Global Volatility Drives Demand for European Residence Programs
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Brexit, Bolsonaro, and the ongoing anti-government protests in Hong Kong
are all contributing towards a significant spike in interest in the
Portugal Gol...
Sexo no Carnaval
Posted on 2/21/2010 by UNITED PHOTO PRESS
É impossível não perceber a sensualidade solta e a excitação brilhando no olhar das pessoas durante o Carnaval. Desejo de beijar, de fazer sexo, mas com muita urgência; afinal, o tempo é limitado. À pergunta: “Você já fez sexo com algum(a) desconhecido(a) no Carnaval? Como foi?” obtive várias respostas no meu site. Selecionei algumas:
“Foi inesquecível. Começamos no sábado de Carnaval e repetimos no domingo, na segunda e na terça. Depois, ele voltou para a cidade dele e nunca mais nos vimos. Vou guardar para sempre essa ótima recordação.”; “O sexo em si foi ótimo. Mas eu me senti culpada, preocupada com a imagem que ele ficou de mim. Acho que não valeu a pena, todas as vezes que ele me procurou depois, foi só pra transar.”; “Foi ótimo. Trocamos um beijo no baile e fomos para um motel. Para dizer a verdade, eu nem sabia o nome dela. Quando acordamos é que conversamos um pouco. Acho que me apaixonei naquela noite; estamos juntos há sete meses.”; “Quando a bebedeira passou, me senti mal, um pouco vazia. Acho que foi porque não me lembrava bem o que tinha dito ou feito.
Para ser sincera, eu não me lembrava bem da pessoa com quem passei uma noite no motel.”; “Foi delicioso, louco, e quer saber, acho que foi o melhor sexo que já fiz nesses meus 40 anos. Pena que não voltou a acontecer, eu queria ter repetido outras vezes. Às vezes, tenho vontade de encontrá-lo, mas não sei nem aonde.”; “Foi muito legal e gostoso e o melhor foi que me casei com ela e estou vivendo muito feliz.”; “A gente se conheceu no baile, num clube da cidade em que moro. Ela estava de férias e, acho que por não conhecer ninguém, logo que começamos a dançar me puxou para passear no jardim. Fizemos sexo no gramado, atrás de umas árvores. Foi emocionante.
Para ser sincera, eu não me lembrava bem da pessoa com quem passei uma noite no motel.”; “Foi delicioso, louco, e quer saber, acho que foi o melhor sexo que já fiz nesses meus 40 anos. Pena que não voltou a acontecer, eu queria ter repetido outras vezes. Às vezes, tenho vontade de encontrá-lo, mas não sei nem aonde.”; “Foi muito legal e gostoso e o melhor foi que me casei com ela e estou vivendo muito feliz.”; “A gente se conheceu no baile, num clube da cidade em que moro. Ela estava de férias e, acho que por não conhecer ninguém, logo que começamos a dançar me puxou para passear no jardim. Fizemos sexo no gramado, atrás de umas árvores. Foi emocionante.
Nunca mais a vi, mas penso sempre nela.”; “A sensação foi muito estranha. Quando acordei percebi que havia um homem desconhecido na minha cama. Aí vieram as culpas, o medo de ele me achar uma mulher fácil. Quanto à transa, na verdade não me lembro de nada. Acho que eu tinha bebido muito.”; “Foi a primeira vez que fiz esta loucura, e não me arrependo. Me apaixonei naquele instante. Depois disso fomos nos conhecendo aos poucos. Ele dizia que eu o tinha enfeitiçado. Isto aconteceu há seis anos, e ainda estamos juntos até hoje.”
Pelos relatos acima, observamos que o Carnaval funciona como um período em que homens e mulheres dão uma trégua à censura que se impõem durante o ano.
Há mais coragem para experimentar o sexo casual e tudo ser esquecido na quarta-feira de cinzas.