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Homens passariam mais de 4h por dia fazendo sexo, diz estudo.


Os homens passariam mais de quatro horas por dia fazendo sexo e apenas três horas e meia trabalhando, se pudessem escolher, de acordo com nova pesquisa encomendada pela Unilever. A divisão ideal das horas seria: 4h19 para o sexo, 3h36 de trabalho, 3h22 para ver amigos e familiares, 2h38 comendo e bebendo, 29 minutos para se arrumarem e o restante das horas seria para dormir. As informações são do Daily Mail.

A pesquisa apurou que 64% dos homens usam smartphones e tablets enquanto estão no banheiro e 26% organizam uma lista de afazeres na cabeça enquanto têm relações sexuais com a parceira. Dos entrevistados com menos de 34 anos, 51% acreditam que perdem experiência de vida quando não preenchem todas as horas do dia.

Cerca de 70% deles estariam dispostos a cortar o número de amigos para incluírem mais atividades durante o dia. O tempo de descanso, nas férias, também é aproveitado para 20% dos homens com estudos de uma nova língua. Paul O'Connor, gerente da marca da Unilever, disse que “as exigências da sociedade moderna pressionam os jovens a colocarem cada vez mais coisas em suas vidas”.

Mulheres dos EUA têm pouco entendimento sobre sexo e gravidez, diz estudo


Quando se trata de fatos básicos sobre sexo, fertilidade, gravidez e sua própria saúde reprodutiva, as mulheres costumam ficar no escuro, concluiu um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

A pesquisa foi realizada pela Universidade de Yale com base em uma consulta online feita com 1.000 mulheres com idades entre 18 e 40 anos de todo o país.

Segundo as conclusões publicadas no periódico Fertility and Sterility, apenas uma em cada 10 mulheres sabiam que fazer sexo antes da ovulação e não depois aumentaria as chances de engravidar.

Mais de um terço afirmou pensar que algumas posições sexuais, como erguer os quadris, poderia aumentar as chances de concepção.

Cerca de 40% pensavam que seus ovários produziam novos óvulos continuamente.

"Esta percepção equivocada é particularmente preocupante, especialmente em uma sociedade na qual as mulheres estão cada vez mais retardando a gravidez", afirmou Lubna Pal, co-autor do estudo e professor associado de obstetrícia, ginecologia e ciências reprodutivas de Yale.

Ainda segundo a pesquisa, cerca da metade das mulheres nunca discutiu sobre sua saúde reprodutiva com um médico.

Além disso, 30% disseram nunca ter feito um check-up de saúde feminina ou o fez menos de uma vez por ano.

No que diz respeito à saúde durante a gestação, a metade ignorava que tomar multivitamínicos ricos em ácido fólico são recomendados para evitar malformações.

Um quinto não sabia que a idade avançada pode causar taxas mais elevadas de aborto natural, infertilidade e anomalias fetais.

"De um lado, este estudo evidencia lacunas no conhecimento das mulheres sobre sua saúde reprodutiva e, de outro, destaca preocupações das mulheres que não costumam ser discutidas com profissionais de saúde", afirmou Jessica Illuzzi, também professora associada de Yale e principal autora do estudo.

"É importante que estas conversas ocorram neste contexto familiar em constante mudança", alertou.

Homens pensam menos em sexo do que acham e falam, diz estudo

Os homens estão menos interessados em sexo do que se pensa. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, exageram ao comentar o quanto pensam no assunto e o colocam em prática. Os dados são do jornal Daily Mail.

Os cientistas avaliaram respostas de questionários diários de 101 homens e 101 mulheres. Todos comentaram sobre saúde sexual, interesse em sexo, nível de atividade, desconforto, disfunção e satisfação por 30 dias. No fim do período, os voluntários responderam questões sobre função sexual no mês.

De maneira geral, os participantes tenderam a marcar quase um ponto a mais (0,7, em média) no quesito interesse sexual quando avaliaram o mês todo em comparação com a pontuação registrada diariamente. Mas os homens superestimaram mais do que as mulheres e os pesquisadores acreditam que isso se deve ao fato de as pessoas preencherem lacunas na memória usando os estereótipos de gênero, como o de que eles pensam e fazem mais sexo.

