SEXO E CASAMENTO

A cultura ocidental tem produzido pessoas mais andróginas: homens emotivos; mulheres executivas. E esta condição passou a trazer situações conflitantes para os casais. Pensemos em um exemplo dos consultórios de terapia: um casal que se forma, namora e casa, como esperamos que façam. E, como todos também fazem, não conversam sobre as expectativas reais de como seriam quando casados. Moldado por novos formatos, o homem aprendeu comportamentos tidos como desejáveis pelo discurso feminino. Gosta de cozinhar, fazer um carinho diferente. E assim iniciou uma competição que não percebera. Não percebe que quando deseja preparar uma receita especial, está ocupando o espaço dela. Comportamentos como este podem alimentar sentimentos negativos. Nestas condições, o sexo passa a ser mais um ponto para o casal discutir. Ainda é comum as mulheres se afastarem do sexo e homens exacerbarem a necessidade do sexo. Então, ele passa a usar a internet, a masturbação para se satisfazer. E a crise surge (crise que já existia, mas não era reconhecida): a mulher ‘descobre’ atos sexuais do marido sem a presença dela. E exige que ele se trate, resolva a ‘compulsão sexual’. Baseado no projeto de vida que fizera, ele irá se dedicar a mudar: psicoterapia intensiva com foco no comportamento patológico que parece atrapalhar o casal. A mulher, contudo, questiona as causas reais do distanciamento: ele não complementa o que ela necessita: ser objeto de dedicação dela. Ela precisa de alguém que cuide dela e se deixe cuidar. Que insanidade é essa de tomar posse da cozinha? Ele tem o comportamento esperado de um adulto jovem que divide o mundo com a mulher, que se emociona, cuida... E ela ainda deseja um homem à semelhança daqueles de gerações anteriores. É experimentando as situações que o casal conseguirá saber que a realidade que conseguem produzir não é a que de fato querem. Conversar e produzir um contrato de casamento é necessário, mas aprender a reformular o contrato, lidando com as frustrações advindas de diferenças, é o mais importante.

LIBIDO - FORÇA ERÓTICA QUE VAI ALÉM DO SEXO

Libido é uma fábrica de energia que o corpo produz. Essa palavra vem do latim que significa desejo ou anseio. É uma força de alta voltagem erótica vai muito além do sexo, ela é reciclável, circula pelo seu corpo, estimula experiências prazerosas. Em suma, move o mundo.A polivalência da libido começa no dicionário. Existem no Aurélio duas definições para essa palavra. Na primeira, é sinônimo de instinto e desejo sexual. Na segunda, predomina o conceito psicanalítico e o significado se amplia: libido é a energia motriz de todos os instintos de vida e da atividade criadora humana.Embora a libido não se restrinja ao ato sexual, ela o inclui, pois ele está na lista dos instintos básicos de sobrevivência. Comer e beber mantêm os seres vivos. Agredir ou fugir são mecanismos primordiais de defesa. E sem sexo a espécie seria extinta.É verdade que o ser humano é um animal libidinoso, mas com uma grande diferença em relação ao restante da fauna: a inteligência. Ao longo da evolução, adquiri-se a capacidade de relacionar sexo a afeto. É com base nos hábitos e valores que se escolhe o que fazer com a energia libidinal: ler jornal, escalar uma montanha, descobrir uma nova vacina... Ou praticar sexo. Por prazer, e não apenas para procriar.Podemos dizer que o cérebro é um órgão sexual por excelência - é ele que nos permite experimentar o prazer. Os neurotransmissores noradrenalina, dopamina e serotonina participam ativamente desse processo, que tem a ver não só com a excitação erótica, mas também com bem-estar. A serotonina, por exemplo, ajuda a regular o sono, o apetite, as funções cognitivas, o humor e a produção de hormônios sexuais. Mas a saúde depende do equilíbrio dessas substâncias - excesso de serotonina diminui a libido. Os hormônios também são decisivos. A testosterona, um hormônio masculino, está presente em homens e mulheres, mas, neles, em quantidade maior. Ela estimula o desejo sexual. Nas mulheres, predomina o estrôgenio. Sua produção tem início na puberdade e decresce a partir da menopausa - o que tende a diminuir a lubrificação vaginal e alterar o humor.

