Sexo no Carnaval

Posted on 2/21/2010 by UNITED PHOTO PRESS

É impossível não perceber a sensualidade solta e a excitação brilhando no olhar das pessoas durante o Carnaval. Desejo de beijar, de fazer sexo, mas com muita urgência; afinal, o tempo é limitado. À pergunta: “Você já fez sexo com algum(a) desconhecido(a) no Carnaval? Como foi?” obtive várias respostas no meu site. Selecionei algumas:

“Foi inesquecível. Começamos no sábado de Carnaval e repetimos no domingo, na segunda e na terça. Depois, ele voltou para a cidade dele e nunca mais nos vimos. Vou guardar para sempre essa ótima recordação.”; “O sexo em si foi ótimo. Mas eu me senti culpada, preocupada com a imagem que ele ficou de mim. Acho que não valeu a pena, todas as vezes que ele me procurou depois, foi só pra transar.”; “Foi ótimo. Trocamos um beijo no baile e fomos para um motel. Para dizer a verdade, eu nem sabia o nome dela. Quando acordamos é que conversamos um pouco. Acho que me apaixonei naquela noite; estamos juntos há sete meses.”; “Quando a bebedeira passou, me senti mal, um pouco vazia. Acho que foi porque não me lembrava bem o que tinha dito ou feito.

Para ser sincera, eu não me lembrava bem da pessoa com quem passei uma noite no motel.”; “Foi delicioso, louco, e quer saber, acho que foi o melhor sexo que já fiz nesses meus 40 anos. Pena que não voltou a acontecer, eu queria ter repetido outras vezes. Às vezes, tenho vontade de encontrá-lo, mas não sei nem aonde.”; “Foi muito legal e gostoso e o melhor foi que me casei com ela e estou vivendo muito feliz.”; “A gente se conheceu no baile, num clube da cidade em que moro. Ela estava de férias e, acho que por não conhecer ninguém, logo que começamos a dançar me puxou para passear no jardim. Fizemos sexo no gramado, atrás de umas árvores. Foi emocionante.

Nunca mais a vi, mas penso sempre nela.”; “A sensação foi muito estranha. Quando acordei percebi que havia um homem desconhecido na minha cama. Aí vieram as culpas, o medo de ele me achar uma mulher fácil. Quanto à transa, na verdade não me lembro de nada. Acho que eu tinha bebido muito.”; “Foi a primeira vez que fiz esta loucura, e não me arrependo. Me apaixonei naquele instante. Depois disso fomos nos conhecendo aos poucos. Ele dizia que eu o tinha enfeitiçado. Isto aconteceu há seis anos, e ainda estamos juntos até hoje.”

Pelos relatos acima, observamos que o Carnaval funciona como um período em que homens e mulheres dão uma trégua à censura que se impõem durante o ano.

Há mais coragem para experimentar o sexo casual e tudo ser esquecido na quarta-feira de cinzas.