Conheça os dez tipos de libido e descubra de que forma se manifesta seu desejo

A terapeuta sexual australiana Sandra Pertot, autora do recém-lançado "Os 10 tipos de libido" (ed. Matrix), enumerou os tipos de libido mais comuns entre as pessoas. Tanto nas mulheres quanto nos homens, as libidos sensual e erótica costumam ser predominantes. Conheça os tipos e descubra como se manifestam seus desejos sexuais: (Leia também: Descobrir o tipo de libido é fundamental para melhorar as relações sexuais, diz terapeuta australiana) Sensual - Para o tipo sensual, o sexo é parte importante do relacionamento. Ver que o parceiro está satisfeito na cama aumenta seu prazer, e o orgasmo não costuma ser o mais importante. O sexo é expressão do vínculo emocional e uma maneira de reforçar seus sentimentos pela pessoa amada. Erótica - Para eles, o sexo é quase um hobby. Este tipo gosta de leituras eróticas, brinquedinhos sexuais e adora novas experiências na cama. As transas intensas são importantes para a manutenção do relacionamento. Adoram se sentir desejados e costumam investir em práticas como o suingue e o sexo a três. Dependente - O tipo dependente não lida bem com a falta de sexo. Como as relações sexuais são uma forma de aliviar a ansiedade, podem colocar uma pressão desnecessária no parceiro, principalmente se este não tem um nível de desejo compatível com o seu. Reativa - Quem se enquadra no tipo reativo não costuma pensar em sexo se não estiver em uma relação, e a vida sexual acaba sendo ditada pelo ritmo do outro. Valorizam mais o envolvimento emocional. "Por direito" - Costumam achar que sua visão do sexo é a 'correta' e não precisam de muita variedade para se sentirem satisfeitos. Podem colocar uma pressão desnecessária no parceiro por terem idéias fantasiosas do que outros casais fazem na cama. Viciosa - Quem tem este tipo de libido precisa de novos parceiros para se sentir valorizado. Podem, inclusive, valorizar uma relação estável e 'pular a cerca' de vez em quando. Costumam perder o interesse pelo outro depois da relação sexual. Estressada - O tipo estressado costuma estar passando por um momento de falta de confiança em suas habilidades sexuais. Tem medo de não conseguir satisfazer o parceiro e se cobra quando passa por fases de pouco desejo. Desinteressada - Caracteriza as pessoas que não sentem falta do sexo, mas têm dificuldades para assumir essa faceta. Costumam ter relações sexuais para agradar o parceiro. Geralmente, são pessoas que nascem com baixa libido. Desconectada - Neste tipo, o sexo deixa de ser prioridade. Em circunstâncias ideais, valorizam o sexo, mas basta aparecer cobranças excessivas para esquecer do prazer sexual. Compulsiva - Neste caso, o sexo não costuma estar ligado a sentimentos. As relações sexuais , em geral, são alimentadas por estados de ansiedade e tensão emocional. Costumam ter certos fetiches e sentem dificuldade de excitação se eles não forem satisfeitos.

Sexo sem mistério: parafilias

Parafilias As “perversões sexuais” são chamadas de parafilias. As práticas são constituídas por padrões sexuais no qual a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas também em outras atividades durante momentos de intimidade. O nome vem do grego (para, “fora de” e filia, “amor”). Em determinadas situações, o comportamento sexual parafílico pode ser considerado perversão ou anormalidade. Parafilias 2 Sem afetar saúde, opção é inofensiva As parafilias podem ser consideradas inofensivas e, de acordo com teorias psicológicas, são parte integral da psique normal – salvo quando estão dirigidas a um objeto potencialmente perigoso, danoso para o sujeito ou para outros, trazendo prejuízos para a saúde ou segurança, ou quando impedem o funcionamento sexual normal. Convenção Aceitação varia com as sociedades Embora algumas teorias psicológicas vejam como inofensivas as práticas de perversões sexuais, as considerações com respeito ao comportamento considerado parafílico dependem em um grau muito elevado das convenções sociais reinantes em um momento e lugar determinados. Homossexualidade Antes parafílicas, práticas são normais Certas práticas, como a homossexualidade ou até mesmo o sexo oral, o sexo anal e a masturbação, foram consideradas parafílicas em determinado momento da história, embora agora sejam consideradas variações normais e aceitáveis do comportamento sexual. Masturbação Excesso pode ser tido como anomalia Há quem considere que o excesso na masturbação, praticada por muitos mesmo após a adolescência, ou até mesmo o fato de alguém já na fase adulta preferir sempre esta prática do que o contato com outro indivíduo, venha a ser um tipo de parafilia, uma anomalia. Fetichismo Preferência é vista como exemplo O fetichismo se caracteriza pela busca e alcance do clímax sexual a partir da presença ou do uso de algum objeto. A preferência chega a ser considerado uma parafilia. Ao todo, existem mais de 50 tipos de parafilias, algumas mais inofensivas e outras como perversão sexual. Variedade Tipos chegam a ser patológicos Alguns tipos de parafilias são: afrodisiomania (desejo sexual intenso e patológico); agromania (paixão por espaços abertos ou o campo), aleofilia (atração pelo sexo oposto), algofilia (erversão sexual caracterizada por desejo de sentir dor física) e algolagnia (satisfação sexual pela dor).

