Sexo no Casamento

  • O que os convidados não ficaram sabendo: casais revelam detalhes da noite de núpcias.
No grande dia do esperado "sim", as atenções estão todas voltadas para eles, os noivos, lindos, felizes, apaixonados e... loucos para fugir da festa direto para a noite de núpcias. Será mesmo? Enquanto tem noiva que realmente antecipa a hora de lançar o buquê para curtir logo o novo maridão, outras revelam que a vontade mesmo era se jogar na cama e aproveitar um soninho gostoso. O chamado "grande momento da vida de recém-casados" pode não ter sido aquele com mais energia, mas certamente contou com algum detalhe especial. Existe até curso oferecido por consultoras sexuais com dicas para as mulheres apimentarem a noite de núpcias! Casais revelam aqui os segredinhos que nem seus convidados ficaram sabendo. A sogra do auxiliar administrativo Ricardo Alves, por exemplo, nem imagina o que tinha na sacola que ele esqueceu na casa dela pouco antes do casamento.

" Tem gente que fica estressada quando alguma coisa não dá certo. Não tem jeito, no grande dia, sempre vai existir algo fora do roteiro "

- Eu comprei um kit na sex shop para fazer surpresa à minha noiva. Na correria dos preparativos, acabei largando o produto onde não devia. E não é que a sogra foi entregá-lo de táxi no hotel! Ainda bem que ela não sabia o que tinha dentro - diverte-se Ricardo, que aproveitou a noite embalado pelos mimos oferecidos pelo hotel: champagne, pratinho com belisquetes e cartão com palavras otimistas.

O segredo para uma noite de núpcias proveitosa, segundo ele, é manter o bom humor em todas as etapas do casamento.

- Tem gente que fica estressada quando alguma coisa não dá certo. Não tem jeito, no grande dia, sempre vai existir algo fora do roteiro. Eu, por exemplo, passei a cerimônia na igreja com os olhos cheios de lágrimas. Mas não foi pela emoção e sim porque o sapato estava super apertado. A minha redenção foi quando cheguei ao hotel. Fora isso, nossa noite foi ótima - garante Ricardo. A designer Flávia Macedo foi outra que não contava com contratempos. O noivo dela era de outro estado, o que significa ter que acomodar os parentes em locais no mínimo confortáveis. O que incluía seu apartamento novo. - Meu casamento foi à tarde. No fim, quando cheguei em casa, o cunhado estava lá. Ficamos conversando e comendo bombons, até que ele anunciou que ia dormir num hotel para não atrapalhar a gente. Não permitimos isso, dissemos que só íamos fazer a lua-de-mel na viagem, que começava no dia seguinte - diz. Nesta noite, de acordo com ela, os dois ?apagaram? na cama. Nos dias que se sucederam, porém, não faltaram testes de lingerie.

- As madrinhas me presentearam com calcinhas sexy. Testei várias durante três dias - afirma Flávia.

Novas lingeries, música de fundo, ambiente decorado, velas aromatizadas, óleos para massagem e bandeja com frutas são algumas das sugestões da consultora sexual Fátima Moura, autora dos livros "Sexo para mulheres casadas" (Editora Original) e "Sexo, amor e sedução" (Editora Harbra). Ela dá um curso para noivas em São Paulo desde 2001. - Digo que a mulher tem que se sentir especial e saber valorizar seus pontos fortes. Pode usar uma lingerie curta, comprida, transparente ou opaca. O importante é que valorize sua forma física e sua cor de pele. Para mostrar sensualidade, não precisa ser vulgar - afirma.

A professora já teve até que ensinar técnicas de dança com strip tease em um único dia.

- A noiva nunca tinha feito e queria aprender rapidamente. Testamos uma roupa especial e misturei com passos de dança do ventre. Tem mulher que pergunta: Precisa de tudo isso?. Eu respondo: Não foi você que escolheu um marido? Então não reclama e aproveita! - conta Fátima. O casamento da auxiliar de informática Nancy Veiga foi praticamente instantâneo. Ela mudou o estado civil depois de três meses de namoro. A cerimônia aconteceu num cartório, com detalhes "modernos" para o ano de 1978. - Acho muito caipira casar na igreja. Nunca tive o sonho de me vestir toda de branco. Eu então coloquei um conjunto de blusa e saia bege e ele casou de calça jeans. Depois do almoço, fomos estrear o novo apartamento. Éramos jovens e quisemos experimentar todos os cômodos. Nossa noite de núpcias teve três rodadas - revela.

Nancy só não contava com um sonho esquisito naquela noite. Ou seria pesadelo?

- Sonhei que estava casando com meu ex-namorado, com quem fiquei quatro anos, antes de conhecer meu marido. Acordei assustada, achando que tinha escolhido o homem errado. Fiquei aliviada quando abri os olhos e encontrei meu verdadeiro amor ao meu lado - diz. A pressão e a correria na semana do casamento costumam ser tão grandes que os nervos ficam abalados mesmo. A consultora sexual Fátima Moura lembra que nada deve ser feito por obrigação, nem o sexo na noite de núpcias. - Se ninguém é mais virgem e, naquele momento, estão os dois cansados, por que não tomar um banho juntos e só dormir abraçadinhos? Vale fazer um carinho, um cafuné. E, quem sabe, com o corpo mais relaxado, o entusiasmo volta - destaca a professora.

