hora da penetração, pois o objetivo da transa (na maioria das vezes, claro) é obter prazer, e não dor.Existe orgasmo anal?Sim, é possível atingir o orgasmo somente com a penetração anal, pois a região é uma das mais sensíveis do corpo humano. Alguns gays podem discordar desta afirmação, e já vi discussões acaloradas a respeito. Mas a ciência admite a existência do orgasmo anal, e muitas mulheres também, então...Uma vez que nos sentimos seguras e confortáveis com relação ao sexo anal, as possibilidades de dar e obter prazer multiplicam-se. Tabu ou não, é gostoso e tem muitas adeptas. Introduzí-lo nas suas práticas sexuais só depende do seu desejo, da sua criatividade e da sua parceira."Não gosto muito de falar sobre sexo", diz Sandy
O tema sexo não é dos preferidos da cantora Sandy, 25, para um bate-papo. Mas ela revelou que, quando amigos falam sobre o assunto, ela participa também. A declaração foi dada durante gravação do programa de entrevista "Irritando Fernanda Young", que vai ao ar à meia-noite deste domingo (25), no canal pago GNT, informou a emissora, ao Pink Hot Sex. "Não gosto muito de falar sobre sexo para não me expor, mas quando em uma roda de amigos estão falando sobre o assunto, eu participo também", disse a cantora. Durante a entrevista, Sandy disse que sente saudades de Junior, irmão com quem fez dupla até o fim do ano passado. Ela continua morando na casa dos pais, em Campinas. Já o irmão mora na capital paulista.
Arrependida
Durante a conversa, Young pediu desculpas a Sandy por já ter falado mal dela no passado. "Eu não culpo quem fala mal de mim. O que eu exponho na mídia não é tudo aquilo o que eu sou", disse a cantora. Sandy falou ainda sobre a carreira solo. "Estou fazendo mil planos. Estou ansiosa para encarar esse desafio; dá ânimo", falou. Sem anunciar data, a cantora contou ainda que tem medo de seu casamento com o músico Lucas Lima, de quem é noiva não dar certo. Ela disse que tem em casa um bom exemplo. "O que vejo na minha casa é um exemplo perfeito de matrimônio. Tenho medo de dar errado na minha vez", afirmou.
Faculdade e batom
Sandy, que tem 17 anos de carreira, termina no fim do ano o curso de letras. Ela disse também que não sai de casa sem rímel, blush e batom. A pedido de Young, Sandy comentou os escândalos que envolvem Britney Spears, que ficou famosa jovem, assim como ela. "Acho que faltou um pouco de pai e mãe. Os meus pais foram minha estrutura para suportar tudo. Eles colocavam meus pés no chão", disse Sandy, que afirmou que será uma "mãe linha dura". Moralidade do sexo
Site israelense propõe sexo entre árabes e judeus como solução para conflito
Brasileiras preferem chocolate a compras ou sexo
Sexo para menores na sala de aula e dentro de casa
Grandes atletas a se envolverem em confusões sexuais
Apesar do escândalo, Ronaldo não foi o único e não será o último grande atleta a se envolver em confusões sexuais. Veja 8 casos curiosos: Micah Richards: O jogador inglês filmou a si próprio e a um colega fazendo sexo com uma adolescente. A filmagem teria sido feita com a câmera de um telefone celular em um banheiro de hotel na cidade de Manchester. O vídeo foi vendido para um tablóide sensacionalista da Inglaterra. Ashley Cole: O jogador do Chelsea foi descoberto traindo a esposa com uma cabeleireira. Como forma de punição, a esposa, Cheryl Cole, decidiu fazer seis meses de greve de sexo. Ashley Young: Foi mais "brando" no escândalo. Ele foi flagrado masturbando-se na web. Kieron Dyer: Dyer foi acusado de estupro, juntamente com outro colega de time. Ele negou a notícia, afirmando que foi ao hotel onde aconteceu o estupro, com outras pessoas, e que reservou vários quartos em seu nome. Kobe Bryant: Foi acusado de estupro em 2003, mas em 2004 a acusadora acabou abandonando o caso. Kobe hoje é um dos mais bem sucedidos jogadores de basquete do mundo. Naoya Kikuchi: Foi demitido do seu clube, após admitir que fazia sexo com uma garota de 15 anos. Como este tipo de ato é proibido no Japão, Naoya foi obrigado a sair do país, tentando a sorte na Alemanha. John Terry: Não perdeu a condição de ídolo Inglês, apesar de ter sido filmado bêbado, mantendo relações sexuais com uma garota. Francesco Totti: Foi fotografado mantendo relações sexuais com uma garota, mas acabou pagando 50 mil euros ao fotógrafo para que não as entregasse para a sua noiva.
