Polícia quer que sexo seja permitido em todos os parques da Holanda

A polícia do Centro Nacional de Especialização da Diversidade (LECD) quer que o sexo seja permitido em todos os parques públicos na Holanda. O instituto da polícia tem aconselhado as cidades a seguir o exemplo de Amsterdã. No Vondelpark de Amsterdã, donos que deixam seus cães sem coleiras podem ser multados, mas o sexo em breve será permitido. "Por que devemos tentar manter algo [a lei] que na verdade é impossível de se manter, e que causa, inclusive, pouco incômodo para os outros e para determinado grupo realmente significa ter muito prazer?", disse Paul van Grieken, responsável do conselho municipal de Oud-Zuid em Amsterdã. Van Grieken confirmou que o plano de tolerar sexo em público no Vondelpark faz parte de uma nova versão do projeto de regras de conduta para o parque mais conhecido da cidade. Os regulamentos entrarão em vigor após o verão. "Claro que há regras estritas em anexo. Assim, preservativos devem ser sempre descartados longe do local, isso nunca deverá acontecer em locais vizinhos aos parques infantis e as relações sexuais devem acontecer depois do anoitecer." O memorando do projeto diz que as multas serão mantidas para os cães que correrem sem coleira, pois pode causar incômodo para quem quer tomar sol ou usa bicicleta no parque. "A pesquisa mostrou que muitas pessoas consideram isto preocupante", afirmou o conselheiro. LECD agora apela em Rotterdã, Utrecht e Haia para tolerar sexo entre gays em todos os seus parques. Em uma carta aos administradores das três cidades, o instituto da polícia diz que, regulamentando sexo em público, a segurança de homossexuais em relação aos homófobos pode ser mais bem garantida. Assim, as recomendações dizem que "os agentes não devem perturbar as atividades, desde que não cause qualquer incômodo real" e que "apenas têm de tomar medidas corretivas se existir uma real questão de comportamento ofensivo que seja visível do caminho público". A organização homossexual COC ficou feliz ao saber que o distrito de Oud-Zuid será o primeiro a admitir sexo no Vondelpark. "Fazer sexo é algo que pertence a todos os tempos e proibir isso não funciona de qualquer jeito. Eles fazem isso de forma ilícita e principalmente sem serem incomodados pelos outros. Mas os locais de sexo homossexuais são freqüentemente atacados. Agora, acatando as regras de comportamento a segurança pode ser aumentada", disse o presidente da COC de Amsterdã, Dennis Boutkan.

Natália do BBB questionando o sexo anal

O vídeo em que a miss Natália Casassola, 22, admite ter feito sexo anal é o mais discutido do mês e o segundo mais visto no YouTube Brasil, em sua categoria. Em conversa no "Big Brother Brasil 8", a gaúcha questionou seus colegas Rafinha e Marcão se eles já fizeram sexo anal com alguma "guria". A investigação espinhosa dos hábitos íntimos masculinos foi feita pela loira de Passo Fundo (RS) em linguajar curto, grosso e sem eufemismos. É só mais uma pérola do conteúdo do programa de maior audiência da TV no verão. Há versões do vídeo com mais de 390 mil acessos e comentários de internautas condenando a exposição pública de um tema, digamos, tabu (imagina o rebuliço se o tempo fosse o dos generais).

Sexo, liberdade e romance: do que as mulheres gostam?

"Casar? Palavra muito forte, comprometedora". A frase é da secretária Camila Sampaio. Se tivesse nascido há 50 anos, ela chegaria à juventude pensando no vestido branco de noiva, na casa de três quartos, com geladeira, fogão e sofá novos, além da batedeira para preparar a sobremesa predileta do marido. Mas aos 26 anos, esse tipo de pensamento passa longe de suas aspirações de mulher moderna. "Não acredito em relacionamentos, porque ninguém se leva a sério. Prefiro permanecer do jeito que estou agora, solteira, ficando com quem eu quero, sem dar satisfações a ninguém", dispara.

A teoria de Camila sobre o casamento foi reforçada após viver uma relação de quatro anos, que chegou ao fim há um ano. "Morei junto, mas não deu certo. E esse período foi bem esclarecedor sobre o que é a vida a dois. Intimidade é uma coisa linda, você acordar com o bafo do outro, ir ao banheiro de porta aberta. Mas quando cada um vive no seu canto, ainda tem aquela magia, sabe? Você se arruma, faz escova, tem aquele mistério. Com o casamento, isso acaba. Hoje em dia, prefiro encontrar tudo limpinho a ter que lavar cueca", diz. Não se trata apenas de não morar na mesma casa - Camila quer voar alto, e casos fixos não fazem parte de seus planos. "Acabei de fazer um curso de comissária de bordo, e esse é o tipo de vida que não dá para conciliar com marido. Hoje você está aqui, outro dia, no exterior... É preciso ter liberdade". Nem os filhos estão nos projetos a curto prazo da secretária. Se tiver que ser mãe, posso procurar uma produção independente. Não confio nos homens, mas acredito na minha própria responsabilidade. Quando quiser ser mãe, não vou querer passar a obrigação para mais ninguém", diz, taxativa. Questionada sobre o papel dos homens em sua vida, Camila não hesita: "Eles são essenciais, mas eu só quero companhia para satisfazer minhas necessidades físicas". No entanto, por mais contemporânea que seja a história da jovem, a mulher moderna não se define exclusivamente por esse tipo de comportamento, de acordo com a visão da psicanalista Ana Laura Pepe. Para ela, ainda há o anseio pela vida a dois. "As mulheres de hoje não deixaram de querer ter um companheiro. A diferença é que elas partem para relações mais eqüitativas, de parceria", explica.
A psicanalista afirma que a vida profissional oferece novas alternativas de realização para a mulher contemporânea. "Nos anos 70, se a mulher não conseguisse formar família, era o fim da linha. Hoje, ela pode se realizar profissionalmente e, de certa maneira, não ficar frustrada", diz. A consultora de negócios, Luciene Leal, 36, confirma a tese de que o casamento é perfeitamente conciliável com a vida profissional. "Quando me casar, não vou perder minha independência. É cada um com sua rotina, não muda nada. Trabalho desde os 12 anos e sempre ganhei meu dinheiro. Não nasci para depender de ninguém, mas o trabalho nunca atrapalhou meus relacionamentos", conta.
  • Pacto de liberdade - Para a estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental, Audrey Borde, 24, "a melhor coisa de ser solteira é ser livre". Audrey não tem relacionamento fixo há um ano, quando terminou um namoro de três anos e fez um pacto com a irmã. "A idéia era ficar solteira até janeiro deste ano. Planejamos uma viagem por quatro países da América Latina, e não queríamos namorado por perto". Nos últimos dois meses, Audrey e Andréa viajaram de ônibus por Argentina, Uruguai, Chile e Bolívia, e já estão pensando em projetos para o ano que vem. "Queremos ir para o México e estamos pensando em renovar o pacto e continuar curtindo a solteirice". O "curtir a solteirice", Audrey aprendeu no convívio com os homens, maioria numérica no curso universitário que freqüenta. "A gente percebe os truques, a malícia, o jeito de "dar um zig" na namorada. Não que eu vá fazer a mesma coisa, mas a gente acaba ficando com um pouco desse comportamento", assinala. Durante o período que esteve namorando, ela teve de agüentar os ciúmes do ex-namorado, que não gostava de vê-la cercada de homens. "Ele era muito ciumento, não segurava a onda. Agora que nos separamos, posso usar a roupa que eu quero. Também posso ficar com quem quiser, sem precisar dar satisfação". Para o médico. Elsimar Coutinho, a liberdade sexual da mulher contemporânea é conseqüência de uma descoberta que já tem mais de 40 anos: "A pílula foi a maior das revoluções. Fez nascer a possibilidade de se poder fazer sexo e não engravidar. Tudo depois dela foi secundário. Claro que depois veio a AIDS, mas também veio a disseminação da camisinha. De qualquer jeito, aquela revolução hoje está completa", defende.
  • Romantismo sobrevive - A veterinária Eliane Raftley, 26, nunca namorou na vida, só ficou. "Quero casar, mas o difícil é encontrar alguém bom o suficiente para isso. Já estou chegando aos 30, a gente começa a sentir falta de um relacionamento duradouro, algo mais sério". Segundo a psicanalista Ana Laura Pepe, a vontade de Eliane ainda é muito comum entre as mulheres. "O casamento não deixou de ser um ideal feminino. As mulheres querem casar, ter filhos. Nem sempre dá certo, porque isso deixa a mulher sobrecarregada, já que os cuidados com a casa e a educação dos filhos não são compartilhados pelos homens. Esse tipo de mudança é muito gradual". E mesmo decidida a não ter filhos, Eliane não esconde o lado sonhador. "Sou romântica. No fundo, quero mesmo é receber flores", diz.