Campanha suíça anti-Aids mostra sexo no mar

  • Casais copulando na lua, numa caverna ou no fundo do mar – é o que mostram os cartazes da Secretaria Federal de Saúde e da organização Aids-Hilfe da Suíça, que advertem sobre o risco de fazer sexo sem camisinha.
O jurista Sigmund Pugatsch, especializado em direito publicitário, considera a campanha "obscena" e "juridicamente melindrosa". A campanha pública anti-Aids, que existe na Suíça desde 1985, é conhecida por causar polêmica. Em 2006, por exemplo, mostrou atletas de esgrima e jogadores de hóquei no gelo totalmente nus. Os outdoors e cartazes espalhados pelo país esta semana focam o "sexo em situações excepcionais". Eles mostram cenas de sexo anal entre dois astronautas na lua e copulações de um Tarzan, de um "pesquisador" de cavernas e de um mergulhador com suas respectivas parceiras. Segundo a Secretaria Federal de Saúde e a Aids-Hilfe, a mensagem é advertir as pessoas de que as regras do sexo seguro devem ser seguidas também nas férias, em viagens de negócios ou em festas. Originalidade ou obscenidade? Ainda que considere compreensível a intenção dos mentores de fazer uma campanha apelativa e eficiente, o jurista Sigmund Pugatsch, de Zurique, classifica os cartazes como "obscenos" e "juridicamente melindrosos". "Isso são representações que transgridem claramente os limites da moral e da ética, bem como do direito publicitário", diz Pugatsch. Ele prevê que haverá reclamações e até medidas judiciais contra a campanha. Thomas Lyssy, da organização Aids-Hilfe Suíça, tem um opinião bem diferente. "As campanhas precisam ser originais para que chamem a atenção e atinjam seu objetivo", argumenta. Descuido em situações excepcionais Estima-se que na Suíça vivam atualmente 25 mil portadores do vírus da Aids. O risco de contrair a doença no país é considerado maior entre homens que mantêm relações homossexuais, entre pessoas oriundas da região do Subsaara e entre drogados que injetam drogas. Num estudo recente do Hospital Estadual de St-Gallen, 12% dos pacientes entrevistados disseram que foram infectados em férias ou viagens de negócios no exterior. Pessoas com boa estratégia de proteção deixaram de usar preservativos em determinadas situações, como por exemplo, quando estavam sob efeito de drogas ou álcool ou excessivamente apaixonadas, tornando-se vítimas da infecção, diz o estudo. A campanha "Love life stop Aids" tenta chamar a atenção para a importância de pensar no sexo seguro já antes de se ir a uma festa ou começar uma viagem de férias ou de negócios, dizem as autoridades.

Casais pagam para satisfazer fantasias femininas

  • Quando perguntamos a Daniela se também é procurada por casais, a carioca não só nos responde com o maior desassombro que sim, que vários casais recorrem aos seus serviços experimentados, como ainda nos informa que "a mulher é a mais entusiasta da fantasia, aquela que leva o casal a experimentar sexo a três e que mais goza com a relação, que quer fazer mais coisas".
Michelly Mattos confirma a versão da compatriota e adianta que "mesmo quando o homem sai do quarto, a mulher quer continuar a mexer e a fazer coisas, tem enorme curiosidade". A oferta especializou-se de tal forma para este género de procura que em bares de alterne existe mesmo a modalidade de casal, que, em média, nunca fica por menos de 60 euros. Marisa, 25 anos, e Mário, 31, ainda não são clientes de Daniela. Mas podiam ser. Pelo menos se depender de Marisa. "Adoro o corpo de uma mulher, excita-me muito mais do que o de um homem, e geralmente o Mário leva-me a clubes de strip para me pagar privados", relata com um sorriso na cara, como se estivesse a ver uma mulher a fazer uma dança sensual à sua frente. Para Mário, a situação só lhe pode trazer vantagens. "Em primeiro lugar, mesmo se fizéssemos sexo a três seria com outra mulher, o que nunca seria desagradável, e depois quando a levo a clubes de strip, quando chegamos a casa acaba por sobrar sempre alguma coisa para mim. Aconteça o que acontecer, sou sempre eu que saio a ganhar". Quem olhasse para este casal sentado em frente ao palco do clube Passerelle, junto ao Campo Pequeno, em Lisboa, teria dúvidas em perceber quem estaria a retirar mais prazer de ver uma loura de Leste a despir-se. Enquanto a esmagadora maioria dos homens se limitava a ficar atrás do palco, na curta faixa para fumadores, o que levava as dançarinas a circundarem à sua volta, o casal da zona do Estoril sobressaía no meio de uma sala quase vazia. E mais ainda o interesse de Marisa. Quando começava a música, a jovem não tirava os olhos do circulo de aço onde as dançarinas fazem as suas piruetas. Algo a que nem a maioria dos homens assistia, entretidos em verdadeiras batalhas de charme com bailarinas seminuas que lhes pediam bebidas. "É que o que me atrai não é só a parte sexual da coisa, até porque eu sou heterossexual e não tenho dúvidas disso. Isto para mim tem qualquer coisa de arte erótica", explica, como se tivesse de se defender de um qualquer preconceito sexual.Mais do que grandes conceitos artísticos ligados ao erotismo, é mesmo o striptease como técnica de sedução que fascina Rita. "Eu se pudesse punha um varão destes na cozinha", diz- -nos em tom de troça, enquanto assiste a mais um strip no Champagne, um dos clubes mais conhecidos de Lisboa. A esta técnica de marketing de Oeiras nem sequer lhe faz confusão os espectáculos masculinos, que já presenciou em despedidas de solteiro. "Mas aos 29 anos nunca tinha entrado num clube destes e tinha uma curiosidade mórbida para conhecer estes ambientes." Conclusão: "Adorei. A decoração até é sóbria, em tons de negro, com umas luzinhas de lado, nada de muito espampanante, mas não deixa de cheirar a sordidez, o que me encanta", afirma, enquanto nos pisca o olho, espécie de chamada de atenção para o lap dance - dança personalizada no colo do homem, em que só à striper é permitido tocar no cliente - que se desenrola atrás de nós e que deixa o homem que a recebe com ar de quem vai ter um colapso cardíaco. A ter em conta a oferta do mercado na área das aulas de danças eróticas, Rita não é caso raro entre as mulheres, que cada vez mais procuram novas técnicas de sedução. Em Portugal, um curso de quatro aulas de pole dance, ou dança de varão, custa 185 euros, ao passo que as mulheres que queiram ter uma hora de aula avulso e personalizada tem de desembolsar 55 euros. Se Rita decidir, de facto, colocar um varão de striptease no meio da cozinha, pode comprar um por cerca de 90 euros.

