SEXO & STRESS

Vivemos sob uma forte pressão emocional. São tantas as causas da ansiedade: a ansiedade por causa do sucesso profissional e a própria sociedade nos afeta e muito. O desequilíbrio emocional, a perda da nossa sensibilidade e as somatizações cada vez mais presentes e com grandes evidências numa ansiedade contínua e que pode alterar nosso corpo e mente. Por isso, a resposta sexual é uma das primeiras funções do ser humano a ser abalada.Constantemente, convivemos com pessoas de temperamento diferentes do que esperávamos em nosso projeto de vida. Esse fato causa um desafio à sobrevivência da pessoa no seu modo de ser, de pensar e de manter o seu bem-estar psicológico, biológico e social. Não obstante a isso, há o cumprimento das tarefas e atender, muitas vezes, a funções que não são compatíveis com o nosso perfil profissional, e, ao mesmo tempo, preservar a necessidade de auto-estima e realização torna-se um desafio à saúde e a sexualidade do ser humano.Portanto, a baixa freqüência sexual, em nossa sociedade atual, é o estresse prolongado, monótono e a fadiga. Muitas vezes os terapeutas sexuais são solicitados com freqüência para atenderem sujeitos com baixa freqüência sexual.Nós não fomos programados para reproduzirmo-nos em situações perigosas, desgastantes e estressantes, com isso, uma perda séria da libido associa-se aos desastres pessoais dos dias de hoje: falência, processos, desemprego, separações, etc. e a anorexia sexual é quase endêmica nesse período de estresse prolongado.Apesar de tudo isso, a pessoa pode manter sua sexualidade ativa e prazerosa. Responda essas perguntas: a) O que posso mudar para melhorar a minha vida e a vida dos que me cercam? Dê o primeiro passo; b) Do que gosto e como gosto? Isto é, se não sei, devo aprender, para depois ensinar; c) Será que não me cobro demais? d) Se não cobro muito da minha parceria, isto estaria tirando sua espontaneidade? Toda mudança exige adaptação e tempo. Diga o que sente para a sua parceira; o que quer mudar e melhorar; ouça sua opinião e reflita sobre elas; e) Esqueça um pouco as suas obrigações e relaxe. O stress é um estado do organismo submetido à pressão. Quando bem dosado, ele funciona como um motivador. Atingindo níveis altos e crônicos vai desencadear uma série de reações do corpo, comprometendo a saúde e o bem-estar. Algumas mudanças na forma de conduzir situações do dia-a-dia podem ser de grande eficácia no combate a esses níveis descontrolados de stress. Estudiosos do assunto recomendam a observância de algumas regras básicas, na vida pessoal e profissional da pessoa: Esteja sempre com pessoas com quem você tem afinidade; divirta-se; aproveite seus momentos de lazer; desligue-se de algum modo, tais como: lendo um livro, ouvindo música, cuidando de plantas e jardins, assistindo à televisão ou a um filme no DVD; procure alguma técnica de relaxamento, massagens, por exemplo; mantenha sua privacidade e sua liberdade pessoal; faça uma visita médica pelo menos uma vez por ano; mantenha a forma física corpórea em dia, mantendo um bom peso. Habitue-se a hábitos alimentares agradáveis. Elimine da sua vida o fumo e a bebida; pratique uma atividade física que lhe seja prazerosa; tenha, sempre que possível, contato com a natureza. Procure caminhar em lugares tranqüilos, bosque, por exemplo, é relaxante; dê valor às suas férias, aos seus finais de semana. Sempre que possível, viaje. Lembre-se: a sexualidade está diretamente ligada às emoções e depende do equilíbrio entre corpo e mente.

AS 50 MAIS SEXYS DO MUNDO DESPORTIVO

O site de celebridades «Popcrunch» fez uma lista das cinquenta mulheres mais sensuais do mundo do desporto. Portuguesas não há, mas beleza para todos os gostos é coisa que não falta. A liderar a tabela está a tenista Ana Kournikova. Os autores da lista admitem que a escolha pode ser um «cliché», e que tudo fizeram para encontrar outra vencedora, mas acabaram por se render às evidências, argumentando que a russa é mais sensual do que julgavam ser possível. O segundo lugar da lista é partilhado por Bia e Branca, duas gémeas brasileiras que praticam natação sincronizada. O site refere que as meninas tiveram ampla cobertura jornalística nos Jogos Pan-Americanos de 2007 e parecem entender os motivos de tanta atenção. A fechar o pódio está Alisson Stoke, uma jovem norte-americana que pratica salto com vara mas que pouco nada ganhou de relevante, à excepção de um campeonato estadual. Um dia um fã colocou uma foto da atleta no seu blog e em pouco tempo a sua beleza ganhou fama. Mas o ténis parece mesmo ser a modalidade que recolhe mais beldades. Só no há lugar para mais duas praticantes deste desporto: a russa Maria Sharapova, que surge no quinto lugar, e a sua compatriota e amiga Maria Kirilenko, em oitavo. Confira aqui a lista

VIVIANE CASTRO, E O MICRO TAPA-SEXO

Viviane Castro, candidatíssima a peladona do carnaval 2008 no Rio de Janeiro. - Se nestes tempos de grande equilíbrio entre as escolas de samba vale a máxima de que carnaval se ganha no detalhe, o sucesso de Viviane Castro, modelo de 25 anos, está garantido. O detalhe, no caso, é o micro tapa-sexo que ela exibiu (exibiu??) no desfile da São Clemente. Eram três centímetros, pouco mais de dois dedos, digamos assim. Tamanho inversamente proporcional ao furor que a destaque de chão da escola de Botafogo provocou na avenida. Foi geral: em camarotes, frisas e arquibancadas.

Dona de um corpo escultural e pele morena, Viviane colocou na vitrine da Sapucaí seus 1,68m e 60 kg praticamente do jeito que veio ao mundo. Não fossem os penachos avermelhados do esplendor e um adereço dourado no pescoço. Ah, claro, não fosse também aquele detalhe mínimo, também vermelho e quase imperceptível. - Minha fantasia é de índia - explicou a moça, com um sorriso quase ingênuo, uma voz infantil e um ar assim meio inocente, de jovem recatada, que deu um tom de contradição com o figurino. Índia, claro! No tempo de Dom João VI, era assim que as índias andavam. Sem tapa-sexo, porque no desfile pelas aldeias o nu frontal não era proibido, como nos desfiles da Liesa. Índia candidata a musa e que já vai assegurando o título de peladona do carnaval 2008. - Ser musa do carnaval? Sei lá, vim fazer meu carnaval, de coração - disfarça. E a reação da galera? - É lindo demais, só quem já viveu isso pode saber - definiu. Isso tudo e sem o povão ter visto o que aconteceu na concentração, antes de Viviane entrar na avenida: o tapa-sexo descolou! A solução foi usar uma daquelas colas que grudam tudo. Ali mesmo, na passarela, sem inibição. Inibição, no caso, é que nem roupa: não tem. - Vou sair na Portela também - anunciava Viviane, com pressa para deixar a dispersão. Meu Deus, dose dupla! Mas a fantasia, ela avisa, é "mais recatada". - Só que eu prefiro assim, como saí na São Clemente. Eu me sinto mais à vontade, e é mais fresco. Que bom. A gente também prefere...