O prazer sexual feminino

Especialistas apontam mudanças de comportamento no campo da sexualidade feminina. Curiosamente, uma das principais conquistas femininas das últimas décadas, tratando-se de sexualidade, é a palavra. Hoje, elas podem falar de seus desejos, frustrações, emoções, problemas e dúvidas. Têm a liberdade de expor seus sentimentos - os quais, para a mulher, estão intrinsecamente ligados ao sexo. Aliás, faz tempo que o prazer sexual - ou a falta dele - passou a fazer parte da roda de conversas femininas.
"A mulher se calava por se culpar pela falta de prazer", avalia a ginecologista e obstetra Albertina Takiuti, especialista em saúde da mulher e coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente da Secretaria Estadual da Saúde. "Com o fim do pacto do silêncio, as dúvidas se tornaram coletivas e, portanto, reivindicatórias. Em vez de achar que tinha um problema grave, porque o marido a acusava de ser fria, ela começou a questionar se sua falta de prazer estava associada a alguma dificuldade dela ou do parceiro."Com as conquistas profissionais em plena ascensão, as mulheres agora lutam por mais qualidade e prazer na cama. Quando a psiquiatra Carmita Abdo fundou o Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do HC, no início da década de 1990, para cada sete homens que procuravam tratamento de disfunção sexual, apenas uma mulher tomava essa atitude.
Hoje, quase 20 anos depois, para cada dois homens, uma mulher recorre ao serviço do ProSex. A mudança é comemorada com entusiasmo pela médica:- Nos vários campos da saúde, sempre há mais mulheres do que homens procurando tratamento. Mas, com relação ao sexo, eles - sempre preocupados com o desempenho - eram os que mais buscavam orientação médica. Não é à toa que surgiram mais medicamentos específicos para eles do que para elas. Atualmente, atendemos predominantemente homens entre 40 e 50 anos, enquanto que as mulheres estão na faixa dos 20 e 30 anos. Por serem mais novas, têm menos restrições e constrangimento, são informadas e querem usufruir melhor do sexo.Disfunção erétil e ejaculação precoce são os grandes tormentos dos homens que procuram tratamento. Já as mulheres acima de 45, na maioria, reclamam da falta de desejo, sobretudo com a chegada do climatério, que prenuncia a menopausa. As mais novas buscam ajuda por sentirem dificuldade de atingir o orgasmo. Pesquisa coordenada por Carmita, intitulada O Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, aponta que 26,2% das mulheres têm esse problema, que é mais acentuado entre as mais jovens, até os 25 anos, e entre as que têm mais de 61 anos.
A repressão sexual à qual muitas foram submetidas prejudica o prazer feminino. Mas a obsessão das mulheres pelo orgasmo também pode atrapalhar. Entre as entrevistadas na pesquisa, 32,5% iniciaram-se sexualmente preocupadas em atingir o clímax. Quando isso ocorre, deixam de aproveitar outros momentos do sexo. Porém, Carmita vem acompanhando um número significativo de mulheres que, embora procure tratamento, já se desvencilhou dessa obrigação. Mais: em vez de se culparem, elas começam a questionar se a falta de orgasmo não é conseqüência da inabilidade masculina. Alguns dados podem confirmar essa hipótese. De acordo com o estudo do ProSex, 45% dos homens brasileiros não estão totalmente satisfeitos com sua capacidade de ereção, e 26% andam insatisfeitos com o controle da ejaculação. Enfim, poucos lidam com a sexualidade de maneira tranqüila. "Os números mostram que o homem não consegue se desenvolver bem no sexo", observa Carmita. "Não por egoísmo, como se acredita, mas porque ele está tão preocupado com o próprio desempenho que acaba não dando atenção à parceira."NA MÍDIANão é à toa que a mulherada tem colocado a boca no trombone. No filme Mulheres Sexo Verdades e Mentiras - que foi exibido em janeiro nos cinemas, e será lançado em DVD no segundo semestre -, o autor e diretor Euclydes Marinho especula sobre a sexualidade feminina, unindo uma história fictícia a depoimentos reais de mulheres. A atriz Júlia Lemmertz assume o papel da divorciada que descobre o prazer sexual. A partir desse mote, a própria personagem faz um documentário, no qual insere as declarações reveladoras e sem pudores das entrevistadas. "Não esperava que as mulheres falassem com tanta franqueza e disposição sobre sua sexualidade", confessa Marinho. "Esta inquietude revela como elas estão insatisfeitas com seus parceiros. Pensei em fazer também um filme sobre a sexualidade masculina, mas desisti porque os homens não falam sobre suas dúvidas e frustrações. Quando se reúnem, o máximo que conseguem é contar quem comeram e quem não comeram."Essa dificuldade de diálogo entre homens e mulheres, além das queixas femininas, inspiraram o ator e diretor Darson Ribeiro a escrever sua primeira peça, a divertida Herótica (com "h" mesmo) - Cartilha Feminina para Homens Machos, em cartaz e com casa cheia de casais e mulheres. Darson e as atrizes Karina Barum, Márcia Manfredini e Iná de Carvalho ensinam o bê-á-bá sexual para os corajosos que encaram as alfinetadas femininas, sempre com muito humor. "Saí em defesa das mulheres", afirma Ribeiro. "Quando dirigi a peça Oito Mulheres, no Rio de Janeiro, convivi intensamente com as atrizes. Compartilhei de suas intimidades, com conversas que iam da meia furada, menstruação a relacionamento. Além delas, minhas principais amigas, que não são atrizes - uma de 41 e outra de 52 anos - estão solteiras e reclamam muito dos homens na cama. Dizem que eles só sabem introduzir. Percebi como a conduta masculina difere das expectativas femininas, que querem mais erotismo do que sexo básico."Além de reivindicarem mais prazer e mais qualidade, as mulheres vêm derrubando tabus. Um deles refere-se à masturbação. Se antes a busca pelo prazer solitário era motivo de culpa - ou algo escondido por muitas -, hoje, isso mudou. Não é raro surgir, nos papos entre amigas, indicação de acessórios, como tipos de vibradores, e de outras técnicas de excitação.