Sexo antes do casamento

Certa vez alguém perguntou à inesquecível figura de Chico Xavier:
Chico, sexo antes do casamento é permitido? O médium, com sua peculiar mineirice, respondeu:Tudo é permitido, porém, sem amor nada vale a pena, nem sexo nem casamento.A resposta de Chico é colossal, abrangente pode ser aplicada tranqüilamente em nossa vida nos mais variados assuntos.Aliás, a resposta de Chico cabe perfeitamente aos pais cujo objetivo de vida principal se resume em galgar degraus na careira profissional, conquistando pontos com a sociedade, mas perdendo pontos com a família e negligenciando deveres fundamentais pertinente à educação dos filhos.Ora, a atividade profissional e a dedicação do individuo a ela é fundamental, porquanto, lembrando Maslow, trabalho, a depender do ponto de vista, enquadra-se dentro das necessidades básicas da criatura humana. Sem o dividendo advindo dos labores de nossa profissão, como manter família, ou vulgarmente dizendo: Como trazer o pão de cada dia ao lar. E a alimentação é uma necessidade básica de todos. Por isso, afirmamos a importância da dedicação do profissional aos labores profissionais, contudo, sem exageros.A propósito, interessante lembrar que as intensas vontades de consumir superestimadas pelas propagandas, pelo marketing e pela mídia de forma geral, ajudaram a construir os workaholics, ou seja, pessoas viciadas em trabalho.Acrescente-se a isso o intenso clima de competição vigente no mundo atual e pronto. Está formado o cenário perfeito para os malucos modernos! Viciados em trabalho, alucinados por competir, insaciáveis para mostrar suas qualidades, ou melhor, suas conquistas no âmbito puramente material aos seus colegas, ou melhor dizendo, rivais.Logo, com todos esses afazeres, naturalmente a família e os filhos são esquecidos. Com valores esquecidos e a educação dos filhos relegada à terceiros, quartos e quintos, a desorganização instala-se em toda a sociedade.Sem valores como respeito, companheirismo, amizade e, principalmente amor ao próximo, a violência em suas mais variadas vertentes - como o sentimento de posse, cobranças descabidas, pressões psicológicas e abusos de autoridade - infiltra-se na sociedade, trazendo consigo a desconfiança, o medo, as aflições e angustias que caracterizam criaturas perdidas, sem objetivos mais ousados no campo de seu desenvolvimento como seres imortais.Em conversa com uma de minhas professoras tomei nota de uma pesquisa elaborada por ela e realizada com crianças de 8 a 15 anos matriculadas no ensino público e privado. Umas das perguntas da pesquisa:Trabalhar é legal? Justifique.Oitenta por cento das respostas fez corar porque afirmavam que trabalhar não é legal, ocupa muito tempo, não deixando espaço para os filhos. Veja, caro leitor e leitora, a mensagem que os pais estão transmitindo aos seus filhos é negativa. O garoto quer o pai ao seu lado, soltando pipa, brincando de carrinho, contando histórias, sendo criança com ele, mas repreendendo na hora certa, ensinando, instruindo, orientando...Importante, pois, refletir no que estamos ofertando aos nossos familiares e filhos. Será que queremos vê-los crescer e considerar natural ser, por exemplo, um workaholic?Será que queremos instalar nos pequenos corações de nossos filhos a idéia de que o trabalho se resume apenas à atividade profissional, e é algo chato, que ocupa tempo e desagrega a família?Por isso, lembrando o inesquecível Chico, pode-se afirmar que, sem amor nada vale a pena, nem mesmo trabalhar.Pensemos nisso.

"Homens são muito focados no pênis", diz professor de Harvard

Ao contrário do que prega a indústria de medicamentos, o uso de remédios como o Viagra, sozinho, não traz felicidade a homens e mulheres. Remédio eficiente para a disfunção erétil, o medicamento não pode ser utilizado para consertar relacionamentos ou atitudes, que também interferem, e muito, na vida sexual. A avaliação é do médico Abraham Morgentaler, professor associado de urologia da Universidade Harvard (EUA) e autor do livro "O Mito do Viagra" (Ediouro). Para Morgentaler, os homens "são muito focados no pênis" e têm o mito de que manter o órgão ereto vai "resolver todos os problemas no relacionamento deles". Para ele, essa é uma visão errada do problema. "O que os homens precisam saber é que o remédio não os torna mais atraentes para as mulheres. Isso tem a ver com quem eles são e como tratam as pessoas", afirmou o especialista, em entrevista ào PINK HOT SEX, por telefone, de Boston, nos Estados Unidos. De acordo com o professor de Harvard, as mulheres estão mais interessadas em "carícias, mais beijos, palavras legais, atenção a outras partes do corpo delas". Morgentaler reconhece que o remédio é eficiente para homens acima dos 40 anos, mas critica o uso por parte de jovens que não enfrentam esse tipo de problema. Apesar de não haver indícios de que o Viagra cause dependência, o médico afirma que o uso pode gerar danos psicológicos aos adolescentes. "Eu temo especialmente que os jovens fiquem viciados no Viagra do ponto de vista emocional, psicológico. Algo que eles sintam que precisam para estarem bem". Confira abaixo a íntegra da entrevista.

Na sua opinião, qual é o maior mito existente sobre o Viagra? Abraham Morgentaler - Os homens têm o mito de que ter um pênis ereto vai resolver todos os problemas no relacionamento deles. De um modo geral, o Viagra é um bom remédio, mas alguns homens o tomam, ou querem tomá-lo, por terem algum problema com a mulher ou a namorada. E se eles têm algum problema desse tipo, é comum que haja reflexos na cama, sexualmente. Aí eles pensam que, se o sexo ficar melhor, a relação vai melhorar também. Mas se o homem vai para casa bêbado toda noite, ou a mulher está brava porque ele não é legal com ela, o Viagra não vai ser a solução.

