- Ele não é um remédio, mas um personagem. Muito fofo, diga-se de passagem. Passagem, aliás, por aquele seu bar predileto. Mesmo na noite de domingo a domingo, ele tem uma função nobilíssima, considerando um assunto que ainda é tabu: motivar homens a buscarem tratamento para disfunção erétil. Isso é um trabalho para o Laranjinha Poderoso!
Laranjinha Poderoso fala de sexo na balada
"O sexo não é só uma relação entre o pénis e a vagina"
Homens e mulheres, prestem atenção: o desafio do próximo milénio é fazer-vos entender o papel da estimulação da zona do clítoris durante o coito. Isto pode parecer estranho a alguns (e a algumas, que sempre se julgaram menos do que as outras), mas, na maior parte dos casos, a penetração não basta para fazer uma mulher ver estrelas. Palavra de Marta Crawford, sexóloga sem medo de palavras como clítoris, vagina, pénis, fellatio, cunnilingus. Pronuncia-as com à-vontade porque nada do que é humano, desde que praticado entre adultos e consentido, lhe é estranho. Está tudo, com suficiente detalhe e desenhos educativos, em “Viver o Sexo com Prazer, um guia da sexualidade feminina” e resumido nesta entrevista. Para ler e aprender...
Chocolate ou Sexo ?
- Esta foi uma das perguntas de uma pesquisa feita por uma revista semanal, entre os seus leitores. Os mais experientes, esperavam a resposta óbvia, mas, para seus espantos, a resposta que venceu foi o chocolate. Foi então realizada outra entrevista, pedindo para que fossem enumerados os principais motivos. Confira as respostas:
1. O chocolate satisfaz mesmo quando amolece.2. Você pode comer chocolate no carro sem ser interrompido pela policia.3. Você pode comer chocolate na frente da sua mãe.4. Se você morder com força, o chocolate não grita e não reclama.5. Duas pessoas do mesmo sexo podem comer chocolate juntas sem serem chamadas por nomes feios.6. Chocolate não reclama que você o comeu muito rápido.7. Você pode pedir chocolate a alguém sem levar um tapa na cara.8. Chocolate não deixa pelos na sua boca.9. Você não precisa mentir para o chocolate.10. O chocolate não liga se você é virgem ou não.11.Você pode comer chocolate quando está menstruada.12. Você pode comer chocolate em qualquer dia da semana.13. Um bom chocolate é fácil de se encontrar.14. Você nunca é muito jovem ou muito velho para comer chocolate. Basta que seu médico não descubra...15. Quando você come chocolate os vizinhos não ouvem.16. O tamanho do chocolate não importa, apenas o prazer que ele proporciona.17. O chocolate sempre cheira bem.18. Não dói comer chocolate pela primeira vez.19. Você pode levar o chocolate na bolsa.20. Você pode comer chocolate à vontade que nunca vai engravidar.21. Chocolate não transmite Aids ou outra DST.22. Você não precisa usar camisinha pra comer chocolate.23. Se o seu filho lhe vir comendo chocolate, não vai ficar fazendo perguntas constrangedoras.24. Ninguém termina um casamento por falta de chocolate.25. Você não precisa esperar quase uma hora pra comer outro chocolate.26. Depois de comer, não precisa ficar abraçado com a embalagem a noite inteira. UM HISTÓRIA DE AMOR (confirmando o que se disse sobre o chocolate):Uma loura gostosíssima ia-se jogar ao mar no porto de Santos, quando apareceu um marinheiro:- Moça, não faça isso!!!- Vou jogar-me na água! Minha vida é uma droga!- Por que você não vem comigo e pensa melhor? Meu navio está indo para a Europa, e lá, você pensa melhor e decide... Que tal?A loira achou boa proposta, mas disse que não tinha dinheiro para a passagem. O marinheiro respondeu:- Não tem problema. Você vem clandestinamente. Vou escondê-la nesse bote e tenho a certeza de que ninguém virá importuná-la...- Durante duas semanas, ele a visitava todas as noites, levava-lhe comida e bebida, e, depois, fazia amor com ela.- Mas um dia, o Capitão fez uma inspeção nos botes e encontrou a loura. E ela, sem saída, contou-lhe a verdade.- Olha, eu estou aqui, porque um marinheiro me escondeu. E estou indo para a Europa... Todas as noites ele me traz comida, e, em agradecimento, eu transo com ele... Ainda falta muito para chegarmos à Europa?