Novos Clientes Para a Velha Prostituição

  • As calças de ganga até aí apertadas, que deixavam perceber uma proeminente barriga, saem sem o mínimo de sensualidade. Acto mecânico, Lurdes desaperta o amplo soutien. "São 30 euros por 20 minutos", atira, fria e descomplexada.
Os 15 anos de prostituição deram-lhe já o alheamento das sensações. E nem o facto de ter perante si um cliente de pouco menos de 30 anos, face aos seus 48, a espanta. "De vez em quando aparecem aí uns da tua idade, geralmente malta bairrista, que foi habituada a isto, a mim não me espanta nada", remata. Da janela da pensão Nova Goa, observamos uma ambulância que acaba de chegar ao Poço do Borratém, zona nas traseiras da Praça da Figueira, em Lisboa, conhecida como um dos principais pontos de prostituição de rua da cidade. A primeira ideia que nos vem à cabeça quando ouvimos as sirenes de emergência é a da que mais uma prostituta foi violentada. Possíveis agressores? Um cliente despeitado, o chulo violento, um ajuste de contas entre "colegas", as hipóteses são quase tantas quantas as personagens que compõem o mundo da prostituição. Neste caso, a pessoa a precisar de socorro é um simples transeunte que torceu um pé nas escadas que dão acesso ao centro comercial em frente. Mas nem o súbito rebuliço incomoda as rotinas deste mercado do sexo. À esquina, alheia à confusão, uma mulher de cabelos oxigenados, de grosso cordão de ouro ao pescoço, e saltos altos brancos a imitar verniz dá umas baforadas de uma languidez crua num cigarro. O ritual resulta. Um cliente, nitidamente habituado ao código da situação, faz-lhe um sinal e entra na pensão. Momentos depois, a prostituta segue-o. "Apesar de também aparecerem uns miúdos, a maioria dos homens que nos procura são mais velhos, acima da casa dos 50, clientes habituais, que fazem disto uma rotina", reconhece Lurdes, já vestida e nada desiludida por, desta vez, o cliente se ter recusado a usá-la como objecto sexual.
Para Carocha, aos 18 anos a desilusão é um dos seus muitos males. Encontramo-la poucos quilómetros acima da Praça da Figueira, junto ao Instituto Superior Técnico, acompanhada por duas prostitutas mais velhas, Maria, de 52 anos, e Teresa, de 37. Estas verdadeiras matronas da jovem acabada de chegar à prostituição - apenas com a 4.ª classe, e com aspecto de quem tem pouco mais de 14 anos, achou que este era o único trabalho que lhe restava, depois de ter sido rejeitada noutros - ainda a acompanham nos "serviços". Com quatro dias de rua, Carocha tem medo do que os homens possam fazer sozinhos com ela num quarto. "E geralmente só aceito ir com velhos, que me procuram muito, se calhar por ter este ar de miudinha. Os mais novos, apesar de me pedirem muito, metem-me medo", confidencia, no preciso momento em que um rapaz na casa dos 25 anos, calças de ganga, t-shirt verde e gel no cabelo, a chama ao lado. "Diz que é do Porto, está cá com uns amigos e dá- -me 50 euros para ir com ele para uma residencial", conta pouco depois. "Não me apetecia ir com ele, mas se não for acabo por não ganhar nenhum hoje." Nessa noite, Carocha teve a sua estreia a solo.
A tradição ainda é o que era, Luís cresceu e mora nos arredores do Cacém. Mas bem podia ser um daqueles jovens bairristas de que fala Lurdes. Hoje com 29 anos, cumpriu uma antiga tradição, que se julga mais ligada aos antigos costumes das pequenas aldeias do interior: perdeu a virgindade com uma prostituta. O motivo não foi o ter atingido a maioridade ou sequer ter sido chamado à tropa. "Aos 18 anos, nunca tinha tido namorada e já me andava a passar", esclarece. Pouco eficiente nos jogos de sedução, a solução passou por Lola, uma velha prostituta bem conhecida daqueles que todos os dias a viam parada na berma do IC 19. "Estava farto de ver os meus amigos com namoradas e depois virem falar comigo de sexo e ter de fazer de conta que sabia do que estavam a falar", conta Luís. Já o relato do ambiente que encontrou é tudo menos caloroso. "Lembro- -me que na altura paguei três contos (15 euros) e fui levado para um recanto na mata de Rio de Mouro (concelho de Sintra), onde havia um colchão velho rodeado de arbustos e papéis velhos. Aquilo fez-me imensa impressão e a Lola deve ter dado por bem empregue aquele dinheiro, porque acabei por não lhe dar muito trabalho", recorda.
À porta do Marinheiro, no Cacém, Carlitos, 30 anos, assiste impaciente à conversa. "Vamos lá entrar, as gajas estão à nossa espera." As "gajas" são nem mais nem menos do que as empregadas do bar de alterne, que em troca de bebidas oferecem fantasias sexuais aos que não se querem dar ao trabalho de as procurar pelos próprios meios. Sérgio, 26 anos, o mais novo dos três amigos, não quer entrar ainda na sórdida sala vermelha. "Elas esperam por nós, já nos conhecem, vimos cá quase todos os fins-de-semana." Uma noite bem passada na periferia de Lisboa nunca fica por menos de 50 euros. Muitas vezes 75. Tudo é legítimo para trocar o cimento nas mãos de um, e as entregas porta a porta nas dos outros, pelo toque da pele de mulheres.