Muitos homens que não têm qualquer tipo de disfunção erétil e até jovens usam o Viagra sem necessidade. Para quem esse remédio realmente funciona? Morgentaler - Diferentes grupos de pessoas tomam o Viagra. Para algumas pessoas, se elas têm realmente um problema físico com a ereção, mas estão em um relacionamento saudável, o Viagra pode ser muito efetivo e um remédio muito bom. Há um outro grupo que toma o remédio, mas não precisa. Muitos não tem nem certeza a respeito do que o Viagra pode fazer. Eles acham que o Viagra vai torná-los mais atraentes para as mulheres, amantes melhores, ou que a experiência do sexo vai ser melhor. Mas se o homem é saudável e tem menos de 40 anos de idade, há uma grande possibilidade de o Viagra não gerar praticamente nenhum efeito sobre ele, fisicamente. Mentalmente, pode tornar o homem mais confiante, se você [o homem que usa o remédio] acreditar que ele pode fazer isso. Então, para o homem que não precisa, o Viagra não gera benefícios? Morgentaler - Isso é verdade especialmente para os mais jovens. Para homens jovens, se tudo está normal, o Viagra não vai fazer nada. Eles podem ter uma ereção satisfatória, fazer sexo mais de uma vez [sem o remédio]. Mas para os mais velhos, depois dos 40 anos ou dos 60 anos, muitos vão notar que algo está diferente. Talvez [com o remédio] o pênis fique mais ereto, ou não exija tanto estímulo para isso. Muitos homens, mesmo os que não tem qualquer disfunção, dizem ter adquirido uma capacidade maior de ter uma segunda ereção. Há alguns pequenos benefícios para os mais velhos, mas quase nenhum para os jovens. Então porque jovens e adolescentes se interessam por tomar o Viagra? Morgentaler - Eles não sabem para que serve. A mitologia, a imagem do Viagra é que faz o homem melhor preparado para o sexo. Então se um garoto não tem muita experiência sexual, acaba achando que o remédio vai fazer com que ele tenha um desempenho melhor. Os caras se preocupam muito com sexo, de verdade, especialmente se eles não estão em um relacionamento longo, se estão apenas ficando com alguém. Eles sempre se preocupam se são bons o suficiente na cama, se o pênis é grande o suficiente, se eles estão fazendo a coisa certa. Honestamente, eu também já me preocupei com isso. É por isso que antigamente os homens queriam se casar com mulheres virgens: elas não tinham experiência e não podiam dizer 'Já tive melhores [relações sexuais] antes' [risos]. A realidade é que os homens sempre se preocuparam com isso e os mais jovens não sabem o que o Viagra pode fazer. Então eles tomam, acreditam que ele [o remédio] vai fazer com que eles fiquem melhores e têm esperança nisso. Quais são os efeitos colaterais que esse tipo de remédio pode causar em um jovem que começa a fazer uso muito cedo? Morgentaler - De uma forma geral, remédios como Viagra e o Cialis são muito seguros do ponto de vista físico. Mas o que é realmente preocupante é o fato de jovens estarem aprendendo a se relacionar sexualmente apenas quando estão sob o efeito do Viagra. Psicologicamente, eles podem acreditar que eles precisam tomar isso para sempre. Além disso, pode ser mais difícil no futuro, se eles encontrarem alguém que amem de verdade, que eles possam relaxar e ser eles mesmos sem o remédio. O Viagra pode levar ao vício? Morgentaler - Não há nada viciante fisicamente falando, mas eu temo especialmente que os jovens fiquem viciados no Viagra do ponto de vista emocional, psicológico. Algo que eles sintam que precisam para estarem bem. Para mulheres, há algum efeito positivo? Morgentaler - As evidências nos estudos não mostraram grandes benefícios para as mulheres. Mas, na minha visão, pode melhorar algo especialmente se elas tiverem algum problema com lubrificação na vagina. Porque o Viagra melhora a circulação de sangue na região e a lubrificação vem do fluxo de sangue. Nós precisamos de mais estudos para analisar isso, mas eu acho que ele [o remédio] pode gerar benefícios para algumas mulheres. De qualquer forma, é preciso que homens e mulheres entendam que o Viagra não vai aumentar o desejo por sexo. Não vai fazer com que alguém fique mais excitado. O que os homens precisam saber é que o remédio não os tornam mais atraentes para as mulheres. Isso tem a ver com quem eles são e como tratam as pessoas. A Pfizer vende o remédio como uma grande revolução nessa área. O que, de fato, o Viagra trouxe de mudanças? Morgentaler - Algumas coisas. O primeiro é que, não sei se no Brasil é muito diferente, mas nos Estados Unidos o Viagra fez com que ficasse muito mais fácil falar sobre sexo. Antes, os homens tinham muita vergonha de falar sobre problemas de ereção, não iam até o médico. Isso mudou: hoje há anúncios na televisão, em que até políticos falam sobre Viagra. De repente, os homens começaram a falar sobre o que acontece se eles tomassem, se eles devem tomá-lo. Além disso, ficou mais fácil para as mulheres falarem sobre isso. A segunda grande mudança foi o fato de termos pela primeira vez um remédio efetivo para isso em forma de pílula, algo muito mais atraente. Antes do Viagra nós tínhamos cirurgias para colocação de próteses e substâncias aplicadas no pênis por meio de agulhas. Não é tão bacana quanto uma pílula. A terceira coisa que mudou foi a imaginação do homem sobre o assunto, como eles pensam no sexo para o futuro. O que eu quero dizer é que tem muitos homens que tem 40, 50, 60 anos que não precisam de Viagra, que não tomam Viagra, mas estão muito felizes em saber que esse remédio existe. Porque esses homens estão pensando que, quando eles tiverem 80, 90, cem anos, ainda vão poder fazer sexo. O sexo foi sempre tão importante na vida do homem? As pessoas pensam mais em sexo hoje? Morgentaler - Sexo sempre foi importante. As pessoas compravam ervas, suplementos, para melhorar o desempenho, torná-las mais preparadas para o sexo. Mas agora nós vemos mais sexo na televisão, em revistas, na internet. Todos hoje têm acesso a todo tipo de informação sobre isso. E o Viagra ajudou nesse processo, a fazer com que o homem pense em sexo por mais tempo durante a vida. Você acredita que hoje estejamos fazendo sexo melhor? Morgentaler - Os homens provavelmente acham que estão mesmo fazendo sexo melhor [risos]. Para as mulheres, eu acho que elas querem que os homens prestem mais atenção a coisas que elas sempre quiseram, como mais atenção, carinho. O sexo não é só o pênis e esse é um dos problemas: os homens são muito focados nesse órgão e o Viagra faz com que eles pensem muito mais sobre ele, quando na verdade o que as mulheres querem são mais carícias, mais beijos, palavras legais, atenção a outras partes do corpo delas.

Cientistas analisam peixe que sobrevive sem sexo há 70 mil anos

Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, estão tentando descobrir como uma espécie de peixe conseguiu sobreviver sem reprodução sexuada há pelo menos 70 mil anos. A população da Molinésia-Amazona, ou Poecilia formosa na nomenclatura científica, é formada apenas por fêmeas e pode ser encontrada na região do Texas, nos Estados Unidos, e no México. A espécie se reproduz por um processo conhecido como ginogênese, que consiste em um tipo de "acasalamento" com machos de outras espécies. O espermatozóide, no entanto, serve apenas para estimular os óvulos da fêmea, não para fecundá-los. Por isso, os filhotes são sempre clones das mães e não herdam traços genéticos do macho. Segundo os cientistas, criaturas que se reproduzem de forma assexuada apresentam problemas genéticos e freqüentemente são vítimas de extinção pela fraqueza da espécie, o que não teria acontecido com a Molinésia-Amazona. Para entender o complexo sistema de sobrevivência desse tipo de peixe, os cientistas calcularam há quanto tempo a molinésia-amazona deveria ter sido extinta, com base em cálculos das modificações genéticas pelas quais passaram várias gerações. Os resultados mostram que a espécie deveria ter sido extinta há 70 mil anos. No entanto, ela ainda pode ser encontrada atualmente.

'Truques'

De acordo com os cientistas, a espécie deve estar usando alguns "truques" genéticos para sobreviver e o próximo passo da pesquisa será entender quais são eles. "O que nosso estudo demonstra é que este peixe realmente tem alguma coisa especial e que existem alguns truques que ajudam a espécie a sobreviver", disse Laurence Loewe, que liderou o estudo. Uma hipótese levantada pela pesquisa é a de que, em alguns casos, o peixe pode estar pegando traços do DNA dos machos para estimular a reprodução e renovar sua combinação genética. Segundo Loewe, as descobertas podem ajudar a compreender melhor os mecanismos de outras espécies. "O interessante é que podemos aprender mais sobre outras espécies que utilizam estes mesmos truques", afirmou. O estudo foi publicado na revista científica BMC Evolutionary Biology.

Zé do Caixão diz que ex quis fazer sexo em necrotério

  • O cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão, afirmou em entrevista que uma ex-namorada já quis fazer sexo em um necrotério.

"Tive uma mulher - da qual gostava muito, mas que hoje é casada - que queria ter relação sexual num necrotério, ao lado de dois cadáveres. Não foi fácil achar o necrotério", contou ele. A resposta foi para a pergunta se ele já havia se relacionado com pessoas estranhas. São questões desse tipo que vão figurar no talk show O Estranho Mundo de Zé do Caixão, que estréia na próxima semana no Canal Brasil.