SEXO É BOM ANTES E DEPOIS DO DESFILE

"Sexo é bom antes e depois do desfile", diz Bombom. Além de clara de ovo, 'dieta' sexual é adotada pela rainha da Portela. Mulher de Dudu Nobre voltou à Sapucaí para assistir às escolas do segundo dia de desfiles. Adriana Bombom já contou que fez uma dieta rigorosa para ficar com o corpo mais definido para o carnaval. Mas a apresentadora revelou ao EGO que, além de comer clara de ovo com batata, namorar com o marido Dudu Nobre também ajudou na sua passagem na Sapucaí. "Sexo é bom antes e depois do desfile. A gente sempre arruma um tempo para isso", disse ela, que desfilou como rainha de bateria da Portela no domingo.

5 MENTIRAS DAS MULHERES SOBRE SEXO

O sexo continua sendo um tabu entre algumas mulheres. Ainda que muitas afirmem falar sobre isso sem complexo algum, o certo é que existem mentirinhas que nenhuma mulher confessa, nem para a melhor amiga. Sem meias palavras e deixando de lado a imagem de mulheres puras, santas e castas, reunimos as cinco mentiras que praticamente todas escondem, mesmo sob tortura.
  • Não existe o sexo sem amor.
Quem nunca imaginou uma transa com um homem desconhecido que atire a primeira pedra. Desde Brad Pitt e Johnny Depp até o DJ de sua balada favorita. Sim, algumas mulheres sonham em dormir com o amigo de um amigo ou, ainda, ter um romance de verão que dure apenas poucos dias. E quem está falando de amor, então? Neste caso se trata de desejo e paixão.
  • O importante é a personalidade.
As mulheres asseguram, quase sem exceção alguma, que o mais importante em um homem é sua personalidade, e como "não há sexo sem amor", terminam sonhando com um encontro fantástico com a alma gêmea. O certo é que uma vez na cama, além de sua personalidade, é necessário que entre os dois exista química para sentir prazer. Caso contrário, ou seja, sem atração física, ele pode passar a ser seu melhor amigo.
  • O tamanho não importa.
Não nos enganemos: o tamanho importa sim! Pelo menos um pouquinho. A regra de ouro é "nem muito, nem pouco". Está claro que um centímetro a mais ou a menos não é relevante, mas a carência ou abundância pode afetar o momento da penetração, e é claro, não é isso o que as mulheres querem.
  • O álcool é um estimulante sexual.
É certo que em quantidades moderadas o álcool tem um efeito provocador que faz a mulher se sentir mais sensual. Mas ele também provoca a perda de sensibilidade. Além disso, as bebidas alcoólicas podem produzir um episódio de impotência ou de falta de orgasmo.
  • Não gosto de palavras sujas.
Ainda que não confessem a ninguém, é bastante comum que os parceiros digam palavras picantes ou sujas enquanto estão na relação sexual. Mas vale destacar que o tipo de mensagem pronunciada dependerá do grau de cultura e do nível socioeconômico de cada pessoa. É um tipo de linguagem erótica que serve para subir a temperatura do momento sexual.

ATRIZ BRUNA FERRAZ DÁ DICAS DE SEXO

Aos 26 anos, Bruna Ferraz - que iniciou sua carreira no extinto Teste de Fidelidade - não resistiu ao terceiro convite para protagonizar um filme pornográfico. "Sou atriz pornô há apenas dois meses. Já havia sido convidada para participar de filmes, mas agora não consegui recusar por causa do cachê que foi bem alto", contou. Entretanto, a morena não teve de fazer grandes esforços para atuar. "Gosto de fazer sexo até demais", explica. Não é à toa que suas cenas com Júlia Paes, a ex-namorada de Thammy, no longa-metragem A garota da web sex ficaram picantes e pra lá de excitantes. "Consegui ter prazer nas gravações, porque tenho manha com as câmeras", diz. O sexo homossexual não é problema para ela, aliás, é umas das opções praticadas por Bruna. "Adoro beijar a três. Já transei com um homem e uma mulher, mas gosto mesmo de ver meu parceiro fazendo sexo com outra", afirma. Para deixar uma mulher com tesão durante a transa, a atriz aconselha a tratá-la com muito carinho, fazer carícias bem devagarinho e dar beijos aqui e ali. "Com meu jeitinho já dei prazer a mulheres que diziam não gostar de sexo lésbico", diz. O sexo oral, segundo Bruna, fica ainda mais gostoso quando há brincadeiras com leite condensado e mel. E para enlouquecer um homem na cama, a dica da morena é comandar sem deixar de ser manhosa. "Os homens ficam loucos de tesão quando eu gemo fazendo caras e bocas". Mas, o anal é a prática de sua preferência. "Sinto tanto prazer quando eu sinto o pênis lá dentro", afirma. Bruna diz que o segredo para um anal delicioso é caprichar nas preliminares, porque o tesão vem à tona. "As melhores posições são ficar de quatro ou de lado. Usar gel facilita, porque quando você se dá conta já rolou". A atriz ainda conta como levá-la ao êxtase. "Gosto de comandar, mostrar ao outro o que quero. Apesar de adorar transar de quatro, prefiro ficar em cima. E o que me deixa excitada é quando o parceiro fala besteiras e me chupa durante o sexo", diz.

SEXO SAUDAVEL TRÁZ FELICIDADE AO CASAL

Médicos e psicólogos já têm recomendado a prática de sexo para beneficiar a saúde, principalmente a mental. Não é para menos. Eles afirmam que, além de ser um delicioso relaxante, aliviando o estresse e recompondo as energias, o sexo ajuda a afastar a depressão e estimula a mente, aumentanto o ânimo e a auto-estima. Isso sem contar os efeitos positivos que traz à beleza do corpo, pois se mostra um excelente exercício físico. A explicação dos especialistas é que o sexo modifica toda a química do corpo, uma vez que provoca a liberação de diversas substâncias. Dentre elas está a famosa endorfina, proteína que atua no cérebro, estimulando mecanismos que controlam o humor, a resistência ao estresse e à dor, além de ser responsável pelas sensações de prazer e bem-estar. O sexo é, ainda, uma ótima opção para aliviar as tensões e descarregar as energias, aumentando o metabolismo do corpo, trazendo disposição durante o dia todo. O médicos também enfatizam os efeitos da prática sexual na prevenção com relação à algumas doenças. Eles explicam que quem costuma reprimir o desejo tem um risco maior de sofrer com doenças psicossomáticas como úlceras, infartos, asma brônquica e estresse. A não ser que seja uma opção deliberativa, em que a pessoa naturalmente canalizará a energia sexual para outras atividades.Quanto à beleza, não há dúvidas. Com a contínua contração dos músculos, como os do abdômen, bubum e pernas, a musculatura se fortalece e, portanto, o corpo fica muito mais bonito. A prática também ajuda a queimar em torno de três a dez calorias por minuto, em uma média de 100 calorias por relação, segundo os conhecedores do assunto. Outra vantagem, para a alegria das mulheres, é o combate às celulites, pois a circulação sangüínea é estimulada. Se você pensa que os efeitos param por aí, engana-se. Os benefícios também se estendem às mamães grávidas e aos seus respectivos bebês. Assim afirma o ginecologista e obstreta José Bento, do Hospital Albert Einsten, em São Paulo, num DVD sobre gestação, recentemente lançado. Nele, o médico explica que o feto sente os efeitos positivos, no momento da prática do sexo. Isso porque as endorfinas liberadas passam para o bebê através do cordão umbilical, produzindo sensações prazerosas para o pequenino. Segundo José Bento, o ato promove, ainda, a vascularização na região pélvica da mãe, liberando mais sangue para o bebê, fazendo-o sentir-se muito bem. As contra-indicações vão apenas em casos de sangramentos e placenta baixa.