"Elas aceitam mais a prática, porque sabem que têm direito a todas as formas de prazer sexual", ressalta a sexóloga Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de diversos livros, entre os quais, A Cama na Varanda - Arejando Nossas Idéias a Respeito de Amor e Sexo (Editora Best Seller) e O Livro de Ouro do Sexo (Ediouro). "As mudanças profundas são lentas e graduais, e só são percebidas quando implantadas", lembra Regina. "Por isso que ainda nos deparamos com pessoas que desaprovam e não vivenciam os avanços." A médica Albertina também confirma a nova forma de encarar a masturbação: "Agora elas sabem que a prática é muito importante para o autoconhecimento."A menopausa, que era sinônimo de velhice e estigmatizava a mulher por não poder engravidar, é tratada hoje com naturalidade e sem sobressalto. Por trás da mudança, Carmita Abdo vê uma grande revolução sexual: "No início do século 20, a expectativa de vida da brasileira era de 58 anos. Neste século, saltou para 78. Portanto, a queda brusca de hormônios, que antes surgia no fim da vida da mulher, agora incide no meio de sua vida." Junte-se a isso a controversa reposição hormonal e o afinco no cuidado à saúde, para acreditarem que sua sexualidade não acaba com a idade.MELHOR IDADEMais qualidade de vida, longevidade e recursos como Viagra e reposição hormonal estão dando suporte à separação de muitos casais mais velhos. Esse fenômeno ganhou o nome de "divórcio grisalho", de acordo com reportagem publicada no jornal The New York Times, pois acontecem entre pessoas de 55 a 80 anos. Mas o fator que está por trás dessa reviravolta é, indiscutivelmente, a crescente independência econômica das mulheres. Para a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, com recursos financeiros, a mulher não precisa mais "arrastar" um relacionamento desgastado por anos. Agora o que elas querem, independentemente da idade, é buscar seus prazeres pessoais, inclusive os sexuais. No entanto, como atesta Albertina Takiuti, em alguns tópicos, as mulheres não conseguiram avançar. Ainda persiste, em grande parte, o medo de não agradar ao parceiro. Este tipo de insegurança continua escravizando a mulher com relação ao seu prazer sexual, afinal, ela deposita no outro a valorização de si mesma.
Para a médica, isso comprova que ela ainda não descobriu a sua força:- A baixa auto-estima está associada a um índice de aumento de 13% de gravidez na adolescência. O fato de conhecerem os métodos contraceptivos não garante a mudança de comportamento. O que está precário é a negociação com o parceiro. Muitas temem desagradá-lo ao exigir segurança, com preservativo. As mulheres se apoderaram de tantas técnicas de beleza para ficarem mais bonitas, mas não conseguiram garantir sua própria segurança no sexo - seja para evitar gravidez, seja para evitar doenças sexualmente transmissíveis que vêm crescendo entre elas. Nos anos de 1980, para 80 homens soropositivos, apenas uma mulher era infectada por HIV. Hoje, a proporção é de dois para um.PAPAI-E-MAMÃEO liberalismo sexual e alguns ganhos concretos são restritos a um pequeno universo de pessoas, aquelas mais escolarizadas e que residem nos grandes centros urbanos. É o que mostra pesquisa realizada pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida, que foi publicada no livro A Cabeça do Brasileiro (Editora Record), de sua autoria. "O Brasil é o país do papai-e-mamãe", constata. Segundo ele, diante de um expressivo contingente de pessoas de baixa escolaridade, percebe-se um alto grau de conservadorismo com relação a sexo. Conforme levantamento, homossexualismo, masturbação, sexo oral e anal são desaprovados pela maioria da população. Principalmente pelas mulheres, estatisticamente mais conservadoras do que os homens. "Costumo brincar nas minhas palestras, dizendo que a família é brochante", fala Almeida. "A mulher, independentemente da escolaridade, é a peça-chave dessa instituição e, quando tem filhos, costuma seguir a cartilha das regras familiares conservadoras. Portanto, a liberalidade sexual está mais presente num pequeno grupo, que faz bastante barulho."O conservadorismo perde força, porém, entre os jovens, escolarizados e moradores dos grandes centros urbanos.
Há uma diferença abissal entre as mulheres mais novas, quando comparadas às mais velhas. Segundo Carmita Abdo, a separação de sexo e amor já começa a despontar entre garotas na faixa dos 20 anos. Por conta disso, usufruem da sexualidade com mais liberdade, têm mais parceiros e adiam o casamento. "As com mais de 50 anos vêem nessa nova geração perdas amorosas, uma vez que a falta de compromisso dos relacionamentos atuais deixa a mulher com a sensação de desamparo e de poucas trocas sentimentais - bem diferente do que essas cinqüentonas viveram na juventude", observa Carmita. "Como as mais jovens não tiveram o mesmo referencial das mais velhas, elas não têm essa dimensão negativa. No meio disso, estão as de 40 anos, que viveram o modelo de troca das relações amorosas, mas também se depararam com a liberdade do sexo sem compromisso, mas sentem dificuldade de encarar essa nova forma de se relacionar."

Adeus, inocência, viva o sexo...

  • Terceiro volume da HQ ‘Lost girls’ deixa claro que as protagonistas nunca foram cândidas.