Romário revela casos de fuga da concentração da seleção e sexo em avião

  • Romário parou de jogar, mas continua polêmico. Em entrevista ao 'Fantástico', da TV Globo, neste domingo, o Baixinho revelou que já fugiu da concentração da seleção brasileira várias vezes, sendo algumas delas durante a Copa do Mundo de 1994, e até antes da vitória de 2 a 0 contra o Uruguai, nas Eliminatórias da Copa, no Maracanã, em 1993, nesta que foi uma das melhores atuações da carreira. O ex-camisa 11 revelou também já ter feito sexo a bordo de um avião em um vôo de volta da seleção, que havia ido para uma excursão na Suíça.
- Já levei mulher para dentro da concentração da seleção em vários hotéis. Eu sempre fugi da concentração, até na seleção. Naquele Brasil e Uruguai em 1993, eu fugi do hotel e fui para um motel. Na Copa América, fora do Brasil, na Bolívia, também fugi. Na Copa do Mundo, em 1994, a mesma coisa. Fugi antes do primeiro e do terceiro jogos. Sempre fui fujão - lembrou ele para em seguida falar sobre o caso mais exótico.

- Eu estava viajando como jogador voltando de uma excursão. Foi logo quando eu comecei na seleção, nas primeiras viagens, não sei exatamente quando. Pegamos um avião na Suíça e o resto vocês já imaginam - disse ele sem dar muitos detalhes da relação sexual a bordo. Com seis filhos, Romário fez vasectomia recentemente, mas guardou o sêmen em um laboratório caso quisesse ter mais um. E pelo jeito, o sétimo herdeiro virá em breve. - É e estou quase mudando de idéia (sobre não ter mais filhos). Estou começando a pensar nisso (sétimo filho). É sempre bom ter um bebê em casa - disse.

Cientistas dizem que bichos ficam 100 milhões de anos sem sexo

Confessemos o inconfessável: sexo é bom e todo mundo gosta, mas dá um trabalho dos infernos. Considere quanto sangue e suor, quantas lágrimas, notas de cem e faturas de cartão de crédito já foram empregados na história do cosmos para esse fim; quantas caudas de pavão e Ferraris, quantos vestidos decotados, sem falar no gasto de energia intelectual, como a invenção do soneto, os romances medievais sobre o amor cortês, o Cântico dos Cânticos. É muita dor de cabeça. Pela lógica, apenas as coisas indispensáveis são objeto de tamanha obsessão. Nós (e a grande maioria dos outros animais e plantas) só seríamos tão doidos por sexo porque não dá para sobreviver sem ele. O raciocínio é impecável. Mas no meio do caminho tinha um bdelóide. Aliás, umas 400 espécies de bdelóides, para ser mais exato. Os bdelóides a que me refiro são as estranhas criaturas da foto acima – animais microscópicos formados por um número fixo de células, habitantes de água doce e substratos úmidos de todos os tipos, comedores de qualquer coisa devorável e compatível com seu tamanhinho. Não existem machos bdelóides: todos são fêmeas e produzem descendentes por partenogênese, ou “geração virgem” (processo no qual os óvulos iniciam o desenvolvimento embrionário sem fecundação por espermatozóides). Temos boas razões para acreditar que esses bichos minúsculos abdicaram da vida sexual há cerca de 100 milhões de anos e, mesmo assim, conseguiram colonizar uma grande variedade de ambientes e se diversificaram, como qualquer outro grupo de animais – coisa que, em tese, não deveria ser possível. A trajetória evolutiva dos bdelóides indica que o sexo talvez seja menos indispensável do que se costuma imaginar. Faz sentido?Antes de entender que mágica essas criaturas estranhas estão fazendo para se livrar da alcova, é bom colocar algumas coisas em pratos limpos. Como dizíamos no começo desta coluna, os seres vivos tendem a ficar fissurados apenas por coisas que têm um impacto sobre sua sobrevivência e reprodução. Dizer que adoramos doces (ou sexo!) porque “é gostoso” não explica nada. Nosso sistema nervoso está programado para “traduzir” comida açucarada e/ou uma noite de amor na sensação subjetiva de “prazer” porque os doces são fontes concentradas de energia para o organismo e porque o sexo é o procedimento-padrão da nossa espécie para passar genes de geração em geração. O prazer é um incentivo – ou um suborno, se você quiser. Mas a verdadeira questão é por que escolher o sexo como mecanismo reprodutivo. Do ponto de vista exclusivamente matemático, a opção preferencial pela vida romântica não faz sentido. O sexo, considerado unicamente como meio para passar adiante o DNA de um organismo, é decepcionante porque envolve obrigatoriamente uma divisão desse DNA (pela metade) e a mistura dele com a de outro organismo. Lembre-se de que 50% dos seus genes vieram do seu pai e a outra metade, da sua mãe. Em tese, seria muito mais negócio para cada indivíduo isolado transmitir a carga total de seu material genético para a geração seguinte, pelo simples mecanismo de produzir uma cópia de si mesmo. Além disso, sempre pode acontecer de você não achar a tampa da panela – e, sem parceiros para ajudar, não dá para ter reprodução sexuada. E, no entanto, a imensa maioria dos animais, plantas e fungos, além de um bom número de microrganismos, contraria essa lógica aparente. Até as bactérias, famosas por sua capacidade estonteante de dividirem suas células únicas em novas “células-filhas”, aderem ocasionalmente a sessões de “sexo” não-formalizado, trocando genes com outras bactérias, às vezes até de outras “espécies” bacterianas. Duas idéias mais ou menos parecidas e complementares estão entre as que buscam explicar esse paradoxo. A primeira vê a sexualidade como uma espécie de seguro de vida contra parasitas e ambientes em transformação. A reprodução sexual, ao misturar e embaralhar os genes de dois indivíduos diferentes, automaticamente cria combinações de DNA novas que podem derrotar parasitas (que não “conhecem” a nova mistura, e portanto não estão equipados para vencê-la) e representar um “estoque” importante de novas soluções para alterações ambientais. A segunda idéia propõe que o sexo ajuda no “controle de qualidade” genético de uma população. Em criaturas assexuadas, mudanças no conjunto do DNA só ocorrem por mutações – alterações químicas aleatórias nas “letras” químicas A, T, C e G que compõem a molécula da hereditariedade. Ora, a imensa maioria das mutações tende a ser nociva. De geração a geração, o acúmulo de alterações “do mal” poderia colocar os organismos celibatários em perigo. Mas, para produzir as células sexuais, as partes equivalentes do DNA que você recebeu do seu pai e da sua mãe são colocadas lado a lado e se “recombinam”, trocando pedaços de cromossomos (as estruturas enoveladas que abrigam o material genético). Com isso, mutações “ruins” num genitor podem ser “consertadas” pelo material genético do outro genitor. Mal comparando, é como pegar dois álbuns de figurinhas completos e idênticos, um dos quais possui uma figurinha rasgada: retira-se a figurinha intacta de um e ela é colocada no lugar da que estava adulterada. DNA tetracampeãoDepois de todo esse background, já podemos voltar aos nossos bdelóides, os mestres da castidade evolutiva. Se tudo o que foi dito nos parágrafos acima estiver correto, os bichos seriam um prato cheio para parasitas famintos e mudanças ambientais; de quebra, seu genoma deveria estar caindo aos pedaços de tanta mutação deletéria. No entanto, lá estão eles, vivos, bem e bastante diversificados, rastejando sobre musgos e liquens e nadando em poças d’água e córregos. Quando falta água, eles entram numa espécie de animação suspensa conhecida como anidrobiose, até as condições melhorarem. O segredo dos bdelóides celibatários parece estar em características específicas do genoma das criaturas. O pesquisador americano David Mark Welch, do Laboratório de Biologia Marinha do Instituto Oceanográfico Woods Hole, mostrou que o DNA dos bichos é tetraplóide – diferentemente de nós, que temos duas cópias de cada cromossomo, eles têm quatro. Tudo indica que, no passado remoto, o conjunto duplo normal de cromossomos sofreu uma reduplicação, transformando os bdelóides em tetraplóides. Ora, situações de extrema secura, como a anidrobiose, deveriam causar grandes quantidades de dano ao DNA, mas não é o que acontece. Experimentos em que esses bichos foram bombardeados com radiação – outra fonte comum de erros no material genético – revelaram que eles agüentam mais radioatividade do que qualquer outro animal conhecido. O único jeito de explicar esse conjunto bizarro de características é imaginar que os cromossomos quadruplicados estão servindo como base para reconstruir o genoma bdelóide. Com várias cópias de cada gene à disposição, os animais conseguem corrigir rapidamente os erros que aparecem em uma, duas ou até três versões de um gene. Ou seja, em certo sentido, pode-se dizer que os bdelóides puderam abdicar da sexualidade porque internalizaram os benefícios evolutivos do sexo. Em vez de buscar genes bons em outro corpo, eles corrigem os problemas nos seus genes internamente. Funciona um bocado bem para eles, ao que tudo indica. Eu sei o que você deve estar pensando: eles não sabem o que estão perdendo, né?