SEXO DE PLÁSTICO

Vagina em lata é o que oferece o endereço virtual. Mas quem preferir, pode adquirir também, pela módica quantia de € 69,90, boca ou ânus enlatados. É a era do sexo de plástico - e em lata. Honesto e seguro, mas também impessoal e solitário. Bom, Ubaldo se perguntava para que diabos alguém iria comprar uma fragrância de vulva. Aí está a resposta. O cara vai lá, compra o Vulva Original (nome do perfume) e uma vagina em lata. E o usa onde? Isso mesmo, na vagina de plástico, mas com cheirinho de verdade. Pronto, é só se concentrar (muiiiito), fechar os olhinhos e entregar-se ao prazer. As vantagens do sexo em lata, além de preservar a saúde, são as mais variadas. Você pode transar com sua latinha perfumada em praticamente todos os ambientes que desejar. É só ter cautela e espírito aventureiro. Será a realização de suas fantasias mais loucas. Por exemplo, se sua tara foi transar em público, vai poder. Mas seja esperto. Leve sempre consigo um blazer ou uma blusa de lã. E mantenha a vagina à mão. No avião, vai ser fácil. E podem proibir, como aconteceu com a Singapore Airlines. E acabou essa coisa de fazer malabarismo escondido no banheiro. Na cabine telefônica, moleza. Telefone no ombro, segure o blazer na altura do tórax e mande ver na latinha. Pode até gritar! Quem passar, vai achar que está brigando com a mulher. No trabalho, um ardente desafio. Sempre tem uma ou outra que a gente fica de olho, não é mesmo? Mantenha o foco na tetéia e, sem esquecer a blusa, aproxime bem a cadeira da mesa. Uma vez cercado de cuidados, trace a latinha. Pura diversão. Entretanto, meu conselho é manter sempre a latinha como estepe. Nunca, jamais a transforme em “oficial”. Aí já é loucura mesmo. Guarde-a para aqueles dias em que a namorada está na TPM ou mesmo “naqueles dias”, para quando brigarem, para as afamadas dores de cabeça, para viagens, períodos de seca e entretenimento. Agora, fique atento. Se você começar a procurar mais a latinha do que a parceira, é sinal de que alguma coisa está errada na sua relação conjugal. Ou com você mesmo. Procure imediatamente um terapeuta de casais ou um psiquiatra. Para uma outra parcela de homens, a latinha não basta. Eles querem o conjunto completo. São os adeptos das conhecidas bonecas infláveis, cada vez mais modernas e diversificadas. Neste caso, contudo, nem Freud explica. Esta semana mesmo, um americano foi detido na cidade de Cesar Rapids, no Estado de Iowa (EUA), após ser flagrado deitado ao lado de uma boneca inflável, com as calças abaixadas, em um banheiro público de um prédio comercial. Craig S. McCullough, 47 anos, foi indiciado por exposição indecente e má-conduta e conduzido para a cadeia do condado de Linn. O Japão é um dos países que amargam os maiores índices de solidão do mundo. É de lá que veio, no começo do ano, a história de Ta-Bo, um engenheiro de 45 anos. Em plena idade do lobo, Ta-Bo não tem esposa, namorada, amante ou sequer amizade colorida com nenhuma de suas amigas. É heterossexual e declara que, como tal, gosta mesmo é de mulher. De plástico. Sua tara por esta “espécie” resultou em algo impressionante. Do porte de Guinness Book. Em sua casa, em Tóquio, o japonês mantém nada menos do que 100 bonecas love dolls (em português bonecas do amor). Em dez anos, ele gastou cerca de US$ 170 mil para montar seu harém de silicone. Por mais estranho que possa nos parecer, Ta-Bo é apenas um entre milhões de adeptos desta opção de prazer. É que, no Japão, as real dolls, como também são chamadas, viraram uma verdadeira febre. Prova disso foi um outro spam que chegou em meu e-mail. Pelo enunciado, vi que poderia ser algo engraçado. Mas não imaginava que fosse tanto. Digamos, no mínimo, bizarro. Cliquei e o que vi foi realmente espantoso. Há todo o tipo de mulher – de plástico – lá: morenas, negras, japonesas, loiras, ruivas, jovens, muito jovens, magras, gordas etc... Celine, Amanda, Mai, Ângela e suas amigas enchem os olhos dos solitários. Stacy, por exemplo, ostenta um belo piercing na língua. Os modelos mais sofisticados têm pele de silicone e corpo todo articulado. Umas soltam algo parecido com um gemido na hora da penetração. A vantagem do material utilizado nestas bonecas modernas é que, caso você seja do tipo animadinho na cama, elas não correm o risco de sair voando pela janela do quarto, se furadas.Este “ser” também não vai te amolar, discutindo relação, e muito menos estourar o cartão de crédito. Não vai encher o saco para ir ao shopping ou almoçar domingo na sogrona. Não vai envelhecer, engordar ou enrugar. Por outro lado, esqueça essa coisa de cafuné, sedução, beijinho e vem cá meu nêgo. Falando nisso, vem da mesma fábrica o Charlie. Um exemplar de macho, totalmente siliconado. É de chorar de rir. Charlie é estiloso, tem aquela barriga que as meninas chamam de tanquinho e cabelos pretos. No site, aparece numa típica posição de macho: com o controle remoto nas mãos. Alguém deve ter achado isso sensual. Enfim, para elas, não há opções. Vão ter de se contentar com o Charlie. Loucura? Então veja isso para finalizar a conversa. Como nem só de seres solitários e humanos vive o comércio, um francês teve uma idéia genial. Possivelmente inspirado nesta modinha das real dolls, o designer criou a hot doll. Isso mesmo. Se você tem um cachorrinho taradinho, daqueles que não podem ver uma visita em casa que vai logo atacando pernas alheias, esta é a solução. Para adestrar o apetite sexual do bichinho, a cachorra-boneca é fabricada nos tamanhos pequeno e grande, é feita de plástico e coberta com uma fina camada de gel para garantir um "toque suave". Então, para o fim do constrangimento doméstico, hotdoll é a solução. “Homens usam bonecas infláveis quando não conseguem se controlar, então por que não para os cachorros?", disse o idealizador Clement Eloy. O dono também pode usar um spray com "odor de fêmeas" no brinquedo para atrair o cachorro.