Aos poucos, elas deixaram os recônditos onde se escondiam e foram revelando aspectos impensáveis da meninice. E o que Alice (Alice no País das Maravilhas), Wendy (Peter Pan) e Dorothy (O mágico de Oz), protagonistas de clássicos infantis, deixam claro é que não eram, assim, tão cândidas. Inocência, aliás, não era exatamente a tônica do dia-a-dia das meninas. É a lição que se tira ao conferir o último volume da deliciosa série Lost girls, escrita por Alan Moore e ricamente ilustrada por sua mulher, Melinda Gebbie. Dessa vez, em O grande e terrível eles apelam para temas bem mais incisivos, como incesto e pedofilia – antes sugeridos, mas agora explicitamente detalhados. Ainda no hotel austríaco onde se encontraram de forma inesperada às vésperas da Primeira Grande Guerra, elas se reúnem para sessões de prazer extremo e revelações picantes. Dorothy, a mais jovem das três, confessa que, apesar das horas de diversão que tinha com os funcionários da fazenda no Kansas, nutria desejos secretos pelo pai, a quem chamava de tio. Todos supunham que o grau de parentesco era esse mesmo o que os unia. Mas, excitada com o incentivo das amigas, Dorothy Gale avança nas confissões: foi mesmo o pai quem a iniciou nos mistérios mais profundos do sexo. Juntos, viajavam a Nova York e lá experimentavam de tudo, sem pudores ou tabus. Até que um dia, de volta ao campo, a madastra da menina a flagou numa cena nada paternal. Foi quando Dorothy saiu pelo mundo, com a missão de virar uma mulher coquete.

Wendy Darling, aparentemente, uma pudica dona de casa, se transforma quando estimulada da maneira certa. É por ela que sabemos das brincadeiras perigosas que Peter Pan e seus amigos faziam nos parques de Londres. Viciada em sexo, a Wendy adolescente pintava e bordava em casa, com os irmãos, com o amigo Peter e até mesmo com o misterioso homem com mão em forma de gancho que perseguia a todos. Um dia percebeu a coisa que passava dos limites e entendeu que ele estava era se aproveitando dos meninos. Alice Fairchild, a mais velha e experiente do trio, sucumbe à pressão das amigas e experimenta coisas que há tempos não sentia. E acaba revelando que sua aversão aos homens não passa mesmo de medo. Constantemente drogada com ópio, à mercê de uma tutora insaciável, ela conta que teve, sim, envolvimentos com homens e que, obviamente, teve muito prazer com aquilo. Mas, ensinada a dominar, preferia exercer esse tipo de poder com outras mulheres.

À medida que a série avança, Alan Moore se torna cada vez mais explícito em sua narrativa. Claro que as imagens acompanham isso com louvor. Mas o importante é que em Lost girls o sexo ganha ludismo e poesia necessários. Até mesmo o que parece gratuito tem um sentido escondido na vida das personagens, vindas de universos completamente diversos. O resultado flui de forma harmoniosa, até porque Moore já tinha trabalhado dessa forma antes nos três volumes de A liga extraordinária, cruzando personagens extraídos de obras literárias de épocas e estilos diferentes.

"Tudo Sobre Ela" ensina a manter o sexo bom...

Quem já mudou ou está pensando em ir morar junto com a namorada vai apreciar as sugestões do livro "Tudo sobre Ela", da Publifolha. O volume aborda tudo o que os rapazes precisam saber para viver bem com as mulheres. Conheça segredos indispensáveis para conviver melhor com seu amor.
  • SEXO E ROMANCE

Lembre-se da regra de ouro: quando um casal está morando junto, a mulher pode ter sexo na hora que quiser e o homem só pode ter sexo quando a mulher quiser. Cortar as unhas do pé pode melhorar sua aparência, mas não é reconhecida como uma atividade sexy, principalmente na cama. E soltar pum na cama é comprovadamente antiafrodisíaco. Esses hábitos devem ser evitados se você quiser aumentar suas chances de se dar bem. Para permanecer sexualmente atraente, é importante continuar a se importar com a sua aparência. Não espere que ela pule em seu colo quando sua roupa noturna mais sensual for uma cueca cinza, grande e folgada. Parecia que você fazia sexo o tempo todo antes de se mudar para a casa dela, mas agora, quando você tem vontade, ela vai estar correndo para o trabalho. Para evitar a frustração, reserve tempo para o sexo - e escreva na agenda dela ou em seu quadro de tarefas no escritório. Apesar de vocês dormirem juntos na mesma cama, ela vai continuar reclamando que a relação de vocês está morrendo. Talvez você tenha pensado que morar com ela seria um ato de amor, mas infelizmente isso não vai livrá-lo dos rituais de Dia dos Namorados, aniversários de namoro ou de atitudes românticas espontâneas.

  • DIÁLOGO
Nunca, jamais, diga "sim querida". Perguntas intimidadoras podem ser feitas sem aviso prévio. A melhor abordagem é dizer que vocês conversam sobre isso mais tarde. Com alguma sorte, você não precisará dizer quando exatamente é mais tarde. De qualquer modo, fique atento, pois essas questões podem assumir importância capital às 3h da manhã. Você pode ser solicitado a responder perguntas filosóficas relacionadas com "para onde estamos indo". Não responder é desaconselhável, apesar de sua condição semiconsciente. Morar com você não ao fazer com que ela se interessasse um pouco mais sobre carros, bikes ou esportes. Mas agora ela não se dá nem ao trabalho de esconder isso. Se vocês ficarem sem ter o que falar um para o outro, não ache que tudo está perdido - talvez vocês só precisem de uma tevê maior...

US$500.000 em dois dias? Sexo vende !

Sexo Vende" é uma das verdades mais antigas da propaganda, mas curiosamente na Internet o sexo se tornou um gueto. OK, um gueto de 90% do uso online, e o termo mais procurado em qualquer canto, mas assim como colar meleca debaixo da mesa e comprar Viagra, visitar sites atrás de sacanagem é algo que NINGUÉM admite praticar. Só que os números não mentem. Sacanagem vende, e muito. Principalmente se você NÃO é um site adulto, onde a fraude via cartão de crédito fica acima de 60% e seu público é volátil. A melhor forma de faturar com sexo online é ter uma imagem de seriedade e credibilidade, então publicar sacanagem. A New York Magazine por exemplo publicou na edição de ontem um ensaio com Lindsay Lohan, a popular Firecrotch (virilha de fogo, apelido dado por Paris Hilton, outra santa). Como a perseguida de Lindsay é tão conhecida, pública e livre que deve ter selo de aprovação do Stallman, vê-la pelada não deveria chamar muita atenção, e uma revista "séria" não publicaria algo assim. Mas o ensaio não foi "gratuito", recriou a lendária última sessão de fotos de Marilyn Monroe, em 1962. O fotógrafo de Lindsay foi Bert Stern, o mesmo do ensaio de Marilyn, o que dá uma senhora credibilidade à iniciativa. O resultado foi que o site da revista, que tem em média 1 milhão de pageviews por dia teve, segunda e terça 40 milhões de pageviews, 34 desses na matéria com Lindsay Lohan. A Forbes fez uma conta simples: Um anúncio no site da revista, na seção onde estão as fotos da peladona tem um CPM (custo por mil) de US$15, ou seja, mil exibições do anúncio custam US$15. Com 40 milhões de exibições, o faturamento nesses dias foi de US$500.000. Nada mal, nada mal mesmo, principalmente com as fotos espalhadas e replicadas por toda a Internet (NSFW - cuidado ao abrir). O quanto isso ajudou ou atrapalhou, ninguém sabe, mas 40 milhões de visitantes em dois dias não é algo que deixe ninguém triste. Para muita gente isso é "injusto", afinal nós trabalhamos sério para criar conteúdo de qualidade, é chato ver uma peladona qualquer ganhar milhões de visitas, bla bla bla. OK, é uma posição válida, mas só vale reclamar disso quem não clicou imediatamente quando viu o link "lindsay lohan pelada na new york magazine". Alguns assuntos são mais populares do que outros. Não será nossa vontade que vai fazer a arquitetura interna do EMACS ser mais atraente que uma "atriz" pelada. O ideal é unir o melhor de dois mundos, como o Guia da Britney Spears para Física de Semicondutores. Quanto será que custa mesmo uma fantasia de diabinha do BSD?