Sexo de Primeira

Você conheceu um amigo ou uma amiga de um outro conhecido. Conversaram muito e esticaram a noite até onde deu. Na hora de ir para casa, surge o convite: “Dorme comigo essa noite?” Milhões de pensamentos passam pela cabeça e vem um impasse: obedecer ao corpo e a própria vontade ou pensar racionalmente e deixar para um outro dia, aumentando as chances de fazer com que a aventura se torne um relacionamento sério? Dos entrevistados ouvidos , a grande maioria afirmou que já fez sexo no primeiro encontro. Quando a pergunta é se acham que deviam ter feito ou não, as opiniões se dividem. Não é todo mundo que lida bem com o dia seguinte. “Sexo na primeira noite é sexo casual. Se há aceitação, não haverá arrependimento. Isso é essencial para não haver julgamentos e culpas”, afirma o urologista e educador sexual Celso Marzano, de Santo André. Claudya Toledo, proprietária da A2 Encontros, diz que a mulher não sabe quando transar e está confusa nesse sentido. “Quando está se relacionando bem, deve perceber a hora certa. Isto não está ligado ao primeiro ou 20º encontro e sim ao nível de intimidade do relacionamento”, afirma. Marzano completa que a conquista e a manutenção do relacionamento estão associados a uma sexualidade rápida e contínua. “As mulheres tentam conquistar o parceiro pelo sexo e praticam casualmente nos primeiros encontros”, afirma. Segundo ele, elas também o fazem para ter prazer físico e viverem novas experiências. E aquela história de que o homem descarta a mulher que transa logo no primeiro encontro parece ser coisa do passado. “Para eles é muito clara a própria intenção e a energia que despendem para cada relacionamento. O importante é que as mulheres se abram para perceberem as diferenças e não se magoarem”, diz Claudya. Não há regras. “O nome diz casual: ocasional, sem cobranças. Só o respeito natural, o aval dos dois para os atos praticados e a responsabilidade de proteção para um sexo seguro.” Estamos namorando há três anos“Fiquei com ele pela primeira vez numa feijoada e depois ele me chamou pra ir a um bar. Só que tive um problema com a lente de contato e passei em casa para tirá-la e colocar os óculos. Convidei-o para subir e não descemos mais. Transamos a noite toda e no dia seguinte eu acordei me sentindo meio mal, porque tinha gostado dele e fiquei medo de que ele me achasse uma safada. Isso não aconteceu. Não paramos mais de ficar e estamos há três anos namorando. Ele é o homem da minha vida.”J.S., economista, 29 anos Devia ter guardado um pouco mais do mistério“Eu o conheci na net, em um site de relacionamentos. Após alguns e-mails e conversas ao telefone marcamos em um shopping. De perto, vimos que a química corporal era tão intensa quanto intelectual, e já no carro começamos os amassos. Resultado: ‘Qual o motel mais próximo?’ Nunca me dei tanto em uma cama como naquele dia. A sintonia dos desejos e dos corpos era espetacular. Inúmeras experimentações. Mas curiosamente, ao amanhecer eu só queria a minha casa e nem queria saber mais do cara. Nunca mais quis vê-lo, mesmo sabendo que foi uma das noites mais espetaculares da minha vida. Ele bem que tentou, eu não quis. Acho que o especial daquela noite foi o fato da certeza de que seria única. Só que nem sempre é assim e como toda mulher guardo em mim ideais bem românticos e já lamentei momentos em que ter sucumbido ao tesão do primeiro encontro foi o suficiente para pôr fim a relações que eu daria tudo para que durassem mais de uma noite. Um homem que conheci certa vez era, literalmente, o genro que mamãe pediu a Deus e o homem que eu adoraria ter ao meu lado. A conversa, os gostos musicais, quando cheguei perto o cheiro dele me inebriava, a voz me envolvia e quando finalmente me beijou... Ah, que beijo! Resultado: ‘Passa essa noite comigo, vai?’ E eu passei, mas deveria ter dito não. A intensidade com que me dei emocionalmente me deixou vulnerável. Fiz expectativas que não se concretizaram e eu me frustrei. Não sei se a ausência de uma segunda vez se deu por aquela primeira vez tão intensa, mas até hoje eu penso que deveria ter guardado um pouco mais do mistério.B., designer de moda e editora. 37 anos Faça o que tem vontade “Não vejo problema no sexo no primeiro encontro. Mas também não vejo em não fazer. A decisão e o desejo precisam ser de ambos. E cada um deve agir sabendo das conseqüências de seus atos – e usar camisinha! A mulher sabe que pode não ver mais o homem, mas o homem também corre esse risco. Ou será que todas as mulheres se apaixonam por todos os homens com quem transam? Também pode ser só sexo para ela. Se os dois estiverem atraídos, se houver clima, por que não? Não acredito que o homem que não liga no dia seguinte o faz simplesmente porque ‘já teve o que queria’. Acho que ele não liga porque não quer. É preciso fazer o que está com vontade de fazer. E se o cara é do tipo que não namora só porque transou na primeira noite, sinceramente, prefiro que seja só sexo mesmo. Quem vai querer um machista desses? Eu não.” M.N., jornalista, 30 anos Tínhamos pontos incompatíveis“Conheci o Antônio (nome fictício) durante o aniversário de um amigo em comum. A festa era supertranqüila, nada de sexo, drogas ou rock and roll. Assim que ele entrou, decidi que iria ficar com ele. E fui para cima, literalmente. Depois de algumas horas de muita conversa, finalmente, ficamos. Só uns beijos e conversa, conversa. Até que começamos a nos beijar e entramos no lavabo. Apesar de não ser tonta, não imaginei que iria transar com ele ali. Mas transei. Em segundos, ele tirou minha roupa e colocou a camisinha. Foi rápido. E ótimo. Quando terminamos, voltamos normalmente para a festa. Ele disse que iria pegar depois meu telefone com uma amiga minha. Quando comentei com ela o que havia acontecido, ouvi na hora: “Claro que a gente não acredita que ele vai te ligar, né?”. Pois ele me ligou. Nos vimos mais algumas vezes. Não virou um relacionamento, mas não acho que foi porque fiz sexo sem conhecê-lo. Tinhamos pontos incompatíveis, só isso”.F.K.D., professora, 35 anos. Afinidade se adquire“Nunca tive problemas em transar logo que conheço um homem. O que sempre levei em conta foi a afinidade e a vontade de ir ou não pra cama, independentemente do número de encontros. Tive situações de ter um caso fixo por meses e simplesmente colocar um ponto final sem nunca termos tido uma noite de sexo. No último amigo-secreto eu já tinha dito que depois da confraternização ia pra casa, mas mudei de idéia. Em um show fui apresentada a um amigo de um amigo. Seguimos para um bar e eu, descaradamente, puxei o rapaz pelo braço e falei: ‘Vamos ficar nós dois aqui fora!’ E lá ficamos conversando. Falamos sobre tudo, inclusive sexo. Eu na defensiva ainda, não queria ir pra lugar nenhum, e sim ficar ali ao lado dele para sempre. Na rua, ele resolveu usar minha tática: me puxou pelo braço e disse para eu dormir com ele. Nos divertimos muito e hoje ele é meu namorado, há quatro meses. É indescritível como se adquire afinidade. Ele conta que se apaixonou quando, ao chegar no motel, eu tirei minha roupa enquanto contava uma história, com naturalidade, como se o fizesse na frente dele há anos.” D.Y., assessora de imprensa, 26 anos. ‘Até quando vou conseguir segurar?’Pode se dizer que Renata Martins, de 30 anos, resistiu aos impulsos do primeiro encontro. Ela saiu com um colega de trabalho, Rodrigo Oliveira, em uma sexta-feira e o sexo aconteceu no domingo à noite. “No primeiro encontro, tomamos um chope, falamos até dar dor na garganta, a energia rolando solta e tudo bem-encaixado. Ele me deixou em casa e pensei: esse cara é bom, até quando vou conseguir me segurar? E também pensei que se não me segurasse, tudo bem, porque ele parecia bem-resolvido quanto aos rótulos que mulheres recebem quando deixam os ímpetos rolarem”. No dia seguinte, o casal se falou o dia todo e foram a uma festa da sobrinha dele. Depois da festa, foram à casa dele para assistir um filme e o clima esquentou. “Não permiti que acontecesse nada. No domingo finalmente aconteceu o sexo e, segunda-feira, fomos trabalhar. Começamos a namorar e eu até tinha pensado que ele sumiria, mas se fizesse isso eu não me importaria porque estava bem-resolvida quanto ao fato de que fiz o que queria. Não ia ser por ter feito sexo rápido que ia impedir alguma coisa. Seis meses depois, ele me pediu em noivado e depois de três meses nos casamos. Moramos juntos há oito meses”, conta Renata.