RELATO VERDADEIRO DE UMA MÉDICA. O SEXO VIRTUAL NÃO TEM LIMITES

Acabei de fechar a webcam. Estava me mostrando para o meu mais novo admirador. Ele pediu que eu tirasse toda a minha roupa e soltasse o cabelo antes de sair. Dei um sorriso, levantei-me da cadeira e despi minha lingerie rosa. Viu meus seios pequenos, minha barriga lisinha e, finalmente, os pêlos que não quer que eu raspe mais. Passei os dedos entre os pequenos lábios e deixei que um deles entrasse, tudo de maneira cinematográfica, para que ficasse excitado. As pessoas pensariam que sou uma vadia ou uma garota de programa. Mas sou uma mulher madura, profissionalmente bem colocada. E casada. Poderia ser sua colega de trabalho, sua namorada ou sua mulher. Sei que sou interessante, meiga e com um corpo bastante atraente. Não me realizo sexualmente no meu casamento e também sei que meu marido continua procurando outras. A traição acontece enquanto não decido o que fazer com nossos muitos anos de convivência. Mostrar-me é o meu refúgio, de uma maneira paradoxal. Uma câmera que me leva ao mundo consegue ao mesmo tempo me deixar isolada dele, restrita aos meus desejos. Sou uma mulher que gosta de sexo. Na adolescência era tímida e, para compensar, criava histórias na minha cabeça em que era desejada e possuída pelos garotos de quem gostava. Até me casar e mesmo depois de alguns anos sempre tive um comportamento sexual “dentro dos padrões”. Sentia que era um tanto sem emoção, mas não tinha estímulo para ousar, o que acabou surgindo ao descobrir que era traída. Rompi também os laços de fidelidade e tento experimentar tudo o que nunca me permiti. Fazer sexo pela câmera é apenas uma dessas coisas. Só me mostro para homens que eu conheço e que sei que têm capacidade de me fazer gozar diante de uma webcam ou depois que a desligo, numa masturbação. É especialmente bom ouvir (ou ler) sobre o tesão que eu consigo causar. Dizem desde frases como “você é uma mulher maravilhooooosa” a palavras chulas. Isso tudo vai aumentando meu desejo e melhorando a performance diante da tela. Começo sempre com uma lingerie insinuante e quase sempre termino sem ela, jogada num canto do quarto. Cada uma delas produz uma personagem diferente, mais vadia ou mais recatada no início. Os papos tornam-se picantes em volta de algum detalhe dela, ou simplesmente fluem da minha imaginação. Coloco a câmera em ângulos que sei que adoram. Se muito perto dos seios, ficam com a sensação de quase tocá-los. Mas a visão predileta sempre está entre as coxas, quando apóio minhas pernas sobre a mesa do computador. Porém, só a imagem não segura a cena. Primeiro tento excitá-los contando minhas vontades, descrevendo o que estou sentindo, e finalmente pergunto o que querem que eu faça. Algumas vezes eu nem dou chance: faço o que estou a fim e quase sempre são as melhores transas virtuais. Se não estou com vontade naquela hora, posso optar por apenas fazer o inverso: mando que tirem a roupa e se mostrem para mim. Eu é que fico de espectadora. Se eu poderia fingir que estou tendo prazer? Claro. Mas qual é a graça em mentir só para agradar? Sabem que podem confiar em mim. Comecei tudo isso com um amante que estava sempre ocupado. Para não ficarmos sem nos ver, ele me pediu que usasse o Messenger. Ensinou-me a relaxar, a me masturbar diante da câmera e até a gozar com ele assistindo a tudo. Ia escrevendo palavras obscenas ou coisas que me levariam ao orgasmo se sussurradas no meu ouvido. Eu retribuía enfiando os meus dedos onde ele desejava e depois lambendo-os como se fosse uma parte dele. Isso o deixava com vontade de sair do escritório e me encontrar. Contava que acabava se satisfazendo no banheiro, quando não acontecia ali mesmo, na frente do computador. Além dele, tive outro que me mandava umas fotos íntimas antes, para que eu fosse ficando molhada. Algumas eram dele mesmo. Adorava ver minha bunda, quase sempre de fio dental. Dizia que era redondinha, convidativa. Com ele vivi uma situação constrangedora diante de uma amiga. Ela sabia que nós conversávamos pelo Messenger, mas não sabia que eu tirava a roupa para ele. Um dia, enquanto ela me visitava, ele estava online e quis conhecê-la. Contei discretamente para minha amiga que mulheres. Combinamos então de fazer insinuações como se pudesse haver algo a mais entre nós duas. Ele perguntou se a minha amiga sabia o que nós fazíamos pela cam. Eu respondi que sim e disfarcei. Em seguida disse que precisava desligar. Eu não conto minhas aventuras para ninguém, nem mesmo para minha melhor amiga. As mulheres costumam julgar esse tipo de comportamento, até que façam o mesmo. A única vez em que transportei meu desejo para o casamento foi com um homem que conheci num bate-papo. Fizemos sexo por telefone assim que nos conhecemos. Nós nos vimos apenas duas vezes e nunca sequer nos beijamos, mas ele despertava em mim um tesão quase incontrolável. Um dia cometi a loucura de abrir minha cam para ele enquanto meu marido dormia no quarto ao lado. Ele começou a me contar todas as experiências excitantes em casas de swing de uma forma tão erótica que acabei saindo nua, como estava diante da cam, e acordei meu marido para que ele fizesse sexo comigo. Mas, apesar de dispor do meu corpo dessa maneira aparentemente segura, já chorei várias vezes depois. Nem sempre os homens conseguem esconder que estou sendo “usada”. Algumas vezes, depois de satisfeitos, simplesmente dizem que precisam sair. Repetem o famoso mito de virar-se de costas e dormir, só que de uma maneira muito mais contundente. Não sei se deixo transparecer que estou me sentindo frágil naquele dia e então percebo que não há espaço para cumplicidade nesse tipo de relação. Não é permitido que se compartilhem problemas e frustrações. Sexo é sexo: não é amizade e muito menos amor. Sonho em encontrar a fusão disso tudo, mas procuro não ter ilusões. Não nego que me apaixono por quem me envolvo, mas não conseguiria que fosse de outra forma. Aprendo aos poucos a não revelar meus sentimentos, apenas isso. Eles têm medo de que minha paixão posso prejudicá-los em seus casamentos, em suas vidas pessoais. Sei que a única prejudicada muitas vezes sou eu, por ousar ter o que jamais conseguirei: a visão masculina do sexo. Agora estou envolvida com um executivo, muito ocupado também. Acredito que ele tem cam, mas se recusa a mostrar-se para mim. Sempre que pode, me vê no fim da tarde. Ele é diferente dos outros. Não se preocupa em me excitar, em me elogiar. Diz que sou lasciva e sei o que fazer. Muitas vezes é direto: manda um e-mail falando para eu não perder tempo e já aparecer nua diante da câmera. Gosta de me fazer submissa e me deixa enlouquecida. Usa sua imaginação para me contar fatos eróticos e os relembra quando estou diante da cam. Deixa-me à vontade para me masturbar, para dar o meu showzinho. Muitas vezes já falei com meu marido por telefone enquanto me mostrava nua para ele. A sensação de deslealdade com um e de compromisso com o outro me torna uma mulher de vida dupla. A excitação do meu admirador quando isso acontece nos une ainda mais. Percebe que a cada dia pertenço mais a ele, a seus caprichos. E tenho ido sempre mais longe em busca de prazer: arrisco fazer strip mesmo quando sei que meu marido poderá chegar em casa e me ver. O que poderia acontecer se eu fosse pega? Eu apanharia ou ele faria sexo comigo? Dor ou prazer? Os dois, penso... O perigo me deixa mais voluptuosa, desregrada. Eu me imagino como uma vagabunda que não tem qualquer pudor e só assim consigo liberar meus instintos. Também foi com ele que vivi uma das situações mais prazerosas. Não sei se parte dela, a que ele me contou, é verdade. Ele precisava sair do Messenger porque teria uma reunião na sua sala. Perguntei se não queria que eu continuasse ali, só me masturbando para ele ver. Queria testar sua capacidade de concentração no trabalho. Ele topou. Continuei, então, nua e provocante. Pouco depois me perguntou se poderia me mostrar para seus colegas. Disse que sim. Fiquei algum tempo exibindo o meu sexo, o meu tesão, imaginando como aqueles caras estariam enlouquecidos sob os ternos, ávidos por fazer sexo com uma mulher deitada sobre suas mesas. Não sabia quem eram e aquilo me deixava mais e mais excitada. Imaginei-me, por fim, dentro daquele escritório, sendo penetrada por todos. Fechei a cam. Depois perguntei se era verdade que eles estavam lá me vendo. Sua afirmativa não me convenceu, já que sua imaginação é o que me torna uma depravada. Acho que nunca vai me contar. Dessa última vez, pediu que eu comprasse um vibrador e me masturbasse diante dele. Vou fazer. Essa é a regra do jogo. Poder tudo, fazer tudo, segundo ele. Coisas que, pelo menos diante de uma câmera, nunca terão limite...