Ronaldo e os travestis: uma questão de instinto
Como ensina a teoria evolucionista, na nossa vida ancestral os machos bem dotados das chamadas aptidões "darwinianas" (habilidades como caçador-provedor) podiam ter várias fêmeas, e alguns machos sem essas características nenhuma. As fêmeas nunca tiveram dificuldades de ter parceiros sexuais - procriação. Já os machos tinham que competir entre si pela possibilidade de possuir e manter suas fêmeas e passar seus genes para as próximas gerações. " Uma mulher se oferecendo, uma mulher fácil para o sexo, é instintivamente muito difícil de resistir " Essa disputa por fêmeas criou um módulo na mente do homo sapiens macho que julga uma fêmea disponível uma oportunidade absolutamente indispensável. É esse módulo instintivo que age na mente masculina fazendo com que homens que imaginamos poderem ter as mulheres mais lindas, mais difíceis e efetivamente as têm ou tiveram, como o Ronaldo, Hugh Grant e outros, acabem se seduzindo pela facilidade das mulheres que se oferecem nas ruas. Uma mulher se oferecendo, uma mulher fácil para o sexo, é instintivamente muito difícil de resistir. As mulheres não desenvolveram este módulo cerebral, pois nunca tiveram dificuldade de encontrar parceiros para o sexo, em última análise, passar sua herança genética. Experimentos em que modelos mulheres se ofereciam a estudantes universitários para sexo casual tiveram 75% de aceitação por estes alunos, sendo que os que não aceitavam diziam ter encontros com namoradas já marcados e tentavam adiar o encontro. Quando o experimento foi feito com os gêneros invertidos, nenhuma mulher aceitou o convite. " O travesti é uma simulação mais disponível ainda que uma prostituta " Mas nessa altura, cabe um pergunta óbvia no caso do Ronaldo: por que ele escolheu travestis? Levando-se em conta que Ronaldo não é homossexual, o travesti que se prostitui é por definição uma simulação mais disponível ainda que uma prostituta, digamos, regular. O travesti, por ser apenas uma simulação, precisa ser mais atrevido, mais sedutor, mais fácil do que uma mulher de verdade, e é nesse módulo masculino descrito acima que o travesti investe, e pelo jeito consegue seu objetivo. Os homens que fazem programas com travestis não querem sempre ter uma relação em que são passivos. Não são homossexuais ou bissexuais, necessariamente. Mas é tão fácil para nossa mente se deixar enganar por uma simulação às vezes tão grotesca? Faça o seguinte exercício: imagine uma pessoa que você não tem nenhuma simpatia. Talvez alguém que você odeie mesmo. Agora se concentre e legitimamente pense que você é o pai ou a mãe desta pessoa. Repare que se você investir seus sentimentos nessa simulação, você passa a ter uma maior benevolência em relação a ela. É o poder da simulação. É o poder do sexo
Rosto atraente é o que reforça traços típicos de cada sexo
Uma equipe internacional de psicólogos deu um passo intrigante para responder a pergunta que intriga cirurgiões plásticos, modelos e, no fundo, quase todo mundo: qual a "receita" de um rosto bonito? Com novos experimentos, eles mostraram que a beleza facial parece estar relacionada ao reforço das características de cada sexo. Ou seja: as mulheres com os rostos mais perfeitos são as de face mais feminina, enquanto os homens bonitões são os de cara mais máscula.