Sexo na Escola: os paradoxos da educação sexual

  • De regresso às escolas secundárias, verifico o paradoxo: a Educação Sexual corresponde a uma das mais persistentes reivindicações dos movimentos dos jovens em Portugal; e, no entanto, as várias iniciativas legais e sociais que têm existido nunca responderam de forma satisfatória a este problema.

O Estado e a escola têm sido incapazes de incorporar efectivamente esta exigência juvenil. Por isso, temos um dever: enfrentar este fracasso. A experiência tem sido muito interessante, pelo que se discute mas também por afirmar uma forma diferente de fazer política e de construir uma lei: democratizando a discussão, envolvendo quem directamente vai lidar com essa proposta, politizando a partir de preocupações quotidianas. Para as conversas nas escolas, o Bloco leva um diagnóstico e algumas ideias, mas vamos sobretudo ouvir, conhecer, provocar discussão e convidar as pessoas a fazer política a partir do que lhes interessa. A adesão aos debates tem sido entusiástica: milhares de alunos já estiveram connosco a nestas conversas nas escolas, que vão muitas vezes além do diagnóstico actual e da discussão da lei que queremos: falamos de rapazes e raparigas e das desigualdades de género que persistem. Falamos das diferentes maneiras de viver e expressar a sexualidade. Falamos de heteros, de homos e do que está para além disso. Falamos de sexo, evidentemente. Falamos da escola e de nós. E, neste processo, recupera-se o gosto da política e da democracia. A sociedade de hoje tem uma relação estranha com a sexualidade. Ela mercantilizou-se, é exposta na comunicação social,ganhou muito mais visibilidade. Os papéis sexuais e de género não são tão rígidos como outrora, fala-se muito mais do assunto. Mas a informação continua a ser escassa, os preconceitos permanecem, os comportamentos desigualitários e de risco persistem e a dificuldade de abordar alguns assuntos é ainda surpreendente. Portugal tem cerca de 60 mil infectados com VIH/Sida e os jovens são responsáveis por cerca de metade dos novos casos de infecção. 18,9% dos jovens admite não ter usado preservativo na sua última relação sexual e há no nosso país cerca de 28 mil adolescentes grávidas por ano, o que corresponde a uma taxa de 15,6% de mães adolescentes, valor que faz de Portugal o segundo país da Europa com maior proporção de gravidez na adolescência. Que, face a isto, a escola tenha sido incapaz de incorporar verdadeiramente este tema no seu currículo e de abrir espaços para se discutir aquilo que é uma parte fundamental das nossas vivências enquanto jovens, mostra não apenas as resistências que existem à mudança e a distância entre a escola e a vida, mas a irresponsabilidade da política que temos.