SEXO INVADE REALITY SHOW

A estação norte-americana CNBC estreou, na passada quinta-feira, o último delírio em matéria de reality shows. Doze candidatas a actrizes porno têm de protagonizar cenas de sexo explícito num novo programa intitulado ‘America’s Next Porn Star’. As concorrentes são fechadas numa mansão em Los Angeles e têm de mostrar o que valem para chegar à final: a vencedora arrecadará cerca de sete mil euros e um contrato com um estúdio cinematográfico.‘America’s Next Porn Star’ vai para o ar uma vez por mês, durante cinco meses, e as 12 candidatas sujeitam-se a várias provas. Têm, por exemplo, de fazer striptease para os membros do júri, posar para fotos sensuais e participar em cenas de sexo explícito com actores já experimentados no mundo da pornografia. Cada programa tem a duração de uma hora e a apresentação está a cargo de Kirsten Price, uma antiga estrela ‘Playboy’.Para manter o picante, a estação tem à disposição das concorrentes uma mansão, em Los Angeles, com 20 quartos. As candidatas a um lugar nos filmes pornográficos têm várias origens e são elas Kylee Reese, Sienna West, Bobbie Starr, Naomi Cruise, Holly West, Audrey Bitoni, Carolyn Rese, Rachel Roxxx, Savanaah Gold, McKenzee Miles, Alexis Texas e Alexis Love. Pode ser que algum destes nomes passe a figurar na lista das melhores actrizes porno. Cenas inéditas e momentos que não foram exibidos pela televisão podem ser vistos em exclusivo pelos telespectadores interessados no site próprio dedicado ao programa (www.americas nexthotpornstar.com). Basta, para isso, fazer uma assinatura, por cerca de sete euros. MULHERES DOMINAMOs reality shows que exploram a beleza feminina são os mais populares e também os mais vistos nos Estados Unidos da América. No topo da lista surge ‘America’s Next Top Model’, um concurso exibido em 2003 que elegia novas candidatas a modelo e pagava mesmo as necessárias operações plásticas para ‘vender’ as mais belas. No mesmo ranking, destacam-se outros programas originais, como ‘Amazing Race’, que promovia a disputa entre pessoas de diferentes ascendências, e ‘The Bachelor’, um concurso – já adaptado pela TVI – em que uma rapariga se sujeitava a namorar com um noivo odioso só para conquistar determinada quantia de dinheiro. Apesar de, há alguns anos, alguns críticos mais elitistas terem vaticinado o fim dos reality shows, estes formatos mantêm-se no ar e cada vez estão mais purados. As grandes novidades são agora ‘Kitchen Nightmares’, um concurso que põe à prova a falta de jeito de algumas pessoas para a arte da culinária, e ‘Dirty Jobs’, um programa que obriga os candidatos a praticarem os trabalhos que mais ninguém quer fazer.

LONDRES INAUGURA EXPOSIÇÃO PARA ADULTOS

Londres inaugura exposição proibida para menores. O centro cultural Barbican de Londres, a cidade onde tudo, ou quase tudo, parece permitido, inaugura na próxima sexta-feira uma provocativa exposição sobre a relação milenar entre a arte e o sexo, que será proibida para menores de 18 anos. Esculturas romanas, gravuras eróticas japonesas, miniaturas indianas, obras de Rembrandt, Fragonard, Schiele e Picasso, um filme de Andy Warhol com uma cena de sexo oral, pinturas em seda chinesas: mais de 250 obras do mundo inteiro serão exibidas em "Seduced: Art and Sex from Antiquity to Now" ("Seduzido: Arte e Sexo da Antiguidade até Hoje"). "Nós os convidamos ao prazer de ser seduzidos pela arte que tem abordado através da história temas sexuais", afirma o texto na entrada da mostra, que os organizadores garantem ter como objetivo "provocar, mas não chocar". "Nunca antes no mundo se havia feito algo assim", disse Martin Kemp, um dos curadores da mostra, que levou cinco anos de trabalho e implicou uma organização "logística extraordinária", já que as obras e objetos de arte vieram de todas a partes do mundo. "A exposição é atrevida, mas não pornográfica", insistiu Kemp. "Mostra como as diferentes culturas têm expressado na arte este tema básico da humanidade: o sexo", explicou. "Em troca, a pornografia é unidimensional, não explora as relações humanas", disse. A mostra do Barbican, que estará aberta ao público até 8 de janeiro, inclui esculturas romanas elaboradas há 2.000 anos, de bacanais e ninfas acossadas por sátiros - um tema que depois foi retomado por Picasso y Rodin, no fim do século XIX - um afresco encontrado em um bordel de Pompéia de casais fazendo amor, uma pintura a óleo de Francis Bacon e fotografias fetiches de Robert Maplethorpe. "Nossa meta era apresentar uma exposição que busca confrontar o público, mas queríamos que também fosse íntima: queríamos tratar o sexo como uma emoção vinculada à excitação do visual", explicou Marina Wallace, outra curadoras da mostra, que integra as comemorações de 25 anos deste popular centro cultural londrino.