NUDISMO NAS NUVENS

Todos os passageiros viajarão nus, mas não poderão tirar roupa antes de entrar no avião. A agência de turismo alemã OssiUrlaub começou a organizar um tipo especial de voo, no qual os passageiros ficam sem roupas dentro do avião. Segundo noticia, os nudistas poderão reservar lugares para o dia de 5 de Julho, num voo de Erfurt (centro da Alemanha) até à ilha de Usedom, no Mar Báltico, por 499 euros. Se a experiência resultar, o empresário Enrico Hess, responsável pela iniciativa, vai poderá criar voos especiais com outros destinos. Segundo Hess, «na antiga Alemanha Oriental o nudismo era um modo muito apreciado de se passar as melhores semanas do ano». «Agora, queremos criar esta oportunidade por cima das nuvens. Todos os passageiros viajarão nus, mas não poderão tirar a roupa antes de entrar no avião. Por razões de segurança, o piloto e a equipa de bordo vão viajar vestidos», disse Hess.

237 RAZÕES PARA FAZER SEXO

Desejo carnal, aliviar uma enxaqueca ou mesmo a vontade de transmitir uma doença ao parceiro, estão entre as 237 razões para fazer amor citadas num estudo que questiona o estereótipo das diferenças entre homem e mulher relativamente ao sexo. Homens e mulheres partilham afinal das mesmas motivações para ter relações sexuais, segundo uma pesquisa publicada no Archives of Sexual Behavior. Vinte das 25 principais razões apontadas pelos participantes eram iguais para os dois sexos, destacando-se, no primeiro lugar, a atracção física, seguida do desejo de ter prazer e de sentir-se bem. O estudo foi realizado junto de 1.549 estudantes entre os 18 e 22 anos da Universidade do Texas e baseia-se nas respostas a um questionário que detalhava 237 razões que levam as pessoas a fazer amor. Demonstrar afeição A necessidade de «exprimir amor» e «demonstrar afeição» figuram igualmente entre os dez primeiros motivos para ter relações sexuais, tanto por parte dos homens como das mulheres. Esta dimensão sentimental é, no entanto, mais referida pelas mulheres, que posicionam estes motivos nos 4º e 5º lugar da lista, do que pelos os homens (5º e 8º lugar). Estudo: as diferenças entre homens e mulheres «Este estudo desmonta o estereótipo segundo o qual os homens fazem amor por puro desejo carnal, ao contrário das mulheres que são sobretudo motivadas pelos sentimentos», sublinharam os autores da pesquisa, Cindy Meston e David Buss, professores de psicologia da Universidade do Texas. Os investigadores começaram por pedir a 444 homens e mulheres entre os 17 e 52 anos que elaborassem uma lista de razões pelas quais, na sua opinião, as pessoas fazem amor. As 237 seleccionadas foram mais tarde submetidas aos 1.549 estudantes de psicologia que participaram no inquérito. «Descobrimos que as pessoas também fazem amor por razões absolutamente espantosas», salientou Cindy Meston. Sentir-se próximo de Deus... Os participantes indicaram, por exemplo, que tinham relações secxuais por «aborrecimento», para «ter uma promoção», «celebrar uma ocasião especial», «fazer desaparecer uma enxaqueca» ou ainda «sentir-se mais próximo de Deus». A psicóloga mostrou-se surpreendida por esta última razão. «A maior parte dos estudos referem que as pessoas religiosas experimentam muitas vezes problemas com a sua sexualidade», comentou, acrescentando que algumas teorias estabelecem uma ligação estreita entre o sexo e a fé religiosa. Desejo de infectar alguém com uma doença sexualmente transmissível Alguns dos motivos para fazer amor eram também «muito chocantes» como «o desejo de infectar alguém com uma doença sexualmente transmissível», adiantou a psicóloga. Procriar é a 55ª razão O desejo de procriar apareceu apenas na 55ª posição da lista de motivos para ter relações sexuais. As razões do estudo Conhecer melhor os motivos que levam as pessoas a fazer amor deve permitir melhorar a educação sexual, elaborar estratégias mais eficazes para combater a transmissão da SIDA e de outras doenças venéreas e conceber melhores tratamentos psiquiátricos para as que têm problemas sexuais, explicou ainda Cindy Meston.