Na pesquisa, coordenada por Anthony C. Little, da Universidade de Stirling (Reino Unido), a beleza é representada pela medição matemática da simetria facial -- grosso modo, ela representa quão regular é o rosto, ou seja, se não há desigualdades entre uma metade da face e a outra. Acontece que a simetria parece reforçar as características de cada sexo: rostos muito simétricos também são muito femininos ou muito masculinos, dependendo do indivíduo envolvido.
O resultado está num artigo na revista científica de acesso livre "PLoS One", que pode ser lida de graça on-line. Os pesquisadores dizem ter demonstrado o efeito num grande grupo multicultural e até multiespécie -- afinal, no estudo foram usados tanto pessoas de origem européia e africana quanto macacos resos (Macaca mulatta). Por incrível que pareça, os bichos conservam as mesmas diferenças gerais entre a cara dos sexos que existem entre seres humanos.
Adeus, Leonardo di Caprio?
Antes de entrar nos detalhes da pesquisa e de suas implicações, uma dúvida deve estar na cabeça de muita gente: mas e Leonardo di Caprio? Kaká? E toda a imensa lista de galãs cobiçados pela carinha de menino, quase feminina? Little explica: "Na verdade, eu mesmo já publiquei trabalhos mostrando que as mulheres tendem a preferir homens com rostos femininos, ou com aparência mais neotênica [juvenil]. O que acontece é que as mulheres preferem homens mais masculinos nas horas em que os bons genes podem ser importantes -- quando sua fertilidade chega ao máximo, por exemplo".
A relação entre simetria do rosto (e do corpo em geral, lógico) e a boa qualidade genética é proposta há tempos. Resumidamente, pode-se dizer que um rosto simétrico é sinal de que está tudo em ordem no organismo, já que para tê-lo é preciso não ter deformidades de origem genética e escapar de infecções por parasitas, por exemplo.
A conexão com o reforço das características sexuais também é esperada, principalmente entre os homens, porque os hormônios sexuais, principalmenta a testosterona (masculina), são capazes de dar uma derrubada no sistema de defesa do organismo. Se mesmo assim o rosto continua altamente simétrico, é sinal de que a pessoa possui genes tão bons que nem a bagunça hormonal é capaz de afetá-la.
Jogo de cartas
É aí que entra o experimento de Little e companhia. Usando europeus, africanos e macacos resos, eles criaram uma série de "rostos compostos", um deles representando alta simetria e outro baixa simetria, em ambos os sexos. Depois, pediram a dezenas de estudantes universitários que escolhessem a face mais masculina e a mais feminina entre as várias amostras. (Quem quiser participar de experimentos semelhantes pode visitar o site do pesquisador, em inglês, no endereço http://www.alittlelab.com/).
O resultado parece bater o martelo na associação entre simetria e feminilidade ou masculinidade: em quase 70% dos casos, as pessoas identificavam como mais masculino ou feminino o rosto mais simétrico -- e isso funcionou, em parte, até entre os macacos resos.
Segundo Little, a preferência das mulheres por rostos mais masculinos acontece também quando elas estão em busca de relacionamentos de curto prazo ou quando já têm um parceiro, mas querem, digamos, diversificar um pouco. "Então, pode ser que elas prefiram o lado carinhoso dos machos com traços femininos mas mudem e passem a buscar homens mais masculinos quando podem adquirir bons genes para seus filhos. Desse jeito, elas ganham o melhor dos dois mundos", afirma ele. Sexualidade igual a sexo?