MULHERES NO JOGO SEXUAL

Um jantar romântico acompanhado de uma proposta indecente. Pensou num bonitão? Nada disso. A iniciativa partiu da advogada M., há tempos, quando decidiu perder a virgindade com um rapaz com quem estava se relacionando. Encontrar mulheres de atitude que se antecipem ao homem no jogo amoroso é tarefa cada vez mais fácil em nossa sociedade. Mais liberais, elas têm menos medo de expor seus desejos e romper com os tabus associados ao sexo. Você acha que uma mulher que toma a iniciativa espanta ou atrai os homens? - Há 20 ou 30 anos, a mulher não se achava no direito de ter orgasmo. Hoje, um apenas já não basta, ela quer múltiplos - diz Laura Muller, educadora sexual e palestrante na área de relacionamento e sexualidade. - Ela conquistou espaços na sociedade, no mercado de trabalho, e hoje fala de igual para igual com homens em vários setores. E está indo à caça - brinca. " As mulheres estão aparentemente mais liberadas, mas afetivamente ainda são reprimidas (Mariana Maldonado, terapeuta). No entanto, segundo a ginecologista e terapeuta sexual Mariana Maldonado, co-autora do livro "Palavra de Mulher - histórias de amor e de sexo", por trás das atitudes mais assertivas no jogo da conquista, muitas mulheres ainda guardam uma série de questionamentos e inseguranças: - As mulheres estão aparentemente mais liberadas, mas afetivamente ainda são reprimidas. Elas têm atitude, mas muitos dos preconceitos e valores impostos pela sociedade permanecem. Apesar de encararem o sexo de forma mais natural, muitas têm grande dificuldade de se relacionar e se envolver. Para a médica, entre os jovens, o empobrecimento afetivo é ainda mais grave. O ficar evoluiu do beijo à possibilidade de parar no motel e o contato sexual, muitas vezes, é visto como mais importante do que o vínculo afetivo. Respeito e sensibilidade são os segredos de uma boa investida. Depois de driblar a ansiedade e tomar à frente em sua primeira vez, a advogada M. incorporou uma série de atitudes "pró-ativas" em seu dia-a-dia. Ela conta que não tem vergonha de ligar no dia seguinte e acha normal se aproximar se o rapaz despertar interesse. Mas passou alguns anos sem investir num relacionamento sério. Não gostava de presentes, nem daqueles que ligavam muito ou eram carinhosos em excesso. A palavra de ordem era aproveitar. Até que apareceu a pessoa certa. E a iniciativa, é claro, foi dela. - Já nos conhecíamos e estávamos saindo há um tempo. E nossa tentativa de maior intimidade não havia dado certo. Convidei-o então para tomar um champanhe lá em casa. O clima de descontração facilitou as coisas. E estamos juntos até hoje. " Elas têm seus direitos, mas existe um jogo erótico da conquista em que sempre corremos o risco de errar a dose, seja reprimindo ou liberando demais (Laura Muller) . "Segundo Laura Muller, a melhor dica para quem gosta de tomar a iniciativa não se decepcionar com a reprovação do parceiro é ter sensibilidade. Para a educadora, a palavra-chave é respeitar suas vontades e também as do outro. - Elas têm seus direitos, mas existe um jogo erótico da conquista em que sempre corremos o risco de errar a dose, seja reprimindo ou liberando demais. Acertar essa medida é um desafio para o qual, infelizmente, não existem regras. Sexo não é apenas o ato em si, tem a ver com uma série de costumes, valores e crenças. Vivemos ainda numa sociedade machista que delega alguns papéis ao homem e outros ao mulher. Por isso, alguns meninos podem se assustar com um comportamento mais direto. O processo de transformação dos homens . Se elas mudaram e se tornaram mais ousadas, também eles passam por um processo de transformação. Segundo Mariana Maldonado, os homens estão assustados com a atitude feminina e sentem-se cada vez mais cobrados. Precisam ser sensíveis, românticos, ter bom padrão social, ereção etc. Eles também são mais exigidos do que há 50 anos. " Os homens com postura de conquisatadores talvez não se sintam à vontade. Mas os mais tímidos costumam gostar(Mariana Maldonado). "Nem todos, no entanto, reprovam a iniciativa. Segundo a médica, os homens que têm postura de conquistadores e não estão acostumados a serem o objeto de desejo talvez não se sintam à vontade. Mas os mais tímidos, por exemplo, costumam gostar. A farmacêutica Marcela Jardim conta que começou a puxar papo com um menino que furou fila na sua frente e, depois de algumas saídas, ele contou que adorou a forma como ela se aproximou. - Já passou a época de fazer joguinho para não pensarem mal de mim. Tomo a iniciativa para o sexo se sentir um mínimo de segurança sobre o que a pessoa quer. A vida é uma só, e muito curta - diz Marcela.

"EGOISTA" NO SEXO

Sexo é o destaque da edição da Revista Egoísta que foi publicada recentemente. Escritores, pintores e fotográfos apresentam a sua visão sobre o tema. A mais recente edição da revista Egoísta tem como tema ‘Sexo’. Nesta publicação pretende-se abordar o tema enquanto referência cultural e estética. Para isso reuniu-se um conjunto de textos de grande qualidade literária, a par de portfólios de alguns dos fotógrafos "Sexo é a coisa mais divertida que eu fiz sem rir" é com esta frase do realizador norte-americano Woody Allen que começa a edição de Setembro da ‘Egoísta’, que continua com um editorial de Mário Assis Ferreira, director da publicação da Estoril Sol, que escreve: "Porque o sexo é, enfim, a síntese de nós próprios, o encontro com o que somos, a fuga ao que não somos, a busca do que imaginamos ser". Depois chega a vez de Anabela Mota Ribeiro, Filipa Leal, Hélia Correia, Inês Pedrosa, José Eduardo Agualusa, Luis Pedro Cabral, Mafalda Ivo Cruz, Raquel Fraga e Vasco Graça Moura partilharem a sua visão sobre a temática. Os fotógrafos António Júlio Duarte, Augusto Brázio, Cláudio Garrudo, Pedro Cláudio, Luís de Barros, João Pina e Sandra Rocha ilustram estes textos e os pintores Isabel Lhano e Manuel Amado exploram o sexo de uma forma mais intimista.

DICAS DE SEXO NA HORA DO ALMOÇO

Curso dá dicas de sexo na hora do almoço em Londres. Mulheres bem-sucedidas de Londres estão aproveitando a hora do almoço para fazer cursos rápidos sobre sexo, mas a organizadora do programa afirma que quem mais precisa aprender sobre o tema são os homens. "Para muitos homens - homens demais - ainda é uma questão de 'pá, pum, obrigado"', disse a especialista Mary Clegg à Reuters numa entrevista. No curso, que dura uma hora, ela ensina às mulheres como obter a consideração sexual que elas merecem por parte dos parceiros. "As expectativas das mulheres cresceram em todos os aspectos da vida delas. São incrivelmente confiantes na sala de reuniões, mas não no quarto. Trinta por cento das mulheres nunca chega ao orgasmo. Isso tem de mudar", acrescentou ela. Mas as mulheres estão muito mais dispostas que os homens a admitir que têm problemas. "As mulheres tratam a questão a sério e se dispõem a aprender. Os homens acham que sabem tudo", disse Clegg. "Se eu oferecesse esse curso para os homens, não ia aparecer ninguém." E o objetivo final é que as mulheres se beneficiem. "Gosto de dar às mulheres confiança para conseguir o que elas querem. A maioria dos casais não funciona numa base de igualdade no que diz respeito ao sexo. Todo mundo tem bagagem sexual, mas muito poucos casais querem discutir isso", disse Clegg. "O problema é que o sexo está em todo lugar - nas revistas, nas lojas, nas propagandas, no cinema e na televisão - e isso dá uma visão completamente distorcida do que é considerado 'normal'." A Amora, empresa inaugurada em abril e que promove o curso, é um centro interativo de educação sexual. "É uma coisa educativa, mas gostamos quando algumas pessoas acham excitante", disse ela.