SEXO NA INTERNET

A lei não só não sorri. Coíbe o incentivo. Mas a internet consegue ser um planeta à parte da jurisdição. Sites que anunciam escorts - mulheres, raparigas, moças, garantidas como serem maiores de 18 anos, todas vistosas, boas, boazonas, abençoadas pela natureza ou pela cirurgia plástica, fêmeas prontas para fazer sexo a troco de ‘massa’ que não é o esparguete, são muito mais do que se imagina. Nessas páginas onde o sexo feminino é uma montra evidente de festa carnal, na maioria das vezes, o panorama não passa de um espectáculo anatómico que evoca um talho de barro. Seios ao léu, bocas e pernas e ventres abertos. Basta clicar, escolher a beldade, o cardápio afrodisíaco e telefonar. É sempre a própria que atende e nunca nenhum funcionário do site. O elo de ligação entre ambos é rudimentar: ela paga para anunciar e ele anuncia. O procedimento dispensa manuais. Quando alguém decide recorrer a este calibre de serviço resta-lhe duas opções: preencher um formulário. Escrever o nome. Contacto. Data de nascimento. Preferência sexual. Se beija mais acima, ou mais baixo, se o beijo é completo ou se morre a meio, se inclui massagens com ou sem água, se usa brinquedos que não brincam. Etc. Basta enviar as informações para um email e em breve receberá resposta. Também há a hipótese de ligar para um telemóvel, já que telefones fixos e moradas são inexistentes. Em quase todos os sites, a escort sujeita-se a uma entrevista que visa uma selecção obrigatória. Criaturas menos bonitas, com peitos a tocar o chão, ficam de fora. MICHELLYNão foi o caso. Michelly calça 37 e é dotada com 38 de busto sem silicone. Tem 23 anos. Mede 1,60 cm e pesa 50 kg. Está disponível sol a sol. É loura e brasileira . É uma escort. Faz préstimos sem restrições. A pagantes. À hora. Atende homens e casais. Em hotéis ou no seu apartamento no coração de Lisboa. Mulher com um cesto cheio de experiência. Moça de palavra. Conforme o combinado, abre a porta de um quinto andar onde recebe os clientes e relata a sua história. O que motivou uma jovem carioca deixar a praia de Ipanema e vir para Portugal abraça o substantivo: “Grana”. Não foram as baladas de Tony Carreira ou a cabana, perto da praia, cantada por José Cid, que impulsionaram a sua decisão. ~Mas o dinheiro. O emprego de telefonista que tinha na cidade maravilhosa, de maravilhoso tinha nada. Uns amigos brasucas residentes em Lisboa sugeriram-lhe que mudasse de vida e de ares. Aceitou o desafio. Em vez de falar ao telefone, fala directamente com os interessados. Deita-se com eles. Não se arrepende. Lembra-se do efeito dos cifrões. Em semanas gordas ganha entre 1500 a 2000 mil euros, e nas forretas aufere menos, mas nunca inferior a duas notas de quinhentos. Mensalmente investe cerca de mil euros para anunciar em sites específicos da área que lhe interessa; sexo em troca de vil metal. “Eu anuncio no Portal Privado, no Apartadox e no Momentos de Prazer, e estou bastante satisfeita com os resultados”. Recebe excelentes retornos. Os espertos telefonam-lhe. Marcam. Vão. Voltam. Vezes sem conta. A internet é mais célere do que jornais e detém o fabuloso detalhe de chegar a milhões de pessoas a um ritmo hilariante. A web, continua a sonhar Michelly, é um céu infinito de potenciais clientes. Os cortinados do quarto são tal e qual a cor de um céu bem-disposto, próximo de um azul-turquesa que recorda Tânger. Um espelho, grande, enorme, alarga a dimensão de um espaço justo. Três telemóveis à cabeceira. No centro, a cama, de propósito, com tamanho royal queen. Os pés de Michelly calçados com sandálias de saltos altíssimos pisam a colcha como se estivessem no calçadão do Leblon. A máquina fotográfica dispara às claras. Não é só a juventude que dispensa o anonimato. É a forma como encara o que considera ser “profissão passageira”, iniciada há um ano e meio. Recebe dúzias de mensagens escritas para continuar activa nos ditos sites. Nem sempre, mas há ocasiões em que surgem promoções. Contudo, neste tipo de comércio, há menos saldos do que regras. “Um mês” é o tempo mínimo para anunciar. O preçário varia, apesar da tabela estar quase ela por ela. Um anúncio simples não excede os 120 euros. Se quiser desfrutar de um destaque, ser a primeira da fila, pagará à parte outro montante. “Não é caro”. Nem é uma hora de suor. Oscila entre 50 a 80 euros, conforme o posicionamento do relevo. No acto do pagamento recebe uma factura/recibo, uma espécie de comprovativo que lembra uma factura de um jantar. O preço das fotografias que estampilham o seu corpo equivale a 80 euros. “Eu não me oponho a isso”. A imagem é o que conta mais. É a gota principal que induzirá o guloso a decidir. Nos sites escolhidos por Michelly para propagar a sua actividade e publicitar os contornos do seu físico está fora de questão que seja um amigo a tirar as fotos ou que ela as traga de álbuns de casa. A sessão fotográfica centra-se nas mãos dos responsáveis dos sites. Ela pousa e paga. Os fotógrafos cumprem o dever e os webmasters tornam-se proprietários das fotografias. “Nos Momentos de Prazer eles dão-me uma cópia num CD, nos outros não”. A jovem acha normal. Não quer saber que outras voltas poderão dar esses retratos. Nem se rala que uma cópia é uma mera reprodução e que jamais será comparada aos originais. Além do mais, e isso é o que conta, Michelly fez uma jura. Em Dezembro vai largar este estilo de vida. O marido, um português ciumento, não gosta que toquem na sua “Maria”. Mas lá se aguenta. É ele que vigia se algum homem mais abestalhado vem com outras pretensões. Roubar. Matar. Tratar mal. “O nosso apartamento é bem aqui de frente...”. O macho de sentinela, quiçá, três quinze dias seguidos, representa uma coitada segura profilaxia para antever fregueses tarados. “Mas tudo isto acabará em breve”. Michelly não esquece o bilhete de avião, ainda por comprar, que no final do ano levará o casal ao Brasil. Não ficarão na rua. Michelly já comprou casa. Duas. FÁTIMACompletou vinte e oito anos na quadra dos santos populares. Não é casada, nunca teve filhos, vive com a mãe. Fátima não se chama Fátima. Não mora na zona da Avenida dos Aliados, mas é nessas imediações que alugou um T1 para receber clientes. Não quis revelar o seu nome verdadeiro, muito menos que lhe divulgássemos uma vírgula do rosto. “A nossa sociedade não entenderia”. Que uma secretária de uma multinacional tivesse uma actividade completamente diferente da oficial. “O dinheiro é importante, mas não é só esse factor que me estimula”. Sexo com desconhecidos abrasa a ardência. A clandestinidade inflama prazer. A existência dupla afasta o tédio. E ainda por cima, é verdade, e ninguém esquece, a conta bancária sobe aos Alpes. É um casamento perfeito, com a agravante, estupenda, de não ter que costurar meias a marido nenhum. “Estou em dois sites, mas não digo quais são”. O máximo que adianta é que os considera os melhores porque são aqueles que mais proveito lhe têm dado. “Recebo muitos telefonemas”. Quem desembolsa são os ávidos. Ela lida com outras preocupações. A renda do apartamento e os mil e duzentos e cinquenta euros em anúncios na net. “Sei que é muito, mas não há outra solução”. Para se alcançar uma frutífera carteira de candidatos a amantes fixos ou fugazes é imprescindível investir. E o investimento corresponde a duas publicidades diárias. Se assim não fosse o Nokia não se fartava de tocar. Médicos, construtores civis, engenheiros, empresários, estudantes endinheirados discam os seus nove algarismos. Assentam encontros. Taxados à hora. Com limitações de horário: “Só trabalho a partir das seis da tarde e até às três da manhã, excepto fins-de-semana e feriados”. Sábados, domingos e dias santos está livre até que os ponteiros dêem a volta inteira ao relógio.No sentido oposto ao norte, bem na Margem Sul, Paulo e Jorge, não são ingleses, mas primam pela pontualidade. www.acompanhanteslux.com foi a chave que dois amigos de longa data, jovens que ainda estão longe dos trinta anos, descobriram, após um valente chumbo à maldita matemática, para fortalecer as finanças. Laborioso? Construir um site? Esqueçam. É fácil, sobretudo se estamos diante de peritos em informática e publicidade. Depois, para se montar uma empresa não é preciso muita mobília. Dois PC portáteis. Um par de cadeiras. Um carro. E conhecimentos. Pois. Uma acompanhante, se contente, puxa outra. “Não ficámos ricos”. Nem retrocederam a pobres. Vinte escorts escolheram este site para difundirem os seus dotes. “O custo por mês, que é o mínimo para anunciar, ronda os 90 euros. Com um destaque o total fica em 150 euros”. Factura? Recibo? É câmbio directo. As raparigas pagam e eles divulgam. Nada na manga. Sobre a questão das fotografias encontraram duas formas para a resolver: “São tiradas pelos nossos fotógrafos no nosso estúdio, e custam 90 euros, ou se as anunciantes preferirem podem