A indústria do sexo na internet

Posted on 4/28/2014 by UNITED PHOTO PRESS MAGAZINE


O mercado de sexo na internet cresce a taxas exponenciais de alguns anos para cá e ele vem evoluindo muito nos últimos 4 anos, com o advento da web 2.0 e as taxas maiores de banda larga fazem com que o entretenimento adulto cresça muito.


O mercado de sexo na internet cresce a taxas exponenciais de alguns anos para cá e ele vem evoluindo muito nos últimos 4 anos, com o advento da web 2.0 e as taxas maiores de banda larga fazem com que o entretenimento adulto cresça muito. 

A indústria do sexo na internet sem dúvida nenhuma gera bilhões e bilhões de doláres anualmente, desde o consumo de vídeos adultos, vendas de materiais eróticos (sex shops), fotos, até o consumo propriamente dito em que pessoas compram serviços sexuais em sites de acompanhantes, até o adultério está sendo comercializado e promovido como por exemplo em um conhecido site Canadense.

Com a popularização da banda larga no Brasil o consumo ligado à sexo vem se sofisticando, serviços de strip-tease on-line já movimentam quantias milionárias, vídeos de conteúdo adulto estão fartamente disponíveis em toda a rede. Nos buscadores a palavra sexo e congêneres ganha de longe de qualquer outra palavra. Algumas indústrias tiveram que se transformar ou se adequar à essa nova realidade, como por exemplo o mercado de DVD de filmes adultos em que o consumo cai exponencialmente a cada ano com a forte concorrência dos filmes vistos de graça na internet.

Até o consumo de sexo pago nas ruas mudou, antes boates ficavam repletas de clientes e garotas de programa e a negociação se dava pessoalmente, hoje esse cenário mudou radicalmente, essas mesmas boates das grandes cidades se encontram vazias, visto que esse tipo de mercado migrou em peso para a internet, as acompanhantes do Rio de Janeiro por exemplo assim como nas principais metrópoles do Brasil migraram em massa para os sites de classificados de acompanhantes, mesmo as acompanhantes do Rio migraram para esse novo tipo de boate virtual, onde basta o consumidor ligar para fazer o contato com as garotas de programa.

Shows de strip-tease proliferam onde o internauta paga pelo minuto de show da garota escolhida, assim como no fenômeno que se deu após a criação do NAPSTER e dos outros programas de trocas de arquivos de áudio que praticamente destruiu a indústria fonográfica, e este teve que se adaptar, o mesmo acontece com o mercado do sexo onde publicações outrora tradicionais como conhecidas revistas masculinas veem amargando prejuízos constantes mediante à oferta de conteúdo gratuito adulto na internet.