“Sexualidade na Adolescência: riscados com fama e com proveito” foi o tema da conferência sobre educação sexual dirigida aos 9º anos da Secundária João da Silva Correia. O ciclo prossegue nos dias 7, 14, 21 e 29, com palestras dirigidas aos 7º e 8º anos. O que é a sexualidade? Será o mesmo que sexo? A pergunta abriu o tema da sexualidade na adolescência, trazido por Vítor Ferreira à Escola João da Silva Correia, numa conferência que decorreu na manha desta quarta-feira. Para obter respostas, o conferencista, professor de Biologia e coordenador de projectos da Organização Não Governamental (ONG) “A Comunidade contra a SIDA”, optou por escrever a palavra ‘sexualidade’ num quadro e dar asas aos saberes de adolescentes de 14 e 15 anos. Orgasmo, masturbação, sexo, afecto, amor, preconceito, crescimento, preservativo, adrenalina, gravidez, suor, corpo, responsabilidade, foram algumas das palavras que os alunos disseram associar ao conceito de sexualidade. Mas então a sexualidade é o mesmo que sexo? A pergunta impõe-se pela associação quase imediata da plateia entre sexualidade e prazer. Vítor Ferreira não responde, dá mais uma vez a oportunidade aos adolescentes de darem a sua opinião. Parecem concordar que não é o mesmo, mas tendem a encaminhar sempre as respostas para o lado sexual. “A relação sexual é uma componente da sexualidade, a sexualidade não se esgota no sexo”, explica o professor. “E então para vocês qual é o órgão mais importante da sexualidade?”. Um adulto responderia provavelmente o cérebro. Mas a resposta daquela plateia de adolescentes foi mais uma vez voltada para o sexo: pénis e vagina.
A conferência prosseguiu com a abordagem de temas como o planeamento familiar e os diversos métodos contraceptivos disponíveis. Questionados sobre os métodos que conhecem, os adolescentes provaram ter um conhecimento “alargado” do tema, referindo uma boa parte deles. As dúvidas prenderam-se sobretudo com o uso de espermicidas, as consequências da pílula do dia seguinte e o recurso à laqueação, nas mulheres, e à vasectomia, nos homens. “Que humilhante”, comentava, baixinho, um dos alunos quando ouviu a palavra vasectomia. “Tanto a vasectomia como a laqueação são hoje reversíveis e são métodos quase 100 por cento garantidos”, revelou Vítor Ferreira. “Menos mal”, ouviu-se.
“Educação Sexual deve ser avaliada”
Para Vítor Ferreira, a Educação Sexual não só deve fazer parte do currículo escolar como também “deve ser sujeita a avaliação”, uma avaliação qualitativa, à semelhança do que se passa na formação cívica. “Neste momento há um esforço por parte do Ministério de Educação em garantir uma média de uma sessão por mês na área da Educação para a Saúde. Mas sem formação efectiva dos docentes e sem materiais fica um pouco ao sabor das escolas”, alerta o docente.
Em relação à temáticas que mais interessam aos adolescentes, Vítor Ferreira salienta o planeamento familiar a as doenças sexualmente transmissíveis. Temas que deveriam, defende, ser abordados em trabalhos de turmas e não numa situação esporádica como é o caso, por exemplo, de uma palestra. “Uma conferência tem o valor que tem, não se cria empatia com os alunos. E a empatia é fundamental e decisiva para haver abertura e confiança que permita aos adolescentes colocar questões”, sublinha.
Já Ana Cardoso, presidente da Associação de Pais, responsável pela organização deste ciclo de conferências, defende que a educação sexual deveria começar em casa. “Ainda é um tema tabu, pouco trabalhado dentro de casa”, lamenta. Por isso, há que recorrer às escolas para falar com os adolescentes e alertá-los.
Os próximos encontros estão marcados para os dias 7 e 21 com os 7º anos e para os dias 14 e 28 com os 8º.Blogueiros brasileiros abrem seus acervos de experiências sexuais em bom português
Vídeo com supostas cenas de sexo de Jimi Hendrix será lançado
A Vivid Entertainment, uma empresa de produtos para adultos, informou que deve lançar uma fita com cenas de sexo protagonizadas pelo músico e cantor Jimi Hendrix (1942-1970). Músico Jimi Hendrix teria sido filmado fazendo sexo com duas mulheres em hotel. As imagens teriam sido tomadas há cerca de 40 anos em um quarto de hotel. A filmagem mostra Hendrix em vários atos sexuais com duas mulheres, segundo comunicado divulgado pela Vivid. A companhia informou ter consultado diversos especialistas para se certificar da autenticidade da filmagem. Hendrix morreu de overdose. Representantes do legado do músico não quiseram comentar o caso. A Vivid Entertainment é responsável pelo lançamento de fitas com cenas de sexo de outras celebridades. A atriz Pamela Anderson já esteve em um dos vídeos da companhia.