Constatou-se também que pessoas de bom humor também classificaram como maior a quantidade de relações e pensamentos que realmente tiveram, enquanto as de mau humor subestimaram a frequência.

Fazer sexo oral é bom para a saúde e deixa a mulher mais feliz, diz estudo

Eles concluíram que praticar sexo oral é bom para a saúde das mulheres e as deixa mais felizes.

Após entrevistar 293 mulheres, um estudo feito pela State University of New York (EUA) concluiu que sexo oral faz bem para saúde feminina e ainda deixa a mulher mais feliz. Os cientistas fizeram uma comparação entre a vida sexual e saúde mental das pesquisadas. 

O estudo analisou a composição do esperma, que apresentou índices de cortisol, que nas medidas certas, é uma substância que aumenta o sentimento de afeição e regula o sistema nervoso.

O estrogênio e a oxitocina, que age na estimulação da contração uterina no parto e memória de experiências prazerosas, também foram detectados. Eles melhoram o humor.

A serotonina, como neurotransmissor e antidepressivo, e melatonina, responsável por estimular o sono depois do sexo, também está no sêmen.

Quem acredita ter a vida sexual mais ativa que a dos outros é mais feliz, diz estudo


As relações sexuais em si influenciam a felicidade, mas a opinião que uma pessoa tem sobre a sua vida sexual, em comparação com a das outras pessoas, tem peso ainda maior, segundo pesquisa.

Pessoas que fazem mais sexo tendem a se declarar mais felizes, mas essa felicidade é relativa. Um estudo americano mostrou que a satisfação de uma pessoa com sua vida sexual depende do que ela pensa sobre a vida sexual de pessoas de faixa etária ou estilo de vida semelhante ao seu.

O estudo, coordenado por Tim Wadsworth, professor de sociologia da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos, foi publicado na edição de fevereiro do periódico Social Indicators Research. O trabalho se baseou nas respostas de mais de 15.000 pessoas que participaram de uma pesquisa nacional entre 1993 e 2006.

Segundo a análise de Wadsworth, pessoas que relatam níveis mais altos de felicidade, de fato, também apresentam frequência sexual mais intensa. Aqueles que declararam fazer sexo de duas a três vezes por mês tinham chances 33% maiores de se considerar muito felizes em relação àqueles que relataram não ter realizado relações sexuais nos últimos 12 meses.

Comparados com aqueles que não relataram relações sexuais no ano anterior, aqueles que faziam sexo uma vez por semana eram 44% mais propensos a se considerar mais felizes, enquanto as pessoas que faziam sexo de duas a três vezes por semana eram 55% mais propensas a relatar altos níveis de felicidade.

Felicidade relativa – O estudo mostrou que acreditar ter uma vida sexual mais ativa do que as outras pessoas pode ser mais importante do que a frequência sexual em si para determinar a felicidade. “Fazer sexo nos deixa felizes, mas achar que estamos fazendo mais sexo do que os outros nos deixa ainda mais felizes”, afirma Wadsworth.

Assim, se uma pessoa faz sexo duas a três vezes por mês, mas acredita que os outros o fazem três vezes por semana, a probabilidade dessa pessoa relatar um nível alto de felicidade diminui, em média, 14%.

Para que isso aconteça, é preciso que as pessoas suponham a frequência com que outras pessoas de seu círculo social fazem sexo. Essa informação é menos evidente do que o nível salarial de uma pessoa, por exemplo, que se reflete nos bens que ela possui e em seus hábitos de vida, mas, segundo os pesquisadores, pode ser sondada em conversas com amigos ou a partir de pesquisas sobre hábitos sexuais.

CONHEÇA A PESQUISA
Onde foi divulgada: periódico Social Indicators Research
Quem fez: Tim Wadsworth
Instituição: Universidade do Colorado, Boulder, EUA
Dados de amostragem: 15.386 pessoas que participaram de pesquisas nacionais entre 1993 e 2006
Resultado: Acreditar ter uma vida sexual mais ativa que as outras pessoas pode ser mais importante do que a frequência sexual em si para determinar a felicidade.