trazer fotos, mas neste caso nós certificamo-nos que a fotografia corresponde à anunciante”. Em ambas as situações há uma condição sine qua non; as fotos não são muito explícitas”. Não por pudor. Se as escorts demonstrassem tudo e mais alguma coisa, os clientes não teriam tempo para telefonar, muito menos para o encontro. Resolveriam a larica do prazer a solo. O cunho de anunciantes é invariável. Brasileiras, na esmagadora maioria. E algumas portuguesas, quase todas originárias da Linha do Estoril. “São betas que utilizam esta estratégia para manter uma boa qualidade de vida”. Paulo e Jorge não se importam se são ‘tias’ ou lavadeiras. O importante é que não haja chatices. Além do mais, este ‘job’ não será eterno. Os jovens não só não gostam de Pitágoras. Estão marrecos de viver em Portugal. Não foi o destino que não quis que as perguntas enviadas por email a alguns sites ficassem por responder. Foi uma escapadela para não falarem sobre o que incomoda: se estão inscritos nas Finanças e se passam qualquer tipo de factura. Houve quem elegesse o silêncio, outros, apesar de simpáticos, roeram a corda, um caso em que as respostas chegaram incompletas, já que ficaram em branco as questões relacionadas com a existência, ou não, de recibos verdes ou brancos. Poderíamos tê-las publicado com uma condição: não se falaria das Finanças. É claro que falamos. A nesgas do fecho de esta edição o telefone trouxe uma voz masculina. Disse que o projecto nasceu há três anos. Que possui uma equipa de cinco funcionários. Que tem à volta de sete mil visitantes diários. Que conta, em média, com 40 anunciantes, espalhadas entre Lisboa, Porto, Madrid e Barcelona. Que é um site visto em noventa países. Em termos de facturação recebe cerca de oito mil euros. A voz masculina tem nome, mas não se diz, tal como os palavrões. Denomina-se “ApartadoX”. “Tudo começou com uma brincadeira” lembra o mentor do projecto cuja identidade fica oculta por um escopo: a mentalidade lusa é um comboio de preconceitos. Ele não desejaria que a sua reputação nadasse no esgoto. A ideia do site encetou com uma brincadeira, mas a brincadeira medrou. Até um analfabeto faz as contas e a soma cheira a lucro. “Não”. A mesma voz defende que o site ainda não ganhou a dimensão suficiente para dizer que se trata de um “negócio da China”. Mas, segue a laringe: “Com o andar do negócio será. É essa a aposta”. Enquanto o negócio não é da China, os custos, garante, andam primos dos gastos. “Nem todas as anunciantes pagam”. As escorts de Espanha não largam um cêntimo. Não é bondade; são estratégias para difundir a projecção internacional. As acompanhantes do Porto, por exemplo, se optarem por um destaque, nada lhes é cobrado. Não é por simpatia pelo Pinto da Costa. É uma maneira de atrair. Quanto às fotografias, de facto, nunca serão à borla e jamais ficarão na posse das escorts. “A maioria das vezes as anunciantes pagam-nas a nós, mas também podem pagar aos fotógrafos”. Lucro? Nem aqui. Imaginem. O responsável do ApartadoX assegura que o custo que os fotógrafos cobram é tal e qual aquele que as escorts suportam. A arma desenrascada para evitar que alguma moça use essas imagens na concorrência fica no papel: “Elas assinam um termo de responsabilidade de cedência de imagem ao nosso site”. E abrem os cordões à bolsa."SÃO 'CIBER PROXENETAS'. SÃO ARTISTAS. SE AS ANUNCIANTES QUISEREM RECLAMAR NÃO HÁ NINGUÉM PARA RESPONSABILIZAR"Elisabeth Butterfly, 36 anos, é licenciada na área de Ciências e fez dois mestrados. Por prazer decidiu ser uma “escort upscale”.- Qual é a sua designação de escort?- É uma pessoa que faz companhia. Neste caso referimo-nos à companhia feminina profissional, e por tal deve sugerir alguém que esteja bem preparada, a vários níveis, não só o físico.- Não basta um belo par de pernas?- Essa ideia funciona na óptica da prostituição, mas nem todas as escorts são prostitutas, embora as pessoas tenham dificuldade em lidar com essa realidade. - O que é preciso?- Deve ter uma boa cultura geral, falar um par de línguas, estar bem informada, manter-se actualizada em termos de moda, cuidar da saúde e do corpo. Além de isso, deve ser uma comunicadora por excelência, ter conhecimentos de alguns aspectos, como por exemplo, protocolo e relações públicas.- O escorting é uma profissão?- É definitivamente uma profissão. Na maior parte dos casos, as acompanhantes, em Portugal e no Mundo, prostituem-se. - Quando e qual foi a razão que a impulsionou a decidir? - Há um par de anos, acabara de vir de Paris, onde passei pela indústria de moda e publicidade. Era modelo fotográfico de uma agência conhecida, e reformei-me cedo, como acontece com todas as profissionais do sector. Tinha passado os trinta, e apeteceu-me fazer qualquer coisa “selvagem”. - É correcto pressupor que só poucas pessoas saibam dessa actividade?- É correcto pressupor que me orgulho desta actividade, mas não sou tonta ao ponto de pensar que todos a compreendem de forma adulta e inteligente. A Butterfly é um pouco como o Batman e outros heróis. Quando veste as asas fá-lo numa “butteroom” e, apenas, para ir salvar homens de desejos que os martirizam, se não forem atendidos. - Recorre a sites para acompanhantes?- Eu sou uma “upscale”, a web é um dos meios centrais à minha comunicação de imagem. Estou em cerca de 180 sites espalhados pelo Mundo, e em mais de 600 links. Em Portugal, só em dois; Escort Club cujo custo anual é de 25 euros, e o Prazer Sublime, que é um projecto feito por escorts independentes para escorts independentes. É gratuito e respeita coisas como a saúde e a condição feminina das profissionais. - Em tempos, classificou os sites que anunciam escorts de “cibers proxenetas”. Porquê?- A classificação ainda se mantém, não houve nada que a alterasse. Use-se o exemplo do “ApartadoX”, para citar apenas um. Estão ali perto de uma centena de anunciantes brasileiras. Por um anúncio mensal pagarão, no mínimo, mais de 100 euros. Façam as contas ao ano... Contudo, nos sites, em geral, não está identificada a empresa... Duvido muito que existam contribuições fiscais. Mas além dos anúncios, os sites mais conhecidos vendem toda a espécie de soluções às escorts; como a fotografia ou o filme promocional. Usam os conteúdos em áreas pagas pelos visitantes, como, por exemplo, o “berlaites” do “Portal Privado”. São “ciber proxenetas” por tudo isso. Organizaram-se marginalmente, são “artistas”. Se as anunciantes quiserem reclamar não há ninguém para responsabilizar porque não existe organização e o nome individual na web vale o que vale... - Qual é a sua opinião concreta?- São maus, em termos gráficos. Comunicam mal. Além disso, estão-se nas tintas para o respeito pela saúde dos outros, embora alguns assumam gestos demagógicos, e coloquem dísticos do tipo “use o preservativo”, “não à pedofilia”, etc. Contudo, em nenhum dos casos emerge a ideia do compromisso real pela defesa da saúde e condição feminina. Em todos os sites, as mulheres são anunciadas como carne de talho. Não os aconselho às escorts. - Que conselhos daria às escorts?- Para se mudarem para um blogue e para se promoverem nos directórios. É o que eu faço e o que faz a Paula Lee, para dar outro exemplo de sucesso na web e no escorting.- Quais são os seus blogues?- Em termos de actualização diária, o “sargento pimenta” é obrigatório (http://sgtpeppers.wordpress.com). Para efeitos de informação profissional, www.elisabethbutterfly.com, em inglês. Para o mesmo efeito, em português, estou em http://elizabeth-butterfly.blogspot.com. Dos sites mais antigos, salvou-se um, que não tive coragem de apagar. O meu site de curiosidades antropológicas, www.freewebs.com/boxbox, que faz um voo picado sobre o escorting, as escorts, e os clientes. Podia indicar outros, mas creio que estes já são mais do que a conta suficiente. O google pode dar mais caminhos para outros espaços Butterfly.MENU DE PREÇOSNum hotel, Michelle cobra 150 euros/ hora; 100 euros se o encontro é na sua casa. Um fim-de-semana custa 2000 euros. Fátima leva 120 euros/hora no apartamento; num hotel, 160 euros/hora. Um fim-de-semana ronda os 2500 Euros. Elizabeth Butterfly cobra em casa 140 euros/hora. Em hotéis, só de cinco estrelas, 500 euros/hora. Pernoitar, 2200 euros. De sábado a segunda-feira, em Londres, uma hora custa 400. Em hotéis de luxo, doze horas equivalem 3500 euros. Um dia inteiro, 5000 euros e um fim-de-semana 12000 euros. COMO SE MONTA UMA EMPRESAOs ‘empresários’ dos sites não investem muito para montar o negócio. Basta um computador e alguma sapiência informática, e alguém que tire fotografias das anunciantes (até pode ser o próprio). O www.acompanhantes-lux.com, por exemplo. Dois sócios, no caso muito jovens, que se juntaram para ganhar ‘umas coroas’ num apartamento, com dois computadores. Conheciam uma primeira anunciante, as restantes vieram por arrasto.