O PORQUÊ DA SEXUALIDADE

A maioria das pessoas pensa que toda essa “promoção da sexualidade”, desvirtuando radicalmente a beleza do sexo, seja apenas algo fortuito nascido espontaneamente nos corações dos jovens; não é bem assim. Atrás de tudo esse sexismo atual (pornografia escrita, filmes pornôs, motéis, comerciais eróticos, músicas, homossexualismo, “gênero”, etc. ) que inunda os meios de comunicação (rádio, tv, músicas, internet, cinema, jornais, revistas…) é movido por uma ideologia que foi transformada em “Revolução Sexual” a partir dos anos 60. Tudo começou com a filosofia ateísta; os tais filósofos ateus como Heidegger, Marcuse, Shoppenhauer, Feuerbach, Nietsche, Marx, Engels, Freud e companhia. Um desses, Herbert Marcuse, um judeu alemão (nasceu em Berlim, em 19 de Julho de 1898 e faleceu em 29 de Julho de 1979), foi um influente sociólogo e filósofo alemão naturalizado norte-americano, pertencente à Escola de Frankfurt, escreveu um livro “Eros e Civilização” (Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1955), que deu partida à Revolução Sexual. É um livro que já está na sua 19ª edição e que é muito lido por jovens universitários.
Marcuse era ateu e comunista. Escreveu muitas obras, entre elas: “Reason and Revolution”, 1941 (Razão e revolução, Paz e terra, RJ); “Soviet Marxism”, 1958 (Marxismo Soviético, São Paulo, Saga, 1968); “One-Dimensional Man”, 1964 (Ideologia da Sociedade Industrial, Editora Zahar, Rio de Janeiro); “Psychoanalyse und Politik”, 1968 (Psicoanálises y politica, Ediciones, Península, Barcelona); “Towards a Critical Theory of Society”, 1969 (Idéias sobre uma Teoria Crítica da Sociedade, Zahar Editores, RJ); “Counter-revolution and Revolution”, 1972 (Contra-revolução e revolução, Zahar, RJ, 1973). O querido e preparado Padre Paulo Ricardo (http://www.padrepauloricardo.orgr/), reitor do Seminário de Cuiabá, MT, mostra muito bem em seu site como Marcuse e outros provocaram a chamada Revolução Sexual que hoje assistimos. Você pode ouvir sua Palestra “Revolução sexual e Marxismo” no site. O primeiro grande efeito da filosofia de Marcuse, que vamos explicar, foi o famoso festival “hippies” de Woodstock, onde predominou a liberação sexual, a música rock pesada e as drogas. A mensagem era essa: “Paz e Amor; não faça guerra, faça amor!” Aparentemente um belo slogan, que encantou a juventude saida da Guerra do Viet Nan. Em seu livro “Eros e Civilização”, Marcuse, que era marxista, e que pretendia acabar com o capitalismo, engendrou a seguinte tese. Ele achava que a sociedade americana era capitalista, amante do dinheiro, porque estravazava nele a repressão sexual que sofria devido à formação cristã que recebera. O tabu sexual abria as portas para a ganância, era a sua tese. Para o filósofo a repressão sexual fazia o americano estravazar na busca das riquezas a frustração; então, o “remédio” para acabar com o capitalismo era des-reprimir a sociedade capitalista com a liberação sexual, eliminando-se todos os tabus sexuais; e para isso era necessário uma Revolução sexual do tipo “não faça guerra, faça amor”; “paz e amor, bicho!” A droga foi disseminada entre os jovens da primeira geração da Revolução Sexual, com o objetivo de lhes anestesiar a consciência, afim de poderem aceitar a quebra dos “tabus sexuais”, uma vez que receberam de seus pais uma boa e correta formação sexual. A música teve o mesmo fim. Para Marcuse os Estados Unidos faziam guerra (Viet Nam, II Guerra, etc) porque através dela podiam manter o poder econômico, e dar vazão à ganância produzida pela repressão sexual de sua formação cristã.

Dentro da mentalidade marxista da “luta de classes”, Marcuse não deixava uma alternativa para o diálogo com o capitalismo, mas somente a saída do seu aniquilamento. Uma vez que o comunismo não conseguiu fazer isto pelas armas – a derrocada da União Soviética em 1989 mostrou isso – então, devia optar-se pela “revolução dos costumes e da cultura”. É por isso que hoje as universidades são o ninho da cultura marxista, pagã, materialista e inimiga radical da Igreja. Em outras palavras, Marcuse idealizou, com outros filósofos, que a implantação do marxismo-comunismo no mundo moderno só poderia acontecer com a destruição da moral judaico-cristã, razão da repressão sexual. Esse é o seu objetivo; e a Igreja hoje está sozinha na defesa da moral cristã que moldou o Ocidente. Infelizmente hoje a universidade, com raras e boas exceções, é um antro de ateísmo marxista que prega essa cultura. A Imprensa segue na mesma linha porque os jornalistas são formados em sua grande maioria nessas mesmas universidades. Assim, esses formadores de opinião vão espalhando as essas idéias cujo fruto hoje se vê nitidamente conduzindo também a política: distribuição farta de camisinhas e pílulas abortivas do dia seguinte, apoio ao homossexualismo e lesbianismo, oficialização de casamentos gays, aprovação do aborto, pornografia deslavada em todos os meios de comunicação, especialmente a internet de fácil acesso aos jovens. O Padre Paulo Ricardo chama a atenção em seu ensino para algo sério. O jovem de ontem (1970 e seguintes) cometia os desatinos sexuais com uma consciência de que fazia algo errado diante da formação que recebeu, mas hoje, a atual juventude já não recebe mais essa formação em casa, então, pratica os desatinos sexuais, e muito piores, sem a menor dor de consciência. Ele constata, como confessor, que os pecados sexuais hoje são cometidos numa escala muito maior de depravação e requinte. Hoje só resta na família e na lgreja uma Resistência contra essa terrível Revolução sexual; os seus frutos amargos estão destruindo não só os jovens, como suas famílias, bem como a sociedade.