A correlação entre o espanador e o sexo
Fóssil mostra 'primeiro animal a fazer sexo'
- Uma espécie de minhoca de 30 cm de comprimento, que vivia no fundo do mar, pode ter sido o primeiro ser vivo a praticar sexo, há pelo menos 565 milhões de anos, segundo descoberta da paleontóloga Mary Droser, da Universidade da Califórnia Riverside.
Sexo, poder e glória
- Quando moço, a vida se apresenta como um vasto e infinito horizonte, não se enxerga nem se imagina o fim. O fim nunca haverá de chegar! Já quando velho, sem nada pela frente, apercebese que o passado transcorreu estupidamente depressa.
Nos primórdios da vida, havia muito sexo e nada de predadores
A reprodução sexuada pode ser tão antiga quanto a vida animal, segundo pesquisadores que descobriram uma espécie de organismo que viveu há 540 milhões de anos.
A Funisia Dorothea, uma criatura em forma de tubo, se aglomerava em bandos abundantes nas águas rasas e arenosas do mar onde hoje fica o sertão australiano. Aparentemente, nada havia evoluído para comê-los, de modo que esses animais viviam vidas pacíficas, às vezes usando o sexo para se reproduzir, às vezes não, segundo artigo de Mary Droser, da Universidade de Riverside, na Califórnia, e de seus colegas na revista Science. Por telefone, ela explicou que essas criaturas se comportavam como corais, esponjas e outros organismos multicelulares da atualidade. Os aglomerados muito compactos de organismos, chegando a mais de um palmo de altura, são segundo ela uma característica de animais sexuados, pois permitem que óvulos e esperma flutuem na água e se encontrem.
Os restos fossilizados também mostram que as criaturas formavam "botões" que se desenvolviam até virarem animais plenos, algo que corais e esponjas fazem hoje. "Eles eram complicados a ponto de terem diferentes modos de reprodução e um ecossistema em geral bastante complexo", disse Droser. Eles viviam em grupos densos, de animais de tamanho e idade similar, como fazem mexilhões e ostras. "É uma estratégia ecológica moderna comum, e esses caras faziam isso nos primeiros ecossistemas animais deste planeta", afirmou. Pensamos que essas estratégias foram em reação à competição e em reposta à predação", explicou a cientista. Mas não havia predadores, pois não surgira no planeta nada que tivesse dentes ou mesmo ossos. Supõe-se que a vida multicelular tenha surgido ha cerca de 600 milhões de anos. O nome "Funisia" vem da palavra latina para "corda", enquanto "dorothea" é uma homenagem à mãe de Droser, Dorothy. "Ela se instalou em casa para cozinhar e cuidar das crianças. Eu achei que era a coisa certa a fazer", brincou ela.