SEXO NO SECOND LIFE

Desde o lançamento do Second Life no Brasil, quatro meses atrás, eu ensaiava a minha entrada no universo de bytes e pixels. Queria descobrir como é a vida sexual dos quase 6 milhões de habitantes do mundo virtual mais badalado da atualidade. São pessoas comuns, assim como eu e você, que diante do monitor, protegidas atrás de codinomes, sentem-se confortáveis o bastante para colocar em prática seus desejos mais secretos. E agora, com o aval da minha editora e um prazo para que o relato entrasse na edição de setembro, finalmente criei coragem.O primeiro passo é decidir um nome para a minha avatar, ou seja, a personagem que vai me representar. Escolho Pam (confesso que, diante dos meus objetivos, logo pensei na Pamela Anderson). Da lista de sobrenomes disponíveis fiquei com Aya. Pam Aya é sonoro, não? A partir de agora, portanto, sou Pam Aya: tenho cintura fina e quadris um pouco mais largos, estilo violão. Não sei as medidas exatas, mas calculo que meus seios sejam tamanho 42 e minha altura, 1,70 metro. Meus cabelos são longos e ruivos e meus olhos verdes fazem inveja ao mar do Caribe. Que homem, ou melhor, neste caso, que avatar resistiria a mim? Com uma calça jeans justinha e camiseta, vou atrás de um pouco de diversão. Estou ansiosa para perder minha virgindade virtual. Mas antes preciso encontrar um local onde as pessoas mais ousadas se reúnam, afinal o sexo que eu pretendo praticar não é nada além do casual. Isso não quer dizer que no SL (sigla para Second Life) não existam relações românticas. Elas existem, mas, se encontrar uma alma gêmea na vida real já é complicado, imagine nesse universo ultradependente do mouse, do teclado e de uma boa conexão na internet. Uma rápida olhadela para baixo, mais especificamente entre as pernas, me faz lembrar que não tenho uma vagina. Por aqui, ninguém nasce com genitália - masculina ou feminina. No SL, órgão sexual não é original de fábrica. Trata-se de um opcional, como a direção hidráulica ou o ar-condicionado de um carro: ou você paga a mais por ele, ou ganha em alguma promoção. E lá vou eu comprar uma vagina. Há diversos modelos: pequena, média, grande, com piercing, tatuada, totalmente depilada... Escolho uma opção básica, discreta, com depilação no formato de triângulo invertido. Custou pouco mais de 1 real, ou 50 linden dólares, a moeda local.Devidamente paramentada, à imagem e semelhança de Eva, abro a janela de busca e sou bastante explícita no meu pedido: SEXO. Cruzo com mulheres e homens nus pelas ruas virtuais. Eles zanzam para lá e para cá com a mesma naturalidade com que gente de carne e osso ruma ao trabalho ou vai passear no parque (vestida, é claro). Eis que caio em um lugar chamado Floresta Proibida e - pior (ou melhor!) - dentro de uma sala de orgias. Dois casais bem animados se divertem sem pudor algum sobre um conjunto de almofadas. Um avatar nu vem seco em minha direção, pronto para o ataque. Careca, musculoso e coberto por cintos espinhudos, ele exige sexo. Saio correndo. Medo.Seguindo em minha cruzada dionisíaca, entro em uma sex shop. Enquanto observo equipamentos para a prática de sadomasoquismo, sou abordada por DPR, um italiano tão simpático quanto fogoso (as coisas que ele me diz são absolutamente impublicáveis aqui). DPR fala inglês, tem o corpo enxuto e cabelo castanho arrepiado com um pouco de gel. Seu pênis mede uns 18 centímetros e temos quase a mesma altura. Depois de alguns minutos de bate-papo, ele me pergunta se quero ir para um lugar mais reservado. Topo na hora. DPR me teletransporta (viajar é simples assim no SL) para o Iate Clube. Vodca com gelo, vista para o mar, sofás aconchegantes... E o meu italiano não perde tempo. Foi uma situação engraçada e constrangedora. Explico: sexo no universo virtual é muito menos espontâneo e envolvente do que no real. Em muitos momentos me sinto como uma diretora de filme pornô: escolhendo o elenco principal da fita, buscando locações para as cenas e testando o melhor ângulo da câmera. Para consumar uma relação sexual, além de um parceiro interessante, são necessárias algumas bolinhas azuis (para os homens) e rosas (para as mulheres) que aparecem no cenário do programa. Elas podem representar desde ações específicas, como sexo oral, até um ato de amor completo. Fiquei com a segunda opção e, depois de clicar, não precisei fazer mais nada, só assistir à performance cheia de variações da minha personagem.A criatividade fica completamente fora de cena e tudo depende apenas da capacidade artística dos criadores do software. Os bonequinhos trocam de posição quando bem entendem e gozam quando acham que é hora. Achei estranha toda essa independência e ainda por cima descobri que não há penetração: os personagens mal se encostam. Talvez meu parceiro também tenha ficado frustrado com a falta de encaixe, pois me convidou para continuar a sessão no MSN ou em uma webcam. Recusei, mas Pam e DPR nem pareceram perceber o fora. Por quase uma hora, continuaram a demonstrar posições do "Kama Sutra" como se nada tivesse acontecido, mesmo eu já tendo perdido todo o interesse nos primeiros 15 minutos. Se foi bom para mim? O que posso dizer é que, se só o teclado estiver à disposição, prefiro usar apenas palavras e a minha própria imaginação.