SEXO, MENTIRAS E ESCÂNDALO POLITICO

O Presidente dos Estados Unidos da América envolvido com uma estagiária da Casa Branca. A notícia começou por ser um fogacho que depressa se tornou num incêndio de dimensões épicas e que ia custando a Bill Clinton o segundo mandato da sua presidência. Foi há dez anos que o nome Monica Lewinsky passou a ser conhecido em todo o mundo.Há exactamente dez anos, no dia 17 de Janeiro de 1998, um site informativo norte-americano, o Drudge Report, dava conta que a revista “Newsweek” estaria a investigar a história de um alegado envolvimento entre o Presidente Bill Clinton e uma estagiária da Casa Branca. Os rumores foram-se adensando até que no dia 26 de Janeiro o Presidente se viu forçado a vir a público explicar, com todas as letras, que nunca tinha mantido nenhuma relação sexual com aquela mulher sobre quem se falava, uma tal de Miss Lewinsky.Pura mentira. Meses depois, a verdade veio ao de cima. As relações sexuais entre Bill e Monica não só tinham acontecido – ainda que, aparentemente, só sob a forma de sexo oral – como foram praticadas na Sala Oval da Casa Branca. A verdade não se ficou a saber pela boca de Lewinsky, que foi corrida da Casa Branca para o Pentágono quando se percebeu que o envolvimento entre ela e o Presidente andava a exceder a relação estritamente profissional. A verdade soube-se por Linda Tripp, a amiga republicana a quem Monica confessou o seu envolvimento com Clinton e que não soube estar calada. Tripp gravou as confissões da estagiária e entregou-as ao procurador Kenneth Starr, lançando aquilo que veio a ficar conhecido no mundo inteiro como o “escândalo Lewinsky”. O segundo mandato de Bill Clinton ficou manchado pelo caso - tal como o vestido que Monica Lewinsky apresentou em tribunal com uma nódoa de sémen presidencial - depois de Starr ter levado o caso à Justiça, obrigando Bill Clinton a admitir ter mantido com Monica Lewinsky uma “relação física imprópria”. No mesmo dia em que fez esta confissão em tribunal, o Presidente admitiu perante a nação ter-se envolvido numa relação “imprópria” com a estagiária, durante o período do seu internato (de Novembro de 1995 a Abril de 1996), sob o olhar simultaneamente gélido e clemente da mulher Hillary. O Presidente esteve a ponto de perder o cargo por perjúrio (falso testemunho) e obstrução à justiça, mas acabou por ser absolvido pelo Senado.Monica: a estagiária mais famosa do mundoDepois do escândalo rebentar, Monica entrou de rajada no anedotário norte-americano e na cultura pop mundial. A estagiária mais famosa do mundo admitiu que só sobreviveu ao frenesim dos media através da terapia do “tricot” e passado pouco tempo criou a sua própria colecção de malas de senhora, que vendia através da Internet. O negócio acabou por fechar em 2004.Por entre fotografias esporádicas na imprensa que davam conta do seu aumento de peso e do seu desequilíbrio emocional, Monica ainda fez algumas aparições públicas, nomeadamente no programa Saturday Night Live, fazendo um cameo como “ela própria”, como indica a Wikipedia.Depois da publicação do livro “My Life”, a autobiografia de Bill Clinton, em 2004, Monica disse a um tablóide britânico: “Ele [Bill Clinton] podia ter feito as coisas bem, mas não fez. Ele é um revisionista da história. Ele mentiu… [Ele deu a entender que eu é que me lancei para cima dele. Como se eu tivesse sido o ‘buffet’ e ele simplesmente não tivesse conseguido resistir à ‘sobremesa’). Não foi assim. Foi uma relação mútua, mútua a todos os níveis, desde que começou até ao fim...”Dez anos depois do escândalo, onde está e o que faz Monica Lewinsky? As últimas notícias dizem que terá terminado (Dezembro de 2006) um mestrado em Psicologia Social na London School of Economics, para onde foi estudar em Setembro de 2005. A sua tese de mestrado, igualmente de acordo com informações disponibilizadas na Wikipedia, levou o título In Search of the Impartial Juror: An exploration of the third person effect and pre-trial publicity.Por seu lado, Bill Clinton, que já ultrapassou a fasquia dos 65 anos e foi submetido a uma operação de implantação de um “bypass”, arrisca-se agora a voltar à Sala Oval, mas desta vez pelo braço da mulher, a candidata democrata Hillary Rodham Clinton. O tempo tudo apaga, e hoje em dia o casal parece mais unido que nunca, em torno um do outro e em torno da candidatura de Hillary, a quem Bill define como “a pessoa certa para o cargo” de Presidente dos Estados Unidos.

