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Brexit, Bolsonaro, and the ongoing anti-government protests in Hong Kong
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O Sexo e a Histórica Prostituição
Posted on 8/29/2008 by UNITED PHOTO PRESS
A pedofilia, o estupro, o assédio sexual e a exploração sexual profissional são os modelos de prostituição abusiva que contradiz a cidadania e aos princípios religiosos e culturais descentes para a sociedade. Em contrapartida a Legislação não condena a prostituição passiva em que a prostituta, maior de idade presta serviço sexual por um determinado valor e é considerada um objeto ou produto sexual periódico e descartável. São as atividades das chamadas garotas de programas (mulheres, gays e lésbicas) atuantes nas boates, calçadas das ruas ou praças, expostas para vender-se. Nos casos de sexo com criança configura-se a pedofilia, uma prática ascendente no Brasil que levou a instalação de uma CPI para investigar tais autos, presidida pelo senador Magno Malta que taxa o pedófilo com 5% de loucura e 95% de safadeza e vem julgando culpados dessa indecência, onde crianças foram aliciadas pelo próprio tio, por políticos e diversos molestadores, inclusive virtuais. Mais recentemente os jornais amazonenses divulgaram o ato do professor da UFAM de mais de 60 anos de idade que ainda filmava suas relações com as vítimas menores que as molestava, assim como a monstruosidade dos políticos de Roraima feitores da mesma ação.O estupro já não é a causa mais preocupante da sociedade no mundo da prostituição, uma vez que o “sexo fácil e frágil” está ao dispor dos tarados abusadores. Portanto, o sexo forçado se dispersou por métodos continuamente inumanos e criminosos.O molestamento por pressão ou coação sexual é considerado assédio sexual, chantagem por uma solicitação de favores em que a vítima pode prestá-lo em submissão hierárquica ou em prol de benefícios salarial ou cargo/função no trabalho. É comum muitas jovens omitirem tais abusos, pela necessidade de sua sustentação pessoal ou simplesmente pela vaidade de sentirem-se acompanhadas de “filhinhos de papai” ou “coroa endinheirado” para gozar de uma situação indesejada de má fé.Quando o sexo provém de envolvimento profissional, onde o infrator delega poder sobre a vítima como: médico-paciente, professor-aluno, etc., o crime é taxado de exploração sexual profissional. O repúdio desse ato está previsto desde o juramento de Hipócrates a 450 a. C.: “Nunca me servirei da minha profissão para corromper os costumes ou favorecer o crime. (...)”. Contudo, essa prática é constante e não se limita somente a esse crime, mas provoca homicídios, até.Desde a formação das sociedades primitivas a partir do século V a. C que a prostituição é largamente praticada. Em Atenas as jovens eram recantadas a viverem reservadamente para aprendizagem de boas esposas pelas mães de maneira que seriam submissas aos maridos escolhidos pelos pais, nesse processo começou a surgir o homossexualismo feminino ou lesbianismo, denominação que segundo Mocellin é originada de Lesbos, ilha onde viveu a poetisa Safo que era apaixonada por outra mulher.Nas tragédias antigas é perceptível o ato da prostituição dentro da própria família, basta conhecer um pouco de Édipo rei que chegou a casar-se com a própria mãe com quem teve filhos-irmãos e uma família de incestos. Com esse exemplo conhece-se a endogamia, sistema somente vivido na Índia, já que ainda perpetuam naquele país as sociedades de castas.No Brasil, esse sistema de sociedade nunca existiu, pelo menos previsto em Lei, porém as moléstias são verídicas. Apesar da Constituição não condenar a prostituição, não se pode aceitá-la, uma vez entendida como violência. O sexo deve ser praticado como forma de amor e para reprodução daquele que se julga filho de Deus, não para exaltar ou difamar por esta graça.