REVOLUÇÃO SEXUAL

D. Estevão Bettencourt, osb, acaba de publicar em sua revista Pergunte e Responderemos (Edições Lúmen Christi, n. 547, janeiro de 2008) um interessante artigo intitulado “A Revolução Sexual” (pp. 21- 24) que completa bem o artigo que colocamos neste blog recentemente, baseado no do Padre Paulo Ricardo. D. Estevão mostra em sete itens as raízes desta revolução que aconteceu no século XX. 1 – O Pan-sexualismo de Freud - Sigmund Freud, nasceu em 1856 e morreu em Londres em 1939; foi um médico neurologista judeu-austríaco, fundador da Psicanálise. Interessou-se inicialmente pela histeria e, tendo como método a hipnose, estudou pessoas que apresentavam esse quadro. Freud afirmava que o sexo define a pessoa em todas as suas manifestações, mesmo no cultivo das artes. As práticas religiosas são movidas pelo “eros”, de modo que não é a pessoa que se manifesta pelo sexo, mas é o sexo que se manifesta na pessoa, segundo Freud. Então, para ele, deve-se favorecer a prática sexual e não coibi-la mesmo em idade precoce. Freud era ateu e inimigo da religião. A tese de Freud fez surgir a “educação sexual”, “uso do sexo sem o risco” de engravidar e de se contaminar com doenças sexuais, especialmente hoje a AIDS. Para Freud, coibir o instinto sexual seria o mesmo que contrair uma neurose. A educação tradicional é vista então como uma grande depressão, causa de neuroses, e a cultura dos deveres como resultado de neurose coletiva. 2 – O existencialismo de Sartre - Jean-Paul Charles Aymard Sartre (nasceu em Paris, em 1905 e morreu em 1980). Foi um filósofo existencialista francês do início do século XX. Sartre difundiu pela literatura e pelo cinema a concepção de que “ se Deus não existe, então tudo é permitido”…, ora, Sartre era ateu, “Deus não existe”, ele dizia; logo, tudo é permitido. Em conseqüência a experiência sexual foi exaltada como forma privilegiada de educação e comunicação; e todos os “tabus” deveriam ser derrubados. Esta mentalidade foi uma das componentes da Revolução sexual. 3 – O Relatório Kinsey – Alfred Charles Kinsey (nasceu em 1894 e morreu 1956); foi um zoólogo norte-americano. Em 1947, na Universidade de Indiana, fundou o Instituto de Pesquisa sobre Sexo, hoje chamado de Instituto Kinsey para Pesquisa sobre Sexo, Gênero e Reprodução. Kinsey concluiu que os comportamentos sexuais não são mais do que “um mecanismo relativamente simples que se encarrega da realização erótica sempre que os estímulos físicos e psíquicos são suficientes… Logo, se são reações mecânicas da natureza, não há como falar de bem ou mal em termos de sexo, licito e ilícito, normal ou anormal”. Para ele o comportamento sexual de uma pessoa nada tem de moral ou imoral, muito menos religioso. Isto foi uma das raízes da Revolução sexual. 4 – A descoberta dos anticonceptivos – A Pílula anticoncepcional começou a ser propagada em meados do século XX, o que facilitou a realização das relações sexuais antes, fora e dentro do casamento, sem o risco de gravidez, separando os aspectos unitivo e procriativo do ato sexual. Por isso foi condenada pelo Papa Paulo VI na encíclica “Humanae Vitae”, em 1967. A Pílula foi, sem dúvida um dos grandes incentivos à Revolução sexual. 5 – Marxismo e Neo-marxismo de Karl Marx - Karl Heinrich Marx (nasceu em 1818 e morreu em Londres em 1883) foi um intelectual alemão, economista. Teve participação como intelectual e como revolucionário no movimento operário que deu origem à revolução russa (bolchevista) de 1917, responsável pelo comunismo. Para ele o mundo seria salvo pela economia e pela política. Era ateu e inimigo da Igreja. Karl Marx afirmava que a família deveria estar vinculada à produtividade. Até os jogos das crianças deveriam, conforme a escola de Marx, ser concebidos como preparação da atividade produtiva e como educação para o trabalho. A mulher deve entrar no mercado de trabalho e deixar os filhos aos cuidados das pedagogas, psicólogas, etc. Caso a mulher não possa dar conta dos filhos, deve fazer o aborto. Por isso a Rússia foi o primeiro país da Europa a legalizar o aborto, em 1920. Hoje realiza cerca de 1,5 milhão de abortos por anos; onde só nascem 700 mil crianças por ano. Para Marx a Revolução Russa (1917) deveria libertar a mulher dos três K: “Kinder, Küche, und Kirche” (filhos, cozinha e Igreja). Nessa linha o homem deveria livrar-se da dependência erótica afetiva que ocorre no matrimônio, libertando-se da dependência dos princípios da moral familiar. Para Marx e para os comunistas, a família era uma realidade filha da Igreja e ambas deveriam ser eliminadas. “Deus é o ópio (droga) do povo”. Lênin se dizia “inimigo pessoal de Deus”. Herbert Marcuse (1898 - 1979), citado em nosso artigo anterior (Você sabe o que é a revolução sexual?), assimilou essas idéias e as colocou em seu livro “Eros e a Civilização” (Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1955). 6 – O feminismo de Simone Beauvoir – A procura radical da emancipação da mulher, igualada ao homem no trabalho fora de casa, deu origem aos movimentos feministas radicais, que ensinam que a maternidade não é desejável para a mulher pois a faz escrava do lar. Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, conhecida como Simone de Beauvoir (Paris, 1908 — 1986), foi uma escritora, filósofa existencialista e feminista francesa, que escrevia romances, monografias sobre filosofia, política, sociedade, ensaios, etc. , e que proclamou como direitos da mulher, o recurso ao aborto e á contracepção, a fim de que a mulher possa exercer um papel político-social semelhante ao do homem. “Conheceu Jean-Paul Sartre na Sorbonne, no ano de 1929, e logo uniu-se estreitamente ao filósofo e a seu círculo, criando entre eles uma relação polêmica (foi uma relação “aberta”, pois o casal tinha experiências amorosas com terceiros) e fecunda, que lhes permitiu compatibilizar suas liberdades individuais com sua vida em conjunto” (Wikipédia). 7 – O Malthusianismo - Thomas Robert Malthus (1766 — 1834) foi um economista britânico. Ele e sua escola propuseram bases teóricas para justificar as políticas anti-natalistas dos Governos. Afirmava que a população do planeta crescem em proporção geométrica enquanto a produção de alimentos em progressão aritmética, e assim propunha um drástico controle da natalidade, prevendo que no ano 2000 haveria uma explosão demográfica. Nada disso aconteceu, e os governos dos paises europeus hoje incentivam a natalidade. Sabe-se que hoje, com a revolução verde da biotecnologia, a terra tem condições de alimentar 25 bilhões de pessoas caso se faça justa distribuição de recursos. Hoje há apenas 6,2 bilhões de pessoas na terra… O Japão tem 320 pessoas por Km quadrado, enquanto o Brasil, e toda a América Latina, tem apenas 20. Uma vez que a tese de Malthus falhou, os neo-malthusianos de hoje apresentam novos argumentos: a carência da falta de água, energia, aumento da poluição e outros catastrofismos para continuar o drástico controle da natalidade, de modo especial dos pobres. Por detrás da campanha anti-natalista está o receio de que as populações pobres possam crescer numericamente e ameaçar o bem estar das potências econômicas. É o desejo dos povos mais fortes de dominar os mais fracos; fala-se de manter o mundo com apenas 2 bilhões de pessoas. Esses fatores, segundo D. Estevão, promoveram a Revolução sexual dos anos 60 do século XX, e que tanto estrago gera nos dias de hoje. É uma cultura muito arraigada e difundida nas universidades e propagadas pela mídia. Cabe à Igreja, como Cristo, “Sinal de contradição” (Lc 2, 34), remar contra essa maré avassaladora que ameaça a família e a sociedade.