Quem espera... Aos 29 anos, Neves cultiva entre os amigos a fama de mulherengo. Entre as suas façanhas, o jovem de Lisboa vangloria-se de ter "andando com quatro namoradas" ao mesmo tempo, "sem que nenhuma soubesse das outras". No meio deste verdadeiro malabarismo emocional, Neves ainda consegue arranjar tempo para cumprir o ritual de fim-de-semana e ir com os amigos a bares de striptease. Desta vez, o destino é o Montijo, onde um deles faz segurança. À entrada, o corpulento amigo lança-lhes um inusitado aviso de boas vindas. "Epá, a minha namorada é uma das strippers, peçam-lhe para ela vos fazer sexo oral. Levem-na para o privado, que ela faz-vos umas coisas maravilhosas." Mesmo perante a amável e, aparentemente, sincera dica, todos preferiram experimentar outras dançarinas. Russo, um jovem baixo, cuja calvice contrasta com os seus 25 anos, foi levado pelos amigos a desembolsar 45 euros para poder ter um contacto mais directo com uma loura. As promessas de sexo na sala privada granjearam junto da sua inexperiência. O resultado foi pouco mais do que frustrante. "Não lhe pude tocar. Eu ainda me entusiasmei e tentei mexer-lhe, mas ela não gostou da ideia e não voltei a tentar." A envergadura dos colegas do seu amigo segurança fizeram-no recuar. "Mais valia ter guardado o dinheiro, se era para isto nem tinha vindo." E acto contínuo abanonou o bar. Mal sabia o que estava a perder.A sorte acaba por sorrir aos pacientes. Já depois do fecho do bar, bem para lá das quatro da manhã, Neves e os três amigos resistentes são convidados para um serão muito especial na casa do segurança, em Lisboa. "Uma maluqueira como eu nunca vi! Éramos dez, entre homens e strippers, e aí elas já não tiveram pudores." Segundo Neves, fora dos holofotes do palco ou da meia-luz das salas privadas, "passa a valer tudo".
Do Brasil sem amor, Michelly Mattos está acostumada a ser procurada no seu apartamento na Almirante Reis, em Lisboa, a horas impróprias. A "garota de programa", como a própria se define no seu sotaque brasileiro do Rio de Janeiro, até recebe muitos clientes a meio do dia durante a semana no seu quarto forrado por quadros com mulheres nuas e um poster de Marilyn Monroe à cabeceira da cama, "homens que aproveitam a hora de almoço para vir dar uma relaxada". Mas a partir de sexta-feira tudo muda. Ao fim-de-semana a maioria das marcações são para de madrugada, geralmente depois das quatro da manhã, quando a generalidade dos bares e discotecas fecha, o que não deixa margem para grandes dúvidas. "Os meus clientes são quase todos jovens. Eu não sei o que eu tenho para atrair tanta molecada, mas em 30 pessoas que atendo em média numa semana, umas 25 têm menos de 30 anos."Vestida com uma saia de cabedal que pouco mais lhe cobre do que a cintura e um top de rede preta que lhe revela o peito empolado - embora garanta que nunca fez nenhuma operação plástica - Michelly em pouco se assemelha à personagem de jogadora de futebol que criou para o seu sítio na internet. Essas fotos, onde pouco mais usa do que as chuteiras, são um verdadeiro chamariz para jovens pretendentes a craques da bola, talvez por verem na loura de 26 anos uma sósia de Milene Domingues, antiga namorada do jogador brasileiro Ronaldo. Por 75 euros por meia hora, ou 100 por 60 minutos, Michelly cumpre todas as fantasias dos clientes. Por mais extravagantes que elas sejam. "Há homens que pedem para eu só usar instrumentos neles, outros que querem que eu passeie com os meus saltos altos no corpo deles. Regra geral, eu aceito tudo. As regras têm é de ser definidas quando chega o cliente", explica. No quarto ao lado, atepetado com passadeiras cor-de-rosa a combinar com a toalha da cama, Daniela preenche os tempos mortos entre as "visitas" dos clientes a ouvir música e a ler... Nietzsche. Ao contrário do que afirmam a directora de "O Ninho" ou as Irmãs Oblatas (ver caixa), esta brasileira de 27 anos é a prova viva de que existem universitárias ou licenciadas na prostituição. Mesmo que tenham tirado um curso de português-francês na Universidade do Rio de Janeiro. Mais do que repartir a renda de 800 euros de um apartamento que tem apenas dois quartos e uma casa de banho, Daniela partilha com Michelly as fantasias mais arrevesadas dos clientes. "Às vezes vêm pessoas que querem fazer em grupo. Temos casos de quatro amigos que vêm e que nós ficamos com dois cada." A juntar a isso, há um pouco de tudo: homens que gostam que lhes batam, famosos que fazem gala do seu nome para conseguir um serviço mais personalizado, "e até um pedófilo em potência, que queria que me fizesse passar por menininha". No outro extremo estão aqueles que aproveitam o facto de Daniela gostar de literatura e filosofia e que querem apenas falar. "Procuram uma psicóloga", conclui. Em comum, têm a idade, quase todos na casa dos 30 anos.