INGLESA FEZ SEXO COM MAIS DE 50 HOMENS

Um programa de televisão britânico mostrou a declaração de uma jovem de 18 anos que afirmou ter tido relações sexuais com mais de 50 homens desde que perdeu a virgindade, aos 16. O programa faz parte da série de documentários Sex...With Mum and Dad do canal de televisão BBC 3, que visa promover o sexo seguro e a confiança para se falar mais abertamente de sexo entre a família. Os episódios trazem duas histórias de jovens que relatam suas experiências, dúvidas e tendências sexuais à seus pais, que por sua vez, também dividem suas intimidades com os filhos. Sexo na adolescência . No programa da quarta-feira, a jovem Cheryl Tunney, de Dagenham, no leste da Inglaterra, confessou suas experiências sexuais à sua mãe. A pedido da sexóloga, as duas tiveram que colocar no papel a quantidade de homens com quem haviam tido relações sexuais e a inicial de cada um deles. Enquanto a mãe da jovem, Debbie, de 45 anos, listou três homens, a lista da menina tinha mais de 50, dos quais 36 ela lembrava o primeiro nome. "A quantidade realmente parece demais para apenas dois anos", disse Cheryl durante o programa. A jovem afirmou ter "conhecido" a maioria dos parceiros através de sites na internet como a rede de relacionamentos online Bepo, que tem mais de 11 milhões de usuários. "Desde os 14 anos, eu e minhas amigas matamos aula e vamos para o internet café para ficar paquerando", confessou Cheryl. Segundo ela, muitos dos parceiros pediram para ter relações sexuais com ela sem preâmbulos. Ela afirmou ainda que não usou camisinhas em várias das relações. A produção do programa agendou testes para verificar se ela estava contaminada com e os resultados foram todos negativos. "Isso é muito estranho, como isso foi acontecer?", disse. "Eu não quero mais sair transando por aí", confessou a jovem durante o programa. Impacto positivo. Durante as sessões com a sexóloga Maria Schopman, Cheryl declarou que começou o comportamento promíscuo porque se sentia sozinha depois da separação dos pais, há três anos, e não conseguia expressar seus sentimentos. No final do documentário, mãe e filha afirmaram que se arrependem em revelar os detalhes de suas vidas íntimas em público, mas Cheryl disse estar "um pouco nervosa" sobre as reações das pessoas. "O programa teve um impacto positivo na relação entre eu e minha mãe", declarou. "Nem ela e nem eu queremos que eu fique tendo relações com vários homens, então nos damos bem melhor", concluiu.

MULHERES SEXO VERDADES MENTIRAS

O que é verdade ou mentira quando o assunto é sexo? Laura (Julia Lemmertz), uma documentarista bem sucedida e realizada em sua profissão, depois de vinte anos de um casamento morno, descobre o verdadeiro prazer do sexo com outro homem.Laura desvenda seus próprios desejos e decide investigar o que pensam e sentem as outras mulheres, e como elas lidam com sua sexualidade, ao mesmo tempo em que se joga de cabeça numa relação da qual ela diz só querer o prazer. Até o dia em que ela sente falta de algo mais além de orgasmos e coloca o amante contra a parede.

SEXO, FERIAS & LIVROS

Janeiro é mês de férias e de colocar em prática uma das resoluções recorrentes em listas de fim de ano: pôr a leitura em dia. Aproveitando o clima de descontração e as noites mais quentes do verão, a sugestão de especialistas em sexualidade é apostar em obras que informam e dão asas à imaginação. Segundo o sexólogo Amaury Mendes Junior, ler sobre sexo é importante, principalmente para as pessoas que têm mais reservas em relação ao sexo: - Como sexo não se aprende na escola e nem em casa, a literatura sobre sexualidade pode enriquecer o relacionamento, pois desmistifica velhos conceitos enraizados que enrijecem as relações e empobrecem o prazer de compartilhar uma cumplicidade saudável - revela. Abaixo o preconceito. Para Alexandre Saadeh, psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo e professor da PUC-SP, ler sobre sexualidade ajuda a desmistificar o sexo e acabar com preconceitos:
- Ler um bom livro que aborde sexo e erotismo de forma elaborada e clara faz com que o toque pornográfico se perca, além de contribuir para uma visão menos estereotipada, normativa e preconceituosa sobre o tema - afirma.

Porém, todos esses benefícios se confirmam apenas se a leitura for bem escolhida, diz Jussânia Oliveira, terapeuta sexual da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana:

- É preciso ter cuidados com manuais que parecem receita de bolo. Temos de lembrar que quando nos referimos à sexualidade humana, existem particularidades de cada um. O que funciona para um não necessariamente agrada a todos. Daí a necessidade de se descobrir para identificar o que é mais prazeroso e fugir de comportamentos estereotipados - diz a terapeuta. Veja as dicas dos especialistas para rechear sua literatura de férias com erotismo e sensualidade: "'Não se pode amar e ser feliz ao mesmo tempo', de Nelson Rodrigues: definitivamente é esse o 'meu clássico', pois trata de sexo, afeto e comportamento humano sem afetação", diz Alexandre Saadeh. O especialista indica ainda como leitura "Porcos com Asas", de Marco L. Radice e Lidia Ravera, que marcou sua transição da adolescência para a vida adulta; "O Sorriso Etrusco" de José Luis Sampedro, para pessoas que estão na terceira idade; e "Noites Felinas", de Cyril Collard, que tem tema homossexual. "Meu clássico em sexologia e erotismo refere-se ao livro de Ashley Montagu, intitulado 'Tocar, O significado humano da pele'. O autor e professor de Harvard escreveu mais de 60 livros sobre antropologia, amor e sexualidade, e explica nesta obra a arte sensorial da aproximação sexual entre os seres humanos que foi deixada de lado em algum momento da história da humanidade, fazendo com que os indivíduos tivessem dificuldade na formação de vínculos nos dias atuais", revela Amaury Mendes Junior, sexólogo. "Gosto muito do livro 'No Jardim do Desejo', da editora Mandarim, que trata das fantasias sexuais femininas e de como tirar o melhor proveito delas. Como em minha prática clínica observo uma maioria de mulheres que conhece bem pouco sua sexualidade, acredito ser um livro que traz grandes benefícios, facilitando não somente a reflexão, mas a possibilidade de mudanças comportamentais, com conseqüente aumento de seu prazer", diz a terapeuta sexual Jussânia Oliveira. "Meu exemplar do 'Kama Sutra: A arte hindu do amor', de Vatsyayana, é ainda do ano de 1980, mas esta obra é muito antiga e trata-se de um clássico no erotismo. Eu recomendo versões completas para se ter uma idéia mais ampla do real significado histórico do texto, mesmo hoje, ainda válido em grande parte com as devidas adaptações para a nossa época histórica", afirma Silvério da Costa, doutor em psicologia social e filósofo. Eliano Pellini, ginecologista e chefe do setor de Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC, indica três livros como leitura obrigatória: 'Afrodite', de Isabel Allende, publicado pela editora Bertrand Brasil, que ensina que o prazer está nos sentidos e não nos genitais; 'A Casa dos Budas Ditosos', da editora Objetiva e de autoria de João Ubaldo Ribeiro, um monólogo em voz de mulher sobre descobertas sexuais e experiências afetivas e sexuais; e 'A entrega', de Toni Bentley, também da Objetiva, que traz uma conversa franca sobre sexo anal". "Um livro que li recentemente é "Casamento, missão quase impossível", de Eduardo Ferreira-Santos. Na obra, ele ressalta como é difícil a convivência entre o casal e ensina a importância da comunicação para o relacionamento", Sylvia Marzano, diretora do Instituto Isexp - Centro de Conhecimento da Sexualidade Humana.