CURIOSIDADES SOBRE O SEXO

- Em 1930 foi realizada em Paris uma corrida de bicicleta em que as participantes iam despidas e na qual ganhava a mulher que primeiro alcançasse o orgasmo pela fricção com o selim. Não sei por que não levam tal modalidade para as Olimpíadas. Isso também explica porque as aulas de RPM estão sempre lotadas... - Você pode não acreditar, mas os medicamentos antidepressivos podem ocasionar um orgasmo espontâneo, por exemplo, quando você está fazendo compras, se exercitando, ou até bocejando. Pasmem! Mas não adianta ficar interessada, pois este efeito colateral afeta menos que 5% das pacientes. - O banho de espuma. Homens bem vividos e bons amantes dão muito valor às relações sexuais prolongadas. Quando se confrontam com mulheres jovens, desejosas e sexualmente muito potentes, recorrem a prolongados banhos de espuma para acalmar aos ávidos desejos de suas jovens amantes. Para conseguir satisfazê-las plenamente, primeiro acariciam-lhes todo o corpo com uma esponja suave e, quando a estimulação atinge o grau máximo, fazem-nas vibrar masturbando-as lentamente com o mesmo método. Só após o segundo orgasmo, se juntam a elas na banheira.

SANDÁLIA TÉCNOLÓGICA

O calçado ficou conhecido como "sandália para prostitutas", mas pode servir para qualquer mulher que queira se sentir protegida. O protótipo, que está em exposição na Campus Party, foi desenvolvido pela estilista Norene Leddy e tem entre suas principais funcionalidades um localizador GPS --a idéia é que a usuária seja facilmente localizada em caso de perigo ou desaparecimento. Em uma tela LCD, a prostituta pode exibir vídeos de paisagens ou fazer apresentações com seus contatos, como número de telefone e e-mail. A sandália também toca músicas. A sandália propõe ser um "canivete suíço" para a segurança das prostitutas. Quase tudo fica armazenado no robusto salto plataforma. A peça tem um sistema que emite alarmes sonoros, que pode ser acionado pela moça caso ela se sinta em perigo, o que pode assustar possíveis agressores. O dispositivo também envia um sinal para a polícia ou grupos de apoio a essas mulheres, alertando sobre a situação de risco. O alerta é emitido por meio de conexão com celular ou freqüência de rádio. Segundo o site do Projeto Afrodite, idealizador do sistema, o calçado também tem acessórios "não tecnológicos", como um compartimento para guardar chaves, dinheiro ou preservativos. Além dos dispositivos de segurança, a peça tem ainda aplicativos que servem para atrair clientes. Atrás do salto, um alto-falante toca músicas baixadas do site.

SEXO & STRESS

Vivemos sob uma forte pressão emocional. São tantas as causas da ansiedade: a ansiedade por causa do sucesso profissional e a própria sociedade nos afeta e muito. O desequilíbrio emocional, a perda da nossa sensibilidade e as somatizações cada vez mais presentes e com grandes evidências numa ansiedade contínua e que pode alterar nosso corpo e mente. Por isso, a resposta sexual é uma das primeiras funções do ser humano a ser abalada.Constantemente, convivemos com pessoas de temperamento diferentes do que esperávamos em nosso projeto de vida. Esse fato causa um desafio à sobrevivência da pessoa no seu modo de ser, de pensar e de manter o seu bem-estar psicológico, biológico e social. Não obstante a isso, há o cumprimento das tarefas e atender, muitas vezes, a funções que não são compatíveis com o nosso perfil profissional, e, ao mesmo tempo, preservar a necessidade de auto-estima e realização torna-se um desafio à saúde e a sexualidade do ser humano.Portanto, a baixa freqüência sexual, em nossa sociedade atual, é o estresse prolongado, monótono e a fadiga. Muitas vezes os terapeutas sexuais são solicitados com freqüência para atenderem sujeitos com baixa freqüência sexual.Nós não fomos programados para reproduzirmo-nos em situações perigosas, desgastantes e estressantes, com isso, uma perda séria da libido associa-se aos desastres pessoais dos dias de hoje: falência, processos, desemprego, separações, etc. e a anorexia sexual é quase endêmica nesse período de estresse prolongado.Apesar de tudo isso, a pessoa pode manter sua sexualidade ativa e prazerosa. Responda essas perguntas: a) O que posso mudar para melhorar a minha vida e a vida dos que me cercam? Dê o primeiro passo; b) Do que gosto e como gosto? Isto é, se não sei, devo aprender, para depois ensinar; c) Será que não me cobro demais? d) Se não cobro muito da minha parceria, isto estaria tirando sua espontaneidade? Toda mudança exige adaptação e tempo. Diga o que sente para a sua parceira; o que quer mudar e melhorar; ouça sua opinião e reflita sobre elas; e) Esqueça um pouco as suas obrigações e relaxe. O stress é um estado do organismo submetido à pressão. Quando bem dosado, ele funciona como um motivador. Atingindo níveis altos e crônicos vai desencadear uma série de reações do corpo, comprometendo a saúde e o bem-estar. Algumas mudanças na forma de conduzir situações do dia-a-dia podem ser de grande eficácia no combate a esses níveis descontrolados de stress. Estudiosos do assunto recomendam a observância de algumas regras básicas, na vida pessoal e profissional da pessoa: Esteja sempre com pessoas com quem você tem afinidade; divirta-se; aproveite seus momentos de lazer; desligue-se de algum modo, tais como: lendo um livro, ouvindo música, cuidando de plantas e jardins, assistindo à televisão ou a um filme no DVD; procure alguma técnica de relaxamento, massagens, por exemplo; mantenha sua privacidade e sua liberdade pessoal; faça uma visita médica pelo menos uma vez por ano; mantenha a forma física corpórea em dia, mantendo um bom peso. Habitue-se a hábitos alimentares agradáveis. Elimine da sua vida o fumo e a bebida; pratique uma atividade física que lhe seja prazerosa; tenha, sempre que possível, contato com a natureza. Procure caminhar em lugares tranqüilos, bosque, por exemplo, é relaxante; dê valor às suas férias, aos seus finais de semana. Sempre que possível, viaje. Lembre-se: a sexualidade está diretamente ligada às emoções e depende do equilíbrio entre corpo e mente.