Traição virtual existe?

  • Uma leitora me fez o seguinte questionamento: as mulheres consideram a masturbação ou o sexo virtual traição? Esclarecendo melhor, se seus maridos recorrem mais à sites pornôs na internet do que a elas, isso é considerado traição?
Que a internet revolucionou os padrões de conhecimento mútuo e das trocas afetivas, isso não é mais novidade para ninguém. Hoje, as pessoas já podem vivenciar o sexo virtual e testemunhar a paixão via e-mail. Muitos são os internautas que já viveram, vivem ou desejam experimentar essa nova forma de comunicação e de aproximação. Nas salas de bate-papo, mais especificamente, milhares de encontros virtuais acontecem a todo instante em todo mundo, e têm revolucionado os hábitos, as relações afetivas, o casamento e a vida sexual de muita gente. Há quem passe horas navegando nesse mar sem fronterias, perdendo até a noção do tempo enquanto permanece conectado, só despertando para a realidade quando recebe a conta telefônica. A antiga forma de aproximação - através da troca de olhares e da descoberta do outro tendo como referêcia a aparência física (cor da pele, dos olhos, dos cabelos), o timbre de vóz, o jeito de se expressar, de se vestir -, foi substituída pelo sistema on-line de comunicação e pelo contato virtual. Ao contrário do amor romântico, vale mais o jeito de ser do outro (a personalidade, o que pensa e o que diz). Com esse novo canal de comunicação, ficamos livres da ditadura da beleza. As pessoas querem se comunicar e há carência de canais de expressão. A internet chegou para preencher essa lacuna, apesar de ter como características marcantes a interface, a virtualidade e a interatividade. Nas relações que nascem da rede, a novidade é você se interessar por alguém que nunca viu e que acabou de conhecer. Como a troca de informações se dá pela linguagem escrita, as sensações e emoções só podem ser concretizadas por meio do texto. Há casos de pessoas casadas que entraram neste jogo audacioso, como quem começa uma brincadeira, e seduzidas pelo texto do interlocutor virtual acabaram mudando de endereço, de cama e de parceiro. Com a identidade preservada - já que a maioria se apresenta com um nickname - os internautas extravasam a sua libido pela rede. Logo no primeiro contato a conversa pode tomar contornos eróticos, e para os amantes que dispõem de câmeras instaladas nos computadores, há grande chance de viverem um romance tórrido incrementado pelo sexo virtual. É o orgasmo a longa distância, que pode acontecer com um desconhecido. Com um mundo de possibilidades ao seu alcance nas pontas dos dedos, as pessoas estão trocando muita gente real por estranhos virtuais e realizando seus desejos mais íntimos embarcando numa aventura cibernética. Mas não se pode negar que a rede é também uma porta aberta para a infidelidade conjugal. A fronteira entre o real e o imaginário, a razão e a emoção é bem tênue, e o indivíduo quando menos espera, pode atravessá-la. De repente, um inocente bate-papo pode terminar num motel. Com relação a pergunta da leitora, o problema não está em o marido acessar sites pornográficos e/ou se masturbar ao ver casais em ação. Assistir cenas eróticas, sozinho ou acompanhado, é uma prática saudável, popular e acessível também as mulheres. Chega, inclusive a ser recomendado por terapeutas de casais para quebrar a rotina. Não há nada de anormal nisso. A masturbação é apenas uma forma de obter prazer sozinho. Ela não impede nem diminui o desejo que ele sente pela mulher. Muitas vezes, até aumenta o desejo dele. Agora se ela percebe que o companheiro dá mais atenção a tela do computador e só consegue se satisfazer dessa maneira e não tem interesse pelo sexo, provavelmente está com algum problema na relação a dois. Foi-se o tempo em que transar era sinônimo de contato físico, penetração, beijos e carícias. Um simples acesso a internet e uma webcam podem oferecer prazeres e sensações que antes só eram possíveis entre quatro paredes. O chamado cybersexo é uma forma de masturbação muito comum em salas de bate-papo, comunidades ou sites de relacionamentos, que a cada dia atraem mais adeptos e curiosos. Os solteiros não são os únicos atraídos pela transa virtual. Muitos casais veêm nesses contatos uma forma de sair da rotina e de estimular a imaginação. Como a internet está cada vez mais popular, muito mais corações estarão conectados via e-mail em todo mundo, procando uma revolução nos modelos de comunicação e expressão e uma reviravolta nos mecanismos de aproximação, de conquista, de sexo e sedução. O sexo virtual já é uma realidade na vida de muitos internautas (casados ou não), e com a rede mundial de computadores nasce também um novo estereótipo de homem traído: o corno virtual. A pior traição é a que nasce do coração. Muitas mulheres casadas possuem amantes no mundo virtual, e algumas acabam se envolvendo emocionalmente. Como a maioria dos chatters brasileiros é composta por homens, tendo como fonte pesquisas realizadas pelo Ibope, as mulheres continuam sendo vítimas em potencial da infidelidade, ainda que de forma virtual. Mas para os homens, números, porcentagens e estatísticas não servem de consolo quando o assunto é traição. Uma evidência de que a guerra dos sexos está longe de acabar e que o relacionamento entre homens e mulheres não pára de surpreender.

Um ciclo para lembrar o rei do sexo

Seus filmes tinham títulos apimentados como Senta no Meu Que Eu Entro na Tua, mas, para além de todo o folclore, Ody Fraga foi mais do que o diretor que ostentava a reputação de ‘rei do sexo’ - e isto num meio como a Boca do Lixo, onde não faltavam pretendentes ao posto, já que o assunto, ali, não era exatamente de forma a causar espanto ou desconforto. O sexo fazia parte do feijão com arroz produzido nos cinemas daquela região paulistana. Nascido em Santa Catarina, em 1927, Ody Fraga morreu aos 60 anos, em São Paulo. Mais do que rei da pornochanchada - e, depois, do filme de sexo explícito -, a verdadeira etiqueta que poderia ser colada a ele seria a de ‘ideólogo da Boca’. Um ciclo na Sala Cinemateca resgata esta figura cuja importância talvez não seja tanto artística, mas comercial. Não se deve descartar, no entanto, que seus filmes venham a proporcionar descobertas. E, de qualquer maneira, eles ocupam um capítulo destacado na história do cinema paulista.O mais interessante é que o jovem Ody Fraga e Silva chegou a ingressar num seminário, para agradar aos pais, que queriam que ele fosse pastor. Apaixonado por teatro, ele largou os estudos religiosos e foi para o Rio, onde trabalhou no Serviço Nacional do Teatro e ganhou reputação como dramaturgo. Fazia crítica de cinema (como ghost writer) e colaborava no suplemento literário do jornal A Manhã - de certo um saudosismo da época em que foi, em Florianópolis, um dos fundadores da revista literária Sul, considerada a mais importante de Santa Catarina.Como um homem com esta formação foi parar na pornochanchada e no sexo explícito? Ody Fraga começou no cinema como roteirista, escrevendo Conceição - thriller policial de Hélvio Souto, com Norma Bengell, em 1960. Dois anos mais tarde, ele próprio dirigiu Vidas Nuas, que só foi finalizado em 1967, pelo produtor A.P. Galante - e é considerado por muita gente o marco zero da pornochanchada. Ody Fraga escreveu novelas para televisão, mas em 1973 voltou definitivamente para o cinema, estabelecendo-se na Boca. Com sólida formação cultural, rapidamente se transformou numa espécie de diretor de diretores - fazendo observações, trocando idéias ou dando sugestões (e até assinando) os roteiros.Até sua morte, em 1987, participou de cerca de 60 filmes, em múltiplas funções. Com Macho e Fêmea, em 1974, introduziu uma inovação - um distribuidor associou-se à produção, garantindo o circuito exibidor. Seguiram-se obras como Adultério, as Regras do Jogo; O Sexo Mora ao Lado; Reformatório das Depravadas; Palácio de Vênus; A Fúria do Mar; A Filha de Calígula - pois Ody Fraga, além de tudo, estava sempre em sintonia com o que se fazia no exterior, não perdendo a chance de dar continuidade ao polêmico Calígula, de Tinto Brass, produção da Penthouse com Helen Mirren integrando a dissoluta corte do imperador romano! Nestes filmes pode-se ter uma súmula das grandes estrelas da Boca - Helena Ramos, Vera Fischer, Matilde Mastrangi, Nicole Puzzi, Neide Ribeiro, Daniele Ferreti, e a própria Geórgia Gomide. A exemplo da chanchada carioca nos anos 50 - com sua estética da paródia que os críticos estudam hoje como manifestações de resistência cultural à dominação de Hollywood -, a pornochanchada, em São Paulo, vem sendo mapeada e analisada com uma seriedade desconhecida antes, muito provavelmente devido ao preconceito. Havia lá, também, uma resistência do cinema à censura do regime militar. Política não podia, sexo, sim. Ele era escancarado, senão escrachado. Neste processo, uma figura como Ody Fraga é muito importante.