'Na confraria das sedutoras' mostra as diferentes facetas do sexo e do amor
A Rainha do Sexo
Se os atores brasileiros ainda não levaram o Oscar, a atriz Mônica Mattos pode se orgulhar da façanha. Aos 24 anos, a moça foi a primeira latino-americana a ganhar o prêmio AVN 2008, considerado o Oscar da indústria cinematográfica pornô. Ela levou o troféu de melhor performance estrangeira feminina do ano. “Amei. Isso é o reconhecimento de cinco anos de muito trabalho”, diz Mônica, que não pôde comparecer à festa, em Los Angeles, realizada em janeiro, por causa da agenda lotada.Feliz com a profissão (“vou continuar até quando me sentir bem”), a atriz paulista conta que começou na carreira por acaso “Trabalhava numa boate e era garota de programa. Aí uma amiga me apresentou ao trabalho. No começo, fiquei intimidada por causa da câmera, mas depois de um mês já estava solta”, comenta Mônica, que ganha até R$ 15 mil por filme e, geralmente, trabalha duas vezes na semana. Apesar de gostar do que faz (“adoro ser observada”), Mônica já chorou em cena. “Era a simulação de um estupro e comecei a imaginar que era verdade”, conta ela, que, normalmente, pensa em outras coisas durante as filmagens: “Às vezes, fico com a cabeça na novela que vou ver à noite.”Sexo com a morte
Era o ano de 1950, um velho e conhecido fazendeiro de Piranga acabara de ficar viúvo. A dor que sentia de ver o seu grande amor ir embora o deixava deprimido, sem vontade de andar pela sua fazenda e conduzir o comando de sua vida. Conhecido por todos pela sua bondade e riqueza, distribuía a todos os pobres carinho e conforto. Não foi à toa que o funeral de sua esposa ficou cheio. Parece que a cidade estava ali em peso. Desde os pobres até os políticos e os mais influentes da cidade. Viveu com a sua esposa durante 25 anos. Não tinha notícia em Piranga que ele a traia e nem mesmo ela... Hum... E nem podia! Ela esteve doente por muitos anos e foram anos que o velho fazendeiro dedicava à sua amada. Sempre com carinho e dedicação. Era um amor muito lindo, no qual ele sentiria um canalha se traísse a confiança dela. Até em pensamento. Não que ele não tivesse desejos, mas ele soube controlar. Entregou-se ao trabalho e nos problemas diários e se satisfazia vendo o seu patrimônio crescer. Maldita hora que ele contratou uma morena linda que completara 18 anos. Cabelos cacheados, corpo definido, olhos de jabuticaba e um sorriso perfeito. Usava um vestido de chita e dançava com Boi-Bumbá as musiquinhas de roda. A saia rodava e os homens ficavam encantados com a sua beleza... Aquele fazendeiro que acabara de complentar 55 anos tinha o seu charme... Mas a vaidade sumiu com a sua vida, o seu amor incondicional à sua esposa e ao trabalho. Quando chegou o tempo de colher o feijão, o velho fazendeiro entrou em sua ampla sala e sentou na cadeira de balanço. Seis meses se passaram... A morena entrou na sala e com um sorriso travesso perguntou se queria almoçar. Era assim todo dia. Olhares... Nos últimos meses um desejo louco por ela. Mas e a sua esposa? O amor que nutria por ela? Poderia amar outra? Mas logo essa moreninha, que tem idade para ser sua filha? Num domingo, o dia sagrado para aquele povo, o senhor fazendeiro (que agora se cuidava), esperou a moreninha entrar na sala e o chamar para o almoço. Longe ouvia o povo cantando com o Boi-Bumbá, que estava se aproximando da fazenda. O fazendeiro e a moreninha aos beijos, logo estavam na cama. Lá fora, o povo chamando a todos para verem a passagem do boi. Na fazenda, o fazendeiro beijava a moreninha e esta correspondia à sua paixão. O boi lá fora e um homem tomado pelo desejo na cama com a morena. Ele olha a porta de seu quarto e vê sua esposa. Chorando... Com uma rosa na mão. Sentiu um calafrio. Fez um gemido... E morreu. Morreu ao lado da morena que o chamava desesperadamente. Foi encontrado morto na cama, de pijama. Coitado... Morreu dormindo. No velório, todos conversavam e os pobres choravam. Perderam um grande padrinho. Os filhos chegaram da capital e não entendiam a morte súbita do pai. Quando o padre fez a última oração, a moreninha entrou na sala com uma rosa na mão. Colocou sobre as mãos do morto fazendeiro e beijou a sua testa. Tampou-se o caixão e a morena saiu correndo pela fazenda chorando... Chorou até ver o Boi-Bumbá pelas estradas de terra... O seu vestido rodava, ela sorria e os homens a desejavam... Entenda porque os homens traem mais sexualmente