AS 50 MAIS SEXYS DO MUNDO DESPORTIVO

O site de celebridades «Popcrunch» fez uma lista das cinquenta mulheres mais sensuais do mundo do desporto. Portuguesas não há, mas beleza para todos os gostos é coisa que não falta. A liderar a tabela está a tenista Ana Kournikova. Os autores da lista admitem que a escolha pode ser um «cliché», e que tudo fizeram para encontrar outra vencedora, mas acabaram por se render às evidências, argumentando que a russa é mais sensual do que julgavam ser possível. O segundo lugar da lista é partilhado por Bia e Branca, duas gémeas brasileiras que praticam natação sincronizada. O site refere que as meninas tiveram ampla cobertura jornalística nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e parecem entender os motivos de tanta atenção. A fechar o pódio está Alisson Stoke, uma jovem norte-americana que pratica salto com vara mas que pouco nada ganhou de relevante, à excepção de um campeonato estadual. Um dia um fã colocou uma foto da atleta no seu blog e em pouco tempo a sua beleza ganhou fama. Mas o ténis parece mesmo ser a modalidade que recolhe mais beldades. Só no há lugar para mais duas praticantes deste desporto: a russa Maria Sharapova, que surge no quinto lugar, e a sua compatriota e amiga Maria Kirilenko, em oitavo. Confira aqui a lista

VIVIANE CASTRO, E O MICRO TAPA-SEXO

Viviane Castro, candidatíssima a peladona do carnaval 2008 no Rio de Janeiro. - Se nestes tempos de grande equilíbrio entre as escolas de samba vale a máxima de que carnaval se ganha no detalhe, o sucesso de Viviane Castro, modelo de 25 anos, está garantido. O detalhe, no caso, é o micro tapa-sexo que ela exibiu (exibiu??) no desfile da São Clemente. Eram três centímetros, pouco mais de dois dedos, digamos assim. Tamanho inversamente proporcional ao furor que a destaque de chão da escola de Botafogo provocou na avenida. Foi geral: em camarotes, frisas e arquibancadas.

Dona de um corpo escultural e pele morena, Viviane colocou na vitrine da Sapucaí seus 1,68m e 60 kg praticamente do jeito que veio ao mundo. Não fossem os penachos avermelhados do esplendor e um adereço dourado no pescoço. Ah, claro, não fosse também aquele detalhe mínimo, também vermelho e quase imperceptível. - Minha fantasia é de índia - explicou a moça, com um sorriso quase ingênuo, uma voz infantil e um ar assim meio inocente, de jovem recatada, que deu um tom de contradição com o figurino. Índia, claro! No tempo de Dom João VI, era assim que as índias andavam. Sem tapa-sexo, porque no desfile pelas aldeias o nu frontal não era proibido, como nos desfiles da Liesa. Índia candidata a musa e que já vai assegurando o título de peladona do carnaval 2008. - Ser musa do carnaval? Sei lá, vim fazer meu carnaval, de coração - disfarça. E a reação da galera? - É lindo demais, só quem já viveu isso pode saber - definiu. Isso tudo e sem o povão ter visto o que aconteceu na concentração, antes de Viviane entrar na avenida: o tapa-sexo descolou! A solução foi usar uma daquelas colas que grudam tudo. Ali mesmo, na passarela, sem inibição. Inibição, no caso, é que nem roupa: não tem. - Vou sair na Portela também - anunciava Viviane, com pressa para deixar a dispersão. Meu Deus, dose dupla! Mas a fantasia, ela avisa, é "mais recatada". - Só que eu prefiro assim, como saí na São Clemente. Eu me sinto mais à vontade, e é mais fresco. Que bom. A gente também prefere...

SEXO É BOM ANTES E DEPOIS DO DESFILE

"Sexo é bom antes e depois do desfile", diz Bombom. Além de clara de ovo, 'dieta' sexual é adotada pela rainha da Portela. Mulher de Dudu Nobre voltou à Sapucaí para assistir às escolas do segundo dia de desfiles. Adriana Bombom já contou que fez uma dieta rigorosa para ficar com o corpo mais definido para o carnaval. Mas a apresentadora revelou ao EGO que, além de comer clara de ovo com batata, namorar com o marido Dudu Nobre também ajudou na sua passagem na Sapucaí. "Sexo é bom antes e depois do desfile. A gente sempre arruma um tempo para isso", disse ela, que desfilou como rainha de bateria da Portela no domingo.

5 MENTIRAS DAS MULHERES SOBRE SEXO

O sexo continua sendo um tabu entre algumas mulheres. Ainda que muitas afirmem falar sobre isso sem complexo algum, o certo é que existem mentirinhas que nenhuma mulher confessa, nem para a melhor amiga. Sem meias palavras e deixando de lado a imagem de mulheres puras, santas e castas, reunimos as cinco mentiras que praticamente todas escondem, mesmo sob tortura.
  • Não existe o sexo sem amor.
Quem nunca imaginou uma transa com um homem desconhecido que atire a primeira pedra. Desde Brad Pitt e Johnny Depp até o DJ de sua balada favorita. Sim, algumas mulheres sonham em dormir com o amigo de um amigo ou, ainda, ter um romance de verão que dure apenas poucos dias. E quem está falando de amor, então? Neste caso se trata de desejo e paixão.
  • O importante é a personalidade.
As mulheres asseguram, quase sem exceção alguma, que o mais importante em um homem é sua personalidade, e como "não há sexo sem amor", terminam sonhando com um encontro fantástico com a alma gêmea. O certo é que uma vez na cama, além de sua personalidade, é necessário que entre os dois exista química para sentir prazer. Caso contrário, ou seja, sem atração física, ele pode passar a ser seu melhor amigo.
  • O tamanho não importa.
Não nos enganemos: o tamanho importa sim! Pelo menos um pouquinho. A regra de ouro é "nem muito, nem pouco". Está claro que um centímetro a mais ou a menos não é relevante, mas a carência ou abundância pode afetar o momento da penetração, e é claro, não é isso o que as mulheres querem.
  • O álcool é um estimulante sexual.
É certo que em quantidades moderadas o álcool tem um efeito provocador que faz a mulher se sentir mais sensual. Mas ele também provoca a perda de sensibilidade. Além disso, as bebidas alcoólicas podem produzir um episódio de impotência ou de falta de orgasmo.
  • Não gosto de palavras sujas.
Ainda que não confessem a ninguém, é bastante comum que os parceiros digam palavras picantes ou sujas enquanto estão na relação sexual. Mas vale destacar que o tipo de mensagem pronunciada dependerá do grau de cultura e do nível socioeconômico de cada pessoa. É um tipo de linguagem erótica que serve para subir a temperatura do momento sexual.