Stasi usava prostitutas para espiar turistas

A Stasi, polícia secreta da antiga Alemanha Oriental, usava prostitutas como espias, instruindo-as a extrair informações de turistas ocidentais e membros do governo socialista, segundo revela um documentário do canal alemão MDR. Em «Sexo no socialismo» são revelados documentos e depoimentos que provas esta tese, embora a prostituição fosse uma prática proibida pelo regime da altura, podendo mesmo ser punida com cinco penas até cinco anos de prisão. Uma das revelações foi feita por um ex-oficial da polícia secreta, afirmando que as candidatas tinham entre 20 e 30 anos de idade, eram solteiras, bonitas e tinham «convicção patriótica». As mulheres actuavam principalmente durante as duas feiras internacionais na cidade de Leipzig, quando centenas de turistas e homens de negócios do lado ocidental da Alemanha visitavam a cidade. Muitas das informações eram obtidas nas Honigfallen, «armadilhas de mel». Os relatórios das espias eram detalhados, sendo que algumas delas chegaram mesmo a ganhar compensações em dinheiro por colaborarem com a Stasi.

O Sexo Em Tese

Ana Lopes é antropóloga, nasceu no Porto e vive em Vila do Conde. Em Inglaterra, fez uma tese de doutoramento, na Universidade de East London, sobre os direitos e a organização laboral na indústria do sexo. É uma activista e reconhecida internacionalmente como especialista na matéria. Trabalhou quatro anos em linhas eróticas e como dançarina de “strip-tease”. Fundou, e é hoje presidente honorária, do sindicato britânico internacional “Union of Sex Workers”. No ano de 2006, regressou a Portugal e editou o livro “Trabalhadores do Sexo, Uni-vos”, tendo por base a sua tese.
O que a levou a Trabalhar na industria do sexo? Ana Lopes - O interesse nasce com a antropologia. O antropólogo tem curiosidade em conhecer o que as pessoas fazem ou deixam de fazer no seu quotidiano. A indústria do sexo é vasta, é omnipresente, diariamente somos confrontados com ela. Eu tinha curiosidade de conhecer esse mundo. Um dia apercebi-me que existia, ainda existe, abuso dos direitos dos trabalhadores do sexo, que os torna vulneráveis. Os telejornais reproduzem frequentemente a violência, abusos e mortes não explicadas. As pessoas têm interesse sobre o tema, mas desconhecem a realidade.

Madonna abre seu diário sexual com Guy Ritchie para revista

O passado sexual de Madonna é velho conhecido dos admiradores e daqueles que sempre torceram o nariz para a cantora. Entretanto, em sua mais recente entrevista, a rainha do pop abriu sua vida sexual ao lado do marido, Guy Ritchie . Ela conta à revista “Elle” inglesa de maio o que nunca falou antes. À publicação, Madonna revelou que suas “relações sexuais com Guy Ritchie são incríveis”. A declaração foi feita em momento propício, já que rumores de que o casal está em crise estampam tablóides e revistas de fofoca. A cantora contou ainda que mesmo nas noites mais quentes eles não deixam de pensar em trabalho. Ritchie e Madonna dormem com seus telefones Blackberrys embaixo de seus travesseiros de tão viciados em trabalho que são.“Nos deitamos lado a lado com nossos BlackBerrys debaixo do travesseiro. Isso não é falta de romantismo, é ser prático”, afirmou a cantora à revista que já está nas bancas inglesas. “Tenho certeza que muitos casais fazem o mesmo”.O marido certo “Tinha de casar com alguém que fosse tão difícil quanto eu. Guy é uma pessoa difícil. Casei com um desafio, caso contrário, estaria desmotivada”, confessou Madonna, que resumiu as qualidades do marido. “Guy pode ser o que for, menos chato”.Segundo Madonna, Guy Ritchie é exigente quanto à sua feminilidade. “Sempre estive confortável com meu lado masculino. Mas aprendi a ser mais feminina, mas vulnerável e estou confortável com isso”.Beckham e regime Na entrevista, a cantora ainda comenta sobre os casamentos de alguns ingleses: "Posh (Victoria Beckham) e Becks devem ser mais interessantes. Até mesmo Camilla e (o príncipe) Charles"; e sobre seu vício em exercícios físicos: "Sou maníaca por máquinas (de exercícios). Nunca vou diminuir meu ritmo, ficar em casa e engordar".No final deste mês de abril, Madonna lança seu 11º álbum, " Hard Candy ".

Disputa sexual faz homens morrer cedo

  • Em humanos e em muitas outras espécies, o macho envelhece mais rápido e morre antes do que a fêmea. Uma nova pesquisa realizada na Inglaterra sugere que isso acontece em função da intensa competição sexual, informou nesta sexta-feira o site LiveScience.com

Cientistas compararam espécies monogâmicas com espécies poligâmicas, em que cada macho copula com várias fêmeas. Há uma tendência natural de que a competição por fêmeas em espécies monogâmicas seja menor quando comparada às espécies poligâmicas. Depois de investigar cerca de 30 espécies diferentes de vertebrados, os pesquisadores Tim Clutton-Brock e Kavita Isvaran, da Universidade de Cambridge, descobriram que, quanto mais poligâmica é a espécie, mais rápido os machos vão envelhecer, morrendo antes do que as fêmeas.Os pesquisadores explicaram que, como a competição entre machos por sexo é intensa, cada exemplar tem menos tempo para procriar. Dessa forma, não há fortes incentivos de os machos desenvolverem uma longevidade, já que não há descendentes para proteger. Visto que os homens envelhecem mais rápido e morrem antes que as mulheres, essas descobertas sugerem que "no momento em que a fisiologia humana se desenvolveu, talvez durante a Idade da Pedra, a procriação poligâmica fosse normal", justificaram os cientistas.

9 situações, em que você pode conseguir tudo da mulher!

  • Tentando novamente conquistar o sexo, mas sempre escuto dela: “Estou de mau humor? Sabes, você não é o único fracassado. Muitos iniciantes, verdadeiros cavalheiros tiveram este problema também. E assim, aqui estão 9 situações, em que você pode conseguir tudo da mulher!