Polícia quer que sexo seja permitido em todos os parques da Holanda
Natália do BBB questionando o sexo anal
O vídeo em que a miss Natália Casassola, 22, admite ter feito sexo anal é o mais discutido do mês e o segundo mais visto no YouTube Brasil, em sua categoria. Em conversa no "Big Brother Brasil 8", a gaúcha questionou seus colegas Rafinha e Marcão se eles já fizeram sexo anal com alguma "guria". A investigação espinhosa dos hábitos íntimos masculinos foi feita pela loira de Passo Fundo (RS) em linguajar curto, grosso e sem eufemismos. É só mais uma pérola do conteúdo do programa de maior audiência da TV no verão. Há versões do vídeo com mais de 390 mil acessos e comentários de internautas condenando a exposição pública de um tema, digamos, tabu (imagina o rebuliço se o tempo fosse o dos generais).
Sexo, liberdade e romance: do que as mulheres gostam?
- Pacto de liberdade - Para a estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental, Audrey Borde, 24, "a melhor coisa de ser solteira é ser livre". Audrey não tem relacionamento fixo há um ano, quando terminou um namoro de três anos e fez um pacto com a irmã. "A idéia era ficar solteira até janeiro deste ano. Planejamos uma viagem por quatro países da América Latina, e não queríamos namorado por perto". Nos últimos dois meses, Audrey e Andréa viajaram de ônibus por Argentina, Uruguai, Chile e Bolívia, e já estão pensando em projetos para o ano que vem. "Queremos ir para o México e estamos pensando em renovar o pacto e continuar curtindo a solteirice". O "curtir a solteirice", Audrey aprendeu no convívio com os homens, maioria numérica no curso universitário que freqüenta. "A gente percebe os truques, a malícia, o jeito de "dar um zig" na namorada. Não que eu vá fazer a mesma coisa, mas a gente acaba ficando com um pouco desse comportamento", assinala. Durante o período que esteve namorando, ela teve de agüentar os ciúmes do ex-namorado, que não gostava de vê-la cercada de homens. "Ele era muito ciumento, não segurava a onda. Agora que nos separamos, posso usar a roupa que eu quero. Também posso ficar com quem quiser, sem precisar dar satisfação". Para o médico. Elsimar Coutinho, a liberdade sexual da mulher contemporânea é conseqüência de uma descoberta que já tem mais de 40 anos: "A pílula foi a maior das revoluções. Fez nascer a possibilidade de se poder fazer sexo e não engravidar. Tudo depois dela foi secundário. Claro que depois veio a AIDS, mas também veio a disseminação da camisinha. De qualquer jeito, aquela revolução hoje está completa", defende.
- Romantismo sobrevive - A veterinária Eliane Raftley, 26, nunca namorou na vida, só ficou. "Quero casar, mas o difícil é encontrar alguém bom o suficiente para isso. Já estou chegando aos 30, a gente começa a sentir falta de um relacionamento duradouro, algo mais sério". Segundo a psicanalista Ana Laura Pepe, a vontade de Eliane ainda é muito comum entre as mulheres. "O casamento não deixou de ser um ideal feminino. As mulheres querem casar, ter filhos. Nem sempre dá certo, porque isso deixa a mulher sobrecarregada, já que os cuidados com a casa e a educação dos filhos não são compartilhados pelos homens. Esse tipo de mudança é muito gradual". E mesmo decidida a não ter filhos, Eliane não esconde o lado sonhador. "Sou romântica. No fundo, quero mesmo é receber flores", diz.