SIMONE, SARTRE E O SEXO

No dia em que passam cem anos sobre o nascimento de Simone de Beauvoir (1908-1986) - emblemática figura do feminismo, da literatura e do pensamento franceses -, fala-se mais da companheira de Sartre e da singular "relação aberta" deste casal lendário do que da intelectual; da sua sexualidade do que do relevante legado romanesco, memorialístico, filosófico e ensaístico.O livro de Hazel Howley, Tête-à-Tête. Beauvoir et Sartre (Grasset, 2006) - já disponível em Portugal -, confirma o interesse voyeurista do público e dos investigadores sobre a tão cobiçada quanto escarnecida relação anti-convencional de um casal que jamais se casou. Sartre e Beauvoir, respeitando o pacto amoroso vitalício imposto pelo primeiro e aceite pela segunda, só se separarão na morte, não obstante a contingência das ligações, mais ou menos apaixonadas, mantidas com terceiros e seus perversos efeitos colaterais.Tendo atravessado quase toda a história do século XX, Simone de Beauvoir queria ser o "Castor de guerre", segundo a expressão de Danièle Sallenave - que acaba de lhe consagrar uma biografia -, e escolheu um destino, movida pela necessidade de fazer "triunfar a liberdade sobre a necessidade".Nunca teve, porém, lê-se em La Force des Choses (1963) a ilusão de transformar a condição feminina - o que, em grande parte, conseguiu -, porque considerava que esta dependia do "futuro do trabalho no mundo", tendo, por isso, evitado "encerrar-se naquilo que se chama feminismo". Se foi existencialista, foi-o à sua maneira, divergindo do autor d'A Náusea quanto a um ponto essencial; a doutrina da justificação: "Não foi porque ela escolheu Sartre que ela se tornou Simone de Beauvoir, foi por se ter tornado Simone de Beauvoir que ela escolheu Sartre", sublinha Sylvie le Bon de Beauvoir.Se, para o autor de O Ser e o Nada, não havia salvação possível, Beauvoir, salienta Éric Deschavanne, acreditava, como forma de justificação, na criação, na "possibilidade de inventar a vida" e de, para ela, conquistar um sentido", considerando que "as mulheres, mais do que os homens, têm necessidade de ter um céu sobre as suas cabeças."O Segundo Sexo (1949), escrito na perspectiva da moral existencialista, valeu-lhe, todavia, a condenação da maior parte dos intelectuais conservadores franceses, homens e mulheres - católicos, protestantes, comunistas. Ingrid Galster recorda-o, em Le Deuxième Sexe de Simone de Beauvoir, lembrando que os ataques visavam também Sartre, autor "perigoso" desde Le Mur. Vendo uma mulher, à beira de entrar na década de 50, referir-se à "sensibilidade vaginal", ao "espasmo clitoridiano" e ao "orgasmo masculino", não só Camus ficou em fúria, como muitos outros homens. O católico François Mauriac escreveria, então, numa carta a Roger Stéphane, esta frase repugnante: "Aprendi muitas coisas sobre a vagina e o clítoris da sua patroa." Estavam, em causa, na época, temas tão polémicos como a liberdade da mulher, a maternidade, a educação, o parto sem dor, o aborto, o adultério, a frigidez, o divórcio, a prostituição, respondendo O Segundo Sexo às inquietudes do momento com o célebre aforismo: "Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres." A pensadora de Pour une Morale de l'Ambiguïté (1947) não só é a primeira a elaborar uma crítica sistemática de Freud no âmbito da teoria feminista, como a defender que a feminilidade tem origem em estruturas sociais, antecipando, em mais de 20 anos, aquilo que viria a ser uma das questões centrais do feminismo da segunda vaga: igualdade/diferença. La Vieillesse (1970), livro no qual Simone analisa, como poucos, o envelhecimento, dir-se-ia um prolongamento das suas ideias filosóficas e políticas. Não se esqueça, porém, a obra romanesca da autora de A Convidada (1943), de O Sangue dos Outros (1945) ou de Une Mort très douce (1964) e a notável criadora de Memórias de Uma Menina Bem Comportada, A Força da Idade, A Força das Coisas e Balanço Final (1958-1972).No estilo rigoroso, por vezes impiedoso, que adopta no romance, Simone de Beauvoir escreve sobre mulheres de espírito delirante, convidando-nos, segundo Kristeva, a "singularizar a política e a politizar o singular". É impossível não a ver como a impulsionadora de uma mutação antropológica que esteve à frente do seu tempo ao encarnar uma filosofia política da liberdade interior.

O SEXO QUE ELAS NÃO GOSTAM NA CAMA

Para uma mulher sentir-se completamente realizada na cama, o fundamental é cuidar do lado afetivo na relação. Mesmo no sexo, ela gosta de ser mimada e de receber o amor do seu companheiro. Em algumas situações, os homens se esquecem de que para levar uma mulher às alturas é necessário caprichar nas preliminares. Além disso, outro ponto importante é demonstrar os sentimentos mesmo durante a relação sexual. "Uma das grandes falhas é o homem ignorar as preliminares e partir logo para a penetração", diz a sexóloga e psicóloga Carla Cecarello. A especialista afirma que o homem tem de ter sensibilidade para perceber do que a parceira gosta na hora do sexo. Já a sexóloga Cláudya Toledo enumera os quatros erros cruciais masculinos na "hora H": Dizer palavras grosseirasAo contrário do homem que é estimulado pela visão, a mulher utiliza a audição como uma das formas de excitação. "É na hora da transa que ele deve dizer palavras edificantes, pois é assim que o homem ajuda a construir o relacionamento", afirma Cláudya. A especialista dá a dica a quem não consegue ser romântico ou declamar poemas ao pé do ouvido dela. "Ele deve apenas repetir o nome dela em diferentes entonações, porque isso desperta o desejo da mulher", aconselha. Não tocar a mulherUma das queixas femininas mais freqüentes é a falta de carinho antes do sexo. Muitos dos homens se apressam para alcançar o próprio prazer e se esquecem de que elas têm de ser estimuladas. "A mulher espera ser abraçada, acariciada e tocada. Ela quer o amor sutil e o cultivo do afeto", esclarece Cláudya. Tocar a mulher de maneira grosseira"Alguns homens pensam que ligam a mulher por um botão, que pode ser o clitóris ou o peito. Mas eles não se dão conta de que a energia sexual feminina vem do espírito", diz a especialista. Portanto, o prazer feminino só é completo se há harmonia entre corpo e mente, ou seja, o casal tem de estar bem e feliz. Além disso, as carícias devem ser sempre suaves e delicadas. ExibicionismoOutro fator que compromete a satisfação delas na cama é o homem pensar somente no próprio prazer. O agravante nesse caso é ele mostrar-se à parceira como se fosse um objeto pronto para ser desfrutado no sexo. Embora a insatisfação sexual possa comprometer uma relação, a dica é tentar reverter o jogo e o caminho é manter um diálogo aberto e franco. "A conversa contribui para o crescimento de uma relação", afirma Carla Cecarello. Mas, ela faz um alerta: "isso tem de ser recíproco, para que ele também tenha abertura de dizer o que não vai bem".