SEXO FICHAS E BANCA

Dizem que os homens pensam sobre sexo em cada sete segundos o que significa que pela altura que acabarem de ler este artigo vocês, homens, terão tido 26 pensamentos sexuais; por isso se este artigo não inspira mais nada que não seja o teu tempo, então não foram completamente desperdiçados. A sexualidade é uma força entre a sociedade e há muitos anos que grandes instituições usam o sexo para promover a sua mensagem, o ditado que diz que o sexo vende, é mesmo verdade. O sexo é usado para publicitar produtos óbvios como lingerie e perfume, mas também é usado para outros produtos mais obscuros tais como gelado e até champô (por exemplo. a publicidade da Herbal Essence). Esta moda parece estar a avançar para o poker com cada vez mais jogadores jovens atraentes a serem capas de revistas, jogadores como Patrik Antonius, que é adorado tanto no seu jogo de poker como no seu visual (decide tu em que campo preferes). Agora porque é que isto é importante nas mesas? Bem, recentemente enquanto jogo num dos maiores sites costumo ouvir cada vez mais comentários. Normalmente ignoro-os: 'Seu peixe, morre por favor!' 'és tão mau, idiota!' no chat box, mas desde que mudei o meu avatar para a foto de uma mulher (a minha namorada) as coisas parecem ter mudado. Em vez de ser falarem mal para mim, estão antes a fazer elogios atrás de elogios o que me ajudou a ter uma certa vantagem sobre os jogadores. Gostem ou não os homens (obviamente não todos) geralmente jogam diferente contra uma mulher e muito diferentemente contra uma mulher que gostam. Muitos dos jogadores de topo de poker online são orientados por números e categorizam os jogadores pelo número de flops que vêem, a percentagem de vezes que fazem raise preflop, o montante apostado etc etc. No entanto, o poker mantém-se um jogo multifacetado, e seja em que nível for jogado, o aspecto pessoal não deve ser esquecido porque apesar de tudo não somos computadores. As nossas emoções pessoais afectam o nosso jogo por mais que tentemos que não afecte, e isto é algo que pode ser explorado e pode nos dar uma vantagem, especialmente sobre os jogadores sexualmente frustrados na mesa. No seu livro Book of Tells, Mike Caro explica que muitas vezes se senta numa mesa num jogo ao vivo e age de uma maneira pouco comum para tais como falar sozinho e ter explosões sem sentido. Este acto deliberado é desenhado para lhe dar uma imagem de uma pessoa instável para que joguem de maneira diferente contra ele. Agir como um louco disfarça o seu conhecimento sobre poker o que por sua vez pode fazer com que aquela aposta grande demais no river seja paga ou então que o seu adversário faça fold ao seu raise preflop porque não fazem ideia do que o louco pode ter. Este aspecto do seu jogo dá-lhe ainda mais vantagem do que possa ter sobre alguns adversários. Pessoalmente sou um jogador loose aggressive mas quando estou sob o disfarce de uma mulher pareço ter mais respeito do que teria normalmente. Porque homens (alguns mais do que outros) instintivamente querem impressionar uma mulher por quem se sentem atraídos, e parecem mudar o seu jogo numa das duas maneiras. Ou eles escolhem o caminho de macho e jogam muito agressivos fazendo grandes bluffs numa tentativa de mostrar as "grandes bolas", ou então tomam o caminho mais cortês fazendo mais folds do que fariam normalmente. Poker é sobre encontrar fraquezas no jogo do adversário e explorar esse erro, e é isso que faz um jogador vencedor. Se jogássemos todos como robôs haveria pouco valor a ser ganho por alguém porque as pessoas teriam a fazer a opção matematicamente correcta todas as vezes. Obviamente que pretender ser uma mulher jovem e atraente não resultará de todas as vezes mas qualquer vez que dês uma imagem diferente que engane o teu adversário então ganharás alguma vantagem sobre esse jogador. Mais recentemente o ângulo do sexo tem funcionado para mim e tem-me permitido ganhar mais pots do que teria ganho, mas sei que não vai durar para sempre, por isso quem sabe talvez para o próximo mês sou um pugilista de pesos pesados.

VIDEO DA BATERISTA WHITE STRIPES

Suposto vídeo com cenas de sexo da baterista do White Stripes cai na rede. Segundo blogs, Meg White seria a suposta protagonista das filmagens. Banda cancelou turnê porque artista estaria sofrendo de ansiedade. Um vídeo com cenas de sexo está causando furor no mundo virtual nesta segunda-feira (24). É que a suposta protagonista das cenas picantes – uma jovem de cabelos longos e escuros – seria Meg White, a baterista da banda de Detroit White Stripes, cuja outra metade é o guitarrista e vocalista Jack White. Alguns sites estão associando o vazamento do vídeo ao fato de a dupla ter cancelado os shows marcados nos Estados Unidos e na Inglaterra neste segundo semestre. Na ocasião, o grupo alegou que a artista estava sofrendo de ansiedade, e que esse seria o principal motivo do cancelamento. O semanário musical inglês “NME” diz não acreditar que a protagonista do vídeo seja Meg White. E que, segundo consulta a um conceituado psicólogo, a doença de Meg seria uma razão válida para cancelar as apresentações.

AMERICANO LANÇA GUIA COM FILMES SOBRE SEXO E NUDEZ

Jim McBride e a mãe escolheram os 501 melhores filmes de sexo e nudez em DVD. Os dois já assistiram a mais de 25 mil filmes e programas de TV. Jim McBride poderia concorrer ao prêmio de trabalho mais legal do mundo - pelo menos na visão masculina. Ele se dedica a levantar a quantidade de nudez feminina que aparece na televisão. Sob o apelido de Mr. Skin (Senhor Pele, em livre tradução do inglês), ele e sua assistente – a própria mãe - já assistiram a mais de 25 mil filmes e programas de TV. Tudo o que eles catalogaram está no website http://www.mrskin.com/ (em inglês), há oito anos no ar. No sábado, ele lançou o guia "Mr. Skin Skintastic Video Guide", com os "501 melhores filmes sobre sexo e nudez em DVD". "É o melhor trabalho do mundo", diz McBride. "Desde criança eu gravava todos os filmes com nudez que eu podia e depois salvava as cenas em fitas separadas. Eu realmente deixei meus amigos espantados com todo meu conhecimento sobre nudez." Quem for procurar homens pelados no site de McBride vai perder a viagem. "Não trabalhamos com nudez masculina", avisa, curto e grosso. Segundo ele, o site tem 7 milhões de acessos por mês e é uma celebração à nudez feminina - mas sem pornografia. "Há muitos sites pornôs na internet. Nunca quis competir com eles", disse. Para o especialista, a atriz que mais se destaca nesse meio é Angelina Jolie. "É inacreditável que ela tenha aparecido nua em 10 filmes e ainda esteja nos seus 30 anos." O recém-lançado guia traz uma relação da quantidade de nudez que aparece nos filmes, os nomes das atrizes envolvidas e quais partes do corpo são mostradas. O autor dedica o livro à sua mulher e agradece a ela por "nunca ter aparecido pelada num filme".