Desde 1984 que a educação sexual e o planeamento familiar são formulados como direitos que o Estado deve garantir. Ao longo de todos estes anos, muito pouco mudou. Não é que nada tenha evoluído. Há escolas com experiências interessantes, há estudantes que aproveitam a área-projecto para desenvolver iniciativas exemplares, há associações que têm desempenhado um papel precioso, há centros de saúde que, contrariando as dificuldades, se empenham em passar informação. Mas falta uma coisa essencial: redes sólidas, profissionais especificamente formados e contratados para se responsabilizarem por esta área, medidas políticas efectivas. Por outro lado, a insistência na transversalidade e na não obrigatoriedade de facto serviu a desresponsabilização política do Ministério da Educação e da Saúde, a diluição de responsabilidades nas escolas e um discurso de ocultação do que sempre ficou por fazer nesta área. Provou-se, na prática concreta, ser um modelo totalmente ineficaz. É por isso que é precisa uma nova proposta, mais mobilização e uma nova lei. O conhecimento concreto da realidade tem sido precioso para escolher caminhos. Queremos que haja uma área curricular específica de educação sexual, no horário, de frequência obrigatória para não haver discriminações no acesso à informação que é para todos. Queremos que isso aconteça no limite da carga horária já existente - que é já uma das mais altas da Europa. Queremos que haja uma bolsa de profissionais em cada agrupamento de escolas cuja única responsabilidade é dinamizar essa área curricular e os gabinetes - o que significa não atirar esta responsabilidade para cima de professores sobrecarregados e sem formação específica. Queremos que na educação sexual se utilizem metodologias activas e participadas. Queremos que se fale de tudo e não apenas da regulação dos nossos comportamentos: na sexualidade, tudo é legítimo desde que haja consentimento e informação. Queremos distribuição de contraceptivos nas escolas, queremos conhecer as associações que trabalham na área e abrir um espaço de liberdade e de emancipação. Não aceitamos menos que isso.

No sexo, Mulher Melancia prefere a velocidade número 4

Andressa Soares, a Mulher Melancia, participou do chat da Pink Hot Sex no celular e falou sobre seu ensaio para a Playboy, planos para o futuro e deu algumas pistas de suas preferências sexuais. A dançarina do Créu esteve no edifício da United Photo Press (18 maio), em São Paulo, e não teve pudor ao revelar detalhes de sua intimidade (leia abaixo tudo o que rolou no papo).Andressa está com a agenda repleta de eventos por conta do ensaio que fez para a edição "Paixão Nacional" da revista. Segundo ela, o próximo passo é engrenar sua carreira de cantora. Confira aqui os melhores momentos deste bate-papo:
Fabricio: Melancia é por causa do seu créu ou por que você é docinha?
Quando trabalhava em um programa de rádio, no Rio de Janeiro, colocaram esse apelido. Daí ficou Melancia.
DaniZinhA: É verdade que seu bumbum diminuiu depois que começou a dançar o Créu?
É verdade, sim. Meu bumbum diminuiu uns dois centímetros. Estou com 119 cm. Junior: Você já pensava em posar nua? Sim. Para mim, sempre foi um sonho posar para a Playboy. Desde pequena conversava com a minha mãe sobre isso.
Luana: O que você pretende fazer agora que saiu do Créu? Pretendo cantar e dançar: duas meninas e um DJ irão me acompanhar nos shows. No dia 10 de maio, irei me apresentar aqui em São Paulo.
Theo: O que mais você faz na velocidade 5? Bom, fica conforme sua imaginação! Brt: Por que você saiu do Créu? Antes de posar na Playboy eu já tinha um contrato para fazer shows solo. E não daria para conciliar a carreira com as apresentações com o pessoal do Créu.
Bia: Quando criança você dançava as músicas da Carla Perez? Claro. Dançava bastante! Justin: Você se envergonhou ao tirar as fotos para a Playboy? Nem um pouco. Fiz algumas fotos na laje e tinha muita gente me olhando, inclusive os caras do Bope. Mas estava lá pra fazer aquilo, por isso, não tive problemas. É só as pessoas não encostarem em mim!
Julyane: Você se acha atraente? Lógico! A parte do corpo que mais gosto é o meu rosto. PatyZinha: Qual seria a idade ideal para você ser chamada de Mulher Melancia e não garota? Não acho ruim de ser chamada de Mulher Melancia. Tanto que não fui eu quem escolheu o título de Garota Melancia. É que na época eu tinha 18 anos, etão preferiram o garota. Acho que a partir de 21 anos podem chamar de Melancia. Mas isso não faz diferença: o importante é se lembrarem do Melancia.
Gabriel: O padrão de beleza brasileiro está mudando? Sim, na verdade é a TV que mostra esse padrão. Os homens não gostam de magrelas!
Wagner: Você já fez plástica? Só coloquei silicone nos seios.
Lucas2: Qual a velocidade ideal para fazer amor? TODAS!!!! Minha velocidade predileta é a número quatro. Porque é nessa etapa que a velocidade vai ficando rápida. Ela é debruçada.
Fabrício: Qual é a sua relação com as dançarinas do Créu? Você aprova a Mulher Moranguinho? Elas são ótimas: sou amiga de todas. Claro que aprovo a Moranguinho, ela é bastante bonita. Wagner: Qual e a sua fantasia sexual? Fazer amor nas pedras da praia.
Fanatyko: Como você lida com o assédio? E com relação às cantadas femininas? Me dou muito bem. Não me importo com cantadas femininas, afinal, é a opção sexual delas.
Thomas: O que você faz para manter a forma? Não bebo refrigerante e, sempre que posso, estou com um copo de suco de laranja na mão. Também tento malhar umas cinco vezes por semana.
Pati: Como é sua relação com as fãs? Adoro o contato com as crianças. É ótimo passar na rua e perceber o reconhecimento dos pequenos... acho bonitinho!
Bethina: Você se arrependeu de ter abandonado o Créu? Nem um pouco. Estou dando continuidade à minha carreira. Dudu: Como você reage quando os caras te encontram na rua? Me dou superbem com eles. Procuro cumprimentá-los e, delicadamente, me retiro do local.
Atalo: Você pensa em fazer filme pornô? Nao. Já recebi propostas, mas me recusei.
Wagner: Qual foi o seu maior mico? Meu maior mico foi cair no palco. Estava dançando aqui em São Paulo.
ANDREPR: Oi gata, você é casada? Não, gato! Estou solteiríssima.
Lucas2: É verdade que você já ficou com o jogador Adriano, do São Paulo? Mentiraaa. Nem conheço o Adriano.
Wagner: Quando você virá fotografar a revista aqui em Porto Alegre? No final de maio estarei em Porto Alegre. Esperem que em breve estarei por aí.
Fanatyko: Qual foi o local mais louco em que você transou? Qualquer lugar pra mim é sempre louco, mas o melhor para mim foi na praia.
Josué: Você gosta de ouvir palavras picantes quando está fazendo sexo? Adoroooo!
Wagner: Qual é a cor da calcinha que você está usando? Minha calcinha é preta. Está combinando com a cor do vestido que estou usando.
Daniell: Melancia, você é tudo de bom! Obrigada pelo carinho de todos. É um prazer ter conversado com vocês. Até breve!