O prazer sexual feminino
Especialistas apontam mudanças de comportamento no campo da sexualidade feminina. Curiosamente, uma das principais conquistas femininas das últimas décadas, tratando-se de sexualidade, é a palavra. Hoje, elas podem falar de seus desejos, frustrações, emoções, problemas e dúvidas. Têm a liberdade de expor seus sentimentos - os quais, para a mulher, estão intrinsecamente ligados ao sexo. Aliás, faz tempo que o prazer sexual - ou a falta dele - passou a fazer parte da roda de conversas femininas.
Adeus, inocência, viva o sexo...
- Terceiro volume da HQ ‘Lost girls’ deixa claro que as protagonistas nunca foram cândidas.
Aos poucos, elas deixaram os recônditos onde se escondiam e foram revelando aspectos impensáveis da meninice. E o que Alice (Alice no País das Maravilhas), Wendy (Peter Pan) e Dorothy (O mágico de Oz), protagonistas de clássicos infantis, deixam claro é que não eram, assim, tão cândidas. Inocência, aliás, não era exatamente a tônica do dia-a-dia das meninas. É a lição que se tira ao conferir o último volume da deliciosa série Lost girls, escrita por Alan Moore e ricamente ilustrada por sua mulher, Melinda Gebbie. Dessa vez, em O grande e terrível eles apelam para temas bem mais incisivos, como incesto e pedofilia – antes sugeridos, mas agora explicitamente detalhados. Ainda no hotel austríaco onde se encontraram de forma inesperada às vésperas da Primeira Grande Guerra, elas se reúnem para sessões de prazer extremo e revelações picantes. Dorothy, a mais jovem das três, confessa que, apesar das horas de diversão que tinha com os funcionários da fazenda no Kansas, nutria desejos secretos pelo pai, a quem chamava de tio. Todos supunham que o grau de parentesco era esse mesmo o que os unia. Mas, excitada com o incentivo das amigas, Dorothy Gale avança nas confissões: foi mesmo o pai quem a iniciou nos mistérios mais profundos do sexo. Juntos, viajavam a Nova York e lá experimentavam de tudo, sem pudores ou tabus. Até que um dia, de volta ao campo, a madastra da menina a flagou numa cena nada paternal. Foi quando Dorothy saiu pelo mundo, com a missão de virar uma mulher coquete.
Wendy Darling, aparentemente, uma pudica dona de casa, se transforma quando estimulada da maneira certa. É por ela que sabemos das brincadeiras perigosas que Peter Pan e seus amigos faziam nos parques de Londres. Viciada em sexo, a Wendy adolescente pintava e bordava em casa, com os irmãos, com o amigo Peter e até mesmo com o misterioso homem com mão em forma de gancho que perseguia a todos. Um dia percebeu a coisa que passava dos limites e entendeu que ele estava era se aproveitando dos meninos. Alice Fairchild, a mais velha e experiente do trio, sucumbe à pressão das amigas e experimenta coisas que há tempos não sentia. E acaba revelando que sua aversão aos homens não passa mesmo de medo. Constantemente drogada com ópio, à mercê de uma tutora insaciável, ela conta que teve, sim, envolvimentos com homens e que, obviamente, teve muito prazer com aquilo. Mas, ensinada a dominar, preferia exercer esse tipo de poder com outras mulheres.
À medida que a série avança, Alan Moore se torna cada vez mais explícito em sua narrativa. Claro que as imagens acompanham isso com louvor. Mas o importante é que em Lost girls o sexo ganha ludismo e poesia necessários. Até mesmo o que parece gratuito tem um sentido escondido na vida das personagens, vindas de universos completamente diversos. O resultado flui de forma harmoniosa, até porque Moore já tinha trabalhado dessa forma antes nos três volumes de A liga extraordinária, cruzando personagens extraídos de obras literárias de épocas e estilos diferentes.