FÊMEA DE BESOURO FAX SEXO PARA SE HIDRATAR

Grande quantidade de esperma do macho ajuda 'besoura' com sede a recuperar líquidos. Biólogos acham que ejaculação serve como 'suborno de fidelidade' do macho. Fêmea sai ganhando com grande quantidade de esperma do macho, embora pênis dele tenha espinhos. As fêmeas do besouro Callosobruchus maculatus ficam molhadas na hora de fazer amor. Aliás, "ensopadas" provavelmente é um termo melhor. Segundo uma pesquisa britânica, as "insetas" usam o ato sexual como forma de obter água quanto estão desidratadas -- a ejaculação do macho tem quantidades prodigiosas de líquido. A pesquisa, feita por Martin Edvardsson, da Universidade de Exeter, é mais um dos exemplos de que o sexo no mundo animal é, muitas vezes, uma verdadeira guerra. O pesquisador e seus colegas deixaram algumas fêmeas da espécie sem água, enquanto outras dispunham do precioso líquido à vontade. Todas tiveram seu acesso a machos da espécie franqueado. Depois, os pesquisadores compararam os dois grupos e viram que as fêmeas deixadas "na seca" eram justamente as que se acasalavam com os machos com mais freqüência -- 40% a mais, para ser mais exato. As "besouras" conseguem absorver o líquido emitido pelos machos durante a ejaculação por meio de seu trato genital. O acasalamento dessa espécie de besouro parece seguir um conjunto complicado de equações de custo e benefício, já que o pênis dos machos é espinhoso e pode machucar as fêmeas (os espinhos aparentemente servem para se fixar à fêmea e também diminuir a chance de que ele se acasale com outro macho). Mas elas também precisam ser fertilizadas e hidratadas pelo esperma. Assim, os machos parecem ter desenvolvido uma ejaculação imensa, que pode chegar a 10% de seu peso corporal -- como se um homem de 70 kg ejaculasse 7 litros de esperma numa só relação sexual, mal comparando. Com isso, o ato sexual passa a valer a pena para as fêmeas, apesar dos ferimentos, e elas passam um tempo sem procurar outros machos, garantindo que o autor da megaejaculação tenha sucesso reprodutivo.

SURFISTINHA VAI Á BIENAL DO RIO FALAR SOBRE SEXO

Raquel Pacheco, a famosa ex-garota de programa conhecida como Bruna Surfistinha, estará nesta terça-feira (18) na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Além de uma sessão de autógrafos de seus dois livros –“O doce veneno do escorpião” e “O que aprendi com Bruna Surfistinha: Lições de uma vida nada fácil”-, Raquel participará de um debate no espaço Café Literário. Ao lado das autoras Gisela Rao e Márcia Frazão, ela discutirá o tema “Liberdade ou Libertinagem? A força do sexo - Prazer sem limites - Privacidade e curiosidade”. “Falaremos sobre o sexo de uma maneira geral, não apenas da força dele na minha vida. Quero que as pessoas se sintam à vontade para tirarem dúvidas e perguntarem o que quiserem”, afirma Raquel, acostumada aos elogios e também às críticas. “No começo eu ficava chateada com as críticas, mas com o tempo aprendi que é impossível agradar a todos. Estou tranqüila e aberta a ouvir o que as pessoas têm para me dizer. Se for uma crítica construtiva, vou refletir e ver como posso melhorar.” Mas Raquel conta que nunca ouviu críticas “olho no olho”. “Ninguém nunca teve coragem de me criticar pessoalmente, olho no olho. Só por email, orkut... De forma anônima ou com nomes falsos. Isso, para mim, é coisa de gente covarde.” Esta é a segunda vez que a ex-garota de programa vai a uma Bienal do Livro como autora. “No ano passado, estive em São Paulo e foi inesquecível. Nunca pensei que estaria ali, não como visitante, mas sim do outro lado. Quando cheguei, já tinha gente na fila me esperando. Fiquei muito emocionada”, lembra. Aos poucos, Raquel vai fazendo sua incursão pelo mundo literário. “Sempre converso com os autores. Um que encontrei recentemente foi o Marcelo Rubens Paiva. Ele me disse que tinha lido meu livro, e eu fiquei sem graça porque nunca tinha lido um livro dele. Depois, fui ler ‘Feliz ano velho’.” Sem um gênero favorito específico –“só não leio auto-ajuda”-, Raquel destaca Jorge Amado como um de seus atores preferidos. Lembra que quando teve de ler “Capitães de areia” na escola, buscou um resumo e fez a prova. “Mais tarde, quando comecei realmente a gostar de ler, encontrei o livro e me apaixonei pela forma como ele escreve”, conta Raquel, que ainda não tem planos para um novo livro.

QUAL A MELHOR HORA PRA FAZER SEXO ?

Qual é o momento ideal para fazer sexo? Você pode procurar no Google, na Wikipédia e até na Barsa que você nunca irá encontrar algo dizendo o dia exato para ir para a cama com alguém. Não há na Terra nenhuma pessoa que possa definir, além de você própria, a hora certa para isso. Todo mundo é livre para fazer o que bem entender com o seu corpo no momento em que desejar, certo? A partir dessa idéia, saiba que só você vai saber quando quer realmente perder a virgindade – que, mesmo deixando de ser um tabu, tem mulheres que se reservam até estarem casadas. Longe de estarem erradas...Bom, primeiro de tudo, entenda que esse é um momento muito importante - e único - para você. Então, pense bem antes de tomar qualquer atitude precipitada por retaliação a alguma coisa. Conheci uma menina que resolveu transar com o namorado pois tinha brigado com a mãe e queria deixá-la nervosa. Nada no universo deve influenciar esse seu momento.Não preciso nem dizer que você deve realmente amar o cara e ter certeza absoluta que ele é a pessoa certa, não é? Dizem por aí que, quando feito com amor, o sexo é muito mais gostoso. Verdade ou não, eu voto sim! Ah, vale lembrar também que o tempo do relacionamento importa bastante. Não adianta fazer amor com um cara só porque ele vem te pressionando a isso ou porque você acha que é o único jeito dele nunca te deixar. Nem pense nisso, ok? Se o garoto gosta mesmo de você, ele vai esperar todo o tempo do mundo, até a hora que estiver pronta.“Eu namorei por quase dois anos. Depois de muita bola na trave, eu acabei largando ele e acabou que nunca transamos. De alguma forma, sabia que ele não era o garoto certo. Menos de um mês depois, conheci outra pessoa. Fiquei encantada e me peguei extremamente apaixonada. Pá-pum. Menos de 5 meses juntos e fomos para a cama! O que posso dizer? Foi maravilhoso, fantástico, ele foi compreensível e fez daquela noite, sozinhos na casa dele, o momento mais intenso e inesquecível da minha vida”, afirma Jéssica, de 19 anos, que continua com esse namorado até hoje e afirma que depois daquele dia, os outros nunca mais foram o mesmo. “O único problema é que gostei demais e agora só penso nele e em ficarmos sozinhos o tempo todo”. Cada um tem o seu tempo. Há meninas que perdem a virgindade com 14 anos e há outras que esperam até os 20. Vontades, expectativas e vidas diferentes. Só lembre-se de fazer o seu parceiro usar camisinha. Proteção acima de tudo. E espere até a hora que você se sentir segura e confiante para isso, que você acreditar mesmo que aquele é o cara da sua vida e que ele te merece. Aí é só correr para o abraço e fazer desses, momentos inesquecíveis.