VIVIANE CASTRO, E O MICRO TAPA-SEXO

Posted on 2/05/2008 by UNITED PHOTO PRESS

Viviane Castro, candidatíssima a peladona do carnaval 2008 no Rio de Janeiro. - Se nestes tempos de grande equilíbrio entre as escolas de samba vale a máxima de que carnaval se ganha no detalhe, o sucesso de Viviane Castro, modelo de 25 anos, está garantido. O detalhe, no caso, é o micro tapa-sexo que ela exibiu (exibiu??) no desfile da São Clemente. Eram três centímetros, pouco mais de dois dedos, digamos assim. Tamanho inversamente proporcional ao furor que a destaque de chão da escola de Botafogo provocou na avenida. Foi geral: em camarotes, frisas e arquibancadas.

Dona de um corpo escultural e pele morena, Viviane colocou na vitrine da Sapucaí seus 1,68m e 60 kg praticamente do jeito que veio ao mundo. Não fossem os penachos avermelhados do esplendor e um adereço dourado no pescoço. Ah, claro, não fosse também aquele detalhe mínimo, também vermelho e quase imperceptível. - Minha fantasia é de índia - explicou a moça, com um sorriso quase ingênuo, uma voz infantil e um ar assim meio inocente, de jovem recatada, que deu um tom de contradição com o figurino. Índia, claro! No tempo de Dom João VI, era assim que as índias andavam. Sem tapa-sexo, porque no desfile pelas aldeias o nu frontal não era proibido, como nos desfiles da Liesa. Índia candidata a musa e que já vai assegurando o título de peladona do carnaval 2008. - Ser musa do carnaval? Sei lá, vim fazer meu carnaval, de coração - disfarça. E a reação da galera? - É lindo demais, só quem já viveu isso pode saber - definiu. Isso tudo e sem o povão ter visto o que aconteceu na concentração, antes de Viviane entrar na avenida: o tapa-sexo descolou! A solução foi usar uma daquelas colas que grudam tudo. Ali mesmo, na passarela, sem inibição. Inibição, no caso, é que nem roupa: não tem. - Vou sair na Portela também - anunciava Viviane, com pressa para deixar a dispersão. Meu Deus, dose dupla! Mas a fantasia, ela avisa, é "mais recatada". - Só que eu prefiro assim, como saí na São Clemente. Eu me sinto mais à vontade, e é mais fresco. Que bom. A gente também prefere...