Madonna diz que deixou de fazer sexo durante dieta do marido

Madonna, 49 anos, contou que ficou sem sexo durante meses quando seu marido, o cineasta Guy Ritchie, resolveu fazer uma dieta à base de biscoitos de baixas calorias, informou o jornal Sunday Mirror. "Foi muito desanimador porque ele não queria mais transar comigo", disse a cantora. Segundo ela, a dieta o fez perder o apetite sexual. "Ele perdeu peso, mas nem precisava ficar tão magro", ressaltou. "Ele já desistiu da idéia, graças a Deus", completou. Esta não foi a primeira vez que Madonna falou sobre sua vida sexual com o marido. Em entrevista a edição inglesa de abril da revista Elle, ela declarou que "fazer sexo com Guy é incrível".

Vídeo de sexo de Marilyn é vendido por 1,5 milhão de dolares

Muito antes da tendência de vídeos de sexo que caem na internet, Marilyn Monroe já havia participado da moda de Hollywood. Pois agora a cópia de imagens da loira fazendo sexo oral em um homem desconhecido durante quinze minutos, filmada em 16 mm, foi vendida por 1,5 milhão de dólares – o que equivale a 2,6 milhões de reais. De acordo com a imprensa internacional, o vídeo foi descoberto por Keya Morgan, colecionador e diretor do documentário sobre a estrela que deve estrear em 2009 - Marilyn Monroe: Murder on Fifth Helena Drive. Morgan soube da existência da fita quando conversava com um oficial do FBI que participou das investigações sobre o suposto caso de Marilyn com o ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, na década de 50. O material foi apreendido na época, mas o tal funcionário garantiu sua cópia. "O cavalheiro que o comprou disse que, por respeito a Marilyn, não vai transformar as imagens em brincadeira, colocá-las na Internet ou tentar explorá-las", disse Morgan. Morgan, que assistiu ao filme, disse que Marilyn Monroe está vestida e que a cabeça do homem (não-identificado) fica fora do quadro durante os 15 minutos do filme. Boatos indicam que o misterioso homem da fita é o ex-presidente dos EUA, John F. Kennedy, que teria tido um caso secreto com Marylin.

Californication

  • Um escritor entra numa igreja e começa a falar com a imagem de Jesus Cristo, em tom de desabafo. De repente, é interrompido pela presença de uma freira. O escritor revela então estar a atravessar uma crise de fé, não tendo qualquer inspiração criativa, pelo que decidiu recorrer à religião, em desespero. A freira diz-lhe que, por norma, sugere a oração para tentar resolver o problema. Mas constata que isso não vai resultar com o escritor. Até que atira "E se eu lhe fizer sexo oral?".
É desta maneira que começa a série "Californication", que estreou 14 de Abril na RTP2, pelas 23.10 horas, logo depois do arranque da terceira temporada de "Erva". A cena, no YouTube, já leva centenas de milhares de visualizações e mostra bem o que podem contar os espectadores das diabruras de "Hank Moody", um escritor sem inspiração que tem ainda que educar a filha adolescente. "Hank Moody" é interpretado por David Duchovny, um velho conhecido das séries de televisão, ao protagonizar o Agente Mulder, em "Ficheiros Secretos". A vida de "Moody" está recheada de episódios que roçam a obscenidade e sobrevoam a escatologia. Como, por exemplo, a cena em que "Moody" fuma marijuana, tem uma sessão de sexo desenfreado com uma mulher (as cenas de sexo em "Californication" são filmadas de forma explícita) e logo a seguir vomita. Este momento levou várias organizações de inspiração cristã, como o lobbie cristão australiano, a apelar ao boicote a todas as empresas que tivessem anúncios colados à série. "Californication" fala de um escritor nova-iorquino que se muda para Los Angeles, com a filha, depois de "Holywood" ter adaptado um dos seus livros para cinema. "Moody" não se revê no resultado cinematográfico e entra em bloqueio criativo. Envereda então pelas drogas, álcool e muito, muito sexo. Ao mesmo tempo, "Moody" tenta por tudo que a filha Becca (Madeleine Martin) evite os prazeres da adolescência. Só o episódio-piloto contém quatro cenas de sexo com mulheres diferentes. Com este trabalho, Duchovny ganhou o Globo de Ouro de melhor actor.

É possível escolher o sexo dos bebês?

  • Em um estudo publicado no The New England Journal of Medicine, em 1995, os pesquisadores Allen Wilcox, Clarice Weinberg e Donna Baird concluíram que o ato sexual em relação ao período ovulatório não influencia no sexo do bebê.

Grande parte dos que tentam engravidar ficariam maravilhados em determinar se uma criança será menino ou menina. Não é difícil encontrar pais que afirmam que alguma técnica utilizada realmente teve sucesso com eles. Entretanto, na maioria dos estudos, faltam evidências claras de que as relações sexuais em um determinado momento irão aumentar as chances de conceber um sexo específico”, explica o ginecologista e obstetra Flavio Garcia de Oliveira. Em um outro artigo publicado na Human Reproduction, em 1995, pesquisadores sugerem que a duração da fase folicular, o tempo entre a menstruação e a ovulação, está relacionada ao sexo do bebê. Eles afirmam que ciclos com menor fase folicular são mais propensos a resultar em meninos, enquanto ciclos com uma fase folicular maior podem ser mais propensos a gerar meninas. Esta teoria, entretanto, também é muito contestada. Em um outro artigo de 1998, publicado na mesma revista, concluiu-se que não existe nenhuma associação entre a duração do ciclo e a proporção do sexo gerado. Posição sexual Não há nada na literatura médica relacionando posições do ato sexual com a determinação sexual. A única forma 100% segura de determinar o sexo do bebê é através da fertilização in vitro. “Nesse método retiramos uma célula do pré-embrião, estrutura que se forma após a fertilização do óvulo pelo espermatozóide, e fazemos a análise do DNA. Assim, determinamos, com certeza, o sexo do futuro bebê”, esclarece Dr. Flavio Garcia de Oliveira. A determinação do sexo é assunto para intenso debate entre os cientistas e a sociedade, então o melhor a fazer é levar em conta aquela velha frase: “se vier com saúde, não importa o sexo”.

Polêmica: Cartaz de Gossip Girl insinua sexo

  • A emissora norte-americana CW lançou uma nova campanha que está dando o que falar.
O problema é o cartaz e o trailer da segunda temporada de Gossip Girl, uma das principais séries do canal e uma das apostas mais elogiadas pela crítica. A primeira peça publicitária mostra dois dos protagonistas – Nate e Serena – em beijo um tanto quanto quente, que insinua uma cena de sexo. Detalhe: os personagens são menores de idade, e a atração é dedicada ao público adolescente. Embaixo, uma sigla: OMFG. As letras são usadas em chats e mensagens de celular e significam Oh My F****** God, uma frase, digamos, um tanto mal-educada. No trailer, duas das amigas de Blair se beijam, a vilã dança na boate de Chuck, e Serena e Dan aparecem na cama. Já imaginou os comentários que isso suscitou nos Estados Unidos, não?