Depois da briga “Da discussão nasce a verdade”, disse Sócrates. Disse, mas não terminou de falar. Revelamos a você a definição do “sexo pacificador”, ou sexo, que começa quando termina a discussão. Por exemplo, numa polémica esquentada com uma moca, você sente como que o sangue esquenta e o coração se explode do peito. No auge do conflito, você deve aproveitar para fazer a paz. Beije-a forte, tira-lhe a roupa e abrace-a com muita paixão. Mesmo se você excedeu-se no zelo, acalme a sua namorada, enxugue as lágrimas dela e faz sexo com ela.

Casualidade ou “perdeu a cabeça” Qualquer acontecimento de alegria, também pode por a menina numa determinada condição. Por exemplo, ela acaba de tirar uma boa nota no exame, recebeu o aumento do vencimento no trabalho, encontrou o seu brinquedo de infância, ou ela teve outro momento de alegria, “tanta alegria que não cabe em si”. Esteja atento, e não intimide-se – envie a sua energia por esse caminho.

Stress Stress, é também emoção, e da mesma forma aumenta a o desejo sexual dela. Se a sua amiga comporta-se como uma galinha sem cabeça, é sinal que, ela considere a sua proposta sobre o sexo completamente admissível.

Ciúmes Você fica um pouco nervoso com a frieza da sua namorada. Para resolver isto, é só flirtar e paquerar outra moca. Vendo que, você pode ser levado por outra, ela o assegura com desejo e habilidade. Mas na tentativa de fazer ciúmes para a sua namorada, não vai longe, tudo tem seu limite.

Dia “14” As mulheres estão mais aptas para o sexo no memento da ovulação. Assim arrisque neste dia.

Na discoteca Bebida Alcoólica. Uma dose pequena pode despertar emoções positivas nas meninas. Desta forma, a sua chance será maior para seduzir a sua amiga, por exemplo durante a dança romântica que acaba com o beijo. Mas aqui você deve lembrar que tudo tem de ser moderado.

Filme erótico Muitas meninas não gostam de filmes pornográficos, sobretudo violentos e declarados. Todavia, uma cena de amor fogosa pode provocar uma influência positiva na sedução. Eles podem ajudar a sua namorada a sentir a sua energia sexual.

Amor a distância “Obstáculo no amor, somente o fortalece” – disse Shakespeare. A relação na distância e um excelente aspecto para a sua vida sexual. Vocês sempre passam o tempo separados, com saudades um do outro, telefonando algumas vezes para conversarem. Por isso, quando chega o momento do encontro, a vossa paixão e o desejo já estarão cada vez mais forte, do que durante o encontro rotina do dia-a-dia.

Abstinência Quanto mais a mulher viver sem o sexo, mais ela o deseja. Se a tua nova amiga estiver por algum tempo na solidão, significa que ela estava a procura de um namorado correspondente, e ele era você. Como você vê, as mulheres querem sexo com mais frequência, então deite fora todas as dúvidas e seja mais ousado.

Fazer sexo em publico na praia

Se pretende praticar jogo de amor na praia de mar, tome muito cuidado, diz a edição “Turist.ru”. Não se trata da precaução , antes de mais verifica se os seus actos não serão escandalosos e não estarão a infringir a lei. Por exemplo na Grécia fazer amor na praia tem uma pena de 2 ou 3 anos de prisão . Alguns paises do Oriente Médio tem uma condenação mais rigida, os amantes da praia podem ser a pedrados, e o tribunal pode impor uma multa e depois deportar . Na semana passada, de acordo com o “FactNews”, numa das praias do Milão, perto do aeroporto internacional, um ucraniano de 32 anos e a conterrânea dele de 47 anos, encontrando-se em estado de embriaguez, decidiram praticar o sexo na praia em publico. Eles foram presos e acusados de não obedecerem as ordens dos policias e por estarem embriagados. Estão a espera de serem julgados pelo tribunal em Milão nesta segunda-feira. Mas, se por acaso, resolver fazer sexo na praia lembre que na areia alem de você existe uma variedade de animais. Aconselhamos de não esquecerem duma toalha ou duma cama, e seria até melhor fazer isso em pé.

Todas as mulheres têm o ponto G

No estudo, publicado na revista New Scientist os cientistas italianos afirmam ter realizado, pela primeira vez, ultra-sonografias que comprovam a existência do ponto G - uma área que, quando estimulada, pode proporcionar às mulheres orgasmos intensos. O ginecologista Emmanuele Jannini o ponto G se localiza entre a vagina e a uretra, mas até agora havia poucas evidências sobre a existência do ponto . Os exames inéditos revelaram claras diferenças anatômicas entre mulheres que disseram ter atingido orgasmo vaginal e outras que não vivenciaram a experiência. Este tipo de orgasmo é atingido pelo estímulo da parede vaginal, sem a fricção simultânea do clitóris.
Nos testes, os especialistas realizaram um ultra-som para visualizar a uretra e a vagina de nove mulheres que tiveram orgasmos vaginais envolvendo o ponto G e de outras 11 que nunca sentiram o ápice do prazer sexual nesta região. Os exames das mulheres do primeiro grupo acusaram um claro espessamento do tecido uretrovaginal, que seria associado ao orgasmo vaginal. Para Jannini, a descoberta "significa que mulheres sem qualquer sinal visível do espessamento desta área (que se convencionou chamar de ponto G) não são capazes de ter orgasmo vaginal". "Pela primeira vez, é possível determinar por um método simples e barato se uma mulher tem o ponto G ou não", diz Jannini. O médico já havia encontrado pontos relacionados ao aumento da função sexual na área entre a vagina e a uretra. Esses locais liberariam a PDES, uma enzima que, nos homens, processa óxido nítrico e possibilita a ereção. No entanto, a equipe não havia conseguido ligar a presença desses pontos ao orgasmo vaginal. O estudo gerou controvérsias. Alguns especialistas desafiam a teoria de que mulheres que não atingiram orgasmo vaginal não têm o ponto G. "O estudo é intrigante, mas não significa necessariamente que mulheres que não têm orgasmo não têm o ponto G", diz Beverly Whipple, da Universidade de Rutger, de Nova Jersey - que, junto com uma equipe de médicos, cunhou o termo ponto G em 1981. Estudos conduzidos pela equipe americana sugerem que todas as mulheres descrevem alguma espécie de sensibilidade na área onde o ponto G estaria localizado. Whipple diz que o próximo passo é pedir às mulheres que se estimulem sexualmente e repitam os exames, já que a área pode inchar com a pressão física. "Futuros exames poderiam revelar que todas as mulheres têm o ponto G", diz a pesquisadora.

