Robôs para sexo chegam daqui a 30 anos

Posted on 4/24/2012 by UNITED PHOTO PRESS MAGAZINE

Pesquisa diz que, em um futuro não tão distante, a profissão mais antiga do mundo será executada por mulheres feitas de chips e movidas à bateria.

Daqui a 30 anos, já vai ser possível pagar a robôs para ter sexo em clubes noturnos, de acordo com uma investigação concluída por dois autores e publicada no jornal científico, «Futures».

O objetivo da criação dos robôs do sexo vai ser, segundo os autores do estudo, Michelle Mars e Ian Yeoman, criar uma forma segura de ter relações sexuais sem doenças. Outro objetivo é também diminuir o tráfico de pessoas.

«É possível. A nossa sociedade já tem lida com máquinas e tem relações cada vez mais fortes e íntimas com tecnologias avançadas e sofisticadas», revelaram os autores do texto publicado no «Futures».

Como forma de sustentar a investigação, os dois autores imaginaram a cidade holandesa de Amesterdão e o turismo sexual que vai surgir até 2050. Nessa altura, Mars e Yeoman preveem que os clubes noturnos de sexo disponham de robôs que vão oferecer serviços sexuais aos clientes.

Os dois investigadores creem também que a quantidade de pessoas alvo de tráfico sexual vai aumentar tanto até 2040 que as autoridades vão ter de legalizar os clubes noturno de sexo com robôs em Amesterdão.

Num cenário completamente futurista, estes robôs do sexo vão ser feitos de materiais resistentes a bactérias e limpos após cada utilização. Não vão ser alvo de doenças sexualmente transmitidas e os clientes vão estar livres do sentimento de culpa de trair as companheiras(os). 

Pagar para fazer sexo com um robô? Há quem diga que esse será futuro da prostituição. A dupla de pesquisadores neo-zelandeses, Ian Yeoman e Michelle Mars, chegou a essa conclusão em um estudo com o improvável nome “Robots, Men And Sex Tourism” (Robôs, Homens e Turismo Sexual).

A pesquisa é taxativa: até 2050, homens irão frequentar bordeis procurando por androids-prostitutas. Acredita-se que o preço inicial será algo em torno de 10 mil dólares, que incluiria desde uma dança sensual até o ato sexual propriamente dito.