Sexo em público na Rússia é proibido?

No final do Fevereiro um grupo de jovem visitou o Museu estatal Timiryazev de Biologia em Moscou. Em vez de atentamente estudar o mamute e outras exposições eles entraram numa sala do museu, agrupado em pares e começaram a fazer o sexo. Alguns deles nem se quer queriam saber de caução. Os outros gravavam tudo em câmara de foto. As fotos do Museu de Biologia espalharam durante a noite na Internet Russa, enquanto o próprio evento se tornou um tópico quente da discussão em blogs russos. Esse acto vulgar foi feito pelo grupo de arte Voina (Guerra) que tem tal popularidade, devido a realização de actos chocantes ou escandalosos, como por exemplo, a festa de funeral no metrô de Moscou onde eles colocaram uma mesa no trem e começaram a beber e comer, em frente de outros passageiros. Os membros do grupo fizeram sexo no museu não por falta de outro lugar onde ir. Isto foi a forma de expressão artística do grupo.
Alguns participantes desse evento público eram estudantes do Departamento da Filosofia da Universidade estatal de Moscou que, tiveram posteriormente problemas com os seus estudos. Os estudantes violaram a regra da moralidade humana universal. O que mais eles violaram? Por mais incrível que possa parecer, mas é verdade. As leis russas não têm nenhuma cláusula para proibir o sexo em público. O Código Administrativo associa o crime como uma conduta insignificante e desordenada que exprime desrespeito franco à sociedade, acompanhada por palavras obscenas em público, molestamento ofensivo aos cidadãos, bem como destruição de propriedade e dano. Assim, se a conduta desordenada que exprime desrespeito franco à sociedade não é acompanhada por palavras obscenas em público, não causa importunação ofensiva aos cidadãos, bem como destruição de propriedade e dano, ele não é crime. Assim como a maioria dos Russos dizem: “Tem direito aquele que tem mais direitos. Se for um caso exclusivo, há um artigo no Código Penal.” Quanto ao Artigo acima citado 20.1 do Código Administrativo. Na prática “a conduta desordenada que exprime desrespeito franco à sociedade” às vezes é simplesmente chamado um crime insignificante e, é punido com uma multa ou detenção de mais de 15 dias.
Para resumir e concluir, não há nenhuma lei na Rússia que directamente proíbe o sexo ou nudez em lugares públicos. As leis em outros países, interpretam questões de moralidade pública, conduta obnóxia e acções sexuais mais rigorosas e verbosas do que a lei russa. Mas todos os países diferenciam-se na explicação das razões por que o sexo em público deve ser proibido. Por exemplo, há vários anos a Grã-Bretanha aprovou a lei sobre o comportamento sexual que proibisse o sexo em lugares públicos, inclusive nos territórios privados se os peões poderiam ver isto. Mas os Britânicos poderiam fazer sexo no banheiro só com a porta fechada. Na Holanda o sexo em parques públicos foi recentemente permitido. Há que fazê-lo a tarde e longe de crianças. Ninguém deve fazer desordem ou incomodar os outros por perto. Mas Holanda é Holanda. A gente pode fazer muita coisa lá.

Sexo, sexo, sexo...

A cena inicial – uma mulher se masturba assistindo a um pornô – sugere coisas que “Deite Comigo” (Lie With Me,Canadá,2007/Europa) não leva até o fim: erotismo apimentado e aprofundamento psicológico. Baseado no romance de Tamara Faith Benger, o filme do diretor Clement Virgo centra foco no relacionamento de Leila (Lauren Lee Smith) e David (Cris Balfour). Ela é uma baladeira promíscua, que enfrenta a separação dos pais e vê nele a possibilidade de rompimento de um círculo vicioso. Ele faz o tipo certinho que encontra nela um universo infinito de novas descobertas. Os dois se conhecem em uma festa, quando David e sua namorada observam Leila e um homem fazendo sexo atrás da casa, e esta percebe que está sendo observada pelo casal. A atração é logo de cara. Logo, estão se relacionado de maneira fogosa. Para eles, tudo é relacionado ao sexo, e a descoberta da sexualidade um pelo outro. Mas, um turbilhão de sentimentos toma conta dos dois e, eles começam a ter necessidades e desejos que vão alem do lado físico. O filme não é ousado e grotesco como os trabalhos de Larry Clark e Catherine Breillat. Por outro lado, não mergulha na reflexão sobre o sexo como forma de ligação entre dois jovens perdidos.

Laranjinha Poderoso fala de sexo na balada

  • Ele não é um remédio, mas um personagem. Muito fofo, diga-se de passagem. Passagem, aliás, por aquele seu bar predileto. Mesmo na noite de domingo a domingo, ele tem uma função nobilíssima, considerando um assunto que ainda é tabu: motivar homens a buscarem tratamento para disfunção erétil. Isso é um trabalho para o Laranjinha Poderoso!
Produto do laboratório Medley, terceira colocado no ranking brasileiro das indústrias farmacêuticas, ele é o astro da nova etapa de uma bem sucedida campanha criada pela agência Arteria, com veiculação pela New Ad, pioneira em mídia indoor no Brasil. Com frases como "Beba com moderação. Ame com segurança. Conquiste com poder", o Laranjinha tem como missão ir onde o povo, principalmente do sexo masculino, está: nos bares. Fortaleza é a primeira cidade em 2008 a receber o Laranjinha Poderoso, estampando em boards nos banheiros masculino e bolachas de chopp das mais badaladas casas. A ação, que contempla também promotoras, atingirá cerca de 150 mil pessoas. As próximas praças a receber o nosso herói serão Recife e Salvador.Com esta campanha, a NewAd, autora da primeira peça do segmento no mundo a ganhar o famoso Leão em Cannes, em 2006, inova falando sobre saúde de maneira leve e direta.Mais informações em www.laranjapoderoso.com.br